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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Nota de Repúdio - AD Cubatão - Conservados e Influenciados pela Palavra




AD Cubatão SP publica NOTA DE REPÚDIO pela falta de respeito para com a Fé Cristã durante o Carnaval do Rio de Janeiro em 2026



NOTA DE REPÚDIO

A Assembleia de Deus de Cubatão, estabelecida desde 1935, presente em 7 países e em diversos estados da federação brasileira, vem a público manifestar seu repúdio à manifestação realizada durante o desfile de carnaval de 2026, que ridicularizou os evangélicos e as famílias conservadoras.
Entendemos que o Brasil é uma nação plural, marcada pela diversidade cultural, religiosa e de pensamento. No entanto, a liberdade de expressão não pode ser confundida com desrespeito ou escárnio contra a fé alheia. Milhões de brasileiros professam a fé evangélica e dedicam suas vidas à promoção de valores como amor ao próximo, solidariedade, honestidade, compromisso familiar e serviço à comunidade.
As famílias tradicionais e conservadoras merecem respeito, assim como qualquer outro segmento da sociedade. A Constituição Federal assegura a liberdade religiosa e a dignidade da pessoa humana — princípios que devem ser preservados em todas as manifestações públicas e culturais, independentemente do contexto ou da tradição que as envolve.
Reforçamos que não defendemos censura nem intolerância, mas sim o respeito mútuo. A construção de uma sociedade verdadeiramente democrática passa pelo diálogo, pela convivência pacífica e pela valorização das diferenças, sem ofensas ou ridicularizações.
A Assembleia de Deus de Cubatão reafirma seu compromisso com a fé cristã, com a família e com a promoção da paz, conclamando a todos que cultivem o respeito e a responsabilidade em suas expressões públicas. Somos sim, uma igraje que conserva os valores bíblicos, valoriza a família constituída por Deus e não abre mão dessa condição.

Pela diretoria e ministério;

Carlos Roberto Silva
Pastor da Assembleia de Deus de Cubatão

quarta-feira, 10 de abril de 2024

Ed René Kivitz volta a defender leitura atualizada da Bíblia e é criticado



Kivitz disse que a compreensão literal do Livro Sagrado "perpetua pecados como racismo, sexismo e xenofobia"


O pastor Ed René Kivitz voltou a ser criticado em razão de falas que contestam a suficiência do conteúdo da Bíblia. Na mais recente delas, proferida no último dia 18 de março durante uma edição do evento Conversas Pastorais, Kivitz defendeu uma interpretação das Escrituras adaptada ao momento atual e disse que a compreensão literal do Livro Sagrado “perpetua pecados como racismo, sexismo e xenofobia”.

Quando prevalece a crença de que se deve afirmar apenas o que a Bíblia falou ontem, retornamos à densa noite de um mundo onde os homens valiam mais do que as mulheres, judeus valiam mais do que os gentios, ricos valiam mais do que os pobres. A mera repetição do que a Bíblia falou ontem perpetua pecados como racismo, sexismo e xenofobia – declarou.

A fala guarda uma forte semelhança com uma das manifestações mais polêmicas já feitas por Kivitz a respeito da Bíblia. Em outubro de 2020, durante uma pregação na Igreja Batista de Água Branca, em São Paulo, o pastor contestou a doutrina da inerrância da Bíblia (que defende que o Livro Sagrado é livre de erros e contradições) e disse que ela precisava ser “atualizada”.

Na pregação, intitulada Cartas vivas contra letras mortas, o líder religioso dizia que a Palavra de Deus era “insuficiente” e apontava que o grande desafio da Igreja contemporânea era ver a Bíblia como um livro que precisava “ser relido, ressignificado”.

– [A Bíblia é] um livro que precisa ser relido, ressignificado, para que os princípios de vida que esse livro encerra, e que essa revelação encerra, saltem dessas páginas promovendo libertação e justiça e relações de amor no nosso mundo – afirmou, na época.

