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quarta-feira, 29 de outubro de 2025

Igreja se reúne em uma ponte para orar





Cerca de 60 cristãos participaram do ato profético da Assembleia de Deus em São Bento na Paraíba


Cerca de 60 cristãos da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em São Bento, na Paraíba, sob a direção do pastor local Edjanio Caitano e a esposa Rosália Lima, participaram de um ato profético na ponte João Agripino, na noite de terça-feira, 21 de outubro.

Devido o aumento da violência e do número de pessoas que tentam contra a própria vida, a Igreja realizou um forte clamor na ponte, onde todos os que estavam no local entenderam a necessidade de interceder pela cidade e pedir ao Senhor pela paz.

A presença dos cristãos chamou atenção de quem passava nos carros ou como pedestre. A oração repercutiu por toda cidade e foi até noticiado na TV local. Segundo o pastor Edjanio, o momento foi marcado pela presença de Deus.

Foi marcante ver a unidade do povo e a fé que move montanhas. Erguemos nossas vozes ao céu, repreendendo toda ação maligna, todo espírito de morte e de suicídio que tem assolado vidas, tanto na ponte quanto em outros lugares de nossa cidade. Declaramos que São Bento pertence ao Senhor Jesus Cristo e que onde abundou a dor, superabundará a graça de Deus!”, afirmou o pastor.

No vídeo compartilhado no Instagram da conta da igreja e do pastor, os seguidores celebraram a iniciativa da igreja.

E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face… então eu ouvirei dos céus, e sararei a sua terra.” 2 Crônicas 7:14

Por Luciene Saviolli / Com informações e fotos cedidas pela mídia da igreja

Fonte: CPAD  News

sábado, 25 de maio de 2024

É URGENTE!! A IGREJA TEM QUE CLAMAR - Pr. Carlos Roberto Silva na AD Cubatão SP



quinta-feira, 27 de outubro de 2022

Evangélicos se unirão em Brasília para clamar pelo Brasil


O evento Clamor Brasil acontecerá na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

Cristãos evangélicos de diversas denominações se reunirão para orar pela nação na sexta-feira (28), em Brasília, a partir das 18h.

O evento “Clamor Brasil” acontecerá na Praça dos Três Poderes, onde estão localizados o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal.

Entre os pastores presentes, estarão André Fernandes, Robson Rodovalho, JB Carvalho, Ezenete Rodrigues, Márcio Valadão, Guilherme Batista, Gilberto Araújo, Lucas Teo, Fadi Faraj, Gustavo Paiva e outros.

Entre os cantores, estão Isaias Saad, Felipe Vilela, Marcelo Markes e André Aquino.

Ao convocar seus seguidores para participar deste evento profético, o pastor André Fernandes, da Lagoinha Miami Church, declarou:

Eu quero muito ver você lá. Você que entende o momento que a gente está vivendo, a seriedade de tudo que está acontecendo. Eu quero que a gente se una para orar. Não sei se você tem percebido, mas o Brasil tem sido dividido em duas partes e o nosso chamado não é para causar divisão. Nosso chamado é para trazer a unidade”, disse o pastor.

Serviço:

Clamor Brasil
Data: 29/10/2022
Local: Praça dos Três Poderes - Brasília (DF)
Horário: 18h
Entrada gratuita

Fonte: Guiame

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Evangélicos clamam a Deus na fronteira entre Ucrânia e Rússia: “A oração é nossa arma”


O conflito na fronteira entre Ucrânia e Rússia não se limita apenas aos governos — mas reflete também nas igrejas.

O Natal dos evangélicos que vivem na Ucrânia foi marcado por jejum e oração. O motivo: milhares de soldados russos a postos próximo à fronteira, levantando temores de uma invasão da Rússia.

A oração é nossa arma espiritual”, disse Igor Bandura, vice-presidente da União Batista da Ucrânia ao Christianity Today. “Deus pode desfazer o que os políticos estão planejando.

