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sexta-feira, 4 de agosto de 2023

O braço direito de Richard Dawkins, anteriormente ateu, aceita a Jesus Cristo





O ex-braço direito de Richard Dawkins, Josh Timonen, passou a acreditar em Jesus Cristo.



Dawkins, um dos "novos ateus" modernos, é um nome familiar e provavelmente um dos ateus mais conhecidos do mundo. Ele escreveu inúmeros livros, incluindo seu best-seller de 2008, The God Delusion (A Desilusão de Deus) , e seu livro de 1986, The Blind Watchmaker (O Relojoeiro cego).

De acordo com Josh Timonen, embora tenha crescido em uma família cristã, ele rapidamente se afastou da fé. Depois de rejeitar a existência de Jesus como uma mistura de mitos, Josh decidiu se tornar ateu.

Por cinco anos, Josh Timonen foi o "braço direito" de Dawkins, ajudando Dawkins a criar seu site, produzir documentários e vender mercadorias.

Josh ganhou um "obrigado" público de Dawkins em Deus, um Delírio; Dawkins até dedicou seu livro The Greatest Show on Earth (2010) a Josh.

Mas depois de se casar e ter uma filha, ele e sua esposa estavam procurando um lugar para sua filha encontrar comunidade. Eles o encontraram em uma igreja local, embora originalmente não planejassem se tornar cristãos.

Depois de conhecer várias pessoas na igreja, Josh foi solicitado a começar a ler as Escrituras; ele começou lendo todo o Novo Testamento.

Josh também leu The Case for Christ (O caso de Cristo), do jornalista e cristão convertido Lee Strobel. Pouco depois de ler aquele livro – e outros – Josh percebeu que existem muitas e boas evidências para acreditar na vida real, morte e ressurreição de Jesus Cristo; como resultado disso, decidiu depositar sua fé em Jesus como o Messias.

O processo de conversão de Timonen ocorreu nos últimos três anos. Recentemente, revelou publicamente sua conversão a Cristo, em uma  edição do The Living Waters Podcast. Living Waters é um ministério fundado por Ray Comfort.

"Eu tive que lidar com o fato de que era real, que Jesus era real", disse Josh na entrevista.

Acrescentou ainda:

"Jesus realmente viveu, Ele realmente morreu e Ele realmente ressuscitou. E eu tenho que lidar com isso. Não posso simplesmente deixar isso de lado e dizer: 'Ah, é um mito'. Não, esses são acontecimentos são reais. E então, me sinto na obrigação de fazer algo. É uma coisa pessoal entre Ele e eu. E é aí que a coisa acontece de forma diferente".

Josh – apesar de rejeitar o cristianismo no início da idade adulta – considerou a evidência de Cristo e chegou a conclusão não que nada mais faltava.

É vital que os cristãos modernos percebam que as dúvidas sobre a fé de alguém não são problemáticas. Apenas dúvidas não esclarecidas e, que ainda estão sem resposta.

Lemos em 1 Pedro 3:15:

"Mas honrem a Cristo, o Senhor, como santo em seus corações, estando sempre preparados para responder a qualquer pessoa que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês; mas faça-o com gentileza e respeito" (ESV).

Em seu livro Questioning the Bible, o autor e apologista Jonathan Morrow destaca o seguinte:

"Hoje, praticamente todos os estudiosos profissionais do Novo Testamento concordam que Jesus afirmou que o reino de Deus havia chegado em Seu ministério". … "Há mais evidências históricas para a existência de Jesus do que para a existência histórica de Júlio César" (ênfase no original).

Os cristãos não são chamados a uma fé cega e sem  inteligência, onde nossos cérebros são colocados na porta da frente de nossas igrejas. Muito ao contrário, temos fé em Jesus Cristo porque temos boas razões para tê-la.

Louvado seja Deus porque Josh – depois de considerar as evidências – colocou sua fé em Cristo. Se você está lendo isso, reserve um momento para orar por Josh e sua nova caminhada com Jesus.

E se você estiver com dúvidas sobre sua fé, o Focus on the Family está aqui para ajudar.

Considere os seguintes recursos.

