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domingo, 26 de junho de 2022

Igreja Presbiteriana se manifesta sobre o Pr. Milton Ribeiro e as investigações no MEC - VEJA AQUI


Com relação ao caso da investigação que apura possíveis atos de corrupção passiva no MEC - Ministério da Educação e Cultura do Brasil, com suposto envolvimento do Ex-Ministro da pasta, o reverendo Milton Ribeiro, que além de atuar como pastor titular da Igreja Presbiteriana Jardim de Oração na cidade de Santos (SP), também preside o Presbitério daquela denominação na Região da Baixada Santista.

Hoje, domingo - 26.06.2022, foi publicada "NOTA DE ESCLARECIMENTO" pela Comissão Executiva do Presbitério de Santos – CE/PRST no blog da instituição, com parecer oficial sobre o caso:


"Estimados Conselhos e pastores:
Fazemos lembrar que diante de Herodes Jesus manteve-se em silêncio, ainda que “de muitos modos o interrogava” (Lc. 23.9). Isso nos conduz a considerar que jamais convém à liberdade de expressão configurar como importunação, obrigação ou coerção. Contudo, servimo-nos dela como dever, para assegurar às igrejas jurisdicionadas à assistência da voz presbiteral, que ecoa como grito para espantar os lobos ou como canção para alentar seus corações, desde 1977. 
Recentemente, ficamos imensamente comovidos, quando um dos nossos membros e presidente desta organização religiosa, o reverendo Milton Ribeiro, teve sua prisão preventiva decretada e executada, sob alegação de autoria de crimes cometidos na gestão do Ministério da Educação e Cultura do Brasil (MEC), para a qual foi nomeado ministro, pelo excelentíssimo senhor presidente da República Federativa do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, em data de 10 de julho de 2020.

Esse Concílio dispõe de dispositivo para aplicar penalidade aos membros faltosos, de conformidade com a Constituição da Igreja Presbiteriana do Brasil (CI/IPB) e seu Código de Disciplina (CD/IPB), desde que ocorra uma sentença eclesiástica. 
No entanto, a prisão preventiva do reverendo Milton Ribeiro, não possui elementos que justifique a abertura de processo regular com vista à sentença eclesiástica, pois não possui caráter condenatório, haja visto a ausência de julgamento do processo e sentença pronunciada.

Sob o condicionamento dessa situação, o PRST vê-se apenas em condição de emitir juízo sobre a seriedade, competência e caráter moral do reverendo Milton Ribeiro: que recebeu educação cristã em uma de nossas igrejas e por ela foi encaminhado ao Presbitério, como aspirante ao sagrado ministério; que concluída sua candidatura, foi licenciado e ordenado ao ministério; que exerce seu pastorado na mesma igreja, onde é reeleito, democraticamente, desde 1994; que possui a postura de homem de família, dada a sua educação sob o cuidado de uma professora e servidora pública e de um homem de bem e trabalhador; que também se tornou construtor, com cuidado e respeito, de uma família, como seguindo um legado, ao lado de sua esposa, com quem providenciou as suas duas filhas as devidas oportunidades de afeto, educação e futuro; que semanalmente visita sua mãe, professora aposentada e idosa, com providência de mantimento e, muitas vezes, fazendo a refeição dela; e que, desde 1994, reeleito anualmente, tem presidido o PRST, oportunizando que sua capacidade administrativa se tornasse um inegável fator de implantação de igrejas e de boa condução do Concílio, devido a sua coerência, honestidade e humanidade.

Não nos compete sentenciar. Havendo acolhimento de denúncia, oportunidade ao direito de defesa e nulidade da apelação, o julgamento deste Concílio, na função de tribunal, emitirá a devida sentença a qualquer faltoso. A presunção e a suspeita não exercem influência no tribunal, onde a justiça é amiga da inocência. O juiz, o promotor, o advogado e os elementos documentais que validam a denúncia não se chamam “presunção” ou “suspeita”. Se assim fosse, a tirania do preconceito e da discriminação estaria sentada na cátedra dos tribunais. E o inocente veria sua honra à mercê dos ditames do bel-prazer ou da ludicidade do bem-me-quer ou malmequer, em uma flor sem defesa.

