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quinta-feira, 10 de março de 2022

Ministro da Educação, pastor Milton Ribeiro, afirma que ensinar diversidade sexual é ‘coisa errada’

Nós não vamos permitir que a educação brasileira vá por um caminho de tentar ensinar coisa errada para as crianças", disse o ministro.


Uma competição no estilo "Master Chef" envolvendo 15 merendeiras de escolas públicas brasileiras, selecionadas por diferentes regiões do país a partir de critérios técnicos, irá premiar com uma viagem e uma quantia em dinheiro a melhor profissional que, durante o ano letivo, prepara as refeições para centenas ou milhares de crianças.

É o Merendeiras do Brasil, um reality show de iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que foi apresentado nesta terça-feira (8) em coletiva de imprensa em Brasília.

O programa, dividido em oito episódios, será gravado e posteriormente exibido aos domingos no canal aberto RedeTV. Mas, durante dado momento do evento de divulgação da iniciativa, o assunto ficou um tanto quanto ofuscado.

Durante o lançamento do programa, nesta terça-feira, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, chamou atenção ao dirigir-se às merendeiras afirmando que, além da questão alimentar, é um papel delas, também, o cuidado para que as crianças não sejam "incentivadas" a mudar de gênero. Ele definiu a educação sobre diversidade sexual para alunos de 6 a 10 anos como uma "coisa errada" e que os "violenta".

"Nós não vamos permitir que a educação brasileira vá por um caminho de tentar ensinar coisa errada para as crianças. Coisa errada se aprende na rua. Dentro da escola, a gente aprende o que é bom, o correto, o civismo, o patriotismo. Por isso que tem um grupo da população que infelizmente me critica, mas tenho certeza que as merendeiras, mães, avós estão comigo. Eu quero cuidar das crianças. Não vou permitir que ninguém violente a inocência das crianças nas escolas públicas. Esse é um compromisso do nosso presidente. Não tem esse negócio de ensinar: você nasceu homem, pode ser mulher. Respeito todas as orientações. Mas uma coisa é respeitar, incentivar é outro passo", disse o ministro, escapando do tema do reality show, diante das participantes.

Ribeiro citou o país laico ao justificar que respeita as diferenças, e disse não ter vergonha de ser contrário à educação sexual de gênero às crianças nas escolas. Também relembrou processo que corre no STF, a pedido da Procuradoria-Geral da República, que investiga se ele foi homofóbico em declarações de 2020, quando dentre outras coisas ligou a homossexualidade a famílias desajustadas.

"Eu respeito, e tenho dito isso. Mas não vou permitir que, com crianças de 6 a 10 anos, um professor chegue e diga que se ela nasceu homem, se quiser pode ser mulher. Isso eu falo publicamente, mesmo. Por isso que meu processo já está lá no STF. Não tenho vergonha de falar isso. Não tenho compromisso com o erro. Temos que respeitar todos, nosso país é laico, mas tenho certeza que as merendeiras do Brasil que cuidam das crianças também têm esse cuidado todo especial. Não apenas com o que se come, mas com o que se aprende intelectualmente", completou.

O programa

Além do ministro, participaram do lançamento o presidente do FNDE, Marcelo Ponte, e a coordenadora-geral do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), Karine Santos. De acordo com o MEC, a seleção das participantes foi feita com base em seus desempenhos no PNAE. São três mulheres de cada região do país, que representam cidades como Mogi das Cruzes (SP), Vassouras (RJ), Maracaju (MS), Sorriso (MT), entre outras. Elas serão submetidas a diferentes provas culinárias, num formato parecido com o dos realities do gênero já conhecidos do público.

"Nós estamos representando mais de 300 mil merendeiras do País. O trabalho vai além de preparar a comida para as crianças. É um ato de amor, carinho e afeto. Podemos contar inúmeras histórias de crianças que têm a merenda como sua principal refeição diária e criam conosco uma relação de afeto e lembranças que ficam pela vida toda. Nós agradecemos por essa oportunidade e já nos sentimos vencedoras por estarmos aqui", disse a merendeira Geralda de Oliveira Leite Silvano, de Mogi das Cruzes (SP), durante o lançamento do programa.

"Voltaremos para casa já nos sentindo valorizadas profissionalmente e, com certeza, com muito aprendizado", finalizou.

Fonte: Último Segundo via Folha Gospel

terça-feira, 19 de outubro de 2021

Jornal O Globo diz que acusar Bolsonaro de genocídio é “abuso”

Veículo afirmou que não há qualquer prática do governo federal que possa ser enquadrada como "genocídio"

Em um editorial publicado nesta terça-feira (19), com o título É um abuso acusar Bolsonaro de genocídio, o jornal O Globo afirmou que o senador Renan Calheiros (MDB-AL) “está errado” ao tentar incluir o “genocídio de indígenas” entre os 11 tipos de crime que pretende atribuir ao presidente Jair Bolsonaro em seu relatório da CPI da Covid.

