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domingo, 12 de março de 2023

Incentivado por lideranças, Pr. Itamar Ribeiro concorrerá a presidência da CONFRAMADEB em 2023




Pr. Itamar Ribeiro coloca seu nome à disposição para concorrer a presidência da CONFRAMADEB



O pastor Itamar Ribeiro, tem se notabilizado por sua brilhante atuação no exercício eclesiástico, com expressivas participações na área social e missionária, além de se destacar como um combatente defensor da Igreja junto às diversas mídias, na condição de jornalista e escritor, bem como junto aos poderes constituídos da nossa nação nas diversas instâncias, municipal, estadual e federal.

Como membro da CONFRAMADEB, tem sido incentivado por várias lideranças das Assembleias de Deus no Estado da Bahia, para colocar seu nome à disposição para concorrer o cargo de Presidente daquela instituição nas eleições que ocorrerão neste ano.

Muito prudente, o pastor Itamar Ribeiro, sempre declarou estar em oração e também pedindo as intercessões dos amigos e companheiros por essa causa. 

Considerando a crescente mobilização de adesões à essa ideia, tanto de lideranças internas e de fora do Estado da Bahia, o Pr. Itamar Ribeiro entendeu ser saudável colocar seu nome à disposição dos convencionais e da comissão eleitoral para tanto.  

HISTÓRICO ECLESIÁTICO

Teólogo, pastor e vice-presidente da Assembleia de Deus Emanuel Feira de Santana-Ba, membro da CONFRAMADEB – Matrícula 591, da CGADB 59410 e do Conselho Político da CGADB, com atividades missionárias na Bahia e em Gondola – Chimoio – Moçambique, além de figurar entre os Diretores do Grupo LCTI - Liderança Cristã Transcontinental e Interdenominacional, grupo que congrega mais de 230 líderes brasileiros que estão nos 5 continentes, como presidentes de Igrejas, Ministérios, Convenções e até denominações.

Durante 23 anos serviu ao Senhor Jesus, na Assembleia de Deus – Feira de Santana – Bahia, sendo Secretário Executivo da ADEFS, na gestão do saudoso pastor Eliel Amaral Soares e outros ministros que lhe sucederam.

HISTÓRICO PROFISSIONAL

Professor Acadêmico, Jornalista, Pós-graduado e mestrando pela Universidade Estadual de Feira de Santana, Radialista, Pedagogo, Escritor, Membro do Comitê de Imprensa da Assembleia Legislativa da Bahia, com assento no Congresso Nacional e outros.

Essas demonstrações de amizade, reconhecimento e apoio das lideranças, tem sido manifestadas nas redes sociais, e também em vídeos publicados pelos diversos líderes eclesiásticos de diversas partes da Bahia e do Brasil.


Pr. Carlos Roberto Silva
Líder da AD Cubatão SP
Presidente da COMADESPE
Presidente do LCTI
Editor Point Rhema


sexta-feira, 2 de setembro de 2022

Eleições 2022: Candidaturas de religiosos crescem 11%; 9 em cada 10 são de evangélicos



O título de "pastor" usado no nome de urna é o mais popular entre os candidatos

O número de candidaturas religiosas cresceu 11% este ano em relação às últimas eleições gerais, segundo levantamento do g1 com base nos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em 2018, eram 595 candidatos. Em 2022, 659.

A maior parte dessas candidaturas está vinculada ao universo das igrejas evangélicas (89%). Os dados incluem aqueles que utilizam títulos religiosos nos nomes de urna ou se identificam como membros de grupos religiosos.

A maior parte das candidaturas de religiosos é formada por aqueles que se identificam como pastores (392). Esse grupo cresceu 19% este ano.

Entre as candidaturas religiosas identificadas, 16 são de católicos, o equivalente a 2,4%. Também há 13 candidatos que usam nos nomes de urna títulos associados a religiões de matriz africana, o que representa 2% do total.

Há ainda 43 candidatos que declaram como principal ocupação "sacerdotes, membros de ordem ou de seita religiosas", mas não usam no nome títulos que permitam a identificação da religião.

