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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

"Nunca deixei de orar", diz pastor que saiu da prisão na Coreia de Norte


Recém-libertado de uma prisão da Coreia do Norte, Hyeon Soo Lim disse que no período que esteve detido sentiu Deus ainda mais próximo.


pastor Hyeon Soo Lim participou de um culto no último domingo (13), pela manhã na Igreja Presbiteriana Coreana da Luz, em Mississauga, Ontário (Canadá), apenas um dia depois de chegar ao país.

O líder cristão foi libertado de uma prisão norte-coreana na última quarta-feira (9), depois de passar mais de dois anos sendo submetido a trabalhos forçados. A pena do pastor era de prisão perpétua, porém ele acabou sendo absolvido das acusações.

"Estou feliz", disse Lim com um sorriso, acompanhando da reação dos fiéis eufóricos de sua igreja e uma grande quantidade de jornalistas que o aguardavam à porta na igreja, que ele mesmo fundou.

Acusado de conspirar para derrubar o regime dominante da Coreia do Norte, Lim foi condenado à prisão perpétua em 2015. O pastor havia viajado para a Coreia do Norte mais de cem vezes para atuar em programas humanitários. Sua libertação ocorreu depois que uma delegação canadense viajou para Pyongyang no início da semana passada para negociar sua libertação. Lim, que foi libertado na quarta-feira, chegou ao Canadá no sábado.

"Estou tão agradecido por ter Deus me permitido estar com todos vocês aqui hoje", disse Lim à sua congregação em coreano.

Lim agradeceu ao primeiro-ministro do Canadá e sua equipe por ajudarem a garantir sua liberação, bem como aqueles que oraram por ele.

"Ainda é como um sonho", disse ele sobre sua liberdade. "Verdadeiramente, isso é tudo pela graça de Deus".

Em seu discurso, Lim falou de "dias de solidão irresistível".

"Era difícil ver quando e como a prova terminaria completamente", disse ele. "Mas esse isolamento também me deu a oportunidade de passar um longo período a sós com Deus".

Forçado a trabalhar em um campo de trabalhos pesados, Lim descreveu como era desgastante ter de cavar buracos na terra congelada.

"Minha parte superior do corpo suava; mas meus dedos das mãos e dos pés estavam congelando", disse ele.

Na primavera e no verão, ele disse que trabalhava oito horas por dia, mas o peso das atividades e as condições precárias em que vivia o levaram a ser sido hospitalizado quatro vezes. Apesar das dificuldades ele encontrou descanso na leitura, sobretudo da Palavra de Deus.

"Eu adorei a Deus sozinho, por 130 domingos", disse ele. "Mesmo durante os trabalhos forçados, não parei de orar".

Lim disse que foi sua fé que lhe permitiu superar seu desespero e o tratamento violento que recebeu na Coreia do Norte.

"Eu aprendi a aceitar completamente tudo isso como uma forma de amor e disciplina de Deus para me fortalecer", disse ele. "Pelo tempo perfeito e soberano de Deus, fui libertado, voltei para casa e estou aqui com vocês, hoje".

Fonte: Guiame

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Universidade brasileira abre centro que questiona a evolução


Mackenzie de SP inaugura Núcleo de Ciência, Fé e Sociedade


A Universidade Presbiteriana Mackenzie, é uma das mais tradicionais de São Paulo. Ela acaba de inaugurar um núcleo de ciência, fé e sociedade. Entre seus objetivos declarados estão a realização de pesquisas sobre a chamada teoria do Design Inteligente (DI).
Devido à parceria entre a universidade brasileira e o Discovery Institute, nos EUA, o novo centro foi batizado de Núcleo Discovery-Mackenzie. A instituição americana está entre os principais promotores da causa do DI e vem tentando ver essa perspectiva ensinada em escolas públicas em paralelo com a teoria da evolução.
Para os defensores do DI, os seres vivos são tão complexos que suas estruturas – ao menos parte – foram projetadas por algum tipo de inteligência. Contudo, a maioria dos tribunais dos EUA consideram que seus pressupostos são muito semelhantes ao criacionismo bíblico. Portanto, ensinar DI violaria a laicidade do Estado.
O teólogo e pastor presbiteriano Davi Charles Gomes, chanceler do Mackenzie, destaca que “Nossa instituição é confessional, o que significa que ela tem uma visão segundo a qual o mundo tem um significado transcendente. E não existe ciência que, no fundo, não reflita também sobre coisas transcendentes.”

Complexidade irredutível


“Complexidade irredutível” é um dos termos comumente usados pelos defensores do DI. O termo costuma ser aplicado a estruturas biológicas que, em geral, têm escala celular ou molecular e apresentariam organização tão intrincada que não poderiam ter surgido de forma gradual e não guiada, contrariando, portanto, o que diz a teoria da evolução.
O químico Marcos Eberlin, pesquisador da Unicamp, coordenará o núcleo recém-inaugurado. Ele é presidente executivo da Sociedade Brasileira do Design Inteligente.
Eberlin explica que o objetivo é promover a “avaliação crítica das duas possibilidades” (teoria da evolução e DI). Esse debate, reclama, é barrado pela maior parte da comunidade científica.
“O problema é que a academia fechou a questão e não abre brecha para nenhum debate: só existe matéria, energia e espaço no Universo e acabou. Não é assim, os debates é que tornam a ciência divertida”, sublinha.
O professor faz a ressalva que, embora muitos de seus membros sejam evangélicos, o movimento não impõe uma linha religiosa ou filosófica única. “Tem gente que acha que o design vem dos ETs, outros falam de um Grande Arquiteto do Universo, como os maçons, ou um espírito evoluído, como os espíritas”, justifica.
Com informações Folha

