"Minhas condições me diziam que eu não iria chegar, mas o meu Deus determinou que eu chegaria", testemunhou Thalita Roberta
A potente e ao mesmo tempo doce voz de Thalita Roberta agora faz parte do cast da MK Music! A cantora, que encantou internautas de todo o Brasil ao louvar a Deus enquanto vendia doces no sinal, assinou com a gravadora nesta quinta-feira (4), ao lado da presidente da empresa, Marina de Oliveira, e de sua família.
Na ocasião, Thalita relatou o cumprimento de promessas da parte de Deus em sua vida e cantou a música Se Não Fosse Deus que, de acordo com ela, a faz recordar de sua emocionante trajetória de vida. A gravação oficial desse hino acumula dezenas de milhões de visualizações no YouTube.
– Essa canção me faz lembrar de quem eu era lá atrás, as minhas condições me diziam que eu não iria chegar, mas o meu Deus determinou que eu chegaria! Nesse vídeo, eu estou segurando em minhas mãos a promessa que o Senhor me fez, o meu contrato de cantora exclusiva! Agora vocês que me aguardem, porque vem muitas músicas inéditas aí, hein? – prometeu.
Também por meio das redes sociais, a MK Music demonstrou grande emoção por fazer parte da história de Thalita e convidou seus seguidores a celebrarem a notícia.
– Que alegria!!! É emocionante para todos nós vermos um ministério começando e se desenvolvendo. Deus é fiel e cumpre Suas promessas! – assinalou.
Thalita ficou conhecida em 2021, após vídeos em que ela louva a Deus enquanto trabalhava nas ruas viralizarem nas redes sociais. Em uma das gravações, ela aparece entoando Amo o Senhor, de Fernanda Brum.
Sua voz marcante chamou atenção do cantor Wilian Nascimento, que decidiu mostrar os vídeos em questão para sua gravadora. Como resultado, em fevereiro de 2022, Thalita foi convidada a assinar com a MK Network, rede multicanal que oferece o serviço de intermediação e assistência na gestão de canais no YouTube.
Ao longo desse período, ela chegou a gravar a canção Aguenta Firme, ao lado de seu padrinho musical. Demonstrando ter um grande futuro, Thalita acabou sendo chamada para integrar o cast oficial da gravadora.
Vale lembrar que, recentemente, a artista participou também do jogo Uma Palavra, Uma Música, do Portal Pleno.News.
Acompanhando uma comitiva de pastores Nigerianos na AD Cubatão SP, ministrou louvores na AD Cubatão SP - Templo Sede, o Pastor Daniel Komba de Serra Leoa - África
A música integra o Projeto “70 Anos de Adhemar de Campos”.
O clássico cristão “Nosso General” é o recente lançamento de Adhemar de Campos, pela Uni Records. Com a primorosa participação da cantora Nívea Soares, a música integra o Projeto “70 Anos de Adhemar de Campos”.
A canção original, autoria de Bonnie Low, foi gravada ao vivo em outubro de 1988 e lançada nesse mesmo ano. A clássica celebração é uma versão de Adhemar de Campos, música que ganhou muita personalidade no estilo adoração congregacional. Sem dúvida, uma das canções mais executadas e mais conhecidas do cancioneiro cristão ao longo dos anos.
“Essa canção tem uma letra desafiadora, pois apresenta Cristo como um general poderoso e invencível à frente de um exército vivo, Sua Igreja. Soma-se a isso a rica estrutura musical melódica e rítmica, que torna esse clássico inesquecível e atemporal”, diz o pastor Adhemar de Campos.
Ter Nívea Soares neste trabalho foi uma grande alegria para Adhemar de Campos. Ele diz que ela é uma “filha" querida, que eles têm caminhado juntos desde sua adolescência: “Ao longo desse período, tenho testemunhado sua trajetória abençoada e abençoadora. Por esses e outros motivos, sua participação era indispensável.”
