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quinta-feira, 26 de maio de 2022

Polícia Federal apura que Milton Ribeiro não cometeu crime ao disparar tiro em aeroporto


Disparo acidental ocorreu no mês passado e deixou uma funcionária do aeroporto com ferimentos leves

Nesta quinta-feira (26), a Polícia Federal (PF) arquivou uma investigação contra o ex-ministro da Justiça, Milton Ribeiro, após o disparo acidental de sua arma de fogo no Aeroporto de Brasília. Para a corporação, não houve crime no episódio.

O incidente ocorreu no dia 25 de abril, enquanto Milton Ribeiro estava no balcão da companhia aérea Latam.

O ex-ministro contou que “ao abrir sua pasta de documentos” e pegar “sua arma para separá-la do carregador, dentro da própria pasta”, a arma disparou acidentalmente.

O ex-ministro ainda relatou que, como havia outros objetos dentro da pasta, o local ficou pequeno para manusear sua arma.

Na ocasião, uma funcionária teve ferimentos leves.A investigação preliminar foi aberta ainda em abril e concluída nesta quinta.

A Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal disse não ter visto crime e, por isso, decidiu não abrir um inquérito formal.

Fonte: Pleno News

quinta-feira, 10 de março de 2022

Ministro da Educação, pastor Milton Ribeiro, afirma que ensinar diversidade sexual é ‘coisa errada’

Nós não vamos permitir que a educação brasileira vá por um caminho de tentar ensinar coisa errada para as crianças", disse o ministro.


Uma competição no estilo "Master Chef" envolvendo 15 merendeiras de escolas públicas brasileiras, selecionadas por diferentes regiões do país a partir de critérios técnicos, irá premiar com uma viagem e uma quantia em dinheiro a melhor profissional que, durante o ano letivo, prepara as refeições para centenas ou milhares de crianças.

É o Merendeiras do Brasil, um reality show de iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que foi apresentado nesta terça-feira (8) em coletiva de imprensa em Brasília.

O programa, dividido em oito episódios, será gravado e posteriormente exibido aos domingos no canal aberto RedeTV. Mas, durante dado momento do evento de divulgação da iniciativa, o assunto ficou um tanto quanto ofuscado.

Durante o lançamento do programa, nesta terça-feira, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, chamou atenção ao dirigir-se às merendeiras afirmando que, além da questão alimentar, é um papel delas, também, o cuidado para que as crianças não sejam "incentivadas" a mudar de gênero. Ele definiu a educação sobre diversidade sexual para alunos de 6 a 10 anos como uma "coisa errada" e que os "violenta".

"Nós não vamos permitir que a educação brasileira vá por um caminho de tentar ensinar coisa errada para as crianças. Coisa errada se aprende na rua. Dentro da escola, a gente aprende o que é bom, o correto, o civismo, o patriotismo. Por isso que tem um grupo da população que infelizmente me critica, mas tenho certeza que as merendeiras, mães, avós estão comigo. Eu quero cuidar das crianças. Não vou permitir que ninguém violente a inocência das crianças nas escolas públicas. Esse é um compromisso do nosso presidente. Não tem esse negócio de ensinar: você nasceu homem, pode ser mulher. Respeito todas as orientações. Mas uma coisa é respeitar, incentivar é outro passo", disse o ministro, escapando do tema do reality show, diante das participantes.

Ribeiro citou o país laico ao justificar que respeita as diferenças, e disse não ter vergonha de ser contrário à educação sexual de gênero às crianças nas escolas. Também relembrou processo que corre no STF, a pedido da Procuradoria-Geral da República, que investiga se ele foi homofóbico em declarações de 2020, quando dentre outras coisas ligou a homossexualidade a famílias desajustadas.

