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domingo, 26 de fevereiro de 2023

A polêmica de se pregar ou não contra o homossexualidade - Uma análise



Pode-se ou não pregar contra o pecado do homossexualidade?



Desde a pregação do pastor norte americano David Eldridge, no Congresso da UMADEB que aconteceu durante os feriados do carnaval em Brasília, quando o mesmo foi enfático em dizer à luz das Sagradas Escrituras que, “quem comete pecado tem reserva no inferno”, tendo inclusive citado entre alguns desses pecados, a prática do homossexualismo imediatamente as críticas surgiram, inclusive com denúncias em Delegacia de Polícia e junto ao Ministério Público, contra o referido pastor, por ter cometido, segundo seus acusadores “homofobia e discurso de ódio” em sua pregação.

Toda essa movimentação, à luz da Palavra de Deus e também da nossa legislação, não passa do uso de retórica para intimidar aqueles que prezam por um modo de viver conservador e ortodoxo, e contra os pregadores do evangelho que ainda prezam pela manutenção da doutrina e as verdades bíblicas sobre a eternidade. (2 Timóteo 3:14-17).

A Bíblia é bem clara, senão vejamos:

"Com varão te não deitarás, como se fosse mulher: abominação é"; - Levítico 18:22

"Quando também um homem se deitar com outro homem como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue é sobre eles". -Levítico 20:13

"Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro". - Romanos 1:26,27

"Não sabeis que os injustos não hão de herdar o Reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus". -1 Coríntios 6:9,10

"Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela usa legitimamente, sabendo isto: que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreligiosos, para os parricidas e matricidas, para os homicidas, para os fornicadores, para os sodomitas, para os roubadores de homens, para os mentirosos, para os perjuros e para o que for contrário à sã doutrina", - 1 Timóteo 1:8-10

Se a Bíblia for atualizada para se moldar aos pecados da humanidade, como já hà quem defenda essa aberração, todo o arcabouço doutrinário da nossa fé cristã estará e jogo e em ruínas. Quem muda algo hoje, poderá mudar qualquer coisa, de acordo com as conveniências do momento e dos costumes dos homens, abandonando-se totalmente a inspiração divina das Escrituras Sagradas.

A pergunta que não quer calar e está servindo de intimidação aos pregadores é a seguinte:

Pode-se ou não pregar contra o homossexualismo?

Ora, se a Bíblia Sagrada é clara e a laicidade do estado é uma realidade, em outras palavras, o estado não pode se intrometer, muito menos obstacular o exercício das religiões, cabe uma análise do fato, e aqui quero transcrever abaixo o pensamento do professor e também pastor Izaldil Tavares:

INSERÇÃO CORRETA DO DISCURSO RELIGIOSO.

Enquanto vigorar o reconhecimento público da liberdade religiosa, é largamente sabido que se respeitará a condição do "homo religiosus": um indivíduo a quem não se pode negar a opção pela religiosidade, independentemente de qual seja o seu ponto de vista metafísico.

A parcela religiosa da sociedade, mormente a cristã, defende o ponto de vista bíblico de que a alma é imortal; desse modo, a existência é transcendente, ou seja, argumenta-se que há vida humana depois da morte física.

O homem, então, tem uma vida neste mundo material, terreno, e tem uma vida eterna, no mundo espiritual, após a sua indiscutível partida desta existência.

Assim sendo,  qualquer manifestação que se refira, "exclusivamente", ao âmbito espiritual, sem interferência neste convívio secular, é uma atividade religiosa, e assim deve ser vista: como a discussão de algo alheio à vida física, mas, pertinente à vida imaterial.

Portanto, transformar-se um ponto de vista metafísico em natural, como matéria  para defesa de programa político e partidário é apelo ao argumento "ad hominem".

A boa oposição só  pode  realizar-se no campo das ideias, jamais poderá ter cor de  perseguição, elaborada pela má fé, que  se esconde na opção pela ignorância de que tal discurso não objetive o  aspecto natural, mas, o transcendental; logo, respeitável.

O discurso feito pelo  pastor americano, David Eldridge tratou o tema do seu sermão - o que é  próprio - na área da transcendência; não abordou aspectos da vida social terrena, logo, sua pregação não tem teor de violência contra pessoas; ele defende um ponto de vista de como os seres humanos enfrentarão o "post mortem". O resto é, claramente, a construção de narrativa persecutória. (Por Izaldil Tavares)

Já nosso irmão Jeiel Costa, estudioso e conhecedor da matéria, também escreveu:

A Constituição Federal, o STF, o pastor americano e a igreja. 

