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domingo, 25 de abril de 2021

Pastores que apoiam a Conferência Pentecostal Brasileira - Pr. Carlos Roberto


A Conferência Pentecostal Brasileira não é realizada por alguma denominação em particular, mas conta com apoio de vários pastores e lideranças pentecostais de todo Brasil!

Nosso intuito é promover o genuíno pentecostalismo bíblico, valendo-nos do sólido trabalho de pastores, mestres e pregadores que o Senhor deu à Igreja, e que cheios do Espírito anunciam o evangelho de poder para salvação e transformação dos homens!

E nessa empreitada somos muito felizes por contar com o endosso de fortes lideranças do pentecostalismo brasileiro.

Saiba todas as informações AQUI

Consulte Conferência Pentecostal Brasileira em todas as redes sociais na internet

sábado, 23 de junho de 2018

ARMINIANISMO PURO E SIMPLES - Por Jamierson Oliveira - Editora CPAD


ARMINIANISMO PURO E SIMPLES - Por Jamierson Oliveira - Editora CPAD


Quando pensamos no universo cristão mundial, que, segundo as mais confiáveis pesquisas, somam cerca de 2,4 bilhões de seguidores, dos quais em torno de 600 milhões se identificam como evangélicos, podemos dizer seguramente que 80% deles são de confissão soteriológica arminiana.
Apesar disto, é notória a escassez de obras que exponham coerentemente o posicionamento arminiano, fazendo com que a maioria desses crentes, por ignorância e por falta de treinamento teológico, acabe crendo na heresia pelagiana ou mesmo semipelagiana, alimentando com isso, a acusação segundo a qual não temos um ensino bíblico e reformado da doutrina divina da salvação.
Esta obra tem por objetivo contribuir com o conhecimento do verdadeiro Arminianismo, que se harmoniza perfeitamente com as Escrituras, e de forma simples, bíblica e histórica.
Em linguagem acessível ao alcance de todos, ARMINIANISMO PURO E SIMPLES se divide em três partes: o contexto histórico de Armínio, a teologia Arminiana e a teologia Wesleyana.
A autoria é do amigo e pastor Jamierson Oliveira, um homem dedicado ao evangelismo e à apologética, sempre agindo na defesa da fé cristã, que tem atuado em todo o território nacional, desde a sua juventude, ministrando seminários e conferências para leigos e líderes de maneira geral, além de atuar como editor na Bíblia de Estudos Apologéticos do ICP e também na Bíblia de Estudos Missionários da SBB, além de outras obras já publicadas.
ARMINIANISMO PURO E SIMPLES tem o selo da Editora CPAD com lançamento previsto para os próximos dias, podendo ser encontrado nas principais livrarias de todo o país.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

CPAD - Editora cancela evento com Augustus Nicodemus e gera polêmica



A semana começou com uma polêmica no meio evangélico – o cancelamento, por parte da CPAD de um evento em sua Megastore no Rio de Janeiro (RJ) com Augustus Nicodemus após receber pressão de pastores da denominação.

Como era de se esperar, a decisão da Casa Publicadora provocou um temporal de manifestações e críticas na internet. Muitos internautas ‘invadiram’ a página da Casa no Facebook criticando o ato que para alguns foi uma verdadeira “covardia”.

Fora a nota de comunicado divulgado pela CPAD, os principais envolvidos, o reverendo Augustus Nicodemus e a Editora Fiel, esta última por ser a promotora da palestra que iria divulgar o mais novo livro do escritor presbiteriano, ainda não se manifestaram sobre o ocorrido.
Com uma justificativa mal dada pela CPAD e o silêncio destes últimos, o JM Notícia separou, para os que quiserem saber mais sobre quais as leituras que estão sendo feitas na grande rede acerca do assunto, algumas posições de pastores, teólogos e blogueiros que acompanharam o polêmico desfecho do caso.
Confira:

pastor e teólogo Altair Germano disse que “Um órgão oficial como uma editora, que deseja fidelidade e que depende de pastores e igrejas, precisa ser fiel aos compromissos firmados com a doutrina e a teologia denominacional que confessa. Caso contrário, não tem como exigir tal fidelidade de pastores e igrejas na aquisição daquilo que publica e vende”. O pastor, que foi um dos que se mostraram contrários a realização do evento, também postou dizendo que “um órgão oficial como uma editora, que deseja fidelidade e que depende de pastores e igrejas, precisa ser fiel aos compromissos firmados com a doutrina e a teologia denominacional que confessa. Caso contrário, não tem como exigir tal fidelidade de pastores e igrejas na aquisição daquilo que publica e vende”. Em um outro post o pastor questiona: “Publicação de livros com conteúdo calvinista, valorização de autores calvinistas, publicação de lições bíblicas com conteúdo não muito claro sobre o calvinismo, e agora eventos com calvinistas. Será que a CPAD se tornará a maior editora calvinista da América Latina, negando o arminianismo histórico assembleiano? A “nossa casa” se tornará a “casa dos calvinistas”? - (Confira aqui mais sobre o posicionamento do pastor Altair Germano)