"Eu respeito, e tenho dito isso. Mas não vou permitir que, com crianças de 6 a 10 anos, um professor chegue e diga que se ela nasceu homem, se quiser pode ser mulher. Isso eu falo publicamente, mesmo. Por isso que meu processo já está lá no STF. Não tenho vergonha de falar isso. Não tenho compromisso com o erro. Temos que respeitar todos, nosso país é laico, mas tenho certeza que as merendeiras do Brasil que cuidam das crianças também têm esse cuidado todo especial. Não apenas com o que se come, mas com o que se aprende intelectualmente", completou.

O programa

Além do ministro, participaram do lançamento o presidente do FNDE, Marcelo Ponte, e a coordenadora-geral do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), Karine Santos. De acordo com o MEC, a seleção das participantes foi feita com base em seus desempenhos no PNAE. São três mulheres de cada região do país, que representam cidades como Mogi das Cruzes (SP), Vassouras (RJ), Maracaju (MS), Sorriso (MT), entre outras. Elas serão submetidas a diferentes provas culinárias, num formato parecido com o dos realities do gênero já conhecidos do público.

"Nós estamos representando mais de 300 mil merendeiras do País. O trabalho vai além de preparar a comida para as crianças. É um ato de amor, carinho e afeto. Podemos contar inúmeras histórias de crianças que têm a merenda como sua principal refeição diária e criam conosco uma relação de afeto e lembranças que ficam pela vida toda. Nós agradecemos por essa oportunidade e já nos sentimos vencedoras por estarmos aqui", disse a merendeira Geralda de Oliveira Leite Silvano, de Mogi das Cruzes (SP), durante o lançamento do programa.

"Voltaremos para casa já nos sentindo valorizadas profissionalmente e, com certeza, com muito aprendizado", finalizou.

Fonte: Último Segundo via Folha Gospel

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

PGR denuncia ministro da Educação ao STF por homofobia


Milton Ribeiro associou a homossexualidade a "famílias desajustadas"

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nesta segunda-feira (31) o ministro da Educação, Milton Ribeiro, ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo crime de homofobia.

A investigação teve início depois que o ministro afirmou, em entrevista concedida ao Estadão em setembro de 2020, que adolescentes ‘optam’ pelo ‘homossexualismo’ por pertencerem a ‘famílias desajustadas’.

A denúncia, assinada pelo vice-procurador-geral da República Humberto Jacques de Medeiros, diz que Ribeiro induziu o ‘preconceito contra homossexuais colocando-os no campo da anormalidade’. Também afirma que o ministro reforçou o ‘estigma social’ contra a população LGBTQIA+.

Ao desqualificar grupo humano – publicamente e por meio de comunicação social publicada – depreciando-o com relação a outros grupos em razão de orientação sexual, o denunciado adota um discrímen vedado e avilta integrantes desse grupo e seus familiares, emitindo um desvalor infundado quanto a pessoas – diz um trecho do parecer da PGR.

O vice-procurador lembra que o ministro recusou oferta de acordo de não persecução penal, o que o livraria de um eventual processo, desde que confessasse o crime e se comprometesse a cumprir os termos propostos pela PGR. Cabe agora ao STF decidir se torna Ribeiro réu. O relator do caso é o ministro Dias Toffoli.

A criminalização da homofobia e da transfobia foi declarada pelo Supremo em junho de 2019. Por 8 votos a 3, os ministros decidiram que atos preconceituosos contra homossexuais e transexuais passariam a ser enquadrados no crime de racismo, que é inafiançável. A pena pode chegar a três anos, além de multa.

Em depoimento à Polícia Federal no curso da investigação, o ministro pediu desculpas pelas declarações e disse que não teve a intenção de ‘desrespeitar ninguém’ com a fala. Afirmou ainda que, na sua visão, ‘a família dos gays são famílias como a sua, que (ele) respeita e acolhe a orientação de cada um’.

Ribeiro acrescentou que ‘não acredita em intolerância’ e que ‘vivemos em um país democrático e que as pessoas podem ter qualquer orientação e respeita todas’.

*AE via Pleno News

sexta-feira, 16 de julho de 2021

Ministro da Educação diz que não vai permitir questões de gênero em livros didáticos

Em cerimônia de lançamento do cronograma para a implantação do novo Ensino Médio no país, o ministro da Educação Milton Ribeiro disse que não admite questões de gênero em livros didáticos para crianças de 6 anos.