Lula x Bolsonaro

Os dados mostram ainda uma divisão entre os candidatos de partidos que apoiam o presidente Jair Bolsonaro (PL) e aqueles de legendas que estão com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pela presidência da República.

A disputa do presidente Jair Bolsonaro e do ex-presidente Lula pelo voto no segmento religioso chegou também na distribuição das demais candidaturas nesta eleição.

Entre os candidatos religiosos em partidos que apoiam Bolsonaro, 88% usam títulos evangélicos, enquanto na base de Lula, são 76%. O ex-presidente é apoiado ainda por 4,1% de candidatos que utilizam títulos religiosos da igreja católica, enquanto Bolsonaro, por 2,3%. Lula tem mais candidatos que se identificam com títulos de religiões de matriz africana (5,5%) do que Bolsonaro (0%).

Na avaliação do professor Frank Antonio Mezzomo, da Universidade estadual do Paraná (Unespar) e pesquisador do Grupo Pesquisa Cultura e Relações de Poder , a distribuição das candidaturas dos religiosos sinaliza um maior alinhamento dos evangélicos com Bolsonaro e dos católicos com Lula.

Para ele, o número total de candidatos religiosos, contudo, deve ser maior que o identificado na base do TSE:

"Muitas candidaturas, inclusive por incentivo e dinâmica das suas religiões, não levam expresso a titulação religiosa no nome de urna. Temos várias experiências, em várias unidades da federação, em que candidatos já tomados como oficiais por suas igrejas, e são pessoas bastante conhecidas no seu universo religioso, que o uso do termo ou o título não agregaria mais votos. Ao não utilizar o termo, essas candidaturas podem, inclusive, buscar ainda mais votos (fora do universo religioso). O uso do título religioso no nome de urna expressa, portanto, uma parte do total que estamos falando", explica Mezzomo.

O professor da Unespar destaca outro ponto. Segundo ele, os campos político e religioso historicamente promovem um "trânsito de interesses", e isso explica em parte a associação desses dois grupos nas eleições:

"O universo político busca junto às religiões apoios e, ao mesmo tempo, o universo religioso busca catapultar candidaturas que levem para as assembleias legislativas as suas pautas e bandeiras. Há, nesse sentido, um trânsito de interesses. Isso ocorre porque os dois universos buscam candidaturas que expressem a dinâmica de alinhamento ideológico nas pautas políticas ou por interesses bastante pragmáticos de ambos os grupos."

O cientista político Dirceu André Gerardi, pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) e pós-doutorando em Direito pela FGV SP, considera que o crescimento dos candidatos religiosos é resultado de uma série de fatores, como crise política, pandemia, entre outros:

"Em 2018 apenas 8% da população estava satisfeita com a democracia. Aliado a isso, a recessão econômica, agravada pela pandemia de Covid-19, a polarização política, a ruína dos velhos partidos de centro-direita e o baixo de apreço pelas instituições democráticas, desgastadas pelos sucessivos ataques da direita e do próprio presidente, explicam o aumento significativo das candidaturas de religiosos em 2022. Nesses contextos de crise a religião ressurge como uma alternativa, como discurso, prometendo soluções", acrescenta Girardi.

Na visão do pesquisador do Cebrap, os dados de 2022 sugerem mais que divisão dos grupos religiosos, já que muitas denominações apresentam diferentes características, com grupos mais conservadores ou mais progressistas no mesmo campo religioso. O peso da religião nas eleições tem influenciado do discurso dos presidenciáveis.

"Mais do que falar em divisão (entre Bolsonaro e Lula), verifica-se que não é mais possível falar da construção da democracia brasileira sem considerar a participação de atores religiosos na arena pública. O discurso religioso empregado por Bolsonaro busca conter a fidelidade de sua principal base política e eleitoral, assim como de pastores que apoiam a sua candidatura. Lula mudou sua posição depois de chamar Bolsonaro de demônio", lembra Girardi.

Títulos mais comuns

Refletindo o maior número de candidaturas evangélicas, o título de "pastor" usado no nome de urna é o mais popular entre os candidatos do levantamento. Foram 392 registros, de acordo com o TSE.

