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domingo, 15 de outubro de 2023

HAMAS - Entenda a ideologia do movimento - Dr. Jeferson Chagas



Entenda aqui a ideologia do movimento terrorista Hamas - Movimento de Resistência Islâmica, em exposição pelo pastor, Dr. Jeferson Chagas, Ph.D.


PARTE 1


PARTE 2
   


PARTE 3
   


PARTE 4


PARTE 5
  


PARTE 6


PARTE 7
 


PARTE 8



Dr. Jeferson Chagas, Ph.D
. é Engenheiro Químico, Mestre e Doutor. em Engenharia Mecânica. Consultor experiente com histórico comprovado de trabalho em projetos hídricos em comunidades pobres na África e na Ásia Oriental. Facilitador em Comunicação Intercultural. Teólogo, Mestre em Ciências da Religião e Ph.D. em Estudos Cristãos Mundiais. Hábil em estudos islâmicos e estudos chineses. Experiente em conectar Engenharia, Comunicação Intercultural e Fé Cristã. Experiência em ensino em diversos idiomas: português, inglês, espanhol, chinês, árabe, francês e alemão.





segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Movimento Batista 'desconvoca' evangélicos para atos do 7/9


O Movimento Batistas por Princípios criticou líderes religiosos em declarar apoio a 'iniciativas autoritárias e pouco democráticas' de Bolsonaro


O Movimento Batistas por Princípios, um grupo de religiosos, emitiu nota para desconvocar os fiéis para as manifestações do feriado de 7 de Setembro, Dia da Independência. Eles lamentaram o posicionamento de líderes religiosos em declarar apoio a “iniciativas autoritárias e pouco democráticas do atual presidente da República” Jair Bolsonaro (sem partido).

Na nota, o grupo demonstrou preocupação com as ameaças de fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF), quando as convocações são feitas “em nome da defesa da liberdade”. O movimento também afirmou que o presidente deve satisfações das últimas acusações divulgadas na mídia.

Por fim, eles pedem para que fiéis, especialmente batistas “que sempre defenderam 
princípios de verdadeira democracia e separação entre Igreja e Estado” a não comparecerem nas manifestações de 7 de Setembro. O movimento afirma que outras atividades podem ser mais “recompensadoras”.

Confira a nota na íntegra:

Diante da convocação feita às igrejas evangélicas, por diversas lideranças, para saírem às ruas em apoio às manifestações do próximo dia 7 de setembro, fazemos as seguintes considerações:

1. Defendemos e propagamos a liberdade de expressão e opinião, garantidas pela Constituição Brasileira, na convicção de que nenhum cidadão do nosso país está acima das normas constitucionais;

2. Estranhamos o lamentável fato de que pastores, embora ensinem em suas igrejas uma eclesiologia democrático-congregacional, expressem sua solidariedade a uma manifestação de claro apoio a iniciativas autoritárias e pouco democráticas do atual Presidente da República;

3. Denunciamos, com perplexidade, o evidente caráter contraditório da manifestação, uma vez que — em nome da defesa da liberdade — faz a apologia inconstitucional do fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal;

4. Expomos nossa desconfiança em relação a um movimento que pretende dar salvo-conduto a um presidente que, juntamente com seus filhos, ainda deve explicações a sérios e graves indícios de corrupção e uso indevido de verbas de gabinete constituídas por dinheiro público — indícios que estão sendo investigados e, por si, revelam situações que parecem desmontar discursos hipócritas contra a corrupção;