Não vou permitir que em livros didáticos a gente posso levar questões de gênero para crianças de 6 anos de idade, tudo tem o seu tempo certo, não podemos violentar a inocência das crianças” declarou. “Respeito as decisões dos adultos, mas discordo de falar para uma criança que ela pode ser menino ou menina aos 6 anos de idade, esse é um compromisso de valores que nosso governo tem e não vamos abrir mão.”

Durante o evento, realizado no auditório do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), na quarta-feira (14), Ribeiro fez um balanço de seu trabalho que completou um ano à frente da pasta.

Promessa de veto em São Paulo

Em São Paulo, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) se comprometeu a vetar um trecho de um projeto de lei do vereador Eduardo Suplicy (PT) que abriria as portas para o ensino da “identidade de gênero” nas escolas públicas do município.

O projeto, aprovado há duas semanas, foi apresentado em 2018 e tratava originalmente de outro tema. A proposta cria um marco regulatório para a economia solidária, que inclui cooperativas e outras iniciativas que não visam o lucro. Mas a versão final do texto de Suplicy incluiu, dentre os princípios da economia solidária, a “garantia de direitos e promoção dos direitos humanos nas relações, notadamente com equidade de direitos de gênero, geração, raça, etnia, orientação sexual e identidade de gênero”.

A menção à “identidade de gênero” é um endosso à ideia de que sexo e gênero são coisas distintas, e de que alguém nascido homem pode passar a se identificar como mulher – mesmo que não faça qualquer procedimento cirúrgico – e vice-versa.

Mais adiante, o artigo 10 do projeto estabelece que “os estabelecimentos de ensino da Rede Municipal de Educação deverão abordar, de forma interdisciplinar, o conteúdo e os princípios da Economia Solidária”. Como o respeito à “identidade de gênero” é listado como um desses princípios, o dispositivo abriria as portas para o ensino da ideologia de gênero em sala de aula.

Mobilização

Nos últimos dias, grupos conservadores se manifestaram em frente à prefeitura para pedir que o prefeito vetasse os trechos do projeto. Ricardo Nunes também foi procurado por vereadores da bancada cristã, contrários ao texto. E foi numa reunião com o grupo, nesta quarta-feira, que ele se comprometeu a vetar o projeto. Em um vídeo do encontro, divulgado pelo vereador Rinaldi Digilio (PSL), o prefeito afirmou: “Nas escolas municipais, nós teremos o que tem que ser feito como está no plano de educação, que é ensinar as crianças a parte didática, pedagógica que lá está”.

O trecho que deve ser vetado refere-se apenas ao artigo 10. Ou seja: a “identidade de gênero” continua sendo parte do projeto da economia solidária, mas as escolas municipais não terão mais que ensinar sobre o assunto.

O prefeito Ricardo Nunes assumiu o cargo em definitivo em maio, após a morte de Bruno Covas (PSDB). Católico, ele se opôs à ideologia de gênero durante seu mandato como vereador na capital paulistana.

Fonte: Guia-me via Folha Gospel

domingo, 4 de julho de 2021

Pastores da Assembleia de Deus são recebidos pelo ministro da Educação em audiência

Pastores ligados à Faculdade das Assembleias de Deus (FAECAD) foram recebidos pelo ministro da Educação, pastor Milton Ribeiro, em uma audiência em Brasília (DF) na última quinta-feira, 01 de julho.

Os pastores Isael de Araújo, historiador e diretor da FAECAD, e Douglas Baptista, presidente do Conselho de Educação da Convenção Geral dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus no Brasil (CGADB) e vice-presidente da Rede Assembleiana de Ensino (RAE) tiveram uma audiência com Ribeiro para tratar assuntos ligados à FAECAD.

Eles foram acompanhados do pastor Ronaldo Fonseca, presidente do Conselho Político da CGADB, e do pastor Claiton Pommerening, diretor da Faculdade REFIDIM, de acordo com informações do portal da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD).