A grande tensão acontece nas regiões Donetsk e Luhansk, áreas de divisa com a Rússia, conhecidas como Donbass. Desde 2014, Donbass — localizada no sudeste da Ucrânia — está sob controle de separatistas apoiados pelos russos.

A Aliança Evangélica Europeia (AEE) declarou Donbass como “a área da Europa onde a igreja mais sofre”, em novembro de 2021. No total, o conflito matou mais de 14.000 pessoas e deslocou 2 milhões das 5 milhões de pessoas da região.

Na sexta-feira passada (31), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, alertou o presidente russo, Vladimir Putin, que uma nova invasão da Ucrânia resultaria em “um alto preço a pagar”. 

Putin respondeu que uma nova sanção americana provocaria um colapso completo nas relações entre EUA e Rússia. 

Na segunda-feira (3), Biden disse ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que os EUA e seus aliados iriam “responder de forma decisiva” à agressão russa e Zelensky agradeceu pelo “apoio inabalável”.

Igrejas no campo de conflito

Há anos atuando na zona de guerra, Vitaly Vlasenko, secretário-geral da Aliança Evangélica Russa (AER), já foi rotulado de espião. 

Ele viajou mais de 1000 km do sul de Moscou, na Rússia, a Luhansk, na Ucrânia, às suas próprias custas, para tentar intermediar conflitos no Donbass — região que se tornou perigosa para as igrejas.

Em 2018, os líderes separatistas no Donbass elaboraram leis para voltar a registrar as igrejas, aparentemente sob o princípio da liberdade de consciência e reunião. 

Sem registro, as igrejas eram desconectadas da rede de gás e eletricidade. Todas as igrejas evangélicas operavam ilegalmente, mas agora era inverno e frio.

Dois anos antes, no entanto, as autoridades em Luhansk declararam os batistas e pentecostais uma “ameaça à segurança”. Pastores foram assassinados e igrejas foram confiscadas.

Culto memorial para quatro líderes religiosos mortos na Ucrânia em 2014. (Foto: Church in Chains)

Em dezembro de 2018, Vlasenko foi até o Donbass para falar com autoridades separatistas sobre o processo de registro das igrejas. Ele sabia do risco que corria, já que apenas pessoas conectadas à KGB poderiam ter acesso a eles.

A visita de Vlasenko foi organizada por meio de contatos com a Igreja Ortodoxa Russa em Luhansk. Ele conseguiu entrar em contato com o oficial de assuntos religiosos, que possibilitou que os registros fossem dados a todos os que concluíssem os procedimentos. 

Apesar de ajudar as igrejas da Ucrânia, Vlasenko diz que hoje as relações entre os evangélicos russos e ucranianos ficaram tensas. 

Nossos irmãos em Cristo na Ucrânia estão clamando: 'Por que vocês não pressionam a Rússia para parar com essa agressão?'”, disse Vlasenko. “Dizemos a eles que somos uma minoria sem posição e sem informações claras, e oficialmente a Rússia não faz parte deste conflito.

Eu entendo que eles estão em uma situação difícil”, acrescenta Vlasenko. “A maioria das igrejas tem sua sede em Kiev (capital da Ucrânia), então como elas podem aceitar o registro [dos separatistas] e explicar isso a seus irmãos na capital?

Mas as igrejas do Donbass enfrentam uma escolha: continuar sofrendo ou continuar atuando no ministério. 

Igreja Batista Templo da Paz, construída no centro de Kiev, capital da Ucrânia. (Foto: Movimento Conservador da Ucrânia via Christianity Today)

Problemas de liberdade religiosa

Os problemas de liberdade religiosa em Donbass listados pela Aliança Evangélica Europeia incluem:

- Muitas igrejas são ilegais e não podem se reunir, especialmente as evangélicas e as ortodoxas ucranianas. Denominações inteiras são classificadas como extremistas sem justificativa.

