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quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Livro infantil ensina crianças de 5 anos que aborto é um “superpoder”





Ativistas lançaram o livro infantil “Aborto é Tudo” com o objetivo de promover e normalizar o procedimento entre crianças de 5 a 8 anos.

 


Um novo livro ilustrado voltado para crianças de cinco a oito anos, que apresenta o aborto de forma positiva, tem provocado intensa reação e críticas nas redes sociais.

Publicado por ativistas defensores do aborto, o livro “Abortion Is Everything” (Aborto é Tudo, em tradução livre) apresenta o procedimento como algo normal e até mesmo um “superpoder” humano.

Escrito por Rachel Kessler e Amelia Bonow, o livro foi criado com o objetivo explícito de falar diretamente às crianças pequenas sobre o que é o aborto, como ele pode fazê-las se sentir e por que algumas pessoas escolhem realizá-lo.

‘Superpoder’

A obra foi publicada pelo grupo “Shout Your Abortion” (SYA) – traduzido livremente como Declare seu aborto –, que surgiu como uma campanha nas redes sociais para normalizar e reduzir o estigma em torno do aborto.

A publicação está sendo anunciada como uma forma de “enquadrar” o aborto “como a concretização de um superpoder exclusivamente humano”.

Pais, cuidadores e educadores que trabalham com crianças há muito tempo buscam uma ferramenta para conversar com os jovens sobre o aborto”, justificou a SYA, ao anunciar o lançamento do livro.

A linguagem evita termos como “mulher” ou “mãe”, preferindo expressões como “seres humanos com um órgão chamado útero”, e, em uma das ilustrações, compara ter um aborto a deixar um balão ir embora.

Reações e críticas

A publicação provocou intensa reação, com comentários nas redes sociais que vão da perplexidade a críticas severas.

Por que alguém iria querer falar sobre isso com crianças???”, pergunta um deles.

Outro crítico afirmou que a publicação “tenta suavizar o aborto”, declarando:

Mas o aborto não é tudo. Ele põe fim a tudo – a um batimento cardíaco, a um futuro, a uma vida ordenada por Deus. Esta é uma das representações mais claras de uma cultura de morte que já vi. Os pais precisam falar a verdade desde cedo para que as crianças saibam que a vida é sagrada desde o momento da concepção.”

Que tipo de gente repugnante escreve um livro para crianças dizendo que matar bebês é aceitável?”, publicou o site pró-vida LifeNews.

Segundo o Christian Institute, até mesmo pessoas favoráveis ao aborto se manifestaram contra, incluindo uma que escreveu:

Acredito que a mulher tem o direito de escolher. Mas isso é INSANO. Um livro infantil? Dizer que o aborto é TUDO?

Fonte: Guiame

quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

‘Santuário do aborto’: Califórnia pagará custos de viagem para mães tirarem bebês

O governador da Califórnia, Gavin Newsom, anunciou que pretende transformar o estado do oeste americano em uma espécie de epicentro do aborto no país, e pretende criar mecanismos para financiar a viagem e os procedimentos para mulheres que vivam em estados cuja interrupção da gravidez seja restrita.

Newsom, do Partido Democrata, é um dos expoentes do movimento progressista nos Estados Unidos e um dos mais radicais defensores de temas que conflitam de forma direta com a herança cultural e religiosa dos Estados Unidos.

Embora a Califórnia seja o estado mais rico do país, as medidas socialistas implementadas pelo governo local vêm transformando as cidades de forma negativa: estudos indicam que um a cada quatro mendigos dos EUA vivam no estado. São 160 mil pessoas nessa situação, com um aumento de 24% entre 2018 e 2020.

Os índices de violência crescem ano após ano, e autoridades policiais recomendam aos moradores que evitem os grandes centros urbanos, pois a concentração de pessoas marginalizadas – seja pelo desemprego, seja pelos vícios em drogas – tornam esses lugares verdadeiras terras sem-lei.

O presidente do sindicato dos policiais de Los Angeles, Jamie McBride, dimensionou a situação: “Não podemos garantir sua segurança. A cidade está mesmo fora de controle”. Essa visão foi corroborada pelo ex-prefeito de Los Angeles, Antonio Villaraigosa: “Roma está em chamas”.