O autor cristão e apologista Lee Strobel apareceu recentemente no Focus on the Family Broadcast para discutir seu novo livro The Case for Heaven. Na transmissão, intitulada "Acreditando na Esperança do Céu", Strobel examina por que nossa cultura persegue a imortalidade e as evidências da existência da alma.

Para assistir ou ouvir "Crer na Esperança do Céu", clique aqui. Além disso, você pode obter uma cópia do novo livro de Strobel aqui ou aqui.

Você também pode adquirir uma cópia de The Case for Christ aqui.

Para falar com um especialista em ajuda familiar ou solicitar recursos, ligue para 1-800-A-FAMILY (232-6459).



Posted by  | Jun 14, 2023 | 
Tradução Livre: Point Rhema - Pr. Carlos Roberto Silva
Sugestão de pauta: Daladier Santos

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Ateu faz oração durante queda de helicóptero e dedica sua vida a Deus


Mesmo sendo ateu, o soldado australiano Dillon Beatson viu a bondade de Deus em seu pedido de socorro durante a queda de um helicóptero.

Deus, por favor, não me deixe morrer”. Esse foi o clamor do soldado australiano Dillon Beatson, que era ateu até o momento da queda do helicóptero que pilotava durante um exercício de treinamento próximo a Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, em setembro de 2013.

Nesse acidente, clamei por Deus, eu pedi a Ele: ‘Deus, por favor, não me deixe morrer’. E isso meio que me confundiu, porque eu pensei: ‘Por que eu clamaria a Deus, eu não acho que Ele é real’”, disse o soldado.

Beatson foi batizado na Igreja Católica na infância e até chegou a frequentar algumas celebrações, mas foi um “ateu convicto” durante toda sua adolescência e fase adulta. “Antiteísta seria uma descrição melhor do que eu era”, disse ele.

Ele pensava que acreditar em Deus era “besteira” e “todo aquele que acredita Nele está acreditando em contos de fadas”.

Mesmo assim, o soldado Beatson clamou a Deus nos 10 segundos que o helicóptero levou para cair. “O helicóptero estava caindo e eu fui empurrado para a areia; as pás da hélice estavam por todo lugar; era muito alto, muito escuro e empoeirado”, ele relata.

O soldado Beatson se manteve dentro do helicóptero e sobreviveu. O homem que estava ao seu lado, no entanto, foi atirado para fora do helicóptero e morreu.

Depois de sobreviver ao grave acidente, Beatson não conseguiu ignorar seu clamor por Deus. Nos meses e anos seguintes, ele começou uma jornada para descobrir seu propósito de vida e isso acabou o levando a um encontro com Deus.

Jornada de fé

O soldado conheceu um homem que se ofereceu para levá-lo a um curso na Hillsong Church, em Brisbane, na Austrália. Sua vida mudou após alguns meses de curso. “Foi incrível. Eu conheci alguns cristãos e tive uma boa base de Jesus e de Sua vida, e aprender sobre a Bíblia também”, disse.

Desde então, o soldado Beatson tem crescido em sua paixão por aprender mais sobre a fé. Ele passou a ser movido pelo desejo de “compartilhar o amor” de Cristo com todos que encontrava.

Eu meio que sinto que minha infância foi roubada de uma forma, que eu não consegui crescer com o amor de Cristo, e não consegui ter muitos ensinamentos e moral introduzidos em mim desde cedo”, afirma. “Saber desde pequeno que Jesus está lá e me ama, teria feito uma enorme diferença na minha vida”.

O soldado Beatson voltou ao exército em fevereiro e passou a frequentar uma comunidade católica.

Deus realmente colocou as medidas difíceis para me fazer passar da linha, porque eu não queria ir [para Ele] com facilidade”, reconhece Beatson. “Viver uma vida de pecado é divertido, você não quer mudar isso. Mas algo dentro de você sabe que você tem que mudar”.

Fonte: Guiame

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Homem abandona ateísmo após experiência com o Espírito Santo: “Caí de joelhos”


Craig S. Keener tornou-se um renomado professor de Teologia, especializado em Novo Testamento.


Em uma entrevista no dia 27 de maio, Craig Keener conta seu testemunho, de como deixou de ser ateu convicto para se tornar cristão e atuando pelo cristianismo. "No começo, estava bastante convencido sobre o meu ateísmo", disse a Sean McDowell.

