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domingo, 23 de fevereiro de 2025

Justiça determina exclusão de perfil hackeado da Assembleia de Deus em rede social



O Facebook Serviços Online do Brasil LTDA foi condenado e deverá arcar com as custas processuais e honorários advocatícios.



A 2ª Vara Cível da Comarca de Jaru, em Rondônia, julgou procedente o pedido da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, que teve o perfil na rede social Facebook invadido por hackers.

Após o ataque, a página passou a exibir conteúdos pornográficos, o que gerou preocupação quanto à preservação da imagem e honra da instituição religiosa.

De acordo com a decisão, proferida nesta quinta-feira (20), o Facebook Serviços Online do Brasil LTDA foi condenado a excluir definitivamente o perfil hackeado. Além disso, a plataforma deverá arcar com as custas processuais e honorários advocatícios fixados em 10% do valor atualizado da causa.

Na ação, a igreja relatou que utilizava o perfil para divulgar programações e eventos religiosos, sendo um importante canal de comunicação com a comunidade local. Após perceber a invasão e o uso indevido da página, a instituição tentou solucionar a questão diretamente com a plataforma, mas não obteve sucesso, o que motivou o ingresso na Justiça.

O juiz Alencar das Neves Brilhante, ao analisar o caso, destacou que, embora o Facebook disponibilize ferramentas de segurança, a falta de ação rápida após a notificação do problema configura falha na prestação do serviço. "Cabe à plataforma assegurar a proteção dos perfis de seus usuários e agir diligentemente para mitigar riscos cibernéticos, especialmente quando há relatos de comprometimento de contas", destacou o magistrado.

A sentença também ressaltou que a veiculação de conteúdo impróprio em perfil vinculado a uma instituição religiosa atinge diretamente sua honra e imagem. Assim, entendeu-se como legítimo o pedido de exclusão definitiva da página, para evitar danos irreparáveis à reputação da igreja.

O processo segue para eventuais recursos, mas a decisão liminar, que já havia determinado a exclusão temporária do perfil, foi ratificada com a sentença final.

Fonte: Jaru online via Folha Gospel

quarta-feira, 10 de julho de 2024

O evangelho segundo o Instagram: influencers cristãos disputam com os pastores pela atenção dos crentes


Líderes evangélicos alertam contra a imaturidade espiritual e as motivações econômicas no espaço das redes sociais.



Os pastores brasileiros se preocupam com o fato de um sermão semanal não ser suficiente para competir com os influencers cristãos superpopulares nas mídias sociais, a quem os membros de suas igrejas ouvem no restante da semana.

Eles [os pastores] reconhecem que a Internet tem desempenhado um papel fundamental no crescimento do cristianismo evangélico no Brasil. No entanto, ela também tem ajudado a tornar os ensinamentos heréticos e a indústria de influencers cristãos mais difundidos do que nunca. Assim, como igrejas e instituições ortodoxas podem reagir a esse cenário?

Duas pesquisas recentes mostram que os YouTubers e podcasters cristãos brasileiros têm mais influência do que os líderes das denominações e os pastores de megaigrejas do país.

O Quaest, um instituto de pesquisa de opinião pública, descobriu que os principais líderes evangélicos foram superados por influencers cristãos em quesitos como fama, engajamento e mobilização.

Segundo a pesquisa, o JesusCopy, canal do YouTube, é mais popular do que Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, a quarta maior denominação do país. O podcast de teologia Bibotalk é mais popular do que o bispo Robson Rodovalho, fundador das igrejas Sara Nossa Terra, um movimento neopentecostal.

Outra pesquisa — realizada pelo Nosotros, um grupo de consultoria criado pelo antropólogo Juliano Spyer — constatou que as vozes evangélicas tradicionais tendem a ficar mais isoladas e a ser menos importantes para o debate on-line.

"Influenciadores como o deputado Marco Feliciano e o bispo Edir Macedo não se destacam em relação a outros evangélicos que têm um papel central nesta rede", disse Spyer. "Nomes como o da cantora e pastora Eyshila, o da pastora Camila Barros, o do cantor e compositor Anderson Freire e o da pastora e cantora Midian Lima podem ser menos conhecidos por quem não é evangélico, mas estão entre os principais influencers neste campo".

