O prazo de inscrição para participação na 46ª AGO - 9ª AGE da CGADB - Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, que acontecerá na cidade de Novo Hamburgo (RS), de 28.04 a 01.05.2023, terminará em apenas DOIS DIAS - 24.02.2023 - sexta-feira próxima.
Pastores Jubilados e Missionários são isentos da taxa de inscrição para participar das Assembleias da CGADB; porém para que a inscrição dos Ministros que compõem esses grupos sejam efetivadas, é necessário seguir o processo de inscrição acessando nosso site, entrando na área do ministro para gerar o boleto de inscrição.
O prazo final para inscrição termina em dois dias, sexta-feira. Corra e faça a sua agora mesmo.
Novo Hamburgo/RS - 46ª AGO - 9ª AGE Não fique de Fora.
Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez pronunciamento neste domingo
Na noite deste domingo (17), foi anunciado o fim da emergência de saúde pública em decorrência da pandemia, em pronunciamento de rádio e TV, feito pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.
De acordo com Pasta, decisão foi tomada com base na melhora do cenário epidemiológico, da ampla cobertura vacinal e da capacidade de assistência do Sistema Único de Saúde (SUS).
Queiroga afirma que, um ato normativo sobre a medida será editado nos próximos dias, mas isso não significa o fim da covid-19. “Continuaremos convivendo com o vírus. O Ministério da Saúde permanece vigilante e preparado para adotar todas as ações necessárias para garantir a saúde dos brasileiros, em total respeito à Constituição Federal”, disse o ministro.
A emergência sanitária no Brasil foi decretada no dia 3 de fevereiro de 2020, e o primeiro caso de contaminação pelo novo coronavírus no país, foi registrado no final de fevereiro de 2020. Nesta época, a Europa já registrava centenas de casos de covid-19.
Em março, foi declarado a transmissão comunitária no Brasil, e o mês também registrou a primeira morte pela doença no país.
O decreto de fim da emergência de saúde pública pelo Ministério da Saúde, marca o fim das medidas de segurança impostas durante a pandemia, mas não o fim da pandemia em si, esse é de responsabilidade da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Segundo último balanço, divulgado pelo Ministério neste domingo, o Brasil registrou, desde o início da pandemia, 5.337.459 casos de covid-19 e 661.960 mortes. Há 29.227.051 pessoas que se recuperaram da doença, o que representa 96,6% dos infectados. Há ainda 363.607 casos em acompanhamento.
Com informações Agência Brasil - Foto: reprodução/ TV Brasil viaCPAD News
Lilico da Mangueira abandonou o sambódromo e hoje é pastor
William Lourenço Braga, conhecido como Lilico na escola de samba Estação Primeira de Mangueira, onde foi mestre-sala, abandonou o sambódromo no Carnaval de 1990, após o desfile, para começar a dedicar sua vida a Cristo.
Lilico, campeão nota 10 da Mangueira, hoje é pastor da Igreja Batista Nacional Monte Hermom, em Vigário Geral, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, e já se pronunciou com pesar sobre escolas de samba que zombam de Deus, da religião e de Jesus nos desfiles da avenida.
Em entrevista exclusiva ao portal Pleno.News, o pastor William Braga afirmou que há casos em que escolas de samba buscam desonrar e descaracterizar Deus em função de apresentar uma “pseudoarte” e uma “pseudocultura” e comparou a polêmica do BBB 21 (envolvendo intolerância religiosa com os participantes Nego Di, Projota, Karol Conká e Lumena) ao filme A Primeira Tentação de Cristo, do Porta dos Fundos.
– Eu não posso crer numa cultura que venha a vilipendiar a fé e aquilo em que muitos creem, porque nós somos um terço da população brasileira, [que é] cristã, e nós não vemos em momento algum a defesa de tais procedimentos bíblicos da forma com que os outros defendem as suas religiões… principalmente as religiões de matrizes africanas, haja vista [que] agora, no BBB 21, quando um grupo de participantes estava levantando e fazendo uma pequena pilhéria com um nome de uma entidade afrodescentente… já tem alguém se levantando para poder processar essas pessoas. Mas quando o tal de Porchat fez aquele filme desfazendo, destratando Jesus, colocando Jesus como um reles mortal pecador, até inferindo a Jesus a qualidade de homossexual, os que vieram à público, até mesmo do Supremo Tribunal Federal, vieram apoiá-lo, dizendo que era arte – infere William.
Karol Conka, Projota, Lumena e Nego Di, acusados de intolerância religiosa no BBB 21 Foto: Reprodução
O pastor também mencionou o último desfile da Mangueira, que gerou polêmica ao chamar Jesus de “moleque pilintra” e trazer diversas representações de Jesus, incluindo a de negro, morador de rua e mulher, além de criticar outras manifestações.