Keener conta que achava os cristãos estúpidos e dizia coisas horríveis sobre eles, inclusive zombava das pessoas que acreditavam em Deus. Mas admitiu que achou alguns deles "bons"

As coisas começaram a mudar para Keener quando ele começou a considerar questões eternas, respostas que seu ateísmo não lhe dava. "Comecei a ler Platão e a pensar na imortalidade da alma. Eu não estava realmente satisfeito com a maneira como ele argumentava [sobre o tema]", lembra.

Keener diz que uma pergunta o atormentava: "O que vai acontecer quando eu morrer?"

"Não havia nenhum significado na minha visão de mundo", concluiu Keener, que começou a pensar: "Se há algo infinito por aí que também se importa, por favor, mostre-me".

Keener diz que pouco tempo depois, algumas pessoas conversaram com ele sobre o Evangelho. "Eu discuti com elas por 45 minutos. Elas não eram realmente treinadas em apologética", relembra.

Depois de disputar com elas, Keener diz que foi embora, mas o Espírito Santo começou a agitar sua alma. "Fiquei tão impressionado com a convicção do Espírito Santo pela próxima hora que finalmente caí de joelhos".

"Deus estava na sala comigo. Não havia como negar a presença dele!", lembra.

Intelecto e fé
Enquanto Keener debatia usando seu intelecto aguçado, Deus moveu seu coração e alma de uma maneira irrefutável. "Não era esse o tipo de evidência que eu estava pedindo, mas era mais real", admite.

"Tudo bem, Deus, eu não entendo como Jesus, morrendo e ressuscitando dentre os mortos, me deixa bem com você, mas se é isso que você está dizendo, eu acredito", disse ao se render a Deus.

Kenner diz ainda que pediu para Deus o ajudar sobre a fé: "Eu não sei como será acertado com você, mas se você quiser fazer isso, precisará fazer isso por mim".

Essa oração começou a mudar a vida de Keener. "Algo incrível aconteceu. De repente, senti algo correndo pelo meu corpo que nunca havia sentido antes!", conta.

Vida dedicada a Deus
Depois disso, Keener decidiu dedicar sua vida a Deus. "Eu não entendo o que aconteceu comigo, mas agora acredito que existe um Deus e vou dar minha vida a Ele", afirmou.

Keener não parou mais seu relacionamento com Deus.

O Dr. Craig S. Keener (PhD, Duke University) é professor do Novo Testamento no Seminário Teológico de Asbury. Ele é especialmente conhecido por seu trabalho como um estudioso do Novo Testamento sobre os antecedentes bíblicos (comentários sobre o Novo Testamento em seus primeiros contextos judaico e greco-romano).

Keener é autor de 28 livros, seis dos quais ganharam prêmios em livros no Christianity Today, dos quais mais de um milhão de cópias estão em circulação. Seu IVP Bible Background Commentary: New Testament (1993), agora em sua 2ª edição revisada (2014), já vendeu mais de meio milhão de cópias (incluindo edições em vários idiomas, incluindo mais de cinquenta mil cópias em coreano). A Bíblia de Estudo de Antecedentes Culturais da NIV, pela qual Keener escreveu a maioria das notas do Novo Testamento (e editadas por John Walton e Keener), ganhou a Bíblia do Ano no Christian Book Awards de 2017 e também ganhou o Livro do Ano na Religião: Categoria cristianismo do International Book Awards.

Fonte: Guiame

domingo, 13 de outubro de 2019

Ateu se converte e desce às águas batismais dias antes de morrer



Thomas Roberts foi ateu a maior parte de sua vida. Mas em 4 de setembro, ele pediu para ser batizado e queria estar totalmente submerso na água de acordo com sua nova fé.

O problema é que Roberts estava morrendo de câncer no pulmão, sobre cadeira de rodas e incapaz de respirar sem tubos de oxigênio.