- Muita literatura cristã é proibida, incluindo a tradução sinodal russa da Bíblia. Os edifícios das igrejas foram apreendidos à força; a Universidade Cristã de Donetsk é ocupada por soldados.

- O sistema de registro para comunidades religiosas é totalmente injusto. As igrejas tiveram seus pedidos rejeitados por serem supostamente extremistas.

Até o momento, apenas algumas igrejas evangélicas foram “legalizadas” em Luhansk. Igor Bandura, vice-presidente da União Batista da Ucrânia, disse que o processo de registro foi projetado para ser impossível. Mas na Donetsk ocupada, a outra metade da região de Donbass que também opera sob suas próprias leis e autoridades rebeldes, tem havido mais flexibilidade.

Batistas são considerados “terroristas”

Luhansk designou oficialmente a União Batista como um grupo terrorista, disse Bandura. Portanto, a igreja lá é subterrânea. Em Donbass, apenas metade das cerca de 100 igrejas ainda estão funcionando. 

Há procedimentos em andamento com as autoridades rebeldes em Donetsk para unir três grupos batistas sob o mesmo guarda-chuva, a fim de garantir o registro.

Se é assim que vocês podem preservar suas igrejas e ministérios, não somos contra”, disse Bandura. “Não encorajamos nem recomendamos nada — e presumimos que qualquer acordo seja temporário.

Outros grupos em Donetsk ainda consideram os requisitos complicados. Mas Yuriy Kulakevych, diretor de relações exteriores da Igreja Pentecostal Ucraniana, acha que as coisas podem estar avançando.

A Rússia gosta de mostrar que cumpre os padrões internacionais de liberdade religiosa”, disse ele. “Mas, por enquanto, somos ilegais, mandados a sentar e ficar quietos.

Batismo em massa em Kiev conduzido por igrejas evangélicas ucranianas em 2018. (Foto: Movimento Conservador da Ucrânia via Christianity Today)

A situação é diferente na Crimeia, disse ele, que em 2014 foi anexada por separatistas apoiados pela Rússia. A Rússia conduziu um referendo sobre a anexação (que não foi reconhecido pela comunidade internacional) e incorporou a península do Mar Negro em seu território.

Os pentecostais aprovaram a nova realidade. “Vimos isso como o melhor meio possível para sobreviver”, disse Kulakevych. “Os líderes pentecostais russos são todos missionários ucranianos de 30 anos atrás; nós conhecemos eles.”

Mas nem todas as relações são boas. O segundo maior grupo pentecostal na Rússia, segundo Kulakevych, é liderado por um líder “100% comprometido com a agenda do Kremlin na Ucrânia”.

Já Vlasenko, da Aliança Evangélica Russa, revela que falou com os crimeanos: eles queriam a anexação, mas a Ucrânia nunca teria permitido um referendo.

Conflito entre evangélicos russos e ucranianos

Kulakevych relatou um sentimento de frustração entre os pentecostais ucranianos a partir de 2014, na época da anexação da Crimeia, alegando que os pentecostais russos não protestaram contra seu sofrimento. 

Em agosto de 2021, a Rússia declarou os grupos pentecostais da Nova Geração da Ucrânia “indesejáveis”, os banindo do país. Em outubro, os regulamentos entraram em vigor para exigir que todos os missionários treinados no exterior fizessem um curso oficial sobre as relações entre Igreja-Estado e recebessem uma recertificação de seu ministério.

A indignação foi sentida na Ucrânia, mas Kulakevych tentou acalmá-los. “Eles exigem [que os evangélicos russos] falem abertamente contra o Putin”, disse ele. “Não estamos no lugar deles e não entendemos os riscos que correm pelo Evangelho”.

Igor Bandura entendeu melhor a situação há dois anos, quando a União Batista da Rússia foi para a Ucrânia. Perturbados por anos de conflitos, os líderes batistas russos e ucranianos realizaram reuniões que ajudaram a curar relacionamentos, disse Bandura. 