‘Santuário do aborto’

O mandatário do Partido Democrata fez o anúncio do investimento oficial no incentivo ao aborto com o orgulho de quem estaria defendendo a justiça, os Direitos Humanos ou mesmo ações de solidariedade:

Seremos um santuário […] Estamos procurando formas de apoiar essa iniciativa e de aumentar nossos direitos”, anunciou Newsom, prometendo criar programas que paguem as despesas de viagens, incluindo combustível, hospedagem, transporte e até creches para as mulheres que pretendem matar seus fetos na Califórnia".

Ben Shapiro, um dos principais comunicadores conservadores dos Estados Unidos, publicou artigo expressando pesar pelos rumos do estado: “Hoje, cerca de 15% dos abortos nos Estados Unidos são realizados na Califórnia, de acordo com o Guttmacher Institute. Esse número pode aumentar exponencialmente se o estado começar a subsidiar abortos em seu território”.

Embora o radicalismo do governador Newsom em sua utopia socialista venha resultando, ano após ano, em aumento da pobreza, violência e instabilidade econômica, os adeptos do progressismo seguem dobrando a aposta.

Por que a Califórnia continua adotando políticas cada vez mais radicais? Porque o radicalismo em si é a justificativa moral para o fracasso dessas medidas. Os democratas podem argumentar que a criminalidade e a miséria estão fora de controle, a economia está estagnada e as empresas estão abandonando o estado. Isso tudo, contudo, é moralmente justificável porque a Califórnia tem um objetivo mais elevado: a busca pela utopia de esquerda”, concluiu Shapiro.

Fonte: Gospel+

sábado, 18 de setembro de 2021

Líderes cristãos condenam mudança legal que descriminaliza o aborto no México


A Suprema Corte do México decidiu que é inconstitucional punir o aborto, anulando por unanimidade várias disposições de uma lei de Coahuila – um estado mexicano na fronteira com o Texas, nos Estados Unidos – que tornara o aborto um ato criminoso.

A mudança na lei afetará imediatamente apenas o referido estado, mas estabelece um precedente histórico e "critérios obrigatórios para todos os juízes do país", impelindo-os a agir da mesma maneira em casos semelhantes, disse o presidente da Suprema Corte, Arturo Zaldívar. "De agora em diante, você não poderá mais, sem violar os critérios do tribunal e a Constituição, cobrar qualquer mulher que aborta nas circunstâncias que este tribunal tenha decidido como válidas."

Líderes cristãos do México, depois de terem estudado a resolução governamental e os argumentos apresentados nas sessões de discussão pública, consideram que "os problemas enfrentados pelas mulheres e a situação jurídica do nascituro são uma questão complexa, com importância antropológica, científica, filosófica e ética que não pode ser reduzida a uma resolução em uma ordem judicial".

Por isso, consideram imprescindível que "todos os atores sociais – fora de um clima de polarização ideológica e sem apego a posições políticas – se comprometam com uma nova e profunda reflexão que permita encontrar um caminho comum de solução para um problema multidimensional e multifatorial como o que estamos tratando".

Por meio de um comunicado, intitulado "A favor das mulheres e a favor do direito à vida", os bispos mexicanos oferecem alguns elementos para reflexão que orientam a consciência dos fiéis e dos homens de boa vontade.

"Nenhuma mulher deve ser obrigada a tomar a dramática decisão de recorrer à prática do aborto – afirmam os bispos -, situação que em grande parte dos casos deixa profundas dores. Nesse sentido, sabemos que a prisão não é a solução para o problema das mulheres que abortam". A Igreja, mãe de todos os seres humanos, incluindo os já concebidos mas ainda não nascidos, "deve também proteger – por todos os meios lícitos – a sua dignidade fundamental de criatura de Deus e zelar para que o seu direito à vida não seja condicionado, discriminado ou sujeito à vontade ou decisão de terceiros. Este caminho também não constitui uma solução alternativa".

Os bispos lamentam profundamente que "perante o aparente dilema de não criminalizar a mulher que aborta e de preservar a vida do nascituro, a Suprema Corte tenha optado por descartar a segunda, sem procurar salvaguardar a ambas".

Lembrando que o direito à vida é reconhecido e garantido na Constituição mexicana e nos mais importantes tratados internacionais de direitos humanos, eles afirmam que "a resolução da Suprema Corte faz um contraste perigoso e desproporcional entre o conteúdo e os limites do que ela chama de ‘o direito da mulher de decidir ‘contra’ a proteção constitucional do nascituro'".

Por fim, os bispos destacam que vivemos uma época de grandes desafios sociais e, citando o Papa Francisco, exortam a "caminhar juntos, a favor do bem comum, da dignidade humana e dos direitos fundamentais de todas as pessoas, em qualquer condição".

