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segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Alunos e professores de escola de música cristã são presos na China


Oficiais invadiram a escola no início deste mês e também prenderam o diretor, que segue desaparecido

Autoridades do governo chinês prenderam alunos e professores de uma escola de música cristã em Harbin, na província de Heilongjiang, no dia 4 de setembro. O diretor da escola, Xu, também foi preso e segue desaparecido.

A escola cristã foi invadida por mais de 30 oficiais do Partido Comunista Chinês (PCC), incluindo oficiais da SWAT (Armas e Táticas Especiais, em português), policiais, oficiais do Gabinete de Assuntos Religiosos e administradores do distrito escolar. Segundo o site China Aid, além das prisões, foram confiscados propriedades da instituição, como pianos, computadores e documentos. 

Um dia antes de sua prisão, o diretor Xu contou para os professores que o dono da escola de música havia recebido uma ligação com ameaças de policiais. Apesar da liberação de todos os alunos e a maioria dos professores, alguns profissionais da escola ainda permanecem detidos, sendo interrogados.

De acordo com a International Christian Concern (ICC), uma organização cristã que monitora a perseguição no mundo, os cristãos locais estão preocupados que o diretor Xu seja criminalizado por “atrair menores para a religião”.

 

Da Redação do CPAD News  / Com informações Guiame e International Christian Concern / Foto: Divulgação/Internet (13.09.21)

quarta-feira, 16 de junho de 2021

Governo da Flórida assina lei que incentiva alunos a orar: ‘Não há sucesso sem Deus’



De acordo com o governador Ron DeSantis, essa é uma forma de proteger a liberdade religiosa. “Eles não podem expulsar Deus de todas as instituições”.


Na segunda-feira (14), o governador da Flórida, Ron DeSantis, sancionou um projeto de lei exigindo que as salas de aula das escolas públicas mantenham “um minuto de silêncio”, diariamente, para dar aos alunos a oportunidade da "reflexão silenciosa”. 

Você não pode ser bem-sucedido sem Deus”, ele disse. O projeto de lei [HB 529] exige que os professores das turmas do primeiro período, em todas as séries, reservem pelo menos um minuto de silêncio.

Sobre a nova lei

De acordo com o Christian Headlines, a nova lei diz que os professores não podem dar sugestões para o momento de silêncio. Além disso, incentiva os pais ou responsáveis ​​a discutir em casa, com seus filhos, como fazer o “melhor uso desse tempo”. 

A palavra "oração" não está inserida na lei, embora o texto permita que a oração seja feita. “Nessa agitação da sociedade de hoje, poucas pessoas são capazes de experimentar até mesmo um momento de reflexão silenciosa antes de mergulhar de cabeça nas atividades da vida diária”, diz o texto da nova lei. 

Os jovens são particularmente afetados pela falta de oportunidade para um momento de reflexão silenciosa. O Legislativo considera que nossa juventude, e a sociedade como um todo, seriam bem servidas se os alunos das escolas públicas tivessem um momento de silêncio logo no início de cada dia escolar”, também diz o texto.

Proteção da liberdade religiosa

O republicano DeSantis disse que a nova lei é necessária. “Cada família em nosso estado deve poder mandar seus filhos para a escola e saber que eles serão protegidos de danos e que também podem praticar a sua fé”, comentou.

Durante uma entrevista coletiva, ele enfatizou o seguinte: “É falsa a ideia de que você pode simplesmente expulsar Deus de todas as instituições e ter sucesso. Lamento que nossos antecessores não tenham pensado sobre isso”.

DeSantis chamou a lei de uma "oportunidade de proteger a liberdade religiosa". Richard Corcoran, o comissário de educação do estado, também  aplaudiu a legislatura por aprovar o projeto.

"Sabemos que muitas crianças lutam com problemas de saúde mental, que afetam a elas, suas famílias e as escolas acima de tudo", disse Corcoran. 

"O HB 529 capacita as famílias a iniciar essas conversas contínuas com seus filhos sobre o que eles podem refletir durante o momento de silêncio, e os ajuda a usar esse tempo como uma oportunidade de se preparar para o dia seguinte”, continuou.

O deputado Randy Fine, que patrocinou o projeto, disse que um momento de silêncio é necessário em um mundo cheio de "turbulência social, tecnológica e movida pela mídia".

"Nossos filhos precisam desesperadamente de tempo para uma reflexão silenciosa, porque é nesses momentos fugazes que encontramos nosso propósito superior”, concluiu Fine.