– Ninguém se levanta quando um grupo vai fazer gracinha. Vocês lembram da passeata que houve, do grupo LGBT, quando as pessoas estavam fazendo coisas horríveis com a cruz (mostrando Jesus em pose que demonstrava a homossexualidade dele)? Isso é um escândalo! Ora, o livro bíblico de Gálatas fala: “Não erreis, Deus não se deixa escarnecer” (Gl 6:7). Ora, e você acha que todos que escarnecem de Deus vão ficar impunes? Mas nunca, jamais! – afirma o pastor.
O pastor ainda afirma que é insensato responsabilizar Deus pelo problema da pandemia e que o Carnaval de 2020 foi a “porta de entrada” para o coronavírus no país.
– Estão projetando o Carnaval em 2022, [mas] eu tenho uma palavra bíblica: a bíblia diz que o homem planeja, mas quem executa o que o homem planeja é Deus. Se não estiver no coração de Deus, não haverá Carnaval. Se não estiver no coração de Deus, não haverá cura de Covid. Pelo contrário, se nós fôssemos pessoas “cordatas”, [admitiríamos que] o Carnaval passado foi a porta de entrada pra Covid aqui, no Rio de Janeiro e no Brasil de uma maneira geral. E agora alguém vai culpar quem? Eu digo que a culpa é toda do homem pela sua impiedade – declara.
William Braga é ex-mestre-sala da Mangueira Foto: Reprodução
Sobre as restrições ao Carnaval 2021, o pastor demonstrou que acredita que grande parte das medidas serão cumpridas, principalmente devido ao medo da população.
– Eu penso que, por algumas restrições, não vai haver a exacerbação dessa manifestação no sentido de vermos blocos, arrastões, essas coisas. Eu acho que não vai porque, ainda que não sejam todos, mas uma grande parte da população está com medo, porque está vendo que, a grosso modo, essa doença não escolhe cara; ela não faz acepção de pessoas. Pelo contrário, ela pega rico, ela pega pobre, ela pega branco, ela pega preto, ela pega índio, ela pega todos, de uma maneira geral. Então, ninguém está imune à esta doença – comenta.
William, que já deu outras declarações antevendo o fim do Carnaval devido a questões como a mercantilização da festa, voltou a fazer a previsão, dessa vez, com foco no vírus.
– Eu penso que o Carnaval está fadado a acabar. Eu penso que até é o Senhor usando, permitindo essa doença, pra que as pessoas comecem a ter uma outra visão do que é a vida. E tem muitas coisas melhores que podemos fazer que não seja especificamente ir para o Carnaval – conclui ele.
O volante Nata, do Inter de Limeira, não estará à disposição do técnico Elano quando o Campeonato Paulista for retomado.
Enquanto a maioria dos jogadores vive a expectativa de voltar aos gramados o quanto antes, Nata tomou a decisão de deixar o futebol durante a paralisação para virar pastor.
"Sou cristão há 16 anos e creio que Deus me chamou para isso. Há alguns anos eu vinha amadurecendo isso. Então, Deus falou comigo, e eu decidi parar, seguir a vida eclesiástica. Sou evangelista aqui na igreja, onde congrego, tenho essa vontade me tornar pastor. Então tomei essa decisão de deixar o futebol”, disse ao GloboEsporte.com nesta sexta-feira.
A revelação foi feita durante um culto na última quinta:
"Deixo o futebol neste momento porque, como falei para o pessoal da Inter, queria obedecer a Deus em um momento onde tinha opções ainda, que seria algo que eu estaria abrindo mão de algo que tinha valor para mim, que era o meu sonho como jogador. Porque eu poderia daqui a alguns anos tomar essa decisão, mas seria algo que eu já estaria parando".
Nata tinha renovado recentemente o contrato com a Inter até o fim de 2020, mas abriu mão do novo acordo. A última partida oficial dele foi no empate por 0 a 0 com o Palmeiras, em 14 de março, quando atuou os 30 minutos finais do segundo tempo.
Com passagens também por times como Guarani, América-RN e Botafogo-PB, Nata fez um balanço positivo de sua carreira e destacou a oportunidade de começar e terminar a carreira na Inter, onde marcou três gols em 30 jogos disputados.
"Estou muito feliz. Deus cuidou, fui abençoado, consegui conquistar algumas coisas no futebol e, com o recurso do futebol, consegui conquistar coisas materiais também. Ganhei alguns títulos durante a carreira, tive momentos bons, momentos ruins, só que onde comecei, Deus me deu a honra de terminar, que foi na Inter, sou limeirense".
