Mostrando postagens com marcador Adoração. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Adoração. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

Ministros de louvor alertam sobre o estilo 'worship music' em nossas Igrejas



Os cristãos de mais idade, ou com mais tempo que aceitaram a fé, já hà algum tempo tem reclamado da qualidade das músicas modernas cantadas em nossas igrejas, valendo ressaltar que existem bons hinos e canções para não cairmos na armadilha da generalização, porém, diga-se a bem da verdade, são exceções.

Pastores "zelosos" tem procurado ensinar o rebanho, mas temos que admitir que a força da mídia nesse caso, é um problema. Os grupos de departamento, de louvor, e mesmo os solistas, procuram cantar o que já está fazendo "sucesso" nas emissoras de rádio, TV e plataformas musicais na internet.

Observemos que se multiplicaram as denominações, igrejas e ou congregações, mas os louvores entoados são praticamente os mesmos em todo o país, e em alguns casos, versões que percorrem o mundo.

Os tradicionais hinários, como por exemplo: Salmos & Hinos, Cantor Cristão, Coros Sacros, Melodias de Vitória, Antemas Celestes, Harpa Cristã e outros, ficaram esquecidos, e em muitos casos nas próprias denominações que os criaram e ou adotaram como hinário oficial, deixaram de ser utilizados.

As orquestras, bandas, corais, vocais e solistas que cantavam tais hinos com variedade de arranjos, estão se dizimando a cada dia, até porque essa é uma prática que depende de muito esforço e dedicação com estudos, ensaios, etc... Muitos passaram a desconsiderar que essa dedicação também faz parte do nosso "Servi ao Senhor com alegria" - Salmos 100:2, e que para isso a bíblia nos diz que o "vosso trabalho não é vão no Senhor" - 1 Coríntios 15:58 

Quanto a falta de conteúdo teológico nas músicas modernas, os apologistas tem alertado para essa realidade, mas sem o necessário "feedback", considerando que em muitos casos, para não dizer a maioria dos músicos e cantores não frequentam cultos de ensino, doutrina e ou escolas bíblicas, como o faz a maior parte da igreja, no entanto, a congregação, via de regra, fica refém do que eles cantam mormente nos cultos dominicais.

Vale ressaltar que um ou outro pastor, faz um certo acompanhamento, cerceando exageros, orientando e colocando alguma regra, mas a maioria deles se sente intimidada, e até com medo de que venha entristecer e perder os que cooperam nessa área, até porque não faltam igrejas que os convidem.

Quanto ao termo "worship music", literalmente traduzido, nada mais é do que "música de adoração". 
O termo passou a ser adotado por conta da mania brasileira de "americanização" de tudo, assim como muitos já deixaram a palavra "Igreja" em português, e passaram a se utilizar "Church", que quer dizer a mesma coisa em inglês.

A questão aqui não é demonizar ou santificar qualquer estilo, afinal de contas não temos respaldo bíblico para isso, mas analisar as tendências e seus resultados.

Se associou ao estilo 
"worship music", as repetições de poucas frases melódicas e ou harmônicas, deixando-se espaço livre para as ministrações espontâneas, criando-se um clima de "técnica mântrica" que normalmente mexe com a emoção das pessoas, estilo muito agradável e apreciado pela juventude, principalmente quando reunidos em multidão, associando o Culto de adoração a Deus, à atmosfera dos shows seculares, amplificados por luzes coloridas, fumaça, efeitos especiais, etc...

Se analisarmos bem, a falta de sinergia com as Sagradas Escrituras, trouxe para tais músicas, elementos da vida secular, como gírias e ditados, a ponto de que em algumas delas, Deus ser tratado como "você", numa total falta de reverência ao Senhor das nossas vidas.

O que está em discussão é como inserir conteúdo bíblico que edifique e fortaleça a fé das pessoas, em especial da nossa juventude já tão fragilizada e atacada pelos dardos inflamados do maligno.

O problema já está tão grave, que já surge um movimento, dentro do próprio nascedouro nos EUA, alertando para o problema, senão vejamos:

Leah Klett, repórter do Christian Post, participou "The Christian Post Podcast", tendo explicado por que alguns líderes de louvor estão chamando a atenção sobre a música de adoração contemporânea, alertando que, muito embora seja muito agradável, boa de se ouvir e cantar, mas carece de conteúdo bíblico, e falha principalmente no sentido de ajudar as pessoas a pensar mais profundamente em sua fé e vida cristã.
"Parte da preocupação é que as músicas que estão sendo lançadas agora, não nos fornecem as ferramentas das quais precisamos para lidar com alguns dos desafios da vida", explicou Klett.

