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segunda-feira, 29 de agosto de 2022

Cássia Kis convoca população para vigília e oração pelo Brasil


Atriz aparece em um vídeo divulgado pelo Centro Dom Bosco

Em um vídeo divulgado na última sexta-feira (26), a atriz Cássia Kis aparece fazendo um convite para que a população brasileira participe de uma vigília. Ela convocou as pessoas a rezarem pelo país, no dia 7 de Setembro.

A gravação foi divulgada pelo canal do YouTube do Centro Dom Bosco. Cássia diz que participará da mobilização para rezar o Santo Rosário pelo Brasil.

Rezaremos o Santo Rosário para que Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rainha, padroeira do Brasil, mais uma vez tome as rédeas da nossa história. E nos livre dos males que ameaçam o Brasil – falou a artista.

Segundo informações do portal Poder360, o Centro Dom Bosco é uma associação de fiéis católicos, que foi fundada em 17 de setembro de 2016.

Leia a íntegra do que a atriz diz no vídeo:

O Brasil foi uma Terra povoada por católicos portugueses. E fundado a sombra de uma Santa Missa tradicional. Católicos foram os principais homens e mulheres que construíram esta nação. Como são José de Anchieta, padre Antônio Vieira, cardeal Leme, dom vital e princesa Isabel.

Graças aos nossos antepassados nos tornamos um país católico de dimensões continentais. Os desafios foram muitos. Mesmo nos momentos mais críticos da nossa história, foi possível perceber como Maria Santíssima, nosso senhor, sempre escutaram as preces do povo brasileiro.

Hoje nos encontramos em um período que exige uma vida de oração profunda de cada um de nós. Por isso, no próximo dia 7 de Setembro, desejo convidá-lo a fazer uma vigília comigo a partir das 4h da manhã, pelo canal do Centro Dom Bosco.

Rezaremos o Santo Rosário para que nossa Senhora da Conceição Aparecida. Rainha. Padroeira do Brasil. Mais uma vez tome as rédeas da nossa história. E nos livre dos males que ameaçam o Brasil. E viva, Cristo rei.

ASSISTA AQUI

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

Michelle Bolsonaro faz vigília com evangélicos no Palácio do Planalto

Primeira-dama comandou o momento com intercessão e louvores


A primeira-dama Michelle Bolsonaro conduziu uma vigília nas dependências da Presidência da República, em Brasília, no Distrito Federal, na noite deste domingo (31). Acompanhada de intercessores, pastores e cantores evangélicos, Michelle adentrou a madrugada louvando e orando.

Imagens foram compartilhadas nos stories do Instagram de Michelle. O grupo aparece cantando louvores como A Igreja Vem, de Anderson Freire; Para Que Entre o Rei, da banda Morada e Descansarei, da Comunidade Evangélica de Maringá.

Com uma Bíblia nas mãos, Michelle aparece bradando “Rei da Glória” na entrada do Palácio do Planalto, próximo à rampa presidencial. Outra imagem da sequência de stories mostra o grupo cantando enquanto desce a rampa que liga o gabinete presidencial ao Salão Nobre, trajeto que o presidente costuma fazer em cerimônias oficiais.

A pastora e cantora Midian Lima e seu marido, o pastor Eliel Lima, integravam a comitiva religiosa.

A primeira-dama já havia compartilhado que costuma fazer orações no gabinete presidencial. Durante a convenção do PL, partido de Bolsonaro, no dia 24 de julho, ela contou que tem o dia certo para fazê-lo e que ora até mesmo na cadeira do chefe do Executivo.

Eu sempre oro toda terça-feira no gabinete dele quando ele vai embora. Quando o Planalto se fecha, eu entro com meus intercessores e oro na cadeira dele. E eu declaro todos os dias: Jair Messias Bolsonaro sê forte e corajoso, não temas. Não temas. Ele é um escolhido de Deus, ele é um escolhido de Deus. Esse homem tem um coração puro, limpo, além de ser lindo, né? Mas é meu – disse na ocasião.

Conforme Michelle compartilhou no Instagram, a vigília durou até as 5h da manhã desta segunda-feira (1º).

ASSISTA AQUI


Com informações Pleno News e Poder 360

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Cristãos fazem vigília em apoio às vítimas de ataque à sinagoga, na Califórnia


Uma pessoa foi morta e três ficaram feridas em tiroteio contra uma sinagoga no fim da Páscoa judaica.


Cerca de 900 pessoas encheram o templo da Igreja Presbiteriana da Comunidade Rancho Bernardo na noite de sábado (27) para uma vigília de oração em apoio às vítimas do ataque à uma sinagoga na região metropolitana de San Diego, na Califórnia.