Uma coisa é o exercício do direito à liberdade de expressão (Art. 5º, IV da CF/88) para disseminar o ódio e outra coisa é o exercício da liberdade religiosa (Art. 5º, VI da CF/88) para expressar uma regra bíblica (distinction).

O pastor americano em nenhum momento exerceu sua liberdade de expressão para incitar seus ouvintes a bater, odiar e discriminar quaisquer pessoas por sua orientação sexual ou em razão de sua identidade de gênero, mas, exerceu sua liberdade religiosa para dizer uma regra disposta nas escrituras sagradas.

O Supremo Tribunal Federal já se manifestou sobre o assunto na Ação Direta de Inconstitucionalidade n° 26 do DF, de relatoria do Eminente Ministro Celso de Melo, nos seguintes termos: “A repressão penal à prática da homotransfobia não alcança nem restringe ou limita o exercício da liberdade religiosa, a cujos fiéis e ministros (sacerdotes, pastores, rabinos, mulás ou clérigos muçulmanos e líderes ou celebrantes das religiões afro-brasileiras, entre outros) é assegurado o direito de pregar e de divulgar, livremente, pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, o seu pensamento e de externar suas convicções de acordo com o que se contiver em seus livros e códigos sagrados, bem assim o de ensinar segundo sua orientação doutrinária e/ou teológica, podendo buscar e conquistar prosélitos e praticar os atos de culto e respectiva liturgia, independentemente do espaço, público ou privado, de sua atuação individual ou coletiva, desde que tais manifestações não configurem discurso de ódio, assim entendidas aquelas exteriorizações que incitem a discriminação, a hostilidade ou a violência contra pessoas em razão de sua orientação sexual ou de sua identidade de gênero.” 

Registre-se que nós, os evangélicos, somos absolutamente contra quaisquer formas de discriminação, ódio e violência contra o movimento LGBTQIA+, mas assim como os homossexuais têm o direito não só de expressar suas opiniões, mas também de viver conforme suas convicções de forma privada ou de manifestar seu estilo de vida publicamente, nós, também, temos o direito de expressar o que a bíblia diz sobre determinada conduta.

Desse modo, cabe a nós exercermos nossa liberdade religiosa para cumprirmos nossa missão de pregar o evangelho (Mc 16.15), seja propagando as boas novas de salvação ou denunciando condutas repudiadas pelas sagradas escrituras, não obstante que esta tarefa seja desempenhada sempre em amor e com compaixão (1 Co 16.14), tendo em vista que nossa missão é a de apenas pregar, mas a missão maior, a de convencer, é do Espírito Santo! - (Por Jeiel Costa)

Enfim, entende-se por homofobia, a prática do constrangimento ilegal, o deboche, o impedimento do direito de ir e vir, a agressão física ou aquilo que coloque em risco a vida, e outras atrocidades contra os homossexuais e a bem da verdade contra qualquer pessoa.

Os homossexuais podem e tem liberdade de adentrar os templos, ouvir a palavra, respeitar os demais presentes, assim como devem serem respeitados, no entanto, não teem o direito de interferir e exigir adaptação da nossa regra de fé e prática, constante na Bíblia Sagrada.

Se os homossexuais não acreditam no que pregamos, é um direito deles, porém não podem interferir em nossa mensagem. 

"E disse-lhes Jesus: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado". - Marcos 16:15,16

O termo "toda criatura" está claro, e inclui os homossexuais, os que crerem serão transformados e salvos, agora, aqueles que decidirem por "não crer", correm o risco da condenação eterna por sua própria conta e risco, como todos aqueles que cometem qualquer outro tipo de pecado.

Jamais ouvi falar de mentirosos, beberrões, matadores ou adúlteros processarem igrejas e ou pastores por "discurso de ódio", por pregarem que quem comete tais coisas vão para o inferno.

O que creem são mudados, os que não creem continuam na sua prática e arriscam a vida eterna, portanto,  não há necessidade de brigas, demandas judiciais ou contendas por isso.

Simples assim!

terça-feira, 24 de janeiro de 2023

Cristão ex-gay é processado por compartilhar seu testemunho nas redes sociais


Expor publicamente sobre a transformação de vida através de Cristo fez com que Grech fosse intimado por policiais.


