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segunda-feira, 16 de outubro de 2023

Comandante do Hamas faz ameaças: “Não haverá mais judeus ou cristãos traidores”


Mahmoud al-Zahar disse que o objetivo dos terroristas é que o planeta inteiro esteja sob a lei islâmica.


O grupo terrorista islâmico Hamas, que deu início aos ataques a Israel em 7 de outubro, é liderado por Mahmoud al-Zahar, um dos comandantes da facção criminosa.

Em dezembro de 2022, ele apareceu num vídeo falando sobre a dominação mundial.

Acreditamos no que nosso profeta Muhammad disse, que Allah aproximou os confins do mundo por causa dele”, citou o terrorista na MEMRI — mídia estatal árabe e iraniana.

Todos os 510 milhões de quilômetros quadrados do Planeta Terra ficarão sob um único sistema, onde não haverá injustiça, nem opressão, nem sionismo, nem cristianismo traiçoeiro e nem assassinatos e crimes como os que estão sendo cometidos contra os palestinos e contra os árabes”, disse.

Fim dos tempos: judeus e cristãos na mira dos terroristas

Enquanto Mahmoud al-Zahar discursa sobre a existência de um “único sistema no mundo” e fala sobre “justiça”, os terroristas do Hamas, liderados por ele, comete atrocidades contra pessoas inocentes, tanto israelenses quanto palestinos.

Famílias inteiras foram assassinadas, comunidades judaicas foram massacradas com requintes de crueldade e há crianças e idosos entre os sequestrados. Injustiça e opressão é o que o mundo todo está assistindo desde o início da guerra contra Israel.

A Bíblia diz que haverá um governo do Anticristo no fim dos tempos. Nas palavras do pastor e escritor Chuck Crismier: O governo mundial está chegando, gostemos ou não.

Em matéria publicada no Guiame, em abril de 2022, as palavras de Crismier se destacam ao lembrar de Apocalipse 13.7: “De acordo com as profecias, a besta terá poder para guerrear contra os santos e vencê-los. Foi-lhe dada autoridade sobre toda tribo, povo, língua e nação”.

O governo mundial tem sido o sonho e o domínio dos homens através dos tempos até a presente era, desde a Torre de Babel em Gênesis 11 até a trombeta da nova ordem mundial em nossa geração”, continuou.

A promessa e a esperança de uma ordem global inaugurando a paz mundial é profundamente atraente para a mente natural. Afinal, quem em sã consciência não ansiaria por paz para evitar um holocausto nuclear?”, relacionou

Como Jesus bem advertiu, “se fosse possível, enganariam até os escolhidos”, conforme Mateus 24.24. “O globalismo é, na realidade, o ‘anti-evangelho’, coreografando um mundo cada vez mais infiel e movido a sentimentos numa rebelião coletiva final contra Deus, enquanto o Anticristo assume o domínio. É tempo de preparar o caminho do Senhor”, concluiu o pastor.

Fonte: Guiame

domingo, 1 de outubro de 2023

Igreja Episcopal perdeu mais de 90 mil membros em 2022 e pode ser extinta até 2050




Nos últimos anos, a Igreja Episcopal tem experimentado um declínio considerável



Igreja Episcopal dos EUA viu um declínio de mais de 90.000 membros em 2022, mas também testemunhou um aumento considerável na frequência ao culto dominical, de acordo com um novo relatório.

Segundo uma análise de dados paroquiais divulgada esta segunda-feira, a Igreja Episcopal tinha cerca de 1,58 milhões de membros batizados em 2022, estando divididos entre 6.789 congregações membros.

Isto representa um declínio em comparação com as estatísticas oficiais de 2021, nas quais a denominação relatou ter 1,678 milhões de membros batizados e 6.806 congregações membros.

No entanto, a denominação viu um aumento na frequência média ao culto dominical, passando de aproximadamente 312.000 em 2021 para quase 373.000 no ano passado, ou um aumento de cerca de 60.000.

Em relação à frequência aos cultos, o relatório explica que embora tenha "diminuído dramaticamente" durante a pandemia da COVID-19 e os subsequentes confinamentos, "parece estar a recuperar".