Na melhor das hipóteses, as mídias sociais ajudaram a alçar o cristianismo evangélico a um lugar de relevância e aceitação na sociedade contemporânea. Em vez de serem conhecidos por suas posições antiquadas contra o Carnaval, a TV, as novelas e o futebol, os evangélicos nas mídias sociais romperam estereótipos e se apresentaram como comunicadores descolados e conectados.

No entanto, junto com esse entusiasmo por uma nova forma de comunicar o evangelho surgiram alguns líderes abusivos e ensinamentos nada ortodoxos.

O Movimento Galpão — cujo nome faz referência ao prédio em que funcionava — foi fundado em 2021, em Alphaville, rico subúrbio da cidade de São Paulo. O movimento realizava cultos semanais para jovens e os transmitia para milhares de espectadores nas mídias sociais. A cara do movimento era Victor Bonato, um influencer com 145 mil seguidores no Instagram.

A história do Galpão terminou em escândalo, em setembro do ano passado, quando Bonato — pseudônimo usado por Victor de Paula Gonçalves, um profissional de marketing digital de 27 anos — foi preso sob acusação de ter cometido crimes sexuais contra três mulheres. O Galpão, então, declarou que Bonato não fazia mais parte do movimento. Uma semana depois, o espaço fechou para "reforma".

"Essa reforma significa um novo tempo, tempo de conexão, de acessar novos níveis em Deus, tempo de alinhamento", diz um comunicado postado no Instagram, "e nós convidamos vocês a fazerem o mesmo no seu secreto; em breve estaremos retornando com nossa nova agenda". O movimento não postou mais nada desde então.

Os líderes evangélicos anseiam por ver os jovens se unirem e crescerem na fé, mas alertam sobre líderes sem preparo teológico adequado, sem experiência pastoral ou sem supervisão.

Uma das razões para o problema, segundo o teólogo pentecostal Gutierres Fernandes Siqueira, é a falta de preparo teológico adequado e de experiência pastoral.

"O apóstolo Paulo alertou sobre o perigo de neófitos na fé se tornarem líderes ou mestres", disse Gutierres, lembrando que um presbítero "não pode ser recém-convertido, para que não se ensoberbeça e caia na mesma condenação em que caiu o Diabo" (1Timóteo 3.6).

"Como consequência do rápido crescimento do cristianismo evangélico no Brasil, há pessoas que acabaram de se converter e agora estão assumindo o papel de influenciador".

Historicamente, para ser líder era preciso ter uma formação em estudos teológicos ou anos de serviço em uma igreja local, antes de ter a oportunidade de pregar para uma congregação. Assim, ainda que os cristãos busquem ensino para além dos próprios púlpitos, eles devem fazer certas perguntas sobre os criadores de conteúdo e sobre o conteúdo em si.

O pastor Sérgio Queiroz, fundador da Cidade Viva, uma igreja batista de João Pessoa, recomenda que os cristãos levem em conta a formação espiritual, as qualificações e as motivações de um influenciador.

"O influenciador hoje vive um verdadeiro dilema entre produzir um conteúdo mais aprofundado e cuidadoso e produzir um vídeo curto, de fácil consumo e com maior chance de viralizar", disse Queiroz, que também é professor da Faculdade Internacional Cidade Viva. "Um produtor de conteúdo respeitável deve sempre preferir a profundidade à viralidade."

Para os recém-chegados à fé, as tentações são muitas. As mídias sociais cristãs no Brasil constituem um ecossistema de negócios que se retroalimenta em larga escala.

Com a crescente popularidade dos influenciadores, as mídias sociais se tornaram uma tentadora oportunidade de negócios para os cristãos brasileiros.

O número de aspirantes a esse posto é tão grande que deu origem a movimentos como O Retiro, que se apresenta como "o maior encontro de influenciadores cristãos do mundo" e cuja "missão é espelhar o evangelho por toda terra através das redes sociais".

Criado pelo pastor e evangelista Guilherme Batista, O Retiro realiza eventos para centenas de influenciadores cristãos, e chega a cobrar até R$ 600 (US$ 150) por ingresso.

Mas as contas virtuais desses influenciadores tendem a oferecer um conteúdo do tipo autoajuda — com menos evangelismo e mais frases motivacionais. Segundo o relatório da pesquisa da Nosotros, 30% dos influenciadores cristãos podem ser rotulados primordialmente como palestrantes motivacionais. (Do restante, 25% compartilham conteúdo político e 45% produzem conteúdo devocional).