Apesar das dificuldades, Corey Agricola, capelão da Universidade do Alabama, no Hospital de Birmingham, e o restante da equipe de cuidados paliativos da UAB (The University of Alabama at Birmingham) não deixou que os desafios de mobilidade de Roberts atrapalhassem a concessão de seu último desejo. "Foi um grande esforço de muitas peças em movimento e equipes diferentes para conseguir isso", disse Agricola. "Se não fosse pela equipe, isso não poderia ter acontecido." Roberts, que era paciente na Unidade de Cuidados Paliativos e Conforto da UAB na época, tinha apenas alguns dias de vida. Ao saber de seu pedido, Agrícola conversou com a médica de Roberts, Ashley Nichols, para garantir que ele pudesse ficar sem oxigênio por tempo suficiente para ficar debaixo d'água.

Depois que ele recebeu a aprovação da médica e soube que a piscina do Centro de Reabilitação estava disponível, a equipe entrou em ação. "A Dra. Nichols deixou claro que ele só poderia ficar sem oxigênio por alguns segundos, o que significava que não poderíamos rolar pela rampa na cadeira de rodas da piscina, então tivemos que usar o teleférico para colocá-lo na piscina", explicou Agricola.

Cercado por sua esposa, filho, duas irmãs, sobrinha e sobrinho, e sua equipe de assistência da UAB, Roberts foi colocado na água, onde Agricola e a fisioterapeuta Marissa Smith estavam esperando por ele. "Servi no ministério há mais de 20 anos e sete deles na UAB. Este é o melhor dia da minha carreira", disse Agricola a Roberts e sua família no início da celebração. "Thomas, você nunca pensou que pregaria um sermão em sua vida; mas você pregou hoje. Você causou impacto em pessoas que você nem conhece." Depois de ler Romanos 6: 4-11, Smith removeu os tubos de oxigênio de Thomas, enquanto Agrícola o segurava nos braços.

Fonte: Guiame

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Ateu se volta para Deus aos 85 anos: “Foi uma grande reviravolta”


O ex-político australiano, Bill Hayden, é uma prova de que nunca é tarde para se voltar a Deus. Aos 85 anos, ele se tornou cristão.


O ex-político australiano, Bill Hayden, foi um ateu por toda a sua vida. Mas aos 85 anos, ele se voltou para Deus e se converteu ao cristianismo.

Hayden foi criado por uma amorosa mãe católica e um violento pai que era ateu. A forte oposição de seu pai à religião teve uma influência muito grande sobre Hayden durante toda a sua vida.

Depois de atuar na marinha e na polícia australiana, Hayden iniciou sua carreira política junto ao Partido Trabalhista Australiano, de ideologia social-democrata. Entre 1989 e 1996, chegou a ser governador-geral da Austrália, exercendo poder executivo na Comunidade das Nações.

Hayden explicou que vários fatores contribuíram para seu ateísmo.

"Meu pai era um ateu convicto. Noé e a Arca era uma história de pescador. Eles não saberiam como construir navios tão grandes e pegar um de cada criatura. Elas não conseguiriam cortar a madeira, tábuas enormes, e não saberiam como fazer chapas de aço. Eu não acreditava nisso", contou ao programa Star of the World.

Sua antipatia pela igreja se fortaleceu após a morte de sua filha de 5 anos, Michaela, que foi atropelada enquanto voltava da escola dominical em 1966.

Hayden não encontrou consolo com o que ouvia. "As pessoas me diziam: Deus faz coisas que não podemos compreender e você não deve perguntar por quê. Ele fez isso por uma boa razão", ele lembra.

Ele passou a ter uma compreensão maior sobre fé no período em que estabeleceu o sistema de saúde público da Austrália, o Medicare. Enquanto era pressionado pela responsabilidade de implantar o novo sistema, ele conheceu um pouco sobre o cristianismo através da administradora do Hospital Mater em Brisbane, a freira Angela Mary Doyle.

Hayden lembrou de ter uma conversa com sua esposa, Dallas, após lutar por algum tempo contra as suas mudanças. "Eu não sei se posso continuar fazendo isso. Eu disse a ela que queria mudar", disse ele. "Foi uma grande reviravolta sair de onde estive por tantos anos e para o que passei a acreditar. Não foi fácil para mim mudar minha crença para a crença cristã".

Quando perguntado sobre que conselho poderia dar a outros que estão considerando a conversão ao cristianismo, Hayden disse: "Se você está pensando sobre isso, o que eu vinha fazendo há algum tempo, pare de pensar — faça algo a respeito".

