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segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Casal de Jaú transforma Kombi em Casa e Projeto de Evangelização nas Estradas





CASAL DE JAÚ TRANSFORMA KOMBI EM CASA E PROJETO DE EVANGELIZAÇÃO NAS ESTRADAS, no Projeto Kombíblia.



O que para muitos é apenas um veículo antigo, para Roberta e Eliel, de Jaú, tornou-se sinônimo de missão e propósito. A bordo de uma Kombi adaptada, eles percorrem o Brasil com o Projeto Kombíblia, que une três pilares simples e transformadores: pão, palavra e oração. A ideia surgiu de maneira inesperada, durante viagens de carro de passeio, quando decidiram ajudar um andarilho com água e lanche, terminando em uma conversa sobre o amor de Deus. Aquele encontro marcou o início da missão de vida do casal.

Desde então, Roberta e Eliel viajam quase sempre sozinhos, sem grandes apoios fixos, movidos apenas pela fé. Planejam rotas como a "expedição nordeste", mas ajustam o caminho conforme as circunstâncias. Entre os lugares mais marcantes, o sertão nordestino se destacou pelas lições de simplicidade e reflexão sobre como no sul e sudeste nem sempre valorizamos o que temos. Já enfrentaram desafios, como três meses parados por problemas mecânicos.

O coração do projeto está no contato com os andarilhos. Antes de sair a cada manhã, o casal ora pedindo direção e proteção. Muitos atendidos acreditam ter sido abandonados por Deus; o Kombíblia mostra que estar vivo é um milagre. Em alguns casos, os andarilhos retornaram às famílias. Com o tempo, o projeto também alcançou crianças nas cidades, distribuindo livrinhos bíblicos infantis para colorir, com a ajuda de voluntários.

A Kombi é mais que transporte: é casa, equipada com cama, fogão, geladeira, climatizador e banheiro químico, garantindo mobilidade e descobertas.

Além dos andarilhos e crianças, Roberta e Eliel visitam igrejas, compartilhando testemunhos de fé. Sustentado por doações espontâneas, o Projeto Kombíblia segue levando pão, palavra e oração. "Cada gesto é uma semente plantada. A estrada é longa, mas Deus guia cada quilômetro", resume o casal de Jaú.

Fonte: Instagram

segunda-feira, 29 de agosto de 2022

Casal evangélico é o mais jovem a visitar todos países do mundo


"O Criador que nos proporcionou ver as maravilhas das obras de sua mão", celebraram Rafael e Lídia Diedrich

O casal de viajantes Rafael e Lídia Diedrich se tornou, nesta segunda-feira (29), o mais jovem a desbravar todos os países do mundo. Brasileiros e evangélicos, os dois iniciaram sua aventura internacional em agosto de 2012 e hoje celebram ter pisado nas 196 nações que o Guinness World Records (GWR) reconhece.

Soli Deo Gloria, que tudo que fizemos e faremos possamos agradecer e apontar para o Criador que nos proporcionou ver as maravilhas das obras de sua mão! Obrigado pelo carinho que todos vocês nos mandaram nesta longa jornada. É do Brasil – comemoraram em postagem nas redes sociais.

Além de serem o casal mais jovem a rodar todo o mundo, Lídia também garantiu, de quebra, o título de mulher mais nova a realizar tal feito. Para quem pensa que a dupla começou a viajar ainda criança, se engana: Rafael e Lídia fizeram a primeira viagem internacional em 2012 e o destino escolhido foi o Chile.

Nas redes sociais, eles disseram que, quando começaram a viajar, ganhavam pouco e descobriram como explorar o mundo de maneira econômica. Hoje, os dois são famosos por dar dicas de viagem e orientar pessoas que queiram partir em uma jornada similar a deles.

Além de influenciadores digitais, os Diedrich possuem profissões voltadas para a área da saúde. Rafael é neurocientista com mestrado e doutorado, enquanto Lídia é enfermeira e pós-graduada em ginecologia e obstetrícia.

Você pode acompanhar as aventuras da família por meio do Instagram.

