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quarta-feira, 23 de novembro de 2022

Cientista diz que população mundial de 8 bilhões desafia a teoria da evolução


‘Por dezenas de milhares de anos, o tamanho da humanidade simplesmente não cresceu? Somente explodiu em nossa era moderna? Isso não faz sentido’, questionou.


Dados atuais mostram que a população mundial já ultrapassou 8 bilhões de pessoas, neste mês de novembro. Segundo o apologista e cientista Ken Ham, a informação deve ser comemorada pela comunidade cristã como o cumprimento de um mandato bíblico.

Além disso, ele apontou que os dados desafiam a visão de mundo evolutiva. O  relatório das Nações Unidas estima que a população mundial teve um aumento gradual da expectativa de vida humana e também há um apontamento para os “níveis altos e persistentes de fertilidade em alguns países”. 

Embora a população global tenha levado 12 anos para crescer de 7 para 8 bilhões, levará aproximadamente 15 anos — até 2037 — para chegar a 9 bilhões, um sinal de que a taxa geral de crescimento da população global está diminuindo”, diz o relatório. 

“Deus criou a vida”

Ken Ham, que é CEO e fundador da Answers in Genesis — organização cristã que defende o Criacionismo da terra jovem —  disse que a cifra de 8 bilhões representa o cumprimento da humanidade sobre o mandamento de Deus de “frutificar e multiplicar”.

A terra não deu origem à vida, Deus criou a vida. E ele formou a terra para ser habitada, conforme Isaías 45.18”, Ham escreveu em seu blog. 

A joia da coroa de sua criação é a humanidade, Adão e Eva. Sim, toda a criação de Deus é bela, embora agora esteja gemendo por causa do pecado. A coroa mais bela é a humanidade que carrega sua imagem”, continuou.

Portanto, não devemos lamentar o que 8 bilhões de pessoas podem fazer ao planeta. Devemos comemorar por existir 8 bilhões de portadores da imagem de Deus vivendo neste maravilhoso planeta que ele fez para nós!”, destacou o apologista. 

‘Conflito com a teoria da evolução’

De acordo com Ham, os dados do relatório das Nações Unidas entram em conflito com a visão de mundo evolutiva.

Considere que os evolucionistas acreditam que o homem moderno existe há mais de 200 mil anos. E, no entanto, não atingimos nem 1 bilhão de pessoas até cerca de 200 anos atrás”, esclareceu. 

Então, por dezenas e dezenas de milhares de anos, o tamanho da humanidade simplesmente não cresceu? Ficou ridiculamente pequeno por um tempo quase incompreensível antes de explodir repentinamente em nossa era moderna? Isso não faz sentido, mesmo com nossos avanços médicos”, relacionou. 

Nesta visão evolutiva, se usarmos números conservadores, deve haver um enorme  número no planeta — mais átomos do que há no universo — e isso só volta a 50.000 anos de história humana. Volte para 200 mil anos e o problema só piora!”, destacou. 

Se a população da Terra é de apenas alguns milhares de anos atrás, tendo reiniciado após o dilúvio, então mesmo usando uma estimativa conservadora para o crescimento populacional, 8 bilhões é um número muito razoável para alcançarmos em 2022”, escreveu Ham.

Como sempre, a evidência observacional confirma a Palavra de Deus, e não as imaginações evolutivas”, concluiu.

Fonte: Guiame

sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Cientistas reanimam células de porcos mortos para ‘atualizar’ conceito de morte


Pesquisadores dizem que o pode abrir a porta para a ideia de que a morte é tratável, embora haja muitas preocupações filosóficas, éticas e biológicas.

O fluxo sanguíneo e a função celular foram totalmente recuperadas em corpos de porcos que estavam mortos por uma hora, anunciaram cientistas nesta quarta-feira (03).

Especialistas dizem que a descoberta é um avanço capaz modificar e atualizar a definição de morte.

A descoberta traz esperanças para uma série de usos médicos futuros em humanos, sendo o mais imediato que poderia ajudar os órgãos a durarem mais, potencialmente salvando a vida de milhares de pessoas em todo o mundo que precisam de transplantes, informou o Jerusalem Post.