"Eu me sinto melhor agora, no meu corpo e em minha mente", acrescentou. "Eu sou parte da igreja e me sinto melhor por reconhecer que eu sou apenas mais um ser humano falível. Há apenas uma estrela em nossas vidas, é Jesus Cristo", concluiu.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

“Boechat era o ateu que mais praticava o amor ao próximo”, diz viúva do jornalista

“Meu marido era o ateu que mais praticava o mandamento mais importante de todos", disse

A viúva de Ricardo Boechat, Veruska Boechat, afirmou durante o velório do jornalista, que começou na noite de segunda-feira (11) e continuava na manhã desta terça (12), que ele foi o ateu que mais praticava o amor ao próximo.
"Meu marido era o ateu que mais praticava o mandamento mais importante de todos, que era o amor ao próximo, porque sempre se preocupou com todo mundo, sempre teve coragem. E é muito difícil fazer o que ele sempre tentou fazer. Então, com erros e acertos, como qualquer pessoa, mas tenho muito orgulho dele", disse Veruska.
Boechat morreu nesta segunda-feira, aos 66 anos, durante acidente aéreo que também causou a morte do piloto Ronaldo Quattrucci. O helicóptero caiu na Rodovia Anhanguera, em São Paulo, e bateu na parte dianteira de um caminhão.
Boechat era apresentador do Jornal da Band e da rádio BandNews FM e colunista da revista "IstoÉ". Ele trabalhou nos jornais "O Globo", "O Dia", "O Estado de S. Paulo" e "Jornal do Brasil".
Fonte: JM Notícia

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Ateu palestino se arrepende de odiar judeus após ter sonhos com Jesus


Bassam Adranly odiava os judeus, mas após se entregar a Jesus aprendeu a amá-los

Bassam Adranly cresceu em uma família cristã ortodoxa palestina que nunca falou negativamente sobre muçulmanos ou islamismo, mas frequentemente criticava os judeus. Aos 20 anos, quando era estudante universitário, ele ficou desencantado com muitos aspectos da cultura de sua comunidade e se voltou para o ateísmo.
Mas em 1995, Adrankly teve um poderoso encontro com Jesus. "Eu finalizei os meus estudos em optometria em Tel Aviv. A minha família tem lojas de óculos desde 1946. Mas durante o período da universidade, alguma coisa me acordou para o mundo espiritual. Era algo que não tinha explicação científica", disse ele em entrevista para o Revive Israel.
Bassam havia sido comunista, mas depois abandonou a ideologia. Segundo ele, o comunismo não era o que ele realmente pensava e não era de fato o que se pregava sobre o movimento. Ao deixar a prática, ele se tornou ateu.
Ele, que também é artista plástico, começou a desenhar algumas telas refletindo essa sua nova fase, mais aberto para a vida espiritual, e passou a ser criticado pelos seus colegas de turma que eram comunistas.
Conversão
Em 1995, Bassam finalmente conheceu seu Salvador. "Eu tive um grande conto com Yeshua. Foi uma noite que eu estava dormindo e sonhei com ele. Eu estava com os discípulos e eu ia andando, andando por todo canto, aprendendo coisas sobre Jesus", contou.
"Isso invadiu a minha mente. Esse sonhos com Jesus continuaram a acontecer por duas semanas. Dia e noite Jesus estava em todos os meus sonhos. Eu sempre fui um homem muito intelectual, mas depois de duas semanas isso se tornou tão real", explicou.
"Eu não lembro dos detalhes, mas eu lembro que geralmente eu via a mim mesmo mesmo sonhando com Jesus. Lembro de estar no topo das nuvens com Ele, aprendendo tudo o que Ele queria me falar. Foi então quando eu abandonei todo o meu ódio pelo povo judeu", ressaltou.
"Eu lutava contra esse ódio dentro de mim. Então entreguei a minha vida a Deus e Ele mudou tudo isso por meio da sua graça. A graça do Rei dos Reis. Enquanto isso, eu ouvia mas sobre Ele e me rendia cada vez mais".
Fonte: CPAD News
Confira aqui a entrevista (em inglês):

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Ateu, artista judeu se converte ao Evangelho após ler a Bíblia e reconhecer o Messias em Jesus

As tragédias que levaram o judeu israelense Ze’ev ao ateísmo nasceram no holocausto promovido pelo nazismo, em meados da Segunda Guerra Mundial. Seu pai mudou-se para Jerusalém após perder toda sua família nos campos de concentração em Auschwitz, na Polônia, incrédulo.
Ze’ev é um artista ligado à cena da música eletrônica em Londres. Nascido em Jerusalém, cresceu sob a influência do pai, que deixara a fé para trás, nos horrores no holocausto. O encontro dele com uma edição do Novo Testamento em hebraico o fez notar que todas as suas escolhas a respeito da fé o levaram a um ponto em que ela se sobrepôs ao ceticismo.

