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quinta-feira, 13 de abril de 2023

Vereadora cristã pode sofrer processo por dizer que Deus fez homem e mulher

Expressar uma opinião no mundo atual pode ser motivo de ir parar na justiça e sofrer acusações infundadas. É o que está enfrentando, agora, a vereadora de Belo Horizonte Flávia Borja, após defender na Câmara municipal que Deus fez apenas homem e mulher, e nada mais.

As declarações de Flávia, que também é pastora na Igreja Batista da Lagoinha, foram dadas durante uma Reunião Ordinária no último dia 04 desse mês. Na ocasião, ela criticou um Projeto de Lei, o de n° 162 de 2021, que prevê multa para estabelecimentos comerciais que discriminarem pessoas LGBT+.

De acordo com a vereadora cristã, este "mais um projeto que tenta enfiar goela abaixo a ideologia de gênero aqui na capital mineira". A pastora se referiu ao fato de que se for aprovado, o PL poderá obrigar estabelecimentos comerciais a aceitarem "mulheres trans", por exemplo, em banheiros femininos.

"Esse é um projeto que vai contra a defesa real das mulheres na cidade de Belo Horizonte e contra a liberdade de crença, liberdade de religião e aquilo que nós entendemos: que Deus fez homem e mulher e o que passar disso não é bem-vindo na nossa sociedade", declarou a vereadora.

Reação

Por causa do seu posicionamento legitimamente democrático e fruto da sua própria liberdade de pensamento e expressão, a vereadora cristã passou a ser acusada de "transfobia".

A acusação partiu da também vereadora esquerdista Iza Lourença, do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), segundo informações do Correio Braziliense.

"O que tira espaço de mulheres na política não são as mulheres travestis, são as chapas que fazem candidaturas laranjas e homens que se elegem em cima dessas candidaturas laranja, que é um crime", criticou Lourença, fazendo referência indireta ao partido da pastora, o PP.

Lourença continuou: "E, aliás, gostaria de dizer para a vereadora que transfobia também é crime". A vereadora Flávia, por sua vez, demonstrou estar firme em seu posicionamento.

"Enquanto eu for vereadora em Belo Horizonte continuarei lutando com firmeza e empenho para que isso não saia do imaginário bizarro da esquerda", disse ela em seu perfil no Instagram, comemorando o fato do PL não ter sido aprovado no município.

Fonte: Gospel+

Confira:

quarta-feira, 11 de maio de 2022

Igreja Metodista perde 107 congregações por apoiar a causa LGBT


Desde 1972, a prática da homossexualidade é considerada “incompatível com o ensino cristão”, segundo o Livro de Disciplina da denominação


Congregações Metodistas Unidas, com sede na Flórida, Estados Unidos, estão deixando a principal denominação para ingressar na recém-lançada Igreja Metodista Global, que possui linha conservadora.

Foram 107 congregações, número que significa 20% do total de igrejas pertencentes à Igreja Metodista Unida na Florida, de acordo com a WCA. A divisão oficial ocorreu no último dia 1º de maio.

O motivo do rompimento foi a discussão sem fim entre a liderança sobre as questões LGBTQ+ na igreja. Desde 1972, a prática da homossexualidade é considerada "incompatível com o ensino cristão", de acordo com o Livro de Disciplina da denominação. Durante os conselhos de liderança que acontecem periodicamente, os Metodistas Unidos Progressistas questionavam as doutrinas relacionadas à sexualidade nas últimas décadas.

"Esse amplo grupo de igrejas inclui congregações grandes e pequenas, juntamente com comunidades de fé anglo, afro-americana, latina, coreana e outras etnias. Essas igrejas se alinharão com a nova Igreja Metodista Global", informou a WCA (Wesleyans Convenant Association).

Na visão de Keith Boyette, líder da WCA que atuou como Oficial de Coordenação de Transição para a Igreja Metodista Global, "haverá igrejas adicionais que surgirão à medida que avançarmos". "É meu entendimento que todas essas igrejas receberam votos para sair", afirmou Boyette ao ser questionado sobre a decisão das congregações de deixar a Igreja Metodista Unida.