Fonte: Pleno News


sábado, 16 de julho de 2022

Casal cristão dá o primeiro beijo no altar e incentiva: “Tudo cooperou para o bem”

Se manter fiel aos propósitos de Deus para a vida amorosa não é algo fácil na geração atual, considerando a grande banalização da sexualidade e do próprio significado espiritual do casamento. Porém, para o casal cristão Wagner de Souza, de 25 anos, e Kelly Queiroz, de 29 anos, essa realidade não os impediu de agir diferente.

Isso porque, os noivos, desde que assumiram o namoro na igreja onde congregam, em Campo Grande, resolveram não ter qualquer tipo de intimidade antes do casamento, nem mesmo o beijo.

Antes do relacionamento, Kelly nem chegou a imaginar algo do tipo com Wagner. Ela contou como ambos se conheceram. "Ele foi para a minha igreja, começou a frequentar e ficamos no mesmo círculo de amigos. Ele demonstrava interesse em mim, mas para mim era sem chance", contou.

Professora de arte e dança, Kelly se converteu a Cristo há seis anos. A sua nova vida lhe fez elaborar uma lista de requisitos para um novo relacionamento, incluindo a opção da pureza sexual até o casamento.

"Antes de conhecer Jesus tive outros relacionamentos e quando terminei o último decidi me guardar", disse ela, lembrando de quando a visão sobre Wagner começou a mudar, aos poucos. Era Deus começando a trabalhar na vida do casal cristão.

"Comecei a enxergar umas coisas, porque eu tenho uma lista de marido pelo qual eu orava: um homem de Deus que cuidasse de mim, gostasse de artes e que tivesse disposto a dar a vida por mim", disse ela.

"Quando comecei a enxergar isso não falei para ninguém. Só para minha líder e orei alguns meses sem ele saber", completou. A troca de interesses virou namoro em setembro de 2021, até que ambos se casaram no último dia 9 desse mês, segundo o Campo Grande News.

Agora casada, Kelly comentou sobre a decisão do casal de dar o primeiro beijo apenas no altar.

"É a parte mais trabalhosa, porque é um novo jeito, é a disponibilidade para o diferente e se adaptar. Não é difícil ficar sem beijar e tudo cooperou para o bem, porque estávamos no mesmo propósito", observou.

Fonte: Gospel+

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

"Deus nos protegeu, e que nos deixe morrer juntos", diz casal judeu unido há 91 anos



Zechariah e Shama'a viveram como judeus órfãos no Iêmen, eles se casaram jovens para evitar a união fora de sua fé e cultura.

Até que a morte nos separe” pode parecer um chavão que se tem mantido ao longo de gerações durante as cerimônias de casamento. Mas um casal de Israel quer levar essa regra até ao fim.

Zechariah e Shama’a estão casados há 91 anos. Os dois eram órfãos judeus nascidos no Iêmen e foram pressionados para se casarem cedo para que pudessem permanecer aceites na comunidade judaica — Zechariah tinha 12 anos e a mulher tinha 10 quando chegaram ao matrimônio. Ao todo, tiveram 11 filhos e 64 netos e bisnetos, conta a BBC.

Um, dois, três… Já não consigo lembrar-me de quantos (filhos) é que eram. Eram muitos”, afirmou Zechariah.

Em 1948, tiveram de fugir da pobreza e da perseguição à comunidade judaica que assolou o Iêmen, tendo procurado refúgio no então recente Estado de Israel.

Nós não tivemos muito na vida. Sofremos… não há maior sofrimento do que aquele que experimentamos, nenhum. Não tínhamos casa, [por isso] limpamos o celeiro do burro e vivemos lá”, explicou Shama’a.

Para Zechariah, o segredo para aquele casamento feliz é a ajuda de Deus. “Deus enviou-a até mim. Eu fui sortudo por tê-la comigo. As mulheres vinham até mim como um rebanho de ovelhas, mas eu não quis nenhuma delas. […] Deus protegeu-nos sempre, e que [Deus] nos deixe morrer os dois juntos.”

O amor entre os dois permanece vivo, mesmo ao fim de quase um século de casamento, como esclareceu Zechariah. “Lembrem-se, esta é a minha primeira e última mulher com quem casei, e eu nunca a descartei.

Fonte: Guiame

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Casal de pastores do Guarujá morre de Covid-19 em dois dias e deixa dois filhos com deficiência: 'Solidão'


Manuel Reginaldo Gonçalves de Oliveira, de 66 anos, e Ednalva Gonçalves de Oliveira, de 63, eram moradores de Guarujá, no litoral de São Paulo.


