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segunda-feira, 4 de abril de 2022

Filha de pastor envolvida na feitiçaria é liberta após cantar: “Cobre-me, Jesus”



Após a morte do pai, Sarah Gonzalez se rebelou contra Deus até ser resgatada por sua graça.

Sarah Gonzalez cresceu rodeada pelo amor de seu pai, o pastor Andy Gonzalez. Desde cedo, Andy compartilhou a Palavra de Deus com a filha, ensinando que o poder do nome de Jesus podia lhe proteger.

Meu pai me dizia: 'Sarita, se você vir um demônio, se estiver com medo ou estiver em perigo, diga o nome de Jesus'. E então, naquele momento, aos seis anos de idade, eu era muito próxima dele, a filhinha do papai”, contou Sarah, em entrevista à CBN News.

Logo depois, o pastor Andy faleceu e deixou um vazio imenso no coração infantil da menina. “Estávamos nas Bermudas em férias em família. Estávamos saindo do quarto do hotel, abri a porta do banheiro e vi meu pai vomitando sangue na pia. E então dentro de 48 horas, ele sangrou internamente até a morte”, disse Gonzalez.

Sofrendo com a perda do pai, a menina começou a sentir raiva de Deus pelo o que havia acontecido. “Me lembro de começar a primeira série três semanas depois que ele morreu. E nos meus boletins, os professores diziam: 'Ela apenas olha pela janela'. Eu tirava apenas F e lembro que naquele momento, a raiva começou a inundar meu coração”, relatou.

Naquele primeiro mês de volta à escola, fui ao banheiro das crianças e amaldiçoei a Deus com cada palavra ruim que conhecia, quase como se dissesse: 'Você fez a pior coisa que poderia fazer comigo. E agora?'", revelou Sarah.

Invocando o nome de Jesus

Na adolescência, a jovem passou a consumir drogas e álcool para anestesiar sua ferida emocional. Aos 26 anos, Gonzalez se envolveu com feitiçaria, adorando divindades astecas. 

Cada vez mais atraída pelo ocultismo, certa noite Sarah teve o primeiro encontro com um espírito maligno. “Eu tomei uma dose de maconha e imediatamente senti um espírito demoníaco. E o demônio começou a lutar comigo para me possuir”, disse ela.

Neste momento, a jovem se lembrou do ensinamento que recebeu do pai na infância; para invocar o nome de Jesus em situações de perigo. 

A luta ficou tão ruim que eu realmente tinha uma sensação profunda de que morreria se não chamasse Jesus. E então, finalmente, eu comecei a cantar 'Cobre-me, Jesus', em repetição. E assim que o nome de Jesus saiu da minha boca, o demônio recuou”, afirmou Sarah.

Apesar de ter sido resgatada de uma possessão demoníaca, a jovem continuou rejeitando a Deus. “Acordei e disse a mim mesma: 'Vou fingir que isso nunca aconteceu. Deve ter sido apenas um ataque de pânico’. Mesmo que eu soubesse que aquele era um encontro demoníaco. E então, nos meses seguintes, todos os dias vivi com medo de que acontecesse novamente”, revelou.

O que Sarah mais temia acabou acontecendo tempos depois. “Eu vi um demônio se manifestar. Me lembro que o rosto era como se fosse feito de cera, e começou a derreter, contorcer e torcer. E todo o meu corpo estava tomado pelo tormento”, disse ela.

Salva pela oração da mãe

Na manhã seguinte, a jovem acordou ainda assustada e recebeu uma mensagem de sua mãe, que completaria a obra de Deus em sua vida: “Não sei no que você está envolvida, mas isso não é um jogo. Há libertação no nome de Jesus. O Senhor me acordou no meio da noite para orar fervorosamente por você”.

Naquela madrugada, o Senhor havia acordado sua mãe em outra cidade para interceder por sua libertação. Sarah foi impactada pelo amor de Deus. “Eu me lembro de ter ficado muito atordoada de como Deus estava me perseguindo mesmo na minha rejeição a Ele”, declarou.

Naquele dia, a jovem recebeu a revelação de que Jesus é Deus, sua Palavra é verdadeira e que estava vivendo em pecado. “Foi como se instantaneamente o Senhor removesse o véu dos meus olhos. Tive a revelação de que minha vida mudaria e eu sairia dessa trevas para a sua luz”, testemunhou Sarah.