Fonte: Comunhão com informações de The Christian Post via Folha Gospel

terça-feira, 2 de novembro de 2021

Rússia proíbe desenho LGBT da Disney para o público infantil

A Roskomnadzor, agência reguladora de comunicação da Rússia, proibiu a Walt Disney Co. de distribuir conteúdo considerado prejudicial às crianças do país. A referência se aplica especificamente ao curta-metragem Out (Brasil: Segredos Mágicos)lançado no canal Disney+, nos Estados Unidos, no ano passado.

De acordo com a agência de notícia Reuters, a Roskomnadzor enviou uma carta a Disney, nesta sexta-feira (29), avisando que a lei russa proíbe a distribuição de informações que "negam valores familiares e promovem relacionamentos sexuais não tradicionais" para crianças.

Segredos Mágicos, dirigido por Steven Clay Hunter e produzido pela Pixar, é divulgado como a primeira animação da Disney com um protagonista LGBT e seria distribuído no país de Vladimir Putin neste ano.

Relacionamentos homossexuais são legais na Rússia. No entanto, uma lei de 2013 proíbe disseminar "propaganda de relacionamentos sexuais não tradicionais" entre jovens russos.

Fonte: Pleno News via Folha Gospel

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Aprovada resolução que culpa os religiosos pelos altos índices de suicídio LGBT

Os legisladores da Califórnia aprovaram uma resolução que destaca as comunidades religiosas do estado e as força a apoiar plenamente os indivíduos LGBT.
Numa tentativa surpreendente de que as pessoas de fé se conformem com a cultura progressista, os legisladores chegaram a culpar os religiosos por muitos dos problemas enfrentados por aqueles que vivem hoje na comunidade LGBT – incluindo o suicídio.
A resolução, que passou recentemente pela assembleia estadual, diz: "o Legislativo apela a todos os californianos para que aceitem os benefícios individuais e sociais da aceitação da família e da comunidade" das pessoas LGBT.
O documento atribui culpa às pessoas de fé por contribuírem para as taxas de suicídio que atingem o céu entre a comunidade gay, lésbica, bissexual e transexual.
"O estigma associado a ser LGBT, muitas vezes criado por grupos da sociedade, incluindo terapeutas e grupos religiosos, causou taxas desproporcionalmente altas de suicídio, tentativa de suicídio, depressão, rejeição e isolamento entre LGBT e questionamento de indivíduos", diz o projeto.
Assim, com essa afirmação apresentada como fato, o Legislativo da Califórnia está efetivamente buscando forçar as pessoas religiosas a concordarem e apoiarem a comunidade LGBT, mesmo que tenham fortes convicções pessoais que as afastariam de fazê-lo.
A ação política é meramente uma resolução, não é juridicamente vinculativa. Isso, no entanto, sinaliza uma séria mudança para o policiamento dos sistemas de crenças que são mantidos por milhões de americanos.
"Eles não poderiam criminalizar você, mas poderiam destruir sua reputação e sua vida", comentou Glenn Stanton, do Federalist, observando que a resolução "aumentará o apelo para que ela se torne lei aplicável".
Além disso, para ser claro, não há evidências sólidas para apoiar a ideia de que grupos religiosos sejam uma causa direta de suicídio na comunidade LGBT.
"Simplesmente, qualquer um que faça a alegação de que respostas familiares e o ensino religioso causam suicídio, carece de qualquer prova científica", acrescentou Stanton.
Folha Gospel com informações de Guia-me e Christian Headlines

quinta-feira, 11 de julho de 2019

Associação LGBT vai ao STF para incluir ideologia de gênero nas escolas

A decisão do STF terá efeito geral: se o conteúdo for liberado, outras cidades e estados não poderão proibi-lo

Ativistas LGBT’s preparam um golpe contra a vontade do povo: após a inclusão de ideologia de gênero nas escolas ser barrada em Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais eles buscam judicializar o tema.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação e a Associação Nacional de Juristas LGBT pediram ao Supremo para derrubar uma lei de Londrina (PR) que proíbe o ensino da ideologia de gênero nas escolas de ensino fundamental, com alunos de 6 a 14 anos.
Foi sorteado como relator o ministro Luís Roberto Barroso, notório pela defesa dos direitos de trans e homossexuais. A decisão do STF terá efeito geral: se o conteúdo for liberado, outras cidades e estados não poderão proibi-lo.