As questões discutidas nos últimos dias pela Suprema Corte, concluem, "merece um compromisso renovado de todos os atores políticos, comunidade acadêmica, igrejas e organizações civis para garantir a proteção das mulheres em todas as circunstâncias, grávidas ou não, no respeito pelo direito humano à vida da mãe e do nascituro".

Fonte: O São Paulo com informações de Agência Fides e National Catholic Reporter via Folha Gospel

domingo, 12 de setembro de 2021

Lula avisa que atuará para legalizar o aborto se voltar a ser presidente

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou ser, pessoalmente, contrário ao aborto, mas afirmou que se voltar ao poder, irá trabalhar para legalizar a prática.

A mais recente declaração contrária aos valores conservadores feita pelo ex-presidente petista foi feita durante entrevista ao podcast do rapper Mano Brown, um dos principais militantes de esquerda no cenário hip-hop.

Aborto, disse Lula, “é um direito da mulher” e deve ser tratado como um tema de “saúde pública”.

A abordagem é exatamente oposta à que o governo do presidente Jair Bolsonaro dá ao tema, com a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, trabalhando para aumentar o acesso de mulheres grávidas a políticas pró-vida, como pré-natal e assistência durante toda a gestação.

Não tenho vergonha de dizer que eu, Lula, pai de 5 filhos, sou contra o aborto. Mas, enquanto chefe de Estado, tenho que tratar o assunto como saúde pública. Eu acho que o aborto é um direito da mulher. Não preciso ser favorável, mas tenho que cuidar para que todos sejam tratados dignamente pela saúde pública”, disse Lula.

Afirmando ser católico, o ex-presidente se posicionou de forma contrária ao que a doutrina da Igreja Católica prega sobre o aborto.

Lula, que recentemente falou que irá implantar um sistema de censura à imprensa, valendo-se do eufemismo “regulação da mídia”, afirmou que Bolsonaro é alguém com pretensões totalitárias: “Está mais para Hitler e Mussolini”.

O que tá acontecendo no Brasil não é uma disputa de direita e esquerda. É entre fascistas e democracia. Bolsonaro não é de direita. Ele tem que ser analisado mais pra Hitler e Mussolini do que pra um cara de direita. Porque ele não pensa. Ele não constrói um pensamento, ele constrói bobagem. Você não vê uma frase inteira dele dizendo alguma coisa que preste, é só bobagem. Não tem 3 minutos de argumento pra nada sério, Por isso que a vida dele é fake news”, acusou, de acordo com informações do portal Metrópoles.

Fonte: Gospel+

quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Satanistas pedem isenção religiosa para realizar “ritual de aborto” ilegal no Texas


Após a lei pró-vida “Heartbeat” ter entrado em vigor, o Templo Satânico anunciou que vai processar o Estado para garantir seus “direitos religiosos”.

Depois que a lei que proíbe o aborto assim que o batimento cardíaco fetal é detectado entrou em vigor em 1º de setembro no Texas, Estados Unidos, o Templo Satânico, uma organização satânica internacional, está reivindicando isenção religiosa para realizar um “ritual de aborto” no estado.

O grupo alega que a nova Lei “Heartbeat” (SB 8) viola os direitos religiosos de seus adeptos, afirmando que o aborto é "uma cerimônia enraizada em nossas crenças profundas".

Na última quinta-feira (2), o Templo Satânico anunciou que vai entrar com uma ação legal contra o estado do Texas para lutar por seus “direitos religiosos”. 

Este ritual pode ser realizado por nossos membros como uma forma de fortalecer a autoestima, inspirar confiança e proporcionar conforto espiritual”, afirmou a organização em seu site. 

A realização do ritual de aborto satânico é protegida por leis de liberdade religiosa. Isenta os satanistas de cumprir qualquer requisito médico desnecessário e não científico, como períodos de espera obrigatórios ou sonogramas indesejados, que interfiram na prática de nosso ritual”, alegou o grupo satânico.

Ao anunciar suas intenções de tomar medidas legais contra a lei SB 8, a organização também criticou a legislação que protege a vida.

"Se os juízes [do Texas] cumprirem a Constituição e os precedentes legais, então aqueles que compartilham de nossas crenças profundas estarão isentos dos esforços inadequados do estado para restringir o acesso aos serviços de aborto”.