Após dois dias de sessões a portas fechadas e sem declarações públicas, as questões entre os dois foram resolvidas.

Entendemos que a situação da liberdade religiosa na Rússia é terrível e não esperamos que eles falem bravamente por nós”, disse Bandura. “Basta que se mantenham em silêncio”.

Vlasenko, entretanto, quer falar — mas com cuidado. Ele acredita na independência da Ucrânia. Ele quer que os evangélicos de ambos os países comuniquem aos seus líderes nacionais que a guerra não é a resposta para os problemas políticos. E como pastor, ele acredita que deve buscar a paz e a reconciliação.

Terceiro Fórum Ucraniano de Líderes Políticos Cristãos, em Kiev. (Foto: Movimento Conservador da Ucrânia via Christianity Today)

A visão dos ucranianos

A situação é simples para os ucranianos. “A Ucrânia sempre irritou a Rússia”, disse Oleksandr Turchynov, ex-presidente interino da Ucrânia e pregador em sua igreja batista em Kiev. “A democracia, e mesmo a nossa própria existência, é uma ameaça ao regime de Putin.

Turchynov, coordenador do Movimento Conservador da Ucrânia, não está satisfeito com o tom de reconciliação que a Europa quer promover entre a Rússia e a Ucrânia. Ele, na verdade, está ansioso para que a Ucrânia se junte à Otan e fortaleça os valores conservadores dentro da União Europeia.

Mas a esperança final de Turchynov está em outro lugar. “O Senhor vai destruir todas as transgressões do maligno”, disse ele. “A verdade está conosco, portanto, Deus está conosco. E onde Deus está, a vitória também está.

Os irmãos evangélicos podem encontrar um ponto de unidade? Para Vlasenko, esta ainda é uma questão difícil. “Todos nós dizemos que fazemos parte do reino de Deus juntos. Mas quando se trata de política, nos dividimos novamente”, lamenta.

Fonte: Guiame

quinta-feira, 11 de março de 2021

Presidente da CGADB conclama assembleianos para um grande clamor pelo Brasil na madrugada


Convocação da CGADB para uma semana de clamor intenso pelo Brasil vai de 12 a 18 de março


Nesta quinta-feira (11), o pastor José Wellington Costa Júnior, presidente da CGADB - Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, publicou uma convocação aos assembleianos de todo o país para um grande clamor de uma semana pelo Brasil durante a madrugada.

A campanha, intitulada "7 madrugadas clamando pelo Brasil", acontecerá entre os dias 12 e 18 de março, sempre às 3h da manhã. 

Veja a convocação, abaixo:


"
A paz do Senhor!

Tendo em vista o crescente número de pessoas infectados pela Covid-19 e de famílias enlutadas, convoco todos os ministros e irmãos para uma semana de clamor intenso, em especial às 3 horas da manhã a partir de hoje. Oremos juntos numa só voz, pois cremos na resposta de Deus.

Pr. José Wellington Costa Júnior

PRESIDENTE"


Fonte: CPAD News

sexta-feira, 10 de abril de 2020

Prefeito decreta sete dias de oração contra coronavírus

Prefeito Leonir Cardozo pede, no texto, que moradores "invoquem o nome do Senhor Jesus Cristo para que Ele nos traga livramento e nos conduza em tudo".

O prefeito de Sarandi, no Rio Grande do Sul, baixou um decreto de sete dias de oração contra o novo coronavírus.
Leonir Cardozo, no texto, afirmou que "por mais que haja todo o empenho e esforço das autoridades para conter os efeitos da calamidade, não conseguimos trazer respostas para todos os problemas enfrentados".