Fonte: Guiame

quinta-feira, 20 de junho de 2019

Pastor batiza 18 alunos em escola dos EUA e vira alvo de ateus

Depois do batismo de 18 alunos que fazem parte do time de futebol da escola, uma organização ateísta enviou críticas formais ao condado


O treinador de futebol do Condado de Washington, no Alabama (EUA) promoveu o batismo de 18 alunos que fazem parte do time da escola. A celebração, que foi feita em uma piscina improvisada, foi comemorada por muitos, mas tornou-se alvo de uma organização ateísta.
Um advogado da Freedom From Religion Foundation enviou uma carta para a escola Washington County High School no dia 29 de maio para contestar o batismo, que aconteceu em 16 de maio.
Na carta, o advogado Christopher Line pediu ao superintendente do Condado de Washington, John Dickey, que assegurasse que a escola “não inclua mais rituais religiosos durante atividades patrocinadas pela escola”.
Imagens do batismo publicadas nas redes sociais mostram Chris Sanford, um pastor da Igreja Batista de Chatom, batizando os jogadores em uma piscina montada em uma carreta, no campo de futebol.
Nada disso estaria acontecendo sem o treinador Devin Roberts”, disse Dennis Hayford, membro da equipe da Associação de Atletas Cristãos do Sul do Alabama, no vídeo.
Estou tão orgulhoso de todas essas crianças e grato às pessoas que fizeram isso acontecer”, disse Roberts no Facebook, no dia do batismo.  “Estou quebrantado e admirado por testemunhar o poder de Cristo se movendo através de mim e desses jovens”.
Por favor, continuem orando por essas crianças, pois esta declaração pública de sua fé trará julgamento de alguns e louvará a Deus, pois a salvação delas liberta a graça de salvá-los do único julgamento que importa”, acrescentou o treinador.
Até mesmo a página do Facebook da equipe, chamada WC Dawgs Football, exibe uma imagem do batismo como sua foto de capa.
De acordo com o advogado da FFRF, um evento patrocinado pela escola “não pode incluir qualquer endosso de religião ou rituais religiosos”, escreveu. “Também é ilegal que os treinadores organizem ou participem de atividades religiosas com os alunos, incluindo os batismos”.
A queixa do grupo de ateus “envergonha as crianças do ensino médio”, “é patética e precisa parar”, de acordo com um escritório de advocacia de liberdade religiosa.
A Constituição dos EUA nunca exigiu que pessoas de fé se escondam da visão pública”, disse Jeremy Dys, vice-conselheiro geral do First Liberty Institute. “De fato, a capacidade de estudantes e membros da Associação de Atletas Cristãos de exercer livremente sua fé em público é a própria essência da Primeira Emenda”.
Fonte: CPAD News

domingo, 15 de abril de 2018

Alunos da USP discriminam calouros entre 'crentes' e 'judeus' em mapa ideológico


Lista era um documento de acesso particular do Centro Acadêmico, mas acabou vazando e causando revolta nas redes sociais


