Entenda aqui a ideologia do movimento terrorista Hamas - Movimento de Resistência Islâmica, em exposição pelo pastor, Dr. Jeferson Chagas, Ph.D.
PARTE 1
PARTE 1
O ativista muçulmano Ahmad Alush, de 32 anos, que recebeu permissão para queimar uma Bíblia do lado de fora da embaixada israelense, na Suécia, disse que recuou de seu plano, já que a intenção era somente chamar a atenção para a recente queima do Alcorão no país.
Quando Alush teve a permissão das autoridades suecas para realizar o ato, ele atraiu ampla condenação e protesto de Israel e de vários grupos judeus. O ativista disse que nunca foi sua intenção queimar livros sagrados judeus ou cristãos, conforme o The Times of Israel.
"Ninguém deveria fazer isso", disse ao reforçar que apenas queria dar uma resposta às pessoas que queimam o Alcorão. "Quero mostrar que a liberdade de expressão tem limites que devem ser levados em conta", comentou com os repórteres reunidos no local.
'Temos que nos respeitar'
Depois da permissão que Alush conseguiu das autoridades suecas, as autoridades israelenses protestaram na Suécia. Grupos judeus se mostraram indignados. O presidente israelense, Isaac Herzog, chegou a dizer que o ato seria uma expressão de "puro ódio".
Mas o ativista muçulmano explicou: "Quero mostrar que temos que nos respeitar, vivemos na mesma sociedade. Se eu queimar a Torá, outro a Bíblia, outro o Alcorão, haverá guerra aqui. O que eu queria mostrar é que não é certo fazer isso", enfatizou.
A emissora pública sueca SVT disse que Alush jogou o isqueiro no chão e disse que não precisava daquilo. A polícia local confirmou que havia aprovado o pedido do muçulmano para realizar a manifestação em frente à embaixada de Israel, em Estocolmo, onde a Torá judaica e a Bíblia cristã seriam queimadas.
'Existem outras maneiras de expressar a liberdade'
Em entrevista ao The Times of Israel, a historiadora americana e professora de Judaísmo Moderno, Deborah Lipstadt, disse que a queima "criaria um ambiente de medo" e que os EUA estavam preocupados.
Ela também disse que os americanos condenam a queima de qualquer livro sagrado: "Existem maneiras melhores de manifestar a liberdade de expressão do que profanar textos sagrados".
A Associação Judaica Europeia em um comunicado conjunto com a Coalizão Europeia para Israel, um grupo sionista cristão, também se manifestou: "Está claro que o ato de queimar uma Bíblia em frente à embaixada israelense é tudo menos pacífico. Em vez disso, é provocativo, grosseiramente inapropriado e projetado apenas para ofender".
"Atos provocativos, racistas e repugnantes como esses não têm lugar em nenhuma sociedade civilizada", concluiu o presidente da EJC, Ariel Muzicant.
Fonte: Guia-me com informações de Time Of Israel via Folha Gospel
Um pastor, de 51 anos, foi forçado a comer comida envenenada por extremistas islâmicos após levar um casal muçulmano a Jesus, em Uganda.
De acordo com o Morning Star News, no dia 24 de novembro, Francis Kutekereza foi até a residência do casal recém convertido para orar, no subcondado de Kigorobya, no distrito de Hoima.
Às 18h, sete muçulmanos invadiram a casa e tentaram forçar os três cristãos a comerem bananas cozinhas com um fungicida, que causa envenenamento.
"Foi uma verdadeira luta em casa. Três homens seguraram o pastor e os quatro restantes estavam em nossos pescoços. Comemos uns pedacinhos de banana antes de fugir, mas o pastor não conseguiu fugir", contou o marido de 27 anos, que não teve o nome revelado por segurança, ao Morning Star News.
Ele disse que, após espancarem o pastor, os radicais fugiram. Em três horas, Francis começou a sofrer náuseas, vômitos, cólicas estomacais e diarreia.
Os três cristãos receberam tratamento em um hospital local. O casal recebeu alta depois de três semanas, mas o pastor foi transferido para outro hospital em Hoima e permanece em estado crítico.
"O pastor ainda está lutando por sua vida na cama do hospital. Ele tem um estômago inchado, pernas inchadas e rosto inchado que afetou sua caminhada e visão", relatou uma fonte local do Morning Star News.
Casado e pai de cinco filhos, o pastor Francis necessita ser transferido para um hospital com melhores equipamentos, conforme a fonte local.