Para o blogueiro Gutierres Siqueira, do blog Teologia pentecostal, “O cancelamento lamentável da palestra do Augustus Nicodemus na CPAD MegaStore não é um evento qualquer, mas, infelizmente, abre um precedente muito perigoso para as Assembleias de Deus.”, lamentou. Gutierres criticou o sectarismo na ação da Casa Publicadora e enfatizou que “discutir a doutrina natal e a própria identidade da denominação é sempre necessário, mas caminhar com intolerância diante de teologias antagônicas não só nos sufoca como despreza o Espírito Santo”, alertou. (Veja aqui o artigo completo no blog do autor).

Outro teólogo e pastor assembleiano com um ministério respeitado dentro e fora dos arraiais da denominação, o pastor Ciro Sanches, publicou em seu Facebook uma foto com Nicodemus e um texto também criticando o sectarismo.
Por graça de Deus, sou pentecostal, pastor da Assembleia de Deus, escritor — com dez livros publicados, sendo nove pela ‪#‎CPAD — e amo em Cristo meu irmão e amigo, o Rev. Augustus Nicodemus Lopes. Embora tenhamos posições diferentes, sobretudo quanto à soteriologia, estamos juntos na defesa do Evangelho, o que implica contrapor-se ao universalismo, ao sectarismo, ao misticismo etc., ora prevalecentes no meio evangélico brasileiro(Veja aqui).

pastor Ailton José Alves, presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Pernambuco (IEADPE), também comentou em um post do pastor Altair Germano e disse que “tem gente pensando que é dono da CPAD”. O líder da AD no estado declarou que agora os tempos mudaram na CPAD. “Agora é uma editora rica ai aparece estes heréticos, e seminaristas sem nenhuma maturidade ministerial… Mas deveriam lembrar que a CPAD é uma editora confessional e não uma empresa comercial. Não podemos permitir que estes senhores digam o que os rebanhos devem comer sem ter a menor experiência pastoral… (sic)”.

blogueiro Júlio Severo foi outro que não fugiu ao debate e expôs o assunto em seu blog em uma postagem intitulada “Melhor uma Assembleia de Deus calvinista do que neopentecostal?“. Segundo ele, se a Assembleia de Deus se tornar calvinista, o que vai acontecer, cedo ou tarde será que ela vai ser a primeira denominação pentecostal do Brasil a apoiar o “casamento” gay e o aborto. “Como sei? A maior denominação presbiteriana do mundo, que tem milhões de membros nos EUA, faz exatamente isso.”, explica. (Veja aqui o artigo na íntegra).

Não foi pureza teológica
E finalizando, quem se manifestou também, mas em vídeo, foi o pastor batista Yago Martins. Yago testemunhou que viveu situação parecida com o que a CPAD enfrentou nos últimos dias quanto à pressão sofrida por contrários ao evento. Entretanto, para o pastor a editora deveria não cancelar o evento e demonstrou com essa postura um desrespeito aos que compareceram e também ao palestrante. Ele frisa ainda que o que levou a Casa a cancelar o evento não foi pureza teológica mas questões políticas.


Presidente do Conselho Administrativo da CPAD A Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), é presidida pelo pastor José Wellington da Costa Júnior, pré-candidato à presidência da CGADB – Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, maior entidade assembleiana do país com mais de 80 mil ministros cadastros, segundo dados da entidade.





MEU COMENTÁRIO

Considerando que desde a última quarta-feira estava na cidade de Bauru, completamente envolvido com a realização da AGO da COMADESPE, acompanhei os fatos acima à distância, exclusivamente por falta de tempo.

Pesquisando e analisando o fato, que viralizou sua repercussão nos blogs, sites de notícias e nas redes sociais, publico para registro deste  blog e conhecimento dos pouco leitores.

Entre prós e contra, creio que quase tudo já foi falado sôbre esse episódio, que não passa de um imbróglio mal resolvido dentro das Assembleias de Deus, denominação a qual pertenço, mormente entre seu órgão superior, a CGADB e sua editora confessional, a CPAD.

Tudo isso me faz lembrar o episódio da publicação da Bíblica Dake, com ampla repercussão neste blog (VEJA AQUI).

Entendo que a palestra do Reverendo Augustus Nicodemus nada tinha a ver com o tema Calvinismo e Arminianismo, porém seu modo humorístico de satirizar o tema, coisas que em tempos de internet sai do intramuros denominacional e torna público o que se pensava estar privado, acirrou um discórdia, a qual provocou o cancelamento do evento em cima da hora, o que ficou no mínimo deselegante, mas por outro lado não deixou de ser uma resposta politicamente correta para o seu público alvo.

