quinta-feira, 30 de maio de 2024
segunda-feira, 1 de agosto de 2022
Michelle Bolsonaro faz vigília com evangélicos no Palácio do Planalto
Primeira-dama comandou o momento com intercessão e louvores
Imagens foram compartilhadas nos stories do Instagram de Michelle. O grupo aparece cantando louvores como A Igreja Vem, de Anderson Freire; Para Que Entre o Rei, da banda Morada e Descansarei, da Comunidade Evangélica de Maringá.
Com uma Bíblia nas mãos, Michelle aparece bradando “Rei da Glória” na entrada do Palácio do Planalto, próximo à rampa presidencial. Outra imagem da sequência de stories mostra o grupo cantando enquanto desce a rampa que liga o gabinete presidencial ao Salão Nobre, trajeto que o presidente costuma fazer em cerimônias oficiais.
A pastora e cantora Midian Lima e seu marido, o pastor Eliel Lima, integravam a comitiva religiosa.
A primeira-dama já havia compartilhado que costuma fazer orações no gabinete presidencial. Durante a convenção do PL, partido de Bolsonaro, no dia 24 de julho, ela contou que tem o dia certo para fazê-lo e que ora até mesmo na cadeira do chefe do Executivo.
– Eu sempre oro toda terça-feira no gabinete dele quando ele vai embora. Quando o Planalto se fecha, eu entro com meus intercessores e oro na cadeira dele. E eu declaro todos os dias: Jair Messias Bolsonaro sê forte e corajoso, não temas. Não temas. Ele é um escolhido de Deus, ele é um escolhido de Deus. Esse homem tem um coração puro, limpo, além de ser lindo, né? Mas é meu – disse na ocasião.
Conforme Michelle compartilhou no Instagram, a vigília durou até as 5h da manhã desta segunda-feira (1º).
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2022
Os novos cânticos de adoração duram apenas alguns anos
Estudo detecta uma rotatividade cada vez maior para as músicas cantadas na igreja.
"Overcome", escrito em 2007 por Jon Egan, líder de louvor de uma megaigreja, era tão popular quanto o primeiro cântico. Mas as igrejas norte-americanas só cantaram seus versos, “digno de honra e glória/digno de todo o nosso louvor/você venceu”, por cerca de três anos.
Os cânticos de adoração já não duram mais tanto quanto costumavam. A duração média de uma música largamente cantada é cerca de um terço do que era há 30 anos, de acordo com um estudo que será publicado na revista Worship Leader, em janeiro.
Para o estudo, Mike Tapper, professor de religião da Southern Wesleyan University, reuniu dois analistas de dados e dois ministros de louvor para analisar décadas de registros da Christian Copyright Licensing International (CCLI). A organização licenciadora fornece assessoria em direitos autorais para cerca de 160 mil igrejas na América do Norte e recebe relatórios periódicos sobre as músicas de louvor cantadas nessas igrejas, acompanhando cerca de 10 mil congregações ao mesmo tempo.
Olhando para as principais músicas [cantadas] nessas igrejas, de 1988 a 2020, os pesquisadores foram capazes de identificar um ciclo de vida comum para as músicas de louvor populares, segundo disse.
Fonte: Cristianismo Hoje