O projeto “Nosso General” tem a produção musical e violão de Adhemar de Campos. Produção Executiva: Ivanildo Nunes e Higino Oliveira. Produção Criativa: Lincoln Baena. Direção de Vídeo: Mike Lacerda. Direção de Arte e Cenografia: Douglas Sciola. Marketing: Diogo Chiapani e Mayara Lorena. Local da gravação: Teatro Nissi, São Paulo (SP).
Um inusitado momento de louvor e adoração a Deus ocorreu em um shopping de Miami, na Flórida (EUA) com a música Oh, Quão Lindo Esse Nome É, gravada originalmente pelo Hillsong.
Dezenas de cristãos foram filmados cantando a música, em um claro momento espontâneo de louvor. No vídeo que viralizou no Instagram, não há indicação do momento que as pessoas começaram a cantar, mas logo um coral improvisado se formou.
O som do ambiente foi preenchido pelas declarações de exaltação a Deus: “Amor maior que o meu pecado; Nada vai nos separar; Oh, quão maravilhoso é, Oh, quão maravilhoso é; O nome de Jesus, meu Rei!”.
De acordo com informações do portal GodTV, a Polícia foi acionada por alguém incomodado com o coral improvisado, mas quando os policiais chegaram ao local, se juntaram a eles em louvor: “Eles foram notificados de que um grupo de flashmob estava chegando e ficaram preocupados, mas quando perceberam que estávamos cantando música de adoração, eles se juntaram a nós e até oramos por alguns deles. Eles foram super amáveis e incríveis! Aleluia!”, escreveu o cantor Jimmy Levy, que publicou o vídeo no Instagram.
O mesmo artista havia compartilhado em sua página um vídeo de pessoas cantando Porque Ele Vive em um mercado no Brasil: “Tão lindo! Aleluia!”, comentou na ocasião.
AD Curitiba no bairro Bacacheri inova evangelização com Música Cristã & Chocolate
No dia 27 de agosto a Congregação do Bacacheri realizou o evento "Chocolate Acústico", produzido pelo Ministério de Louvor Conexão, liderados pelo Coop. Cláudio Aparecido Messias Junior.Dito conjunto musical participa ativamente dos cultos na congregação, atuando como ministros de louvor.
O Pastor Arlindo Santana, que é o dirigente da Congregação do Bacacheri, fez a abertura oficial do evento e deu as boas-vindas aos presentes.
A noite foi uma real comemoração do amor de Deus por todos que ali estavam. Através de uma seleção musical com a temática do "doce amor de Deus através de canções", os louvores alcançaram as principais paletas da música evangélica contemporânea.
Em especial, foi notória a forte brasilidade da referida celebração, marcada pelo uso de um instrumento cada vez mais inabitual, o acordeão, tocado em alguns louvores pelo Coop. Cláudio Junior junto de seu convidado especial, o Pastor Cláudio Aparecido Messias, dirigente da Congregação Vila Tupi.
Sobre dita feita relatou o líder musical: "Meu pai, o Pr. Cláudio, sempre foi uma grande inspiração para mim como líder e obreiro, mas de igual modo é como um músico excepcional. Portanto, foi uma grande honra poder convidá-lo a tocar acordeão conosco nesta noite que foi ainda mais abrilhantada pela presença da pessoa que embutiu a disciplina e dedicação musical em minha vida, minha querida mãe, Jacira Messias."
O culto que contou com a participação de várias congregações, foi completado de forma magistral pela ministração da palavra de Deus, proferida pelo Pb. Vinicius de Paula, dirigente da Congregação Vila Reno, que trouxe uma profunda reflexão para a igreja.
Após o culto, um agradável momento social foi provido com duas cascatas de chocolate, que fizeram jus ao título do acontecimento: "Chocolate Acústico", envolvidas por uma linda ambientação do espaço externo da igreja onde os convidados puderam desfrutar de um tempo de comunhão.