Matthew Grech, de 33 anos, faz parte da equipe do Core Issues Trust — organização de apoio a adultos com 'confusão de gênero' que desejam seguir os caminhos de Cristo.

No dia 3 de fevereiro, Grech vai enfrentar um julgamento no Tribunal de Magistrados em Valletta, capital de Malta, por ter compartilhado seu testemunho como ex-gay e publicado nas redes sociais.

Ele contou sua história desde a infância e explicou como se sentia confuso em relação à sexualidade. Depois, detalhou sobre seus relacionamentos homossexuais na vida adulta e, finalmente, como se tornou cristão.

Expor sobre sua transformação de vida, porém, lhe causou um transtorno. Grech diz que ficou chocado quando a polícia o chamou do nada para interrogá-lo sobre o assunto.

'Atacado pelo movimento dos direitos gays'

Ser ex-gay é um termo protegido pela lei de direitos humanos e, mesmo assim, Grech foi intimado pela polícia, que mais tarde apresentou queixa criminal contra ele por supostamente anunciar "práticas de conversão" — o que é crime de acordo com a legislação maltesa.

Se condenado, Grech pode enfrentar 5 meses de prisão e ainda ser multado em 5.000 euros (equivalente a 28 mil reais).

De acordo com o Christian Concern — organização cristã que monitora a perseguição religiosa — entende-se que os dois apresentadores do programa (no qual Grech deu seu testemunho) também estão enfrentando acusações criminais.

Acredita-se que o caso seja o primeiro em que alguém enfrenta acusações dessa natureza. Grech disse que está sendo atacado de forma agressiva por membros do Movimento dos Direitos dos Gays de Malta, que acreditam que as crenças cristãs sobre o casamento e a identidade humana, e qualquer debate sobre estilos de vida LGBT, devem ser tratados como ofensa criminal.

'Homossexualidade não é identidade, nem sentimento'

Grech disse que não concorda com o termo 'terapia de conversão' e disse que quanto mais se aprofundou em sua fé, mais compreendeu que estava vivendo um estilo de vida errado aos olhos de Deus.

"Entendi que na Bíblia, a homossexualidade não é uma identidade como dizem nos dias de hoje. E também não é um sentimento, mas uma prática", afirmou.

"Isso significa que não importa quais sentimentos sexuais um homem ou uma mulher esteja experimentando, se eles tiverem relações sexuais com uma pessoa do mesmo sexo, eles cometem o ato homossexual aos olhos de Deus, e isso é pecado", continuou.

"Assim como qualquer outro pecado, a pessoa pode se arrepender dele e pedir perdão a Deus e pedir a Ele forças para vencer. Estou falando aqui de uma perspectiva cristã", esclareceu.

Em nenhum momento durante o programa, Grech convidou qualquer ouvinte para fazer terapia ou encorajou alguém a obter ajuda para a atração indesejada pelo mesmo sexo.

'O que acontece em Malta é de importância internacional'

Malta se tornou o primeiro país da União Europeia a proibir o que os lobbies LGBT descrevem como "terapia de conversão" em 2016. Sendo assim, o que acontece por lá é de importância internacional.

Um efeito cascata se seguiu com outras nações, como o Reino Unido e a Austrália, usando a legislação maltesa original como um modelo para proibições semelhantes.

O lobby LGBT, no entanto, tem lutado para definir o que é o termo "terapia de conversão", mas nenhuma evidência foi fornecida para justificar as proibições, em vez disso, a campanha agressiva visa criminalizar as crenças cristãs sobre a sexualidade humana e silenciar qualquer oposição.

Desde que enfrentou a acusação, Grech alertou que "algo semelhante, em breve, acontecerá no Reino Unido e em outros países do mundo".

Ativistas argumentam que será um precursor do impacto que a proibição da "terapia de conversão" do governo do Reino Unido, anunciada nesta semana , terá sobre a liberdade de religião, expressão e pensamento.

Direito à liberdade de expressão

De acordo com os advogados de defesa, o direito de expressão de Grech está sendo violado e deveria ser garantido pela Constituição do país.

"Ele tem todo o direito de compartilhar e expressar livremente sua história e opiniões sobre assuntos sobre atração sexual. Ele não deveria ser acusado criminalmente, julgado e publicamente envergonhado por ter feito isso", conforme o Christian Concern.

Em relação à alegação feita pela polícia de que ele havia falado sobre "práticas de conversão", os advogados dizem que, em nenhum momento de sua entrevista, Grech induziu os telespectadores e ouvintes a um terapeuta ou entidade de aconselhamento.