"Onde quer que haja uma teologia propensa ao estímulo da autoestima dos fiéis, ao individualismo como doutrina ética e ao empreendedorismo como racionalidade econômica, lá estará o coaching como um instrumento ou como uma possibilidade eclesiológica", disse Taylor de Aguiar, antropólogo cuja tese de doutorado trata das práticas de coaching no meio evangélico.

"[...] no Instagram, as pessoas parecem sempre felizes e dispostas a compartilhar tudo o que convier como bom a si mesmas e, por extensão, aos outros", disse ele. "Quem seria capaz de ser crítico ao receber um vídeo com palavras bem ditas, sensatas e emotivas, sobre vencer a procrastinação, superar o luto ou crescer na vida profissional, deixando os obstáculos para trás?"

Mensagens como essas têm seu lugar no ensino cristão, mas os críticos se preocupam que as motivações econômicas e os algoritmos das mídias sociais estejam enfatizando essas mensagens em demasia, e que a igreja esteja ficando muito dependente desse tipo de conteúdo de autoajuda.

Além disso, esse conteúdo reforça uma inclinação de parte da igreja em favor da ideia de que é possível pregar on-line sem ter estudo teológico. "A tradição evangélica no Brasil tem esse lado anti-intelectual", disse Gutierres. A presença desse ativismo digital, conclui ele, é uma espécie de herança dessa tradição.

"Esses influenciadores podem até pensar que não precisam de preparo, e que apenas retórica e um bom slogan bastam. Mas igreja é muito mais do que isso."

Fonte: Christianity Today

segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

Justiça condena Facebook a indenizar Igreja Presbiteriana em Goiás

O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) determinou que o Facebook Serviços Online Brasil pague R$ 10 mil de indenização para a Igreja Presbiteriana de Anápolis, a 55 km de Goiânia. Conforme a decisão, ficou comprovado que a instituição ficou impossibilitada de divulgar eventos e ações por mais de um ano no perfil da igreja no Instagram.

A determinação é da juíza Laryssa de Moraes Camargos, da 6º Vara Cível da Comarca de Anápolis que, também, determinou o restabelecimento do acesso ao perfil, sob pena de multa diária de R$ 5 mil. Cabe recurso da decisão.

Conforme os autos, a igreja utilizava o serviço do Instagram desde 2019. Porém, em abril do ano passado, ao tentar fazer o login, aparecia uma mensagem de que era necessário verificar informações junto ao e-mail cadastrado. No entanto, as pessoas responsáveis pelo perfil não conseguiam acesso ao e-mail, o que impossibilitou o acesso à conta.

Já a defesa do Facebook alegou que o conteúdo do perfil não esteve desabilitado durante o período alegado. Afirmou ainda que a perda de acesso teria ocorrido apenas por conta de fatores legítimos para evitar insegurança e violação à conta da igreja, que precisaria comprovar a identidade para acessá-la.

Ao analisar o caso, a magistrada concluiu que as alegações do Facebook não conseguiu comprovar que, de fato, contribuiu para ajudar a igreja a solucionar o problema. A juíza afirmou ainda que a instituição religiosa apresentou provas da impossibilidade de acesso ao perfil e tentativas de solucionar a questão.

"É fato que, diante da inércia, a parte autora esteve impedida de exercer seus direitos de imagem, liberdade de expressão e manifestação de pensamento, consoante autorizante do Marco Civil da Internet", afirmou.

A magistrada completou ainda que a igreja ficou impossibilitada de transmitir os cultos aos fiéis, além de outras formas de interação, pois o bloqueio da conta ocorreu no período crítico da pandemia, quando as instituições religiosas utilizavam de "lives" para fazer a transmissão.

O Facebook informou ao portal G1 que irá recorrer da decisão.

Fonte: G1 via Folha Gospel

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Facebook está banindo cristãos, mas permitindo traficantes sexuais na plataforma, diz Ted Baehr do Movieguide



Muito embora o Facebook seja conhecido por censurar contas vinculadas a cristãos e indivíduos ou de grupos politicamente conservadores, a plataforma está fazendo pouco para impedir organizações criminosas que dela se utilizam para lucrar com o tráfico sexual, disse o crítico de entretenimento Ted Baehr, do Movieguide.