Claiton Pommerening aproveitou a oportunidade de integrar a comitiva para também tratar de assuntos relacionados à Faculdade REFIDIM com o ministro da Educação.

Durante a reunião, o ministro Dr. Milton Ribeiro recebeu das mãos do diretor da FAECAD, pastor Isael de Araújo, um exemplar de sua obra Dicionário do Movimento Pentecostal, publicada pela CPAD. Os detalhes dos assuntos tratados na audiência não foram divulgados à imprensa.

Fonte: Gospel+


terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Ministro da Educação, pastor Milton Ribeiro pode ser denunciado por homofobia

O ministro da Educação, o pastor presbiteriano Milton Ribeiro, poderá ser denunciado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo crime de homofobia, de acordo com informações da Revista VEJA.

Se for denunciado, o ministro vai estrear na Suprema Corte uma tipificação penal definida pelo próprio STF como resposta à demora do Congresso para aprovar leis que coíbem atentados a direitos fundamentais da comunidade LGBT. Em 2019, o STF decidiu enquadrar a homofobia como crime equivalente ao racismo, o que fez com que parlamentares bolsonaristas apresentarem ao Senado pedidos de impeachment de magistrados do STF, informa a VEJA.

Milton Ribeiro responde acusação de homofobia após ter declarado ao jornal O Estado de S. Paulo, em setembro do ano passado, que gays vêm de “famílias desajustadas”. “Quando o menino tiver 17, 18 anos, vai ter condição de optar. E não é normal. A biologia diz que não é normal a questão de gênero. A opção que você tem como adulto de ser homossexual, eu respeito, mas não concordo. É claro que é importante mostrar que há tolerância, mas normalizar isso, e achar que está tudo certo, é uma questão de opinião”, disse.

Milton ainda disse que acredita que “o adolescente que muitas vezes opta por andar no caminho do homossexualismo tem um contexto familiar muito próximo, basta fazer uma pesquisa. São famílias desajustadas, algumas. Falta atenção do pai, falta atenção da mãe. Vejo menino de 12, 13 anos optando por ser gay, nunca esteve com uma mulher de fato, com um homem de fato e caminhar por aí. São questões de valores e princípios”.

O ministro da Educação divulgou uma nota de esclarecimento, na época, afirmando que sua fala foi “interpretada de modo descontextualizado”. Milton Ribeiro diz que jamais pretendeu discriminar ou incentivar qualquer forma de discriminação em razão de orientação sexual.

Segundo a revista VEJA, durante o processo, o ministro se negou a aceitar uma proposta de acordo feita pela PGR por considerar que suas opiniões não representavam crime e por já ter se desculpado pelas declarações.

O acordo dizia que o ministro da Educação poderia confessar a ilegalidade e pagar uma multa de 189 mil, que seria revertida a entidades de acolhimento e proteção de vítimas de homofobia e, com isso, encerrar o processo.

O pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) de abertura de inquérito para apurar se o ministro da Educação, Milton Ribeiro, cometeu o crime de homofobia, foi feito, em setembro, pelo vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros.

O inquérito ainda não foi aberto pelo ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, mas deverá ocorrer logo após Ribeiro prestar depoimento à Polícia Federal.

Fonte: Revista VEJA e G1 via Folha Gospel

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Ministro da Educação diz que sem fé em Deus e na família, jovens têm “vazio existencial”


O ministro Milton Ribeiro defendeu que a desconstrução de valores tem feito a juventude deixar de acreditar em Deus, religião, política e família.

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, falou sobre o impacto da incredulidade nos jovens em discurso nesta quinta-feira (10) no Palácio do Planalto. Ele avalia que diante da “desconstrução” de valores, a juventude tem perdido suas referências.

Nós vivemos em um tempo de desconstrução de tudo. De tudo o que é valor, de tudo o que é absoluto. De todas as certezas da vida”, disse o ministro. “Não há mais uma juventude que acredite nas coisas como Deus, religião, política e família. Eles perdem totalmente o referencial”.