O caso

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e a Associação Nacional de Juristas pelos Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Transgêneros e Intersexuais (Anajudh LGBTI) ajuizaram no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação, com pedido cautelar, que questiona uma lei municipal de Londrina, no Paraná, que veda a promoção da ideologia de gênero nas escolas. A ação foi distribuída para o ministro Roberto Barroso.
"Segundo os autores, isso violaria o direito à liberdade de expressão, à igualdade material e ao direito à educação para o pleno desenvolvimento, preparo para a cidadania, de acesso à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade, à convivência familiar e comunitária".
O pedido cita ainda decisões do que declararam inconstitucionais leis estaduais e municipais que incorporaram os princípios do Escola Sem Partido, em razão de usurpação de competência da União em legislar sobre conteúdos educacionais. Os autores pedem também para que o STF estenda para todo o Brasil eventual decisão de mérito.”
A deputada Janaína Paschoal demonstrou preocupação com mais uma tentativa dos ativistas em doutrinas nossas crianças nas escolas.
(Com informações Gazeta e O Antagonista) via JM Notícia

sexta-feira, 28 de junho de 2019

‘A Igreja está sob ataque’: Legisladores aprovam medida forçando pastores a adotar a ideologia LGBT

A Assembleia do Estado da Califórnia, nos EUA, aprovou uma resolução dizendo aos pastores para afirmar a homossexualidade violando suas crenças bíblicas.
O deputado Evan Low e outras três dezenas de outros legisladores pressionaram a resolução no Comitê Judiciário da Assembleia estadual, que tem como objetivo dizer aos líderes religiosos na Califórnia o que eles deveriam pregar em seus púlpitos. 
A medida foi aprovada esta semana, graças em parte, à ajuda do Dr. Kevin Mannoia, capelão da Universidade Azusa Pacific e ex-chefe da Associação Nacional de Evangélicos. 
O Conselho da Liberdade diz que Mannoia "se tornou um suporte para a agenda LGBT ao orientar pastores e conselheiros a rejeitar visões bíblicas de sexualidade e negar aconselhamento para aqueles que lutam contra atração indesejada pelo mesmo sexo ou confusão de gênero".
O Liberty Counsel declara: "Mannoia testemunhou recentemente perante o comitê judiciário em favor do ACR 99 e orientou pastores e conselheiros a afirmarem os comportamentos LGBT. Em uma carta enviada aos legisladores, Mannoia escreveu: 'Em nome de alguns pastores e líderes cristãos, eu escrevo para expressar vários níveis de apoio à Resolução ACR 99, que trata da Terapia de Conversão e das pessoas LGBTQ.'"
"É muito decepcionante que ele deixe de lado a verdade do assunto apenas para ganhar algum favor, talvez um lugar na mesa dessa discussão", disse Roger Gannam, vice-presidente de assuntos jurídicos da Liberty Counsel. "Todos merecem respeito nesta discussão e diálogo sobre que tipo de aconselhamento deve ser permitido na Califórnia. Mas, para participar de um documento como o Dr. Mannoia fez, isso realmente difama a igreja e calunia bons conselheiros e bons pacientes. É inexplicável e é realmente indesculpável."
A resolução também condena o aconselhamento para atração indesejada pelo mesmo sexo ou confusão de gênero, conhecida como terapia de conversão.
Mais de duas dúzias de médicos, conselheiros, ex-homossexuais e outros líderes cristãos assinaram uma carta condenando a resolução, que, segundo eles, viola a liberdade religiosa.
"Temos um histórico", disse Gannam. "Nós temos pacientes e clientes reais que se beneficiaram da terapia para ajudá-los com suas atrações indesejadas. Nós os ajudamos a mudar suas vidas. Nós os ajudamos a viver estilos de vida heterossexuais com casamentos fortes e saudáveis ​​e então é realmente uma calúnia contra eles dizem que esta prática é de alguma forma antiética e prejudicial".          
Gannam explicou como esta resolução é ruim para os cristãos.
"Culpa a igreja e os líderes religiosos pelas altas taxas de suicídio entre aqueles que se identificam como LGBT", disse ele. "Isso é simplesmente uma afirmação falsa. Não pode ser apoiado empiricamente e, no entanto, esta resolução afirma que é um fato."  
"É uma prenúncio de coisas piores que estão por vir", observou Gannam.
"Essa resolução é talvez uma abordagem incremental para chegar ao mesmo objetivo, que é tornar ilegal uma conversa em uma sala de aconselhamento que diga a uma pessoa que, se você quiser mudar, é possível", disse ele. "E é isso que é tão perigoso nisso. Deixando de lado a flagrante violação da Primeira Emenda (parte da Constituição dos EUA que impede ao Congresso americano de infringir direitos fundamentais). Apenas mostra que a igreja está sob ataque".
A medida agora se dirige ao senado estadual.
Folha Gospel com informações CBN News

