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segunda-feira, 12 de abril de 2021

Marcha da Família Cristã contra decisão do STF sobre cultos e missas em vários estados

Religiosos promoveram hoje pela manhã o ato "Marcha da Família Cristã", na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, pedindo liberdade de professarem sua fé após decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que permitiu a governadores e prefeitos proibirem a realização de missas e cultos presenciais durante a pandemia de covid-19 por meio de decreto.

A maioria dos ministros usou a ciência como justificativa em julgamento na última quinta (8). Para eles, a atual situação crítica do Brasil na pandemia justifica que igrejas e templos religiosos sejam fechados temporariamente para evitar aglomerações em lugares fechados. A medida é opcional aos mandatários estaduais e municipais.

No voto que formou maioria, Cármen Lúcia reforçou que o “motivo sanitário” que veta as reuniões não é discriminatória contra as religiões e que os fiéis podem professar sua fé temporariamente fora dos templos. “A fé não se mede pela presença, não se confunde com banco de igreja”, afirmou a ministra.

No entanto, para um grupo de religiosos, a decisão fere a liberdade de expressão de suas fés e a democracia. “O exercício da democracia exige liberdade”, dizia uma faixa.

Além de pedirem “liberdade”, religiosos que protestaram hoje em Brasília se colocaram “contra o comunismo”. Houve ainda quem levasse a bandeira do Império e de Israel. Participantes fizeram orações e manifestaram apoio ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A maioria usava máscaras de proteção no rosto, mas parte não.

Duas pessoas também seguravam faixa pedindo “intervenção militar com Bolsonaro no poder”. Um golpe de Estado é inconstitucional.

O grupo se concentrou no Museu da República e desceu a Esplanada dos Ministérios a pé até a altura do gramado das pastas antes do Congresso Nacional. Faixas no local foram fechadas para o protesto.

O ato terminou por volta de 12h30, informou a Polícia Militar do Distrito Federal. A corporação não informa quantas pessoas participam de atos. Por volta das 12h15, segundo imagem aérea divulgada pela PM, havia cerca de 150 pessoas no local.

Segundo a PMDF, não houve registro de ocorrências.

Nas redes sociais, imagens e vídeos foram compartilhados mostrando a marcha em outras cidades, como em Campinas, interior de São Paulo, além da capital paulista, Natal, Belo Horizonte e também no Rio de Janeiro e Niterói.

Nessas cidades as manifestações foram menores que a realizada em Brasília, com exceção de São Paulo e Rio de Janeiro, onde centenas se reuniram na Avenida Paulista e em Copacabana, respectivamente.

A marcha contra medidas de restrições sociais ocorre em meio ao pico de casos e mortes da COVID-19 no Brasil. Atualmente, a média móvel diária de óbitos supera três mil no país, que acumula mais de 351 mil mortes causadas pela doença e convive com um quadro de colapso sanitário e hospitalar.

Fonte: UOL via Folha Gospel

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Mais de 500 mil cristãos se reúnem para louvar a Deus na Ucrânia

Mais de meio milhão de cristãos foram às ruas para trabalhar com Deus e agradecer por sua fidelidade ao conflito no país. Os evangélicos se reuniram na praça central de Kiev e oraram pela paz.

Sergey Rakhuba , da organização Mission Eurasia, diz que recebeu relatos dessa chamada maciça. "Muitos viajaram de outras províncias apenas para fazer parte dessa celebração, para agradecer a Deus pela liberdade de adoração, pela liberdade de pregar o Evangelho em seu país e por celebrar a fidelidade de Deus", disse ele.
"O evento foi emocionante, ver os jovens louvarem a Deus com tanta alegria e glorificarem o Senhor , no mesmo lugar em que houve um protesto a favor da liberdade. Mas também é o local onde, há muitos anos, os comunistas forçaram as pessoas a demonstrar e propagar o socialismo, o ateísmo, o comunismo", disse Sergey.
A celebração ocorreu depois que uma ordem foi assinada pelo presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, para comemorar as 500 da Reforma Protestante, Sergey observou que, embora meio milhão de pessoas tenha ido às ruas, o fato não foi relatado pela imprensa internacional, poucos gostam de reconhecer que o movimento evangélico está dando um passo poderoso. A Igreja Evangélica está crescendo nessa nação, mas a mídia não diz nada.
Sergey diz que os ucranianos estão expandindo suas atividades missionárias além de suas comunidades. Para ele, a Ucrânia está se tornando um "celeiro" missionário em potencial para os países vizinhos.
Ele também pediu oração pela paz entre a Rússia e a Ucrânia. "Enquanto a Ucrânia comemora a fidelidade de Deus, a Rússia oprime muitos grupos evangélicos, tentando politizar o campo espiritual e limitar muitos evangélicos a realizar suas atividades", disse ele.

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Mais de 8.000 marcham contra o aborto, em Berlim


Marcha pela Vida foi organizada pela Associação Federal de Direito da Vida, na Alemanha.


Cristãos foram os principais participantes da "Marcha pela Vida" que aconteceu no sábado (21) e reuniu mais de 8.000 pessoas no Reichstag alemão em Berlim, segundo a Associação Federal de Direito da Vida, organizadora do evento na Alemanha.

A Aliança Evangélica Alemã foi representada por seu presidente, Pastor Ekkehart Vetter. O bispo da Igreja Evangélica Luterana Independente (SELK), Hans-Jörg Voigt, também participou.