Na sequência vem "irmão" (82), "sacerdote" (43), "missionário" (56), "bispo" (52), "padre" (12), "mãe" (13) "apóstolo" (3), "presbítero" (2) e "reverendo" (2).

Fonte: G1 com informações de TSE via Folha Gospel

segunda-feira, 23 de maio de 2022

João Doria desiste de concorrer à Presidência: “Coração ferido”


Tucano (João Dória) fez pronunciamento no início desta tarde, após reunião com a cúpula do PSDB

João Doria, ex-governador de São Paulo e pré-candidato do PSDB à Presidência, anunciou oficialmente sua desistência da corrida ao Planalto nas eleições de outubro. O pronunciamento aconteceu nesta segunda-feira (23), após uma reunião com a cúpula tucana.

Entendo que não sou o candidato da cúpula do PSDB, e aceito. Sempre busquei e continuarei buscando o consenso, ainda que ele seja contrário a mim. Saio de coração ferido e de alma leve – disse Doria.

No palanque, ao lado do tucano, também estavam sua esposa, Bia Doria, e o presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo; além de aliados.

Seguirei como observador sereno do meu país, sempre com a disposição de lutar a guerra para a qual eu fui chamado. Que Deus proteja o Brasil – acrescentou.

Doria disputava a vaga de candidato único do grupo que reúne MDB, PSDB e Cidadania, mas a cúpula das três legendas já indicou que quer a senadora Simone Tebet (MDB)outubro.

Na última quarta (18), os presidentes dos partidos “rifaram” Doria e endossaram o nome da emedebista após uma pesquisa interna indicar que a rejeição menor a Tebet dava mais condições a ela, que ao ex-governador de São Paulo, de tentar quebrar a polarização entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL).

Fonte: Pleno News

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Pastor Junior Trovão se filia ao PTB; conferencista é pré-candidato a deputado federal em 2022

O conferencista e pastor Junior Trovão assinou, nesta quarta-feira, 11, a sua filiação ao Partido Trabalhista Brasileiro.

O evento de homologação teve a presença do presidente nacional da sigla, Roberto Jefferson, e pastores amigos do conferencista.

A filiação foi destaque nas mídias nacionais do partido.

Junior Trovão, devido ao ministério de pregação da Palavra, goza de bastante prestígio junto ao segmento evangélico, principalmente o pentecostal.

Caso consiga uma cadeira na Câmara, será mais uma voz conservadora dentro do Congresso Nacional.

Fonte JM Notícia

sábado, 5 de outubro de 2019

'É um chamado', diz Angélica sobre candidatura de Huck


Em entrevista para revista, a apresentadora afirmou que conversas sobre 2022 acontecem em sua casa

apresentadora de televisão Angélica, mulher do apresentador e empresário Luciano Huck, afirmou que uma eventual candidatura do marido para a presidência da República é um "chamado". 
"Não posso dizer que acho muito legal Luciano sair candidato, não seria verdade, mas tem uma hora que você não está mais no controle. É uma espécie de chamado", disse em entrevista à revista Marie Claire.
Estado mostrou que o nome de Luciano Huck é peça central na articulação de um grupo de políticos, economistas e representantes de movimentos de renovação para a construção de uma alternativa de centro diante do cenário de polarização da política nacional.A agenda do grupo teria um viés liberal na economia e 'progressista' na área social. O movimento vem sendo reiterado por nomes como o economista e ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga e líderes políticos como o ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung (sem partido) e o presidente do Cidadania, Roberto Freire.
Na entrevista, Angélica confirmou que as conversas para 2022 acontecem na sua casa. "As coisas estão tão loucas que essa cobrança voltou", afirmou, admitindo que a possibilidade de ser primeira-dama a assusta. "Nunca pensei nisso, mas seria uma honra".
Ela disse que, no Brasil, a política "dá medo". "Mesmo sem ser candidato, Luciano já apanha de todos os lados".
Angélica afirmou que o casal já está acostumado com fake news, mas de um "jeito menos sujo". Na visão da apresentadora, ela e o marido teriam mais a perder do que ganhar, mas que não vai se opor a uma candidatura de Huck.
"Acredito na capacidade de trabalho e no olhar para o outro que ele tem. Mas é uma escolha minha? Acho muito legal? Não posso falar isso porque não seria verdade (risos). Teríamos mais a perder do que a ganhar. Mas estamos em um momento tão louco na política que não quero, jamais, ser egoísta e leviana de impedir algo nesse sentido. Jamais falaria 'não, você não vai'. Jamais", contou.
Perguntada se o País estaria melhor caso Huck tivesse se candidatado em 2018, Angélica disse não poder afirmar que ele seria o "salvador da pátria" e que aquele momento não era o mais adequado. 