O líder evangelizou o casal ex-muçulmano em sua casa e eles aceitaram Jesus em outubro.
"O pastor continuou fazendo as orações noturnas conosco todas as quintas-feiras. Os vizinhos que são muçulmanos começaram a nos questionar sobre a frequência das visitas do pastor à nossa casa. Dissemos a eles que ele era um parceiro de negócios", afirmou o esposo.
Em 10 de novembro, um muçulmano chegou na casa do casal e acabou vendo o pastor guardando a Bíblia em sua pasta.
"Mais tarde, ele nos questionou sobre a Bíblia quando o pastor saiu, mas ficamos calados. Depois disso ele saiu", comentou o esposo.
Uma semana depois, o líder recebeu uma mensagem com ameaças por levar o casal a Cristo.
"Sabemos que sua missão na casa [do casal] não é de negócios, mas para enganá-los para que se juntem ao seu grupo cristão. Nós o avisamos para parar com efeito imediato".
Este é mais um dos recentes casos de perseguição a cristãos em Uganda. Embora a Constituição do país garanta a liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a própria fé e se converter a uma nova religião, muitos casos de hostilidade são registrados no país.
Os muçulmanos não representam mais de 12% da população de Uganda, com altas concentrações nas áreas orientais de Uganda.
Fonte: Guia-me com informações de Morning Star News via Folha Gospel
Por razões de segurança, o relato feito à entidade missionária Christian Aid Mission omitiu detalhes como o nome do país e dos irmãos recém-convertidos. A história foi contada pelo missionário que viu um jovem de 22 anos pegando um exemplar do Novo Testamento em uma bancada na porta da igreja local.
“Ele levou para casa, leu secretamente e escondeu, porque temia o que sua família poderia fazer com ele. Ele tinha certeza de que, se o vissem lendo uma Bíblia, ficariam com muita raiva”, descreveu o missionário.
Paralelamente, seu irmão de 24 anos estava assistindo pregações divulgadas pelo ministério mantenedor da igreja nas redes sociais. Ele viu um vídeo sobre doutrinas cristãs básicas e secretamente colocou sua fé em Cristo.
“Esse jovem estava usando o site com o intuito de zombar de qualquer coisa relacionada ao cristianismo, espalhando falsa propaganda sobre nossa igreja nas mídias sociais. Um dia ele estava conversando com seu irmão mais novo e disse a ele bem baixinho: ‘Eu me tornei um cristão’. Seu irmão mais novo ficou muito feliz em ouvir essa notícia e disse a ele: ‘Quando chegarmos em casa, vou lhe mostrar o Novo Testamento que tenho lido, porque peguei um para mim’”, relatou o missionário.
No dia seguinte, ambos os irmãos foram ao local da igreja e conversaram sobre o cristianismo com o missionário: “Eles declararam acreditar na mensagem do Evangelho na frente de nossa igreja. Eles estão frequentando nossos estudos bíblicos e esperam ser batizados em um futuro próximo. É a primeira vez que ouvimos falar de dois da mesma família vindo a Cristo ao mesmo tempo”, comemorou, segundo a Christian Aid Mission.
Fonte: Gospel+
Uma mulher convertida ao cristianismo foi condenada à prisão acusada de "agir contra a segurança nacional ao estabelecer e liderar uma igreja cristã evangélica" no Irã.
Mesmo tendo sido julgada há 2 anos, Fariba Dalir começou a cumprir a sentença na prisão de Evin, em Teerã, neste mês.
Fariba foi inicialmente condenada a cinco anos de prisão depois que o tribunal declarou erroneamente que ela tinha antecedentes criminais. Sua sentença foi posteriormente revisada assim que o tribunal foi informado do erro.
Fariba, de 51 anos, está entre seis pessoas, incluindo seu noivo na época e agora marido, Soroush, condenadas por se converterem ao cristianismo.
Cinco deles foram condenados em dezembro – Fariba a dois anos, e os outros quatro, incluindo Soroush, a 10 meses por serem membros da igreja. Exceto Fariba, todos foram presos em Teerã em julho do ano passado.
Uma jovem de 17 anos foi libertada sem acusações, mas apenas depois de passar 10 dias em confinamento solitário e ser submetida a intensos interrogatórios em um centro de detenção da Guarda Revolucionária.
Devido ao tempo já passado na detenção, os quatro foram informados de que poderiam optar por pagar multas de 5 milhões de tomans cada (cerca de US$ 250) para evitar novas prisões.