Os participantes foram surpreendidos com os detalhes do evento e relataram: "Poder participar de um culto diferenciado é sempre uma surpresa agradável. A igreja precisa cada vez mais produzir eventos como este, pois nem sempre temos tempo de conversar com os irmãos após o culto. Ter momentos de comunhão em ambientes saudáveis sem dúvida faz a diferença." (Brunna Picote, participante do evento).
Por fim, agradeceu a Claudio Aparecido Messias Junior a toda igreja pela participação e apoio: "Sou grato a Deus pelo apoio que tivemos de toda a igreja. Fomos fortemente incentivados por nosso prezado Pr. Arlindo, e auxiliados por quase todos departamentos da igreja: da Mocidade ao Círculo de Oração; dos Adolescentes ao Departamento da Família. A equipe do Ministério de Louvor Conexão foi importante também para a realização deste evento. Com humildade e dedicação abriram mão de noites e dias a fio para que pudéssemos apresentar a Deus um sacrifício com cheiro suave nesta noite. Somos uma verdadeira família."
A missionária ucraniana Mariana Laskava fala sobre sua experiência de deixar Kiev e continuar servindo aos refugiados.
Mariana Laskava é ucraniana. Ela serve como missionária na Word of Life, uma missão com um instituto bíblico sediado perto de Kyiv.
Ela teve que fugir rapidamente, com uma pequena mala, por causa da ameaça de bombardeios que estavam prestes a começar na capital do país.
Depois de alguns meses servindo entre os refugiados ucranianos, Mariana conseguiu viajar para a Espanha, onde também participará de acampamentos neste verão.
Em setembro, ela espera retornar a Kiev, para servir na escola bíblica, onde acompanha os alunos à medida que crescem em sua jornada de fé e também trabalha como tradutora para vários professores de inglês e espanhol.
O site de notícias espanhol Protestante Digital conversou com ela sobre como ela está enfrentando esse conflito e a situação atual de seu país.
Leia a entrevista abaixo:
Pergunta. Que tipo de trabalho você faz e como era o dia-a-dia no colégio bíblico antes da guerra?
Resposta.. Sou missionária em tempo integral na Word of Life Ucrânia, uma missão que trabalha com jovens com foco em evangelismo, mas também temos um instituto bíblico.
Todos os anos, em setembro, um grupo de 30-50 jovens vem de diferentes países, tanto da Ucrânia como de países vizinhos, para estudar a Bíblia e viver no instituto por um ou dois anos.
Nós os orientamos em seus estudos, ajudando-os a aprender a desenvolver seus ministérios, encorajando-os no evangelismo – fazemos muito evangelismo de rua nas ruas de Kyiv – e ajudando-os a crescer em sua vida cristã, tanto por meio de treinamento quanto por o exemplo que eles podem ter de nós.
Passamos tempo com nossos alunos e construímos um relacionamento profundo com eles.
Uma propriedade Ucrânia tornou-se um ponto chave para a distribuição de ajuda e alimentos.
P. Você trabalha principalmente com jovens?
R. Os alunos geralmente ingressam no instituto bíblico depois de terminar o ensino médio, antes de ingressar na universidade, então geralmente têm entre 17 e 19 anos.
Em dois anos eles são treinados na Bíblia e na vida cristã no centro que temos lá, para que possam então desenvolver seu trabalho ou missão futura.
P. Todo este trabalho foi interrompido em fevereiro com a invasão russa . Como você experimentou isso?
R. Em dezembro, quando a Rússia começou a montar tropas na fronteira, os noticiários da TV já falavam sobre a possível invasão.
Nós, como missão, estávamos orando para que isso não acontecesse. Mas duas semanas antes do início da guerra, pedimos aos alunos que saíssem. Mudamos o feriado que costumavam ter em março para o início de fevereiro, pois a situação estava ficando tensa.
A liderança da missão nos Estados Unidos nos pediu para fazer as malas caso tivéssemos que evacuar.
