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segunda-feira, 19 de maio de 2025

UM SALVO PODE PERDER A SALVAÇÃO? - Podcast com o Pr. Daladier Lima



No episódio acima do Podcast da AD Seara, foi entrevistado o Pr. Daladier Lima. A conversa versou sobre um dos temas mais debatidos da teologia cristã: Um salvo pode perder a salvação?

À luz das Escrituras, os participantes se debruçaram sobre a doutrina da salvação, a segurança eterna, o livre-arbítrio e os riscos de uma fé sem frutos. Um bate-papo teológico, bíblico e profundamente necessário para os dias atuais!

Assista e compartilhe essa conversa edificante e esclarecedora sobre um dos pilares da fé cristã!



LEIA O ESCLARECIMENTO ABAIXO


terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Irmão de Eduardo Campos relata ameaça de morte e pede proteção a Moro


Presidente da Fundação Joaquim Nabuco, Antônio Campos alega que ameaças voltaram a acontecer após dar entrevista.

Tio do deputado João Campos (PSB-PE), o presidente da Fundação Joaquim Nabuco, entidade ligada ao Ministério da Educação, Antônio Campos, alega ser alvo de ameaças de morte e, por isso, vai pedir proteção ao ministro da Justiça, Sérgio Moro. Ele não quis dizer quem é o autor das ameaças.
"Estarei protocolando, na data de hoje, requerimento perante o Ministro da Justiça comunicando os fatos de forma circunstanciada e pedindo as garantias de vida e as prerrogativas de testemunha juramentada não ser intimidada" disse, em nota.
Único irmão do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, Tonca, como é conhecido, afirmou que as ameaças são antigas, mas que voltaram a ocorrer após conceder entrevista ao Estado na qual trata dos desentendimentos com o sobrinho deputado e após ser ouvido como testemunha em um investigação do Ministério Público Federal pernambucano. A apuração, segundo Tonca, está relacionada à gestão do PSB no Estado.
Antônio Campos esteve no centro de uma briga política fratricida em Pernambuco que envolve, além de sobrinho João Campos, a mãe, a ministra do Tribunal de Contas da União (TCU) Ana Arraes.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Eleições na Nigéria são adiadas por falta de segurança

De acordo com o governo e com a situação apresentada em torno do pleito que aconteceria hoje na Nigéria, decisão foi tomada por razões de segurança


Depois de uma série de ataques, que inclusive prejudicou o exercício do voto aos cristãos de algumas comunidades nigerianas, as eleições no país que aconteceriam hoje (16) foram postergadas para a próxima semana, dia 23. 

Fatos similares já aconteceram em torno de outras eleições presidenciais. O anúncio aconteceu no meio da noite, poucas horas antes da abertura das urnas.
 
Segundo a comissão eleitoral nacional, "alguns desafios" impediram a realização da votação neste final de semana. Inclusive, há relatos de que as cédulas foram destruídas em alguns locais ou simplesmente não conseguiram chegar a outras seções eleitorais do país, que hoje é a maior democracia no continente africano.

Segundo a agência Associated Press, o líder da comissão eleitoral, Mahmoud Yakubu, declarou que "esta foi uma decisão difícil de tomar, mas necessária para o sucesso das eleições e a consolidação da nossa democracia".
Entre a população, as reações foram as mais variadas, e os dois movimentos políticos envolvidos na eleição acusam um ao outro de causar distúrbios que levaram à decisão tomada pelos responsáveis pelo pleito. 
Ore pela situação política na Nigéria, onde tantos cristãos não veem seus direitos garantidos pelo governo e seguem enfrentando o peso da perseguição em ataques violentos, sequestros e execuções. Que o tempo um pouco maior até as eleições traga clareza ao povo nigeriano, e que o Reino de Deus seja estabelecido ali.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Líderes evangélicos divergem sobre posse de armas de fogo no Brasil


Decreto assinado pelo presidente da República coloca regras e autoriza a posse de armas em lugares determinados – porte ainda não foi discutido.


Em cumprimento à promessa feita durante a campanha eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro assinou, nesta terça-feira (15), decreto que autoriza a posse de armas em residências, estabelecimentos comerciais e propriedades rurais.

Matéria publicada pelo jornal O Globo mostra que lideranças evangélicas brasileiras, que apoiaram o presidente durante a campanha eleitoral, não estão totalmente de acordo com a decisão.

Líder da Igreja Sara Nossa Terra, o bispo Robson Rodovalho se diz a favor da posse de armas em áreas rurais. Ele justifica a ausência de segurança nessas localidades.

Rodovalho, no entanto, diz temer conflitos em locais públicos caso seja autorizado o porte (a possibilidade de as pessoas andarem armadas). "Não queremos bang-bang", explicou o presidente da Sara Nossa terra.