Um documento interno com uma planilha elaborada por alunos da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), no Largo de São Francisco vazou e acabou causando repúdio no ambiente acadêmico. A revolta foi causada pelo "mapeamento ideológico" contido no documento, que separava os calouros por seus interesses políticos, gostos musicais e até mesmo religião.
Os dados foram obtidos a partir das "páginas curtidas" que cada estudante tem em seu Facebook e seriam usados para mapear novos alunos com interesses políticos semelhantes aos do grupo que hoje ocupa o Centro Acadêmico, a fim de aproximá-los da organização.
Elaborada por integrantes do Coletivo Contraponto, com membros ligados à juventude do Partido dos Trabalhadores (PT), a lista mostra o nome do estudante, uma indicação sobre sua origem (de qual cidade veio e onde estudou), um "mapa de likes" (com uma análise de quais páginas o estudante curte no Facebook para tentar identificar sua orientação política), um link para a página pessoal do calouro na rede social e também a pessoa que seria a "responsável" no centro acadêmico em fazer o contato com o calouro, para tentar atraí-lo para o grupo.
Entre os "apelidos" e rótulos dados aos alunos, estavam "velhão", "progressista", "judeu", "crente", "bolsominion" (apoiador do candidato à presidência Jair Bolsonaro), "maconheiro de esquerda", "ideologia desconhecida, judia", "liberal de m****" e até "não tem Facebook, maluca total".
Após a lista vazar em um grupo dos estudantes, diversos alunos começaram a manifestar repúdio nas redes sociais.
"Rotular as pessoas sistematicamente de acordo com sua crença, gostos pessoais e amizades para futura captação política beira o fascismo", comentou o estudante Vitor Fuks, que teve seu texto compartilhado até por um docente.
O advogado Renato Stetner, que é ex-presidente do Centro Acadêmico, afirmou que a lista é, de fato, preconceituosa e usa de meios incorretos para alcançar objetivos partidários.
"Há evidentemente uma manifestação de preconceito e de abuso de poder. Estão usando uma instituição que é pública, dos alunos, para atingir fins políticos particulares", disse o jurista em entrevista ao Estado de S. Paulo
As críticas também continuaram em um grupo fechado de estudantes da Universidade.
"Isso é sintomático de uma política distante da disputa de consciência e pautada na abordagem individual personalista. E isso nunca vai ser uma vergonha pra vocês, mas para o movimento estudantil de esquerda deste lugar que acaba tendo de se ver representado assim", postou um dos estudantes.
Já o presidente Centro Acadêmico do 11, Luís Fernando Gonçalves, disse ao Estado que o Coletivo Contraponto pede desculpas pelo vazamento, mas ainda assim defendeu o documento.
"Como movimento estudantil, uma das tarefas centrais é de conseguir fazer com que outras pessoas entrem nessa engrenagem. Por meio desse mapa, buscamos identificar em qual espectro ideológico o aluno se identifica mais", disse.
Luís Fernando ainda reconheceu que parte dos membros do coletivo é ligada ao PT, mas disse que há diferentes correntes na gestão.
Em nota oficial, o diretor da Faculdade de Direito, Floriano de Azevedo Marques Neto, disse que "rejeita veementemente qualquer tipo de preconceito, segregação, intolerância ou classificação desabonadora a membros da comunidade ou em detrimento de quem for".
Em nota oficial, o Coletivo Contraponto pediu desculpas e admitiu sua 'postura inaceitável'
"Entendemos o constrangimento de ter uma descrição associada ao seu nome em uma tabela a que nem mesmo se tem acesso, bem como repudiamos a presença de termos ofensivos no nosso mapa, e por isso reiteramos, mais uma vez, nossas mais sinceras desculpas", diz o texto do grupo.
Fonte: CPADNews

domingo, 21 de maio de 2017

Demitido por dar exemplar da Bíblia a aluno, professor vence causa na Justiça e recupera emprego


A vitória na Justiça de um professor cristão que foi demitido após dar um exemplar da Bíblia Sagrada a um de seus alunos se tornou notícia internacionalmente e vem inspirando cristãos em todos os lugares a se manterem firmes na defesa da liberdade religiosa.
Walter Tutka sentiu-se motivado a doar uma Bíblia a um aluno que ficou curioso a respeito de uma citação feita por ele durante uma aula. O docente disse que "assim, o último será o primeiro, e o primeiro, será o último", fazendo referência a Mateus 20:16. O estudante manifestou curiosidade sobre a frase, e procurou o professor para entendê-la;
De acordo com informações do portal Faith Wire, o professor atendeu o aluno e mostrou-lhe a passagem bíblica em questão. Ainda mais interessado em aprender sobre a Bíblia, o jovem estudante pediu ao professor que o desse uma cópia, e assim Tutka ofereceu um exemplar das Escrituras para ele.
No entanto, a situação repercutiu entre os demais alunos e professores, e a direção do Distrito Escolar de Phillipsburg considerou que o docente cristão havia violado uma regra que proíbe os educadores locais de distribuir literatura religiosa nas escolas. Assim, Tutka foi demitido.
O fato, registrado no final de 2012, não acabaria nessa situação. O professor cristão recebeu ajuda jurídica da organização Liberty Institute e moveu um ação. Anos depois, a sentença foi favorável a Walter Tutka, que foi readmitido em seu antigo emprego, por ordem da Justiça.
A Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego do governo federal dos Estados Unidos entendeu que o argumento do professor cristão era sólido, e que ele havia sido discriminado por causa de sua fé.
"Estamos muito satisfeitos por termos cumprido a missão que pretendemos alcançar: restaurar o professor Walt Tutka como educador substituto em Phillipsburg”, disse Hiram Sasser, advogado da Liberty Institute. "Nós sempre soubemos que Walt cumpriu todas as políticas do distrito escolar e as leis federais. Agora o professor está voltando ao seu serviço para a comunidade de Phillipsburg", concluiu.
Fonte: Gospel+

sábado, 15 de abril de 2017

Professora muçulmana que suspendeu aluno cristão perde processo contra ele na Justiça