O Secretário-Geral da Federação das Igrejas Evangélicas Livres (Batista e Irmãos) e o Presidente da Confederação das Igrejas Evangélicas Livres enviaram suas saudações.

Embora a Igreja Evangélica Protestante na Alemanha (Evangelische Kirche na Alemanha, EKD) não tenha participado da marcha, a porta-voz da EKD explicou que a igreja está comprometida em proteger a vida de várias maneiras.

Após a marcha houve um culto.

O bispo católico de Passau, Stefan Oster, disse que as 100.000 crianças por nascer abortadas a cada ano são um "escândalo monstruoso".

Segundo Oster, quase 300 crianças não nascidas são mortas a cada dia. Isso corresponde a cerca de dez turmas escolares. Em todo o mundo, mais de 50 milhões de nascituros são abortados a cada ano.

aborto mataria mais pessoas do que guerras, epidemias e desastres naturais. Ele ressaltou que os nascituros com deficiência são o "grupo mais mortalmente ameaçado".

Cerca de 90% das crianças diagnosticadas com síndrome de Down são abortadas. Oster apelou para as mulheres grávidas involuntariamente ou com necessidades mentais ou materiais, que se voltassem para a igreja.

"Venha até nós!", ele disse. O bispo auxiliar católico Florian Wörner (Augsburg) também falou no serviço, afirmando que “o homem não é um produto do acaso, mas está em dívida com a vontade e o amor do Criador. [...] os cristãos devem defender os mais fracos e sem voz”.

A manifestação foi invadida por manifestantes favoráveis ao aborto e liberada pela polícia em várias ocasiões. A manifestação também foi temporariamente interrompida por bloqueios.

O grupo foi organizado pela "Aliança para a autodeterminação sexual", que é apoiada, entre outros, pelas partes Aliança 90 / Os Verdes e a Esquerda.

A Aliança exige que os parágrafos 218 e 219 do Código Penal sejam excluídos, criando assim o direito ao aborto.

Fonte: Guiame


terça-feira, 8 de maio de 2018

6ª Marcha pela Vida atrai multidão em Copacabana

O principal objetivo da manifestação é chamar a atenção da sociedade contra leis que visam negar os direitos do nascituro

Aconteceu neste domingo (6) a sexta edição da Marcha pela Vida contra o Aborto, evento que atraiu pessoas de diversas religiões até a praia de Copacabana, Rio de Janeiro. Organizada pelo Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto, a passeata teve como principal objetivo chamar a atenção da sociedade contra leis que visam negar os direitos do nascituro.
Representantes de diversos segmentos políticos e religiosos formaram uma verdadeira multidão e juntos protestaram contra a votação que está no Supremo Tribunal Federal, que pode permitir a realização do aborto até 12 semanas de gestação.
Entre as personalidades evangélicas que estavam no evento temos a cantora Flordelis, mãe de 55 filhos que é a favor da vida e contra o aborto. "Luto pelo direito à vida porque acredito que a liberação do aborto é um genocídio. Com a liberação do aborto, milhares de crianças serão assassinadas", disse.
Muitos dos seus filhos foram abandonados por suas famílias após tentativas de aborto sem sucesso. Flordelis chegou a resgatar crianças do lixo e conseguiu dar amor e carinho a todos eles, formando uma grande família.
"Eu sou mãe de 55 filhos e muitos deles escaparam de tentativas de aborto, e mesmo depois de nascidos foram abandonados. Tenho filhos que foram jogados no lixo, em valões", declarou ela ao site Pleno.News.
"Essa marcha é importante para conscientizar o povo e chamar a sociedade para essa luta que não pode ser só nossa, mas de todos", completou Flordelis.
A cantora Elba Ramalho também participou da marcha, e citou uma frase da Madre Teresa de Calcutá, que diz que a paz não poderá prevalecer enquanto existir o aborto. "O homem tem pensado equivocadamente e não sabe o quanto isso fere o coração de Deus. O aborto é um equívoco porque a mãe que deveria acolher seu filho, o rejeita. E os médicos, que deveriam salvar, matam. Está tudo equivocado. A vida não existe somente quando uma pessoa nasce, mas já começa no momento da concepção", disse Elba.
Representando os católicos que são contra o aborto estava o arcebispo da arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta que defendeu a vida. "A paz virá no momento que respeitarmos a vida. Estou aqui e faço desta caminhada uma resistência à cultura da morte, resistência em favor da vida", declarou Dom Orani.
78% dos brasileiros são contra o aborto
Grupos se organizaram com camisetas e cartazes contra o aborto -(Foto: Pleno.News)
Enquanto propostas avançam no Supremo Tribunal Federal para tentar caminhos legais para autorizar o aborto no Brasil, o assunto é rejeitado por 78% dos brasileiros, como lembra os organizadores da Marcha pela Vida.
"Não é possível que uma minoria decida pela grande parte da população brasileira. Queremos mostrar que grande parte da população é contra a legalização do aborto. Com a descriminalização dessa prática, as pessoas passam a confundir o que é legal e o que é moral, e acabam achando que é algo banal como se fosse um método contraceptivo, o que não é. Na verdade, o aborto é um assassinato", afirma João Menezes, responsável pela comunicação do evento.
Fonte: JM Notícia
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