Assim posto, temos plena certeza e esperança de que as provas do processo se apresentarão, na devida instância, favoráveis à inocência do reverendo Milton Ribeiro, como também oportunizará que noticiemos que seu serviço na gestão do MEC contribuiu significativamente para a promoção da educação da Nação.

Cumpre-nos, finalmente, orientar aos Conselhos das igrejas jurisdicionadas ao PRST e aos pastores membros desse Concílio, que mantenham a ordem e o respeito entre a membresia e usem de bom-senso e de cordialidade no trato dessa questão, convictos de que Deus fará, como expressou o salmista, a “graça e a verdade” se encontrarem, e a “justiça e a paz” se beijarem (Sl. 85.10). 
Nessa condição, não se terá o inocente por culpado, nem o delituoso sem dolo. E nem ocasião à perturbação e à contenta para que tumultuem a comunhão cristã.

Que Deus nos ajude e nos livre do mal, encaminhe o reverendo Milton Ribeiro e a sua família à tranquilidade e mantenha os líderes e membros de nossas igrejas vigilantes do bem e da bondade.

Santos/SP, 26 de junho de 2022.

Comissão Executiva do Presbitério de Santos – CE/PRST"

Em suma, a nota de esclarecimento deixa clara a confiança do Presbitério de Santos na "presunção de inocência" do Rev. Milton Ribeiro, e sua postura de aguardar a finalização das investigações com as devidas apurações, quando então poderá atuar na função julgadora do Concílio, se houver necessidade, e, em caso de confirmação da sua inocência, o Concílio trará a público as informações da prestação de serviços do Rev. Milton Ribeiro em sua gestão à frente do MEC, e o quanto contribuiu significativamente para a promoção da educação da Nação.

quinta-feira, 26 de maio de 2022

Polícia Federal apura que Milton Ribeiro não cometeu crime ao disparar tiro em aeroporto


Disparo acidental ocorreu no mês passado e deixou uma funcionária do aeroporto com ferimentos leves

Nesta quinta-feira (26), a Polícia Federal (PF) arquivou uma investigação contra o ex-ministro da Justiça, Milton Ribeiro, após o disparo acidental de sua arma de fogo no Aeroporto de Brasília. Para a corporação, não houve crime no episódio.

O incidente ocorreu no dia 25 de abril, enquanto Milton Ribeiro estava no balcão da companhia aérea Latam.

O ex-ministro contou que “ao abrir sua pasta de documentos” e pegar “sua arma para separá-la do carregador, dentro da própria pasta”, a arma disparou acidentalmente.

O ex-ministro ainda relatou que, como havia outros objetos dentro da pasta, o local ficou pequeno para manusear sua arma.

Na ocasião, uma funcionária teve ferimentos leves.A investigação preliminar foi aberta ainda em abril e concluída nesta quinta.

A Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal disse não ter visto crime e, por isso, decidiu não abrir um inquérito formal.

Fonte: Pleno News

quinta-feira, 10 de março de 2022

Ministro da Educação, pastor Milton Ribeiro, afirma que ensinar diversidade sexual é ‘coisa errada’

Nós não vamos permitir que a educação brasileira vá por um caminho de tentar ensinar coisa errada para as crianças", disse o ministro.


Uma competição no estilo "Master Chef" envolvendo 15 merendeiras de escolas públicas brasileiras, selecionadas por diferentes regiões do país a partir de critérios técnicos, irá premiar com uma viagem e uma quantia em dinheiro a melhor profissional que, durante o ano letivo, prepara as refeições para centenas ou milhares de crianças.

É o Merendeiras do Brasil, um reality show de iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que foi apresentado nesta terça-feira (8) em coletiva de imprensa em Brasília.

O programa, dividido em oito episódios, será gravado e posteriormente exibido aos domingos no canal aberto RedeTV. Mas, durante dado momento do evento de divulgação da iniciativa, o assunto ficou um tanto quanto ofuscado.

Durante o lançamento do programa, nesta terça-feira, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, chamou atenção ao dirigir-se às merendeiras afirmando que, além da questão alimentar, é um papel delas, também, o cuidado para que as crianças não sejam "incentivadas" a mudar de gênero. Ele definiu a educação sobre diversidade sexual para alunos de 6 a 10 anos como uma "coisa errada" e que os "violenta".

