sexta-feira, 13 de abril de 2018

Revista Veja se reporta a cisão na CGADB, sucessão e assédio dos políticos


A Revista Veja, através da coluna de Maurício Lima, comentou nesta quinta-feira (12), a cisão  que houve recentemente dentro da CGADB - Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, que culminou com a saída do pastor Samuel Câmara, pastor e presidente da Igreja Mãe em Belém do Pará e da CIMADB, convenção regional sediada na mesma. 

Câmara deixou a CGADB e fundou no dia 02 de dezembro de 2017, a CADB com aproximadamente 10 mil pastores de todo o Brasil, segundo informações extra oficiais.

De acordo com a postagem, a "Assembleia de Deus rachou". Ele ressaltou que há décadas a CGADB era comanda pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa e que "quase que como regra, a sucessão no comando das igrejas evangélicas se dá dentro família", já que na última eleição foi eleito com sucesso na CGADB, o filho, pastor Wellington Júnior, ex-presidente do Conselho Adminisrtrativo da CPAD.

O tom nevrálgico que marcou a eleição de 2017, foram as várias ações judiciais que ocorreram em diversas partes do Brasil, envolvendo lideranças pró pastor Samuel Câmara e o grupo liderado pelo ex-presidente pastor José Wellington Bezerra da Costa.
Lima aproveitou o ensejo para abordar também a questão dos votos do segmento evangélico e afirmou que o pastor José Wellington Bezerra da Costa possui pelo menos dois filhos – ambos com mandato político, porém esqueceu de mencionar que o Pastor Samuel Câmara também tem um irmão e uma cunhada, ambos também com mandatos, e afirmou que há uma disputa pelos votos dos evangélicos, entre o ex-ministro Henrique Meirelles, Flávio Rocha e Jair Bolsonaro.
É claro que para o foco da Igreja não é uma exposição frutífera, mas é realista do ponto de vista jornalístico.


Nenhum comentário:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...