"Fica estabelecido no âmbito do Município de Sarandi sete dias de oração, onde se solicita que todos os moradores desta cidade invoquem o nome do Senhor Jesus Cristo para que Ele nos traga o livramento e nos conduza em tudo. Para que, juntos em oração, possamos vencer a pandemia e seus efeitos destruidores, declarando e confessando que Ele tem poder para determinar a benção sobre Sarandi e toda a terra", diz o decreto.
Fonte: JM Notícia

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Pastores falam sobre impacto do dia do jejum no Brasil: “É coisa que só Deus pode fazer”


No final da tarde de domingo (5), o presidente Jair Bolsonaro esteve na porta do Palácio da Alvorada onde recebeu oração de pastores.


O Brasil teve, pela primeira vez em sua história, um dia de jejum e oração proclamado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, como resposta ao surto de coronavírus no país.

"Para aqueles que têm fé e acreditam, domingo é o dia do jejum", disse o presidente em vídeo disseminado nas redes sociais.

Para diversos pastores que aprovaram a convocação presidencial, o ato tem respaldo bíblico. Eles citam como exemplo a rainha Ester e o rei Josafá, que diante de situações difíceis convocaram a nação para jejuar e orar a Deus.

No final tarde de domingo (5), o presidente recebeu orações de pastores do lado de fora do Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República.

Muitos líderes cristãos brasileiros se pronunciaram sobre o movimento do jejum. Embora os pastores tenham visões diferentes sobre a origem e até os motivos espirituais da pandemia, eles concordam que o surto deve ser combatido também com orações.

A igreja Bola de Neve fez 24 horas de jejum e oração, com intercessão alternada entre seus pastores de todo o país, em lives, que ocuparam o canal oficial da igreja no Instagram até a madrugada de segunda-feira (6).

Para o Pr. João Gonçalves, fundador da Marcha Para Jesus no Brasil e coordenador da Jornada Nacional de Oração pelo Brasil na Esplanada dos Ministérios, o que aconteceu "É coisa que só Deus pode fazer".

No final da tarde, o pastor foi fazer a "Caminhada de Oração pelo Brasil" e acabou orando pelo presidente junto com outros pastores na porta do Palácio.
Bolsonaro disse que na presidência, a "cruz é pesada, mas vamos carregar juntos".

Antes de orar, o Pr. João Gonçalves recitou parte do Salmo 89 para o presidente. "A minha bondade e a minha fidelidade sempre hão de te acompanhar, e em meu nome crescerá o seu poder", disse o pastor a Bolsonaro, antes de fazer uma oração pelo presidente com base no Pai Nosso.

Buscar a face de Deus

O pastor presbiteriano Hernandes Dias Lopes disse que num "momento dramático como esta crise de coronavírus que o Brasil atravessa, atingindo todas as classes religiosas, todas as faixas etárias, todos os credos religiosos, é necessário que todos nós busquemos a face de Deus e invoquemos a Deus".

Com uma visão mais política, o pastor Joel Engel diz que "o coronavírus é um Cavalo de Troia plantado no Brasil para que os inimigos da pátria aproveitem a crise para tomar o poder". Ele diz que a maior praga hoje não é o coronavírus, mas sim "os aproveitadores que querem usar a pandemia para derrubar nosso presidente e assumir o poder".

Para combater a situação alegada, o pastor do Rio Grande do Sul diz que a Igreja precisa apoiar o presidente. Engel diz que Bolsonaro tem uma couraça de Deus e foi levantado para essa hora, pois ele tem peito para lutar e falar contra os comunistas. "Nós também vamos levantar um clamor por nossa primeira dama, para que ela se manifeste no seu chamado de fazer missões. Esse é o tempo de avivamento!"

O pastor e deputado federal Roberto de Lucena, da Igreja O Brasil para Cristo, apoiou o dia de jejum e oração. "Num domingo como este, há mais de 2 mil anos, o Senhor Jesus entrou em Jerusalém montado numa jumentinha emprestada, e foi saudado por uma multidão que acenava com ramos e estendia seus mantos diante dele. Bendito é o que vem em nome do Senhor, diziam eles. Hoje grande parte de nós, cristãos desse país estamos unidos em oração para que Deus abençoe o Brasil".