"Compartilhar seu próprio testemunho não foi apenas uma expressão de seus próprios pensamentos e pontos de vista sobre o assunto, mas também uma manifestação de suas crenças cristãs, que ele respeitosamente compartilhou com todos", resumiram os advogados.

'Não quero que as pessoas acreditem que nasci gay e não posso mudar'

"Estou empenhado em continuar compartilhando meu testemunho porque não quero que outros homens e mulheres passem pelo que passei na infância e adolescência. Não quero que sejam vítimas de sensações sexuais indesejadas", enfatizou Grech.

"Não quero que percam o lado bíblico da história sobre sexualidade e casamento. Não quero que as pessoas acreditem que 'nasci gay e não posso mudar'. Não posso permitir que isso continue sendo algo incontestável", continuou.

"Se não agirmos agora, mais países vão impor tais proibições como se fossem uma nobre causa de caridade que está salvando vidas e trabalhando para o bem comum, quando estão agindo como tirânicos", alertou.

"A proibição da 'terapia de conversão' está criando um efeito dominó ideológico. Os lobbies e os movimentos pelos direitos dos homossexuais por trás deles adotam um único ponto de vista moral em torno da sexualidade humana e o impõem a toda a população", disse ainda.

"Isso causa confusão jurídica e desencoraja os jornalistas de explorar o outro lado da história", acrescentou.

"Muitos de nós no ministério Ex-LGBT estamos experimentando um crescente silenciamento da imprensa e da mídia em geral, e estamos percebendo uma diminuição do interesse público na exploração da realidade 'Ex-LGBT', que acreditamos ser impulsionada pela intimidação e pelo medo que essas proibições estão criando", concluiu.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Concern via Folha Gospel

terça-feira, 25 de outubro de 2022

Confeiteira cristã que se recusou a fazer bolo para casamento gay vence na Justiça


Depois de cinco longos anos, Cathy Miller venceu a causa, mas o advogado lamentou que o Estado tenha questionado sua fé.


A cristã Cathy Miller, proprietária da Tastries Bakery — uma confeitaria que fica em Bakersfield, na Califórnia — esteve envolvida numa ação legal quando se recusou a fazer um bolo de casamento para um casal de lésbicas.

Na ocasião, ela recomendou às duas mulheres que procurassem outra confeitaria e esclareceu sobre seus valores cristãos, afirmando que para ela o casamento deveria acontecer somente entre um homem e uma mulher.

Eileen e Mireya, no entanto, se sentiram "discriminadas" por causa de sua orientação sexual, e abriram um processo contra Cathy, em 2017, dizendo que ela estava "violando a Lei de Direitos Civis de Unruh".

Em defesa da fé

Depois de "longos cinco anos", um juiz do tribunal decidiu que "Cathy teve como única motivação agir de forma consistente com suas sinceras crenças cristãs sobre o que a Bíblia ensina sobre o casamento", escreveu o juiz do condado de Kern, Eric Bradshaw, no veredicto.

"Espero que em nossa comunidade possamos crescer juntos para entender que não devemos pressionar nenhuma agenda contra mais ninguém" disse Cathy.

Ainda de acordo com o juiz, conforme o Christian Post: "A motivação de Cathy não foi irracional ou arbitrária, nem enfatizou diferenças irrelevantes ou perpetuou estereótipos", ele acrescentou.

Assediada por advogados da oposição

Através das redes sociais da confeitaria, Cathy agradeceu a todos os que oraram e a apoiaram durante esse período difícil. A Thomas More Society, que ajudou a confeiteira no processo, se referiu ao final do caso como "uma vitória da Primeira Emenda".

"Há uma certa ironia nisso, que uma lei destinada a proteger os indivíduos da discriminação religiosa foi usada para discriminar Cathy por suas crenças religiosas", disse Paul Jonna, conselheiro especial do escritório de advocacia.

"Cathy acredita na Bíblia", observou Jonna, dizendo que a profissional foi "assediada por advogados da oposição por sua adesão aos seus ensinamentos".

'O Estado questionou suas crenças'

Em fevereiro, o procurador do Estado Gregory Mann perguntou a Cathy: "Você tenta seguir tudo o que a Bíblia diz?". E ela respondeu: "Eu faço o meu melhor. Sou uma pecadora, mas faço o meu melhor".

O procurador então a provocou: "Você segue as práticas alimentares do Antigo Testamento em termos de não comer porcos ou frutos do mar?".