"O holocausto mudou a forma como meu pai olhava para a existência de Deus. Aparentemente, ele chegou à conclusão de que Deus não existia. E foi com esse ensinamento que eu cresci. Eu não acreditava em Deus. A verdade é que eu nem gastava meu tempo pensando nisso", afirmou, em entrevista à entidade One For Israel.
Na infância e adolescência, Ze’ev se habituou com a divisão que existe em Israel, entre pessoas religiosas e não religiosas, e sua educação o colocou no segundo grupo, com um certo preconceito em relação ao primeiro.
"Eu não entendia como naquele calor sufocante eles usavam toda aquela roupa preta. Por que preta? Então é isso o que significa acreditar em Deus? Isso não tinha lógica para mim", revelou.

Quando esteve próximo de completar 13 anos, seu pai o incentivou a realizar um Bar Mitzvá, um ritual que mescla intelecto e religião e funciona como uma passagem do jovem judeu na comunidade para a fase madura da vida. A ideia do pai de Ze’ev era que o filho, embora cético, conhecesse as tradições de seu povo.
"Eu tive que aprender a Haftarah (uma seleção dos livros dos Profetas), mas eu nem me encontrei com um rabino, meu pai me trouxe alguns vídeos cassetes que alguém deu para ele", relembrou.
Aos 18 anos, iniciou o serviço militar obrigatório de três anos nas Forças Armadas de Israel, e ao concluir, mudou-se para Londres, onde passou a trabalhar com música eletrônica. Em sua rotina, passava em frente a um estabelecimento que tinha uma placa que atraiu sua atenção.
"Eu estava no ônibus vendo lojas, pessoas e, de repente, notei a placa de um lugar totalmente estranho: 'Judeus Para Jesus'. Eu disse: 'Essas pessoas são loucas! O que significa Judeus Para Jesus? Ou você é judeu ou você é cristão. Não há judeus para Jesus'".
Sua rotina foi a mesma ao longo de dois anos, e diariamente, ele fazia o mesmo trajeto, lendo a mesma placa. Um dia, o incômodo foi maior e ele resolveu entrar no estabelecimento. Um judeu o abortou, conversou com ele em hebraico e explicou do que se tratava aquele local.
"De repente, eu vi um pequeno livro cor de vinho — o Novo Testamento, em hebraico! Como assim em hebraico? Quem precisa do Novo Testamento em hebraico? Essa é a Bíblia cristã, e não a nossa!”, disse Ze’ev, sobre seu pensamento na ocasião.
A conversa com o compatriota o levou a explorar pontos de vista que ele havia ignorado a vida toda, e ele foi informado de que Yeshua era o Messias anunciado pelos profetas antigos.
"'Yeshua?' Eu nunca tinha ouvido esse nome. Eu tinha ouvido sobre Yeshu. 'Por que eles mudaram o nome dele? Isso parece duvidoso. Se você tem um problema com alguém, por que você vai lá e muda o nome da pessoa?'", questionava a si mesmo.
Intrigado, Ze’ev foi pesquisar mais sobre aquele assunto e o que ele descobriu mudou sua vida. "Foi inacreditável. De repente eu vi que existem muitos detalhes escritos sobre O Próprio. Aquele que deveria vir após a destruição do Segundo Templo, como estava escrito no livro de Daniel, morreu como um sacrifício por todos os nossos pecados", disse.
"'Sou ateu, não acredito em Deus'", pensou no momento. "Mas me vi encarando duas opções: ou esta é uma incrível coincidência ou é realmente a verdade. Eu senti que eu precisava ter mais fé para acreditar que isso era apenas uma coincidência do que para aceitar isso como verdade", acrescentou.
Ao reler Isaías 53, o então ateu descobriu a síntese de toda a revelação que ele recebeu da parte de Deus sobre Jesus Cristo: "'Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho; e o Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de todos nós'. Ele morreu por todos nós. Aquilo realmente falou comigo", garantiu.
"Eu agradeço a Yeshua. Eu recebi uma nova consciência que me permitiu enxergar as coisas como elas realmente são. Todas as coisas que eu costumava fazer, que para mim pareciam coisas normais, coisas aceitáveis, coisas legais; de repente, eu comecei a sentir que não estavam certas. Eu vi as coisas de uma forma diferente. É como se eu tivesse uma consciência quebrada, que foi substituída por uma nova consciência. Tudo ficou claro”, afirmou, falando sobre sua conversão. "É uma nova vida. Sou eu, mas sou um novo eu — completamente novo. Não é como antes".
Fonte: Gospel+

