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sexta-feira, 13 de maio de 2022

Desigrejados no Brasil atinge números recordes da população, segundo dados do IBGE


Teólogo explica que a parcela de 95,15% das pessoas que se declaram sem-religião é composta por indivíduos que cultivam uma espiritualidade afastada das instituições religiosas


Dados do Censo do IBGE, mostram que existem grupos que se dividem quando o assunto é "a não religião".

Temos os sem-religião que são ateus (3.98%); os sem-religião que são agnósticos (0.87%), e os que apenas não possuem uma religião (95.15%), e nem por isso são adeptos do ateísmo ou gnosticismo.

Isso nos leva a observar que as pessoas que possuem fé, assim como também afeto pela religião, podem fazer parte deste grupo apenas chamado de sem-religião, uma vez que se compreende que não é necessário ter uma liturgia cúltica desenhada dentro de uma religião para se ter fé. 

O teólogo explica que essa parcela de 95,15% das pessoas que se declaram sem-religião é composta por indivíduos que cultivam uma espiritualidade afastada das instituições religiosas.

Esse fenômeno no Brasil ficou conhecido como "os desigrejados". A ideia dessa percepção de espiritualidade é construída em paralelo da religião, uma vez que dentro dessa consciência, a espiritualidade é autônoma, individualizada e desinstitucionalizada.

"A fé como um fenômeno natural trabalha o indivíduo nas suas crenças e valores, para que ele seja um ser humano melhor, dotado e ética e moralidade. Porém, a fé como um fenômeno sobrenatural trabalha a coletividade do ser humano multifacetado, e por isso ela é conhecida apenas na comunhão relacional. Ou seja, é no convívio com outras pessoas que a nossa fé vai amadurecendo e deixando de ser apenas um extinto de conveniência e sobrevivência. Eu sinceramente acredito que nossa maior falta como seres humanos seja de uma fé madura", comenta o teólogo Rodrigo Moraes. 

Mesmo a fé sendo um fenômeno coletivo, os motivos para possuir ou não uma religião são indiscutivelmente individuais. O respeito deve estar sempre presente em todas as relações que buscamos estabelecer em nossa busca por sentido. Caso contrário, estamos falando de intolerância religiosa, algo que precisa acabar urgentemente em nossa sociedade.

"Ao contrário do que pensa o senso comum, as pessoas que perdem o interesse pela religião, não são apenas pessoas com o nível escolaridade e cultura elevados, mas uma boa parcela da população tem migrado sua rotina religiosa para uma consciência de espiritualidade individualizada, e deixando de ver as instituições religiosas como um caminho necessário para busca do divino. E essa inclinação foi muito acelerada durante a pandemia do corona vírus, uma vez que a frequência das celebrações nos templos religiosos foram diminuídas ou em alguns casos, canceladas totalmente. O lado ruim dessa história é que a longos passos permanecemos cultivando uma fé pessoal, que em nada contribui com o nosso próximo, e, portanto, é apenas extintiva e conveniente, quando deveria ser inclusiva, ativa e solidária", conclui o teólogo Rodrigo Moraes. 

Rodrigo Moraes é escritor, bacharel em Teologia e pós-graduado em Teologia e Ministério. Atua como Reitor do Seminário Teológico Mosaico e como presidente do Instituto Reino do Bem e possui mais de dez livros publicados, sendo o último, sucesso de vendas, intitulado: Música, Arte e Adoração

Fonte: JM Notícia


MEU COMENTÁRIO:


Matéria recente do Blog de Matheus Leitão, na Revista Veja, sob o título: Por que milhões de Evangélicos estão deixando suas Igrejas, retrata o tema em matéria similar, sobre análise do teólogo Rodolfo Capler, o qual afirma que, se fossem uma religião, os desigrejados já somariam mais de 16 milhões de pessoas, o que os elegeria (se fossem uma denominação), como o segundo maior grupo confessional do país, ficando apenas atrás das Assembleias de Deus.