As prisões
Fariba e Soroush passaram mais de um mês em confinamento solitário no centro de detenção após suas prisões em 19 de julho de 2021. Fariba estava em um salão de cabeleireiro e Soroush enquanto dirigia.
Três dos outros cristãos, incluindo a jovem de 17 anos e outra mulher e sua filha, foram presos em suas casas no dia anterior.
O sexto cristão, um homem, foi preso no mesmo dia de Fariba e Soroush, mas os nomes desses outros cristãos não foram divulgados.
Depois de passar cerca de 50 dias em confinamento solitário, Fariba foi transferida para a prisão feminina de Qarchak e Soroush para a Penitenciária da Grande Teerã, onde foram detidas por mais dois meses, antes de serem libertadas sob fiança – de 600 milhões de tomans (US$ 25.000) para Fariba, e 300 milhões de tomans (US$ 12.500) para Soroush.
Fariba e Soroush se casaram nos meses entre a libertação e a sentença, que ocorreu em 4 de dezembro de 2021 na Filial 26 do Tribunal Revolucionário de Teerã, mas agora estão separados novamente.
Fonte: Guia-me com informações de Artigo 18 via Folha Gospel
Um clérigo muçulmano preso em agosto passado por insultar o cristianismo em um de seus sermões, chamando a Bíblia de “fictícia” e falsa, foi condenado a cinco meses de prisão e multa de 50 milhões rupias (US$ 3.600) na Indonésia.
Muhammad Yahya Waloni, 51, um cristão que se tornou muçulmano, foi condenado pelo Tribunal Distrital de Jacarta do Sul em 11 de janeiro por postar discursos de ódio online que poderiam causar divisões inter-religiosas.
De acordo com a UCA News , Petrus Selestinus, um leigo católico e presidente de um grupo de advogados, disse que Waloni foi beneficiado, pois já era elegível para libertação quase imediatamente por estar preso desde agosto do ano passado, enquanto estava em prisão preventiva.
"A blasfêmia pode levar a sentenças de até cinco anos na Indonésia e a violação das leis cibernéticas pode levar seis anos, então cinco meses de prisão cheiram a injustiça e discriminação em favor do réu", disse Selestinus após a sentença.
Embora as leis abusivas de blasfêmia na Indonésia devam ser abolidas completamente para que pessoas de fé, especialmente minorias religiosas, não sejam criminalizadas por suas crenças, o fato de Waloni ser condenado a cinco meses, enquanto casos contra cristãos, como o ex-governador de Jacarta Ahok ou Abraham Ben Moses condenados a anos de prisão, mostra o padrão inconsistente embutido no sistema legal da Indonésia.
Folha Gospel com informações de International Christian Concern
Um sonho despertou a fé de uma jovem muçulmana e refugiada da Síria, relatou a missão Christian Aid Mission (CAM).
No sonho, Hala (nome fictício) viu um homem de branco que estava com os pés sangrando. Ela temeu que o sangramento nos pés simbolizasse uma doença ou algum outro problema.
"Quando acordei, fiquei com medo", disse ela à CAM. "Aconteceria algo de ruim comigo?"
Hala já tinha visitado uma igreja a convite de um missionário local, então ela reconheceu que o homem de branco de seu sonho era Jesus. Ela lembra que, no sonho, pessoas corriam para se juntar a uma multidão no topo de uma colina.
"Ouvi uma voz dizendo: 'Deixe seus sapatos e venha.' Eu também queria ir, mas não consegui encontrar meus sapatos", disse Hala ao CAM. "Então, fui correndo e descobri que todos estavam ouvindo um homem vestindo roupas brancas brilhantes em pé no meio da multidão."
"Alguém gritou e me disse que meus pés estavam sangrando. Quando o homem vestido de branco ouviu esse som, ele olhou para mim. Naquele momento, olhei para os meus pés e eles pararam de sangrar — todo o sangue tinha sumido", acrescentou.
Então, algo notável aconteceu: "Olhei para o homem vestido de branco e vi que seus pés começaram a sangrar."
Depois de acordar, Hala pegou um livro que o missionário tinha dado a ela e leu: "Ele tomou sobre Si as nossas doenças", em referência a Isaías 53:4-5.
"Naquela noite, entendi que na verdade o sangue que escorria dos meus pés era meu pecado, e Jesus levou meu pecado", disse ela. "Meus pés deveriam estar sangrando, mas foram os pés de Jesus."