Nós temos hoje no Brasil, motivados, creio eu, por essa quebra de absolutos e de certezas, verdadeiros zumbis existenciais. Não acreditam mais em nada, desde Deus à política. Eles não têm nenhuma motivação”​, acrescentou Ribeiro.  

Na ocasião, Ribeiro participava do lançamento de políticas de prevenção suicídio, automutilação, gravidez na adolescência, além do combate ao consumo de drogas e à violência contra populações vulneráveis.  

O ministro, que é doutor em educação pela USP, também observou que “grande moda dos sociólogos e filósofos” é desconstruir valores e ideias e não colocar “nada no lugar”, deixando um vazio.

Esse “vazio existencial” pode ser visto na juventude, estimulando adolescentes a viverem sem propósito e a tirarem “a própria vida”, segundo Ribeiro, que é pastor da Igreja Presbiteriana Jardim Oração, em Santos. 

Ele ainda criticou livros didáticos distribuídos por gestões passadas do MEC, esclarecendo que alguns pontos de vista não devem ser tratados “na infância ou adolescência”.

Os alunos mal sabiam ler e compreender o que liam. Como ter espírito crítico se não dispõe de ferramenta mínima para dispor dessas opiniões”, opinou.

O novo programa do governo busca promover cursos a distância e palestras para professores de escolas públicas e privadas, líderes religiosos, profissionais de conselhos tutelares e movimentos sociais que lidam com crianças e adolescentes.

Fonte: Guiame

quinta-feira, 16 de julho de 2020

Posse do Rev. MILTON RIBEIRO como Ministro da Educação - ASSISTA AQUI AO VIVO


Assista aqui a Cerimônia de Posse do Rev. MILTON RIBEIRO como Ministro de Estado da Educação do Brasil



O pastor e professor Milton Ribeiro tomou posse nesta quinta-feira (16) como novo ministro da Educação. Ele é o quarto ministro da Educação no governo Bolsonaro e foi anunciado como novo chefe da pasta na sexta-feira (10), por meio de uma rede social.
Cerimônia aconteceu no Palácio do Planalto, e Bolsonaro participou por videoconferência. Os ministros Braga Netto (Casa Civil) e Jorge Oliveira (Secretaria-Geral) participaram do ato no Planalto.
Milton Ribeiro, 62 anos, é doutor em Educação pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e graduado em Direito e Teologia. Desde maio de 2019, é membro da Comissão de Ética da Presidência da República.
O presidente Jair Bolsonaro, que se recupera da covid-19, participou da cerimônia por videoconferência no Palácio da Alvorada.
Hoje (16) mais cedo, Milton Ribeiro publicou em sua conta no Twitter que terá "honra e responsabilidade" ao tomar posse como ministro da Educação e que tem dívida com o Brasil, especialmente com a escola pública.

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Pregação do novo ministro da Educação contra banalização do sexo viraliza - COMENTO A NOTÍCIA

Um trecho de uma pregação do pastor Milton Ribeiro, novo ministro da Educação, vem sendo repercutido nas redes sociais por conta de sua reprovação à ênfase que é dada à sexualidade "sem limites" nas universidades.
Ribeiro, que é pastor da Igreja Presbiteriana de Santos (SP), tem larga experiência acadêmica, pois além de sua formação em Teologia e Direito, possui um mestrado em Direito e um doutorado em Educação, e já atuou como vice-reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
"Aquilo que os mais antigos chamam de revolução sexual dos anos 1960, com a chegada da pílula, e de uma certa maneira, de uma liberdade maior nessa área sexual, o mundo foi perdendo a referência do que é certo e do que é errado em termos de conduta sexual, e isso foi trazendo muitas dificuldades, porque agora a gravidez indesejada não é mais um risco", diz o pastor ao introduzir o assunto.
A mensagem enfatiza que parte do relativismo vem de um conceito filosófico que busca encontrar o sentido da vida: "Depois que passa esse período dos anos 1960, para contribuir ainda mais em termos negativos para uma prática totalmente sem limites do sexo, veio a questão filosófica do existencialismo, em que o momento é que importa, não importa se é A, B, se é homem, se é mulher, se é esse, aquele, se é velho, se é novo, não interessa! O que interessa é aquele momento".
"'E tem mais', eles explicam assim. 'Se for feito com amor, tudo vale'. Se você tem sexo com seu vizinho, que é casado, com a sua vizinha, mas é com amor, no problem. Nenhuma dificuldade. Foi feito com amor, essa é a nossa sociedade, é isso que eles estão ensinando para os nossos filhos. Na universidade, é mais do que veladamente estabelecido. É um valor da nossa sociedade contemporânea. Eu e você, os nossos filhos sobretudo, estão sofrendo esse tipo de pressão", lamentou.