Na matéria acima do Portal JM Notícia, o jornalista Ricardo Costa, até por sua formação cristã e não preconceituosa, como é o caso daquele, reflete muito mais a realidade da situação, e alerta para os malefícios dessa nova "modalidade religiosa", que conflita com os princípios do que se chama Igreja, dentro do conceito bíblico de "congregação" ou "culto congregacional".

Já a matéria de Matheus Leitão na Revista Veja, soa muito mais como um "sofisma" de exaltação e incentivo a uma prática danosa, principalmente   ao cristianismo.

Em que pese todos os argumentos citados terem sua parcela de contribuição nesse fenômeno espiritual e sociológico, chama atenção o que abaixo transcrevo:

"Com as inúmeras mudanças sociológicas provocadas nos últimos 50 anos e com o advento das redes sociais on-line, o perfil do fiel evangélico mudou drasticamente. Hoje o evangélico deseja participar das decisões institucionais de suas comunidades de fé, almeja ambientes mais democráticos e transparentes e é muito mais flexível em questões comportamentais".

Ora, se isso fosse tão verdade, nos últimos 50 anos, as igrejas chamadas históricas e ou reformadas, seriam as que mais teriam crescido, e não as neopentecostais.

Vejamos que aquelas, (históricas e reformadas) continuam com seu modelo "congregacional", e as estatísticas apontando para diminuição da sua membresia, e as neopentecostais que se administram num formato totalmente "episcopal", são as que mais crescem, mais ainda do que aquelas que tem um sistema "episcopal misto", como é o caso das Assembleias de Deus, e similares, as quais, continuam evangelizando, mas naturalmente administram o legado recebido e o consequente "crescimento biológico".

A ideia aqui não é fazer juízo de valor sobre este ou aquele sistema eclesiástico, mas apenas chamar a atenção para os números e a tendência da análise.

No meu entender, a bíblia sagrada é que tem a resposta para tudo isso:

"Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns; antes, admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais quanto vedes que se vai aproximando aquele Dia". - Hebreus 10:25

"Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado. Porque nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim". - Hebreus 3:13,14

"Nesse tempo, muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se aborrecerão. E surgirão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará. Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo". - Mateus 24:10-13

"E essas coisas foram-nos feitas em figura, para que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram. Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles; conforme está escrito: O povo assentou-se a comer e a beber e levantou-se para folgar. E não nos prostituamos, como alguns deles fizeram e caíram num dia vinte e três mil. E não tentemos a Cristo, como alguns deles também tentaram e pereceram pelas serpentes. E não murmureis, como também alguns deles murmuraram e pereceram pelo destruidor. Ora, tudo isso lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos. Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe que não caia". - 1 Coríntios 10:6-12.

Vosso conservo em Cristo,

Pr. Carlos Roberto Silva

Editor do Blog Point Rhema

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Malafaia desmente Veja e declara apoio às manifestações pró-Bolsonaro


As manifestações desse domingo, 26 de maio, em defesa da nova previdência, criação da CPI da Lava-Toga (para investigar a corrupção na Justiça) e a aprovação do pacote anticrime proposto pelo ministro Sérgio Moro foram alvo de um comentário do pastor Silas Malafaia, que declarou apoio à mobilização.
Malafaia veio a público depois que veículos da grande mídia noticiaram que a bancada evangélica estava se mantendo reticente sobre o assunto, e que havia uma sinalização de que os líderes evangélicos não se envolveriam com o tema.
A revista Veja chegou a publicar no Radar Online que "igrejas que apoiaram a eleição do presidente tendem a ficar longe dos atos de domingo", acrescentando que o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) teria adotado postura evasiva.
"Ao lado do deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), Silas Malafaia esteve com Bolsonaro. Apesar de postar vídeos em que exalta o ex-capitão, o pastor não se comprometeu a mobilizar sua tropa. Outro líder diz que é hora de ver como os 'bolsominions' se viram sem os evangélicos", publicou a revista.
Silas Malafaia veio a público com um vídeo e rebateu a insinuação: "Quero dizer que eu sou a favor, sim, das manifestações. E vou dizer por quê: se a esquerda pode ir para a rua defender governo corrupto e ex-presidente que está na cadeia, porque o povo não pode se manifestar a favor de um governo, que tem até seus defeitos, mas que tem compromisso em limpar o país e melhorar o país?".
"Sou a favor sim! Que os evangélicos possam ir para a rua, porque nós somos cidadãos. É cidadania. É direito de representação e de se manifestar. Sou a favor sim! De manifestação ordeira, pacífica, para o bem do país. O Bolsonaro pertence a que grupo, qual o interesse dele, a não ser em resgatar esse país? Acorda povo", acrescentou.