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Estudo checou dados de casos apontados como “homofobia” e concluiu que maioria é falso

Grande parte das bandeiras do ativismo LGBT para justificar a criação de uma lei que combata crimes de "homofobia" são sustentadas por dados não-oficiais que descrevem o Brasil como um dos países em que mais homossexuais morrem de forma violenta. No entanto, um estudo independente checou dados da ONG que se dedica a produzir estatísticas sobre o tema e concluiu que boa parte das informações são falsas.
Durante a campanha eleitoral de 2018, a jornalista Renata Vasconcellos, apresentadora do Jornal Nacional, questionou o então candidato Jair Bolsonaro (PSL) sobre quais seriam as medidas que seu governo tomaria para conter o avanço dos chamados "crimes por homofobia".
Na ocasião, ela pontuou que "a cada 19 horas, um gay, lésbica ou trans é assassinado ou se suicida por causa de homofobia no Brasil". A apresentadora, assim como inúmeros outros veículos de imprensa, usaram dados de um relatório da ONG Grupo Gay da Bahia (GGB), fundada em 1980 pelo historiador Luiz Mott.
De acordo com a Liga Humanista Secular do Brasil (LIHS), "a estatística anual de mortes violentas por homofobia do GGB já apareceu em publicações como O GloboEstadãoFolha de São PauloGazeta do PovoReutersBBCNPRThe New York Times (que, com base nela, disse que o Brasil passa por uma epidemia de violência antigay), entre outras".
No entanto, a maior parte dos dados apresentados pelo GGB contém equívocos e, por serem feitas de maneira rudimentar – a LIHS informa que "os números do GGB são baseados em clipagem de notícias" – sofrem de inconsistência.
O relatório da LIHS diz que os dados do GGB que apontam para 347 mortes violentas supostamente por "homofobia" em 2016, somente 258 casos foram realmente de homossexuais que foram assassinados. No entanto, nem todos esses casos tiveram o ódio como motivação.
"Dos 347 casos de 2016, excluímos 30 da análise por serem mortes no exterior, casos duplicados ou casos em que foi impossível recuperar as fontes. Dos que sobraram, 20 casos são suicídios. É discutível a decisão de somar suicídios a assassinatos. A estatística do GGB consiste em mortes violentas motivadas por homofobia, e, legalmente, morte violenta incluiria acidentes, suicídios e homicídios. Obviamente, acidentes não deveriam ser incluídos, pois não existe motivação alguma por trás deles, muito menos a homofóbica. Isso não impediu o GGB de incluir mortes acidentais a seus números", pontua o relatório da LIHS.
A entidade que fez a checagem dos dados do GGB pontua em seu relatório que nos casos de suicídio, "é evidente que, nem sempre que um LGBT se mata, é possível afirmar que a causa primária de sua decisão é a homofobia".
"Suicidas geralmente sofrem de depressão, que é em si a causa imediata de sua morte. Certamente é um tema importante descobrir com que frequência a homofobia causa depressão e suicídio, mas é quase sempre impossível separar suicídios motivados por homofobia de suicídios de LGBT motivados por outros problemas, ao menos que haja alguma evidência como uma carta de despedida em que o suicida o diz explicitamente", acrescenta a LIHS.