Jonna criticou a atitude do procurador, dizendo que o Estado questionou a sinceridade da fé de Cathy: "O fato de terem questionado suas crenças é tão perturbador quanto discutir sobre seu status como artista".

Por outro lado, as duas lésbicas apontaram a decisão do juiz como "decepcionante" e retrucaram: "Antecipamos que nosso apelo terá um resultado diferente".

Ditadura LGBT

Quando Eileen Del Rio, uma das reclamantes, escreveu sobre o incidente no Facebook em 2017, gerou uma enxurrada de críticas contra Cathy, tanto que ela teve que fechar temporariamente o site e a página da Tastries Bakery.

A Justiça chegou a pedir ao tribunal para emitir uma ordem de restrição contra a confeiteira e seu comércio, na tentativa de forçá-la a fazer bolos para casamentos gays, caso contrário não poderia mais continuar trabalhando.

"Minha consciência não permite que eu participe de certas atividades contrárias às minhas crenças bíblicas. Oro para que todos possamos chegar a um entendimento e que haja condições de nos darmos bem", explicou Cathy na época.

Fonte: Guia-me via Folha Gospel

sexta-feira, 9 de setembro de 2022

Desenho infantil ‘Peppa Pig’ apresenta primeiro casal gay


O episódio, em que personagem apresenta suas duas 'mamães', foi exibido no Reino Unido.


Série de desenho infantil mundialmente conhecida, 'Peppa Pig' apresentou um casal homoafetivo, o primeiro a aparecer no programa infantil em seus 18 anos de exibição.

Intitulado 'Families', o episódio foi exibido no Channel 5 no Reino Unido, quando a personagem Peppa Pig conheceu as mães de Penny Polar Bear.

"Eu moro com minha mamãe e com minha outra mamãe. Uma mamãe é médica e outra mamãe cozinha espaguete", explicou Penny Polar Bear, enquanto desenhava um retrato da família.

A atração infantil Peppa Pig foi criada pelos animadores britânicos Mark Baker e Neville Astley, e está no ar desde 2004.

Petição a favor

O novo episódio foi exibido após uma petição com mais de 24 mil assinaturas, feita há dois anos, reivindicar a criação de uma “família de pais do mesmo sexo em Peppa Pig.

"As crianças que assistem Peppa Pig estão em uma idade influenciável", escreveram os criadores da petição. "Excluir famílias do mesmo sexo vai ensiná-las que apenas famílias com um pai ou mãe ou dois pais de sexos diferentes são normais."

O diretor de comunicações e assuntos externos da organização de direitos LGBT Stonewall, Robbie de Santos, disse que ver uma família homoafetiva na cidade fictícia de Peppatown foi "fantástico".

"Muitos daqueles que assistem ao programa têm duas mães ou dois pais. Será muito significativo para esses pais e filhos que suas experiências sejam representadas em um programa infantil tão icônico", disse Santos à BBC.

Mundo infantil

Outros programas infantis populares que incluíram relacionamentos LGBT em seus episódios incluem Hora de Aventura e Steven Universo — ambos americanos, mas voltados para o público com mais de 10 anos de idade.

Após a exibição do episódio de Peppa Pig com a inserção da agenda identitária, os usuários do Twitter debateram sobre a família de Penny Polar Bear.

"Lésbicas em Peppa Pig… os shows infantis não podem ser apenas para crianças?", um homem escreveu.

"Bem, quer saber? Meus filhos viram o primeiro casal homossexual em Peppa Pig e o mundo não acabou", discordou outro.

Fonte: Guia-me com informações da BBC via Folha Gospel

sábado, 9 de julho de 2022

Versão gay do Homem-Aranha provoca indignação nos fãs


A transformação do super herói faz parte dos planos da Disney em seguir uma agenda LGBT.

Com lançamento previsto para setembro, a Marvel Entertainment — que foi comprada pela Walt Disney Company, em 2009 — vai apresentar o “Homem-Aranha Gay” em quadrinhos.

Em breve, o “Web-Weaver” — uma versão do universo alternativo do Homem-Aranha — terá sua edição “Edge of Spider-Verse #5.

As notícias da nova versão do super-herói foram compartilhadas, pela primeira vez, no Twitter do escritor da Marwel, Steve Foxe. Porém, sua conta passou a ser privada desde então.