Casados há 43 anos, os pastores Manuel Reginaldo Gonçalves de Oliveira, de 66 anos, e Ednalva Gonçalves de Oliveira, de 63, morreram de Covid-19 em um intervalo de dois dias, em Guarujá, no litoral de São Paulo. O casal cuidava de dois filhos com deficiência e atuava em uma igreja conhecida no município. Em entrevista ao G1 nesta quinta-feira (10), a filha mais velha dos religiosos contou que tudo aconteceu muito rápido, apesar dos cuidados.

"A preocupação da minha mãe, antes de entubar, era com os filhos, medo de nos deixar sozinhos. O pior de tudo é a solidão, não poder dar um abraço", diz a operadora de caixa Vanessa Gonçalves de Oliveira, de 42 anos.

Vanessa conta que o casal passou a apresentar os primeiros sintomas no fim de novembro, mas, a princípio, imaginava que poderia ser apenas uma gripe. Com a persistência dos sintomas, eles procuraram unidades de saúde do município e descobriram que se tratava de Covid-19.

Os pastores se isolaram e passaram a fazer tratamento imediatamente. No entanto, apesar dos cuidados, o casal apresentou piora e precisou ser internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

"Tudo aconteceu nesse curto período, do dia 20 de novembro até 4 de dezembro, foi muito rápido", relembra Vanessa. Ela diz que o pai tinha diabetes e pressão alta, mesmas doenças que acometiam a mãe, que ainda sofria com asma. Os cuidados e medicamentos foram precisos e rápidos, reitera a filha do casal, mas, mesmo com a rapidez, o vírus foi fatal.

Ela revela que, pouco tempo depois de descobrir a doença, 80% do pulmão do pai já estavam comprometidos, enquanto a mãe tinha 70%. Após pouco mais de uma semana, ambos precisaram ser entubados, em datas diferentes, apresentando piora no quadro. No dia 2 de dezembro, o pastor Manoel Reginaldo morreu, em decorrência de complicações da Covid-19.

"Passamos por isso, e depois de dois dias, o hospital ligou para mim. Eu já sabia, era o mesmo telefonema que havia recebido, mas agora era da minha mãe", relembra emocionada Vanessa.
A operadora de caixa foi às redes sociais, dias após a morte dos pais, para falar a respeito e agradecer ao carinho dos fiéis da Igreja Assembleia de Deus de Guarujá, onde os pais ministravam. Pastores há 30 anos, eles passaram por diversas dificuldades, dentre elas, a situação com outros dois filhos, de 25 e 37 anos. A moça tem microcefalia e o rapaz tem síndrome de Down. Além da experiência com os dois, a neta do casal, filha de Vanessa, sofre com autismo.
"Minha filha só os chamava de mamãe e papai, está muito chateada por não ter se despedido, quer levar flores, pede para vê-los. Meu irmão passa o dia vendo foto deles. Eu não tive outra opção, a não ser ser forte", comenta Vanessa.
Apesar da tristeza e da rapidez com que os pais faleceram, ela diz que quer dar continuidade a tudo que eles fizeram, e que vai cursar Serviço Social, sonho de longa data, que teve a chance de contar ao pai antes da morte. Ela conta que Manuel veio de Minas Gerais, e sua mãe, de Sergipe, e que construíram a vida com dificuldades e empecilhos. "Eu quero que minha vida seja sequência do que foi a vida deles, eu quero seguir adiante, com alegria, gratidão e amor a Deus", complementa.

Em um momento de luto e responsável pelos irmãos e a filha, Vanessa pede consciência, e relembra os dias difíceis no hospital, para alertar amigos e familiares.

 

"As pessoas não estão tendo consciência de nada. Eu cuidava muito dos meus pais, com todos os cuidados, mas, de alguma forma, eles tiveram contato com o vírus. As pessoas não têm responsabilidade afetiva, moral, querem viver a vida como se não houvesse amanhã. É uma geração egoísta. Peço mais empatia, porque, fazendo isso, a gente vai conseguir vencer a Covid", finaliza Vanessa.