5. Discordamos de todo e qualquer apoio acrítico ao atual governo — bem como à voluntária submissão ao papel de massa de manobra que se tem visto em vários setores da sociedade, em especial no ambiente evangélico — tendo em vista:

a) o fracasso na condução da crise de saúde no país como resultado da pandemia do Coronavírus;

b) o fracasso da política econômica, que se confirma pelo aumento do desemprego, da fome e da miséria, bem como de outras diversas maneiras, inclusive no crescente abandono do país por multinacionais muito conhecidas e aqui presentes há várias décadas;

c) o fracasso no controle inflacionário, resultando no absurdo e crescente aumento de preços, cujos mais notórios são dos alimentos, gás de cozinha e combustíveis, situação que deixa ainda mais vulneráveis aqueles que, de alguma forma, já se encontram prejudicados pela pandemia;

d) o fracasso no prometido combate à política predatória do chamado Centrão, cujo maior representante está hoje assentado num dos gabinetes do Palácio do Planalto, na qualidade de Ministro da Casa Civil;

e) o fracasso na estabilização política;

f) o fracasso nas políticas educacionais;

g) o fracasso no plano de prevenção à crise hídrica e de energia elétrica que, depois de claros sinais, agora se avizinha.

6. Afirmamos com ênfase que a convocação para tal manifestação pública, embora exiba como fachada a defesa da liberdade e da democracia, na verdade se revela como astuta tentativa do atual governo de provocar rupturas institucionais e criar ambiente favorável a instalação de um governo autoritário e personalista.

Sendo assim, conclamamos aos irmãos e irmãs, especialmente aos batistas que sempre defenderam princípios de verdadeira democracia e separação entre Igreja e Estado, a não comparecerem às ruas na próxima terça-feira, dia 7 de setembro, aproveitando melhor o seu tempo com outras atividades mais recompensadoras e que, ao fim e ao cabo, demonstrem o autêntico respeito que temos pelo Dia da Independência."

Fonte: EM

segunda-feira, 19 de abril de 2021

Líder de movimento pró-aborto falece durante aborto legal

María del Valle González López morreu aos 23 anos.

María del Valle González López foi a primeira vítima do aborto legalizado na Argentina, ela é líder da Juventude Radical de La Paz, movimento pró-aborto no país. A jovem tinha 23 anos e estudava serviço social na Universidade Nacional de Cuyo.

A jovem morreu no domingo, 11 de abril, quando tentava matar seu bebê no ventre em um hospital local. Curiosamente, ela foi a primeira morte registrada depois que o país aprovou lei que permite a prática do aborto, em 30 de dezembro do ano passado.

Segundo informou o jornal Clarín, a jovem dirigiu-se ao hospital Arturo Illia, na cidade de La Paz, onde solicitou o procedimento de interrupção da gravidez. No local, prescreveram misoprostol e, logo após, ela começou a se sentir mal.

Ela foi encaminhada ao principal centro de saúde da zona leste de Mendoza, o hospital Perrupato, onde diagnosticaram uma infecção geral que causou a sua morte.

O medicamento faz com que o útero expulse o bebê, levando a mãe a ter um aborto, o que pode causar complicações para a mulher. Em alguns casos, o sangramento pode fazer com que a mãe entre em choque hipovolêmico e morra.

Fonte: Gospel Prime via Gamaliel Brasil

sexta-feira, 12 de março de 2021

‘Os evangélicos são um grande problema’, diz ministro francês


Cristãos evangélicos na França estão expressando preocupação ao ver como o governo inflama a retórica contra suas igrejas.

As igrejas evangélicas estão cada vez mais preocupadas com os ataques injustos que vêm sofrendo por integrantes do governo francês. Recentemente, parlamentares aprovaram uma legislação para aumentar o controle religioso no país.

De acordo com a liderança evangélica, integrantes do governo “não devem lançar suspeitas sobre grupos religiosos e crentes”.

O último episódio preocupante se deu com a fala do ministro do Interior, Gérald Darmanin. Em entrevista à emissora C News, ele disse que “os evangélicos são um grande problema”. No entanto, ele minimizou dizendo que “obviamente não [um problema] da mesma natureza que o islamismo que faz ataques terroristas e mortes”.

Um dia antes, falando sobre a polêmica lei anti-separatismo que deve ser aprovada em breve, o ministro disse à emissora de rádio France Inter: “Não podemos discutir com as pessoas que se recusam a escrever no papel que a lei da República é superior à lei de Deus".