Qualquer que fosse a atitude da Editora CPAD, o cancelamento ou a manutenção do evento, produziria "barulho", afinal o problema aconteceu no nascedouro. Infelizmente a decisão foi tomada sem uma avaliação prévia das possíveis consequências.

O lado bom da hitória, a meu ver, reacende a chama de um problema que precisa ser avaliado de frente, ou seja a penetração do viés calvinista através de uma editora confessional, e a necessidade de melhor preparação dos obreiros assembleianos para defender o pensamento arminiano dentro da denominação.

Quanto a CGADB, internamente volta à baila a discussão da independência e autonomia da Editora CPAD quanto aos assuntos de ordem doutrinária, e sua relação e submissão aos Conselhos competentes da denominação.

Enquanto isso não for definitivamente resolvido, volta e meia teremos desconforto, às vezes internos e às vezes públicos e vergonhosos como o acima relatado.

Oremos!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Versículos que todos os arminianos deveriam saber

Por Pr. Daladier Lima
Esta lista foi compilada a cerca de um ano atrás por muitos membros da Sociedade de Arminianos Evangélicos. Pedi para colocá-la no formato blog, e tendo finalmente sentado iniciou-se o feito.
Espero que esta lista seja um recurso útil para qualquer arminiano que necessite de bons textos bíblicos para demonstrar a sua visão. Deve ser advertido que o teste prova é muito fácil de ser feito por qualquer pessoa, apesar de que em alguns desses versículos o contexto deva ser considerado. Frequentemente, o contexto é ignorado e interpretações errôneas são formadas. Portanto, use esses versículos, mas corrobore com o contexto. Nos esforçamos para considerar cuidadosamente o contexto e, em nossos corações, esses versículos e explicações representam fielmente a intenção do autor, demonstrando que o arminianismo possui forte apoio bíblico.
Continue lendo no blog do autor: REFLEXÕES SÔBRE QUASE TUDO

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Nota Pública sobre Debates entre Calvinistas e Arminianos