Nata fazia parte do elenco alvinegro em 2005, quando, antes da atual temporada, tinha sido a última participação do clube na elite estadual.
"Poder ver a Inter de novo na primeira divisão e ter feito parte disso foi gratificante", concluiu o agora ex-jogador.
Último modelo do Fusca foi produzido em uma fábrica mexicana, na cidade de Puebla
A Volkswagen fabricou nesta quarta-feira (10) seu último New Beetle. Na cor azul metálico brilhante, o último modelo foi produzido na fábrica mexicana, na cidade de Puebla. Ao som de mariachi e aplausos, o automóvel avançou na linha de montagem para acabar com uma produção que somou mais de 1,7 milhões de carros desde 1997.
Dezenas de trabalhadores se reuniram desde muito cedo para dar os retoques finais à nova unidade, que foi montada do início ao fim em sete horas.
A frase Gracias, Beetle (Obrigado, Beetle), foi estampada em casacos amarelos brilhantes usados pelos trabalhadores, numa atmosfera festiva e temperada com nostalgia pela despedida de um dos carros mais emblemáticos da empresa alemã.
Os últimos 65 modelos do New Beetle serão vendidos no México apenas online a um preço de US$ 21 mil (R$ 78,9 mil) para o modelo base e podem ser retirados após o pagamento de cerca de mil dólares (R$ 3,76 mil).
A história do veículo começa em 1994, quando o Concept 1 foi apresentado no Salão do Automóvel de Detroit. Era um protótipo que se inspirava nas linhas do modelo original do Fusca, mas construído sobre a plataforma do Golf. O carro chegou ao mercado quatro anos depois, batizado de New Beetle (Beetle, é o nome que o Fusca tem nos Estados Unidos).
O primeiro lote de 80 unidades do novo Fusca desembarcou no Brasil em novembro de 1999, e foi quase todo vendido antes mesmo de chegar ao país. O carro custava na época cerca de US$ 15 mil nos EUA (R$ 28,9 mil, na cotação da época ou R$ 56,4 mil, na cotação atual).
O New Beetle foi vendido no país até 2010 e saiu de linha sem alarde. Embora simpático, o carro não tinha o preço nem o carisma do original.
FIM?
Em outubro do ano passado, a Volkswagen anunciou que iria parar de produzir o Fusca no México. Contudo, o carro deixou de ser vendido ou produzido no Brasil em outras oportunidades, mas acabou voltando depois.
Conforme publicado pela Folha de S.Paulo, a primeira vez em que a empresa alemã fez o anúncio foi em 1986, quando a Volkswagen decidiu dar mais atenção ao compacto Gol. Naquela época, o Fusca já acumulava 36 anos de comercialização no país.
Contudo, o carro voltou. Em 1993, em meio a pedidos de redução de impostos feitos pela indústria automotiva, o presidente Itamar Franco (1930-2011), que assumiu após o impeachment de Fernando Collor, teve um desejo pessoal atendido.
Itamar era fã do Fusca e sugeriu que voltasse a ser fabricado. Em uma manobra fiscal, o carro foi incluído entre os modelos populares -embora não tivesse motor 1.0- e retornou à linha de montagem em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.
O sucesso do passado não foi revivido: em 1996, o Fusca morreu pela segunda vez no Brasil. A Série Ouro marcou o fim da produção e das vendas.
No final de 2012, o modelo renasceu pela terceira vez no Brasil com preço a partir de R$ 76,6 mil. O nome Fusca estava de volta: a Volkswagen resolveu batizar o carro com os apelidos que recebeu mundo afora. Era Beetle nos EUA, Kafer na Alemanha, Coccinelle na França e Carocha em Portugal.
Moradores de 10 estados e do DF deverão atrasar seus relógios em 1 hora na virada de sábado para domingo
Amado por alguns e odiado por outros, o horário de verão está chegando ao fim. Moradores de 10 estados e do Distrito Federal (DF) deverão atrasar seus relógios em 1 hora na virada deste sábado (16) para o domingo (17).
A mudança deverá ser realizada pela população de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Espírito Santo.
Em 2018, o horário de verão começou mais tarde do que o normal por causa das eleições. A data correta deveria ter sido no terceiro domingo de outro, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) solicitou a mudança para o dia 4 de novembro.
IMPLANTAÇÃO
A alteração do horário que acontece em alguns estados começou a vigorar em 1931. O objetivo do governo era promover uma economia de energia.
Entretanto, a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco), por exemplo, entende que a alteração nos relógios não se justifica mais. Em 2017, o governo federal chegou a revelar que pretendia acabar com o horário de verão, mas no ano passado a medida acabou sendo implementada, como de costume.
