Kivitz disse que a compreensão literal do Livro Sagrado "perpetua pecados como racismo, sexismo e xenofobia"
Fonte: Pleno News
O pastor Ed René Kivitz voltou a ser criticado em razão de falas que contestam a suficiência do conteúdo da Bíblia. Na mais recente delas, proferida no último dia 18 de março durante uma edição do evento Conversas Pastorais, Kivitz defendeu uma interpretação das Escrituras adaptada ao momento atual e disse que a compreensão literal do Livro Sagrado “perpetua pecados como racismo, sexismo e xenofobia”.
– Quando prevalece a crença de que se deve afirmar apenas o que a Bíblia falou ontem, retornamos à densa noite de um mundo onde os homens valiam mais do que as mulheres, judeus valiam mais do que os gentios, ricos valiam mais do que os pobres. A mera repetição do que a Bíblia falou ontem perpetua pecados como racismo, sexismo e xenofobia – declarou.
A fala guarda uma forte semelhança com uma das manifestações mais polêmicas já feitas por Kivitz a respeito da Bíblia. Em outubro de 2020, durante uma pregação na Igreja Batista de Água Branca, em São Paulo, o pastor contestou a doutrina da inerrância da Bíblia (que defende que o Livro Sagrado é livre de erros e contradições) e disse que ela precisava ser “atualizada”.
Na pregação, intitulada Cartas vivas contra letras mortas, o líder religioso dizia que a Palavra de Deus era “insuficiente” e apontava que o grande desafio da Igreja contemporânea era ver a Bíblia como um livro que precisava “ser relido, ressignificado”.
– [A Bíblia é] um livro que precisa ser relido, ressignificado, para que os princípios de vida que esse livro encerra, e que essa revelação encerra, saltem dessas páginas promovendo libertação e justiça e relações de amor no nosso mundo – afirmou, na época.
– Pensar a Bíblia enquanto uma revelação definitiva nos conduziu a um fenômeno trágico, que foi transferir características divinas para o texto bíblico. Se Deus não erra, então o texto também não erra. Se Deus não falha, o texto também não falha, e passando então de um testemunho de testemunhas oculares, o texto passou a rivalizar em termos da nossa devoção a Deus. Nós vivemos hoje o que a gente conhece como bibliolatria – disse.
– Diante do seu ensino de patente piedade, continuo afirmando que a Bíblia é o escudo que nos protege do erro, como também a inerrante Palavra de Deus. Diante do exposto digo que ao incentivar o crente a moldar o texto Sagrado à cultura e modernidade, ou mesmo os ideais de um mundo politicamente correto, Ed peca contra Deus e sua Palavra – resumiu.
Até mesmo nos comentários da postagem sobre a fala de Kivitz na página do movimento Conversas Pastorais no Instagram, muitas pessoas chamaram o pronunciamento do pastor de “meias-verdades” e “blasfêmia”.
– Onde o senhor achou no Novo Testamento que judeu vale mais do que gentil, e pobre mais que rico?! Sinceramente essa busca para ser o atual e a sede do contraditório tá deixando vocês cegos. Que isso! Afirmar um contraponto é uma coisa, agora inventar com base em meias-verdades é outra – disse um internauta.
– O cara quer atualizar a Bíblia, agora diz que ela é racista. Escreve aí a tua Bíblia, pastor Ed René Kivitz, e vê se ela vai transformar vidas, assim como a inerrante Palavra de Deus – completou outro.
Fonte: Pleno News
A liderança até entende que a crucificação e a ressurreição de Jesus Cristo é a parte central do evangelho, mas alegam que tais palavras afastam as pessoas da Igreja e, uma vez que o objetivo deles é fazer com que as pessoas se sintam bem e venham se agregar à instituição religiosa, não querem chocá-las nem confrontá-las.
O cantor gospel Rafael Bitencourt do Rio de Janeiro, ex vocalista da Banda Toque no Altar, fez uma análise do fato, a partir de um podcast onde representante da Igreja justifica tal atitude como uma "Estratégia Evangelística"
Celebração da Páscoa por uma Igreja que se diz cristã, sem mencionar pecado, arrependimento, salvação, morte e ressurreição e o Sangue de Jesus, é um contra-senso, uma verdadeira anomalia espiritual.
