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terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Irmão de Eduardo Campos relata ameaça de morte e pede proteção a Moro


Presidente da Fundação Joaquim Nabuco, Antônio Campos alega que ameaças voltaram a acontecer após dar entrevista.

Tio do deputado João Campos (PSB-PE), o presidente da Fundação Joaquim Nabuco, entidade ligada ao Ministério da Educação, Antônio Campos, alega ser alvo de ameaças de morte e, por isso, vai pedir proteção ao ministro da Justiça, Sérgio Moro. Ele não quis dizer quem é o autor das ameaças.
"Estarei protocolando, na data de hoje, requerimento perante o Ministro da Justiça comunicando os fatos de forma circunstanciada e pedindo as garantias de vida e as prerrogativas de testemunha juramentada não ser intimidada" disse, em nota.
Único irmão do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, Tonca, como é conhecido, afirmou que as ameaças são antigas, mas que voltaram a ocorrer após conceder entrevista ao Estado na qual trata dos desentendimentos com o sobrinho deputado e após ser ouvido como testemunha em um investigação do Ministério Público Federal pernambucano. A apuração, segundo Tonca, está relacionada à gestão do PSB no Estado.
Antônio Campos esteve no centro de uma briga política fratricida em Pernambuco que envolve, além de sobrinho João Campos, a mãe, a ministra do Tribunal de Contas da União (TCU) Ana Arraes.

domingo, 13 de janeiro de 2019

Bancada evangélica poderá ter João Campos novamente na presidência

Após a eleição de 2018, novas configurações políticas podem determinar o curso do Congresso nos próximos quatro anos, especialmente com a entrada de figuras novas no meio político. Mas, como a experiência conta muito e faz diferença nas situações de crise, alguns políticos bastante conhecidos continuam cotados para cargos de influência, como é o caso da presidência da bancada evangélica.
Com o apoio a Rodrigo Maia da maior parte da ala governista para a presidência da câmara, João Campos – que poderia se candidatar para o mesmo cargo – poderá migrar sua disputa para outra presidência, a da bancada evangélica.
O deputado possui experiência na incumbência dessa responsabilidade, uma vez que já ficou no cargo por dois anos (2010 – 2012), quando teve a oportunidade de colocar em discussão o PDC 234/11, criado por ele, mas apelidado pela mídia como proposta para a "cura gay".
O PDC 234/11, todavia, teve como objetivo dar maior liberdade profissional aos psicólogos, vetando parte da Resolução 01/1999 do Conselho Federal de Psicologia, considerada abusiva por muitos profissionais.
"O CFP está aparelhado de ativistas e fundamentalistas desta área. Eles adotaram essa diminuição da cidadania do homossexual e desrespeito à liberdade profissional do psicólogo para poder impor a ideologia deles, de que cidadão nasce gay e vai morrer gay", disse Campos na época, segundo o Jornal Opção.
Ainda na ocasião, o parlamentar entrou em defesa dos profissionais que alegam ser possível um homossexual mudar sua orientação, voluntariamente, caso assim desejar, por diversos fatores, incluindo traumas de ordem emocional.
Finalmente, Campos poderá disputar a presidência do bloco evangélico com o também deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ). Entretanto, segundo informações do Folha PE, Sóstenes já disse que avalia abandonar a disputa caso a entrada de Campos no pleito se confirme.
A disputa está marcada para ocorrer na segunda quinzena de fevereiro.
Fonte: Gospel+

domingo, 4 de dezembro de 2016

João Campos, co-autor da Lei das 10 Medidas, é presidente da Bancada Evangélica

Pastor comenta a decisão do Congresso que modificou medidas de combate à corrupção

O deputado federal João Campos (PRB/GO), que também é pastor da Assembleia de Deus, foi um do autores do m dos autores do Projeto de Lei 4850/2016, que transformou a petição pública assinada por mais de dois milhões de pessoas no que é conhecido como as “10 Medidas contra a Corrupção”.
Apresentado no início do ano, o projeto foi debatido durante meses nas comissões e várias audiências públicas. Contudo, no momento em que foi para ser votado no plenário da Câmara dos Deputados, sofreu várias modificações que descaracterizaram o projeto inicial. Isso gerou uma onda de protestos nas redes sociais e também nas ruas, quando milhões de pessoas se manifestaram neste domingo (4).
Uma das mudanças mais polêmicas foi o destaque apresentado pelo PDT, que criava a punição para juízes e membros do Ministério Público Federal por abuso de autoridade. Acabou aprovada por 313 votos a favor, 132 contra e cinco abstenções. Ele lista as situações em que juízes e promotores poderão ser processados, com pena de seis meses a dois anos de reclusão.
Isso ocorreria quando a atuação dos magistrados fosse claramente com motivação político-partidária e a apresentação pelo Ministério Público de ação de improbidade administrativa contra agente público “de maneira temerária”.
Presidente da Frente Parlamentar Evangélica, João Campos – que também é formado em Direito – votou ‘sim’. Isso lhe redeu uma enxurrada de críticas. O parlamentar concedeu uma entrevista ao Portal Gospel Prime onde comenta o resultado final e explica sua opção.
Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Presidente da Frente Parlamentar Evangélica fala a obreiros da AD em SP