De acordo com as autoridades locais, o assassino John Earnest, de 19 anos, entrou disparando com um rifle de assalto na sinagoga Chabad na tarde de sábado, enquanto era celebrado o último dia da Páscoa judaica. Uma mulher que foi baleada morreu e outras três pessoas ficaram feridas.

Durante mais de 45 minutos, cristãos, judeus e até muçulmanos oraram e cantaram na Igreja Presbiteriana. "A paz é o que estamos ansiando", disse o Rev. Mark McKone-Sweet à multidão.

Em nota, representantes da sinagoga Chabad disseram que o coração de Deus "sofre com tragédias sem sentido como essa". "Ao comemorar a milagrosa libertação do povo judaico da escravidão e da perseguição há mais de 3.300 anos, essas lindas pessoas foram atacadas por nenhum outro motivo além do fato de serem judias", eles disseram.

"Nós oferecemos nossa imensa gratidão a Deus que a intenção maligna do criminoso de cometer assassinato em massa foi milagrosamente impedida quando seu rifle inexplicavelmente falhou, embora tragicamente não antes de extirpar a vida de um ser humano lindo e ferir outros", acrescenta a nota.

Eles prestaram homenagem a Lori Gilbert-Kaye, de 60 anos, que jogou-se na frente do rabino para evitar que ele fosse baleado e perdeu a vida. O rabino protegido pela mulher, Yisroel Goldstein, foi baleado na mão e perdeu um dos dedos.




O ativista cristão, Rev. Joseph D'Souza, convocou os líderes religiosos a falarem contra o extremismo em suas comunidades. "Não há pior forma de extremismo terrorista do que um ataque a um local de culto - seja um incêndio em igrejas na Louisiana, tiroteios em massa em mesquitas em Christchurch, ou o ataque desta semana a uma sinagoga em Poway", ele disse.

"Esse mal deve ser confrontado por todos nós, especialmente os líderes religiosos, que às vezes precisam superar as ameaças de sua própria comunidade para falar contra o extremismo. Não podemos ser espectadores nesta guerra contra o direito de qualquer comunidade de adorar em paz", destacou.

O pastor Jentezen Franklin disse que os atos de violência não são da vontade de Deus. "Parece que uma semana não se passa antes de ouvirmos outro ataque contra aqueles pacificamente estão exercendo seu direito de culto", disse ele.

"Eu quero desesperadamente que o mundo saiba que o Deus que nos criou e nos ama não nos chama a agir com violência contra ninguém. Em um tempo de crescente hostilidade em relação a quase toda fé, eu oro para que todos possamos lembrar nossas crianças que uma bala, uma bomba ou um soco nunca é a resposta para nossos problemas. Amar seu próximo — não importa sua raça, religião ou credo — é sempre a melhor escolha", afirmou o pastor.

Fonte: Guiame

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Ateus entram com ação para proibir vigília de oração organizada por policiais e pastores

Há determinadas iniciativas que não possuem outra finalidade, senão o bem da sociedade. Elas são por si mesmas bem intencionadas. Este é o caso de uma vigília organizada por policiais e pastores, nos Estados Unidos, que visa regularmente unir forças para a oração conjunta em prol das regiões onde eles atuam.
Apesar disso, uma organização jurídica de ateus, a Freedom From Religion Foundation (FFRF), entrou com uma ação no Departamento de Polícia da Louisiana para impedir que as reuniões de oração continuem.
A iniciativa dos policiais faz parte de um programa de capelania chamado "Pastores na Patrulha", onde os líderes religiosos acompanham os policiais em algumas expedições, dando a eles suporte moral e espiritual.
"Enquanto estamos em patrulha, eles fornecem conforto e conselhos para os oficiais e os cidadãos com quem entram em contato", explica o site do Departamento de Polícia, destacando como a parceria contribui para o melhor trabalho nas comunidades.
"Em muitos casos, a presença deles pode [desarmar] situações hostis, especialmente se os capelães estão trabalhando em uma área perto da igreja. Esses capelães são bem conhecidos e respeitados em seus bairros e servem como ligação entre a polícia e os cidadãos", continua o site.
A FFRF, no entanto, alegou em sua justificativa que a iniciativa de oração fere a Constituição Americana, pois pode constranger os militares que não possuem fé alguma. O curioso é notar que a reclamação não partiu de nenhum militar, mas da própria organização ateia.
A militância da FFRF, que também atua patrulhando iniciativas religiosas nas escolas dos Estados Unidos, segundo informações do portal The Christian Post, parece que realmente surtiu afeito.
William Bradford, procurador de Shreveport, confirmou semana passada que o Departamento de Polícia não poderá mais organizar vigílias de oração. Todavia, os policiais poderão participar das vigílias organizadas pelos próprios moradores da região.
Fonte: Gospel+
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