Luiz Hermínio, líder do Mevam (Missões Evangelísticas Vinde Amados Meus), cuja sede é em Itajaí (SC), foi quem pediu publicamente para que Bolsonaro convocasse um jejum nacional durante transmissão do culto online no domingo (29).

O pastor disse que outros presidentes na América Latina estavam chamando seus países à oração, como a Guatemala. "As circunstâncias nos empurram para o propósito", disse.

O Pr. Josué Brandão, da Assembleia de Deus Cristianismo sem Fronteiras, de Feira de Santana (BA), aprovou a convocação feita pelo presidente. "É a primeira vez no Brasil que nós temos uma autoridade maior convocando a nação para um dia de clamor", disse o pastor, chamando suas igrejas para participar de uma hora de oração no domingo.

Líderes de outras denominações participaram da convocação, entre eles, Silas Malafaia, Márcio Valadão, Valdemiro Santiago, R.R. Soares, Hernandes Dias Lopes, Robson Rodovalho, que aparecem em uma propaganda em vídeo sobre o evento.

Fonte: Guiame

sábado, 4 de abril de 2020

CONVOCAÇÃO DA COMADESPE PARA DIA DO CLAMOR PELO BRASIL - 05.04.2020


O Presidente da Comadespe, Pr. Carlos Roberto Silva convoca todos os ministérios, igrejas e ministros filiados à Convenção para participarem do DIA DO CLAMOR PELO BRASIL, com Oração e Jejum em 05.04.2020 - neste Domingo.

ASSISTA AQUI

sábado, 29 de setembro de 2018

Cristãos promovem campanha nacional de oração para revelar “o valor de Jesus à nação”

O sucesso de uma nação é proporcional ao quanto seu povo ora a Deus? Essa pergunta é facilmente respondida por um grupo de cristãos que decidiu fazer uma campanha de oração de 50 horas ininterruptas em vários estados dos Estados Unidos, tendo como objetivo revelar o valor de Jesus para a nova geração.
O evento chamado "Tent America 2018" teve início nessa quinta-feira (27) e foi patrocinado pela Awaken the Dawn (ATD). O site da programação destaca a importância de anunciar o Evangelho para a nova geração, dizendo que um dos objetivos é clamar por "avivamento".
"Estou tão ansioso para ver a mão de Deus mobilizar os Estados Unidos", disse David Bradshaw, diretor do Prayer Furnace, citando uma passagem bíblica para fundamentar a campanha de oração.
"Assim como Deus agiu em nome dos israelitas em 2 Crônicas 20, creio que Deus vai agir em nome de nossa nação nesta semana. Imagine, milhares e milhares de músicos em público, nas tendas, cantando para o Senhor enquanto intercessores se reúnem e oram", disse ele.
Os organizadores pedem no site do evento para que Deus "revele a beleza e o valor de Jesus à nação, que um novo 'movimento de Jesus' seja aceso para capturar o coração da nova geração, e para que um novo movimento de missões seja lançado".
Rachel Dennis, líder em uma igreja local que participa da campanha, pontuou a unidade em prol do objetivo, onde membros de várias denominações nos 50 estados americanos se dispuseram à participar, como um só corpo.
"O evento é uma bela sinfonia de Deus trazendo unidade para o corpo de Cristo em todos os estados”, disse ela, segundo informações do Christian Post. “Ele está nos unindo como uma família e como um corpo".
Para Rachel, a campanha impacta diretamente o mundo espiritual, consequentemente na sociedade. "Deus está derrubando barreiras e elevando a Igreja como guerreiros para reivindicar sua influência em todas as esferas, para que Sua glória seja revelada", explica ela.
"A colheita está madura e as sementes plantadas nos próximos três dias em adoração, oração e intercessão colherão almas que este mundo ainda não viu", conclui a líder.
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Em meio à crise, cristãos clamam a Deus de joelhos nas ruas da Nicarágua