Na manhã seguinte, Hala ligou para o missionário, que também era da Síria. Ela disse a ele que queria colocar sua fé em Jesus, como tinha visto outras pessoas fazerem. Ela aceitou Jesus e anunciou sua decisão na igreja no domingo seguinte.
Fonte: Guiame
Cristãos, muçulmanos e judeus reunidos sob o mesmo teto: este é o projeto de um local de culto apresentado como único no mundo, que “enaltece a diferença religiosa” e teve sua pedra fundamental lançada nesta quinta-feira (27), em Berlim.
Dez anos depois da concepção do projeto, as obras de construção da chamada House of One (“Casa de Um”), na Ilha dos Museus, no centro de Berlim, foram iniciadas. A previsão é de que elas durem quatro anos. O lançamento foi adiado no ano passado, devido à pandemia da Covid-19.
Construído sobre uma antiga igreja destruída nos tempos da República Democrática Alemã (RDA), comunista, o lugar foi concebido para que cada grupo de fiéis possa rezar de forma separada.
A mesquita, a sinagoga e a igreja protestante estarão, no entanto, unidas entre si por uma grande sala comum, onde será possível celebrar festas e eventos comuns.
– Para nós, é um passo à frente, cheio de simbologia – afirmou o imã da mesquita, Kadir Sanci.
Segundo ele, o local de culto de três religiões monoteístas é “um lugar de paz e segurança” e um “elogio à diferença”.
Em discurso durante a cerimônia, o prefeito de Berlim, Michael Müller, denunciou “o ódio, a violência, o antissemitismo e a islamofobia, o racismo e a incitação ao ódio racial”, que “não têm lugar na nossa sociedade”.
O imã, o pastor e o rabino da House of One fizeram curtas orações, antes de objetos simbólicos das três religiões serem cravados no cimento.
*Estadão via Pleno News
Neste ano, a comemoração do Ramadã para os muçulmanos acontece durante o período de 12 de abril a 12 de maio. A data marca o período do ano em que, segundo a tradição islâmica, o profeta Maomé recebeu suas revelações divinas, no sétimo século.
Durante o mês, considerado sagrado para eles, o jejum deve acontecer durante os trinta dias, a fim de reexaminar suas vidas sob o contexto de um ideal maior. Por exemplo, quando uma pessoa experimenta fome, torna-se mais consciente do sofrimento dos pobres. Os muçulmanos também acreditam que, ao passar por um sofrimento real, mas limitado, pode-se preparar para provas mais duras.
O jejum do Ramadã é um dos cinco pilares do islamismo e é obrigatório para todos os seus seguidores. Mesmo muçulmanos nominais, não tão conservadores, observam o Ramadã. O sentimento de comunidade é muito forte durante o período.
Todos os muçulmanos devem se abster de comer, fumar, beber (até mesmo água) e ter relações sexuais, entre outras restrições, durante o dia, isto é, do nascer até o pôr-do-sol. Excluem-se da obrigação crianças menores de 12 anos, mulheres grávidas ou que amamentam, pessoas debilitadas, idosas e enfermas.
O que enfrentam os cristãos durante o Ramadã?
Normalmente, os cristãos que vivem em países onde a fé islâmica é nacional, são obrigados a seguir os rituais dos muçulmanos. O Ramadã costuma ser um período de isolamento dos seguidores de Cristo para que não sejam perseguidos com violência.
Ou os cristãos jejuam como os muçulmanos ou, pelo menos, precisam “manter a aparência”. Esse é um grande desafio para os cristãos novos convertidos, pois são tentados a se livrar dessa pressão da comunidade retornando à antiga fé.
Entre o Ramadã e a fé cristã
Enquanto os muçulmanos jejuam na esperança de que Alá lhes abra as portas do céu e derrame as bênçãos e o perdão sobre todos, muitos cristãos aproveitam o período para jejuar, porém com seus pensamentos em Cristo.
É o caso de Tamer, um cristão que vive na Península Arábica e, segundo a Portas Abertas, jejua durante o Ramadã, mas com outros objetivos. “Cada cristão tem a liberdade em Cristo de jejuar à sua maneira”, disse.
Tamer acreditava que os seguidores de Jesus não deveriam jejuar durante o Ramadã. Logo, julgou tanto os muçulmanos quanto os irmãos em Cristo. "Eu pensava que o jejum real era quando você escolhe fazê-lo por conta própria, não porque todos ao seu redor estão jejuando no Ramadã”, compartilhou.