"Nós não vamos permitir que a educação brasileira vá por um caminho de tentar ensinar coisa errada para as crianças. Coisa errada se aprende na rua. Dentro da escola, a gente aprende o que é bom, o correto, o civismo, o patriotismo. Por isso que tem um grupo da população que infelizmente me critica, mas tenho certeza que as merendeiras, mães, avós estão comigo. Eu quero cuidar das crianças. Não vou permitir que ninguém violente a inocência das crianças nas escolas públicas. Esse é um compromisso do nosso presidente. Não tem esse negócio de ensinar: você nasceu homem, pode ser mulher. Respeito todas as orientações. Mas uma coisa é respeitar, incentivar é outro passo", disse o ministro, escapando do tema do reality show, diante das participantes.

Ribeiro citou o país laico ao justificar que respeita as diferenças, e disse não ter vergonha de ser contrário à educação sexual de gênero às crianças nas escolas. Também relembrou processo que corre no STF, a pedido da Procuradoria-Geral da República, que investiga se ele foi homofóbico em declarações de 2020, quando dentre outras coisas ligou a homossexualidade a famílias desajustadas.

"Eu respeito, e tenho dito isso. Mas não vou permitir que, com crianças de 6 a 10 anos, um professor chegue e diga que se ela nasceu homem, se quiser pode ser mulher. Isso eu falo publicamente, mesmo. Por isso que meu processo já está lá no STF. Não tenho vergonha de falar isso. Não tenho compromisso com o erro. Temos que respeitar todos, nosso país é laico, mas tenho certeza que as merendeiras do Brasil que cuidam das crianças também têm esse cuidado todo especial. Não apenas com o que se come, mas com o que se aprende intelectualmente", completou.

O programa

Além do ministro, participaram do lançamento o presidente do FNDE, Marcelo Ponte, e a coordenadora-geral do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), Karine Santos. De acordo com o MEC, a seleção das participantes foi feita com base em seus desempenhos no PNAE. São três mulheres de cada região do país, que representam cidades como Mogi das Cruzes (SP), Vassouras (RJ), Maracaju (MS), Sorriso (MT), entre outras. Elas serão submetidas a diferentes provas culinárias, num formato parecido com o dos realities do gênero já conhecidos do público.

"Nós estamos representando mais de 300 mil merendeiras do País. O trabalho vai além de preparar a comida para as crianças. É um ato de amor, carinho e afeto. Podemos contar inúmeras histórias de crianças que têm a merenda como sua principal refeição diária e criam conosco uma relação de afeto e lembranças que ficam pela vida toda. Nós agradecemos por essa oportunidade e já nos sentimos vencedoras por estarmos aqui", disse a merendeira Geralda de Oliveira Leite Silvano, de Mogi das Cruzes (SP), durante o lançamento do programa.

"Voltaremos para casa já nos sentindo valorizadas profissionalmente e, com certeza, com muito aprendizado", finalizou.

Fonte: Último Segundo via Folha Gospel

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

PGR denuncia ministro da Educação ao STF por homofobia


Milton Ribeiro associou a homossexualidade a "famílias desajustadas"

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nesta segunda-feira (31) o ministro da Educação, Milton Ribeiro, ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo crime de homofobia.

A investigação teve início depois que o ministro afirmou, em entrevista concedida ao Estadão em setembro de 2020, que adolescentes ‘optam’ pelo ‘homossexualismo’ por pertencerem a ‘famílias desajustadas’.

A denúncia, assinada pelo vice-procurador-geral da República Humberto Jacques de Medeiros, diz que Ribeiro induziu o ‘preconceito contra homossexuais colocando-os no campo da anormalidade’. Também afirma que o ministro reforçou o ‘estigma social’ contra a população LGBTQIA+.

Ao desqualificar grupo humano – publicamente e por meio de comunicação social publicada – depreciando-o com relação a outros grupos em razão de orientação sexual, o denunciado adota um discrímen vedado e avilta integrantes desse grupo e seus familiares, emitindo um desvalor infundado quanto a pessoas – diz um trecho do parecer da PGR.

O vice-procurador lembra que o ministro recusou oferta de acordo de não persecução penal, o que o livraria de um eventual processo, desde que confessasse o crime e se comprometesse a cumprir os termos propostos pela PGR. Cabe agora ao STF decidir se torna Ribeiro réu. O relator do caso é o ministro Dias Toffoli.