A conexão entre o tráfico de pessoas e os cartéis de drogas nas redes sociais é um problema “gigantesco”, disse Baehr ao CBN News.

Fui um dos membros fundadores do Conselho da National Coalition on Sexual Exploitation. É um problema cada vez maior, especialmente quando falamos sobre a repressão aos sites conservadores ou cristãos”, disse ele.

Eles dizem no Facebook que, o custo de fazer negócios na África e no Oriente Médio está permitindo que todas essas diferentes empresas o utilizem, mas esses negócios são escravidão sexual. Essas empresas estão traficando.

Funcionários do Facebook enviaram vários alertas a seus superiores, para informar sobre traficantes de seres humanos no Oriente Médio e grupos armados na Etiópia que estão usando a plataforma para o tráfico sexual e incitação à violência contra minorias étnicas, de acordo com documentos internos divulgados pelo The Wall Street Journal em relatório de uma investigação.

O Facebook foi informado de que um cartel de drogas mexicano estava usando a plataforma para recrutar, treinar e pagar assassinos, mas a empresa nada fez para impedir o cartel de postar tanto no Facebook ou no Instagram, é o que mostram os documentos.

Qualquer dirá a você que está preocupado com essa questão, que há mais escravidão hoje do que em qualquer outra época, em termos de escravidão sexual", disse Baehr.

"Esses cartéis estão usando o Facebook, e os administradores da plataforma dizem: ‘Vamos resolver o problema’, mas na prática nunca abordam ou colocam o tema em pauta.

Para o Facebook, o dano nos países em desenvolvimento é “apenas o custo de fazer negócios”, disse ao Journal Brian Boland, ex-vice-presidente do Facebook que supervisionou parcerias com provedores de internet na África e Ásia antes de renunciar no ano passado.

Os esforços de segurança do Facebook estão focados em mercados mais ricos com governos poderosos e instituições de mídia, acrescentou ele, observando que mais de 90% dos usuários mensais agora estão fora dos EUA e Canadá.

Raramente há qualquer esforço significativo e orquestrado para investir no conserto dessas questões”, acrescentou.

Nos EUA, o Facebook e outras plataformas de mídia social usam a Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações, para se protegerem de ações judiciais sobre o que os usuários postam online.

Uma das cláusulas da Seção 230 afirma que, o que os usuários dizem ou escrevem online não é semelhante a um editor publicando uma mensagem. No entanto, a mesma cláusula que protege as plataformas online de responsabilidades é freqüentemente usada para banir pontos de vista conservadores.

Em 2018, o Facebook censurou e restringiu a campanha da candidata republicana ao Congresso, Elizabeth Heng, por colocar um anúncio em vídeo, considerando-o muito "chocante, desrespeitoso ou sensacionalista" porque apresentava seus pais imigrantes americanos que sobreviveram às brutalidades dos comunistas do Khmer Vermelho durante a Guerra Civil Cambojana.

Em 2017, uma mãe cristã disse que o Facebook censurou sua página, que foi suspensa por postagens sobre o que a Bíblia diz sobre o pecado da homossexualidade.

Point Rhema - Com informações: The Christian Post

sexta-feira, 20 de agosto de 2021

ANAJURE questiona sobre expressão “glória a Deus! Aleluia” ser considerada discurso de ódio



Vários internautas registraram print's da mensagem recebida automaticamente pela rede social

Ao longo dessa semana, muitos internautas denunciaram que estavam impedidos de comentarem “Glória a Deus! Aleluia!” no Facebook, recebendo um aviso de que a mensagem não segue os padrões da rede social por discurso de ódio.

Diante dessas reclamações, o departamento jurídico da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) enviou um ofício ao Facebook Brasil para entender o que estava acontecendo.

A ANAJURE argumentou que a mensagem é problemática, e de diferentes formas. Primeiramente, por estar em desacordo com os parâmetros fixados pelas normas internacionais, como o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos (PIDCP), e pelo ordenamento jurídico brasileiro. No caso em análise, não é possível visualizar qualquer ameaça a direitos de terceiros, à segurança nacional, à ordem pública ou a qualquer elemento que poderia justificar a restrição da liberdade de expressão e de crença, visto que a frase ‘Glória a Deus! Aleluia’ apenas traz uma manifestação religiosa de louvor a Deus”, diz nota da entidade.