domingo, 22 de janeiro de 2017

“O Brasil é um país difícil para os ateus”, reclamam incrédulos


Segundo o Datafolha, os ateus são mais de 2 milhões de brasileiros

Conhecido por ser um dos criadores do grupo Porta dos Fundos, o ator Gregorio Duvivier sempre fez questão de dizer que não acredita em Deus. Para ele, “O Brasil é um país difícil para os ateus porque nós somos uma minoria realmente pequena”. Sua queixa é que muitas vezes não é respeitado por ser incrédulo, pois sempre ouve coisas do tipo “você tem o demônio no corpo.”
Ao mesmo tempo que reclama de sofrer com intolerância, ressalta que faz questão de ridicularizar a religião alheia, em especial os que seguem a Jesus. “Os cristãos têm bancada no Congresso e estão mais bem representados do que qualquer um”, avalia. Logo em seguida, se justifica: “Por isso, não vejo problema nenhum em rir deles, até porque você está rindo, em geral, dos fanáticos, dos falsos profetas”.
Gregorio e suas contradições não são um caso isolado. O fundador da ATEA (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos), o engenheiro civil Daniel Sottomayor reclama que no Brasil é difícil promover a aceitação pela sociedade daqueles que “preferem não ter religião”.
Mas quem acompanha a ATEA nas redes sociais sabe que o grupo ateísta mais conhecido do país está sempre ridicularizando quem professa uma crença. Recentemente, fizeram piada com a queda do voo da Chapecoense, onde estavam muitos jogadores evangélicos, e acabaram apagando a postagem devido à alta rejeição, inclusive de muitos ateus que seguem a página.

A inconsistência no discurso dos ateus militantes no Brasil é bastante conhecida, muito semelhante aos que defendem ideais de esquerda. Ou seja, eles podem criticar a todos, mas não podem ser criticados por suas posturas que já reclamam de intolerância.
Segundo uma pesquisa divulgada pelo Datafolha no final de 2016, 1% da população é ateu. O Instituto ouviu 2.828 maiores de 16 anos em 174 municípios. Assegura que o nível de confiança do levantamento é de 95%. Se isso for verdade, são mais de dois milhões de brasileiros que não creem em Deus.
Para efeitos de comparação, no último censo, em 2010, os ateus e agnósticos somavam apenas 740.000 de uma população de 190 milhões de pessoas (0,39%).
Essa tendência de crescimento foi apontada em outras pesquisas. Um levantamento com membros da chamada geração Y – com idades entre 18 e 34 anos – mostra que haveria mais jovens ateus no Brasil que evangélicos. Entre os participantes da entrevista, 34,3% disseram ser católicos, 19,3% se afirmaram como ateus, 14,9% como evangélicos, 9,4 % como espiritualistas, 6,7% disseram que têm fé sem religião e 6,2% são agnósticos.
O aumento no número de ateus, segundo o UOL, ocorre em grande parte por causa da internet, utilizada por eles para defender sua posição e muitas vezes atacar quem pensa diferente.
A designer Priscilla Bittencourt, de Manaus se declara agnóstica/ateia há mais de dez anos. Revela que participa de muitas discussões nas redes sociais e diz que procura usar a internet para influenciar as pessoas. “Vejo um movimento forte na internet”, aponta. “Muito do que sei hoje é graças a divulgadores, documentários, vlogueiros, blogueiros, pesquisa e leitura de artigos, livros e palestras.”
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Ateus lançam campanha para renomear Natal