Silas Malafaia, líder da Igreja Vitória em Cristo, manifestou-se contrário à ideia, mas reconhece que há apoio entre fiéis: "Eu pessoalmente sou contra armas e qualquer tipo de armamento".

Presidente da Assembleia de Deus de Madureira, o bispo Samuel Ferreira foi um dos líderes que manifestaram essa preocupação com relação a armas desde a campanha eleitoral, segundo pessoas próximas.

O deputado Sóstenes Cavalcante, do Rio de Janeiro, que compõe a bancada evangélica da Câmara, reconhece que a questão do porte e da posse de armas é sensível entre os evangélicos. "Uma coisa é a posse dentro da casa, outra coisa é o porte", explica.

"A maioria dos evangélicos não quer ter armas. Defendemos a vida. A gente sabe que isso vai provocar mortes em discussões de trânsito, em bar, assim como uma maior incidência de casos de violência como ocorrem nos Estados Unidos", afirma o deputado, em referência a episódios em que atiradores fazem vítimas.

Também pastor, Sóstenes diz que "a nossa defesa é Deus e, depois, estão as instituições terrenais de segurança pública".

Apoios ao porte

Presidente da Convenção da Assembleia de Deus no Brasil (CADB) e líder da Igreja-Mãe, em Belém do Pará, Samuel Câmara, admite a possibilidade do porte: "O estado precisa se mostrar eficiente no combate aos bandidos. Caso contrário, o homem de bem terá que se habilitar ao porte para legítima defesa", justificou.

Outra opinião favorável é a do o deputado Marcos Rogério, de Rondônia. Integrante da bancada evangélica, o parlamentar acredita que a autorização para porte e posse de arma pode contribuir para a melhora da sensação de segurança.

"Hoje você proíbe as pessoas de bem de terem armas, mas o bandido está armado. É claro que é preciso de critérios claros e justificáveis para conceder a licença", opinou o deputado que é membro da Assembleia de Deus.

Justificativas para a posse

O presidente Jair Bolsonaro justificou a assinatura do decreto dizendo, durante cerimônia no Palácio do Planalto, que "o povo decidiu por comprar armas e munições, e nós não podemos negar", referindo-se ao referendo sobre a liberação das armas que houve em 2018. Na época, os eleitores disseram-se a favor da posse.


Em pesquisa do Datafolha realizada no final do ano passado, seis em cada 10 brasileiros (totalizando 61%) consideraram que a posse de arma de fogo deve ser proibida por representar ameaça à vida de outras pessoas.

Regras
O decreto traz as regras que devem ser seguidas em todo o país. Entre elas está o limite de compras para até quatro armas por pessoa. Mas em seu discurso, o presidente disse que esse número pode ser maior caso o interessado tenha mais propriedades e comprove a necessidade de obter um número maior.
O decreto também muda o registro de armas, que de 5 anos vai para 10 anos e cria pré-requisitos objetivos que precisam ser apresentados a um delegado da Polícia Federal para autorização da posse.

O decreto alcança moradores de cidades violentas, de áreas rurais, servidores públicos que exercem funções com poder de polícia e proprietários de estabelecimentos comerciais. Também serão beneficiadas pessoas que atualmente estão em situação de irregularidade, como prazo expirado para o registro.

A renovação do registro de posse poderá ser feita automaticamente por dez anos. Isso para as pessoas que estão em situação regular, mas que haviam obtido a validade pela legislação anterior, que previa prazo de cinco anos.

Há ainda a exigência de que pessoas que tenham crianças, adolescentes ou pessoas com deficiência mental em casa apresentem uma declaração de que a residência possui cofre ou local seguro com tranca para armazenamento.

Fonte: Guiame

sábado, 12 de janeiro de 2019

Crime organizado derruba torre de energia no Ceará no 11º dia de violência

No 11º dia da onda de violência no Ceará, um grupo de criminosos derrubou uma torre de transmissão de energia em Maracanaú.
Bandidos também explodiram, na madrugada deste sábado (12), uma bomba em uma concessionária de veículos em Fortaleza, capital do estado. Até o momento já foram 194 ataques confirmados em 93 municípios.
A Polícia Militar informou que parte da torre de transmissão foi explodida, fazendo com que o equipamento caísse. Por causa do ataque, alguns bairros de Fortaleza e cidades da Região Metropolitana, entre elas Cascavel, Eusébio, Maranguape, Itaitinga e Maracanaú, tiveram queda de energia.
Ao portal G1, no entanto, a Enel Distribuição Ceará informou que a queda da torre de transmissão não interrompeu ou fornecimento de energia aos clientes.
Já o ataque à concessionária ocorreu por volta de 5h da manhã. Ninguém ficou ferido com a explosão. Os suspeitos ainda estão sendo procurados.
ENTENDA

Os ataques violentos começaram no dia 2 de janeiro. Criminosos atearam fogo em ônibus, carros e empresas de telefonia e invadiram prédios públicos. Nesta quinta-feira, eles chegaram a explodir bombas embaixo de dois viadutos da capital. As detonações danificaram a estrutura da base do metrô, mas não provocaram desmoronamentos.