Interferências como esta, no entanto, levantam debate sobre a ética de tais procedimentos – particularmente depois que alguns dos porcos mortos assustaram os cientistas ao fazer “movimentos bruscos com a cabeça durante o experimento”.

Descobertas científicas como essa são rodeadas de opiniões – contrárias e favoráveis. Em 2019, uma equipe da Universidade de Yale surpreendeu a comunidade científica ao conseguir restaurar a função celular no cérebro de porcos horas depois de terem sido decapitados.

Para a pesquisa mais recente, publicada na revista Nature, a equipe buscou expandir essa técnica para todo o corpo.

Visão bíblica

Para a teologia, interferências como essas podem, além de questões éticas, significar querer agir na área divina, uma vez que, de acordo com a Bíblia, é Deus quem dá a vida e a toma: “O Senhor é quem tira a vida e a dá” (1 Samuel 2:6a).

O professor de Teologia do Curso Bíblico Online, Felipe Morais, cita trechos das Escrituras que mostram o controle de Deus para a vida e a morte:

Há uma soma de dias para cada pessoa (Sl 39:4; Sl 139:16; Dn 12:13). O salmista declara ‘no teu livro foram escritos todos os meus dias’ (Sl 139:16). Por isso, ‘há tempo de nascer e tempo de morrer’ (Ec 3:2). Em seus projetos, os homens se esquecem que ‘são impedidos pela morte de continuar’ (Hb 7:23)”.

Escritor e colunista do Guiame, Morais diz que “há um princípio estabelecido por Deus que ‘aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo’ (Hb 9:27) e, somente o Senhor pode ressuscitar uma pessoa (Jo 6:39,40,44,54)”.

Portanto, a única esperança da ressureição do corpo está em Cristo (1Co 15:21-23, 35-57; 1Ts 4:15-18)”, conclui Morais, que é pastor da Igreja Batista do Reino.

Citando Isaías 38, que conta a história de Ezequias que recebeu uma sentença de morte de Deus, o Pr. Cláudio Modesto deixa claro que até para dar mais tempo de vida a alguém é preciso que isso seja feito por Deus. “Temos claro aqui que é Deus quem tem o poder da vida e da morte, inclusive de dar mais anos de vida a alguém, como fez com Ezequias que após chorar recebeu 15 anos para colocar sua casa em ordem”, afirma.

Pastor da Nossa Comunidade em SP, Modesto diz que entende a ciência se multiplicará nos últimos dias – nos quais estamos vivendo – e que descobertas que promovam qualidade de vida para as pessoas são boas, desde que sejam sempre dentro dos limites impostos por Deus.

Deus é quem dá limites e não tem como ter uma cura para a morte”, afirma deixando clara a soberania de Deus. “O homem não te o controle sobre a vida e nunca terá porque a palavra final vem do Senhor”, finaliza do colunista do Guiame.

sexta-feira, 10 de junho de 2022

Respeitado cientista aceita a Jesus após ler a Bíblia


Josef Chaloupka costumava dizer que Deus era "um conto de fadas"


Josef Chaloupka é um respeitado cientista e professor, formado em Gestão de Automação, que combina robótica, programação e eletrônica, e costumava dizer que Deus era “um conto de fadas”. Essa crença mudou após Josef ler uma Bíblia que ganhou, e assim ele descobriu que Deus existe.

Desde criança, Chaloupka tinha um forte fascínio por ciências e matemática e como as coisas funcionavam, o que o levou a estudar em uma universidade técnica.

Gosto muito de projetar novos algoritmos que podem nos ajudar a reconhecer sinais diferentes e adoro ensinar muito porque gosto de passar o conhecimento científico que ganho para os alunos”, conta.

Um dia, dois homens estavam distribuindo Bíblias em frente à universidade em que Josef trabalhava, e ele resolveu aceitar um exemplar. Josef conta que já queria ler a Bíblia, para poder debater com os cristãos sobre as histórias que ouvia, e para isso, sabia que precisava ter todas as informações. Até que iniciou a leitura, e se surpreendeu ao descobrir que as escrituras eram completamente diferentes do que ele julgava.