Fonte: Gospel+

ASSISTA AQUI


MEU COMENTÁRIO:

Perfeitamente bíblica, compreensível e pertinente a mensagem do atual Ministro, que a bem da verdade, não era Ministro, mas sim pastor e no púlpito da Igreja onde serve. Seria constrangedor para todos, se ele tivesse pregado o contrário disso.

A "grita geral" que acontece em casos assim é que, no mundo atual, mormente no Brasil, se fala muito em democracia e tolerância, mas de forma parcial. Quem for conservador tem que tolerar o contraditório, mas quem é liberal não suporta ver o diferente de si mesmo em qualquer cargo ou função.

Tenho por certo, que o novo ministro saberá com habilidade e inteligência, se posicionar nos limites da lei, mantendo os direitos legais de quem pensa diferente, e na mesma proporção, não cercear os que pensam iguais a ele, talvez esse seja o medo de muitos.

Se o Rev. Milton Ribeiro deixasse hoje de ser ministro, já teria sido válida somente a sua nomeação, por conta da mensagem que viralizou, afinal de contas, para tirarem um texto, talvez fora do contexto, tiveram que ouvir a mensagem toda e ainda várias vezes (rsrsrs), afinal de contas está escrito: "assim também ocorre com a palavra que sai da minha boca: Ela não voltará para mim vazia, mas fará o que desejo e atingirá o propósito para o qual a enviei". - Isaías 55:11

Simples assim. Deus abençoe e dê muita sabedoria ao novo Ministro da Educação. Oremos por ele. 

sábado, 11 de julho de 2020

Rev. Milton Ribeiro da IPB Jardim de Oração em Santos será o novo Ministro da Educação.


O reverendo Milton Ribeiro será o quarto ministro da Educação em um ano e meio de governo Bolsonaro. Antes dele, passaram pelo ministério Ricardo Vélez Rodríguez, Abraham Weintraub e Carlos Alberto Decotelli.

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta sexta-feira (10/07), por meio de uma rede social o professor e pastor evangélico Milton Ribeiro como novo ministro da Educação. Logo após o anúncio de Bolsonaro, a nomeação foi publicada em uma edição extra do "Diário Oficial da União".

O novo ministro da Educação é militar da reserva do Exército e pastor da Igreja Presbiteriana Jardim de Oração na cidade de Santos.

Segundo o currículo na Plataforma Lattes, ele é graduado em teologia pelo Seminário Presbiteriano do Sul, doutor em educação pela Universidade de São Paulo (USP) e mestre em direito constitucional pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, instituição da qual é ex-vice-reitor. É membro desde maio de 2019 da Comissão de Ética Pública da Presidência da República — primeiro a ser nomeado para o órgão por Bolsonaro.

O Rev. Milton Ribeiro é muito respeitado nos quadros da Igreja Presbiteriana, entre os evangélicos, de maneira geral e, sua nomeação como novo ministro da educação tem sido elogiada pelo mundo acadêmico, pelo seu respeitável currículo como educador.