Um aluno cristão que foi suspenso da faculdade por discordar de sua professora muçulmana em relação à crucificação de Jesus foi processado pela mesma, mas terminou livre da ação porque a Justiça ficou do seu lado.
O atrito entre o aluno cristão Marshall Polston e a professora muçulmana Areej Zufari começou quando a docente da universidade Rollins College, na Flórida, afirmou em sala de aula que não haviam indícios históricos da crucificação de Jesus, e que os discípulos não o consideravam o Filho de Deus.
Polston protestou durante a aula, reiterando os argumentos presentes na Bíblia Sagrada. Posteriormente, o aluno enviou um e-mail à professora, criticando as afirmações, reiterando argumentos e questionando os porquês de ela ter se omitido quando um colega de classe expôs a determinação da lei islâmica sharia de morte aos homossexuais.
A professora reagiu, inicialmente com uma publicação em sua página no Facebook, em que acusava Polston de perseguição e ódio. Depois, a docente moveu uma ação contra o aluno, alegando as mesmas coisas.
De acordo com informações do portal The Christian Post, na última semana, o juiz do condado de Orange, rejeitou dar continuidade à ação da professora contra o aluno, pois considerou que não há nenhuma evidência que comprove que Areej Zufari esteja sendo perseguida por Marshall Polston. O aluno, que estava suspenso das aulas por um mês, teve a punição revogada pela reitoria da universidade e informou, através de carta, que as acusações de abuso feitas contra ele eram inverídicas e sua postura não violava os padrões estabelecidos pela instituição.
No entanto, no mesmo documento, os reitores deram um puxão de orelhas no aluno, considerando que seu comportamento era “agressivo, desrespeitoso e por vezes vulgar em múltiplas comunicações verbais e eletrônicas com professores, funcionários e estudantes”.
O advogado de Marshall Polston, Kenneth Lewis, emitiu um comunicado comemorando a reintegração do aluno e pedindo que a universidade investigue as ações da professora Areej Zufari.
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Coral com 400 alunos cantando gospel surpreende professor com câncer

Canção “Espírito Santo” foi entoada na frente da casa do docente

Um dos vídeos mais vistos do mundo nas redes sociais na última semana é uma canção de louvor. Ben Ellis, um professor de latim e estudos bíblicos de Nashville, Estados Unidos, está com câncer.
Cerca de 400 alunos o surpreenderam com uma bonita demonstração de carinho. O coral foi para a frente de sua casa, no Tennessee, para cantar “Holy Spirit You are Welcome Here” [Espírito Santo, és bem-vindo aqui].
Eles levaram uma mensagem de fé e esperança quando souberam que ele recebeu uma má notícia sobre o tratamento. Lutando há meses contra a doença, recentemente foi obrigado a abandonar as aulas por causa da quimioterapia.
Na manhã de sábado (10), os alunos dele na Christ Presbyterian Academy foram convocados pelo diretor da escola: “Ben nos amou bastante. Parem o que estão fazendo, encham os ônibus. Estamos indo para a casa dele prestar apoio”, contou à imprensa. “Foi uma espécie de incentivo”, ressalta.
O vídeo foi publicado no perfil de Facebook de um famoso cantor country da região e já passou de 28 milhões de visualizações. Em vários momentos, é possível ouvir Ellis e sua esposa acompanhando alguns versos do louvor.
Nos comentários da rede social, o pai de um desses alunos escreveu que o professor pediu que “olhassem para Jesus” e que a doença não atrapalhava sua fé em Deus.
Com informações de Telegraph via Gospel Prime
Assista aqui:

sábado, 9 de abril de 2016

HONESTIDADE & CORRUPÇÃO - Universidade promove teste para seus alunos



Sensacional a ideia do professor de engenharia André Luiz Shiguemoto da UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná de Cornélio Procópio, que estuda essa complicada e funesta relação entre honestidade & corrupção na sociedade brasileira.

Entendo que só o fato da facilidade dentro de um ambiente acadêmico, já fez com muitos alunos pensassem, antes de dar o possível calote.

Nosso povo, salvo as  precisa ser liberta do famoso "jeitinho brasileiro".

Bem,  o vídeo fala por sí mesmo, vale a pena assistir.

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