Os padrões do Facebook que é indicado como sendo a causa para o bloqueio das mensagens veta ataque direto a pessoas por preconceito de raça, etnia, nacionalidade, religião, orientação sexual, casta, sexo, gênero, identidade de gênero e doença grave ou deficiência.

A expressão “Glória a Deus! Aleluia!” não expressa nenhum ataque a qualquer um dos grupos citados acima. “O contexto leva a crer que há uma falha significativa nos mecanismos de detecção de discurso de ódio utilizados pelo Facebook, de modo que mensagens inofensivas estão recebendo uma classificação inapropriada”, diz a ANAJURE.

A entidade de juristas pediu para que a plataforma preste esclarecimentos sobre a classificação da frase “Glória a Deus! Aleluia” como discurso de ódio; e deixe de aplicar esse entendimento, reorientando a sua moderação de conteúdo de modo que não resulte em censura do discurso religioso.

Fonte: JM Notícia

quarta-feira, 21 de abril de 2021

YouTube suspende canal de pastor por orar pela libertação de gays

O pastor nigeriano TB Joshua teve sua conta suspensa pelo YouTube por acusações de “discurso de ódio”, após uma queixa apresentada por uma entidade de direitos humanos por vídeos em que ele aparece orando pela libertação de gays.

TB Joshua, considerado um dos pastores mais influentes da África, tinha 1,8 milhão de inscritos no canal Emmanuel TV no YouTube antes de ser bloqueado. O Facebook também removeu pelo menos um dos posts em que ele ora por uma mulher que era homossexual.

O pastor recorreu da decisão do YouTube. “Nossa missão é compartilhar o amor de Deus com todos — independentemente de raça ou religião — e nos opomos veementemente a todas as formas de discurso de ódio”, disse ele no Twitter. “Temos um relacionamento longo e frutífero com o YouTube e acreditamos que essa decisão foi tomada às pressas.

A queixa foi apresentada pela entidade britânica OpenDemocracy, com base na análise de sete vídeos publicados no YouTube entre 2016 e 2020, que mostram TB Joshua orando por homossexuais.

Um porta-voz do YouTube disse ao OpenDemocracy que o canal foi fechado porque sua política “proíbe conteúdo que alega que alguém está mentalmente doente, enfermo ou inferior por causa de sua participação em um grupo protegido, incluindo orientação sexual”.

Um dos vídeos foi publicado em 2018 e somava mais de 1,5 milhão. Mostrava o testemunho de uma mulher chamada Okoye, disse que havia um espírito maligno destruindo sua vida, mas que foi curada através das orações de TB Joshua.

Durante um momento de oração, o pastor nigeriano diz a ela: “Há um espírito perturbando você. Ela se transplantou para você. É o espírito da mulher”, relata o OpenDemocracy em sua queixa.

A mulher declara que deixou de ter “afeição” pelas mulheres e “agora tenho afeição pelos homens”.

TB Joshua, acrônimo de Temitope Balogun Joshua, fundou a Igreja Sinagoga de Todas as Nações (SCOAN, na sigla em inglês) na década de 1990 na cidade de Lagos. A Emmanuel TV exibe diversos testemunhos de milagres não só na internet, mas em uma rede de TV transmitida na Nigéria.

A SCOAN tornou-se o destino de milhões de nigerianos e pessoas de outras nações, chegando a ser descrita como “o destino mais visitado por turistas religiosos na África Ocidental”.

O Serviço de Imigração da Nigéria indica que seis em cada dez viajantes estrangeiros que chegam à Nigéria têm como destino a SCOAN.

De acordo com o jornal britânico The Guardian, a igreja atrai semanalmente mais pessoas do que o total de visitantes do Palácio de Buckingham e da Torre de Londres.

Fonte: Guia-me com informações de BBC News via Folha Gospel

segunda-feira, 16 de março de 2020

CORONAVIRUS: Post com mais interações no Brasil é o de um pastor recomendando Deus contra o vírus



Desde 1º de fevereiro, sabe qual o post sobre o novo coronavírus, no Brasil, com o maior número de interações no Facebook? "Coronavírus chegou, e agora? Veja o que a Bíblia diz que devemos fazer", de um pastor da Igreja Batista da Lagoinha, de BH — a mesma da qual já foi pastora voluntária a ministra Damares Alves.