TEÓLOGA QUESTIONA INSPIRAÇÃO DIVINA DA BÍBLIA

Ainda no evento Conversas Pastorais do último dia 18 de março, a teóloga Karen Colares, outra participante do debate, também questionou o conteúdo do Livro Sagrado. Em sua fala, Karen colocou em xeque a inspiração divina dos escritos da Bíblia, a reduzindo a um “testemunho de testemunhas oculares”, e chegou a dizer que há hoje uma “bibliolatria”.

Pensar a Bíblia enquanto uma revelação definitiva nos conduziu a um fenômeno trágico, que foi transferir características divinas para o texto bíblico. Se Deus não erra, então o texto também não erra. Se Deus não falha, o texto também não falha, e passando então de um testemunho de testemunhas oculares, o texto passou a rivalizar em termos da nossa devoção a Deus. Nós vivemos hoje o que a gente conhece como bibliolatria – disse.

CRÍTICAS

Em resposta ao novo pronunciamento de Kivitz sobre a Bíblia, o pastor Renato Vargens, pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, no Rio de Janeiro, afirmou que “Ed prega um falso evangelho, uma mensagem mentirosa, cheia de sofismas, absorta em malignidade”.

Diante do seu ensino de patente piedade, continuo afirmando que a Bíblia é o escudo que nos protege do erro, como também a inerrante Palavra de Deus. Diante do exposto digo que ao incentivar o crente a moldar o texto Sagrado à cultura e modernidade, ou mesmo os ideais de um mundo politicamente correto, Ed peca contra Deus e sua Palavra – resumiu.

Até mesmo nos comentários da postagem sobre a fala de Kivitz na página do movimento Conversas Pastorais no Instagram, muitas pessoas chamaram o pronunciamento do pastor de “meias-verdades” e “blasfêmia”.

Onde o senhor achou no Novo Testamento que judeu vale mais do que gentil, e pobre mais que rico?! Sinceramente essa busca para ser o atual e a sede do contraditório tá deixando vocês cegos. Que isso! Afirmar um contraponto é uma coisa, agora inventar com base em meias-verdades é outra – disse um internauta.

O cara quer atualizar a Bíblia, agora diz que ela é racista. Escreve aí a tua Bíblia, pastor Ed René Kivitz, e vê se ela vai transformar vidas, assim como a inerrante Palavra de Deus – completou outro.


Fonte: Pleno News 

Uma publicação compartilhada por Pleno.News (@plenonews)

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

Após blasfêmia com apocalipse, Ivete passa sufoco em trio elétrico


Tubo de gás carbônico explodiu no carnaval de Salvador deixando duas pessoas feridas


Uma explosão em um tubo de gás carbônico durante o desfile de Ivete Sangalo, nesta segunda-feira (12), deixou duas pessoas feridas. O trio elétrico desfilava no circuito Dodô, na Barra/Ondina, em Salvador.

Com ferimentos leves, no braço e no olho, as vítimas foram atendidas pelo Corpo de Bombeiros e passam bem.

A cantora Ivete Sangalo, que neste carnaval se envolveu em polêmica após blasfemar acerca do Apocalipse, em uma interação pública com Baby do Brasil, no carnaval de Salvador, levou um susto enorme com a explosão que produziu muita fumaça no trio onde ela estava.

Que susto da p****. Pensei que era a caverna do dragão, Deus o livre! Pense que eu estou toda cagada – disse Ivete.

Para dar prosseguimento, a cantora pediu para que todo o gás carbônico fosse esvaziado do carro e retomou o show. Minutos depois, outro problema impediu a continuidade da apresentação: o trio começou a inclinar para o lado esquerdo, por causa do excesso de peso em um mesmo lado. Após contrabalançar, o veículo seguiu em normalidade.

Ivete Sangalo, por meio de sua assessoria, disse que em decorrência dos incidentes, a equipe optou por esvaziar o trio e a cantora seguiu o circuito até o fim.

SPRAY DE PIMENTA
No mesmo evento, Ivete se queixou de um spray de pimenta que foi pulverizado durante a passagem do desfile, o que teria, segundo a cantora, prejudicado sua voz.

Jogaram spray de pimenta lá na Barra, lembram? Não tem spray de pimenta certo. Spray de pimenta no dos outros é refresco. Aí, nós vamos começar, eu vou continuar cantando, aquecendo e vocês, óbvio, vão cantar para ******, mamãe vai cantar e essa banda vai arrasar porque para Deus não existe o impossível – disse a baiana, popularmente chamada de “Veveta”.