Comecei a descobrir que tem uma estrutura muito lógica e não é apenas um conto de fadas, que Deus é totalmente diferente do que eu imaginava. Também descobri que Jesus estava neste mundo por motivos totalmente diferentes do que eu pensava originalmente. Fiquei surpreso com o quão gentil ele é e quão diferente ele é de como eu o defini, e comecei a buscá-lo”, contou.

Ele disse que o livro transformou sua vida, e logo decidiu seguir a Cristo: “No momento em que decidi realmente procurá-lo, eu estava completamente transformado por dentro. Naquele momento, foi como se eu tivesse sido atingido por um raio. Quando você é atingido por um raio, sente uma dor extrema. Claro que no meu caso não foi assim. Pelo contrário, fui atingido por absoluta paz e descanso. Desde aquele momento, eu sei, sei com K maiúsculo, que Deus realmente existe.”

O cientista afirma que as pessoas pensam que ciência e fé não podem coexistir, mas ele acredita que a complexidade do mundo apenas prova que existe um Deus.

Hoje há toda uma gama de excelentes cientistas que chegaram ao limite de suas pesquisas e descobriram que há realmente algo mais. Que todos os sistemas do mundo, seja física, química ou biologia, são tão complicados, complexos e criados de forma inteligente que por trás desse design inteligente, deve haver definitivamente um criador inteligente. Para mim, pessoalmente, esse criador inteligente é nosso Deus, Jesus Cristo”, declarou o professor.

Assista abaixo, o vídeo com o testemunho de Josef Chaloupka:


quarta-feira, 24 de julho de 2019

Brasileiros consideram líderes religiosos mais confiáveis que cientistas

O estudo foi uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações

Os brasileiros confiam mais nos líderes espirituais do que nos cientistas. Com 69%, o grupo religião deixou para trás ciência & tecnologia que ficou em quarto lugar (62%) no grau de confiança dos entrevistados.
Quais os impactos que a pesquisa científica traz para a sua vida e para a do restante dos brasileiros? A partir desta pergunta, uma pesquisa nacional visou verificar a percepção sobre ciência e tecnologia (C&T) e a contribuição (ou não) que estas têm na sociedade e no dia-a-dia das pessoas.
O estudo foi uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e foi elaborado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), organização social que presta serviços à pasta.
O levantamento apontou um maior ceticismo dos brasileiros em relação à ciência em relação a anos anteriores. Dos entrevistados, 31% disseram ver só benefícios nesta modalidade de conhecimento, contra 54% em 2015.
O levantamento deste ano mostrou uma reversão do movimento de crescimento de uma avaliação positiva nas últimas edições, como mostra o gráfico.
A pesquisa também questiona os entrevistados sobre temas de interesse. Ciência & Tecnologia fica em quarto lugar (62%), abaixo de medicina saúde (79%), meio ambiente (76%) e religião (69%). O documento indica uma variação conforme a escolaridade. Quanto menor o tempo de estudo, menor a atenção para a produção científica.
Já entre os com maior instrução formal, o interesse cresce. Essa relação se reproduz também no recorte geracional, com o tema ganhando maior preferência entre os mais velhos do que entre os mais jovens.
O levantamento também identificou as práticas de visita a equipamentos relacionados ao conhecimento científico. O índice dos entrevistados que visitaram bibliotecas caiu de 30% para menos de 20% entre 2015 e 2019.
A ida a zoológicos, parques ambientais ou jardins botânicos também diminuiu, de 40% para 24% no mesmo período. O passeio em museus de artes caiu de 16% para 9% nos últimos quatro anos.

Metodologia

O levantamento entrevistou 2.200 pessoas em todas as regiões do país, com recortes específicos por gênero, idade, escolaridade, renda e residência.
De acordo com os autores, a pesquisa manteve categorias e perguntas de edições anteriores e compatíveis com outros estudos internacionais sobre o mesmo tema.
Fonte: Exame via JM Notícia
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