Ambas as declarações do chefe da segurança nacional da França causaram consternação entre os líderes evangélicos. “Estamos esperando ansiosamente para saber quais são esses ‘grandes problemas’”, escreveu Tim Kyle, membro do conselho da Youth For Christ na França.

Romain Choisnet, diretor de comunicação do Conselho Nacional dos Evangélicos na França (CNEF) também reagiu lembrando que “os evangélicos respeitam a lei e as autoridades republicanas”. Mas as igrejas evangélicas “não podem ser usadas como argumento para defender o projeto de liberticídio”, protestou ele em referência ao projeto de lei para acabar com o islamismo radical.

O CNEF frequentemente denuncia que o cristianismo evangélico é injustamente culpado por conflitos sociopolíticos que nada têm a ver com as crenças e ações das igrejas evangélicas. “A França nada ganhará em sua luta contra o separatismo islâmico ao igualar o cristianismo ao islamismo. O primeiro deu forma a esta nação que a República herdou, o segundo quer substitui-la”, disse o porta-voz do CNEF.

Não é mais hora de “laicité acalmada”?

Logo após se tornar presidente da França em 2017, Emmanuel Macron disse que “a expressão religiosa não deve ser reprimida na esfera privada”, apresentando uma visão do secularismo que os evangélicos então qualificaram de positiva e “laicité acalmada”.

Na verdade, pesquisas mostraram que Macron e seu recém-criado partido En Marche! foi o mais votado entre os cristãos protestantes.

O diretor de Serviços Pastorais aos Membros do Parlamento do CENF, Thierry Le Gall, advertiu que a luta em curso contra o islamismo radical não deveria “tentar” o governo a restringir a liberdade religiosa na França.

Um novo cenário após os ataques islâmicos em 2020

Depois do ataque terrorista em outubro contra um professor de escola secundária por mostrar desenhos animados de Maomé, a França dobrou seus esforços para acabar com o islamismo radical. A principal medida da lei anti-separatismo (oficialmente, “Lei que reforça o respeito pelos princípios da República”) foi analisada de perto por vários grupos religiosos.

Em janeiro, a Aliança Evangélica Francesa expressou novamente sua crescente preocupação de que tal lei seja usada para restringir a presença de todos os grupos religiosos na esfera pública, independentemente de suas ideias representarem uma ameaça à coexistência ou não.

A lei proposta pode definir “novas restrições” à “liberdade de culto e ao princípio da livre associação de culto”, afirma o CNEF. Pedem ao governo que busque “as soluções mais construtivas possíveis no interesse comum, sem lançar nenhuma suspeita particular sobre grupos religiosos e crentes”.

Entre as demandas do corpo evangélico está que a lei “vise com mais precisão as situações preocupantes relacionadas aos recursos vindos do exterior” sem colocar “obstáculos” à “sobrevivência das pequenas e médias” igrejas.

Gérald Darmanin não é o único ministro do governo francês que atacou publicamente os evangélicos sem evidências nas últimas semanas.

No dia 10 de janeiro, a ministra da Cidadania, Marlène Schiappa, afirmou no canal France 3 que “há cada vez mais famílias influenciadas pelas tendências evangélicas dos Estados Unidos, que pedem, como nos Estados Unidos, certificados de virgindade”.

Os evangélicos negaram veementemente a acusação e chamaram a ministra Schiappa para se desculpar por suas palavras.

Fonte: Guiame

sábado, 22 de agosto de 2020

Nota de repúdio: Globo exibe música ‘Verdinha’, de Ludmilla, com apologia à maconha