Nota Pública sobre Debates Teológicos entre Calvinistas e Arminianos

Diante da recorrência de discussões e ataques pessoais realizados no âmbito eclesiástico, na internet e nas redes sociais, especialmente entre calvinistas e arminianos para a defesa de posições teológicas, NÓS, abaixo subscritos, vimos a público emitir a presente nota:
Reconhecemos a importância e a historicidade do debate teológico dentro da tradição cristã como meio de defesa e salvaguarda da verdade e, consequentemente, da ortodoxia bíblica.
Apoiamos a produção e a reflexão teológica realizada no ambiente da internet, em virtude de seu caráter democrático e do livre curso de ideias, como corolário da Reforma Protestante.
Repudiamos, todavia, que para a defesa de posições teológicas haja discussões e ataques pessoais realizados em nome da fé, que promovem dissensões, inimizades e escândalo ao nome de Cristo. Rejeitamos, assim, todo e qualquer conteúdo difamatório, ofensivo e jocoso, ainda que a pretexto do humor, produzido contra irmão de vertente religiosa diversa, que atente contra sua honra e imagem.
Entendemos incompatíveis com os preceitos que devem reger a conduta dos discípulos do Mestre posturas antiéticas que estimulam a zombaria, o desrespeito e o escárnio, baseado em dolo, distorções e mentiras.
Discordamos das publicações anônimas, especialmente quando realizadas com o objetivo de provocar animosidade e discórdia entre os cristãos. Além de ser proibido constitucionalmente (Art. 5o, IV), o anonimato atenta contra os princípios bíblicos da transparência (2Co 3.18), sinceridade (Tt 2.7) e honestidade (1Tm 2.2).
Relembramos que a calúnia, a injúria e a difamação são crimes contra a honra, de acordo com o Código Penal Brasileiro, os quais não se coadunam com o caráter do verdadeiro cristão, que deve expressar o fruto do Espírito (amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança), conforme Gálatas 5.22.
Aconselhamos os cristãos piedosos a não dar audiência a páginas e grupos que promovam tais ofensas.
Defendemos e incentivamos a exposição de convicções cristãs, bem como o debate teológico na internet e nas redes sociais, de modo irênico, ou seja, de espírito pacífico (Rm 12.18), com cordialidade e respeito. A discordância e a confrontação das ideias alheias, quando for o caso, devem ser conduzidas com ética, honestidade intelectual e de maneira objetiva, sem denegrir e atacar o oponente.
Asseveramos que a produção teológica é, sobretudo, um ato de glorificação a Deus. Discussões, pois, que se desenvolvem com o único propósito de vencer desavenças intelectuais, baseadas em disputas do ego, estão longe de honrar o nome de Cristo. A determinação bíblica de “falar o que convém à sã doutrina” (Tt 2.1) exige coragem, mas também responsabilidade, para os cristãos em geral e os pastores em particular, os quais devem ser, dentre outras coisas, “irrepreensíveis, honestos, moderados, aptos a ensinar, não contenciosos…” (1 Tm 3.2,3).
Citamos, a propósito, as palavras de J.I. Packer: “Se a nossa teologia não nos reaviva a consciência nem amolece o coração, na verdade endurece a ambos; se não encoraja o compromisso da fé, reforça o desinteresse que é próprio da incredulidade; se deixa de promover a humildade, inevitavelmente nutre o orgulho. Assim, aquele que expõe teologia em público, seja formalmente, no púlpito ou pela imprensa, ou informalmente, em sua poltrona, deve pensar muito sobre o efeito que seus pensamentos terão sobre o povo de Deus e outras pessoas”.
Recomendamos, assim, a importância da constante elevação bíblica e espiritual do nível dos debates teológicos. E caso nos deparemos com um irmão em Cristo com postura inadequada e não condizente com a ética e pratica cristãs, que ele seja repreendido, mas que em tal ato não falte educação e principalmente amor.
Reconhecemos as diferenças marcantes historicamente existentes entre as tradições calvinistas e arminianas, notadamente em referência à doutrina da salvação. Todavia, tais divergências teológicas não suplantam a comunhão cristã que deve haver entre os irmãos dessas duas vertentes da cristandade. Em uníssono, à luz das Escrituras Sagradas, enfatizamos que a salvação somente se alcança em Cristo somente, mediante a graça somente, pela fé somente (Rm 3.24; Ef 2.8; Tt 2.11).
Finalizamos com a menção ao episódio em que o calvinista George Whitefield foi perguntado se esperava ver o arminiano John Wesley nos céus. Sua resposta foi: “Não. John Wesley estará tão perto do Trono da Glória, e eu tão longe, que dificilmente conseguirei dar uma olhadela nele”. Assim se tratam verdadeiros cristãos que discordam em questões de soteriologia, mas que não fazem nada por contenda ou vanglória, e consideram os outros superiores a si mesmos (Fp 2.3). E, sobretudo, estes sabem o preço custoso com que foram comprados por Cristo Jesus.
18 de janeiro de 2015.
Augustus Nicodemus Lopes, pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO.
Altair Germano, pastor da Assembleia de Deus – Itália, escritor.
Carlos Kleber Maia, pastor da Assembleia de Deus – RN, escritor de obra arminiana.
César Moisés de Carvalho, pastor da Assembleia de Deus, teólogo, escritor.
Ciro Sanches Zibordi, pastor da Assembleia de Deus na Ilha da Conceição em Niterói – RJ, escritor e articulista.
Clóvis José Gonçalves, membro da igreja O Brasil para Cristo e editor do blog Cinco Solas.
Davi Charles Gomes, Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie-SP.
Euder Faber Guedes Ferreira, pastor, presidente da VINACC (Visão Nacional para a Consciência Cristã).
Solano Portela Neto, presbítero da Igreja Presbiteriana do Brasil, conferencista e autor reformado.
Franklin Ferreira, pastor batista, diretor geral do Seminário Martin Bucer-SP.
Geremias do Couto, pastor da Assembleia de Deus, escritor.
Glauco Barreira Magalhães Filho, pastor batista – CE, professor universitário, escritor.
Gutierres Fernandes Siqueira, membro da Assembleia de Deus – SP, editor do blog Teologia Pentecostal.
Helder Cardin, pastor batista, reitor do Seminário Palavra da Vida-SP.
Jamierson Oliveira, pastor batista, teólogo, escritor.
Jonas Madureira, pastor batista, editor de Edições Vida Nova e professor do Seminário Martin Bucer.
José Gonçalves, pastor da Assembleia de Deus – PI, teólogo, escritor.
Magno Paganelli, pastor da Assembleia de Deus – SP, teólogo, escritor.
Marcos Antônio Moreira Guimarães, professor de teologia, obreiro da Assembleia de Deus – MT.
Mauro Fernando Meister, diretor do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper-SP.
Norma Cristina Braga Venâncio, escritora, membro da Igreja Presbiteriana do Pirangi, Natal-RN.
Paulo Romeiro, pastor, teólogo, escritor.
Renato Vargens, pastor da Igreja Cristã da Aliança de Niterói-RJ.
Solon Diniz Cavalcanti, pastor, teólogo, presidente do CEAB Transcultural.
Thiago Titillo, pastor batista, professor, escritor.
Tiago José dos Santos Filho, pastor batista, editor-chefe da Editora Fiel, diretor pastoral do Seminário Martin Bucer-SP.
Uziel Santana, presidente da Anajure (Associação Nacional de Juristas Evangélicos).
Valdeci do Carmo, obreiro da Assembleia de Deus, teólogo, coordenador do curso de Teologia das Faculdades Feics, Cuiabá/MT.
Valmir Nascimento Milomem Santos, teólogo da Assembleia de Deus, professor universitário, editor da revista Enfoque Teológico.
Wallace Sousa, evangelista da Assembleia de Deus, DF, escritor, pós-graduado em teologia, coordenador da União de Blogueiros Evangélicos.
Wellington Mariano, pastor da Assembleia de Deus, escritor e tradutor de obras arminianas.
Wilson Porte Junior, pastor batista e professor do Seminário Martin Bucer.
Zwinglio Rodrigues, pastor batista, escritor de obra arminiana.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Quem disse que calvinistas e arminianos não se entendem?