Fonte: Gospel+
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Damares afirma que não promove cultos no Ministério

"É querer subestimar minha inteligência e profissionalismo", declarou Damares Alves

Nesta sexta-feira (18), a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, usou as redes sociais para se defender de críticas que recebeu da revista Veja. Um colunista afirmou que ela realiza um momento de oração diária no Ministério, que pode ser comparado a um “mini-culto”.
É querer subestimar minha inteligência e profissionalismo. Como um jornalista acredita que paro o que estou fazendo para realizar cultos todos os dias às 17h? Convido tal colunista que publicou a nota para vir ao gabinete acompanhar meu trabalho – escreveu Damares.
A publicação gerou comentários de apoiadores e críticos da ministra. Alguns defenderam que Alves está sofrendo perseguição religiosa, e outros argumentaram que ela deve separar religião de seu cargo.
Fonte: Pleno News

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Capa da Veja desta semana traz Bolsonaro com líder absoluto na corrida presidencial


Nas páginas da revista veja desta semana apresenta os resultados de uma pesquisa realizada pelo Ideia Big Data, que ouviu 2 036 eleitores em todo o país entre 20 e 23 de julho.

A matéria apresenta fenômeno Jair Bolsonaro, o candidato que não tem partido grande, nem aliados fortes, nem dinheiro, nem tempo de TV, mas permanece firme e forte — e ainda apresenta um leve crescimento na intenção de voto espontânea, um indicador que demonstra o bom nível de convicção do seu eleitorado.
O peso de Lula na eleição não é exatamente uma novidade, ainda que possa surpreender num pleito em que a corrupção aparece como um dos temas mais caros ao eleitorado nacional, mas a solidez crescente de Bolsonaro, essa sim, põe o país diante de um novo desafio. Bolsonaro é um político profissional — está na área há trinta anos e exerce seu sétimo mandato como deputado federal — com uma atuação singularmente inexpressiva. Esteve, nesses anos todos, perdido no baixo clero do Congresso, e só se destacava, de vez em quando, por declarações em que fazia questão de mostrar¬-se duro ou debochado com gays, negros, mulheres, imigrantes e tudo o que diz respeito a direitos humanos. Nesse aspecto, a eleição de Bolsonaro seria um enorme retrocesso.
Talvez sua característica mais desanimadora seja ter construído uma carreira política defendendo ideias econômicas que agora insinua renegar. Bolsonaro sempre foi um estadista, simpático ao protecionismo comercial, desconfiado do capital estrangeiro. Agora, sob a orientação do economista Paulo Guedes, seu assessor econômico e futuro ministro da Fazenda em caso de vitória, ele tenta apresentar-se como outro. Fala em privatização e até defende uma reforma da Previdência, da qual era contra, mas foge do debate econômico. Diz que não entende do assunto, que se cercará dos melhores nomes — algum candidato diz que se cercará dos piores? — e encerra a questão. Nesse aspecto, a eleição de Bolsonaro seria uma incógnita.
Sendo um retrocesso na área de comportamento e uma incógnita no campo econômico, Bolsonaro é uma ameaça real e crescente. Seu eleitorado — o grosso nascido depois de 1985, já na democracia — ainda consiste em uma porção minoritária da população. Nada menos que 43% dos brasileiros, diz a pesquisa do Ideia Big Data, ainda não têm candidato. O futuro do país está nas mãos deles.

Fonte: Gospel Geral
ASSISTA AQUI

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Revista Veja se reporta a cisão na CGADB, sucessão e assédio dos políticos


A Revista Veja, através da coluna de Maurício Lima, comentou nesta quinta-feira (12), a cisão  que houve recentemente dentro da CGADB - Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, que culminou com a saída do pastor Samuel Câmara, pastor e presidente da Igreja Mãe em Belém do Pará e da CIMADB, convenção regional sediada na mesma. 