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Após aceitar casamento gay, Presbiteriana dos EUA sofre queda de membros e igrejas


O número de congregações filiadas à Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos (PCUSA)caiu consideravelmente, depois que a denominação passou a reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
No início do mês, a PCUSA relatou que obtinha 9.829 igrejas em 2014, sendo que, em 2013, eram 10.038. Do número de igrejas que não fazem mais parte da Presbiteriana, 110 se desfizeram e outras 101 foram para outras denominações. Por outro lado, a igreja aderiu 15 novas congregações organizadas.
A denominação também perdeu membros. Em 2014, a PCUSA marcou cerca de 1.6 milhões de fiéis, sendo que em 2013 o número era maior, com 1,7 milhões.
Em um comunicado divulgado na semana passada, o Reverendo Gradye Parsons afirmou que os números eram apenas indicadores de vitalidade. "As estatísticas e os números de adesão da igreja contam uma história, mas não revela toda a PCUSA está impactando o mundo", disse Parsons. "Deus continua insuflando nova vida na obra e nos desafia a encontrar maneiras criativas de tocar e transformar vidas."
Parsons também observou que das igrejas que se desfizeram, cerca de 42% tinham entre 150 e 600 membros, mostrando que, em geral "a denominação está se instalando em algo novo que Deus está criando."
Queda recorrente
Ao longo dos últimos anos, PCUSA sofreu vem sofrendo declínio no número de igrejas afiliadas. De acordo com o Conselho Geral da PCUSA, em 2000, a denominação tinha mais de 2,5 milhões de membros - quase um milhão de pessoas a mais do que em 2014.
Em 2011, a denominação experimentou uma perda de 63.804 membros e 96 igrejas durante o ano.
Como forma de estimular a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos (PCUSA) a se arrepender de sua apostasia, a Iniciativa Nacional das Igrejas Negras (NBCI), que representa 34 mil igrejas de 15 denominações, declarou o rompimento de seus laços com aPCUSA no final de março, depois que alterou a sua constituição e aprovou o casamento homossexual.
"A manipulação da PCUSA representa um pecado universal contra toda a Igreja e seus membros. Com essa ação, a PCUSA não pode mais basear seus ensinamentos em 2 mil anos de escrituras e tradição cristã, e ainda se chamar de entidade cristã no corpo de Cristo. Ela abandonou o seu direito por este único ato errado", disse o presidente da NBCI, Reverendo Anthony Evans.
Fonte: Guia-me / com informações de The Christian Post - via - CPADNews

quarta-feira, 25 de março de 2015

Presbiteriana americana (PCUSA) já perdeu 10.000 Igrejas por causa do casamento gay




Homossexualismo - Presbiteriana americana liberou casamento gay, mas perdeu 10.000 Igrejas


A IPB - Igreja Presbiteriana do Brasil publicou em seu site oficial, artigo do Rev. Augustus Nicodemus, Vice Presidente do Supremo Concílio da denominação, deixando clara a separação que existe entre Igreja Presbiteriana brasileira e a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos (PCUSA).

O artigo versa sôbre o viés do liberalismo teológico assumido pela Igreja americana, bem como os passos que deram até chegar nesse ponto, trilhando pelo relativismo na crença da atualidade dos textos sagrados.

Em um dos trechos diz o autor:

"A decisão de aceitar casamento gay como sendo cristão é o resultado da fermentação de vários conceitos e pressupostos que ao longo do tempo foram lentamente sendo introduzidos na alma da denominação, formando irreversivelmente a sua maneira de pensar e de agir."

Augustus Nicodemus revela ainda que, a maioria da liderança é vencedora nessa questão, porém não contam com a unanimidade.

Veja o que ele diz:

"Existe uma brava minoria dentro da PCUSA que, de longa data, tem lutado contra a introdução desses conceitos. Agora, assiste com tristeza a derrota bater à sua porta. Desde que a PCUSA aceitou o homossexualismo, mais de 10.000 igrejas já saíram dela. Esta que já foi a maior denominação presbiteriana do mundo hoje está reduzida a 1,8 milhões de membros. E este número cai mais a cada ano."

Leia a matéria completa no site da IPB

sexta-feira, 20 de março de 2015

Igreja Presbiteriana dos EUA aprova o casamento gay - IPB mantém-se com a Bíblia


A Igreja Presbiteriana nos Estados Unidos passou a reconhecer a união entre duas pessoas do mesmo sexo como casamento entre os seus membros. A denominação, que tem aproximadamente dois milhões de fiéis apenas nos EUA, anunciou a mudança no texto de sua constituição após a maioria dos 171 órgãos regionais terem se manifestado a favor do casamento gay.

A notícia tem gerado um debate, protagonizado por aqueles que defendem a ideia como forma de legalizar o que já acontece na realidade, contra os que apontam a Bíblia como razão para continuar reprovando a homossexualidade.

A IPB - Igreja Presbiteriana do Brasil, de acordo publicado pelo Rev. Augustus Nicodemus, Vice Presidente do Supremo Concílio, em seu blog O tempora, O Mores, é conservadora, mantenedora da doutrina reformada, e mantém o conceito da inerrância das Escrituras, motivo pelo qual declara que a IPB - Igreja Presbiteriana do Brasil, não tem qualquer relacionamento com a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos (PECUSA), a qual é considerada uma "igreja" liberal e apóstata, que está apenas legalizando o que seus pastores já faziam de maneira informal.

Leia mais detalhes em:

A APOSTASIA CRESCENTE DA PCUSA


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