O documento também explica os motivos que influenciaram na decisão de excluir o suicídio dos dados apresentados pelo GGB como evidência de que a sociedade brasileira vive um período de perseguição à comunidade LGBT: "Há uma questão moral. Um suicida fere a si mesmo, desistindo da própria vida, que lhe pertence. Um homicida fere a outrem, roubando-lhe a vida. Não parece que as duas decisões sejam comparáveis ao ponto de ser justo somá-las num número só. Uma egodistonia sexual que leva à depressão e ao suicídio é bem diferente de uma homofobia assassina aplicada sobre outrem. Não prendemos sobreviventes de tentativas de suicídio, mas prendemos homicidas".
A LIHS apontou que casos de morte acidental, como o afogamento do diretor de teatro Glauber Teixeira, ou um morto em incêndio sem evidências de crime, foram usados para inflar a estatística. Os desvios, porém, não se resumem a isso: até morte de heterossexuais foi usada como associada à "homofobia".
"Em março de 2016, Jorge Luiz Lima Farias, 20 anos, foi preso em Cratéus, Ceará, em um bar. Ele tinha as roupas sujas de sangue no momento da prisão. "Não me arrependo", disse o assassino à polícia. Suas vítimas foram Alexandre Martins da Silva, 28, morto por ter divulgado um vídeo em que Jorge Luiz beijava um homem, e José Wilson Messias Coelho, 50, morto por ter tentado salvar a vida de Alexandre. Não há relato nenhum de que alguma das vítimas era gay. Neste caso, confirmamos as duas mortes como motivadas por homofobia, afinal, é preconceituoso esse temor tão forte da divulgação de sua própria atração por pessoas do mesmo sexo que dá em assassinato, ainda que o autor do crime seja um possível gay e as vítimas sejam provavelmente héteros", destaca o relatório.
A checagem, entretanto, desvendou casos como o de Fabiana Braz Conceição e Daniella Silva Gomes, que formavam um casal, mas foram mortas a tiros numa moto "porque eram traficantes e disputavam com outros traficantes o controle do tráfico em sua região em Goiânia".
Ao final, das 347 mortes alegadas como "homofobia", apenas 31 casos foram mortes motivadas por ódio a homossexuais. "Isso significa que o relatório errou em 88% dos casos de homicídio, e que somente 9% dos dados totais para o ano de 2016 servem para fazer as conclusões que o grupo e a imprensa que o cita fazem", alertou a LIHS.
"Por que casos como suicídios sem motivos esclarecidos, acidentes e até um casal de lésbicas traficantes mortas pela concorrência do crime foram inclusos? Aqui entra uma decisão teórica das pessoas por trás do GGB: por acreditarem que a homofobia no Brasil é 'estrutural', termo que cria um inimigo fantasmagórico impossível de refutar, toda morte de LGBT no Brasil é presumida como resultado da homofobia. O que o GGB cita para justificar a crença de que a homofobia no Brasil é ‘estrutural’ (seja lá o que isso for)? Os próprios dados, como diz na conclusão de um relatório oficial do Ministério dos Direitos Humanos publicado em 2018: ‘De acordo com os dados apresentados é possível concluir que a LGBTfobia no Brasil é estrutural’. Repetindo: quando o GGB é pressionado sobre os casos duvidosos, ele cita a ‘homofobia estrutural’ como justificação para incluir toda e qualquer morte de LGBT nos dados. E quando tem de comunicar ao governo a razão de a homofobia ser 'estrutural', o GGB cita os mesmos dados. Parece circular. Curiosamente, o ministério se isenta de responsabilidade pelo conteúdo do relatório oficial, que traz também números do Disque 100 de vítimas de discriminação, ofensa verbal e agressão", conclui o relatório da LIHS.
Infográfico produzido pela LIHS