A criminalização da homofobia e da transfobia foi declarada pelo Supremo em junho de 2019. Por 8 votos a 3, os ministros decidiram que atos preconceituosos contra homossexuais e transexuais passariam a ser enquadrados no crime de racismo, que é inafiançável. A pena pode chegar a três anos, além de multa.

Em depoimento à Polícia Federal no curso da investigação, o ministro pediu desculpas pelas declarações e disse que não teve a intenção de ‘desrespeitar ninguém’ com a fala. Afirmou ainda que, na sua visão, ‘a família dos gays são famílias como a sua, que (ele) respeita e acolhe a orientação de cada um’.

Ribeiro acrescentou que ‘não acredita em intolerância’ e que ‘vivemos em um país democrático e que as pessoas podem ter qualquer orientação e respeita todas’.

*AE via Pleno News

domingo, 4 de julho de 2021

Pastores da Assembleia de Deus são recebidos pelo ministro da Educação em audiência

Pastores ligados à Faculdade das Assembleias de Deus (FAECAD) foram recebidos pelo ministro da Educação, pastor Milton Ribeiro, em uma audiência em Brasília (DF) na última quinta-feira, 01 de julho.

Os pastores Isael de Araújo, historiador e diretor da FAECAD, e Douglas Baptista, presidente do Conselho de Educação da Convenção Geral dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus no Brasil (CGADB) e vice-presidente da Rede Assembleiana de Ensino (RAE) tiveram uma audiência com Ribeiro para tratar assuntos ligados à FAECAD.

Eles foram acompanhados do pastor Ronaldo Fonseca, presidente do Conselho Político da CGADB, e do pastor Claiton Pommerening, diretor da Faculdade REFIDIM, de acordo com informações do portal da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD).

Claiton Pommerening aproveitou a oportunidade de integrar a comitiva para também tratar de assuntos relacionados à Faculdade REFIDIM com o ministro da Educação.

Durante a reunião, o ministro Dr. Milton Ribeiro recebeu das mãos do diretor da FAECAD, pastor Isael de Araújo, um exemplar de sua obra Dicionário do Movimento Pentecostal, publicada pela CPAD. Os detalhes dos assuntos tratados na audiência não foram divulgados à imprensa.

Fonte: Gospel+


terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Ministro da Educação, pastor Milton Ribeiro pode ser denunciado por homofobia

O ministro da Educação, o pastor presbiteriano Milton Ribeiro, poderá ser denunciado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo crime de homofobia, de acordo com informações da Revista VEJA.

Se for denunciado, o ministro vai estrear na Suprema Corte uma tipificação penal definida pelo próprio STF como resposta à demora do Congresso para aprovar leis que coíbem atentados a direitos fundamentais da comunidade LGBT. Em 2019, o STF decidiu enquadrar a homofobia como crime equivalente ao racismo, o que fez com que parlamentares bolsonaristas apresentarem ao Senado pedidos de impeachment de magistrados do STF, informa a VEJA.

Milton Ribeiro responde acusação de homofobia após ter declarado ao jornal O Estado de S. Paulo, em setembro do ano passado, que gays vêm de “famílias desajustadas”. “Quando o menino tiver 17, 18 anos, vai ter condição de optar. E não é normal. A biologia diz que não é normal a questão de gênero. A opção que você tem como adulto de ser homossexual, eu respeito, mas não concordo. É claro que é importante mostrar que há tolerância, mas normalizar isso, e achar que está tudo certo, é uma questão de opinião”, disse.

Milton ainda disse que acredita que “o adolescente que muitas vezes opta por andar no caminho do homossexualismo tem um contexto familiar muito próximo, basta fazer uma pesquisa. São famílias desajustadas, algumas. Falta atenção do pai, falta atenção da mãe. Vejo menino de 12, 13 anos optando por ser gay, nunca esteve com uma mulher de fato, com um homem de fato e caminhar por aí. São questões de valores e princípios”.

O ministro da Educação divulgou uma nota de esclarecimento, na época, afirmando que sua fala foi “interpretada de modo descontextualizado”. Milton Ribeiro diz que jamais pretendeu discriminar ou incentivar qualquer forma de discriminação em razão de orientação sexual.