Câmara deixou a CGADB e fundou no dia 02 de dezembro de 2017, a CADB com aproximadamente 10 mil pastores de todo o Brasil, segundo informações extra oficiais.

De acordo com a postagem, a "Assembleia de Deus rachou". Ele ressaltou que há décadas a CGADB era comanda pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa e que "quase que como regra, a sucessão no comando das igrejas evangélicas se dá dentro família", já que na última eleição foi eleito com sucesso na CGADB, o filho, pastor Wellington Júnior, ex-presidente do Conselho Adminisrtrativo da CPAD.

O tom nevrálgico que marcou a eleição de 2017, foram as várias ações judiciais que ocorreram em diversas partes do Brasil, envolvendo lideranças pró pastor Samuel Câmara e o grupo liderado pelo ex-presidente pastor José Wellington Bezerra da Costa.
Lima aproveitou o ensejo para abordar também a questão dos votos do segmento evangélico e afirmou que o pastor José Wellington Bezerra da Costa possui pelo menos dois filhos – ambos com mandato político, porém esqueceu de mencionar que o Pastor Samuel Câmara também tem um irmão e uma cunhada, ambos também com mandatos, e afirmou que há uma disputa pelos votos dos evangélicos, entre o ex-ministro Henrique Meirelles, Flávio Rocha e Jair Bolsonaro.
É claro que para o foco da Igreja não é uma exposição frutífera, mas é realista do ponto de vista jornalístico.


terça-feira, 17 de outubro de 2017

Veja coloca Renato Cardoso como sucessor de Edir Macedo - Universal rebate


Igreja Universal rebate revista VEJA e chama reportagem de “apanhado de especulações fantasiosas e muito ódio, preconceito e desrespeito contra a fé de milhões de cristãos no Brasil”


A revista Veja publicou que o bispo Renato Cardoso, genro de Edir Macedo, foi escolhido como o eminente sucessor na liderança da igreja Universal no Reino de Deus.
Segundo a matéria – que traz como título "o escolhido" -, que saiu na edição número 2552 da revista, em uma teleconferência ocorrida no último dia 05, nas dependências do Templo de Salomão, no Brás, São Paulo, o líder primaz da IURD informou a decisão às demais lideranças da igreja. Contudo, prontamente, a Universal listou em seu site inconsistências na publicação.
No post intitulado como as 24 mentiras da revista Veja, a resposta da Universal aponta erros de apuração jornalística, preconceito, desrespeito à instituição, além de intenção de denegrir a imagem da igreja e sua liderança. "Existe o jornalismo verdadeiro, que é um instrumento importantíssimo das sociedades livres para o aprimoramento de suas instituições. Mas, também existe aquilo que a revista Veja chama de jornalismo, fruto de erros de apuração, equívocos ou má-fé, mas resulta na difusão de mentiras e boatos caluniosos", acusa o UNIcom – Departamento de Comunicação Social e de Relações Institucionais da Universal.
Dentre as principais contradições entre a matéria da Veja e a resposta da Universal estão, além da nomeação do Bispo Renato Cardoso como o número 2 da igreja; a intenção da IURD de aumentar sua penetração na classe média; o montante de arrecadação anual – que ultrapassaria 1,4 bilhão de reais só em doações; o gasto anual de cerca de 1 bilhão de reais com um gigantesco projeto de comunicação; e de haver uma guerra travada nos bastidores pela sucessão da liderança da igreja.
A reportagem, de autoria dos jornalistas Thiago Prado, Eduardo Gonçalves e Eduardo F. Filho, ainda aponta que a escolha de Renato Cardoso visa a modernidade para Universal já que o bispo conta com um discurso que mistura autoajuda, coaching e empreendedorismo, ao contrário de outros concorrentes mais tradicionais.
"Cardoso construiu a fama de administrador moderno, em sintonia com as novas demandas da igreja. Enquanto os outros bispos, mais velhos e sem experiência no exterior, fazem a pregação convencional e os tradicionais pedidos de coleta de dinheiro, Cardoso, com seus programas, cria "engajamento". É mais um CEO do que um obreiro eficiente", afirma a reportagem.
O texto declara também que o futuro comandante da IURD precisaria enfrentar ainda batalhas internas, a começar pela consolidação de sua autoridade entre os novos comandados. E finaliza alegando que o anúncio de Macedo encerrou uma guerra e que o desafio do genro do bispo agora é não abrir outra guerra — e garantir a paz no "império".
Fonte: Gospel Prime