No dia anterior à invasão nos chamaram para sairmos com urgência, que tínhamos 40 minutos para nos prepararmos para a evacuação de emergência.
Muitas pessoas na equipe não esperavam que isso acontecesse. Achei que poderia acontecer, por causa do acúmulo de soldados na fronteira.
P. Como você fugiu?
R. Foi tudo muito traumático, o que vivenciamos naquele dia e o que muitos vivenciaram nos dias seguintes.
Saímos rapidamente porque fomos avisados de que o bombardeio de Kyiv começaria naquela noite, mas só podíamos levar uma pequena mala.
É difícil, porque você não pode colocar sua vida em uma mala, e você sai de casa correndo o risco de ser bombardeado. Você também deixa sua família lá, pessoas que você ama, que não saem do país, mas confiando que estão nas mãos do Senhor.
Foi um choque, algo que testou muito nossa fé. Foi traumático.
P. Você está agora na Espanha, mas qual foi sua viagem durante esses meses?
R. Estou agora na Espanha e muitas pessoas cuidam de mim. Mas quando a guerra começou fomos para a Hungria, para a propriedade que a missão tem lá.
Então, uma semana depois, parte da equipe foi para a Romênia, onde a missão começou a receber refugiados vindos da Ucrânia.
Em dois meses recebemos cerca de uma centena de pessoas que estávamos ajudando e servindo.
P. Quais são seus planos para o futuro, você acha que poderá retornar à Ucrânia?
R. A maioria de nossos missionários já retornou à Ucrânia. Os homens ficaram e durante esses meses prestaram tanto serviço, distribuindo alimentos e ajudando, até arriscando a vida.
As mulheres e crianças partiram, e algumas ainda estão em outras partes da Europa. Estou planejando ir para um acampamento na República Tcheca em agosto, e depois talvez voltar para a Ucrânia para continuar o trabalho na missão.
P. Atualmente você tem família na Ucrânia?
R. Sim, minha mãe, meu irmão e sua esposa não queriam ir embora. Eles estavam em risco em Kyiv, mas Deus cuidou deles, orei muito por eles e ainda estamos em constante comunicação.
P. Quando você enfrenta uma situação tão inesperada e complicada, o que você aprende sobre Deus e seu relacionamento com Ele?
R. Quando você entra em uma tempestade como uma guerra, se você tem um relacionamento próximo com Deus, você atravessa a tempestade segurando algo estável.
As emoções, os traumas que você passa podem ser muito prejudiciais, mas se você se apegar a Deus, a verdadeira Torre Forte, você pode conhecer ainda mais o Senhor.
Trabalho em aconselhamento pessoal e agora minha compreensão de como ajudar aqueles que sofrem é maior. Já que passei por tanto sofrimento, agora posso entender melhor essa situação.
Deus está abrindo portas, quando você tem um bom relacionamento com Ele, você sai mais forte, mas se o relacionamento não for bom, a situação pode levar você a ser esmagado.
P. Novas oportunidades de ministério foram abertas?
R. Nesta tempestade, conseguimos levar o evangelho a muitas pessoas. Nos lugares onde ficaram sem casa, sem recursos, 90% dos voluntários que trabalham na Ucrânia são cristãos.
Um grande testemunho está sendo dado. Nós como missão ajudamos trazendo bens, comida, roupas, água, pão, evacuando pessoas… E todas as oportunidades foram aproveitadas para pregar o evangelho.
Estamos envolvidos em algo grande, porque neste tempo cerca de 5.000 pessoas ouviram o evangelho através de nossos missionários.
A equipe do Word of Life tem ajudado nas evacuações, e esse trabalho continuou na área de Donbas, onde o conflito armado continua.
P. Como você acha que o país está lidando com esse fardo? Como as pessoas reagem entre aqueles que ainda não conhecem a Deus?