"O Evangelho cristão é um escândalo para o homem e para a sua cultura, porque faz a única coisa que ele mais quer evitar – desperta-o do seu auto-imposto 'sono' para a realidade da sua situação decaída, da sua rebelião; chama-o à rejeição da sua autonomia e à submissão a Deus, através do arrependimento e fé em Jesus Cristo". (Paul Washer)
"Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus". - 1 Coríntios 1:18
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A Igreja Elevation (em inglês: Elevation Church) é uma megaigreja batista multissítio com sede em Matthews, Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Seus pastores principais são Steven Furtick e Holly Furtick.
A igreja foi fundada em Charlotte (Carolina do Norte) em uma escola secundária em 2006, pelo pastor Steven Furtick e sete famílias, reunidos na Providence High School.[1] Ao longo de sua curta história, tem experimentado um crescimento notável. Em 5 de fevereiro de 2006, no primeiro serviço domingo, 121 pessoas compareceram.[2] De 2007 a 2010, a Elevation Church foi consistentemente citada pela revista Outreach como uma das igrejas (Top 100) que mais crescem nos Estados Unidos. Ela foi descrita como "uma igreja amigável da cultura pop com uma mensagem cristã ortodoxa". Em 2008, a igreja tinha 2.900 pessoas.[3] Em 2015, a igreja cresceu para 13 campus nos Estados Unidos e Canadá. [4]
Em 2016, fez a dedicação de um novo edifício principal em Ballantyne, incluindo um auditório de 1.800 lugares. [5]
Em 2015 e 2017, a igreja foi listada pela Revista Fortune como um dos 100 melhores locais de trabalho para jovens Millennials nos Estados Unidos, principalmente pela competência dos gerentes, valorização de colegas e diversidade.[6]
Desligamento da Convenção Batista
Em junho de 2023, dias após a Convenção Batista do Sul aprovar uma proposta de emenda constitucional que não permitiria que igrejas com pastoras fossem membros, ela encerrou sua associação com a Convenção, sem especificar o motivo. [7]
De acordo com um censo da igreja divulgado em 2023, ela disse que tinha uma freqüência semanal de 14.000 pessoas e 16 campus em diferentes cidades. [8]
"A Bíblia não afirma explicitamente que a homossexualidade é um pecado", diz Niklas Piensoho, pastor e líder da maior igreja pentecostal da Suécia, a Igreja Filadélfia em Estocolmo.
"Portanto, as pessoas que vivem em relacionamentos homossexuais devem poder exercer ofícios na igreja" (Pastor Niklas Piensoho).
É de se lamentar, considerando que essa foi a Igreja responsável pelo envio dos primeiros missionários suecos ao Brasil, Daniel Berg e Gunnar Vingren, culminando com a fundação aqui da Assembleia de Deus, a maior denominação pentecostal do mundo, e depois outros.
Leia a matéria completa traduzida por João Cruzue no blog de origem, clicando no link abaixo:
Há mais de 140 anos, o hino "Alvo Mais que a Neve" vem sendo entoado por igrejas ao redor do mundo. Esta semana, porém, uma polêmica surgiu em torno da canção sobre uma suposta mensagem racista que a letra carrega.
A música, no entanto, foi composta por um autor de Iowa, estado que desempenhou um papel significativo durante a Guerra Civil Americana, marcada pela disputa pelo fim da escravidão nos Estados Unidos.
"Alvo Mais que a Neve" (em seu título original: "Blessed Be the Fountain") foi escrita por Eden Reeder Latta em 1881, com base no texto de Isaías 1:18: "Embora os seus pecados sejam vermelhos como escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; embora sejam rubros como púrpura, como a lã se tornarão."
Nascido em Haw Patch, Indiana, Eden Reeder Latta era filho de um pastor metodista, de acordo com sua biografia no Hymnary.org, um banco de dados online hospedado pelo Instituto Calvino de Adoração Cristã e Biblioteca Etérea de Clássicos Cristãos da Calvin College.