Os crimes aconteceram em 43 municípios cearenses. Facções tiveram envolvimento confirmado nos 194 ataques registrados até agora. Dos 287 presos, 35 são integrantes de organizações criminosas. Eles foram transferidos para presídios federais.
O Conselho Penitenciário do Estado do Ceará afirmou que essa é uma represália contra o secretário Mauro Albuquerque, mas vídeos divulgados pelos próprios bandidos citam diretamente o presidente Jair Bolsonaro.
Fonte: Pleno News

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Cantora Sarah Farias faz pedido de oração pelo Ceará

"Vendo com preocupação tudo que está acontecendo", avaliou

Neste sábado (5), a cantora Sarah Farias fez um pedido aos seus seguidores das redes sociais. Ela conclamou uma mobilização de oração e jejum pelo fim da onda de violência no estado do Ceará.
Vendo com preocupação tudo que está acontecendo no lindo estado do Ceará – declarou.
A artista ressaltou ainda uma espécie de presságio que teve antes dos ataques acontecerem.
Na última vez que cantei no Ceará , ano passado, eu comentei com os pastores e esposas que estava sentindo um peso espiritual no estado. E fico triste com os últimos acontecimentos – escreveu ela.
Sarah deixou uma mensagem de consolo e encorajamento para a Igreja do estado. Ela também compartilhou seu pedido a Deus em prol da melhora da situação.
Quero dizer a Igreja no Ceará que estou com vocês em oração. Senhor, leva teu povo para o jejum, para o arrependimento e para a oração e sara a terra ferida pelo derramamento de sangue. Levanta teus atalaias novamente e que eles subam nos seus postos de vigia! Orem pelo Ceará – concluiu.
Fonte: Pleno News

domingo, 30 de dezembro de 2018

Grupo terrorista ameaça realizar atentado na posse de Bolsonaro


Organização que se define como terrorista ameaçou promover um atentado na cerimônia de posse. Polícia Federal está investigando o caso.


Um grupo que se define como terrorista emitiu uma ameaça terrorista na posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, marcada para 1º de janeiro. O caso está sendo investigado em um inquérito pela Polícia Federal.

O grupo autointitulado "Maldição Ancestral", autodenominado anti político e terrorista,  publicou em seu site um texto considerado pela Polícia Civil como ameaça a Bolsonaro.

"Se a facada não foi suficiente para matar Bolsonaro, talvez ele venha a ter mais surpresas em algum outro momento, já que não somos os únicos a querer a sua cabeça", diz o trecho do texto.

"Dia 01 de Janeiro de 2019 haverá aqui em Brasília a posse presidencial, e estamos em Brasília e temos armas e mais explosivos estocados...", acrescentou o grupo, que afirma estar "em tocaia terrorística contra o progresso humano".

O grupo ainda reivindicou ter colocado uma bomba ao lado da Igreja Santuário Menino Jesus, no centro de Brazlândia, região administrativa do Distrito Federal, na madrugada de Natal, 25 de dezembro. O artefato explosivo foi desarmado pela Polícia Militar, segundo o site Metrópoles.

A organização também afirma ter ligações com duas das maiores facções criminosas do país. "Nos alinhamos com o PCC [Primeiro Comando da Capital] no que diz respeito aos planos de ataques terroristas com explosivos C-4 que seriam perpetrados pela facção paulista durante as eleições. Isso não é uma aliança, é um alinhamento criminal que se refere a objetivos, logo a polícia pode também ser um alvo nosso, é parte de nosso posicionamento anti político", diz texto do grupo.

Uma fonte na Polícia Federal disse ao Estadão que o protocolo de segurança da PF no dia da posse não será alterado por causa dessa ameaça. A Polícia Federal, no entanto, faz apenas a segurança mais próxima do presidente eleito.

Outros órgãos também atuarão no dia 1º de janeiro, como o GSI, o Exército, a Força Nacional e a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. A PF não tem como afirmar se outros órgãos mudarão algo no esquema de segurança.