O Rev. Milton Ribeiro é o segundo pastor presbiteriano a assumir uma pasta no governo Bolsonaro. O primeiro foi o também pastor André Mendonça, atual Ministro da Justiça que, segundo fontes, teve influência relevante na indicação do ora nomeado.

Oremos pelo nosso irmão em Cristo, que agora coloca seu currículo e sua ilibada história até aqui a serviço da nação brasileira, para que Deus lhe conceda toda a sabedoria necessária, e lhe proteja para o cumprimento dessa nova missão. A vitória dele é de todo o povo de Deus.

sábado, 20 de junho de 2020

Weintraub deixa o Brasil e já está nos EUA, dizem irmão e assessoria do MEC

Weintraub tem dito que ele e a família sofrem ameaças


Abraham Weintraub deixou o Brasil e, neste sábado (20), está nos Estados Unidos. Ele foi demitido do MEC (Ministério da Educação) na quinta-feira (18) pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), e sua exoneração ainda não foi oficializada.
De acordo com a assessoria de imprensa do MEC, Weintraub viajou ainda na sexta-feira (19) e já se encontra em Miami.
Ele deixou o país no mesmo dia em que o senador Fabiano Contarato (Rede-ES) protocolou no STF (Supremo Tribunal Federal) um pedido de apreensão do passaporte de Weintraub para evitar que ele saísse do país.
Alvo do inquérito das fake news, que tramita no Supremo, Weintraub também é investigado no tribunal por racismo, por ter publicado um comentário sobre a China.
Integrantes do Judiciário já diziam, nos bastidores, acreditar que Weintraub poderia ser preso, o que vinha preocupando o ministro.

Em mensagem publicada no Twitter neste sábado, a localização de Weintraub aparece em Miami. "As coisas aconteceram muito rapidamente", escreveu o ministro em resposta a um seguidor.


O irmão do ministro, Arthur Weintraub (assessor especial da Presidência), também fez publicação nas redes sociais em que afirma que Abraham está fora do país. "Obrigado a todos pelas orações e apoio. Meu irmão está nos EUA", escreveu o irmão.
Ao anunciar a saída do MEC, ao lado de Bolsonaro, Weintraub disse que sairia do país para assumir uma posição no Banco Mundial. A indicação para a vaga, entretanto, ainda não foi efetivada.
Weintraub tem dito que ele e a família sofrem ameaças. "Estou saindo do Brasil o mais rápido possível (poucos dias)", escreveu o ministro nesta sexta-feira.

Bolsonaro demitiu Weintraub após desgaste com o STF. Weintraub defendeu a prisão dos ministros da corte em reunião ministerial de 22 de abril e depois reafirmou o posicionamento em encontro com manifestantes favoráveis ao governo.
Fonte: Folha de Pe

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é homologada sem Ideologia de Gênero


Pronunciamento do Ministro da Educação sôbre a homologação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC)


No dia em que foi homologada a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o ministro da Educação, Mendonça Filho, afirmou que este é um momento histórico para a educação do país.

Destaques e próximos passos
  • Ensino religioso ganha diretrizes sobre o que deve ser ensinado do 1º ao 9º ano
  • Alfabetização deve ser concluída até o segundo ano
  • Orientações sobre identidade de gênero devem ainda ser discutidas por comissão do CNE
  • Redes municipais, estaduais e federal precisam reelaborar seus currículos segundo a BNCC
  • Material didático terá que ser produzido segundo as novas diretrizes
  • Implementação deve estar completa até início do ano letivo de 2020

Com informações G1

MEU COMENTÁRIO:

Não creio que seja uma tarefa acabada, uma guerra vencida, mas com certeza as pressões da sociedade organizada contra a ideologia de gênero, venceu mais uma batalha

Parabéns a todos que se manifestaram e à bancada evangélica e católica que, muito embora sob duras críticas cumpriu o seu papel.

Agora toda vigilância é pouca, no sentido que se consolide nas etapas seguintes pela Comissão competente do CNE.

Oremos!

ASSISTA AQUI O PRONUNCIMENTO DO MINISTRO

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