Mostrando postagens com marcador negação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador negação. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Ex-presidente do Supremo da África do Sul é ordenado a se desculpar por apoiar Israel


Mogoeng Mogoeng foi acusado de violar o Código de Conduta Judicial ao declarar que ama e ora por Israel.

O ex-presidente do Supremo Tribunal da África do Sul, Mogoeng Mogoeng, foi condenado a se desculpar por apoiar Israel, durante sua participação em um encontro online do jornal The Jerusalem Post. 

No evento, que aconteceu em julho de 2020, com o rabino sul-africano Warren Goldstein, Mogoeng declarou que apoiava Israel devido a suas crenças cristãs.

Tenho a obrigação, como cristão, de amar Israel, orar pela paz de Jerusalém, que na verdade significa a paz de Israel. E não posso, como cristão, fazer outra coisa senão amar e orar por Israel, porque eu sei que o ódio por Israel por mim e por minha nação só pode atrair maldições sem precedentes sobre nossa nação”, afirmou o juiz.

E completou: “Faríamos bem em refletir sobre a objetividade envolvida na adoção de uma determinada atitude em relação a um determinado país que não tirou tanto e injustamente da África do Sul e da África como outras nações que consideramos uma honra ter relações diplomáticas conosco”.

O Africa4Palestine e o movimento BDS, uma campanha de boicote a Israel em defesa da Palestina, apresentaram uma queixa na Justiça contra os comentários de Mogoeng, sob a acusação de violação do Código de Conduta Judicial. Na época, Mogoeng, que se aposentou em outubro de 2021, ainda estava no cargo judiciário.

O ex-presidente do Supremo, que também é pastor, contestou a queixa, argumentando que os juízes não deveriam ser “censurados ou amordaçados”.

Respeito a lei. Não vou desafiar a lei. Mas se chegar ao ponto em que sou forçado a fazer o abominável, ou sou forçado a rejeitar Deus, prefiro ficar sem dinheiro, sem qualquer posição. Jamais me recusarei a obedecer ao Senhor”, disse.

O Comitê de Apelação de Conduta Judicial condenou Moegoeng, afirmando que ele violou o Código de Conduta Judicial ao se envolver “em atividades extrajudiciais que são incompatíveis com a confiança e a imparcialidade dos juízes”. 

O Comitê ordenou que o ex-juiz emitisse um pedido de desculpas formal. Moegoeng se recusou a se desculpar e recorreu da decisão, porém, seu recurso foi negado na quinta-feira (20).

Se eu chegar ao ponto em que há um julgamento que diz: 'Você deve dizer que odeia Israel e os judeus', eu preferiria deixar de ser o presidente do Supremo. Se eu chegar ao ponto em que eles dizem: 'Mogoeng, você deve dizer que odeia os palestinos e a Palestina', eu preferiria deixar o cargo do que fazê-lo. Não vou me desculpar por nada. Não há nada para se desculpar”, declarou o cristão.

Fonte: Guiame

segunda-feira, 29 de março de 2021

Damares Alves esclarece que áudios atribuídos a ela não são de sua autoria - ASSISTA AQUI

 


A ministra Damares esclarece que áudios que estão circulando na internet em seu nome não são de sua autoria.

Ao contrário do que foi passado na mensagem, a ministra defende o Estado Democrático e o respeito às instituições.

ASSISTE AQUI

quinta-feira, 4 de março de 2021

Igreja progressista deixa cair a máscara e diz que não considera a Bíblia a Palavra de Deus

Diante da dificuldade em refutar os valores bíblicos, cristãos progressistas passaram a negar que a Bíblia Sagrada seja a Palavra de Deus. No Brasil, um grupo feminista alegadamente cristão já havia tomado tal iniciativa, e agora uma igreja progressista despertou furor nas redes sociais ao fazer a mesma declaração.