sábado, 14 de outubro de 2017

Veja repete Globo e faz apologia à ideologia de gênero na infância


Pouco menos de uma semana após a TV Globo tratar a ideologia de gênero como uma espécie de "brincadeira de criança" no Fantástico, a revista Veja veicula uma reportagem de capa abordando o mesmo tema, com o título "Meu Filho é Trans".
A mudança de linha editorial da revista se deu após a chegada do novo editor, André Petry, que substituiu Eurípedes Alcântara e impôs uma linha "progressista" à publicação, abandonando o viés mais conservador que marcaram as reportagens no período pré-impeachment de Dilma Rousseff (PT).
Jornalistas conservadores que trabalhavam para a Veja, como Joice Hasselmann e Rodrigo Constantino, além do historiador Marco Antonio Villa, foram demitidos. Posteriormente, Reinaldo Azevedo também deixou os quadros da publicação.
Nesse contexto, o novo editor vem implantando uma verdadeira cruzada em defesa do politicamente correto contemporâneo, como as agendas LGBT. Prova disso é a publicação, sem cerimônias, do famigerado artigo "Gente incômoda", de J. R. Guzzo (editor da Exame e colunista da Veja), que trata com preconceito e intolerância o setor evangélico da sociedade,
Na reportagem de capa desta semana, Veja diz que a matéria "narra a saga dos pais de crianças que não se identificam com seu sexo biológico", alegando – sem apresentar fontes que sejam transparentes e confiáveis – que essa "condição" afeta um milhão de brasileiros.
A prova da panfletagem doutrinária é o louvor escancarado feito pela jornalista Giulia Vidale, autora da matéria, à novela global A Força do Querer, em que uma personagem do sexo feminino se apresenta como homem com  atração por homens e, ao final, engravidou.
Repetindo o teor da reportagem do Fantástico no último domingo, a Veja diz que a partir dos seis anos de idade é possível identificar que uma pessoa sofra de "disforia de gênero" (transtorno extremamente raro segundo a ciência e usado pelos ativistas para justificar a ideologia de gênero).
Para emprestar seriedade ao conteúdo, psicólogos, psiquiatras, endocrinologistas e educadores foram entrevistados, com suas falas cuidadosamente destacados para que o retrato da situação seja visto com simpatia pelos leitores.
No texto, a revista admite que o propósito é impor uma visão de mundo: "Enxergar como pais e filhos lidam com isso é flagrar a história em seu berço. É também um modo de, aos poucos, ainda que lentamente, barrar a intolerância", diz a matéria.
Nas redes sociais, muitos internautas protestaram contra a panfletagem ideológica da revista: "Olhe, observe, note, Veja que desgraça! #VejaLixo e #GloboLixo de mãos dadas defendendo essa aberração da Ideologia de Gênero!", escreveu o pastor Ciro Sanches Zibordi.
"Continua a agenda gramscista-marxista. #Veja se junta ao seleto grupo de apoiadores da ideologia de gênero. #Naoaideilogiadegenero #vejalixo", protestou Caio Grava Simioni.
"#VejaLixo Esse negocio de querer enfiar goela abaixo ideologia de gênero ta difícil, Globo, Omo, Carrefour, e agora a Veja", criticou Daniel Paulino.
"É A @VEJA ENGAJADA NA AGENDA DA IDEOLOGIA DE GÊNERO. DEPOIS RECLAMA QUANDO CHAMADA DE FAKE NEWS!", disparou o usuário do Twitter Uli_Cassilva.
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Ezequiel Teixeira desafia mídia brasileira: “as portas do inferno não prevalecerão”