Segundo a revista VEJA, durante o processo, o ministro se negou a aceitar uma proposta de acordo feita pela PGR por considerar que suas opiniões não representavam crime e por já ter se desculpado pelas declarações.

O acordo dizia que o ministro da Educação poderia confessar a ilegalidade e pagar uma multa de 189 mil, que seria revertida a entidades de acolhimento e proteção de vítimas de homofobia e, com isso, encerrar o processo.

O pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) de abertura de inquérito para apurar se o ministro da Educação, Milton Ribeiro, cometeu o crime de homofobia, foi feito, em setembro, pelo vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros.

O inquérito ainda não foi aberto pelo ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, mas deverá ocorrer logo após Ribeiro prestar depoimento à Polícia Federal.

Fonte: Revista VEJA e G1 via Folha Gospel

segunda-feira, 27 de julho de 2020

Covid-19: Ministro da Educação recebe alta após ser internado

No sábado, Milton Ribeiro anunciou que estava com início de pneumonia

Nesta segunda-feira (27), o ministro da Educação, Milton Ribeiro, recebeu alta do hospital em que foi internado após anunciar que estava com um “início de pneumonia”.
Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês desde a noite de sábado (25) devido a complicações após ser diagnosticado com Covid-19.
De acordo com a colunista Bela Megale, do jornal O Globo, o ministro permaneceu internado em uma ala de pacientes com covid-19 que não precisam ser entubados. Ele agora seguirá para recuperação em casa.
Milton Ribeiro revelou que estava com Covid-19 na última segunda-feira (20). Na terça-feira (21), ele informou, em suas redes sociais, que estava fazendo uso da hidroxicloroquina aliada a outros medicamentos prescritos pelo médico.
No sábado, ele anunciou que seus médicos haviam constatado um princípio de pneumonia, mas que já estava melhor, apesar da tosse e da falta de apetite.
Fonte: Pleno News

quinta-feira, 16 de julho de 2020

Posse do Rev. MILTON RIBEIRO como Ministro da Educação - ASSISTA AQUI AO VIVO


Assista aqui a Cerimônia de Posse do Rev. MILTON RIBEIRO como Ministro de Estado da Educação do Brasil



O pastor e professor Milton Ribeiro tomou posse nesta quinta-feira (16) como novo ministro da Educação. Ele é o quarto ministro da Educação no governo Bolsonaro e foi anunciado como novo chefe da pasta na sexta-feira (10), por meio de uma rede social.
Cerimônia aconteceu no Palácio do Planalto, e Bolsonaro participou por videoconferência. Os ministros Braga Netto (Casa Civil) e Jorge Oliveira (Secretaria-Geral) participaram do ato no Planalto.
Milton Ribeiro, 62 anos, é doutor em Educação pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e graduado em Direito e Teologia. Desde maio de 2019, é membro da Comissão de Ética da Presidência da República.
O presidente Jair Bolsonaro, que se recupera da covid-19, participou da cerimônia por videoconferência no Palácio da Alvorada.
Hoje (16) mais cedo, Milton Ribeiro publicou em sua conta no Twitter que terá "honra e responsabilidade" ao tomar posse como ministro da Educação e que tem dívida com o Brasil, especialmente com a escola pública.

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Pregação do novo ministro da Educação contra banalização do sexo viraliza - COMENTO A NOTÍCIA

Um trecho de uma pregação do pastor Milton Ribeiro, novo ministro da Educação, vem sendo repercutido nas redes sociais por conta de sua reprovação à ênfase que é dada à sexualidade "sem limites" nas universidades.
Ribeiro, que é pastor da Igreja Presbiteriana de Santos (SP), tem larga experiência acadêmica, pois além de sua formação em Teologia e Direito, possui um mestrado em Direito e um doutorado em Educação, e já atuou como vice-reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
"Aquilo que os mais antigos chamam de revolução sexual dos anos 1960, com a chegada da pílula, e de uma certa maneira, de uma liberdade maior nessa área sexual, o mundo foi perdendo a referência do que é certo e do que é errado em termos de conduta sexual, e isso foi trazendo muitas dificuldades, porque agora a gravidez indesejada não é mais um risco", diz o pastor ao introduzir o assunto.
A mensagem enfatiza que parte do relativismo vem de um conceito filosófico que busca encontrar o sentido da vida: "Depois que passa esse período dos anos 1960, para contribuir ainda mais em termos negativos para uma prática totalmente sem limites do sexo, veio a questão filosófica do existencialismo, em que o momento é que importa, não importa se é A, B, se é homem, se é mulher, se é esse, aquele, se é velho, se é novo, não interessa! O que interessa é aquele momento".
"'E tem mais', eles explicam assim. 'Se for feito com amor, tudo vale'. Se você tem sexo com seu vizinho, que é casado, com a sua vizinha, mas é com amor, no problem. Nenhuma dificuldade. Foi feito com amor, essa é a nossa sociedade, é isso que eles estão ensinando para os nossos filhos. Na universidade, é mais do que veladamente estabelecido. É um valor da nossa sociedade contemporânea. Eu e você, os nossos filhos sobretudo, estão sofrendo esse tipo de pressão", lamentou.