Fonte: Gospel+

sábado, 27 de abril de 2019

É leviano proibir que gays busquem reorientação sexual, diz pesquisador sobre STF


Mestre em Saúde Pública, palestrante e escritor, Claudemiro Ferreira falou em defesa dos homossexuais que estão insatisfeitos com sua orientação sexual.


A recente decisão da ministra do STF, Carmen Lúcia em suspender a decisão que autorizava psicólogos a atenderem homossexuais egodistônicos — insatisfeitos com sua atual orientação sexual — voltou a levantar questões contundentes sobre a liberdade dos profissionais da área psi dentro de seu campo de atuação e também do próprio paciente em busca de terapia com esta causa.

A rádio Bandeirantes levantou a questão para debate na noite da última quinta-feira (25), durante o programa 90 minutos e convidou para participar da conversa o pesquisador, palestrante e escritor, Claudemiro Ferreira.

Mestre em saúde pública, especialista em políticas públicas e autor do livro "Homossexualidade Masculina: Escolha ou Destino?", Claudemiro apontou a decisão da ministra Carmen Lúcia como "temerária" com relação aos homossexuais egodistônicos, porque a suspensão da autorização aos psicólogos impossibilita que esses pacientes busquem terapia para o que ele apontou como uma dor que elas estão sentindo.

"80% dos homossexuais sofreram abuso sexual na infância e é esse tormento que precisa ser tratado. Agora, como é que eu vou dizer a um adulto que foi abusado na infância pelo pai, pela mãe… e hoje tem uma confusão sexual, que ele 'tem que se aceitar' e que o desejo que ele tem de se livrar desse tormento é uma imposição da sociedade? Sinceramente, isso beira o nazismo", destacou. "Eu tenho que individualizar o caso. A ciência médica é individualizada, cada paciente é um paciente, é uma história, é um mundo".

Claudemiro também destacou a leviandade característica das resoluções que proíbem psicólogos de atenderem homossexuais egodistônicos.

"Isso é feito de maneira leviana. A resolução 01/99 [Conselho de Psicologia] é leviana, as decisões que proíbem o tratamento são levianas, muitas vezes o posicionamento da mídia [é leviano]", acrescentou.

Clique no vídeo abaixo para conferir a entrevista, a partir do minuto 37:18:


Durante a entrevista à rádio Bandeirantes, Claudemiro também explicou que a egodistonia é o grande "calo", a "pedra no sapato" do Conselho de Psicologia e também da militância LGBT quando se fala na possibilidade da reversão homossexual.

Procurado pelo Guiame, Claudemiro falou com exclusividade sobre o assunto, comentando a decisão do STF e destacou os motivos pelos quais a egodistonia ainda é vista como "tabu" nesta discussão.

Confira abaixo essa entrevista exclusiva:

Portal Guiame: Como fruto de suas pesquisas, você fala com autoridade sobre a homossexualidade egodistônica. Porém diz que este termo "finaliza" discussões sobre casos como a recente decisão da ministra do STF, Carmen Lúcia. Por que esse assunto é tratado como tabu?

Claudemiro Ferreira: A discussão deste assunto está sempre ancorada num equívoco: considerar a homossexualidade como uma categoria monolítica que definiria uma pluralidade de práticas e afetos homoeróticos. A partir dessa concepção equivocada, discute-se quanto à normalidade e/ou anormalidade da questão homossexual. Desse modo, deixa-se de se considerar o fato de que existem homossexualidades, assim, no plural. De igual modo, ignora-se a situação na qual um indivíduo que sente atração sexual por pessoas do mesmo sexo manifesta espontaneamente a vontade de livrar-se dessa atração. A discussão que está, agora, no STF, parece inclinada a se alinhar a esse equívoco de que estamos falando.

Os argumentos daqueles que são contrários ao tratamento da homossexualidade egodistônica NÃO abordam essa questão: a egodistonia! Isso acontece porque tornou-se "obrigatório" evitar qualquer discussão que possa, em tese, fomentar o preconceito contra pessoas que têm práticas homossexuais. Acredita-se que o debate científico acerca da homossexualidade egodistônica abriria espaço para a "repatoligização" de todas as homossexualidades. Isso é uma crença irracional. O que se pretende é poder discutir sobre o tratamento de apenas um tipo específico de homossexualidade: o egodistônico. Só isso!

Guiame: Durante entrevista para a rádio Bandeirantes você afirmou que o homossexual egodistônico está mais próximo de cometer suicídio do que desenvolver um relacionamento. Por quais motivos?

Claudemiro: O suicídio de egodistônicos é muito comum. Mais uma vez, a gente percebe o predomínio de equívocos e crenças irracionais no debate acerca dos motivos que levariam tantos homossexuais a acabarem com a própria vida. Acredita-se, equivocada e irracionalmente, que o preconceito e a discriminação contra os homossexuais seriam a causa dos suicídios entre os homossexuais. Esse discurso só ganha adeptos porque ele NÃO inclui a egodistonia entre as possíveis causas do desespero desses homossexuais que se matam.