Deputado Ezequiel Teixeira está inconformado com aumento da imposição das agendas de esquerda

Por mais de uma década o Partido dos Trabalhadores ficou no poder no Brasil. Durante esse período foi sendo criada no país uma rede de comunicação paralela. Os chamados "blogs sujos" se proliferaram e tentaram empurrar uma narrativa de forte viés ideológico, alinhado aos movimentos de esquerda de todo o mundo.
Entre as pautas dessa "agenda globalista" estão questões como ideologia de gênero, que desvirtuam o sentido da criação divina de homem e mulher. Atento a isso e ao movimento que agora se consolida na grande mídia, o deputado Ezequiel Teixeira (Podemos/RJ) vem se manifestando publicamente, mostrando sua contrariedade.
Nas últimas semanas, tanto a rede Globo quanto a revista Veja, os veículos de mídia mais influentes do país deram amplo espaço para a ideologia de gênero, em uma tentativa aparentemente orquestrada, de tentar estabelecer isso como o "novo normal".
Em nota enviada ao Gospel Prime, Teixeira afirma: "Veja e Globo pretendem enfiar goela abaixo dos brasileiros uma ideologia maligna, um verdadeiro lixo moral contra os valores da família e da igreja. Para esse grupo, não há deliberação é sim imposição de uma agenda LGBT. Recomendo que os evangélicos do país deixem de assistir à TV Globo e de adquirir a revista Veja, uma vez que o conteúdo divulgado por estes veículos em nada edifica a nossa vida".
O parlamentar acredita que os mais de 50 milhões de evangélicos do país deveriam se unir para defender os princípios cristãos, boicotando os meios de comunicação que nunca abrem espaço para falar bem do evangelho, mas travam uma luta ideológica frontalmente contra aquilo que acreditamos.
Encerrou citando a Bíblia: "Jesus nos prometeu que edificaria a sua igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Vamos nos unir e resistir contra mais esse ataque do inimigo".
Fonte: Gospel Prime

domingo, 8 de outubro de 2017

Veja chama evangélicos de 'gente incômoda' e pastores respondem: "É preconceito"


Um artigo publicado pela revista Veja está gerando protestos entre os evangélicos, após chamá-los de 'gente incômoda'.


Na última terça-feira, a Revista Veja publicou em seu site o artigo "Gente Incômoda" que integrou sua edição mais recente. No texto, o articulista J. R. Guzzo cita que os evangélicos são o grupo religioso que mais cresce no Brasil e os caracteriza como "incômodos" para grande parte da sociedade.

"Trata-se da 'fé evangélica', como se chama, para simplificar, a vasta constelação de igrejas, seitas e cultos de origem protestante que nas estatísticas já reúnem um terço da população brasileira — e na vida real podem estar além disso. Esse povo, em grande parte do 'tipo moreno', ou 'brasileiro', vem sendo visto com horror crescente pela gente bem do Brasil", escreve o autor do texto em um trecho.

Em outro trecho, Guzzo critica as doações e dízimos entregues nas igrejas como uma uma "infecção".

"É possível separar religião de vigarice? Possível, é — pensando bem, é perfeitamente possível. O impossível é escrever leis que resolvam o problema de maneira eficaz, racional e coerente com a democracia. Não se conhece nenhum regulamento capaz de distinguir donativos bons de donativos ruins — pois o foco da infecção está aí, no tráfego de dinheiro do bolso dos fiéis para o caixa das igrejas", acrescenta.

Líderes cristãos, como o Ap. Rina (Bola de Neve) e o pastor, escritor e ministro de louvor Asaph Borba criticaram o artigo.

"Em primeiro lugar, como evangélico e jornalista, quero dizer que o artigo é muito mal escrito, pois é confuso em sua abordagem e, comete erros básicos, como se referir ao público em questão com termos discriminatórios de raça e cor e ainda com uma conotação pejorativa", disse Asaph, fazendo menção ao primeiro trecho retirado do artigo e citado acima.

"No decorrer de sua análise, ainda acrescenta outros adjetivos, tais como, 'religião incômoda' e 'problema sem solução", acrescentou o ministro de louvor.
Asaph Borba também alertou que a confusão do artigo continua, quando o autor do texto não deixa claro quem são as pessoas que os evangélicos tanto têm "incomodado" na sociedade brasileira.