Fonte: Gospel+

ASSISTA AQUI


MEU COMENTÁRIO:

Perfeitamente bíblica, compreensível e pertinente a mensagem do atual Ministro, que a bem da verdade, não era Ministro, mas sim pastor e no púlpito da Igreja onde serve. Seria constrangedor para todos, se ele tivesse pregado o contrário disso.

A "grita geral" que acontece em casos assim é que, no mundo atual, mormente no Brasil, se fala muito em democracia e tolerância, mas de forma parcial. Quem for conservador tem que tolerar o contraditório, mas quem é liberal não suporta ver o diferente de si mesmo em qualquer cargo ou função.

Tenho por certo, que o novo ministro saberá com habilidade e inteligência, se posicionar nos limites da lei, mantendo os direitos legais de quem pensa diferente, e na mesma proporção, não cercear os que pensam iguais a ele, talvez esse seja o medo de muitos.

Se o Rev. Milton Ribeiro deixasse hoje de ser ministro, já teria sido válida somente a sua nomeação, por conta da mensagem que viralizou, afinal de contas, para tirarem um texto, talvez fora do contexto, tiveram que ouvir a mensagem toda e ainda várias vezes (rsrsrs), afinal de contas está escrito: "assim também ocorre com a palavra que sai da minha boca: Ela não voltará para mim vazia, mas fará o que desejo e atingirá o propósito para o qual a enviei". - Isaías 55:11

Simples assim. Deus abençoe e dê muita sabedoria ao novo Ministro da Educação. Oremos por ele. 

sábado, 11 de julho de 2020

Rev. Milton Ribeiro da IPB Jardim de Oração em Santos será o novo Ministro da Educação.


O reverendo Milton Ribeiro será o quarto ministro da Educação em um ano e meio de governo Bolsonaro. Antes dele, passaram pelo ministério Ricardo Vélez Rodríguez, Abraham Weintraub e Carlos Alberto Decotelli.

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta sexta-feira (10/07), por meio de uma rede social o professor e pastor evangélico Milton Ribeiro como novo ministro da Educação. Logo após o anúncio de Bolsonaro, a nomeação foi publicada em uma edição extra do "Diário Oficial da União".

O novo ministro da Educação é militar da reserva do Exército e pastor da Igreja Presbiteriana Jardim de Oração na cidade de Santos.

Segundo o currículo na Plataforma Lattes, ele é graduado em teologia pelo Seminário Presbiteriano do Sul, doutor em educação pela Universidade de São Paulo (USP) e mestre em direito constitucional pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, instituição da qual é ex-vice-reitor. É membro desde maio de 2019 da Comissão de Ética Pública da Presidência da República — primeiro a ser nomeado para o órgão por Bolsonaro.

O Rev. Milton Ribeiro é muito respeitado nos quadros da Igreja Presbiteriana, entre os evangélicos, de maneira geral e, sua nomeação como novo ministro da educação tem sido elogiada pelo mundo acadêmico, pelo seu respeitável currículo como educador.

O Rev. Milton Ribeiro é o segundo pastor presbiteriano a assumir uma pasta no governo Bolsonaro. O primeiro foi o também pastor André Mendonça, atual Ministro da Justiça que, segundo fontes, teve influência relevante na indicação do ora nomeado.