No dia seguinte ao anúncio, o grupo incitou os membros do Templo Satânico no Texas a realizar abortos ilegais, dentro das primeiras 24 semanas de gravidez, prometendo que está "pronto para ajudar" qualquer pessoa que viole a lei e se submeta ao “Ritual de Aborto Satânico”. 

Na semana passada, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu não agir em uma petição de emergência dos defensores do aborto para barrar a Lei “Heartbeat” (SB 8), que proíbe a maioria dos abortos no estado a partir do momento em que o batimento cardíaco fetal é detectado, por volta da marca de seis semanas.

Fonte: Guiame

segunda-feira, 19 de abril de 2021

Líder de movimento pró-aborto falece durante aborto legal

María del Valle González López morreu aos 23 anos.

María del Valle González López foi a primeira vítima do aborto legalizado na Argentina, ela é líder da Juventude Radical de La Paz, movimento pró-aborto no país. A jovem tinha 23 anos e estudava serviço social na Universidade Nacional de Cuyo.

A jovem morreu no domingo, 11 de abril, quando tentava matar seu bebê no ventre em um hospital local. Curiosamente, ela foi a primeira morte registrada depois que o país aprovou lei que permite a prática do aborto, em 30 de dezembro do ano passado.

Segundo informou o jornal Clarín, a jovem dirigiu-se ao hospital Arturo Illia, na cidade de La Paz, onde solicitou o procedimento de interrupção da gravidez. No local, prescreveram misoprostol e, logo após, ela começou a se sentir mal.

Ela foi encaminhada ao principal centro de saúde da zona leste de Mendoza, o hospital Perrupato, onde diagnosticaram uma infecção geral que causou a sua morte.

O medicamento faz com que o útero expulse o bebê, levando a mãe a ter um aborto, o que pode causar complicações para a mulher. Em alguns casos, o sangramento pode fazer com que a mãe entre em choque hipovolêmico e morra.

Fonte: Gospel Prime via Gamaliel Brasil

quarta-feira, 7 de abril de 2021

Conheça as mentiras e meia-verdades divulgadas pela propaganda pró-aborto


Escritora defende que o bebê no ventre materno já é uma pessoa e possui os mesmos direitos naturais de todos os seres humanos do mundo.

Falar sobre aborto nunca é tarefa fácil. O tema, além de delicado, envolve questões morais, religiosas, científicas e éticas. Mas, basicamente, as pessoas se dividem em dois lados: pró-aborto e pró-vida. Enquanto alguns defendem a liberdade feminina e os “direitos reprodutivos” — uma das novas nomenclaturas da luta pela legalização do aborto, do outro lado está quem classifica esse ato como um assassinato de inocentes.

A realidade é que todos os títulos apenas suavizam o que é uma mera questão de vida ou morte. Para Danielle D'Souza Gill, autora do livro “A Escolha: o aborto divide a América (tradução livre)”, alguns mitos precisam ser derrubados. Ela aponta para as mentiras e “meia-verdades” divulgadas pelos defensores do aborto em todo o mundo.

A jovem autora também é comentarista e mora na cidade de Nova York. Foi embaixadora do Turning Point nos EUA, uma organização americana de direita, que defende narrativas conservadoras dentro de escolas e universidades. Recentemente, esteve em diversos programas de rádio e TV, nos Estados Unidos. Segue um resumo dos slogans mal-intencionados da propaganda pró-aborto, segundo a autora, e suas considerações, que foram divulgadas no site de notícias CBN News.

Danielle
Danielle D'Souza Gill, autora do livro “A Escolha: o aborto divide a América”. (Foto: Reprodução/Twitter)

“O ser humano passa a existir somente quando sai do útero materno”

Para refutar essa ideia, a autora especifica a vida desde a concepção. “Só no primeiro trimestre, desenvolvem-se os dedos dos pés, unhas, cotovelos, nariz, cabeça e hormônios", ela compartilhou. 

"E apenas 18 dias após a concepção, a tecnologia moderna pode detectar o batimento cardíaco do bebê. Podemos ver o coração batendo depois de cerca de 22 dias. Dizer que o bebê não é uma pessoa quando tem batimentos cardíacos é contra-intuitivo para a ciência e o sistema que usamos na Terra para determinar a vida”, continuou. 

Ao contrário daqueles que homenageamos, que viveram uma vida plena fora do útero, esses nascituros eram desconhecidos. Mas eles eram reais. Como nossos outros entes queridos, nossos filhos não nascidos eram pessoas vivas cheias de possibilidades. Eles tinham corações batendo e sangue correndo em suas veias. E eles eram nossos”, disse ao se referir aos bebês que tiveram suas vidas ceifadas. 