"Acredito muito nele e no quão genuína é sua vontade de ajudar, mas não sei se o Brasil estava preparado e se ele estava preparado para o Brasil que pegaria. Essas coisas têm a sua hora", disse.
Fonte: Terra

quarta-feira, 17 de julho de 2019

‘Se o STF é igualitário, por que não ter ministro evangélico?’, diz Damares


Breno Pires – Brasília
Estadão

A ministra Damares Alves, titular do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos do governo Jair Bolsonaro, afirmou nesta segunda-feira, 15, que seria natural a indicação de um evangélico para o Supremo Tribunal Federal por parte do mandatário e que isso não se daria pelo aspecto religioso, e sim pela capacidade.
"Se a Suprema Corte é igualitária, representa todos os interesses, e nós nunca tivemos um ministro evangélico, por que não ter um ministro evangélico na Suprema Corte? E eu vou dizer uma coisa. É tão natural isso, tão óbvio. Os alguns candidatos que estou vendo aí, alguns são cristãos, são evangélicos. Então vejo isso com muita naturalidade", disse Damares, durante um evento nos Estados Unidos com a comunidade evangélica.
O comentário veio horas depois de Jair Bolsonaro afirmar no Brasil que o atual ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), André Luiz Mendonça, é "terrivelmente evangélico". O presidente já havia dito semana passada que irá indicar alguém com estas características para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal.
"Ele (Bolsonaro) não vai escolher ninguém que seja evangélico, ele vai escolher por capacidade. Mas se tiver três evangélicos ele vai nomear um dos três, como no passado tiveram candidatos evangélicos que não foram nomeados", complementou Damares Alves, sem citar nomes.
O comentário foi feito em resposta a uma pergunta sobre como ela avaliava as declarações do presidente quanto à intenção de indicar um ministro "terrivelmente evangélico" ao STF.
O porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, afirmou, nesta segunda-feira, 15, que o presidente Jair Bolsonaro "buscará um alinhamento ideológico" ao escolher nomes para as duas vagas que serão abertas no Supremo Tribunal Federal (STF) durante o seu mandato.
Em conversa com jornalistas, Rêgo Barros disse que o presidente "buscará aspectos legais" quando tiver que fazer as indicações, mas também quer pessoas com os mesmos "valores de família e contra a corrupção". Ele foi questionado sobre a declaração do presidente de que pretende indicar um ministro "terrivelmente evangélico" para o posto.
"Naturalmente, (Bolsonaro) também buscará um alinhamento ideológico, que seria natural de pessoas que têm como 'core' do seu dia a dia os valores de família, os valores contra a corrupção, que é disso que nosso país tanto precisa", declarou Rêgo Barros.
Em maio, o presidente disse que o ministro da Segurança, Sergio Moro, será indicado para a próxima vaga do STF. Nos últimos dias, ele se comprometeu a entregar uma das vagas para um evangélico.
Hoje, Bolsonaro voltou a dizer que o advogado-Geral da União, André Luiz de Almeida Mendonça, é um ministro "terrivelmente evangélico". Na semana passada, o presidente sinalizou que Mendonça está em uma lista de favoritos para assumir o posto.
Fonte: Estadão via Folha Gospel

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Silas Malafaia provoca e Marco Feliciano responde