Fonte: Pleno News

quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

Pintura de Jesus Cristo seminu gera polêmica na Espanha



A obra contratada para a “Semana Santa de Sevilha” gerou inúmeras críticas e advogados cristãos estudam medidas legais.


O cartaz oficial da "Semana Santa de Sevilha", cidade no sul da Espanha, gerou polêmica e indignação entre meios de comunicação cristãos, que pediram sua remoção por considerá-lo ofensivo.

Na obra, que foi apresentada no sábado (20), o artista espanhol Salustiano García retrata Jesus Cristo coberto por um pano branco nas regiões da pélvis e da anca.

A organização da "Semana Santa de Sevilha", que reúne cristãos para a festividade católica local, destacou, em comunicado, que a obra reflete "a parte luminosa da Semana Santa" no "mais puro estilo deste renomado pintor".

No entanto, a opinião não foi unânime, e a peça, originalmente destinada à exposição em diversos locais da cidade, onde as tradições católicas ainda são profundamente enraizadas, gerou uma grande controvérsia nas redes sociais. Inúmeros internautas, juntamente com uma associação católica ultraconservadora, criticaram o caráter “sexualizado” da imagem.

Dez mil pessoas assinaram petição

O Instituto de Política Social, uma entidade que defende os "símbolos cristãos" e é contrária ao aborto, classificou o cartaz como "uma verdadeira vergonha e aberração", por retratar um Cristo com características "efeminadas".

A instituição solicitou a retirada da obra e exigiu um pedido público de desculpas do autor, argumentando que essa representação não está de acordo com o espírito da Semana Santa.

O líder do partido Vox, Javier Navarro, também se uniu às críticas, declarando na rede social X [antigo Twitter] que o cartaz "procurava a provocação" e se afastava de seu propósito original de "encorajar a participação devota dos fiéis na Semana Santa de Sevilha".

Além disso, na segunda-feira, mais de 10 mil pessoas assinaram uma petição pública na plataforma Change.org, solicitando a defesa da "tradição" e do "fervor religioso" de Sevilha contra a pintura, e advogados cristãos estudam medidas legais.

Autor "surpreendido com politização" do quadro

Em entrevista ao jornal ABC, o autor da obra defendeu que sua pintura é "gentil, elegante e bonita" e foi realizada com "respeito".

Salustiano García afirmou: "É preciso estar doente para ver sexualidade no meu Cristo", argumentando que "não há nada" em sua pintura que "não esteja representado em obras de arte de há muitos séculos".

O artista, cujas obras estão em exposição em galerias ao redor do mundo, explicou que utilizou seu filho como modelo para o cartaz.

"Nós dois rimos com essa polêmica e estamos muito surpresos com a politização que está sendo feita em torno do quadro", afirmou o artista.

Ele contou com o apoio do líder do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) da Andaluzia, Juan Espadas, que defendeu o cartaz e denunciou "as expressões de homofobia e ódio" que surgiram em resposta à obra.

Fonte: Guia-me com informações de JN e La Razón via Folha Gospel

sábado, 9 de setembro de 2023

Desenho da Netflix mostra um Jesus com armas e promíscuo



"Esse vídeo é um acinte e a Netflix deveria ser responsabilizada por cenas tão hediondas”, disse o pastor Renato Vargens.


A nova temporada da série animada Paradise PD, da Netflix, tem sido criticada por mostrar Jesus matando seus adversários e mantendo relações sexuais com duas discípulas.

O quarto episódio da terceira temporada foi chamado de "terrivelmente ofensivo" pelo site News Busters, por zombar da fé cristã para tentar atacar o direito a armas.

Os personagens da série debatem o assunto e, para provar que as armas não são um problema – dentro do um episódio que visa ironizar a defesa das armas – o filme da crucificação de Jesus é exibido.

Nesse vídeo, Jesus está na cruz, pronto para morrer, mas desce para matar seus perseguidores com duas metralhadoras em suas mãos. Depois, duas discípulas seminuas se aproximam, beijam Jesus e se deitam com ele aos pés da cruz. Sem mostrar a cena, os sons simulam que eles tiveram relações sexuais.