Durante a Guerra Civil Americana, Eden pregou para a Igreja Metodista de Manchester, em Iowa, e outras congregações (possivelmente como um pregador itinerante preenchendo púlpitos vazios).
No estado de Iowa, ele ensinou nas escolas públicas de Manchester e, posteriormente, em Colesburg. Ele se mudou para Guttenberg na década de 1890 e continuou compondo para vários músicos importantes no meio cristão. Ele escreveu mais de 1.600 canções e hinos em sua vida.
"Alvo Mais Que a Neve" foi composta por Eden para o músico Henry Perkins, que fez os arranjos musicais na época.
Iowa, um estado abolicionista
Um dos abolicionistas da escravidão mais conhecidos dos EUA, John Brown, era evangélico e teve uma grande atuação em Iowa, a terra de Eden Reeder Latta.
Suas viagens por Iowa destacaram a importância do estado na "Underground Railroad" — as rotas secretas e casas seguras que ajudaram os escravos a escapar para a liberdade no século 19.
O autor brasileiro Gutierres Fernandes Siqueira comentou sobre o momento histórico quando Eden Reeder Latta era pregador.
"O hino 'Alvo mais que a neve' foi escrito pelo metodista Eden Reeder Latta (1839-1915). Ele foi pregador itinerante durante a Guerra Civil Americana em New Hampshire. Para quem conhece um pouco dos EUA, sabe que no século 19 essa região era o centro do abolicionismo", disse Gutierres nesta quarta-feira (14) no Twitter.
Gutierres destacou ainda que Latta "nada tem a ver com os batistas sulistas — berço do supremacismo branco odiendo. A tradição dele era outra e a região que ele morava e pregava lutou pela abolição."
A polêmica de Kleber Lucas
O cantor Kleber Lucas voltou a causar polêmica nas redes sociais esta semana, ao compartilhar um trecho de sua participação no Mídia Ninja. Na conversa, onde ele aparece sendo entrevistado pelo cantor Caetano Veloso, o pastor da Batista Soul fala sobre o racismo, e diz que o hino "Alvo Mais Que a Neve", da Harpa Cristã, é de uma conotação racista.
Segundo o cantor gospel, sua visão sobre a música é que, se algum cristão aceitar Jesus, ficará branco como a neve. Com isso, o músico lamentou que a música seja cantada por muitos brancos e negros com lágrimas nos olhos pelo fato de "ser uma canção lindíssima, de uma memória família e cúltica".
No entanto, segundo ele, trata-se de um discurso "nefasto" e "de dominação". "Porque o sangue de Jesus me torna branco. As ideias de embranquecimento estão no hino", disse ele.
Para Kleber Lucas, "há um distanciamento, um caminho a ser percorrido". Ele ainda explicou, com base nele mesmo, que o Brasil precisa de uma "teologia preta", que segundo ele, chegou no País recentemente e foi deixado de lado pela Igreja. Ele citou, por exemplo, os ensinamentos de James Cone, um teólogo americano conhecido por sua defesa da teologia negra e da teologia da libertação negra.
Hino vira trend na web
Após a declaração polêmica do cantor gospel e pastor progressista Kleber Lucas, que classificou a música como racista, em uma entrevista com o cantor Caetano Veloso, anônimos e famosos do meio evangélicos fizeram com que o hino da Harpa Cristã, "Alvo Mais Que a Neve", virasse trend nas redes sociais.
O ex-diretor da Sony Music, Maurício Soares, até brincou com a situação, dizendo que, se o compositor da música ganhasse direitos autorais, teria um fim de ano bem especial, pois ela está sendo executada sem moderação.
Fonte: Guia-me via Folha Gospel
Uma pesquisa constatou que o aumento do acesso à internet está influenciando diretamente no aumento do número de pessoas que deixam de ir às igrejas.
O estudo, conduzido pelo pesquisador Allen Downey, da Universidade de Engenharia da Computação Olin College, em Massachusetts (EUA), mostra que a popularização das redes sociais é um dos fatores principais.
