segunda-feira, 22 de setembro de 2025
Casal de Jaú transforma Kombi em Casa e Projeto de Evangelização nas Estradas
segunda-feira, 29 de agosto de 2022
Casal evangélico é o mais jovem a visitar todos países do mundo
"O Criador que nos proporcionou ver as maravilhas das obras de sua mão", celebraram Rafael e Lídia Diedrich
O casal de viajantes Rafael e Lídia Diedrich se tornou, nesta segunda-feira (29), o mais jovem a desbravar todos os países do mundo. Brasileiros e evangélicos, os dois iniciaram sua aventura internacional em agosto de 2012 e hoje celebram ter pisado nas 196 nações que o Guinness World Records (GWR) reconhece.
– Soli Deo Gloria, que tudo que fizemos e faremos possamos agradecer e apontar para o Criador que nos proporcionou ver as maravilhas das obras de sua mão! Obrigado pelo carinho que todos vocês nos mandaram nesta longa jornada. É do Brasil – comemoraram em postagem nas redes sociais.
Além de serem o casal mais jovem a rodar todo o mundo, Lídia também garantiu, de quebra, o título de mulher mais nova a realizar tal feito. Para quem pensa que a dupla começou a viajar ainda criança, se engana: Rafael e Lídia fizeram a primeira viagem internacional em 2012 e o destino escolhido foi o Chile.
Nas redes sociais, eles disseram que, quando começaram a viajar, ganhavam pouco e descobriram como explorar o mundo de maneira econômica. Hoje, os dois são famosos por dar dicas de viagem e orientar pessoas que queiram partir em uma jornada similar a deles.
Além de influenciadores digitais, os Diedrich possuem profissões voltadas para a área da saúde. Rafael é neurocientista com mestrado e doutorado, enquanto Lídia é enfermeira e pós-graduada em ginecologia e obstetrícia.
Você pode acompanhar as aventuras da família por meio do Instagram.
Fonte: Pleno News
sábado, 16 de julho de 2022
Casal cristão dá o primeiro beijo no altar e incentiva: “Tudo cooperou para o bem”
Se manter fiel aos propósitos de Deus para a vida amorosa não é algo fácil na geração atual, considerando a grande banalização da sexualidade e do próprio significado espiritual do casamento. Porém, para o casal cristão Wagner de Souza, de 25 anos, e Kelly Queiroz, de 29 anos, essa realidade não os impediu de agir diferente.
Isso porque, os noivos, desde que assumiram o namoro na igreja onde congregam, em Campo Grande, resolveram não ter qualquer tipo de intimidade antes do casamento, nem mesmo o beijo.
Antes do relacionamento, Kelly nem chegou a imaginar algo do tipo com Wagner. Ela contou como ambos se conheceram. "Ele foi para a minha igreja, começou a frequentar e ficamos no mesmo círculo de amigos. Ele demonstrava interesse em mim, mas para mim era sem chance", contou.
Professora de arte e dança, Kelly se converteu a Cristo há seis anos. A sua nova vida lhe fez elaborar uma lista de requisitos para um novo relacionamento, incluindo a opção da pureza sexual até o casamento.
"Antes de conhecer Jesus tive outros relacionamentos e quando terminei o último decidi me guardar", disse ela, lembrando de quando a visão sobre Wagner começou a mudar, aos poucos. Era Deus começando a trabalhar na vida do casal cristão.
"Comecei a enxergar umas coisas, porque eu tenho uma lista de marido pelo qual eu orava: um homem de Deus que cuidasse de mim, gostasse de artes e que tivesse disposto a dar a vida por mim", disse ela.
"Quando comecei a enxergar isso não falei para ninguém. Só para minha líder e orei alguns meses sem ele saber", completou. A troca de interesses virou namoro em setembro de 2021, até que ambos se casaram no último dia 9 desse mês, segundo o Campo Grande News.
Agora casada, Kelly comentou sobre a decisão do casal de dar o primeiro beijo apenas no altar.
"É a parte mais trabalhosa, porque é um novo jeito, é a disponibilidade para o diferente e se adaptar. Não é difícil ficar sem beijar e tudo cooperou para o bem, porque estávamos no mesmo propósito", observou.
Fonte: Gospel+
terça-feira, 15 de fevereiro de 2022
"Deus nos protegeu, e que nos deixe morrer juntos", diz casal judeu unido há 91 anos
Zechariah e Shama'a viveram como judeus órfãos no Iêmen, eles se casaram jovens para evitar a união fora de sua fé e cultura.
“Até que a morte nos separe” pode parecer um chavão que se tem mantido ao longo de gerações durante as cerimônias de casamento. Mas um casal de Israel quer levar essa regra até ao fim.
