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sábado, 22 de dezembro de 2018

Confeiteiro cristão volta ao tribunal por se recusar a fazer outro bolo com temática gay


Os advogados confeiteiro Jack Phillips dizem que ele está sendo punido pelo Estado por se recusar a fazer um bolo em comemoração a uma transição de gênero


Um confeiteiro que se recusou a fazer um bolo de casamento para um casal gay por motivos religiosos — uma posição confirmada pela Suprema Corte dos EUA — voltou a ser assunto no tribunal nesta terça-feira (18), por se recusar a fazer o mesmo tipo de trabalho.
Os advogados de Jack Phillips, dono da confeitaria Masterpiece Cakeshop, no subúrbio de Denver, afirmaram que o Estado está punindo sua decisão de se recusar a fazer um bolo em comemoração à transição de gênero. Eles dizem que Phillips está sendo tratado com hostilidade por causa de sua fé cristã.
"Neste momento, ele é apenas um cara que está tentando voltar à vida. O problema é que o Estado do Colorado não deixa", disse Jim Campbell, advogado da Alliance Defending Freedom, após a audiência.
De acordo com a Comissão de Direitos Civis de Colorado, Phillips teria discriminado a advogada Autumn Scardina por ser transexual. A loja de Phillips se recusou a fazer um bolo no ano passado, que era azul por fora e rosa por dentro, depois que Scardina revelou que queria celebrar sua transição de homem para mulher.
Ela pediu o bolo no mesmo dia em que a Suprema Corte dos EUA anunciou que consideraria o apelo de Phillips da decisão anterior contra ele. No caso de 2012, ele se recusou a fazer um bolo de casamento para o casal homossexual Charlie Craig e Dave Mullins.
A Suprema Corte determinou em junho que a comissão de Colorado mostrou parcialidade anti-religiosa quando sancionou Phillips por se recusar a fazer o bolo. Mas o tribunal não decidiu sobre a uma questão maior, se as empresas podem invocar objeções religiosas para recusar seus serviços a gays e lésbicas.
O processo de Phillips alega que Colorado violou seu direito da Primeira Emenda de praticar sua fé e o direito de proteção igualitária. Seus advogados pedem uma indenização de US$ 100 mil de Aubrey Elenis, diretor da Divisão de Direitos Civis de Colorado.
Prorrogação
A procuradora-geral, Cynthia Coffman, afirma que o caso deve ser descartado por causa dos esforços do Estado para impor seu pedido contra Phillips. Uma audiência estadual está marcada para fevereiro para determinar o que acontecerá em seguida.
A vice-procuradora-geral, LeeAnn Morrill, disse ao juiz sênior Wiley Y. Daniel que a comissão não mencionou religião em sua última análise contra Phillips. Ela disse que a comissão também usou a lei antidiscriminação do Estado para proteger as pessoas que enfrentaram preconceitos por causa de sua fé.
Na ação, os advogados de Phillips dizem que ele "acredita em uma convicção religiosa de que o sexo — status que define homem ou mulher — é dado por Deus, é biologicamente determinado, não é determinado por percepções ou sentimentos, e não pode ser escolhido ou mudado".
Eles ainda alegam que Phillips foi assediado e recebeu ameaças de morte e que sua loja foi vandalizada enquanto o caso do bolo de casamento passava pelos tribunais.
Fonte: CPAD News

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Padeiro é novamente processado por se recusar a fazer bolo para um “casamento gay”

O padeiro cristão  Jack Phillips, da cidade de Lakewood, no Colorado (EUA), parece que está sendo alvo de uma perseguição religiosa articulada para tentar lhe condenar na justiça. Isso, porque, após vencer um processo na Suprema Corte em que era acusado de discriminação, por se recusar a fazer um bolo para um "casamento gay", agora ele foi novamente processado, dessa vez por não fazer um bolo para um "transgênero".
O pedido veio de um advogado, que encomendou um bolo para comemorar a sua transição de gênero, popularmente chamada "mudança de sexo".  Jack Phillips, no entanto, recusou a encomenda, alegando que o propósito do bolo vai de encontro a sua fé cristã.
Segundo a Alliance Defending Freedom (ADF), organização que luta pela liberdade religiosa nos Estados Unidos e que defende pessoas vítimas de perseguição religiosa no país, mesmo Phillips já tendo vencido um processo anterior na mais alta Corte judicial americana, o estado do Colorado resolveu tentar obrigar novamente o padeiro a fazer o bolo.
Na prática, isto significa que uma nova batalha judicial estará em andamento nos próximos meses, mas dessa vez Phillips conta com a jurisprudência a seu favor, uma vez que a vitória por 7 votos a 2 na Suprema Corte contra a Comissão de Direitos Civis do Colorado, serve de exemplo para o novo julgamento.
"O estado do Colorado está ignorando a mensagem da Suprema Corte dos EUA, continuando a separar Jack de castigo e exibindo hostilidade contra suas crenças religiosas.", afirmou Kristen Waggoner, Vice-Presidente Sênior da Divisão Jurídica dos EUA, indicando que pode haver, de fato, alguma intencionalidade no julgamento.
"Embora Jack sirva a todos os clientes e simplesmente se recuse a criar bolos personalizados que expressem mensagens ou celebrem eventos que violem suas crenças profundas, o governo pretende destruí-lo – algo que a Suprema Corte já lhe disse para não fazer", acrescenta, segundo o Christian Post.
Para Waggoner, abrir mão de um trabalho por questão de consciência religiosa é um direito de cada cidadão, pois do contrário, não poderia se falar em liberdade de crença. "Nem Jack nem quaisquer outros profissionais criativos devem ser alvos do governo por viver de forma consistente com suas crenças religiosas", conclui ele.
Fonte: Gospel+
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