Algo que percebi, imediatamente, ao conceber o Web-Weaver é que ele não pode — e não deve — representar TODOS os homens gays. Nenhum personagem pode. Sua identidade feminina destemida é central para quem ele é”, disse Foxe num tweet posterior ao seu anúncio, conforme o Daily Wire.

Críticas dos fãs da Marvel

Cara, por que você tem que arruinar o Homem-Aranha?”, perguntou um usuário do Twitter, referindo-se ao mentor da Marvel, Stan Lee, que anunciou em 2015 que queria que o herói da web continuasse sendo branco e heterossexual.

Lee, que faleceu em 2018, falava em preservar o alter ego do Homem-Aranha — Peter Parker.

A resposta de Lee, sempre que falavam em alterações, era firme: “Eu não me importaria se Peter Parker fosse negro, latino ou índio. Mas, originalmente, nós criamos ele branco. Não vejo razão para mudar isso”.

Sobre a atual mudança no gênero do Homem-Aranha, o ator Eric July apontou como “desnecessária”.

Disney foi longe demais

O pastor Franklin Graham disse que “a Disney foi longe demais” em seu apoio à agenda LGBT.

Os ativistas LGBT estão usando as empresas para forçar sua agenda ao público; e as empresas podem começar a reavaliar o que estão permitindo que aconteça”, disse o pastor ao lamentar o “fracasso moral da Disney”.

A transformação do Homem-Aranha ocorre à medida em que a Disney investe cada vez mais na propagação de histórias LGBT, principalmente através de conteúdos voltados para crianças.

O exemplo mais recente foi a animação “Lightyear” — um dos personagens do Toy Story — que teve um beijo gay, após pressão da comunidade LGBT. O filme estreou nos cinemas no dia 17 de junho.

Outro exemplo é o filme de animação “Strange World” (Mundo Estranho) com lançamento previsto para novembro. Será o primeiro filme da Disney a apresentar um romance abertamente gay entre adolescentes.

Por conta de seu posicionamento, a Disney tem sido muito criticada. Em abril, houve um protesto organizado pelo músico Sean Feucht, em frente à sede da corporação, onde cristãos criticaram a agenda gay: “Passaram dos limites”.

Fonte: Guia-me com informações de Faithwire via Folha Gospel

quarta-feira, 6 de julho de 2022

Capelão anglicano denunciado ao programa de combate ao terrorismo por não ceder à doutrinação LGBT

Ele foi denunciado ao programa antiterrorismo do governo britânico como um extremista violento em potencial


Um capelão anglicano que foi demitido e denunciado a um programa antiterrorismo por pregar doutrina cristã sobre ética sexual durante um culto na capela, por estar alertando sobre as ideologias totalitárias em ação ativamente no Ocidente.

Em uma sessão de discussão na Cúpula Internacional de Liberdade Religiosa, um painel sobre "perseguição educada" – reunido pela The Heritage Foundation, uma instituição conservadora, descreveu como o aborto secular e ativistas de gênero estão destruindo as liberdades estimadas nos países que historicamente defenderam a liberdade religiosa. Muitas vezes, a perseguição religiosa é sancionada pelo Estado.

Esse chamado tipo de hostilidade educada é frequentemente experimentado por praticantes de religiões que aderem a visões mais tradicionais sobre a vida humana, o casamento e a realidade material do sexo biológico.

Em suas observações, o Rev. Bernard Randall contou como, há pouco mais de três anos, ele, como capelão ordenado, foi denunciado às autoridades e investigado como parte de uma investigação antiterrorismo do governo por defender a ética sexual cristã durante um culto na capela em uma escola da Igreja da Inglaterra.

A escola convidou a ativista LGBT Elly Barnes, fundadora da Educate & Celebrate, uma instituição de caridade educacional LGBT, para uma sessão de treinamento de funcionários para apresentar um novo currículo sob o pretexto de educação anti-bullying, disse ele, observando que ninguém se opõe à proteção dos alunos. No entanto, ele logo descobriu que havia aspectos desse treinamento que não eram sobre bullying, mas a doutrinação da ideologia LGBT. Foi tão longe que, a certa altura, os treinadores fizeram a equipe gritar sobre a necessidade de "esmagar a heteronormatividade".

"Isso é algo muito além de não intimidar as pessoas", disse Randall.

O grupo LGBT também ensinou aos funcionários que existem nove características protegidas pela lei britânica, entre elas "gênero" e "identidade de gênero". Mas isso não é verdade, enfatizou Randall, observando que o movimento trans coagiu o público a acreditar em tais alegações.