"Em segundo lugar, o articulista não deixa claro quais são as pessoas de bem a quem os evangélicos tanto perturbam. Fico livre, então, para imaginar quem seriam esses baluartes da honestidade e da intelectualidade que estão perturbados pelo aumento da fé evangélica. Quem são os políticos preocupados com o aumento da bancada evangélica? Essa gente 'de bem', por certo, deve ser a elite que cuida e direciona a educação e a cultura brasileira e quer impor goela abaixo da população suas práticas liberais, contrárias à Palavra de Deus, e que não são defendidas pelos evangélicos", afirmou.

O ministro de louvor afirmou que o texto acabou ignorando muito do que o Evangelho tem surtido como efeito positivo na sociedade.

"O artigo ignora por completo os muitos benefícios que o evangelho traz à sociedade. Principalmente quando se vê que está nas mãos desse segmento o maior número de casas de recuperação de drogados, que tem um alto índice de recuperação, (entre os quais eu me incluo). Alguém tem dúvidas do significativo trabalho dos evangélicos no atendimento de presidiários, de idosos, de crianças e de refugiados?", acrescentou.


"Pastores ricos" (?)

Asaph destacou que a análise do autor do texto sobre o contexto evangélico expôs mais uma vez sua superficialidade, quando ele falou apenas de pastores e igrejas que "ganham muito dinheiro", sendo que grande parte dos líderes cristãos nem mesmo tiram seu sustento das contribuições destinadas às suas congregações ou vivem em situações difíceis, sem perder sua integridade, apesar disso.

"Além de ser um julgamento irresponsável, o escritor ignora os milhares de pastores íntegros e pobres, espalhados por todo o Brasil, que realizam a tarefa diária de pastorear, visitar, aconselhar, proteger, alimentar, vestir, amparar, orar, libertar, apoiar e ensinar milhões de pessoas. Sem falar das escolas evangélicas que há mais de cem anos prestam um serviço de educação pública de qualidade em todo o país", destacou.


Na contramão

Segundo Rina, pastor e líder da Igreja Bola de Neve, em São Paulo, tal incômodo poderia ser gerado pelos evangélicos justamente pelo fato do cristianismo representar ideais que vão na contramão de muitas ideologias da sociedade pós-moderna.

"Por que o esforço em ridicularizar um povo que só promove o bem e o amor ao próximo, que atua diariamente e longe dos holofotes e do reconhecimento da mídia, a serviço das reais necessidades da sociedade, que inspira o altruísmo, ensina valores e princípios morais e éticos, como honestidade, integridade e lealdade, que recupera e reintegra vítimas das drogas e de tantas outras mazelas? Porque esse povo não concorda com a agenda de destruição da família? Porque são os poucos que se opõe? Onde está a liberdade de expressão que tanto se defende?", questionou Rina ao comentar o artigo em sua coluna do Portal Guiame.

"Numa democracia todos são livres para expressar e defender suas ideias e ninguém é obrigado a concordar com elas. Estamos incomodando? E aí vale usar termos preconceituosos na tentativa de desqualificar os cristãos diante do restante da sociedade? Como se não houvesse contribuição nenhuma dessa parcela da população na construção e evolução da nação? Aqui estão alguns morenos, dessa 'incômoda religião', que segundo a matéria, se tornou um 'problema sem solução", acrescentou.


"Incomoda mesmo"

Asaph Borba acabou fazendo coro com Rina e afirmando que tal incômodo por parte dos "intelectuais" citados por Guzzo pode realmente ser explicado pelo fato dos cristãos estarem se posicionando firmemente sobre questões que ameaçam os Direitos da Família.

"Agora, os intelectuais citados no artigo, que se preocupam com o crescimento da bancada evangélica, têm razão de se preocuparem mesmo, pois a bancada evangélica permanece firme em defender a moral, a fé, a família e os valores de honestidade e integridade que estão desaparecendo no Brasil. Parece-me que o autor não leva em conta esses valores", finalizou.

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