“O aumento do uso da rede mundial nas últimas duas décadas causou grande impacto na filiação religiosa. É fácil imaginar que uma pessoa que foi educada em uma determinada religião possa se afastar dela, mas a proporção atual foge das tendências ao longo da história”, disse Downey, que cruzou dados para provar a correlação entre a ausência de fiéis nas igrejas e o aumento de usuários de redes sociais.
Para a jornalista e doutora em Comunicação Social Magali do Nascimento Cunha, fiel da Igreja Metodista e professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Metodista de São Paulo, esse movimento preocupa porque é propício ao surgimento de heresias.
“Já se pode falar em uma ‘religiosidade cibernética’, formato para expressão da fé surgida com o avanço da internet e das novas tecnologias […] Basta ter uma conta sem custo nas mais populares redes sociais digitais, como Facebook ou Twitter, e o espaço está garantido para a livre manifestação”, afirmou à revista Cristianismo Hoje.
Nessa igreja virtual, tradições e doutrinas sofrem o efeito da relativização, segundo a doutora: “Questionamentos são feitos a todo tempo, doutrinas e posturas teológicas contrárias às perspectivas denominacionais são pregadas”, resume.
No entanto, a difusão de heresias não parte apenas do rebanho. Muitos pastores, cientes do potencial das redes sociais, utilizam a ferramenta como extensão ilimitada do púlpito. “Não há nenhum outro grupo no Brasil com mais poder de mobilização na rede social do que os evangélicos […] Há um enorme poder multiplicador, e as notícias, entre nós, se propagam rapidamente”, analisa o blogueiro Danilo Fernandes, editor do site Genizah, especializado em apologética e humor.
A explicação para isso, segundo Fernandes, é porque o evangélico dá muita credibilidade ao que outros evangélicos dizem. Se por um lado isto torna o grupo coeso, também expõe vulnerabilidade, por permitir que mensagens incoerentes com a Bíblia conquistem audiência. “Isso está em todo lugar. Até gente com perfis fake atraem seguidores”, observa.
O reverendo presbiteriano Augustus Nicodemus Lopes diz que esse cenário estabelece uma linha tênue entre o uso sadio das redes sociais e o uso pecaminoso: “As mesmas pessoas que postam declarações de fé e amor a Jesus também transmitem conteúdo com palavras chulas e palavrões do pior tipo – até mesmo, fotos eróticas […] A pureza e a santidade requeridas na Bíblia para os cristãos abrangem não somente seus atos como também seus pensamentos e suas palavras”, critica o reverendo, que acredita que essa vulgarização reflete a superficialidade do cristianismo no Brasil.
Fonte: Gospel+
Gleisi Hoffmann (PT-PR) demonstrou, mais uma vez, seu completo desrespeito pela fé cristã e associou o ex-presidiário Lula (PT) a Jesus, numa publicação com referência à Estrela de Belém. O jornalista Augusto Nunes criticou a comparação feita pela deputada federal.
Na imagem publicada por Gleisi Hoffmann, os três reis magos seguem a estrela do PT e um deles comenta que “não tem erro, o negócio é seguir a estrela”. Na legenda, a parlamentar – que também é presidente do partido – diz que aquela “é a estrela da esperança chamada Lula”.
No programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan News, o jornalista Augusto Nunes não deixou por menos: “Se o Bolsonaro fizesse [uma comparação semelhante], seria acusado [de] heresia, um herético mexendo com Cristo. Se o Lula pode ser comparado em algum momento à vida de Cristo, você tem que pegar o Calvário e ele faz o papel do mau ladrão. É a única semelhança que eu posso ver, porque o Lula é ladrão”.
“Eu vivo dizendo que o Lula é o único deus de uma seita que elegeu como divindade um ladrão. O que você vai fazer com gente assim?”, questionou Nunes.
Outro jornalista, José Maria Trindade, afirmou que esse tipo de manifestação demonstra desespero: “Esse tipo de comunicação mostra, claramente, que o PT está totalmente perdido. Até no marketing. Eles abandonaram essa história, de Lula esperança, todo mundo já sabe que não é”.