O egodistônico odeia o desejo homossexual. Sua vontade é livrar-se desse desejo, "custe o que custar". Infelizmente, a maioria dos egodistônicos busca mas não encontra ajuda para se livrar da atração homoerótica. Isso provoca transtornos mentais graves, tais como o de ansiedade e a depressão. Muitas vezes, o desespero é insuportável e, aliado à falta de ajuda psicológica, acaba levando o indivíduo a atentar contra a própria vida.

Guiame: Também durante a entrevista você citou opiniões de nomes considerados "grandes fontes da psicologia", como Freud. Porém as atuais ordens do Conselho de Psicologia contrariam essas opiniões. Qual seria o motivo de tal disparidade?

Claudemiro: Freud disse que a homossexualidade não é doença. O Conselho Federal de Psicologia concorda. Freud disse que a homossexualidade é uma interrupção do desenvolvimento da sexualidade. O Conselho de Psicologia NÃO menciona esse fato, jamais! Por quê? Lacan dizia: "Não se tratam os homossexuais, embora eles sejam perfeitamente tratáveis."

Albert Ellis, o segundo maior estudioso da psique humana (Freud é o primeiro) escreveu um livro de mais de trezentas páginas cujo título é "Homossexualidade: Causas e Tratamentos". Jung dizia que o homossexual masculino está "preso" ao arquétipo feminino, à mãe. Por que o Conselho Federal de Psicologia ignora tudo isso? Tenho feito essa pergunta ao CRP-DF e ao CFP. Jamais obtive qualquer resposta! Minhas auditorias cidadãs permitiriam-me concluir que o apoiadores da ideologia LGBTQi recebem e, muitas vezes, desviam grandes somas de dinheiro público: mais de R$ 400.000.000,00 (quatrocentos milhões) de 2003 a 2014.

Ao que parece, a questão acerca da reorientação sexual atinge interesses escusos de pessoas que estão se beneficiando com recursos públicos. Então, o que está em discussão não é o combate ao preconceito ou à discriminação, mas a manutenção do fluxo de dinheiro público que fluía para as ONG's do movimento LGBT, ou seja, o que menos importa nessa discussão é a integridade física e a saúde da população LGBT, mas sim as finanças dos ativistas, que fazem dessa população um meio escuso de ganhar dinheiro.

Fonte: Guiame

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Crescem pelo país igrejas evangélicas que incluem LGBTI em seus cultos

Hoje em dia ser cristão praticante e gay é cada vez mais incomum, mesmo que seja ao contrário do que se parece. Todo ano cresce pelo país o número de templos religiosos, igrejas pentecostais inclusive, que abraçam as pessoas que se declaram homossexuais.
Fazendo uma grande oposição ao caráter conservador que tem as maiorias das denominações evangélicas, algumas igrejas estão trilhando por um caminho diferente. Um exemplo disso é a Igreja Cristã Contemporânea (ICC) e a Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM) que estão se expandindo por vários estados do Brasil.
A catedral da ICC, que fica em Madureira, por exemplo, faz uma leitura da Bíblia que não discrimina a homoafetividade. A comunidade já tem mais de 3 mil fiéis, além de funcionar também como um abrigo para pessoas gays e religiosas.
Porém existe um receio para o futuro dessas congregações com o governo atual. Tudo se deve às falas ditas pelo presidente Jair Bolsonaro, que são consideradas homofóbicas. Além de outras explanações de alguns de seus ministros.
“Há 13 anos, quando fundei a igreja, sofri muito preconceito. Mas, a cada ano que passava, a sensação era de que a situação melhorava um degrau”, disse o pastor Marcos Gladstone, que é o criador da Igreja Cristã Contemporânea (ICC) e se declara gay.
O pastor diz ainda que agora tudo parece estar se voltando como era antes, pois os discursos de ódio estão aumentando e se intensificando pelo país, como se tudo estivesse começando novamente.
Ao que tudo indica, segundo as declarações do pastor, essas instituições estão de pé graças a insistência de pessoas como ele, mas mesmo assim eles temem que tudo isso fique em vão com esse governo.
Fonte: 1News

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Universitária cristã é expulsa de grupo em faculdade por se opor à ideologia de gênero


Isabella Chow foi expulsa de seu partido no senado estudantil da Universidade de Berkeley, porque disse que Deus criou homem e mulher