É compreensível o interesse político do senador Renan Calheiros, relator da CPI da Covid, em associar a palavra “genocídio” ao presidente Jair Bolsonaro […] Renan faz eco ao grito que tomou conta das manifestações antibolsonaristas e desfralda uma bandeira que todos os adversários do presidente empunharão na campanha eleitoral de 2022. Mas está errado – afirma o jornal.

No texto, o veículo afirma que a palavra genocídio é “uma daquelas que devem ser usadas com a maior parcimônia, sob pena de banalizar o mais hediondo dos crimes” e destaca que as definições do termo ao longo da história o caracterizam como uma série de atos cometidos “com a intenção de destruir, no todo ou em parte, grupo nacional, étnico, racial ou religioso”.

Editorial publicado pelo jornal O Globo Foto: Reprodução/Jornal O Globo

Por conta disso, segundo o jornal, apesar das acusações feitas por Renan Calheiros em seu relatório, não há qualquer comprovação de que o governo teve a “intenção de destruir, no todo ou em parte” qualquer grupo étnico específico, ou seja, nenhuma prática da administração Bolsonaro pode ser enquadrada como genocídio.

Entretanto, mesmo isentando o governo Bolsonaro da prática de genocídio, o veículo ainda assim acusa o governo federal de “omissão criminosa” e de ser “responsável por centenas de mortes, resultantes da falta de vacinas, da insistência em tratamentos ineficazes, da resistência a combater as invasões e o desmatamento que introduziram o vírus” em comunidades indígenas.

Fonte: Pleno News

sábado, 10 de novembro de 2018

Ciro Gomes cai em piada de perfil de humor e erra ao criticar Paulo Guedes

Durante uma entrevista ao jornalista Roberto D’Avila, da Globo News, nesta sexta-feira (9), Ciro Gomes (PDT) deixou claro que confundiu a piada de um perfil de humor com uma notícia verdadeira.
Trata-se da página Falha de S. Paulo, que satiriza reportagens jornalísticas e o periódico Folha de S. Paulo. Em uma publicação desta segunda-feira (5), o perfil humorístico colocou uma foto de Paulo Guedes e uma frase, que teria sido do futuro ministro da Economia a um jornalista.
Na entrevista na GloboNews, Ciro Gomes então reproduziu a frase, criticando Guedes por seu suposto mal comportamento. Ainda criou um contexto para a frase fictícia.
Quem está dizendo bobagem a 3/4 é o Guedes! Posso falar uma coisa escatológica? Um jornalista perguntou para ele quais eram as empresas prioritárias para privatização. Ele disse: “são aquelas envolvidas no c* dos curiosos” – alegou.
“Vou privatizar cu de curioso”, responde Paulo Guedes após jornalista perguntar quais estatais ele pretende privatizar
Ao saber da história, a própria Falha de S. Paulo satirizou a gafe de Gomes.
O Ciro Gomes citou meu tuíte do Paulo Guedes privatizar c* de curioso e falou na GloboNews como se fosse verdade! Esse povo esquece de olhar as fontes – escreveu o perfil.
Fonte: Pleno News

ASSISTA A ENTREVISTA DE CIRO GOMES A ROBERTO D'ÁVILA NA GLOBO NEWS AQUI


quinta-feira, 22 de março de 2018

Mark Zuckerberg reconhece responsabilidade do Facebook e admite erros


O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, rompeu o silêncio nessa quarta-feira (21) sobre o escândalo do uso de dados pessoais em sua rede social, assegurando que a companhia cometeu "erros" e deve fazer mais para resolver o problema.
"Temos a responsabilidade de proteger seus dados e se não pudemos, não merecemos servi-los", escreveu em seu mural Zuckerberg no primeiro que fez após o escândalo vir à tona.
"As medidas mais importantes para isto não ocorrer de novo foram tomadas há anos, mas também cometemos erros e há mais por fazer", acrescentou.
Zuckerberg se disse "responsável do que acontece" no Facebook e prometeu oferecer aos usuários uma melhor utilização de seus dados pessoais.
Em outra entrevista, concedida à CNN, Zuckerberg reconheceu que ocorreu "um abuso de confiança muito grave". "Nossa responsabilidade é a de evitar que isto volte a acontecer".
Sua chefe de operações (COO), Sheryl Sandberg, ecoou os comentários de Zuckerberg. "Sabemos que isso foi uma grande violação à confiança das pessoas e sinto muitíssimo que não tenhamos feito mais para lidar com isso", lamentou em comunicado.
O Facebook está no meio de uma tempestade, depois que a empresa de análise de dados Cambridge Analytica (CA) foi acusada de ter obtido sem consentimento dados de 50 milhões de usuários para elaborar um programa que permite prever a votação dos eleitores, com o qual influenciou a campanha presidencial de Donald Trump em 2016.
A rede ABC informou que o procurador especial Robert Mueller, que investiga se houve conluio entre Rússia e a equipe de campanha de Trump, revisa o papel da CA nas eleições
Citando fontes anônimas, a ABC afirmou que vários especialistas digitais que trabalharam para a campanha de Trump se reuniram a portas fechadas com a equipe do procurador.
A CA argumenta que não usou a informação do Facebook na campanha.
O psicólogo que desenvolveu o aplicativo que serviu à Cambridge Analytica para obter os dados dos usuários para fins eleitorais disse nesta quarta-feira que o mesmo era legal e se ajustava aos termos de uso.
Aleksandr Kogan, professor de psicologia da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, lamentou, em declarações à BBC, que tanto o Facebook quanto a Cambridge Analytica o estejam usando como "bode expiatório", ao culpá-lo de uso ilegal de dados pessoais.
"Minha opinião é que estou sendo usado basicamente como bode expiatório", defendeu-se Kogan, no centro de um escândalo que custou ao Facebook uma desvalorização de 7% na bolsa de Nova York em três dias – nesta quarta-feira, seus papéis recuperaram 2%, após perder 9%.
"Honestamente, pensava que agíssemos de forma apropriada, achava que fazíamos algo normal", avaliou o psicólogo, nascido na Moldávia e criado na Rússia até que sua família se mudou para os Estados Unidos quando ele tinha 7 anos, segundo dados biográficos citados pelo "Varsity", um jornal de Cambridge.
Este pesquisador desenvolveu um aplicativo denominado "This is Your Digital Life" (Esta é a sua vida digital).
Tratava-se de uma das centenas de pesquisas aparentemente inofensivas que circulam no Facebook e em outras redes sociais, do tipo "Que Pokemon é você?" ou "Quais são as palavras que você mais usa?".
Cerco ao Facebook
O caso alavancou um movimento de debandada do Facebook, uma iniciativa que recebeu o apoio, nesta quarta-feira, de um dos fundadores do WhatsApp.
Fonte: Correio Braziliense via Verdade Gospel