Nota de repúdio

O Movimento #MaconhaNão vem a público manifestar repúdio à tentativa da Rede Globo em fazer apologia descarada ao plantio, tráfico e consumo de drogas, durante programa intitulado “Encontro com Fátima Bernardes”, programa diário, que é exibido no horário da manhã (11h).
A apresentadora Fátima Bernardes trouxe ao palco de seu programa a cantora de funk Ludmilla, que lançou a música Verdinha com letra sobre maconha, claramente uma apologia declarada e abusiva sobre a droga, não somente o uso, mas os crimes de tráfico e plantio, que são previstos no artigo 28 da lei 11.343 de 23 de agosto de 2006.
A cantora aparece como fazendeira em plantação de alface e canta ‘eu fiz um pé lá no meu quintal, tô vendendo a grama da verdinha a um real’.
Apesar da plantação ser de alface, a alusão à maconha é direta, inclusive a cantora e o elenco fumam. A referência é o clipe de Pour It Up, da cantora americana Rihanna.
É abusivo um programa de TV em horário que crianças estão assistindo, um programa que diz ter a função de esclarecer a sociedade sobre diversos assuntos, fazer campanha declarada ao crime, em um momento que a ciência afirma os prejuízos cognitivos que a maconha causa no cérebro do adolescente como é o caso da PESQUISA que foi publicada na REVISTA CIENTÍFICA THE LANCET, que afirma que menores de 17 anos tem risco 60% maior de não terminar o Ensino Médio devido ao uso precoce da maconha.
Outros estudos afirmam prejuízos cerebrais, cognitivos, devido ao fato de crianças e adolescentes ainda estarem em formação. Um estudo recente que avaliou os danos do uso de drogas por adolescentes revelou que a cannabis é mais prejudicial do que o álcool. O motivo para isso está no fato de que a maconha tem efeitos sobre o raciocínio, o comportamento e a memória, mesmo depois que as pessoas param de consumir a droga.
O estudo foi publicado no American Journal of Psychiatry e trouxe dados resultantes do acompanhamento de 3.826 estudantes a partir dos 13 anos de idade, que participaram de avaliações ao longo de quatro anos.
Outro fator a ser pontuado é que neste horário, famílias, crianças e adolescentes estão assistindo essa programação, pais permitem que seus filhos menores assistam TV, pois é um horário “inocente” na concepção das pessoas. Crianças estão sendo alienadas pela programação que tem em muitos programas conteúdos inapropriados, como esse dessa apresentação, que deve ser responsabilizada, por expor crianças a apologia ao crime.
Não podemos aceitar que passe impune mais esse descaso dessa emissora, que vem insistentemente provocando por meio de apologia às drogas toda a sociedade, colocando neste caso crianças expostas ao abuso infantil, já que claramente a musica e as falas da apresentadora e cantora claramente induzem ao uso, plantio, tráfico já que concordam e elogiam a referida musica Verdinha.
Abaixo, veja partes da música:
"Fiz um pé lá no meu quintal / Tô vendendo a grama da verdinha a um real / Eu fiz um pé lá no meu quintal / Tô vendendo a grama da verdinha a um real".
"Sou porra louca / Mas também sou dedicada / Em casa não falta nada / Trabalho pra estudar / Eu tenho alma de pipa avoada / Minha vizinha fala, fala, e não consegue acompanhar / Um dia eu vou poder falar toda verdade / A máscara que vai cair diante da sociedade / Bang, bang / Não me perturba / Vou tacar fogo em mais um / Só pra não ficar maluca"
"Fiquei loucona / Chapadona / Só com a marola / da ruama".
*Marisa Lobo é coordenadora nacional do movimento #MaconhaNão

Fonte: Gospel+

terça-feira, 16 de junho de 2020

Movimento de igrejas evangélicas pede retorno dos cultos presenciais em PE


Thalis Araújo
Jornal do Commercio 

Algumas igrejas evangélicas se juntaram em um movimento chamado de "Igreja é Saúde", nas redes sociais, pedindo ao Governo de Pernambuco a retomada dos cultos presenciais nos templos.
As atividades nos espaços religiosos estão suspensas devido à pandemia do novo coronavírus, desde o dia 23 de março.
Em um vídeo publicado no Instagram, o pastor Arthur Pereira, da Igreja do Amor, de Paulista, Grande Recife, afirma que "durante a pandemia, muita coisa mudou, só o que não mudou foi o apoio da igreja à comunidade". Os pastores temem um possível esquecimento por parte do governo do Estado em relação à volta das reuniões presenciais, já que salões de beleza, shoppings e treinos de futebol têm data prevista para retorno.