A Nicarágua está passando por um período de conflitos e protestos que já dura mais de quatro meses

Um grupo de cristãos da Nicarágua se ajoelhou para clamar a Deus em meio aos protestos que tem marcado o país há mais de quatro meses. O número de mortes chega a centenas e é difícil determinar devido à falta de um órgão institucional confiável que emita estatísticas sem qualquer interesse.
No entanto, recentemente algumas imagens mostraram uma luta que realmente chocou a igreja. Um grupo formado por médicos e estudantes universitários que se ajoelharam para orar pelas pessoas que foram detidas pelo regime de Daniel Ortega sem justa causa.
Isso ocorreu depois de um ataque em Manágua, onde pelo menos 32 pessoas foram presas. Em meio a uma marcha em que, de acordo com os manifestantes, estavam constantemente sendo intimidados e ofendidos pela polícia de choque, este grupo de pessoas decidiu ficar de joelhos para clamar a Deus por justiça.
Da mesma forma, a Aliança Evangélica da Nicarágua permaneceu em jejum e oração. "Passamos dois meses. Estamos jejuando e orando até que o país seja normalizado, até que a situação na Nicarágua esteja normalizada", disse Mauricio Fonseca, presidente da Aliança Evangélica da Nicarágua.
Dessa forma, nós queremos que você também nos ajude em clamor, jejum e oração pela Nicarágua”, acrescentou.
Enquanto clamam a Deus, a Aliança Evangélica da Nicarágua está trabalhando com redes de supermercados como a Wal-Mart e a Pricemart pela América Latina para trazer comida para as famílias que foram mais afetadas por este conflito.
"Dissemos aos doadores que existe um método para não tocarmos em um real das doações, porque não queremos isso. Eles pagam e nós retiramos arroz, feijão, açúcar, óleo e café. Estamos dizendo aos nossos irmãos que, dessa forma, eles podem nos ajudar", disse Fonseca.
Fonte: CPAD News

Jovens levantam clamor pela recuperação de Bolsonaro durante o evento Radicais Livres

Milhares de jovens que participaram da "Conferência Radicais Livres 2018 – Legado" no último final de semana levantaram um clamor pela vida do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), candidato a presidente da República que sofreu um atentado a faca em Juiz de Fora (MG).
O evento realizado pela Igreja Videira, liderada pelo pastor Naor Pedroza, aconteceu no Ginásio Goiânia Arena, em Goiânia (GO), com a presença de milhares de fiéis, em sua maioria, jovens.
Segundo informações da imprensa, durante os momentos de oração na ministração da Palavra, o preletor da noite conduziu a multidão em clamor pelo Brasil, que enfrenta uma "crise econômica, política e moral". Os jovens foram convidados também a orarem pela recuperação de Jair Bolsonaro.
Atualmente, o candidato do PSL continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Albert Einstein, em estado grave, mas estável. Desde o atentado, Bolsonaro já foi submetido a três cirurgias, a última na noite de quarta-feira, 12 de setembro, como um procedimento de emergência para desobstruir as paredes do intestino.
O evento Radicais Livres, organizado pela Igreja Videira, teve como participantes este ano os pastores Aluízio Silva, Naor Pedroza, Vinícius Motta, Francisco Vasco, Rhodrigo Augustho e os cantores Alessandro Vilas Boas, Gabriela Rocha, Morada DJ PV. Na quinta-feira, 06 de setembro, aconteceu o "Aquecimento RL 2018", com a participação de Rodolfo Abrantes, ex-vocalista da banda Raimundos.
Fonte: Gospel+