A 18ª edição do Encontro para a Consciência Cristã acontecerá de 04 a 09 de fevereiro de 2016, no Complexo do Parque do Povo, em Campina Grande (PB). O evento discutirá temas da ordem do dia no cenário cristão, e um deles será o debate entre calvinistas e arminianos. Será no painel “Quem disse que calvinistas e arminianos não se entendem?”, a ser realizado no sábado, dia 06 de fevereiro, a partir das 14h30, no Pavilhão Consciência Cristã.
De acordo com os organizadores, o objetivo do painel é discutir sobre pontos de convergência entre as perspectivas calvinista e arminiana, de modo a promover a unidade, ao invés dos conflitos e divergências, que têm causado confusão no meio evangélico.
O painel contará com as participações de cinco preletores convidados para a Consciência Cristã 2016.
O mediador será Renato Vargens, pastor e conferencista, tendo já pregado o evangelho em países da América Latina, África e Europa, além de plantador de Igrejas e escritor, com quase 20 livros publicados em língua portuguesa e 1 em língua espanhola. É também colunista e articulista de revistas, jornais e diversos sites protestantes, editor do site http://renatovargens.blogspot.com.br/ e pastor presidente da Igreja Cristã da Aliança em Niterói (RJ).
Quatro debatedores foram escolhidos. O primeiro deles é Russell Shedd,
Graduado em teologia pela Wheaton College, e com Ph.D. em Novo Testamento pela Universidade de Edimburgo, Escócia. Transferiu-se definitivamente para o Brasil em 1962, estabelecendo-se definitivamente em São Paulo, onde fundou as Edições Vida Nova há mais de 40 anos, tendo lecionado na Faculdade Teológica Batista de São Paulo e dirigido a igreja Metropolitan Chapel, fundada por ele em 1977.
Outro preletor convidado é Solano Portela Neto,
Mestre em Teologia pelo Biblical Theological Seminary (Hatfiel – EUA), presbítero da Igreja Presbiteriana de Santo Amaro-SP e escritor. Lecionou teologia sistemática e ética cristã no Seminário Presbiteriano do Norte do Brasil (1985-1986) e, desde então, intermitentemente em várias outras instituições presbiterianas, dentre elas a Universidade Presbiteriana Mackenzie.
O pastor Elinaldo Renovato também participará do debate.
Ele é mestre em Administração, tendo ministrado disciplinas em cursos de graduação e pós-graduação na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Atualmente, é professor de Teologia na Escola Teológica da Assembleia de Deus em Parnamirim (RN) e pastor presidente da Assembleia de Deus na mesma cidade. É autor de vários livros, a exemplo de “Aprendendo diariamente com Cristo”, “Perigos da pós-modernidade” e “Ética cristã: confrontando as questões morais de nosso tempo”, todos lançados pela CPAD.
Por fim, Ciro Sanches Zibordi
É Pastor na Assembleia de Deus em Niterói-RJ, membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil e da Casa de Letras Emílio Conde. É colunista do CPAD News desde 2010, e articulista do Mensageiro da Paz (CPAD) desde 1993. Autor de livros como “Erros que os Pregadores Devem Evitar”, “Erros Escatológicos que os Pregadores Devem Evitar” e “Perguntas Intrigantes que os Jovens Costumam Fazer”, é também coautor de Teologia Sistemática Pentecostal, todos da CPAD. Preletor em escolas bíblicas no Brasil e no exterior, e Professor durante dez anos na Faculdade Evangélica de São Paulo (Faesp), onde se formou em Teologia, em 1992. Pastoreou congregações na AD do Ministério do Belém-SP e foi copastor da AD Cordovil-RJ. Atuou na CPAD (RJ) como gerente de TI e editor (2001-2008).
A participação no painel, assim como nos demais eventos paralelos e nas plenárias matutinas, requer inscrição prévia e gratuita, que pode ser feita aqui. As plenárias noturnas do evento serão abertas ao público.
Um total de 33 preletores já foram confirmados para a Consciência Cristã 2016, dentre eles, Hernandes Dias Lopes, Augustus Nicodemus, Franklin Ferreira, Jonas Madureira, Heber Campos Jr., Sillas Campos e Conrad Mbewe – pastor africano que estará no evento pela primeira vez.
A 18ª Consciência Cristã, além das palestras e plenárias, também terá a 4ª Feira do Livro da Consciência Cristã, a FELICC. Com preços especiais, a feira terá milhares de títulos de algumas das principais editoras evangélicas do Brasil: Sociedade Bíblica do Brasil, CPAD, Fiel, Vida, Hagnos, Vida Nova, Cultura Cristã, PES, Mundo Cristão, Pão Diário, Esperança, Nustra, AD Santos e Visão Cristã, o selo editorial oficial do evento.
Várias caravanas já estão sendo formadas para a 18ª Consciência Cristã, e os organizadores do evento oferecem apoio a grupos interessados em hospedagem alternativa. O suporte é disponibilizado a caravanas, de no mínimo 15 pessoas, interessadas em se hospedar em locais como escolas e igrejas. Os interessados devem preencher um formulário, disponível aqui.
Confira a programação do Painel “Quem disse que calvinistas e arminianos não se entendem?”
Fonte:  VINACC