“O Lula, hoje, representa um grupo que está sedento de poder, e que busca o poder pelo poder. Qual é a bandeira do PT? Anti-bolsonarista. Qual a outra? Não tem”, observou.
Em abril de 2019, Gleisi já havia demonstrado que só enxerga a fé cristã como ferramenta ideológica, negando que a morte do Cristo crucificado signifique redenção de pecados: “A ressurreição está nos que lutam: índios, sem-terras, pobres, trabalhadores, as verdadeiras causas do Cristo ressuscitado”.
Fonte: Gospel+
A informação vem circulando nas redes sociais desde o dia 30 de novembro, quando surgiu a informação de que um parecer do Conselho de Ética teria recomendado a expulsão de Kivitz do quadro de filiados da OPBB-SP.
“A Ordem dos Pastores Batistas de SP acaba de expulsar o pastor Ed René Kivitz. Um recado claro para nós que estamos dentro da convenção. Minha solidariedade ao pastor Ed e toda a comunidade IBAB”, escreveu o pastor Alex Azevedo em sua conta no Twitter.
Kivitz está no centro de uma polêmica no meio evangélico, e em especial entre pastores batistas, por afirmar que crê na necessidade de que a Bíblia seja “atualizada” em seu significado.
“Esse é o grande desafio da igreja contemporânea: olhar a Bíblia como um livro insuficiente. Vou repetir: olhar a Bíblia como um livro insuficiente, um livro que precisa ser relido, ressignificado, para que os princípios de vida que esse livro encerra, e que essa revelação encerra, eles saltem dessas páginas promovendo libertação e justiça e relações de amor no nosso mundo”, disse Kivitz em outubro do ano passado.
“A gente precisa atualizar a Bíblia, porque se eu não atualizo a Bíblia e se eu leio literalmente a Bíblia e digo ‘está suficiente a leitura literal da Escritura’ eu legitimo escravidão […] Vamos ter que fazer essa atualização e ter essa coragem de enfrentar os pecados de gênero da nossa sociedade. De enfrentar a questão da homossexualidade, da homoafetividade e dos gays que frequentam as nossas comunidades, estão dentro das nossas comunidades, mas continuam sendo condenados ao inferno por causa de dois ou três textos bíblicos que não foram atualizados”, acrescentou, à época.
Os pastores Sergio Moreira dos Santos, presidente da OPBB-SP, e Juracy Ribeiro de Souza, diretor executivo foram consultados por setores da imprensa, para obter um posicionamento oficial da entidade.
O pastor Souza não respondeu aos contatos telefônicos e de WhatsApp, enquanto que o pastor Santos afirmou, por mensagem, que a OPBB-SP não iria se posicionar publicamente: “Não daremos nenhuma entrevista ou comentários sobre o assunto”.
Santos também confirmou que os demais membros da OPBB-SP foram informados sobre o caso: “há [um comunicado], mas apenas interno. Não temos a praxis de comunicação publica sobre casos que envolvam os pastores filiados”.
Em se confirmando essa informação, a IBAB terá que optar por permanecer na Convenção Batista ou permanecer com Ed Renê Kivtz como seu pastor e ambos serem desligados da denominação.
"O Senhor Jesus pelo qual temos ansiado, voltou! Você quer saber a aparição e a obra de Deus nos últimos dias? Você quer ganhar a salvação de Deus no fim do tempo? Você é bem-vindo a participar de nossa discussão em um grupo de diálogo on-line".
Na sequência disponibiliza o link para os comentários dos seus vídeos pelo whatssapp, bem como participação das discussões no próprio idioma do seguidor, e pasmem, com muitas participações de cristãos inocentes, incautos e ainda neófitos, por conta do analfabetismo bíblico que permeia nossa geração.
Rafael Bitencourt, ministro de louvor, cantor e ex integrante da Banda Toque no Altar, tem se dedicado ao tema e publicou no facebook o vídeo abaixo, alertando os cristãos sobre a nova seita, vale s pena conferir:
NÃO CAIAM NO ENGANO! ESSA IGREJA É SEITA!