R. Tanto quanto eu entendo daqueles que estão trabalhando nas igrejas dando comida e ajuda, as igrejas estão se enchendo de pessoas que não conhecem a Cristo.
Uma igreja em Kiev que eu conheço bem está realizando as reuniões do lado de fora do prédio da igreja, porque lá dentro há espaço para cerca de 80 pessoas e há cultos onde eles têm mais de 300 pessoas participando. Eles estão fazendo atividades para crianças, para mulheres.
Tenho visto igrejas celebrando batismos. Assim, Deus é glorificado mesmo no meio das horas mais sombrias do nosso país.
P. Por que é importante ter Deus em sua vida em uma crise como essa?
A. A vida flui de Deus e em Sua presença há plenitude de alegria.
Se alguém quer viver uma provação com a força e a alegria do Senhor, deve confiar nEle, porque mesmo permitindo essa provação, Ele está trabalhando em nossos corações, suprindo as necessidades, nos ensinando e nos colocando onde precisamos ser.
Quando você confia em Deus você pode ver tudo isso, mas se você não tem Deus, você só pode ver as coisas ruins. Se alguém está perto de Deus, pode ver a obra de Deus em meio a grande dificuldade.
P. Com o passar do tempo, parece que perdemos a sensibilidade em relação à Ucrânia. Como podemos ajudar você e seu país?
R. Existem várias maneiras. É muito importante orar. Nossos soldados testificam que Deus está guardando suas vidas. Você precisa orar para que a guerra termine, para que as bombas não caiam onde o povo está, e que Deus preserve nosso país.
Você pode orar para que o evangelho continue a ser pregado e que muitos se tornem filhos de Deus.
Também pode ajudar nas finanças, através de diferentes entidades.
E a terceira via seria, quando a guerra terminasse, a constituição de equipes de trabalho para ajudar na reconstrução das casas e das infraestruturas.
Fonte:Folha Gospel com informações de Evangelical Focus
Os cristãos de mais idade, ou com mais tempo que aceitaram a fé, já hà algum tempo tem reclamado da qualidade das músicas modernas cantadas em nossas igrejas, valendo ressaltar que existem bons hinos e canções para não cairmos na armadilha da generalização, porém, diga-se a bem da verdade, são exceções.
Pastores "zelosos" tem procurado ensinar o rebanho, mas temos que admitir que a força da mídia nesse caso, é um problema. Os grupos de departamento, de louvor, e mesmo os solistas, procuram cantar o que já está fazendo "sucesso" nas emissoras de rádio, TV e plataformas musicais na internet.
Observemos que se multiplicaram as denominações, igrejas e ou congregações, mas os louvores entoados são praticamente os mesmos em todo o país, e em alguns casos, versões que percorrem o mundo.
Os tradicionais hinários, como por exemplo: Salmos & Hinos, Cantor Cristão, Coros Sacros, Melodias de Vitória, Antemas Celestes, Harpa Cristã e outros, ficaram esquecidos, e em muitos casos nas próprias denominações que os criaram e ou adotaram como hinário oficial, deixaram de ser utilizados.
As orquestras, bandas, corais, vocais e solistas que cantavam tais hinos com variedade de arranjos, estão se dizimando a cada dia, até porque essa é uma prática que depende de muito esforço e dedicação com estudos, ensaios, etc... Muitos passaram a desconsiderar que essa dedicação também faz parte do nosso "Servi ao Senhor com alegria" - Salmos 100:2, e que para isso a bíblia nos diz que o "vosso trabalho não é vão no Senhor" - 1 Coríntios 15:58
Quanto a falta de conteúdo teológico nas músicas modernas, os apologistas tem alertado para essa realidade, mas sem o necessário "feedback", considerando que em muitos casos, para não dizer a maioria dos músicos e cantores não frequentam cultos de ensino, doutrina e ou escolas bíblicas, como o faz a maior parte da igreja, no entanto, a congregação, via de regra, fica refém do que eles cantam mormente nos cultos dominicais.