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Arminianos e calvinistas serão uma benção para a igreja brasileira, diz Aurivan Marinho

Aurivan Marinho

Durante sua pregação na 17ª Consciência Cristã o teólogo Aurivan Marinho falou a respeito das discussões entre calvinistas e arminianos dizendo que tais debates pela internet não resultarão em benefícios para a Igreja.
Uma das suas frases ditas durante o culto do dia 16 de fevereiro foi divulgada no Facebook e gerou diversas reações contrárias. A fala foi a seguinte: “calvinistas e arminianos, as suas discussões na internet são tão inúteis, como as dos saduceus e fariseus”.
A comparação não agradou nem os calvinistas e nem os arminianos e mais uma discussão se estabeleceu nas redes sociais. De um lado pessoas que queriam defender seus posicionamentos teológicos e de outro pessoas que não gostaram da comparação.
Em entrevista ao site de notícias Gospel Prime, que enviou sua equipe para cobrir a Consciência Cristã, Marinho se explicou mostrando seu posicionamento sobre as discussões na internet.
Para o teólogo, os neocalvistas são aqueles que não leem sobre Calvino e que passam a criar uma guerra contra arminianos. “Não sabemos com que propósito e com que motivação”, disse ele.
“Eu acho que este tipo de conflito não produz missões, não produz unidade, não produz comunhão, não produz testemunho de amor e misericórdia, não promove o bem e nem a edificação da igreja, portanto isso é inútil”.
Como calvinista, Aurivan Marinho se posiciona com amor para com os arminianos que estão fazendo a obra e não possuem essas atitudes agressivas na internet por gastarem o tempo deles evangelizando, jejuando e orando.

Fonte: Gospelprime

PARA UMA BOA AUDIÇÃO
DESLIGUE O SOM DO STUDIO RHEMA
NO CANTO SUPERIOR ESQUERDO DO BLOG.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Pr. SILAS DANIEL esclarece seu artigo "Em Defesa do Arminianismo"


Escrevi um artigo na revista Obreiro Aprovado, edição 68, referente ao primeiro trimestre deste ano, intitulado “Em Defesa do Arminianismo”, onde falo das razões da adesão ao Calvinismo nos últimos anos por parte de alguns obreiros e irmãos assembleianos e explico o que é, de fato, o Arminianismo, o que realmente ensina e seu lugar na história. O artigo está repercutindo bastante nas redes sociais e blogs de irmãos ligados à denominação, o que muito me alegra.

Lendo alguns comentários sobre o artigo na internet, resolvi publicar este artigo para esclarecer algumas dúvidas:

1) Alguns irmãos assembleianos simpáticos ao Calvinismo, e naturalmente incomodados com a publicação de um artigo, em órgão oficial da denominação, em defesa do Arminianismo, estão me acusando do que eu não disse. Eles, sem dúvida alguma, não leram o meu artigo, pois estão afirmando que estou defendendo uma “caça às bruxas” (ou seja, uma “caça” aos calvinistas) na Assembleia de Deus. Ora, na terceira página do meu artigo em Obreiro Aprovado, escrevi exatamente o contrário disso:

“...o objetivo de lembrar aqui essas exclusões por Calvinismo no passado da AD não é para pregar que agora devemos começar uma espécie de ‘caça às bruxas’ aos calvinistas dentro da Assembleia de Deus. Nada disso. É apenas para lembrar que o Calvinismo nunca fez parte de nossas origens e nem muito menos fez parte do nosso padrão doutrinário, ao ponto de no passado até se excluir por causa disso. E se hoje o Calvinismo é cada vez mais comum no meio assembleiano, isso se deve tão somente ao fato de que temos ensinado pouco ou quase nada sobre o verdadeiro Arminianismo nos púlpitos e seminários de nossas igrejas”.

2) Alguns irmãos assembleianos ligados ao Calvinismo estão me acusando de ser “absolutista” ao defender o Arminianismo em detrimento do Calvinismo. Bem, acho que, por esse critério, os irmãos calvinistas devem ser também “absolutistas” por defenderem o Calvinismo em detrimento do Arminianismo. A verdade é que, em uma época em que está na moda ser relativista, ter convicções é visto como algo negativo. Deus nos livre disso. Mas, independente desse deslize próprio da influência da pós-modernidade em nossos dias, quem me taxa de “absolutista”, no sentido de desprezo a qualquer convicção diferente da minha, também não leu meu artigo, porque em nenhum momento desrespeito as convicções de meus irmãos calvinistas compatibilistas. Assevero que o Arminianismo é biblicamente mais coerente, mas não reconheço como “heresia perniciosa”, como acham alguns, o calvinismo compatibilista. Leiam lá. Dedico as três últimas páginas do meu artigo a explicar isso.