No vídeo, o pastor diz que o vírus é um "mal que muitos acreditam estar ligado às doenças e pestes mencionadas no livro de Apocalipse". E cita cinco medidas para se proteger:


  1. "Confie em Deus, mesmo se estiver com medo";
  2. "Incentive as outras pessoas a confiarem em Deus";
  3. "Creia nas promessas de Deus";
  4. "Lembre-se de que Deus é quem salva" e
  5. "Louve e adore Deus antes mesmo da vitória".
Fonte: O Globo

ASSISTA AQUI


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

EBD em AÇÃO - Subsídios EBD em Grupo exclusivo no Facebook


"Se é ensinar, haja dedicação ao ensino" - Romanos 12: 7b



Grupo no Facebook criado com o objetivo exclusivo de:

"Postagens de conhecimento e subsídios", das Lições da Semana (Domingo) da Escola Bíblica Dominical.

Esse grupo foi criado para interação dos professores e alunos da "Escola Bíblica Dominical CPAD em todo Brasil", para as seguintes postagens:
  • Estudos da Lição,
  • Perguntas da Lição,
  • Fotos das EBD's,
  • Link's externos relacionados a Lição.
SAIBA MAIS ACESSANDO AQUI:






domingo, 7 de julho de 2019

Justiça decide a favor de estudante expulso de universidade por comentários bíblicos sobre homossexualidade


Um estudante britânico ganhou uma ação judicial depois de ter sido expulso da universidade por postar versículos bíblicos sobre a homossexualidade.
Felix Ngole foi expulso da Universidade de Sheffield em 2016 depois de postar versículos bíblicos no Facebook que a universidade considerou críticos em relação à homossexualidade. 
As postagens ocorreram no contexto de um debate na mídia social sobre Kim Davis, a ex-funcionária do condado de Kentucky que se recusou a emitir licenças de casamento para casais do mesmo sexo por causa de sua fé cristã.
Durante o intercâmbio, Ngole compartilhou versículos bíblicos que apoiavam a visão tradicional de que o casamento é ordenado por Deus e deveria ser exclusivamente entre um homem e uma mulher. 
Ele também afirmou que "a Bíblia e Deus identificam a homossexualidade como um pecado", segundo reportagem da BBC. 
Mais tarde, Ngole foi anonimamente denunciado por um colega para a Universidade e disciplinado perante um conselho disciplinar.  Ele foi informado de que havia prejudicado a profissão de assistente social e foi expulso do curso, perdendo a carreira para a qual tanto trabalhou.
Durante o conselho disciplinar a Universidade lhe disse que a expressão de seus pontos de vista cristãos era inaceitável e foi efetivamente dito para renunciar à sua fé ou permanecer em silêncio sob pena de perder sua carreira. No entanto Felix diz que sentiu que não poderia desistir de sua fé.
Em 2017, depois de uma batalha judicial contra sua expulsão e argumentando que seus direitos humanos haviam sido violados, o Supremo Tribunal do Reino Unido decidiu em favor da Universidade.
Agora, em uma decisão importante, a Corte de Apelações anulou a decisão anterior e criticou a universidade por sua ação discriminatória, instando-os a reconsiderar o caso de Ngole.
"A mera expressão de visões religiosas sobre o pecado não implica necessariamente discriminação", determinou o tribunal, segundo Christian Concern, o grupo de defesa da fé cristã que auxilia Ngole em seu caso.
Dentro da decisão, observou-se que Ngole havia sido discriminado e que a universidade "não tinha discernimento" na maneira como lidava com a situação – proibindo Ngole de expressar suas crenças religiosas, juntamente com a ameaça de acabar com sua futura carreira.
"Esta é uma ótima notícia, não só para mim e minha família, mas para todos que se preocupam com a liberdade de expressão, especialmente para aqueles que trabalham ou estudam para profissões que cuidam das pessoas. Como cristãos, somos chamados a cuidar e servir os outros, publicamente ou em particular, devemos ser livres para expressar nossas crenças, especialmente quando perguntados, sem medo de perder nossos meios de subsistência", disse Ngole após a última decisão.
Ngole notou que ele havia "sofrido tremendamente" durante toda a provação, mas sente "alegria esmagadora" de que o que ele passou resultará em "tanto ganho" para os "cristãos hoje e no futuro" como resultado da criação deste novo precedente legal.
A chefe da Christian Concern, Andrea Williams, chamou isso de um "divisor de águas para os cristãos e uma retumbante vitória da liberdade de expressão".
"pesar dessa vitória, esse não é o fim da luta de justiça de Felix. Ele deve agora voltar para um painel da Universidade de Sheffield que julgará, à luz deste resultado, sua aptidão para praticar a profissão de assistente social. A justiça completa deve ser cumprida e a universidade deve prestar contas para que esse homem bondoso e compassivo possa finalmente trabalhar em um emprego que reflita suas qualificações e sua capacidade, profissionalmente e como pessoa. Nossas comunidades e os mais vulneráveis ​​da nossa sociedade precisam de mais profissionais cristãos como Felix, não menos".
Folha Gospel com informações de Christian Headlines e Christian Concern