O pastor Silas Malafaia decidiu responder ao deputado federal Marco Feliciano sobre ele ser vice na chapa de Jair Bolsonaro em 2022.
Em sua conta do Twitter, ele afirmou que “a carapuça entrou na cabeça do camarada” após o parlamentar dizer que o religioso poderia tê-lo consultado antes de fazer críticas.
Só rindo. A carapuça entrou na cabeça do camarada , mais rápido do que eu pensei . Não citei nome de ninguém sobre a questão de futuro vice de Bolsonaro. A imprensa fez a mesma pergunta para mim e a resposta que eu dei foi que não era hora de tratar do assunto – destacou.
Inicialmente o pastor Silas Malafaia utilizou suas redes sociais para repreender “quem está se arvorando antes da hora” para ser vice do presidente Jair Bolsonaro em 2022.
A referência foi feita ao deputado federal Marco Feliciano (Pode-SP) que chegou a dizer que uma chapa assim seria a “dos sonhos” em uma entrevista ao jornal Estadão.
Aviso aos navegantes! Quem está se arvorando, antes da hora, com a história de ser vice de Bolsonaro, com certeza vai quebrar a cara. Tenho aprendido que coisas fora de hora, ao invés de serem bençãos, vira perturbação. Nossa oração é que Deus abençoe o Brasil – apontou.

O parlamentar, no entanto, também utilizou suas redes sociais para responder a Malafaia. Ele disse concordar com o pastor, mas que ele poderia ter feito a pergunta diretamente para saber mais sobre o assunto.
Caro pastor Silas Malafaia, o senhor tem toda razão! Mas deveria ser honesto ao dizer que tudo que soube sobre esse assunto foi via imprensa, a mesma que lhe persegue, e que o senhor chama de não isenta! Jornalista posta o que quer! O senhor tem meu WhatsApp. Se tivesse me perguntado lhe responderia. Abraços – ressaltou.

Fonte: Pleno News via Folha Gospel

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Renan Calheiros retira candidatura à presidência do Senado


Um dos favoritos para a presidência do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL) foi à tribuna da Casa e, em discurso inflamado, renunciou à candidatura. A tendência é que David Alcolumbre (DEM-AP) seja eleito.

A eleição na Casa Alta está atolada em polêmicas. Deveria ter sido realizada nesta sexta (1), mas a sessão foi muito tumultuada. A votação foi marcada para esse sábado (2).

Uma votação foi realizada. Porém, quando a urna foi aberta, a Mesa Diretora constatou que havia um voto a mais que o número de votantes. Nova votação começou a ser realizada.

Renan deixou a disputa com a nova votação já acontecendo. Ou seja, as cédulas têm seu nome. Agora, alguns senadores pedem uma terceira votação, sem o nome de Calheiros.

A interpretação do caso é que Renan Calheiros, ótimo leitor de conjunturas, percebeu que arriscava ser derrotado e por isso abandonou a candidatura. Ele, porém, afirmou estar deixando a disputa como uma defesa da democracia.

Fonte: Terra

domingo, 16 de setembro de 2018

Candidato a deputado distribui pinos para cocaína junto com panfletos de campanha, segundo jornal


O candidato a deputado estadual no Paraná Renato Freitas (PT) está fazendo campanha de uma forma bastante heterodoxa e terminou se envolvendo em uma confusão com a Guarda Municipal de Curitiba por panfletar durante um racha. Ele também é acusado de distribuir pinos para cocaína junto com seus "santinhos".
Freitas, 34 anos, é advogado e acusa a Guarda Municipal de ter cometido excessos durante abordagem no racha. Nas redes sociais, ele publicou fotos e vídeos mostrando o ferimento nas mãos e costas por ter sido alvejado por balas de borracha. O caso foi registrado no último domingo, 09 de setembro, na Praça do Gaúcho.
Levado pelos guardas municipais ao Hospital do Cajuru, no bairro do Cristo Rei, o candidato foi atendido e relatou o episódio: "Estou sendo preso pela Guarda Municipal, fui baleado duas vezes por bala de borracha, à queima-roupa […] Eu não falei nada, só falei que estava panfletando, o cara me deu um tiro à queima-roupa. Eu não entendi porque eles fizeram isso, cara. É muita covardia", afirmou o petista.
Segundo informações do portal O Povo, a ocorrência foi registrada no 1º Distrito Policial (DP), no centro da capital paranaense.
Entrevistado para comentar o caso, o presidente do Partido dos Trabalhadores no Paraná, Florisvaldo Fier, mais conhecido como Dr. Rosinha, reforçou a visão da legenda sobre tudo na sociedade: "O que estamos vendo é uma assustadora onda crescente de violência e perseguição a quem se manifesta e luta a favor dos oprimidos", disse.