Apesar de ser um desenho, Paradise PD não é indicado para crianças. A classificação da série é de 16 anos por conter "violência extrema, conteúdo sexual e drogas ilícitas".

A discussão é antiga nos Estados Unidos, pois o episódio estreou em 2021. No Brasil, o debate é recente e foi levantado pelo pastor Renato Vargens em suas redes sociais.

"Netflix, numa atitude de desrespeito e ataque à fé cristã, blasfema contra Cristo ofendendo milhões de cristãos no Brasil e no mundo", declarou o pastor ao publicar uma nota de repúdio.

"Agora, esquerdistas pregam tolerância, mas são intolerantes e desrespeitam a fé cristã. Ora, esse vídeo é um acinte e a Netflix deveria ser responsabilizada por cenas tão hediondas", completou ele.


Fonte: Pleno News via Folha Gospel

sexta-feira, 5 de maio de 2023

Exposição com “Jesus LGBT” no Parlamento Europeu recebe críticas



Uma foto parece mostrar Jesus cercado por discípulos vestindo trajes sadomasoquistas.


A exposição de uma série de fotografias intitulada “Jesus LGBT” no Parlamento Europeu em Bruxelas, na Bélgica, gerou críticas entre parlamentares nesta semana.

A mostra da sueca Elisabeth Ohlson retrata Jesus cercado por “discípulos sadomasoquistas” e dois homens em forma de cruz em uma cama. A exposição durou quatro dias e foi restrita a funcionários, parlamentares, políticos e pessoas com acesso ao prédio do Parlamento.

De acordo com Elisabeth Ohlson, ela foi convidada a exibir suas imagens pela eurodeputada sueca Malin Björk, do Partido de Esquerda da Suécia, que afirmou que todas as peças escolhidas pela fotógrafa para esta exibição têm um tema LGBT ou de direitos humanos inclusivos.

A exposição gerou críticas de eurodeputados do Parlamento Europeu que consideraram as obras desrespeitosas.

"O Parlamento Europeu tornou-se um lugar de impunidade para o lobby LGTBIQ+ com a cumplicidade de partidos de esquerda, populares e liberais", denunciou Jorge Buxadé, do partido de direita Vox da Espanha, no Twitter. A eurodeputada italiana, Maria Veronica Rossi, protestou contra a "falta de respeito para com milhões de crentes em toda a Europa".

Durante a exposição, Elisabeth Ohlson respondeu às críticas dizendo que "existem milhões de pinturas de artistas famosos de Jesus com pessoas homossexuais. Estas são apenas 12 fotos de Jesus amando os direitos LGBT. Não deveria ser tão assustador".

Segundo o jornal italiano Open, no início dos anos 2000, uma tentativa de exibir a mesma exposição no Parlamento Europeu foi recusada por ser considerada ofensiva. As obras foram expostas ao público pela primeira vez em 1999. Esta não é a primeira vez que uma obra da fotógrafa sueca causa polêmica por atacar o Cristianismo.

Em 2019, a Igreja Luterana de Sankt Pauli kyrka em Malmö, na Suécia, pendurou no altar uma pintura do Jardim do Éden, que mostrava Adão e Eva como dois homossexuais e uma pessoa trans.

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 21 de abril de 2023

Perito do caso PC Farias - Ricardo Molina urina em Bíblia e ameaça a ex-mulher





Ricardo Molina aparece em vídeo proferindo xingamentos e com mãos sujas de sangue


O perito Ricardo Molina, conhecido por participar de investigações de casos famosos, como a morte de Paulo Cesar Farias, o PC Farias, tesoureiro da campanha eleitoral do ex-presidente Fernando Collor, virou alvo de uma investigação policial sob suspeita de agredir e ameaçar a ex-esposa Janinne Jasem, de 28 anos.

Em um vídeo gravado por Janinne, Molina aparece com as mãos e os braços sujos com o próprio sangue e urinando em uma Bíblia, que está aberta no chão. Em outra gravação, o perito aparece dizendo “morre, vagabunda” e “vou mijar na sua cova” enquanto aparece arremessando bolsas, sapatos, e outros itens de Janinne pela janela.