Enfim, os que saíram à frente, como é o caso dos americanos, já estão lidando com as consequências.

Como pastor e também lidando pessoalmente com essa questão, mesmo sem aderir a qualquer radicalismo, entendo ser uma questão de fundamento sociológico, mas não posso negar que esse é um sério problema da nossa geração, e que deve ser enfrentado com muita graça, firmeza, equilíbrio, conteúdo bíblico e acima de tudo com oração, afinal de contas a igreja deve se manter no mundo, geograficamente falando, mas do ponto de vista espiritual, fora dele.

Não podemos "fechar os olhos" com se nada estivesse acontecendo. É necessário um intensivo e equilibrado trabalho de conscientização, sob o iminente risco de não termos a devida reversão desses valores.

"Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos. Porque se introduziram alguns, que já antes estavam escritos para este mesmo juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de Deus, e negam a Deus, único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo". - Judas 1:3,4

Com temor e tremor,

Pr. Carlos Roberto Silva

Ouça este episódio de "The Christian Post Podcast":

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Líder de louvor da Hillsong se despede do cristianismo: “Foi incrível ser um de vocês, mas eu não sou mais”


Após semanas lutando publicamente com sua fé cristã, Marty Sampson parece ter se despedido do cristianismo – ou, no mínimo, da Igreja – de uma vez por todas, em uma atualização emocionada do Instagram publicada nesta sexta-feira.
No post, o líder de adoração da Hillsong de muitos anos expressou seu amor pelos líderes seniores da Igreja, Brian e Bobbie Houston, e pelo líder de louvor Joel Houston, entre outros. 
Ele chamou Hillsong de sua "linda família de almas incríveis" enquanto agradecia pelas memórias e seu amor.
Na atualização altamente carregada, Sampson, que começou na Hillsong nos anos 90, disse que tinha lágrimas escorrendo pelo rosto e que ele já sentia falta de estar perto de sua família Hillsong. 
Ele escreveu: "Eu te amo @brianchouston  Eu te amo @bobbiehouston  Eu te amo @joelhouston  Eu te amo @benjaminhouston  Eu te amo @lauratoggs  – Obrigado por todas as memórias incríveis, pelas noites em sua casa dormindo no chão, pelos momentos surpreendentes quando eu vi o que é uma bela família", disse Sampson.
"Para @hillsong minha linda família de almas incríveis, eu amei estar perto de vocês todos e eu realmente sinto falta de estar perto de vocês todos. Vocês são algumas das pessoas mais maravilhosas que eu conheço. Obrigado por todo o amor e toda a graça e bondade que você me mostrou por muitos anos.", continua Sampson.
Mas sua mensagem foi além da Igreja Hillsong, quando ele passou a expressar seu amor por todos os cristãos e disse que ele tinha perdoado a Igreja. Ele também pediu que os cristãos o perdoassem se ele tivesse falado mal deles.
No entanto, antes de terminar, ele disse que foi um cristão, porém, "não era mais".
"À IGREJA DE JESUS ​​CRISTO, eu te perdoo, e te amo. Tenho lágrimas escorrendo pelo meu rosto porque é tão verdadeiro. Eu adoro vocês cristãos. Eu amo tanto. Isso é tudo", escreveu ele.
"Foi incrível ser um de vocês, mas eu não sou mais."
"Eu amo todos vocês, e eu sempre amarei. Eu não vou esquecer o quanto eu amo os cristãos, mesmo que eles não me amem, eu sempre amarei você. Desculpe por quaisquer palavrões que eu já disse sobre algum de vocês Perdoe-me, eu amo todos vocês."
Sampson escreveu canções que foram cantadas por cristãos e igrejas em todo o mundo, como "Carry Me", "Better Than Life", "King of Majesty", "For Who You Are", "Take it All", "Came to My Rescue", e mais recentemente "One Thing" e "O Praise the Name (Anástasis)".
Mas ele surpreendeu a Igreja em todo o mundo no início deste mês, quando desabafou suas frustrações sobre a fé cristã e as aparentes "contradições" da Bíblia, dizendo que ele "não estava mais presente". Mais tarde, ele excluiu o post.
"Hora de uma conversa real. Estou genuinamente perdendo minha fé e isso não me incomoda. Tipo, o que me incomoda agora não é nada. Estou tão feliz agora, tão em paz com o mundo. É louco.", disse Sampson no post excluído.
O que se seguiu nas últimas semanas tem sido uma sucessão de posturas examinando ainda mais a fé cristã e compartilhando sua luta interior. Todas as postagens foram depois excluídas.
Marty Sampson chegou a dizer que, embora ele não tenha "renunciado" ao cristianismo, estava, no entanto, "incrivelmente instável".
Com sua última declaração nesta sexta-feira lendo como uma carta de despedida, parece que desta vez, é realmente um adeus de Marty Sampson.
Leia o post em inglês, abaixo:

Folha Gospel com informações de Christian Today

domingo, 6 de novembro de 2016

Avivamento chega a tribo que antes adorava o diabo


Povo Batwa, em Uganda, está experimentando milagres após pregação do evangelho

Pela primeira vez em séculos, as tribos africanas remotas da etnia Batwa estão ouvindo o nome de Jesus Cristo. Eles são pigmeus e vivem no extremo sul de Uganda, na reserva florestal de Bwindi. O povo era chamado de os “guardiões da floresta”, por manterem distância da vida nas cidades. Tradicionalmente eles viviam em cavernas e árvores, sobrevivendo a partir da caça e da coleta de frutas.
Tudo mudou em 1992, quando o governo ugandês decidiu transformar a região em um parque nacional. Logo em seguida, recebeu o título de Patrimônio da Humanidade, por causa dos gorilas ameaçados de extinção que vivem ali. Por causa disso, os batwa foram expulsos, tornando-se assim os primeiros “refugiados ambientais” que se tem notícia.
Sem direito à terra, sem comida, sem roupas e sem abrigo, eles tentaram se adaptar ao mundo moderno, mas não conseguiram. Sofriam muito preconceito por causa de sua baixa estatura e cultura rudimentar. “As pessoas não queriam dar emprego a eles pois pensavam que esses pigmeus eram animais”, explicou o missionário Tugume Gerald. Ele e sua esposa, Barbara, decidiram intervir e ajudar alguns desses batwa.
O casal se mudou da capital Kamapala, onde viviam, para a pequena aldeia de Kisoro, localizada na fronteira com a parte da selva equatorial que foi transformada em reserva. Ali,  iniciaram seu ministério entre os pigmeus.
“Comecei pregando a mensagem de esperança a quem não tinha qualquer esperança”, lembra  Gerald. Aos poucos ele foi conquistando a confiança e pregava para um número cada vez maior de batwas.

Jovanis Nyirakayanje foi uma das primeiras convertidas. “Foi a primeira vez que alguém nos falou sobre Jesus”, disse a anciã à CBN News. “Nós fumávamos, bebíamos, fazíamos bruxaria”, lembra. “Éramos adoradores do diabo. Éramos servos do diabo, mas então ouvimos Cristo morreu por nossos pecados, e isso mudou nossas vidas!”, comemora.
Ela logo se tornou um evangelista entre os pigmeus.
Em pouco tempo foi inaugurada a primeira igreja batwa conhecida. No último batismo foram 36 pessoas. “Às vezes chegamos a ter 1.000 pigmeus que vêm para os cultos”, ressalta o missionário.
Tugume e Barbara dizem que milagres estão acontecendo entre os Batwa. Pessoas que foram diagnosticadas com HIV/Aids foram curadas. Uma jovem pigmeia, que estava à beira da morte, recebeu orações, aceitou a Jesus e logo levantou-se da cama para uma nova vida.
Barbara explica que foi um grande testemunho. “Eles oraram e oraram. Na verdade, fizeram isso por umas cinco horas. Eu estava lá, quase não podia acreditar! A menina foi curada, e eu disse glória a Deus!”
Agora os missionários estão se dedicando a cuidar de uma escola para crianças pigmeus. Os pais, antes caçadores, estão aprendendo a ser agricultores. A pobreza e as dificuldades enfrentadas por eles ainda são enormes.
Tino Qahoush, um cineasta cristão sueco, foi até a Uganda para produzir um documentário sobre o avivamento entre o povo Batwa. Ele acabou se envolvendo no ministério entre os pigmeus. Ele contatou igrejas na Suécia para ajudar e conseguiu comprar material escolar, sapatos e roupas para as crianças. Agora estão com um projeto para construir mais casas para os pigmeus.
“O que eu gosto neste ministério é que ele é dirigido pelos próprios batwa. Eles formaram um conselho e estão cuidando de seu próprio povo”, disse Qahoush à CBN News. “E nós só queremos capacitá-los e dar-lhes alguns recursos para que continuem em frente.”
Ninguém sabe ao certo, mas estima-se que ainda existem dezenas de milhares de Batwa que ainda não ouviram o nome de Jesus Cristo. “Assim como Cristo me transformou, creio que Sua mensagem de salvação irá mudar a vida da minha tribo”, disse Nyirakayanje.
Enquanto isso, Tugume pede que cristãos de todo o mundo se juntem a ele em oração pelo trabalho entre um dos grupos étnicos mais inacessíveis do mundo.
Fonte: Gospel Prime
Assista:
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...