"Embora não tenha voltado aos níveis pré-pandemia, há sinais de recuperação de parte do comparecimento perdido aos domingos", afirmou o relatório paroquial. "Além disso, a [frequência de domingo] relatada aqui incluiu apenas a participação presencial e não inclui participantes virtuais de congregações que oferecem uma opção virtual para serviços."

No entanto, os cerca de 373.000 reportados para 2022 ainda estão bem abaixo dos números médios de assistência aos domingos para 2013, que totalizaram pouco mais de 657.000.

Em 2019, a principal denominação protestante relatou aproximadamente 547.000 pessoas em média comparecendo ao culto dominical.

Extinção até 2050

Nos últimos anos, a Igreja Episcopal tem experimentado um declínio considerável, especialmente entre os membros batizados e os congregados. Em 2010, o número total de membros da denominação caiu para menos de 2 milhões e é agora quase meio milhão a menos do que isso.

Alguns atribuíram este declínio à direção teológica progressista da denominação. Por exemplo, quando a denominação ordenou o seu primeiro bispo abertamente gay em 2003, um grande número de membros e congregações separaram-se em resposta.

Em novembro de 2020, o Rev. Dwight Zscheile, padre episcopal e professor, alertou que, no atual ritmo de declínio, a Igreja Episcopal poderá ser extinta até 2050.

"O quadro geral é terrível", disse Zscheile, conforme relatado pelos Líderes da Igreja em 2020. "Não é um cenário de declínio, mas sim de morte na próxima geração, a menos que as tendências mudem significativamente".

Folha Gospel com informações de The Christian Today

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Fim dos CDs: “O formato físico não se sustenta mais”

Musile Records fala sobre o fim dos CDs: "O formato físico não se sustenta mais"


O CEO da gravadora, Ricardo Carreras, disse em entrevista que o engajamento nas redes sociais mudou a forma de consumir música.

A forma de consumir música muda de geração para geração. Se antigamente nossos avós compraram LPs, hoje chegamos à era digital, onde ouvimos música pelas plataformas de streaming digital. Sobre este assunto, Ricardo Carreras, CEO da gravadora Musile Records.

A gravadora foi uma das primeiras em mudar o modelo de seus produtos físicos, de acrílico para digipack. Ricardo conta sobre a transição. "Infelizmente, o formato físico não se sustenta mais. A velocidade de uma publicação digital não dá espaço para a sua existência", disse ele.

"Atualmente, até mesmo as pessoas que desejam o álbum físico dificilmente irão encontrar um ponto de venda que queira manter em estoque esse tipo de produto. Tivemos a oportunidade de desenvolver projetos marcantes na época de ouro do formato físico. Nós sempre recordamos deles com carinho, mas a realidade é que, atualmente, essa mídia não é mais o nosso foco", pontuo o CEO.

Sobre a transição, ele diz: "Para nós, o maior desafio foi entender como funciona a questão dos direitos autorais. Isso sempre foi importante para a Musile, pois prezamos pelo nosso compromisso com os cantores, músicos e compositores que participam de nossas gravações".

Um milhão de seguidores

Recentemente, o canal do YouTube da Musile ultrapassou o número de um milhão de seguidores. "Em todos os projetos, sempre temos dois caminhos a escolher: o primeiro é fazer o comum, investir pouco, buscar apenas o retorno financeiro em curtíssimo prazo", disse Ricardo.

Ele continua: "O segundo é buscar um diferencial nos aspectos da produção, como uma locação diferenciada, uma participação especial, um bom repertório, mesmo que o retorno financeiro ocorra em um prazo maior. Posso dizer que em todos estes anos escolhemos sempre a segunda opção", ressaltou.

"Além disso, desmistificamos a ideia de que gravadoras são inacessíveis. Nossos canais de comunicação estão sempre abertos e constantemente interagimos com os inscritos e visitantes do canal", salientou o CEO.