ATENÇÃO: O VÍDEO ABAIXO RETRATA CONTEÚDO SENSÍVEL

De acordo com a coluna Na Mira, do site Metrópoles, que divulgou o caso, a ex-esposa de Molina contou que as ameaças e agressões começaram ainda em 2021 e pioraram com o passar do tempo. O casal decidiu se separar em outubro de 2022, e a mulher ficou em um apartamento do perito.

Segundo o veículo, horas antes de a sequência de vídeos ser gravada, Molina e Janinne decidiram conversar em um restaurante, mas houve um desentendimento e o perito se exaltou e chegou a agredi-la.

À Polícia Civil, Janinne relatou que Molina tomou pertences dela, mas acabou devolvendo após funcionários presenciarem a confusão.

Após os dois deixarem o local, Molina seguiu com as ameaças e ofensas até que, ao chegar na residência do casal, houve uma discussão mais forte e o perito passou a urinar na Bíblia que pertencia à ex-mulher.

Isso vai me dar um grande prazer. A Bíblia da mulher: aqui ensina ela a chupar um p**, mas ela não aprendeu. Mas eu vou c**** também, mijar é pouco – diz.

Diante do ocorrido, Janinne procurou uma delegacia para registrar ocorrência e requerer medidas protetivas, que foram deferidas pela Justiça. 

Um inquérito foi aberto para apurar o caso de violência doméstica no âmbito da Lei Maria da Penha.

Com informações Pleno News


MEU COMENTÁRIO:

Ricardo Molina joga fora qualquer prestígio que tinha do ponto de vista profissional ou social,. Mostrou-se além de um homem desequilibrado, uma criatura sem filtro, sem limites, sem escrúpulos e, em pensando que atacava somente sua ex-mulher, ofendeu não somente a ela, mas a todos quantos são cristãos e teem a Bíblia Sagrada como regra de fé e prática. Acima de tudo ofendeu a Deus, de quem é a própria Palavra.

Lamentável em todos os sentidos, pois ainda que não haja punição penal por conta dos homens, jamais ficará livre da pena transcrita no livro em que ele pisou, insultou, desfez e blasfemou:

"O Senhor é conhecido pelo juízo que fez; enlaçado ficou o ímpio nos seus próprios feitos. Os ímpios serão lançados no inferno e todas as nações que se esquecem de Deus". - Salmos 9:16,17  

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Muçulmano condenado a cinco meses de prisão por chamar a Bíblia de falsa, na Indonésia



Um clérigo muçulmano preso em agosto passado por insultar o cristianismo em um de seus sermões, chamando a Bíblia de “fictícia” e falsa, foi condenado a cinco meses de prisão e multa de 50 milhões rupias (US$ 3.600) na Indonésia.

Muhammad Yahya Waloni, 51, um cristão que se tornou muçulmano, foi condenado pelo Tribunal Distrital de Jacarta do Sul em 11 de janeiro por postar discursos de ódio online que poderiam causar divisões inter-religiosas.

De acordo com a UCA News , Petrus Selestinus, um leigo católico e presidente de um grupo de advogados, disse que Waloni foi beneficiado, pois já era elegível para libertação quase imediatamente por estar preso desde agosto do ano passado, enquanto estava em prisão preventiva.

"A blasfêmia pode levar a sentenças de até cinco anos na Indonésia e a violação das leis cibernéticas pode levar seis anos, então cinco meses de prisão cheiram a injustiça e discriminação em favor do réu", disse Selestinus após a sentença.

Embora as leis abusivas de blasfêmia na Indonésia devam ser abolidas completamente para que pessoas de fé, especialmente minorias religiosas, não sejam criminalizadas por suas crenças, o fato de Waloni ser condenado a cinco meses, enquanto casos contra cristãos, como o ex-governador de Jacarta Ahok ou Abraham Ben Moses condenados a anos de prisão, mostra o padrão inconsistente embutido no sistema legal da Indonésia.