A GracePointe Church, uma congregação da cidade de Nashville, Tennessee (EUA), usou sua página nas redes sociais em 07 de fevereiro para compartilhar um resumo da pregação de seu pastor, Josh Scott, a respeito de alegadas “inconsistências” presentes na Bíblia Sagrada.

Como cristãos progressistas, estamos abertos às tensões e inconsistências da Bíblia. Sabemos que é impossível que essas [questões] convivam com padrões modernos. Nos esforçamos para articular mais claramente o que a Escritura é e o que não é”, diz o texto da igreja progressista.

Em seguida, a declaração trouxe a negação sobre a sacralidade do texto bíblico: “A Bíblia não é: a Palavra de Deus, autointerpretada, um livro de ciências, um livro de respostas/regras, inerrante ou infalível”.

Segundo o progressismo adotado pela igreja, a Bíblia é um mero “produto da comunidade, uma biblioteca de textos, multi-vocais, uma resposta humana a Deus, viva e dinâmica”.

A maioria das reações dos usuários do Facebook foi de contrariedade, enquanto outros decidiram rir ou confrontar, nos comentários, a afirmação: “Mentira! A Bíblia é a infalível Palavra de Deus, inspirada por Deus! Vocês não são uma igreja de Deus. Vocês são uma igreja de homens e responderão ao Deus vivo por esta mentira do poço do inferno”.

Investidas

O movimento progressista se infiltrou no meio evangélico há alguns anos e, gradualmente, vem fazendo investidas no sentido de convencer a esmagadora maioria de fiéis – biblicamente conservadores – a adotar uma interpretação do texto bíblico que seja flexível e moldada aos padrões liberais da sociedade.

Em 2017, um grupo de feministas que alegam serem cristãs afirmou, categoricamente, que o livro sagrado do cristianismo não é a Palavra de Deus: “A Bíblia não deve ser entendida como a voz de Deus, mas sim como a memória de um povo”, disse Valéria Vilhena ao defender uma “reinterpretação” dos textos.

As ideias ganharam a simpatia de um pastor renomado, autor de livros e sermões respeitados: Ed René Kivitz, dirigente da Igreja Batista de Água Branca (IBAB). Militante da ideologia de esquerda nas redes sociais e cabo eleitoral de Marina Silva (Rede Sustentabilidade) em 2018, o líder evangélico pregou um sermão em 2020 declarando considerar a Bíblia “insuficiente” e carente de “atualização”.

Ela é insuficiente para mim. Talvez esse é o grande desafio da igreja contemporânea: olhar a Bíblia como um livro insuficiente. Vou repetir: olhar a Bíblia como um livro insuficiente, um livro que precisa ser relido, ressignificado, para que os princípios de vida que esse livro encerra, e que essa revelação encerra, eles saltem dessas páginas promovendo libertação e justiça e relações de amor no nosso mundo”, disse, ao comentar a carta de Paulo a Filemom.

Em seguida, o pastor reiterou sua manifestação e se declarou contrário à compreensão de que a homossexualidade seja tratada como pecado: “Vamos ter que fazer essa atualização e ter essa coragem de enfrentar os pecados de gênero da nossa sociedade. De enfrentar a questão da homossexualidade, da homoafetividade e dos gays que frequentam as nossas comunidades, estão dentro das nossas comunidades, mas continuam sendo condenados ao inferno por causa de dois ou três textos bíblicos que não foram atualizados”, insistiu o pastor, que foi amplamente refutado por colegas de ministério de outras igrejas.

POIS VIRÁ O TEMPO EM QUE NÃO SUPORTARÃO A SÃ DOUTRINA; PELO CONTRÁRIO, SENTINDO COCEIRA NOS OUVIDOS, SEGUNDO OS SEUS PRÓPRIOS DESEJOS JUNTARÃO MESTRES PARA SI MESMOS. ELES SE RECUSARÃO A DAR OUVIDOS À VERDADE, VOLTANDO-SE PARA OS MITOS” -2 TIMÓTEO 4:3, 4

Fonte: Gospel+

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...