O cristão percebeu que ele poderia tanto quebrar o jejum em segredo, como manter a prática de abstenção de alimentos e líquidos com sinceridade no coração diante de Deus. “Enquanto andava com Cristo, aprendi o verdadeiro espírito de oração e jejum e agora aproveito este mês para orar e jejuar pelas pessoas ao meu redor”, explicou.
Tamer compartilha essa descoberta com outras pessoas nas redes sociais e acredita que tem sido uma oportunidade de compartilhar Cristo com os familiares. “Temos incentivado os fiéis a permanecer em suas famílias, a orar e a jejuar por eles”, disse.
Ele convida outros cristãos a se juntarem a ele em oração para que o evangelho de Jesus se espalhe por todo o território da Península Arábica.
Evangelizando durante o Ramadã
Outra cristã que aproveita o Ramadã para reforçar sua fé em Cristo é Naida, que vive na Ásia Central. Durante o jejum islâmico, ela compartilha sobre o amor de Jesus com seus familiares, amigos e vizinhos.
A ex-muçulmana conta que parou de comemorar a data assim que se converteu ao cristianismo e, com isso, ganhou a antipatia dos parentes. Mas, ela desejava ter oportunidade de compartilhar sobre Jesus com todos ao redor.
Sua ideia foi começar a orar e pedir a direção de Deus para agir, principalmente durante o Ramadã. Ela leu muitos livros sobre o assunto, conversou com o pastor e entendeu que a cultura poderia ser uma maneira de alcançar outros para Cristo.
Então voltou a celebrar a ocasião cozinhando pratos tradicionais e especiais da data e convidando familiares e vizinhos para encerrar o jejum na casa dela. Ela também passou a visitá-los no Ramadã e mostrou respeito pela crença e tradição deles. Foi assim que Naida conseguiu tocar os corações e compartilhar o evangelho durante os jantares tradicionais.
Fonte: Guiame / Com informações Portas Abertas / Foto: Ilustrativa: Open Doors (13.04.21) via CPAD news
Nascer em um lar religioso não é garantia de compreensão sobre o que professa. É por isso que muitos mudam ao longo da vida, após uma busca pessoal pela verdade. Foi o que aconteceu com então muçulmano Nasser al’Qahtan, natural da Arábia Saudita.
Nasser foi educado conforme a doutrina islâmica e cresceu com o desejo de se tornar um jihadista. Ou seja, se alistar em um dos grupos extremistas islâmicos, como o Estado Islâmico, para travar a Jihad, ou “Guerra Santa”, contra os chamados “ímpios” que não aceitam se curvar ao islamismo.
Mas Nasser e a sua família se mudaram para os Estados Unidos ainda na década de 1990, quando ele ainda era um adolescente. “Deus tinha outros planos para mim”, disse ele em um vídeo do Your Living Manna, segundo informações do God Reports.
Apesar da mudança, o jovem muçulmano se dedicou em não apenas dar continuidade às suas práticas muçulmanas, como também a pregar e tentar atrair outras pessoas para o islamismo. Em sua mente, a mudança não teria ocorrido por acaso. Tudo teria sido parte de um plano maior.
“O que eu ia fazer? Eu estava cercado por infiéis. Ou você faz uma guerra contra eles ou tenta trazê-los para o Islã de outra forma. Eu pensava que Alá me trouxe aqui para evangelizá-los”, lembra.
Mas, a vida de Nasser começou a ser impactada quando ele conheceu uma jovem cristã chamada Daisy e passou a namorar com ela. Os anos seguiram e eles se casaram. Nasser tentou trazê-la para o islamismo, mas ela manteve firme a sua fé em Jesus Cristo.
Com o tempo, Nasser passou a considerar o extremismo. Ele estava se vendo como um transgressor da sua fé, alguém que só teria chance de chegar ao paraíso se desse a sua vida por Alá, no meio de uma guerra. Foi nesse contexto que Daisy lhe convidou para ir a uma igreja, e ele curiosamente aceitou.
“Se eu vou para o Inferno, posso muito bem descobrir o que eles fazem na igreja”, pensou ele na ocasião. “Achei que era a coisa mais satânica que já tinha visto, mas eu estava tão atraído por continuar voltando pelo amor que eu sentia lá”.