Folha Gospel com informações de International Christian Concern

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

‘Carnaval está fadado a acabar’, diz ex-mestre-sala da Mangueira


Lilico da Mangueira abandonou o sambódromo e hoje é pastor

William Lourenço Braga, conhecido como Lilico na escola de samba Estação Primeira de Mangueira, onde foi mestre-sala, abandonou o sambódromo no Carnaval de 1990, após o desfile, para começar a dedicar sua vida a Cristo.

Lilico, campeão nota 10 da Mangueira, hoje é pastor da Igreja Batista Nacional Monte Hermom, em Vigário Geral, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, e já se pronunciou com pesar sobre escolas de samba que zombam de Deus, da religião e de Jesus nos desfiles da avenida.

Em entrevista exclusiva ao portal Pleno.News, o pastor William Braga afirmou que há casos em que escolas de samba buscam desonrar e descaracterizar Deus em função de apresentar uma “pseudoarte” e uma “pseudocultura” e comparou a polêmica do BBB 21 (envolvendo intolerância religiosa com os participantes Nego Di, Projota, Karol Conká e Lumena) ao filme A Primeira Tentação de Cristo, do Porta dos Fundos.

Eu não posso crer numa cultura que venha a vilipendiar a fé e aquilo em que muitos creem, porque nós somos um terço da população brasileira, [que é] cristã, e nós não vemos em momento algum a defesa de tais procedimentos bíblicos da forma com que os outros defendem as suas religiões… principalmente as religiões de matrizes africanas, haja vista [que] agora, no BBB 21, quando um grupo de participantes estava levantando e fazendo uma pequena pilhéria com um nome de uma entidade afrodescentente… já tem alguém se levantando para poder processar essas pessoas. Mas quando o tal de Porchat fez aquele filme desfazendo, destratando Jesus, colocando Jesus como um reles mortal pecador, até inferindo a Jesus a qualidade de homossexual, os que vieram à público, até mesmo do Supremo Tribunal Federal, vieram apoiá-lo, dizendo que era arte – infere William.

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Karol Conka, Projota, Lumena e Nego Di, acusados de intolerância religiosa no BBB 21 Foto: Reprodução

O pastor também mencionou o último desfile da Mangueira, que gerou polêmica ao chamar Jesus de “moleque pilintra” e trazer diversas representações de Jesus, incluindo a de negro, morador de rua e mulher, além de criticar outras manifestações.

Ninguém se levanta quando um grupo vai fazer gracinha. Vocês lembram da passeata que houve, do grupo LGBT, quando as pessoas estavam fazendo coisas horríveis com a cruz (mostrando Jesus em pose que demonstrava a homossexualidade dele)? Isso é um escândalo! Ora, o livro bíblico de Gálatas fala: “Não erreis, Deus não se deixa escarnecer” (Gl 6:7). Ora, e você acha que todos que escarnecem de Deus vão ficar impunes? Mas nunca, jamais! – afirma o pastor.

O pastor ainda afirma que é insensato responsabilizar Deus pelo problema da pandemia e que o Carnaval de 2020 foi a “porta de entrada” para o coronavírus no país.

Estão projetando o Carnaval em 2022, [mas] eu tenho uma palavra bíblica: a bíblia diz que o homem planeja, mas quem executa o que o homem planeja é Deus. Se não estiver no coração de Deus, não haverá Carnaval. Se não estiver no coração de Deus, não haverá cura de Covid. Pelo contrário, se nós fôssemos pessoas “cordatas”, [admitiríamos que] o Carnaval passado foi a porta de entrada pra Covid aqui, no Rio de Janeiro e no Brasil de uma maneira geral. E agora alguém vai culpar quem? Eu digo que a culpa é toda do homem pela sua impiedade – declara.

Lilico da Mangueira
William Braga é ex-mestre-sala da Mangueira Foto: Reprodução

Sobre as restrições ao Carnaval 2021, o pastor demonstrou que acredita que grande parte das medidas serão cumpridas, principalmente devido ao medo da população.

Eu penso que, por algumas restrições, não vai haver a exacerbação dessa manifestação no sentido de vermos blocos, arrastões, essas coisas. Eu acho que não vai porque, ainda que não sejam todos, mas uma grande parte da população está com medo, porque está vendo que, a grosso modo, essa doença não escolhe cara; ela não faz acepção de pessoas. Pelo contrário, ela pega rico, ela pega pobre, ela pega branco, ela pega preto, ela pega índio, ela pega todos, de uma maneira geral. Então, ninguém está imune à esta doença – comenta.