Em entrevista ao Jornal do Comercio, o pastor Arthur afirmou que os dados de violência doméstica, depressão e suicídio têm crescido durante a quarentena. Ele acredita que a convivência das pessoas na igreja pode alterar essa realidade.
"É claro que uma pessoa que está presente na igreja é menos propensa a viver tudo isso. Uma coisa é você ficar em casa, ouvindo uma palavra, outra coisa é você viver uma experiência pessoal com Deus e com seus irmãos, mesmo sem poder tocar, seguindo as orientações passadas, como o uso de máscaras e álcool em gel. Só o fato de você estar junto é outra realidade. Na verdade, é terapêutico", afirmou.
O líder da Igreja do Amor ressalta também o apoio emocional que a igreja tem dado para as pessoas que perderam entes queridos por causa da covid-19.
"É a gente que está perto de alguém que teve o seu parente que faleceu, e é a igreja que chega junto para dar uma cesta básica, para consolar e dar outros tipos de ajuda. Quando a gente percebe que uma pessoa pode ir a um drive thru de um shopping, a um comércio, pode usar o transporte coletivo que já não tem o isolamento social, porque ela não pode ir à uma igreja?", questionou.
Arthur Pereira afirma ainda que a volta das igrejas não tem motivação financeira, mas a visão de dar um auxílio maior as pessoas que precisam de uma palavra amiga em tempos de quarentena. "Primeiro que a igreja depende de Deus, não depende de governo, é bom salientar. A gente não precisa de dinheiro de governo nem de nada. Não é por dinheiro, é por pessoas", disse.
Arthur ressaltou ainda que a sua igreja ajudou mais de duas mil famílias com mais de 30 toneladas de alimentos. A Igreja do Amor realiza os seus cultos pelo seu canal do YouTube, onde possui mais de 520 mil inscritos.
A reportagem do Jornal do Commercio entrou em contato com o Governo de Pernambuco, que informou que o governador Paulo Câmara (PSB) tem conversado com vários líderes de instituições religiosas, pois a igreja possuem realidades diferentes, como tamanho e quantidade de pessoas. Mas está tentando resolver com os líderes para elaborar um protocolo que contemple a todos com medidas de segurança sanitária para que vai às igrejas. Mas prometeu que vai entregar, possivelmente na próxima semana, um protocolo para a retomada dos cultos presenciais.

Até agora, a covid-19 já vitimou 44.671 pessoas somente em Pernambuco.
Fonte: Jornal do Commercio via Folha Gospel

segunda-feira, 27 de maio de 2019

“Um movimento do Espírito Santo está sendo gerado”, diz ex-gay ao testemunhar nas ruas



Ex-homossexuais contaram seus testemunhos de vida na Freedom March, que promove a liberdade em Jesus.


Cerca de 200 pessoas se reuniram em Washington, D.C., para a Freedom March (Marcha da Liberdade_, onde ex-homossexuais compartilharam seus testemunhos de transformação através da fé. Entre aqueles que contaram suas histórias estavam dois sobreviventes do tiroteio na boate gay “Pulse”, em Orlando, em 2016.

Angel Colon e Luis Javier Ruiz compartilharam sua jornada e proclamaram que "a mudança é possível em Cristo", crendo que um movimento do Espírito Santo "está sendo gerado", segundo o site The Christian Post.

No palco do evento, Colon lembrou detalhes do massacre que deixou pelo menos 50 pessoas mortas. Quando as balas atingiram a boate e os corpos começaram a cair ao seu redor, ele se lembrou do Deus de sua criação. Colon foi baleado várias vezes naquela noite e não conseguiu se mover.

"Quando eu deitei no chão, eu orei ao Senhor. E eu comecei a falar profeticamente sobre a minha vida e disse: 'Senhor, eu não vou deixar este edifício morto esta noite. Você me prometeu que eu tinha um propósito na vida. Você me prometeu que havia um ministério no meu futuro'", contou Colon.