“As mulheres não são feridas no ato do aborto”

Essa é a outra mentira contada pela publicidade pró-aborto. Para Gill, o aborto é um duro golpe tanto para o corpo quanto para a natureza materna. “Nesse ato terrível, a mãe está desfazendo o processo natural de dar vida, que foi iniciado em seu corpo. Ela impede, não apenas a vida da criança, mas o ritmo acelerado  do movimento bioquímico e hormonal em que seu próprio corpo estava. Isso não pode deixar de ter ramificações para ela enquanto seu corpo processa o ataque”, disse. Sem contar que a mulher fica emocionalmente sensível e com um forte sentimento de culpa. 

Gill também escreve: “Estima-se que o risco de morte para uma mulher que faz um aborto aumenta em 38% para cada semana adicional de gestação. A cada semana de gravidez que passa, ossos fetais maiores e mais afiados estão sendo removidos à força, e eles poderiam perfurar o útero de uma mulher ou causar uma ruptura em seu corpo”, explica. 

Segundo a autora, o mais provável é o aumento do risco de sangramento excessivo e hemorragia porque a placenta está firmemente presa ao revestimento do útero nesta fase da gravidez e foi arrancada à força. Gill também conta em seu livro, o relato de uma mulher que havia passado por um aborto. “Emocionalmente, eu estava um caco. Chorei durante todo o procedimento. Fiquei muito triste, embora soubesse que era a coisa certa a fazer. Mas foi uma das experiências mais avassaladoras da minha vida”, disse a mulher. 

 “Os homens não são afetados pelo aborto”

Outra mentira. O homem sofre um golpe em sua identidade como protetor e como pai. Gill explica que, internamente, eles se sentem atacados quando permitem que seu próprio filho seja ferido. “Eles podem ser poupados da dor imediata que a mulher sente e até se esquecem mais fácil porque não passam pela experiência física, mas com o tempo vão se lembrar de que falharam em seus deveres”, disse.

Seguem dois testemunhos de homens que tiveram seus filhos abortados. Karl confessou que acabou pagando pelo aborto e isso teve um efeito traumático sobre ele. “Eu não sabia como iria sobreviver; eu não pulei de uma ponte, mas pensei em beber até a morte. Tenho pensado sobre o que aconteceu todos os dias nos últimos 32 anos”, lamentou.

 O outro homem se chama Chuck Raymond, cuja namorada de 18 anos fez um aborto no final da década de 1970. Na época ele estava em treinamento militar em West Point. Nos primeiros anos ele conta que não pensou muito nisso. “Depois eu percebi que a nossa escolha foi a mais trágica”, disse. 

Raymond comparou a angústia mental e emocional que se segue ao aborto a um tipo de PTSD [transtorno de estresse pós-traumático] que alguém pode ter depois de passar por um campo de batalha.

Conforme a autora, pode até parecer que os homens saiam impunes após a decisão de um aborto, mas não saem. “Eles são afetados de várias maneiras. Normalmente, depois de muitos anos, eles começam a refletir sobre o passado e não podem escapar daquele aperto no coração”, acrescentou. 

“Os fetos são humanos, mas ainda não são pessoas”

Esse parece ser o pior dos mitos sobre o aborto, de que os fetos não são pessoas com os mesmos direitos naturais de todos os seres humanos do mundo. Em seu livro, Gill escreve: "Assim que diferenciamos ‘humanos’ de ‘pessoas’ criamos o cenário para os horrores mais perversos do homem”, alertou.

Gill lembra que os nazistas usaram essa justificativa, alegando que os judeus são humanos, mas não pessoas. “Esta também é a desculpa usada para a escravidão, alegando que os negros são humanos, mas não pessoas”, apontou.

A autora finaliza citando Hillary Clinton. “Ela disse que acredita que os direitos pessoais começam apenas no nascimento. Em suas próprias palavras, quando concorreu à presidência em 2016: 'O nascituro não tem direitos constitucionais'. O argumento dela reforça que o feto não tem personalidade antes da viabilidade”, observou.

Tanto Gill quanto outros autores de livros que defendem a vida desde a concepção, declaram que “quando os mitos e as falsidades forem destruídos, a sociedade deverá lidar com a verdade devastadora de que o aborto tira a vida de uma pessoa tão real quanto cada um de nós”.

Fonte: Guiame

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