Uma estudante da Universidade da Califórnia disse que nada vai fazê-la mudar ideia com relação ao conceito bíblico que ela tem sobre gêneros. Ela chegou a ser expulsa de seu próprio partido no senado estudantil — sistema de representatividade adotado pela instituição de ensino — e está sendo pressionada a renunciar, mas disse que não vai desistir.
Isabella Chow, filha de imigrantes malaios-cambojanos, disse à Fox News que se absteve de uma votação estudantil simbólica em 31 de outubro porque não concordava plenamente com certas cláusulas, e nem com a maioria dos votos pró-LGBTQ, que passaram a ser declarados por 18 dos 20 senadores da universidade. Rotulada de "homofóbica" e "transfóbica", em dois dias parecia que a jovem tinha todo o campus contra ela.
Duas semanas atrás, o Centro de Recursos da Aliança Queer (QARC) pediu ao corpo estudantil para condenar a "proposta definição de sexo sob o Título IX" do governo Trump, definindo indivíduos como homens ou mulheres de modo fixo desde o nascimento. As leis do governo estudantil argumentam que a definição é "discriminatória", retrocedendo as proteções adicionais do governo Obama para indivíduos que se identificam como transgêneros de "assédio, negação de acesso ao banheiro preferido do aluno e requisitos relativos à documentação médica".
O antigo partido de Chow na Universidade, 'Student Action', alertou a estudante que se ela não respondesse positivamente ao pedido da comunidade LGBTQ, seria expulsa do grupo.
"Não importa o quão difícil tenha sido, se eu não representar a perspectiva cristã — a perspectiva da minoria — não haverá ninguém para representar esses pontos de vista", disse Chow. "Estou fazendo isso pela comunidade cristã. Eu sei que fui convocada para um momento como este... Não vou desistir, recuar não é uma opção, especialmente quando recuar significa ceder à pressão política e à correção política".
Em sua declaração, Chow disse que a discriminação "nunca é aceitável" e condenou os fanáticos e intolerantes cristãos, chamando a comunidade LGBTQ de "amada", mesmo que seus pontos de vista fossem diferentes.
"Dito isso, não posso votar por este projeto sem comprometer meus valores e minha responsabilidade com a comunidade que me elegeu para representá-los", disse Chow.
"Como cristã, eu pessoalmente acredito que certos atos e estilos de vida entram em conflito com o que é bom, certo e verdadeiro. Acredito que Deus criou o homem e a mulher no início dos tempos e desenhou o sexo para o casamento entre um homem e uma mulher. Para mim, amar outra pessoa não significa concordar silenciosamente quando, no fundo do meu coração, não acredito que suas escolhas sejam corretas ou sejam as melhores para você como indivíduo".
Para Chow, a proposta do grupo LGBTQ ultrapassou os limites ao promover uma escolha de identidades que ela não concorda em ser certa ou melhor para uma pessoa, além de promover organizações contrárias às da sua comunidade.
Ela concluiu, dizendo que cada pessoa na sala merecia respeito, reconhecimento, proteção legal e amor. Ela pediu-lhes para estender o mesmo respeito à sua comunidade, mas foi rapidamente recebida com reação.
Apoio
O caso de Chow está ganhando as mídias sociais nos Estados Unidos, o que a levou a ter apoio de líderes influentes, como o pastor Franklin Graham (filho do falecido evangelista Billy Graham). Ele fez uma postagem em sua página do Facebook, comentando o caso.
"A fé de Isabella Chow está sob fogo", disse Graham ao explicar como a estudante se manteve firme por seus valores cristãos, apesar de toda a pressão de seu partido.
"Isso é ousado no ambiente liberal e progressivo da Universidade de Berkeley, e agora Isabella está realmente sofrendo com isso. Os estudantes a chamam de 'pessoa horrível' e 'imbecil', tudo porque ela é uma cristã expressando suas convicções bíblicas. Parece haver tolerância zero para os cristãos e para a verdade de Jesus Cristo", acrescentou.
O pastor finalizou sua publicação, pedindo orações pela garota. "Ore por Isabella e outros estudantes cristãos que operam nos ambientes hostis de muitos dos campi universitários seculares de hoje. Espero que você tire um minuto para deixar uma nota de encorajamento nos comentários abaixo e que ela saiba que você orou por ela", pediu Graham.
Fonte: CPAD News
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