Novos olhares

A internet é pauta há um bom tempo na Musile. Foi nesta gravadora onde as cantores Isadora Pompeo e Thaiane Seghetto cresceram. "O fácil acesso à internet e o enorme engajamento das pessoas nas redes sociais mudaram completamente a forma de produzir, distribuir e promover música", explica Ricardo.

"Com isto, observamos que muitos cantores conhecidos nacionalmente na época do formato físico nem sempre apresentavam um bom desempenho no modelo digital. A velocidade da mudança foi muito rápida e nem todos conseguiram se adaptar. Nós apenas fizemos o caminho inverso", disse.

"Um dos nossos valores é acreditar na nova geração, e por isso buscamos potenciais talentos que já se destacavam nas redes sociais, mesmo que não fizessem parte do mainstream. Por isso, investimos e trabalhamos para dar plataforma a cantores que antes não teriam tantas oportunidades. A nossa visão será sempre buscar esses talentos, potencializá-los e leva-los a um público maior".

Por fim, questionamos sobre que estratégia a gravadora pensa em engajar as pessoas que ainda não têm intimidade com as plataformas digitais. "Os aplicativos de streaming são fantásticos. Nós estamos presentes nos principais deles, e inclusive adicionamos por lá nosso catálogo de CDs lançados ao longo dos anos".

"Creio que o engajamento do público ocorrerá naturalmente à medida que os usuários forem compartilhando essa nova experiência em ouvir música. Nas nossas redes sociais, sempre interagimos com nossos seguidores e os incentivamos a acessar playlists e conferir nossos lançamentos no streaming", finalizou.

FONTE: Guiame

segunda-feira, 5 de março de 2018

Proibidas na Rússia, Testemunhas de Jeová agora podem ser extintas em Portugal



Iniciativa quer levar ao Parlamento proposta para extinguir entidade, sem proibir "expressão da fé e culto dos indivíduos". ATJ responde que desassociação pode ser "amorosa"

Uma nova petição dirigida à Assembleia da República e à Comissão da Liberdade Religiosa pede a "imediata extinção" da Associação das Testemunhas de Jeová (ATJ) e o consequente "cancelamento imediato do seu assento no registo de pessoas coletivas religiosas".

No texto de iniciativa de Ricardo Pimentel, explica-se que a finalidade não é proibir a "expressão da fé e do culto dos indivíduos". Já quanto "à instituição coletiva religiosa que representa juridicamente as Testemunhas de Jeová (...), o caso é bastante diferente e deve merecer o escrutínio atento do legislador", argumenta o promotor da petição.

Numa longa petição, o autor sustenta o seu pedido na Constituição da República e em outros textos fundamentais de direitos humanos.

Solicita ainda a intervenção da Comissão da Liberdade Religiosa para que chame "os representantes da comunidade das Testemunhas de Jeová e de representantes das vítimas [das] políticas de ostracização [da associação]".

Defende ainda que a comissão deve levar este grupo religioso a reformar "a sua política" em relação a "membros e ex-membros por forma a respeitar os seus direitos constitucionais e não mais os oprimir e coagir através de práticas discriminatórias e de ostracização, podendo assim reabilitar-se perante a lei e voltar a ter um estatuto reconhecido pelo Estado português".

Ricardo Pimentel disse à imprensa que não sabe se o Parlamento acatará a sua petição, como aconteceu com outra, em janeiro, em que se pedia para "libertar as pessoas que vivem oprimidas numa seita".

Esta nova petição passará pelo mesmo crivo, e deverá ser avaliada sobre a admissibilidade ou não.

A petição já recolheu até ontem, cerca de 500 assinaturas (são necessários mil para os peticionantes serem ouvidos e mais de quatro mil para subir a plenário). Foi lembrando pelo próprio autor que a petição anterior "foi indeferida liminarmente por deliberação unânime".
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O autor admite que "não se pode pedir a extinção de uma religião nem é esse o meu propósito". "Acredito na liberdade religiosa, não sou crente, deixei de o ser", justificou-se, ele que foi testemunha de Jeová durante 40 anos (dos 4 aos 44) e chegou a ser ancião (os ministros dos cultos das Testemunhas de Jeová). 