Freedon From Religion fundation sugere mudança para “Solstício de Inverno”

Duas das maiores organizações ateístas do mundo, a Freedom from Religion Foundation (FFRF) e a American Atheists mais uma vez provocam um debate no final do ano, pedindo que as pessoas parem de comemorar o Natal.
Ambas lançaram ao mesmo tempo suas campanhas, pedindo que as pessoas deixem de ir aos cultos de Natal e admitam que, embora se identifiquem como cristãos, vivem como ateus. A  FFRF sugere inclusive que o feriado seja renomeado para “Solstício de Inverno”, uma vez que, segundo eles, esse é o sentido original da celebração.
A FFRF imprimiu milhares de cópias de um panfleto que “revela” o verdadeiro significado do Natal. O solstício de inverno (o dia mais curto do ano), defendem era um festival milenar da Saturnália, que homenageava o deus romano Saturno. Quando o cristianismo começou a se espalhar pela Europa, trocaram a figura central por Jesus, atribuindo-lhe a data.
Para incrementar sua campanha, gravaram músicas conhecidas de Natal, usando a mesma melodia, mas substituindo a letra por temas ateístas. Curiosamente, o CD foi gravado por um ex-pastor e ministro de louvor chamado Dan Barker, que desenvolveu um profícuo ministério por 19 anos até “perder a fé”, em 1984. Desde então se dedica a divulgar o ateísmo como uma forma mais elevada de vida que o
Usando o argumento de que o Estado é laico, estão requerendo em diversos estados que não haja exibição em lugares públicos de cenários típicos da data, como presépios.
Já a American Atheists optou pelo humor em sua campanha contra o Natal.  Escolheram colocar outdoors em lugares estratégicos, como Colorado Springs, no Colorado, perto da sede de vários ministérios evangélicos como o Focus on the Family, e Lynchburg, na Virgínia, perto da Liberty University, uma das universidades cristãs.
O lema “Natal ateu” pede que as pessoas admitam para suas famílias que não creem em Deus, afirmando que mais cedo ou mais tarde todos se acostumarão com a ideia.
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Contra Trump, ateus se aliam a muçulmanos

Organização ateísta diz que lutará pelas “minorias”

A organização Atheists United [Ateus Unidos], com sede na Califórnia fez um anúncio inusitado esta semana. Segundo o líder em San Luis Obispo, David Leidner, eles estão assumindo publicamente o compromisso de lutar pelas “minorias religiosas que se sentem ameaçadas após os resultados das eleições presidenciais”.
Em um documento divulgado pela imprensa, eles apontam os “perigos” que os grupos religiosos minoritários nos EUA podem enfrentar nos próximos quatro anos. Embora não tenha assumido a presidências ainda, Donald Trump prometeu durante a campanha que faria uma espécie de cadastramento de todos os muçulmanos. Essa seria uma medida de segurança que visaria o combate ao terrorismo.
Diferentes entidades e lideranças norte-americanas já demonstraram repúdio por essa posição, que comparam ao que Hitler fez com os judeus durante a Segunda Guerra.
Atacando a fé cristã declarada por Trump e pelo vice Mike Pence, a Atheists United reclama do fato de os futuros governantes do país serem “por motivos religiosos, contra os direitos dos homossexuais” e prometerem “nomear juízes da Suprema Corte que rechaçariam os direitos das mulheres”.
Também dizem que, embora sejam ateus, defendem “a verdadeira liberdade religiosa”, que estaria em risco nos próximos anos. Por isso, embora não defendam a religião, lutarão contra toda forma de discriminação, incluindo a religiosa. O apelo deles é para que outros grupos organizados de ateus façam o mesmo, pois consideram-se membros de uma “minoria”.
site da organização ateísta afirma que eles querem apenas dar “bons exemplos”. Há vários textos e imagens que mostra seus membros doando sangue, e fazendo mutirões para a limpeza de canteiros de autoestradas. Curiosamente, estão fazendo coleta de brinquedos para serem doadas a crianças carentes… no Natal!
Com informações de Patheos via Gospel Prime
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