3) Em uma entrevista dada ao blog “Teologia Pentecostal” sobre o meu artigo (para lê-la, clique 
AQUI), afirmei: “...até entendo que um crente assembleiano possa ter particularmente convicções calvinistas, mas empenhar-se em um projeto de ‘calvinização’ da denominação é demais. Não que eu conheça alguém particularmente empenhado nisso. Falo em hipótese. Se você já não se sente bem na Assembleia de Deus, se não se sente mais um assembleiano, se sente-se mais um calvinista do que assembleiano, é melhor sair da Assembleia de Deus e ir para uma igreja tradicional ou renovada calvinista. Pelo menos em favor da própria coerência”.

Por incrível que pareça, alguns entenderam que eu estava, arrogantemente, convidando todos os assembleianos que têm convicções calvinistas a saírem da denominação. Primeiro, eu não tenho autoridade para isso; segundo, eu não disse isso. É só reler atentamente o que disse e qualquer um perceberá o óbvio dos óbvios: que, em primeiro lugar, eu estava me referindo, com todas as letras, ao caso de um assembleiano que, hipoteticamente, além de ter convicções calvinistas, se dedica a uma campanha de “calvinização” da denominação– ou seja, trata-se de um caso muito específico –; e em segundo lugar, o que disse em seguida, em relação a esse caso muito específico, foi uma argumentação lógica, mais do que natural, atinente à consciência dessa pessoa: se a pessoa não se sente mais um assembleiano (que, por essência, é pentecostal e arminiano), se não se sente mais confortável na sua denominação, ao ponto de iniciar uma campanha para adaptar toda a sua denominação à sua crença pessoal, é bem melhor sair de sua denominação e ir para outra igreja onde se sinta melhor. Eu faria isso, se esse fosse o meu caso.

4) Tem gente que acha absurdo uma denominação querer preservar sua identidade. Acho mais do que natural. Os presbiterianos preservam a sua, os congregacionais, os batistas e os metodistas idem. Até mais do que nós. Na Igreja Presbiteriana, por exemplo, para ser ordenado ao ministério, o candidato a ministro deve empenhar palavra de honra que crê no Calvinismo e sempre pregará e ensinará o Calvinismo. E se ele, depois de ordenado, descumprir seus juramentos ordenatórios, sofrerá um processo para ser retirado do ministério. É assim que a coisa é tratada lá: como uma questão inegociável de consciência. Parece que nem sempre valorizamos isso, mas trata-se de algo muito importante. Deixe-me dar outro exemplo: alguém pode ser considerado ainda assembleiano se não crê mais no batismo no Espírito Santo? Seria coerência se dizer ainda assembleiano mesmo não se crendo mais nisso? A resposta, obviamente, é "não". Mas isso não significa que sairemos agora fazendo "caça às bruxas" para saber quem, no fundo, no fundo, pensa ou não assim nas ADs pelo Brasil. Até aqui, a coisa é um problema pessoal, de consciência da própria pessoa. O problema passa do forum pessoal quando a pessoa resolve confrontar sua denominação para que ela se curve à sua crença pessoal divergente, ou quando sai disseminando-a explicitamente na denominação, o que se constitui também uma atitude de confronto.

Graças a Deus, não vejo isso na Assembleia de Deus. Não vejo assembleianos calvinistas subindo no púlpito para confrontar pregando o Calvinismo. Aliás, eu acrescentaria também que, mesmo considerando que há, sim, um grande número de assembleianos que professam hoje alguma simpatia pelo Calvinismo, eles ainda parecem ser minoria em relação ao número de assembleianos inconscientemente semipelagianos por falta de ensino do que é o verdadeiro Ariminianismo. Não tenho nenhuma pesquisa científica para provar isso - é conclusão apenas do meu dia-a-dia viajando pelas ADs no Brasil. Portanto, posso estar equivocado, mas é o que me parece sinceramente.

Ambos os casos - assembleianos semipelagianos e assembleianos calvinistas - são fenômenos de um mesmo e antigo problema: a falta de ensinar o Arminianismo.

Enfim, voltando ao leito deste tópico, todos são livres para aderirem ao que crêem. Ninguém é obrigado a permanecer em um lugar que prega aquilo do que discorda. Permanecer em um lugar assim, guardando sua divergência só para si, é incoerente, mas ainda é aceitável. Mas brigar com toda a sua denominação por causa disso é mais do que incoerente: é gritantemente incoerente. Ainda mais que não estamos falando da hipótese apenas de alguém tentar mudar a identidade de toda uma denominação à sua imagem e semelhança, mas de também estar brigando para isso por causa de uma doutrina secundária (no caso do embate Arminianismo x Calvinismo, a mecânica da salvação, e não a mensagem e o método da salvação).