 

Fonte: G1

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Casal cristão com coronavírus morre lado a lado em hospital com diferença de horas

O testemunho de vida do casal cristão Francisco Paulo de Souza, de 79 anos, e Eda Mary Jordão de Souza, de 76, será lembrado por amigos, familiares e irmãos em Cristo como um exemplo de fé, amor e superação.
Casados há 56 anos, os dois haviam se contaminado com o novo coronavírus e precisaram ficar internados em um hospital particular em Palmas, no Tocantins, mas infelizmente não resistiram às complicações da doença e vieram a falecer no último dia 14, sexta-feira.
Primeiro faleceu Paulo e horas dois a sua esposa, Eda. Ambos estavam em leitos próximos no hospital, lado a lado. O exemplo de vida e amor do casal comoveu até mesmo a equipe de saúde local.
Paulo era diácono em uma igreja da região. Seu pastor lembrou do bom testemunho deixado por ele.
"Quando ele faleceu, uma das características que o pessoal mais salientava era sua receptividade. O abraço, o afeto que ele tinha para com todos que vinham na igreja", disse o pastor Danilo Alves, da igreja em que Francisco Paulo era diácono, segundo o G1.

"Sou um milagre"

Outros cristãos que também foram infectados com o coronavírus não partiram para a presença de Deus por causa da doença. Na verdade, a maioria conseguiu se recuperar e algumas dessas pessoas acreditam que por intervenção divida.
É o caso da técnica de enfermagem Djenane Pereira Fernandes Almeida, que chegou a ficar internada na UTI e ter os seus pulmões comprometidos em até 50%.
"As minhas dores viraram desespero. Por ser diabética, eu sabia que meu corpo não resistiria a uma intubação. Quando a ambulância chegou para me levar, um funcionário perguntou se eu acreditava em Deus. Eu disse que sim e que, por isso, ficaria tudo bem", disse ela, conforme notícia do Gospel Mais.
Felizmente, após uma madrugada de orações e dias de internação, Djenane conseguiu acordar no outro dia louvando a Deus, mostrando que estava recuperada das complicações da covid-19.
"Eu tive que aprender a respirar de novo e  falei com Deus novamente: 'Daqui eu vou para minha casa'. Eu sou um verdadeiro milagre Dele, nasci de novo", disse ela.
Fonte: Gospel+

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Covid-19: separados por um janela, homem canta louvor para a esposa doente

O amor dá prova do seu valor nas situações de grandes dificuldades. Um casal que mora em Montgomery, localizado no estado do Alabama, Estados Unidos, exemplifica essa verdade em um momento crítico de pandemia por causa do avanço do Covid-19.
John Kline, professor da Universidade de Troy, não imaginava o que poderia separá-lo da esposa há alguns meses atrás, antes do vírus Covid-19 ter surgido na China no começo desse ano. A sua rotina, no entanto, entre aulas e cuidados com a esposa, foi radicalmente alterada.
Kline não pode mais entrar em contato físico com a "doce Ann", como chama a sua mulher. Ela, que sofre com o Alzheimer há 17 anos, agora precisa ficar sem a companhia constante do marido em uma clínica para idosos.
Para tentar amenizar o distanciamento e a saudade, o homem vai ao encontro da esposa na clínica e mesmo sem poder se aproximar, canta para ela louvores a Deus do lado de fora da clínica, onde fica separado da mulher por uma janela de vidro.
"Estou tentando afirmar que não importa o que aconteça, não há motivo para desistir do amor. Se ela chegar a um ponto que não me reconhece mais, ainda assim irei vê-la, porque eu ainda a reconhecerei", disse ele, segundo informações do Montgomery Advertiser.
O testemunho de fé, amor e dedicação foi compartilhado por Kline em sua conta no Facebook. Ele ressaltou que a eternidade ao lado da esposa, no Reino de Deus, é o momento mais aguardado no momento.
"Eu amo minha doce Ann e estou ansioso para passar a eternidade com ela. Deus te abençoe por assistir – e se você ouviu, bem, isso foi porque você queria ouvir Ann cantar", escreveu o idoso.
O momento em que Kline e Ann cantam juntos, mesmo separados pela janela, pode ser visto no vídeo abaixo:
Fonte: Gospel+
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