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Pr. Claudionor Corrêa dá exemplo de humildade nas redes sociais ao reconhecer erro


O Pr. Claudionor Corrêa de Andrade, comentarista das Lições Bíblicas deste trimestre (4o./ 2015), que também atua junto ao Pr. Antônio Gilberto, como consultor teológico da CPAD, deu um exemplo de humildade, ao vir a público através das redes sociais, reconhecer um erro na lição bíblica do último domingo, 13.12.2015, e pedir desculpas aos seus leitores.

O pr. Claudionor não transferiu responsabilidades, nem utilizou-se de desculpas evasivas, ainda que saibamos que a revisão editorial passou pelo crivo de várias pessoas, porém, na condição de comentarista da lição, chamou o fato para sí e assumiu a culpa.

Uma atitude no mínimo louvável para alguém da sua envergadura. Um exemplo para muitos obreiros mais novos, que atuam em várias áreas ministeriais, os quais teem grande dificuldade em admitir um erro.

Confira abaixo a publicação em sua fanpage no facebook:

AOS MEUS QUERIDOS LEITORES, MINHAS HUMILDES DESCULPAS
Na lição do último domingo, cometi um grave erro histórico. Afirmei que Abraão, que ainda se chamava Abrão, em seu encontro com Melquisedeque, deu-lhe os dízimos de seus bens pessoais, e não dos despojos de guerra. Curiosamente, no livro "O Começo de Todas as Coisas", que escrevi para subsidiar a revista, a informação está correta, conforme você pode constatar:"Já no encerramento do culto, Abraão serve a Deus com os seus dízimos. Ao rei de Salém, entrega o melhor de seus haveres (Gn 14.20). Tão liberal mostrou-se o patriarca, que, além de não aceitar a oferta de Bera, rei de Sodoma, fez questão de externar materialmente o que, espiritualmente, havia recebido. Até mesmo dos despojos de guerra, que estavam em seu poder, deu ele o dízimo (Hb 7:4).
"Na verdade, Abraão nenhum despojo quis para si, mas desse mesmo despojo, pagou o dízimo ao Senhor pelas mãos de Melquisedeque". Confira, por favor, "O Começo de Todas as Coisas", página 119.
Ambos os textos (o da lição e o do livro) foram escritos por mim. Mas, na lição, infelizmente, cometi um deslize, do qual peço humildes desculpas aos meus queridos leitores, que jamais me faltaram com o seu carinho. 
O escrever é um ministério glorioso. Todavia, estressante e cheio de percalços. Somente os autores da Bíblia Sagrada escreveram inspirada e inerrantemente. Por isso, a Palavra de Deus é perfeita, eterna e sumamente bela. Nenhum profeta ou apóstolo teve de ir às redes sociais, como faço agora, para pedir desculpas por um erro cometido. Portanto, em primeiro lugar, a Bíblia Sagrada. É o Livro De Deus. Eis como o salmista a descreve: "Tenho visto que toda perfeição tem seu limite; mas o teu mandamento é ilimitado" (Salmo 119:96). 
Por favor, perdoe-me. Se Deus não estiver comigo, nada poderei fazer. A Ele, e somente a Ele, toda a glória. 
Irmão Claudionor

Que Deus nos ajude  seguir esse exemplo do servo do Senhor, pastor Claudionor Corrêa de Andrade. Postei por entender que em tempos trabalhosos, o faro merecia o registro.
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