Neide explicou o motivo da separação e informou que as agendas seguem somente até dezembro
Os seguidores e fãs da dupla pentecostal Alisson e Neide ficaram chocados com a ruptura dos dois. A dupla era uma das mais conhecidas no meio pentecostal do país.
Na tarde desta terça-feira, 30, Neide Martins, a vocalista que faz dupla com seu sobrinho, explicou o motivo da separação: foi uma decisão do cantor Alisson.
Carreira solo
A confirmação da separação deixou os fãs da dupla tristes, mas segundo Neidefoi uma decisão dele.
Alisson conversou com ela sobre a necessidade da decisão de encerrarem o projeto, pois ele pretende seguir carreira solo.
A dupla, informou Neide, segue com suas agendas até dezembro.
"Estou muito triste, mas a gente tem que respeitar", disse ela visivelmente triste.
Musile Records fala sobre o fim dos CDs: "O formato físico não se sustenta mais"
O CEO da gravadora, Ricardo Carreras, disse em entrevista que o engajamento nas redes sociais mudou a forma de consumir música.
A forma de consumir música muda de geração para geração. Se antigamente nossos avós compraram LPs, hoje chegamos à era digital, onde ouvimos música pelas plataformas de streaming digital. Sobre este assunto, Ricardo Carreras, CEO da gravadora Musile Records.
A gravadora foi uma das primeiras em mudar o modelo de seus produtos físicos, de acrílico para digipack. Ricardo conta sobre a transição. "Infelizmente, o formato físico não se sustenta mais. A velocidade de uma publicação digital não dá espaço para a sua existência", disse ele.
"Atualmente, até mesmo as pessoas que desejam o álbum físico dificilmente irão encontrar um ponto de venda que queira manter em estoque esse tipo de produto. Tivemos a oportunidade de desenvolver projetos marcantes na época de ouro do formato físico. Nós sempre recordamos deles com carinho, mas a realidade é que, atualmente, essa mídia não é mais o nosso foco", pontuo o CEO.
Sobre a transição, ele diz: "Para nós, o maior desafio foi entender como funciona a questão dos direitos autorais. Isso sempre foi importante para a Musile, pois prezamos pelo nosso compromisso com os cantores, músicos e compositores que participam de nossas gravações".
Um milhão de seguidores
Recentemente, o canal do YouTube da Musile ultrapassou o número de um milhão de seguidores. "Em todos os projetos, sempre temos dois caminhos a escolher: o primeiro é fazer o comum, investir pouco, buscar apenas o retorno financeiro em curtíssimo prazo", disse Ricardo.
Ele continua: "O segundo é buscar um diferencial nos aspectos da produção, como uma locação diferenciada, uma participação especial, um bom repertório, mesmo que o retorno financeiro ocorra em um prazo maior. Posso dizer que em todos estes anos escolhemos sempre a segunda opção", ressaltou.
"Além disso, desmistificamos a ideia de que gravadoras são inacessíveis. Nossos canais de comunicação estão sempre abertos e constantemente interagimos com os inscritos e visitantes do canal", salientou o CEO.
Novos olhares
A internet é pauta há um bom tempo na Musile. Foi nesta gravadora onde as cantores Isadora Pompeo e Thaiane Seghetto cresceram. "O fácil acesso à internet e o enorme engajamento das pessoas nas redes sociais mudaram completamente a forma de produzir, distribuir e promover música", explica Ricardo.
"Com isto, observamos que muitos cantores conhecidos nacionalmente na época do formato físico nem sempre apresentavam um bom desempenho no modelo digital. A velocidade da mudança foi muito rápida e nem todos conseguiram se adaptar. Nós apenas fizemos o caminho inverso", disse.
"Um dos nossos valores é acreditar na nova geração, e por isso buscamos potenciais talentos que já se destacavam nas redes sociais, mesmo que não fizessem parte do mainstream. Por isso, investimos e trabalhamos para dar plataforma a cantores que antes não teriam tantas oportunidades. A nossa visão será sempre buscar esses talentos, potencializá-los e leva-los a um público maior".
Por fim, questionamos sobre que estratégia a gravadora pensa em engajar as pessoas que ainda não têm intimidade com as plataformas digitais. "Os aplicativos de streaming são fantásticos. Nós estamos presentes nos principais deles, e inclusive adicionamos por lá nosso catálogo de CDs lançados ao longo dos anos".
"Creio que o engajamento do público ocorrerá naturalmente à medida que os usuários forem compartilhando essa nova experiência em ouvir música. Nas nossas redes sociais, sempre interagimos com nossos seguidores e os incentivamos a acessar playlists e conferir nossos lançamentos no streaming", finalizou.