sábado, 8 de setembro de 2018

ASSEMBLEIA DE DEUS - CGADB conclama assembleianos a orar pelo país

Guerra espiritual: CGADB conclama assembleianos a orar pelo país

Uma crise moral, social, econômica e política, tem assolado nossa nação nos últimos anos, e a nossa principal esperança de mudança é o Senhor Jesus. Por isso, nestes trinta dias que antecedem as eleições majoritárias, a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), convida você Pastor, Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus a fazer parte de uma Campanha Nacional de Jejum e Oração.
Serão trinta dias ininterruptos, de 07 de setembro a 07 de outubro de 2018, clamando ao Senhor, jejuando, orando por nosso país; em seu lar, sempre que estiver reunido com sua família em um momento de adoração a Deus, clame pelo Brasil; em todos os cultos e reuniões da Igreja que está sob seus cuidados, de igual modo, faça uma oração especial pelo Brasil.
Oremos para que Deus nos direcione a votar em homens, mulheres comprometidos não só com o bem e o futuro da nação, mas acima de tudo, comprometidos com Deus e a sua palavra, que afirma “Quando os justos governam, o povo se alegra” Pv. 29:2a;
Não fique de fora deste projeto, mobilize a Igreja do Senhor no seu bairro, município, estado, a fazer parte deste momento especial.
"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra". 2Crônicas 7:14.
Uma Campanha da CGADB presidida pelo pastor José Wellington Costa Júnior, por iniciativa do Conselho Político, presidido pelo pastor Eliazar Ceccon.
Campanha Nacional de Jejum e Oração das Assembleias de Deus pro Brasil de 07 de setembro a 07 de outubro de 2018.
Conselho de Comunicação e Imprensa da CGADB

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Cristãos nigerianos clamam a Deus pelo fim de massacres no país

Evangélicos e católicos da Nigéria estão se unindo para clamaram “a uma só voz”

A Associação Cristã da Nigéria (CAN) convocou um clamor nacional pelo fim do "matança bárbara" de cristãos nas mãos de muçulmanos da etnia fulani. O país testemunhou esta semana outro ataque, que resultou na morte de 39 pessoas, a maioria cristãos.
O presidente da CAN, pastor Supo Ayokunle, afirmou: "A igreja quer ver esta carnificina parar". A intercessão em conjunto, que reuniu uma grande quantidade de igrejas de diferentes denominações teve início nesta quarta (11). O próximo passo da Associação é um protesto público, que inevitavelmente terá um teor político, já que as autoridades continuam sem agir com firmeza.
    Ayokunle asseverou que essa onda de assassinatos, onde estima-se que cerca de 6.000 cristãos foram mortos desde o início do ano, está transformando a Nigéria em uma "terra deserta".
    O arcebispo da diocese de Abuja, capital do país, John Cardinal Onaiyekan, disse que esta é a hora, mais do que nunca, de os cristãos se unirem.
    "Não há necessidade de permitir que divisões dificultem nosso trabalho em conjunto pelas coisas que são boas", enfatiza o líder católico. "Em um nível mais alto, estamos fazendo esforços para os cristãos se unirem em uma só voz".

    Novo ataque

    Pelo menos 39 pessoas foram mortas no início desta semana em várias aldeias no norte do país, anunciou o governador do estado de Sokoto, Aminu Tambuwal, nesta quinta (12).
    O senador Adamu Aliero atribuiu às agressões a “bandidos”, mas mantém a prática do governo em admitir que se trata de perseguição clara de muçulmanos contra cristãos.
    "Atualmente, existem três campos de deslocados, abrigando mais de 10 mil pessoas nas áreas afetadas", lembrou o político.
    O governador do estado de Zamfara, Abdulaziz Yari, que é presidente do Fórum de Governadores da Nigéria, pediu que o governo central perceba quanto trabalho precisa ser feito.
    O presidente Muhammadu Buhari, que é muçulmano da etnia fulani, voltou a pedir "paciência" enquanto as "equipes de segurança buscam maneiras de pôr fim a esta violência horrenda".
    Contudo, ele não anunciou nenhuma medida clara para parar os fulani, mesmo que os nomes de vários de seus líderes sejam conhecidos.
    Com informações Christian Post via Gospel Prime
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