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Pr. Joá Caitano informa que teve seu Perfil no Facebook hackeado


O Missionário Pastor Joá Caitano, teve seu perfil no Facebook hackeado na tarde de hoje.

O invasor postou mensagem com "palavras de baixo calão", momento em que os amigos rebateram través de comentários, entendendo que havia algo errado.

Assim que foi avisado, o Pr. Joá Caitano excluiu a mensagem do invasor, agradecendo aos amigos que o defenderam e também lhe avisaram do ataque virtual ao seu perfil.

Recebi um áudio do referido, justificando o ocorrido aos seus amigos e visitantes da sua página, dizendo:

"Me ajude a divulgar que a mensagem postada no meu perfil do Facebook, trata-se de Fake news, coisa de hacker usado por satanás para denegrir a minha imagem. Estou neste momento no extremo norte do Brasil, em Belém do Pará, na residência do patriarca Pr. Firmino da Anunciação Gouveia, que me emprestou seu computador para excluir a postagem e te enviar essa mensagem".

Portanto, publico esta mensagem à guia de colaboração com nosso irmão e companheiro, à guisa de registro e esclarecimento.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Pessoas de vários países louvam a Deus em lanchonete e vídeo viraliza nas redes sociais



Mais de 60 homens cantaram juntos em uma lanchonete da rede cristã Chick-fil-A e surpreenderam os clientes.


Não é incomum ouvir música cristã em uma lanchonete da rede Chick-fil-A, mas ouvir um coral de 60 homens cantando ao vivo surpreendeu vários clientes. O vídeo que registra o momento está ganhando a internet — em menos de uma semana, foi visto mais de 100 milhões de vezes.

O vídeo de Chris Armstead, no Facebook, mostra o exato momento em que os homens se levantam para cantar em uma Chick-fil-A de Nashville, nos Estados Unidos. Eles cantam uma versão a cappela da canção "Every Praise" de Hezekiah Walker. A performance levou os clientes a se levantarem e fez até os funcionários dançarem.

Chris Armstead disse que os 60 cantores vieram de vários países, incluindo a África do Sul, Brasil, Austrália, Guatemala, Reino Unido e Canadá. Eles estavam na cidade para uma conferência anual de adoração a capela, que estava sendo realizada nas proximidades, na igreja Madison Church of Christ.

Não foi a primeira vez que o grupo apareceu para surpreender clientes e funcionários da Chick-fil-A. A tradição começou há dois anos e segundo Armstead, o grupo já cantou "I Wake Up This Morning" em 2016 e "Take the Lord With You" no ano passado.

"O vídeo deste ano foi o mais popular", disse Armstead que registrou o momento em seu celular. Ele é líder de adoração na igreja East Cobb Church of Christ e trabalha em tempo integral para o hospital Children's Healthcare de Atlanta.

Ele disse que vai ensinar a música para sua igreja em breve e que poderá organizar flash mobs em outras lojas da Chick-fil-A.

Até mesmo o autor da canção, Hezekiah Walker, compartilhou o vídeo em sua página oficial no Facebook, atraindo dezenas de milhares de visualizações.

O post original de Armstead já foi compartilhado mais de 200 mil vezes.

Fonte: Guiame
ASSISTA AQUI

Para uma boa audição desligue o áudio do Stúdio Rhema no canto superior esquerdo do blog.


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