"Você prometeu à minha mãe que o bebê dentro de seu útero era especial e tinha um propósito em sua vida. Então hoje à noite eu não vou sair daqui morto, Senhor. Eu estou saindo daqui vivo. E quando eu sair daqui vivo, eu vou Te adorar pelo resto da minha vida", completou.

Colon conheceu Ruiz na noite do tiroteio da Pulse e não imaginava que quase três anos depois eles estariam juntos no ministério Fearless Identity (Identidade Destemida, em tradução livre).

"Aprendemos o que é a paz verdadeira. Aprendemos o que é a verdadeira felicidade. Aprendemos o que é o amor verdadeiro em Jesus Cristo, que nossa identidade não está em nossa sexualidade, mas está em Jesus", Colon afirma.




Ruiz, que também nasceu em um lar cristão, é grato pela fé de seus pais. "Se estou aqui é porque eu tinha uma mãe e um pai que nunca negociaram o Evangelho, que oraram e creram não em minha situação, mas em meu destino", disse Ruiz, recebendo aplausos da multidão.

"Não foi um gay que virou hétero. Foi um perdido que foi salvo", destacou.

Os sobreviventes do tiroteio se ajoelharam e fizeram uma oração de arrependimento, pedindo à comunidade LGBT que perdoasse a igreja pela rejeição e maus tratos nas gerações anteriores.

A primeira Freedom March, fundada por Jeffrey McCall, um ex-garoto de programa, ocorreu no ano passado no mesmo local. Em sequência, uma marcha foi realizada em Los Angeles no outono. No mês que vem, a Marcha da Liberdade acontecerá em St. Paul, Minnesota.

Fonte: Guiame

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Caio Fábio deixa o liderança pastoral do movimento Caminho da Graça - ASSISTA AQUI

O ex-pastor presbiteriano anuncia sua saída da liderança do movimento fundado por ele para se dedicar a outros projetos

Em um vídeo divulgado em seu canal no Youtube, o pastor Caio Fábio comunica que vai sair do pastoreio da Igreja Caminho da Graça, em Brasília.
Fábio informa que deixa a 'mentoria' do Caminho' para "voltar a se dedicar ao seu ministério de evangelização, produção de vídeos bíblicos/históricos/arqueológicos, retornar à produção literária", entre outras atividades de seu ministério.
Ex-pastor presbiteriano, Caio Fábio D’Araújo Filho é escritor e psicanalista e completa 64 anos em março de 2019. Foi o fundador e presidente da Associação Evangélica Brasileira (AEVB), e atualmente mentoreia o Movimento Caminho da Graça (sediado em Brasília), grupo que possui subestações espalhadas pelo Brasil e pelo mundo.
No vídeo, Caio Fábio fala quem vai ficar na liderança a partir de sua saída e quais serão os rumos do Caminho da Graça a partir desse momento.
A transição se dará de maneira organizada, diz Caio Fábio.
Caio Fábio
Caio Fábio marcou a trajetória de discipulado e evangelismo no país. Publicou centenas de livros e fundou a Fábrica da Esperança, um complexo de assistência social dentro da favela de Acari, no Rio de Janeiro. Ali implementou uma estrutura de cursos e atividades que atendiam mais de 24 mil adolescentes nos últimos três anos de existência.
Durante 10 anos, abriu a programação da TV Globo todos os sábados, a convite da direção da emissora. Escrevia editorias compartilhados no Jornal O Globo e no Jornal Extra. Criou a Rádio Vinde Brasil AM e a Rádio Vinde na Rádio Fluminense. A Vinde possuía uma rede de 20 livrarias espalhadas pelo país. O pastor também realizou Cruzadas Evangelísticas por 25 anos, e muitas Cruzadas e Congressos Mundiais, onde era representante do Brasil. Nos anos 90, coordenava a revista Vinde e a Vinde TV, dois canais por onde transmitia suas pregações e conteúdo cristão. Foi também presidente da Associação Evangélica Brasileira por sete anos.

Fonte: JM Notícia

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