William, que já deu outras declarações antevendo o fim do Carnaval devido a questões como a mercantilização da festa, voltou a fazer a previsão, dessa vez, com foco no vírus.

Eu penso que o Carnaval está fadado a acabar. Eu penso que até é o Senhor usando, permitindo essa doença, pra que as pessoas comecem a ter uma outra visão do que é a vida. E tem muitas coisas melhores que podemos fazer que não seja especificamente ir para o Carnaval – conclui ele.

Fonte: Pleno News

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Humorista canta que Jesus é gay e comunidade LGBT fica enfurecida

Um humorista francês despertou a fúria da comunidade LGBT por fazer uma paródia com um hino cristão dizendo que Jesus é um "viado". A emissora que levou o stand up ao ar pediu desculpas à militância, mas não se retratou com cristãos do país.
A emissora de rádio France Inter emitiu uma nota desculpando-se com a militância LGBT pelo uso de termos chulos por parte do comediante Fréderic Fromet para se referir à homossexualidade que ele atribuiu a Jesus Cristo.
O programa de rádio, transmitido também pelo YouTube, abre espaço para Fromet apresentar suas paródias, que no dia 10 de janeiro teve como base a música Jesus Está Voltando, que foi tema de um filme francês de comédia de 1988 chamado La Vie est un Long Fleuve Tranquille ("A Vida É um Longo Rio Tranquilo", em tradução livre).
A letra da paródia dizia "Jesus, Jesus, Jesus é um viado, não vejo por que isso te incomodaria […] Jesus, Jesus, Jesus é viado, LGBT, do alto da cruz porque o pregaste, porque não o f******", informa o portal francês Le Parisien.
Enquanto Fromet cantava, os apresentadores do programa não continham suas risadas. No canal da emissora no YouTube, a descrição do vídeo faz menção à polêmica com o Porta dos Fundos: "Um juiz brasileiro proibiu A Primeira Tentação de Cristo, uma ficção em que Jesus parece ter um relacionamento homossexual. Felizmente na França, os católicos são muito mais abertos!", tripudia o programa.
Assim que a transmissão repercutiu nas redes sociais, um grupo de ativistas LGBT fez uma denúncia contra o programa de rádio. O presidente do Comitê Idaho France, Alexandre Marcel, declarou que havia denunciado o humorista e a emissora de rádio à Promotoria de Paris por homofobia.
"Se Jesus, Maomé ou Buda são homossexuais, trans, bissexuais ou queer, não nos incomoda; mas calúnias homofóbicas serem usadas para falar sobre suas orientações sexuais nos incomoda e nos choca", disse Marcel.
Diante do rebuliço, o humorista Frédéric Fromet pediu desculpas à comunidade LGBT pela paródia: "Fui tão incompreendido que até me deparei com uma associação LGBT. Então a culpa é minha. Eu admito prontamente. Peço desculpas às pessoas que machuquei, enquanto reivindico o meu direito de cometer erros em um exercício que permanece muito perigoso", afirmou.
ANÚNCIO
A menção ao alto risco de fazer humor na França se deve, dentre outros fatos, ao episódio em que extremistas muçulmanos invadiram a sede da revista Charlie Hebdo em janeiro de 2015, matando jornalistas e chargistas a tiros, num atentado que reagiu à insistência do veículo em publicar edições com sátiras que eram consideradas ofensivas pelos islâmicos.
A prontidão da emissora e do humorista em se desculparem com a militância LGBT não passou despercebida de um político conservador francês. Robert Menard, prefeito de Beziers, apontou a covardia de Fromet, que teria escolhido Jesus para sua piada porque não teria coragem de insultar grupos religiosos que reagem com violência a esse tipo de provocação.
“Os ‘rebeldes’ do nosso tempo: covardes, submissos, sem talento”, escreveu Menard no Twitter. Segundo o político, Fromet atacou a fé cristã porque não gostaria de enfrentar o “disparo de um [fuzil] Kalashnikov”, finalizou.
Fonte: Gospel+

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