Vale ressaltar que um ou outro pastor, faz um certo acompanhamento, cerceando exageros, orientando e colocando alguma regra, mas a maioria deles se sente intimidada, e até com medo de que venha entristecer e perder os que cooperam nessa área, até porque não faltam igrejas que os convidem.
Quanto ao termo "worship music", literalmente traduzido, nada mais é do que "música de adoração". O termo passou a ser adotado por conta da mania brasileira de "americanização" de tudo, assim como muitos já deixaram a palavra "Igreja" em português, e passaram a se utilizar "Church", que quer dizer a mesma coisa em inglês.
A questão aqui não é demonizar ou santificar qualquer estilo, afinal de contas não temos respaldo bíblico para isso, mas analisar as tendências e seus resultados.
Se associou ao estilo "worship music", as repetições de poucas frases melódicas e ou harmônicas, deixando-se espaço livre para as ministrações espontâneas, criando-se um clima de "técnica mântrica" que normalmente mexe com a emoção das pessoas, estilo muito agradável e apreciado pela juventude, principalmente quando reunidos em multidão, associando o Culto de adoração a Deus, à atmosfera dos shows seculares, amplificados por luzes coloridas, fumaça, efeitos especiais, etc...
Se analisarmos bem, a falta de sinergia com as Sagradas Escrituras, trouxe para tais músicas, elementos da vida secular, como gírias e ditados, a ponto de que em algumas delas, Deus ser tratado como "você", numa total falta de reverência ao Senhor das nossas vidas.
O que está em discussão é como inserir conteúdo bíblico que edifique e fortaleça a fé das pessoas, em especial da nossa juventude já tão fragilizada e atacada pelos dardos inflamados do maligno.
O problema já está tão grave, que já surge um movimento, dentro do próprio nascedouro nos EUA, alertando para o problema, senão vejamos:
Leah Klett, repórter do Christian Post, participou "The Christian Post Podcast", tendo explicado por que alguns líderes de louvor estão chamando a atenção sobre a música de adoração contemporânea, alertando que, muito embora seja muito agradável, boa de se ouvir e cantar, mas carece de conteúdo bíblico, e falha principalmente no sentido de ajudar as pessoas a pensar mais profundamente em sua fé e vida cristã.
"Parte da preocupação é que as músicas que estão sendo lançadas agora, não nos fornecem as ferramentas das quais precisamos para lidar com alguns dos desafios da vida", explicou Klett.
Enfim, os que saíram à frente, como é o caso dos americanos, já estão lidando com as consequências.
Como pastor e também lidando pessoalmente com essa questão, mesmo sem aderir a qualquer radicalismo, entendo ser uma questão de fundamento sociológico, mas não posso negar que esse é um sério problema da nossa geração, e que deve ser enfrentado com muita graça, firmeza, equilíbrio, conteúdo bíblico e acima de tudo com oração, afinal de contas a igreja deve se manter no mundo, geograficamente falando, mas do ponto de vista espiritual, fora dele.
Não podemos "fechar os olhos" com se nada estivesse acontecendo. É necessário um intensivo e equilibrado trabalho de conscientização, sob o iminente risco de não termos a devida reversão desses valores.
"Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos. Porque se introduziram alguns, que já antes estavam escritos para este mesmo juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de Deus, e negam a Deus, único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo". - Judas 1:3,4
O Deputado federal Sóstenes Cavalcante publicou em suas redes sociais, momento em que em conjunto, parlamentares evangélicos louvavam a Deus, ao som do piano executado pelo músico Roberto Marinho, trecho do hino "Grandioso es tu, tradicional música sacra que consta do Hinário Harpa Cristã, entre outros.
O momento aconteceu durante encontro no Palácio do Alvorada, residência oficial do Presidente da República, promovido antes da sabatina na CCJ do Senado Federal, em apoio à aprovação do nome de André Mendonça como Ministro do Supremo Tribunal Federal.