5) Ainda na referida entrevista ao blog “Teologia Pentecostal”, eu disse que “A Assembleia de Deus é do jeito que é não apenas por ser pentecostal, mas por ser também arminiana. Se a Assembleia de Deus deixa de ser arminiana, ela se torna outra coisa, e não mais o que é”.

Por incrível que pareça, houve gente que entendeu que eu estivesse dizendo que seja impossível um pentecostal ser também calvinista e vice-versa. Claro que não acho impossível um pentecostal ser calvinista. Estou falando em termos de identidade de uma denominação. Se a Assembleia de Deus deixa de ser arminiana para se tornar calvinista, ela simplesmente deixa de ser Assembleia de Deus. Ela se torna outra igreja, porque, como eu já disse, “a identidade consiste em tudo aquilo que nos faz ser o que somos”. A AD é o que é não apenas por ser pentecostal, mas por ser também arminiana. Faz parte de sua essência. Assim como uma Igreja Presbiteriana que se torna pentecostal deixa de ser Igreja Presbiteriana. Ela se torna outro tipo de igreja, mesmo que mantenha a mesma nomenclatura. Pode até manter muito do que tinha antes, mas já não é mais a mesma igreja. É outra bem diferente.

6) No meu referido artigo de Obreiro Aprovado, tratei extensamente sobre o Semipelagianismo na teologia popular da Assembleia de Deus, lembrando que isso é fruto de, durante décadas, os doutrinadores assembleianos terem se preocupado mais em combater o Calvinismo do que em ensinar ao povo o que é, de fato, o Arminianismo – além de, como também frisei no artigo, muitas vezes confundirem calvinismo fatalista com calvinismo de forma geral. Isso resultou em duas coisas: primeiro, muitos assembleianos, na prática, confundiam Arminianismo com Semipelagianismo ou até, em casos mais raros e graves, com Pelagianismo; e em segundo lugar, quando os assembleianos passaram a ter contato maior com a teologia reformada, muitos deles, justamente por terem uma visão meramente fatalista do calvinismo e por não conhecerem perfeitamente o Arminianismo, se tornaram facilmente suscetíveis à teologia reformada.

Qual a solução para o fim do Semipelagianismo da teologia popular que vemos em alguns púlpitos e igrejas? É ensinar o Arminianismo de fato.

Os problemas para os excessos ou distorções no Arminianismo é ensinar o Arminianismo de fato, que tem sido pouquíssimo ensinado nas últimas décadas na Assembleia de Deus, e não descambar para o Calvinismo, como alguns assembleianos vitimados e ressacados pelas mensagens semipelagianas fizeram e propõem.

Segue-se uma analogia. Não é perfeita, mas serve para fins ilustrativos.

Sabemos que nos aeroportos há uma norma que proíbe as pessoas de levarem para o avião objetos perfurantes em bagagens de mão. Imaginemos, portanto, um aeroporto que estabelece essa norma pela primeira vez, mas nunca a massificou entre o seu público, que sempre manteve o hábito de levar bagagem de mão. Logo, se tornarão freqüentes os casos de passageiros encontrados com objetos perfurantes nas suas bagagens de mão. Mesmo assim, apesar do grande índice de casos, o aeroporto continua não massificando que a implicância com certos objetos em bagagens de mão não é aleatória, mas específica: ocorre exclusivamente em relação a objetos perfurantes. Daí, alguns passageiros resolvem abandonar de vez a sua tradição de viajar com bagagem de mão, e assim nunca mais são incomodados. Muito bem, mas desnecessário. Bastava levar bagagens de mão sem objetos perfurantes, o que a maioria faria se o aeroporto massificasse que a proibição é só para objetos perfurantes.

Nessa analogia imperfeita, os assembleianos que aderiram ao Calvinismo são os que preferem não levar bagagem de mão, quando bastava não levar objetos perfurantes nas bagagens de mão.

A solução para o Semipelagianismo popular é ensinar o Arminianismo de fato, e não descambar para o Calvinismo.

Ensinemos, pois, o Arminianismo, que faz parte da nossa essência histórica como denominação.

Silas Daniel é pastor, jornalista, chefe de Jornalismo da CPAD e escritor. Autor dos livros “Reflexão sobre a alma e o tempo”, “Habacuque – a vitória da fé em meio ao caos”, “História da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil”, “Como vencer a frustração espiritual” e “A Sedução das Novas Teologias”, todos títulos da CPAD, tendo este último conquistado o Prêmio Areté da Associação de Editores Cristãos (Asec) como Melhor Obra de Apologética Cristã no Brasil em 2008.

Fonte: CPADNews
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