"O que está sendo solicitado é a única coisa que a lei de liberdade religiosa permite", insistiu. E isso, argumentou, é "o cancelamento da inscrição por via da extinção por via judicial da associação religiosa", "sem prejuízo da liberdade individual de religião e de culto e de reunião constitucionalmente garantidas aos aderentes desta comunidade religiosa".

Para Ricardo Pimentel, o problema é anterior:

"É a convicção dos signatários desta petição que o Estado falhou no seu dever de fiscalização quando aceitou inscrever a ATJ no registo de pessoas coletivas religiosas", uma vez que o "assento deveria ter sido recusado" com base no artigo 39.º da lei, em que se estabelece que "a inscrição só pode ser recusada" por "violação dos limites constitucionais da liberdade religiosa".

Os peticionários invocam a lei para notar que "as associações extinguem-se (...) quando o seu fim seja sistematicamente prosseguido por meios ilícitos ou imorais" e "quando a sua existência se torne contrária à ordem pública". E com longos argumentos explicam que há uma "política de excomunhão nas Testemunhas de Jeová" e de "ostracização social praticada" pela ATJ que "viola direitos e liberdades fundamentais constitucionalmente protegidas", dando "exemplos concretos" dessa "violação de direitos fundamentais".

"Institucionalização do ódio"

Ricardo Pimentel defendeu que há "uma institucionalização do ódio" a quem entra em ruptura com a ATJ. "Pregam o ódio à pessoa que saiu. Queremos que este tipo de discriminação pare", justificou, dando exemplos de como se cortam laços familiares e de amizade com quem deixa a comunidade.

"Se alguém tem um pensamento dissonante, todos ficam logo com as antenas ligadas", observou o também antigo ancião. Há um ambiente opressivo, "em que cada um delata o outro". "No meu caso foi a minha própria esposa que me entregou. É o poder da doutrinação, que leva a que pais entreguem filhos, filhos e pais, maridos e mulheres..." É contra isto que promove a petição.

Sobre tais práticas, a ATJ direciona os interessados para o seu site www.jw.org, onde se defende que a comunidade não expulsa "automaticamente alguém que cometeu um pecado grave". No entanto, se uma pessoa "passa a ter o costume de violar o código de moral da Bíblia e não se arrepende é desassociada, ou evitada. A Bíblia diz claramente: "Removei o homem iníquo de entre vós"".

A Associação Testemunhas de Jeová diz que (VEJA AQUI) que "a decisão de desassociar o transgressor é muito severa ou até desamorosa, principalmente se formos chegados a ele. Mas a Palavra de Jeová nos dá motivos convincentes para crer que essa decisão, na realidade, é amorosa".

Com informações: Diário de Notícias





segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Extinção da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo - Um assassinato cultural - Avisem o Governador


Extinção da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo - Um crime cultural


Do ponto de vista das informações veiculadas pela mídia, o Governo do Estado de São Paulo tem se mostrado o mais equilibrado financeiramente, diante da crise que se abate no país.

Portanto, cai como uma verdadeira "bomba", a informação da extinção da gloriosa Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, um verdadeiro patrimônio da cultura do nosso estado, sob o pretexto de cortes no orçamento, e diga-se a bem da verdade, se tratar do estado mis rico da federação.

Considerando que ouras unidades da federação com problemas bem superiores ao de São Paulo, do ponto de vista econômico e financeiro, não tomaram medidas drásticas como essa, começando pela mutilação da cultura, me parece muito estranha e precipitada essa medida.

Já não basta a incapacidade do poder público em gerir seus corpos estáveis e, por isso mesmo entrega-los à coordenação de Oscip's, e agora ainda alegar cortes no orçamento.

Infelizmente, só posso admitir que, a coisa "cheira" muito mais a falta de vontade política da equipe do governador para com a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, até porque, sem qualquer demérito a qualquer outro grupo, mas se corpos estáveis tivessem mesmo que ser extinto, outros mais novos, criados mais recentemente o poderiam ser, e com isso não quero dizer que o tenham que ser, mais apenas para uma questão de análise.

A maneira como a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo vem sendo tratada pela Secretaria da Cultura, hà algum tempo, já preconizava esse melancólico fim.