Pastor João Campos (PRB-GO) participou da reunião mensal de obreiros do Ministério do Belém

O pastor e deputado federal, João Campos (PRB-GO), presidente da Frente Parlamentar Evangélica na Câmara Federal, esteve nesta segunda (6) em São Paulo, participando da reunião estadual de obreiros da Assembleia de Deus, Ministério do Belém, liderada pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da CGADB. O parlamentar foi recebido na reunião pelo pastor e também deputado federal Paulo Freire (PR-SP), membro da igreja no Estado e líder da AD em Campinas (SP).
Em oportunidade franqueada pelo pastor José Wellington, Campos iniciou suas palavras destacando a brilhante atuação de seus pares, pastor Paulo Freire na câmara federal, e a irmã e deputada estadual Marta Costa, na Assembleia Legislativa do Estado de SP, como representantes das Assembleias de Deus no Brasil. Ele ainda destacou o importante trabalho que vem sendo realizado junto aos parlamentares da bancada da AD pelo pastor Lélis Washington Marinhos, presidente do Conselho Político da CGADB.
Depois de expor suas considerações, o parlamentar convidou os obreiros a lerem juntos o texto de Romanos 12.1. Nos poucos minutos em que falou aos líderes, o pastor e político afirmou que a nação vive dias turbulentos e está mais do que nunca carente das orações de todos os cristãos; ainda lembrou os pastores que eleições estão por vir em outubro e pediu aos mesmos que sejam sábios na escolha de seus representantes, pois o candidato a qualquer posição na carreira pública não deve apenas ser cristão, mas também capaz para o exercício da função.
Como igreja do Senhor, não podemos aceitar o conceito distorcido de Estado laico que estão querendo aplicar ao Brasil. Se nos calarmos, chegarão dias em que só poderemos cultuar ao Senhor dentro de nossas casas. Deus nos chamou para confrontarmos o mundo e não nos conformarmos com ele”, finalizou João Campos.
Pastor José Wellington agradeceu a presença do presidente da FPE, afirmando que a igreja cresceu com aversão a política, mas hoje, através de pessoas bem preparadas, honradas e capacitadas, precisa que tenham em todas as esferas da nação seus legítimos representantes.
Fonte: CPAD News

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Comissão aprova PEC que dá às Igrejas poder de questionar STF

Projeto permitirá que instituições religiosas questionem constitucionalidade de projetos contrários a liberdade religiosa

Segundo a Constituição, possuem competência para questionar o Supremo Tribunal Federal (STF): a presidente da República; a mesa do Senado Federal e da Câmara dos Deputados; as mesas das Assembleias Legislativas ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal; os governadores de Estado ou do Distrito Federal.
Além desses cargos eletivos, podem apresentar questionamentos o procurador-geral da República; o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); partidos políticos com representação no Congresso Nacional, além das confederações sindicais ou entidades de classe de âmbito nacional.
Em comissão especial, foi aprovada hoje a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 99, de 2011, criada pelo deputado João Campos (PSDB-GO), que faz parte da Bancada Evangélica.  Ou seja, com o parecer favorável, a PEC vai para votação em dois turnos no Plenário da Casa parlamentar.
Ela permite que associações como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e convenções de denominações evangélicas também tivessem condição de questionar as decisões do STF.
Essa é uma vitória da bancada evangélica no Congresso, que ainda vai para votação. Ao mesmo tempo é uma derrota para Dilma, que já ameaçou vetar. Mostra também que Eduardo Cunha (PMDB/RJ) não está tão enfraquecido quanto alardeia a imprensa.
Para muitos, a PEC fere o princípio do Estado Laico, mas é uma vitória da parcela mais conservadora da sociedade, uma vez que durante o governo do PT, o STF vem sendo usado para aprovar propostas que acabam nem passando pelo Congresso.
Foi assim com a questão do casamento gay e do aborto e pode ser com a legalização do uso de drogas.
O parecer aprovado na Comissão Especial é de autoria do deputado Bonifácio Andrada (PSDB / MG) afirma que existe preconceito do Poder Judiciário contra religiosos. “O STF expressa um preconceito contra argumentos de ordem religiosa, dando preferência a argumentos científicos”, afirma.
Com informações de Congresso em Foco via Gospel Prime
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