Zechariah e Shama’a estão casados há 91 anos. Os dois eram órfãos judeus nascidos no Iêmen e foram pressionados para se casarem cedo para que pudessem permanecer aceites na comunidade judaica — Zechariah tinha 12 anos e a mulher tinha 10 quando chegaram ao matrimônio. Ao todo, tiveram 11 filhos e 64 netos e bisnetos, conta a BBC.
“Um, dois, três… Já não consigo lembrar-me de quantos (filhos) é que eram. Eram muitos”, afirmou Zechariah.
Em 1948, tiveram de fugir da pobreza e da perseguição à comunidade judaica que assolou o Iêmen, tendo procurado refúgio no então recente Estado de Israel.
“Nós não tivemos muito na vida. Sofremos… não há maior sofrimento do que aquele que experimentamos, nenhum. Não tínhamos casa, [por isso] limpamos o celeiro do burro e vivemos lá”, explicou Shama’a.
Para Zechariah, o segredo para aquele casamento feliz é a ajuda de Deus. “Deus enviou-a até mim. Eu fui sortudo por tê-la comigo. As mulheres vinham até mim como um rebanho de ovelhas, mas eu não quis nenhuma delas. […] Deus protegeu-nos sempre, e que [Deus] nos deixe morrer os dois juntos.”
O amor entre os dois permanece vivo, mesmo ao fim de quase um século de casamento, como esclareceu Zechariah. “Lembrem-se, esta é a minha primeira e última mulher com quem casei, e eu nunca a descartei.”
Fonte: Guiame
quinta-feira, 10 de dezembro de 2020
Casal de pastores do Guarujá morre de Covid-19 em dois dias e deixa dois filhos com deficiência: 'Solidão'
Manuel Reginaldo Gonçalves de Oliveira, de 66 anos, e Ednalva Gonçalves de Oliveira, de 63, eram moradores de Guarujá, no litoral de São Paulo.
Casados há 43 anos, os pastores Manuel Reginaldo Gonçalves de Oliveira, de 66 anos, e Ednalva Gonçalves de Oliveira, de 63, morreram de Covid-19 em um intervalo de dois dias, em Guarujá, no litoral de São Paulo. O casal cuidava de dois filhos com deficiência e atuava em uma igreja conhecida no município. Em entrevista ao G1 nesta quinta-feira (10), a filha mais velha dos religiosos contou que tudo aconteceu muito rápido, apesar dos cuidados.
"A preocupação da minha mãe, antes de entubar, era com os filhos, medo de nos deixar sozinhos. O pior de tudo é a solidão, não poder dar um abraço", diz a operadora de caixa Vanessa Gonçalves de Oliveira, de 42 anos.
Vanessa conta que o casal passou a apresentar os primeiros sintomas no fim de novembro, mas, a princípio, imaginava que poderia ser apenas uma gripe. Com a persistência dos sintomas, eles procuraram unidades de saúde do município e descobriram que se tratava de Covid-19.
Os pastores se isolaram e passaram a fazer tratamento imediatamente. No entanto, apesar dos cuidados, o casal apresentou piora e precisou ser internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
"Tudo aconteceu nesse curto período, do dia 20 de novembro até 4 de dezembro, foi muito rápido", relembra Vanessa. Ela diz que o pai tinha diabetes e pressão alta, mesmas doenças que acometiam a mãe, que ainda sofria com asma. Os cuidados e medicamentos foram precisos e rápidos, reitera a filha do casal, mas, mesmo com a rapidez, o vírus foi fatal.
Ela revela que, pouco tempo depois de descobrir a doença, 80% do pulmão do pai já estavam comprometidos, enquanto a mãe tinha 70%. Após pouco mais de uma semana, ambos precisaram ser entubados, em datas diferentes, apresentando piora no quadro. No dia 2 de dezembro, o pastor Manoel Reginaldo morreu, em decorrência de complicações da Covid-19.
"Passamos por isso, e depois de dois dias, o hospital ligou para mim. Eu já sabia, era o mesmo telefonema que havia recebido, mas agora era da minha mãe", relembra emocionada Vanessa.
"Minha filha só os chamava de mamãe e papai, está muito chateada por não ter se despedido, quer levar flores, pede para vê-los. Meu irmão passa o dia vendo foto deles. Eu não tive outra opção, a não ser ser forte", comenta Vanessa.
"As pessoas não estão tendo consciência de nada. Eu cuidava muito dos meus pais, com todos os cuidados, mas, de alguma forma, eles tiveram contato com o vírus. As pessoas não têm responsabilidade afetiva, moral, querem viver a vida como se não houvesse amanhã. É uma geração egoísta. Peço mais empatia, porque, fazendo isso, a gente vai conseguir vencer a Covid", finaliza Vanessa.
Fonte: G1