Como a Palavra de Deus jamais volta vazia, o então muçulmano Nasser foi alcançado pelas verdades do Evangelho de Jesus Cristo durante um dos cultos na igreja, até que em dado momento ele pediu que Deus lhe mostrasse a verdade. Foi assim que ele teve uma experiência sobrenatural.
“Imediatamente eu tive uma visão. Tudo antes de mim foi varrido e eu fui transportado para um morro rochoso, eu estava olhando para baixo para um homem que foi espancado tão brutalmente a ponto de ficar irreconhecível. Ele estava sendo pregado numa cruz. Eu sabia que era Jesus”, disse ele.
“Eu vi a cruz sendo levantada e Ele estava pendurado ali, sangrando e lutando para respirar. Eu estava olhando nos olhos dele. Ele estava olhando para mim e através de mim. Ele via todo o meu lixo, as coisas escondidas em minha vida. Eu sentia uma onda de vergonha”, relata Nasser.
Em vez de rejeição, porém, o muçulmano percebeu que Jesus lhe demonstrou compaixão, misericórdia e amor. Nasser entendeu ali que o Filho de Deus não era só um profeta, como ensina o islamismo, mas o próprio Deus encarnado, a fim de salvar a humanidade dos seus pecados.
“Descobri-me confessando Jesus Cristo como meu Senhor, como meu Deus, como meu Salvador. Assim que fiz aquela oração, imediatamente senti um fogo cair sobre mim. Eu me senti envolvido naquela presença incrível que era pura paz, amor e pertencimento. Foi a coisa mais incrível que eu já senti. Naquele dia, o homem que saiu daquela igreja não era o mesmo que entrou”, lembra.
Hoje Nasser faz parte da Equipe de Líderes Globais da Multiply, uma organização missionária que atua no Oriente Médio e na África, anunciando a Jesus. O seu testemunho é um, entre tantos outros de pessoas que deixaram o islamismo para seguir o verdadeiro evangelho da salvação.
Fonte: Gospel+
Uma mulher de 38 anos, no leste de Uganda, colocou sua fé em Jesus em segredo por três meses, antes de seu marido muçulmano encontrar duas Bíblias em sua mala.
Zubeda Nabirye, mãe de três filhos, foi questionada pelo marido, Umar Kyakulaga, sobre o motivo de ter duas Bíblias, uma em inglês e a outra no dialeto local. O caso aconteceu em 21 de novembro na aldeia de Matovu, no distrito de Bugiri.
“Respondi a ele que uma amiga havia me dado as Bíblias e que eu estava usando elas para comparar com o que está escrito no Alcorão; afinal, religião é uma questão de escolha pessoal”, disse Nabirye à Morning Star News. Ela também disse ao marido: “Fui convencida e decidi abraçar o cristianismo”.
Kyakulaga ficou com raiva e pegou uma cópia do Alcorão, disse ela.
“Meu marido começou a ler versículos do Alcorão que permitiam aos homens bater em suas esposas caso desobedecessem, e depois disso ele começou a me bater com tapas e paus”, disse ela. “Como se isso não bastasse, ele me forçou a tomar Dithane M-45”, um pesticida tóxico.
Nabirye tentou não engolir o pesticida que foi colocado em sua boca, mas acabou ingerindo enquanto ele tentava estrangulá-la e batia em sua perna com paus, disse ela. Nabirye teve ferimentos no peito, pescoço e coxa.
Quando o casal se mudou do distrito de Kaliro para Matovu no início deste ano, eles deixaram seus três filhos com a sogra de Nabirye, devido à pandemia de Covid-19. Sendo assim, ninguém mais estava em casa quando Nabirye perdeu a consciência.
“Era por volta das 22h quando recuperei a consciência e me vi cercada por vizinhos”, disse ela.
Os vizinhos contaram ao Morning Star News que ouviram choro na casa de Nabirye, mas quando chegaram lá, o lugar estava vazio. Seu marido a havia deixado inconsciente debaixo de uma bananeira.
Nabirye, que se entregou a Jesus em 21 de agosto depois de ser discipulada durante vários meses por um pastor, foi levada ao hospital e recebeu alta em 2 de dezembro. Ela disse que não apresentaria queixa à polícia pelo ataque, e foi hospedada na casa de uma família cristã.
“Estou preocupada com meus filhos, que estão sob os cuidados de minha sogra”, disse Nabirye, mãe de filhos de 16, 13 e 9 anos. “Eu sei que será muito difícil para mim vê-los e me reunir com eles”.