Como o objetivo do material curricular Educar e Celebrar é "incorporar gênero, identidade de gênero e orientação sexual na estrutura de sua organização", os alunos pediram a Randall que abordasse o assunto em um culto na capela.

Depois de fazer isso, ele foi sumariamente demitido da escola por má conduta grave e denunciado ao programa de combate ao terrorismo depois de dizer aos alunos, de 11 a 17 anos, que eles não eram obrigados a "aceitar uma ideologia da qual discordam". Ele também disse aos alunos que eles poderiam se decidir sobre identidade de gênero e sexualidade.

Randall acrescentou que os alunos podem optar por adotar o pensamento dos ativistas LGBT ou aderir à ética sexual cristã – que o casamento é apenas entre um homem e uma mulher e que o sexo está confinado a esse contexto. Mais importante ainda, ele aconselhou os alunos a mostrar respeito por aqueles que discordam.

"Fui convocado para o que só posso descrever como um interrogatório pela liderança sênior", disse ele. "Fui suspenso. E fui demitido por má conduta grave por fazer meu trabalho de acordo com a descrição do trabalho."

Randall também foi denunciado ao Serviços de Proteção Infantil e a um programa antiterrorismo do governo britânico como um extremista violento em potencial.

"Gostaria de pensar que sou um tipo razoavelmente moderado de sujeito", disse ele, reiterando como deixou em aberto a questão de acreditar nas reivindicações dos ativistas LGBT em seus comentários na capela.

Mas sua demissão e ser denunciado à força-tarefa antiterrorista do governo foi um momento revelador que mostra até que ponto a administração da escola chegou ao outro extremo.

Ele agora está processando a escola por discriminação religiosa, mas observou o quão surpreendente é que ele tenha que tomar uma ação legal contra uma instituição da Igreja da Inglaterra, por proclamar crenças cristãs em um sermão durante um culto na capela. Desde então, o Christian Legal Center o representa.

Falando da relevância da cimeira internacional sobre liberdade religiosa, o capelão anglicano salientou que a liberdade de religião inclui a liberdade da religião. A ideologia progressista marxista no trabalho funciona muito como uma religião e as pessoas deveriam estar livres disso se assim o desejarem.

"Se os países ocidentais não podem proteger seus próprios grupos religiosos da discriminação, não há absolutamente nenhuma razão para que possamos apontar o dedo para os outros países" que estão violando a liberdade religiosa, pois eles podem dizer ao Ocidente: "Você não está levando isso a sério, então por que deveríamos?" ele disse.

Quando perguntado pelo The Christian Post por que os ideólogos de gênero nem mesmo permitem um desacordo, Randall apontou para suas raízes filosóficas.

"Parece-me que se você olhar para as origens marxistas desse tipo de coisa, o que está acontecendo é que eles estão se opondo ao que consideram religião – o ópio das massas – esse tipo de falsa consciência, e que só temos que nos educar para a verdadeira consciência", disse ele.

"Mas qualquer um que diga 'Ah, não, estou muito feliz com minhas ideias religiosas, estou muito feliz com essa consciência que já tenho' é uma ameaça real a todo o conjunto de conceitos. Eles são uma ameaça à ideia de que o que todo mundo acredita é falso e os marxistas nos levarão a essa nova e maravilhosa utopia esclarecida".

"E eles não podem tolerar esse tipo de ameaça. É um sistema muito totalitário", acrescentou.

O que Randall experimentou três anos atrás na Inglaterra é o que ele e outros chamam de "totalitarismo brando", enquanto o que as pessoas sofrem na China é "totalitarismo duro".

"Mas a diferença entre eles não é tanto quanto gostaríamos de pensar", enfatizou.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

terça-feira, 28 de junho de 2022

Namorar um não cristão possui “implicações espirituais”, diz autora ex-homossexual

A autora cristã Jackie Hill Perry, conhecida por seu livro “Garota gay, bom Deus”, onde relata como deixou o estilo de vida homossexual para se tornar seguidora de Jesus Cristo, fez uma série de alertas aos cristãos que desejam ter um relacionamento amoroso, e que por isso acabam se expondo a certos riscos.

Perry, no caso, falou sobre o jugo desigual, que é quando alguém se relaciona com outra que não compartilha da mesma fé. Para os cristãos, então, esse tipo de relacionamento possui “implicações espirituais”, segundo a autora.