Primeiro os cortes no orçamento da BSESP, foram sendo feitos em "doses homeopáticas". Em algumas etapas foram reduzindo seu quadro, e mesmo com a redução dos músicos, o grupo foi se adaptando e se superando através da competência e excelência dos seus profissionais, porém agora, mais uma redução descaracterizaria completamente a sua formação.

Outro ponto a se registrar também, foi quando da última troca de Direção artística e regência, quando optou-se por uma solução caseira, novamente a competência e capacidade de superação, fez de um dos músicos garimpados no próprio grupo, o então trombonista, hoje Maestro Marcos Sadao Shirakawa, um dos regentes mais conceituados da nação, uma verdadeira revelação que merece aplausos e registro de gratidão, tendo sido o Maestro Marcos Sadao ter seu nome indicado e referendado para outros renomados grupos do mesmo gênero.

Em que pese a capacidade de superação e competência do Maestro e do próprio grupo, a meu ver, já foi um golpe na corporação, considerando que temos outros grupos, inclusive com maestros pagos a "peso de ouro", com salários milionários, vindos do exterior, cuja importância financeira já seria o suficiente para manter com sobra a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, em pleno funcionamento.  Com tantos maestros capacitados em solo brasileiro, porque o Governo do Estado não abre mão desse "luxo", ou melhor, ostentação desnecessária, em favor de um patrimônio cultural do nosso povo, e de um competente e excelente naipe de músicos nacionais?

Será que o competente governador Geraldo Alckimin não sabe que a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo é uma referência nacional e mundial no gênero? Que no Brasil, só se ouviu falar do gênero banda sinfônica, a partir da BSESP? Que muitas bandas marciais, musicais, de igrejas e até mesmo militares foram influenciadas pela BSESP, tendo seus quadros reciclados e revigorados a partir dos MasterClass realizados pelos músicos da BSESP?

Como pastor titular, sei bem a contribuição que esses músicos tem gerado para a influência e formação de novos músicos nas igrejas em todo o estado de São Paulo e no Brasil.

A retórica de que a BSESP não foi extinta das planilhas e ou dos catálogos da Secretaria de Cultura não conforta, porque a alma de um grupo cultural são os seus integrantes e os seus dirigentes, os quais uma vez dispensados e ou demitidos, caracterizam definitivamente a sua extinção, ou seja o "assassinato"do seu "DNA".

A extinção da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, é um verdadeiro ASSASSINATO CULTURAL, um GOLPE FATAL em um grupo de excelência musical, haja vista as manifestações de artistas do Brasil e do mundo, protestando contra essa maléfica atitude. Quem pesquisar a história BSESP, facilmente encontrará frases como: excelência de qualidade, fábrica de música, fábrica de som, vanguarda em execução de arranjos contemporâneos, etc...

Muitas coisas ainda podem serem feitas para que isso não venha se concretizar, algumas aqui já sugeridas, remanejamento de verbas do orçamento, melhor distribuição da verba da pasta da cultura dentro dos próprios grupos, sem privilégios setorizados que comprometam a solução de continuidade da BSESP, e até mesmo o poder público usando a sua influência para buscar parcerias privadas, enfim, muitas outras opções que antecedem a extinção da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo.

Até que se prove o contrário, isso mais parece o interesse escuso de alguém que se interessa pelo fim de um grupo que pessoalmente não aprecia, em favor de seus interesses preferenciais, o que é lamentável.

Estão assassinando a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, isso ficará na conta e na história do Governador Geraldo Alckimin. Avisem a ele.

#somostodosbandasinfônica

Pr. Carlos Roberto Silva
  • Músico,
  • Maestro
  • Pastor Presidente da Assembleia de Deus Ministério de Cubatão
  • Membro da Diretoria da UNIPEC - Conselho de Pastores de Cubatão
  • Presidente da COMADESPE - (2.000 pastores filiados)
  • Secretário do Conselho de Doutrina da CGADB - (80.000 filiados)
  • Articulista do Jornal MENSAGEIRO DA PAZ (Editora CPAD)
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