Cocaína

Renato Freitas teria distribuído pinos para armazenar cocaína com mensagens extraídas de músicas de rap dentro, junto a seus santinhos. A iniciativa sui generis chamou atenção do colunista do portal Gazeta do Povo, Reinaldo Bessa, que compartilhou uma imagem do "presente" oferecido pelo candidato.
"Renato Freitas, postulante a deputado estadual pelo PT, abordava estudantes em um bar de grande movimento nas proximidades da Reitoria da UFPR na última sexta-feira (31). Até aí, nada demais. O detalhe é que o rapaz distribuía, junto com o santinho, um pequeno frasco de plástico para guardar droga, conhecido como pino para cocaína. Dentro, um papelote enrolado com uma mensagem. A que chegou à coluna dizia: 'Onde o barato é louco, todo o respeito é pouco. Detentos do Rap'. Ao abordar as pessoas, Freitas dizia: 'Eu vou te entregar uma verdade'", relatou o jornalista.
Em 2016, Renato Freitas foi candidato a vereador de Curitiba pelo PSOL e à época também foi detido pela Guarda Municipal por desacato e perturbação do sossego, e assim como agora, também acusou os agentes municipais de agressões e injúria racial.

Na época a Guarda Municipal soltou uma nota oficial afirmando que foi chamada pois o candidato, junto a outro homem, estacionaram um carro em frente a uma casa de leitura e ficaram ouvindo música rap em alto volume no local.

A Prefeitura de Curitiba abriu procedimento administrativo para apurar as circunstâncias da detenção, mas as acusações contra os guardas foram arquivadas.

Com informações Gospel+

Candidato recebe atendimento
após ser ferido em confusão com a Guarda Municipal

domingo, 19 de agosto de 2018

Janaína Paschoal - Jurista anuncia candidatura a deputada estadual e recusa verbas de fundo eleitoral

A jurista Janaína Paschoal, uma das autoras do parecer que resultou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), anunciou sua candidatura a deputada estadual em São Paulo, pelo PSL. Antes, ela havia sido cotada para vice na chapa de Jair Bolsonaro, mas recusou o convite por questões pessoais e familiares.
Católica, Janaína Paschoal é professora de Direito na Universidade de São Paulo (USP) e uma ativa formadora de opinião nas redes sociais. Contra o aborto e descriminalização das drogas, a jurista se tornou uma figura de alta popularidade na parte conservadora da sociedade.
"Amados, quero contar para vocês que eu me candidatei à Deputada Estadual. Após o dia 16, falarei mais detidamente sobre esta decisão e planos", escreveu Janaína Paschoal em seu Twitter.
Amados, quero contar para vocês que eu me candidatei à Deputada Estadual. Após o dia 16, falarei mais detidamente sobre esta decisão e planos.
Na última sexta-feira, 17 de agosto, a candidata voltou a falar sobre como pretende levar adiante a candidatura:
"Não importa a finalidade, seja para fins eleitorais, seja para fins de caridade. NINGUÉM está autorizado a pedir dinheiro, ou qualquer outra vantagem, usando minha imagem ou o meu nome. Isso é muito importante! Eu decidi NÃO fazer as tais vaquinhas virtuais e decidi NÃO aceitar doações. Ainda que o PSL venha a receber algum fundo eleitoral, eu decidi que NÃO aceitarei o que seria a minha parte. Estou deixando isso claro, apenas para que não haja dúvidas", afirmou.
"Vou fazer uma campanha modesta. Quem quiser ajudar, ajude divulgando minhas ideias e o meu número", acrescentou Janaína Paschoal, que concorre a uma das 94 vagas da Assembleia Legislativa de São Paulo.
Fonte: Gospel+

A Economia é sim uma preocupação, mas a maior preocupação dos brasileiros, hoje, é a segurança pública! (17317). 
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