A jovem foi liberta, curada emocionalmente da perda do pai e se tornou uma seguidora de Cristo. Hoje, ela é líder de jovens em sua igreja e é grata por ter sido salva por Jesus. 

Mesmo em minha total rejeição a Ele, Deus abriu meus olhos para ver quem Ele é. Meu pai sempre se apegava a Isaías 54, que diz: 'Seus filhos serão ensinados pelo Senhor, e grande será a paz deles'. E Deus cumpriu isso em minha vida, mesmo quando eu fui para os cantos mais distantes da depravação e rebelião total contra Deus”, celebrou Sarah.

Fonte: Guiame

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Os novos cânticos de adoração duram apenas alguns anos

Estudo detecta uma rotatividade cada vez maior para as músicas cantadas na igreja.


Igrejas em todos os Estados Unidos e Canadá cantaram "O fogo do refinador /o único desejo do meu coração/é ser santo" por uma década inteira, depois que o pastor de adoração da Vineyard, Brian Doerksen, lançou esse cântico, em 1990.

"Overcome", escrito em 2007 por Jon Egan, líder de louvor de uma megaigreja, era tão popular quanto o primeiro cântico. Mas as igrejas norte-americanas só cantaram seus versos, “digno de honra e glória/digno de todo o nosso louvor/você venceu”, por cerca de três anos.

Os cânticos de adoração já não duram mais tanto quanto costumavam. A duração média de uma música largamente cantada é cerca de um terço do que era há 30 anos, de acordo com um estudo que será publicado na revista Worship Leader, em janeiro.

Para o estudo, Mike Tapper, professor de religião da Southern Wesleyan University, reuniu dois analistas de dados e dois ministros de louvor para analisar décadas de registros da Christian Copyright Licensing International (CCLI). A organização licenciadora fornece assessoria em direitos autorais para cerca de 160 mil igrejas na América do Norte e recebe relatórios periódicos sobre as músicas de louvor cantadas nessas igrejas, acompanhando cerca de 10 mil congregações ao mesmo tempo.

Olhando para as principais músicas [cantadas] nessas igrejas, de 1988 a 2020, os pesquisadores foram capazes de identificar um ciclo de vida comum para as músicas de louvor populares, segundo disse.

Fonte: Cristianismo Hoje

segunda-feira, 6 de julho de 2020

Califórnia proíbe cantar no cultos em igrejas em meio a pandemia

A nova medida ocorre em meio a um aumento nos casos COVID-19 no estado da costa oeste.

As novas diretrizes da COVID-19 na Califórnia proíbem o canto durante os cultos para impedir a disseminação do coronavírus.
Publicado na quarta-feira, as políticas atualizadas do departamento de saúde pública do estado exigem que igrejas e outras casas de culto "interrompam as atividades de canto". Embora as diretrizes oficiais no final de maio permitissem cantar, recitar em grupo e outras práticas e performances, mas desaconselharem, essas coisas agora são formalmente proibidas.
"Atividades como cantar contrariam a redução de risco alcançada através de um metro e meio de distanciamento físico", afirmou o estado em suas diretrizes atualizadas.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dizem que cantar e cantar pode espalhar o coronavírus tão facilmente quanto espirrar ou tossir.
A nova medida ocorre em meio a um aumento nos casos COVID-19 no estado da costa oeste.
Refeições em restaurantes fechados, cinemas, museus e outros locais também foram instruídos a fechar em 19 municípios. 
As novas diretrizes surgem como "taxa de positividade da Califórnia   – um indicador-chave da expansão da comunidade – está subindo modestamente na média de 14 dias. As taxas de hospitalização também estão subindo na média de 14 dias. A Califórnia tem 240.195 casos confirmados até o momento". anunciou o Departamento de Saúde Pública da Califórnia.
Até agora, os processos liderados pela igreja, alegando violações da Primeira Emenda, contestando a ordem de permanência em casa emitida pelo governo estadual em meados de março, não tiveram êxito no tribunal.
Em meados de abril, o condado de Mendocino, na Califórnia, enfrentou uma reação adversa quando o condado instituiu uma proibição que entrou em vigor na sexta-feira passada aos membros do coral da igreja de se reunir para gravar músicas para cultos on-line. Sob a proibição, apenas quatro pessoas foram autorizadas a gravar de um local e "nenhum canto ou uso de instrumentos de sopro, gaitas ou outros instrumentos que pudessem espalhar o COVID-19 através de gotículas projetadas será permitido, a menos que a gravação do evento seja realizada por conta própria. residência."
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