Fonte: Guiame

sexta-feira, 1 de junho de 2018

CGADB adere à campanha de oração pela Segurança Pública


Campanha proposta pelo Ministério da Segurança Pública acontece entre os dias 3 e 10 de junho em várias igrejas e grupos religiosos pelo Brasil


Pela segunda vez em menos de 30 dias, o Ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, se reuniu com as lideranças religiosas do país, para propor o lançamento de uma Campanha de Oração em favor da segurança no país. O pastor José Wellington Costa Junior, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) foi representado no encontro pelo capelão e pastor Agostinho Gomes da Silva Filho, presidente do Conselho de Capelania da CGADB. As reuniões aconteceram nos dias 30 de abril e 22 de maio.

O pastor e capelão Agostinho Gomes esteve em Brasília acompanhado de sua esposa, Silvia Regina Gomes, assistente social e presidente do Concafe (Comitê Nacional de Capelania Feminina). Agostinho manifestou todo o apoio da CGADB à Campanha de Oração. “Daremos apoio irrestrito à Campanha como primeiro passo para a estruturação e concretização das ações ora propostas”.

Durante a reunião, o pastor Agostinho fez sugestões ao governo.  "É necessário promover a normatização das ações da Capelania nos presídios, agentes de autoridades de segurança e junto à comunidade para que todo o nosso empenho e trabalho não se perca", disse Agostinho.

Ao término da reunião, as partes concordaram com a realização da Campanha que ocorrerá em várias igrejas e grupos religiosos pelo Brasil, entre os dias 3 a 10 de junho. Dentro da proposta do ministro, a Campanha contempla três eixos: oração, visitas e ações sociais:

1.    O primeiro eixo, oração, elenca os seguintes motivos: Por uma cultura de paz, de amor ao próximo e de valorização da vida; pelo fortalecimento e proteção das famílias; pelo consolo às vítimas da violência; pela transformação da mentalidade que leva ao crime; pelo fortalecimento dos valores e princípios de honestidade e solidariedade; pelos policiais, agentes e autoridades de segurança; pelos voluntários e capelanias; pela preservação e desenvolvimento da juventude; pela vitória no combate às drogas.
2.    O segundo se constitui na realização de visitas pela Segurança Comunitária de modo a incentivar os líderes de igrejas e comunidades religiosas a visitarem quartéis de polícias e de bombeiros militares e delegacias de seus bairros, e convidarem seus agentes a visitar e proferir palestras sobre segurança em igrejas, templos e espaços de culto.
3.    Divulgar e apoiar as ações sociais das igrejas e comunidades religiosas nas áreas de ressocialização dos egressos do sistema prisional, educação e trabalho de jovens e presos e apoio às famílias em comunidades frágeis do ponto de vista socioeconômico, com ênfase nos municípios com maior incidência da violência.
Fonte: CPAD News

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Jovem esfaqueia pastor e porteiro durante culto em GO


O pastor ferido afirma que o jovem já foi membro da igreja e que hoje é usuário de drogas

O porteiro e o pastor de uma igreja evangélica em Porangatu, Goiás, foram esfaqueados por um jovem de 23 anos que invadiu a igreja para praticar o crime.
As câmeras de segurança da igreja mostram a hora que o jovem entra no templo durante o culto que acontecia nesta terça-feira (26) no período da noite.
Sem camisa e com a faca na mão, ele agride primeiramente o porteiro, Faleno Vinhal Ribeiro Neto. O porteiro é empurrado e acaba sendo atacado com a faca, fazendo um ferimento em sua mão.
Ao ver a cena, o pastor João de Deus dos Santos, de 52 anos, tentou conter o agressor, mas acabou caindo e foi esfaqueado na nuca.
“Observei um homem vindo com uma faca grande na mão. Ali, naquele momento, quando eu pulei nele, o meu pé enganchou em um dos fios do retorno do som. Antes de ir ao chão, ele conseguiu me acertar na nuca”, diz o pastor que foi socorrido e já recebeu alta.
O porteiro foi levado ao Hospital de Urgências de Anápolis (Huana) com o ferimento na mão e continua internado.
Os fiéis que estava no culto se assustaram e saíram correndo. “Foi muito desespero, uma cena de terror mesmo porque a gente não esperava. Mas graças a Deus, o pior não aconteceu”, disse a cantora Jocivalda Moisés.
Para o pastor atacado, o jovem estava “visivelmente drogado e aparentemente embriagado”. O religioso viu o jovem andando no bosque que fica em frente à igreja, local usado pelos usuários de drogas da cidade.
“Ele iria entrar para fazer tumulto. A mãe dele, já falecida, frequentava a igreja. Ele é desviado. Pouco antes, tinha ido lá, mas o porteiro conversou com ele e evitou a sua entrada. Ele saiu, pegou uma faca no bosque e voltou”, disse o pastor.
Com informações G1 via Gospel Prime
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