No início da minha fé cristã, eu sentia que, porque eu tinha acabado de sair da homossexualidade, eu deveria ficar com um cara para me tornar mais heterossexual”, disse Parry, explicando que  muitas vezes a busca por alguém é fruto da impaciência e, portanto, atitudes precipitadas.

Ela também apontou o fator emocional como agente influenciador. “Há também a parte da solidão”, contou ela. “Eu estava sempre conversando com alguém, eu sempre tinha alguém para enviar mensagens. Era desconfortável para mim vir a Jesus e apenas ficar sem ninguém para conversar.

O pecado sexual

Outro aspecto apontado por Parry como um pecado que traz implicações espirituais é o sexo antes do casamento, também conhecido como fornicação. A autora explica que é muito difícil resistir a essa prática com alguém que não possui o mesmo compromisso com a Palavra de Deus.

Se abster do pecado sexual nem mesmo faz sentido para alguém que não teve sua mente renovada. E eu não tenho tempo para convencê-lo sobre porquê Jesus é Senhor do seu corpo”, disse ela.

Casada com Preston Perry, o marido da autora também contou um pouco da sua experiência. “É perigoso quando você entra em um relacionamento em jugo desigual, porque isso vai criar um conjunto diferente de problemas. Porque quando for hora de orar, quando for hora de jejuar sobre algo sério, você vai querer estar com alguém que conhece Jesus”, disse ele.

Um pensamento comum por parte de quem se relaciona com um não crente é o da possível conversão. Acreditando poder levar a pessoa para Cristo, o cristão termina se arriscando a ser vítima do processo inverso.

É perigoso acreditar que Deus virá e os salvará. E se Ele não fizer isso no seu tempo, e se Ele não fizer nada, então você está preso a alguém que pode segurá-lo espiritualmente”, disse Preston no podcast do casal.

Por fim, Perry e o seu esposo concluem aconselhando os irmãos em cristo a terem a certeza de que Deus já preparou a pessoa certa para cada um, não havendo motivo para impaciência e atitudes precipitadas.

Deus tem alguém que Ele projetou de forma única que será perfeito para você. Mas na nossa falta de paciência, queremos namorar alguém que marque todos os requisitos, exceto seguir Jesus”, concluem.

Fonte: Gospel+

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Bruna Karla é criticada por Anitta e defendida por Cassiane


Cantora cristã pediu que a fé de Bruna Karla seja respeitada, enquanto Anitta questionou preceitos bíblicos

Artistas militantes da causa LGBT seguem praticando atos de intolerância religiosa contra Bruna Karla. A cantora cristã tem sido atacada por causa de uma declaração feita por ela no ano passado na qual disse que não cantaria no casamento de um amigo homossexual. Os ataques contra Bruna dessa vez partiram da cantora Anitta.

Em uma publicação no Twitter, Anitta escreveu: “Se você realmente acha que Deus ia mandar você odiar ou repudiar o seu irmão (porque é assim que todos se chamam nas religiões, né, irmãos, inclusive na minha. E também porque na teoria somos todos filhos de Deus, logo, irmãos) então você precisa ir pra um cantinho do pensamento rapidinho”.

Em outro tuíte, a cantora disse ter “pavor” da expressão “temer a Deus”, que aparece em inúmeros pontos da Bíblia, por entender que o verbo temer significaria “ter medo”. Anitta, no entanto, logo recebeu a resposta de internautas que lembraram que a palavra pode ter como outros significados como o respeito e a reverência.

Tenho pavor dessa expressão “temer a Deus”, temer não é ter medo? Eu vou ter medo de Deus porque se ele é bom? Então eu vou cumprir a Bíblia porque eu tenho medo de Deus e do que pode acontecer comigo caso eu não siga essas regras que tão me falando aqui? Ou eu vou fazer o que eu acredito que seja o caminho do bem – questionou.

Anitta criticou Bruna Karla Foto: Reprodução/Twitter

Por outro lado, artistas cristãos defenderam a declaração de Bruna Karla. A cantora Cassiane, por exemplo, disse saber do coração “em Deus e amoroso” que Bruna tem e do comprometimento que a cantora possui com a Palavra de Deus.

Não consigo enxergar onde foi que, em algum momento de seu ministério, a Bruna Karla (pregadora do Evangelho) deixou claro que apoia outro tipo de conduta que seja contrária ao que a Bíblia diz. Por favor, respeitem sua fé – declarou a cantora.

Cassiane defendeu Bruna Karla Foto: Reprodução/Instagram
Fonte: PLENO NEWS
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