Oremos pelo nosso irmão em Cristo, que agora coloca seu currículo e sua ilibada história até aqui a serviço da nação brasileira, para que Deus lhe conceda toda a sabedoria necessária, e lhe proteja para o cumprimento dessa nova missão. A vitória dele é de todo o povo de Deus.

sábado, 8 de junho de 2019

ANAJURE PUBLICA NOTA DE IMPRENSA sobre matéria do Estadão: “Bolsonaro escolhe pastor para a Comissão de Ética”


A Associação Nacional de Juristas Evangélicos – ANAJURE vem, através do presente expediente, subscrito por sua Assessoria de Imprensa, expor aos órgãos e entidades públicas e à sociedade brasileira o seu posicionamento referente à matéria publicada hoje (08/06) pelo portal de notícias "Estadão", intitulada "Bolsonaro escolhe pastor para a Comissão de Ética" , que trata da nomeação do Dr. Milton Ribeiro para integrar a Comissão de Ética Pública da Presidência.

Ao referir-se ao Dr. Milton Ribeiro simplesmente como "pastor" e "evangélico", em tom notadamente preconceituoso, o Portal busca induzir nos leitores o entendimento de que a indicação do Dr. Ribeiro se baseia unicamente no fato de ser ele pastor evangélico, sendo essa a única qualificação funcional mencionada na matéria.

Não que essa atividade tenha, em si, qualquer demérito, mas, por se tratar da indicação para uma função técnica e pública, é necessário mencionar as suas aptidões acadêmicas e experiência profissional, que indubitavelmente o qualificam para o exercício do cargo, mas que, em momento algum, foram mencionadas.

Assim, fazemos questão de esclarecer que o Dr. Ribeiro, dentre outras qualificações, é Doutor em Educação pela Universidade de São Paulo (USP), Mestre em Direito Constitucional pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Advogado, Membro da Comissão de Ética e Compliance do Instituto Presbiteriano Mackenzie, foi reitor e atualmente é Membro do Conselho Deliberativo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, além de Membro do Conselho Deliberativo da Santa Casa de Santos.


Cumpre enfatizar que a ANAJURE, em cumprimento de sua missão institucional, apoia medidas que venham a colaborar no combate a corrupção em nível governamental, e, assim, destacamos a importância do trabalho da Comissão de Ética Pública da Presidência, órgão colegiado responsável por investigar ministros e servidores do governo, considerando que, lamentavelmente, temos visto no Brasil um histórico de escândalos de corrupção, lavagem de dinheiro e outros crimes, praticados por membros da Administração Pública Federal.

Por fim, cumpre destacar que a ANAJURE tem defendido, ao longo de toda sua história, a liberdade de imprensa, como direito fundamental garantido na Constituição Federal, e garantidora de um Estado Democrático. Inobstante, temos combatido as chamadas Fake News e pugnamos pelo fim de reportagens preconceituosas contra o segmento evangélico.

Brasília, 08 de junho de 2019. 

Assessoria de Imprensa da ANAJURE

FONTE: ANAJURE

Bolsonaro escolhe o Rev. Milton Ribeiro da Presbiteriana de Santos, para a Comissão de Ética

Presidente escolheu o pastor reverendo Milton Ribeiro, da Igreja Presbiteriana de Santos, para integrar a Comissão

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) escolheu o pastor reverendo Milton Ribeiro, da Igreja Presbiteriana Jardim de Oração em Santos (SP), para integrar a Comissão de Ética Pública da Presidência.
Essa é a 1ª indicação de Bolsonaro ao colegiado, que tem como função investigar ministros e servidores.
O pastor tomou posse na Comissão –que foi criada em 1999 para apurar a atuação de membros da administração pública federal e identificar possíveis conflitos de interesse– em 21 de maio. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo.
O pastor tem mandato de 3 anos, podendo cumprir mais 3. A comissão é formada por 7 advogados, dos quais 6 foram indicados pelo ex-presidente Michel Temer que, em janeiro de 2018, tinha 14 dos seus 28 ministros sendo alvo de processos do grupo. O colegiado não pode punir servidores e ministros, podendo apenas recomendar exonerações ou aplicar sanções administrativas.
Quando assumiu a Casa Civil, o ministro Onyx Lorenzoni demitiu 16 dos 17 servidores que trabalhavam na Comissão, gerando a paralisação das atividades. O objetivo era "despetizar" o governo. Os conselheiros, então, intercederam junto ao presidente para a recontratação.
(Com Poder 360) via JM Notícia
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