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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

2º Congresso Nacional de Escola Dominical na Bolívia marca acordo entre UEB e FAECAD




Evento reuniu líderes e professores em Santa Cruz de la Sierra e promoveu capacitação bíblica; parceria prevê mobilidade de estudantes e professores entre instituições


A Universidad Evangélica Boliviana (UEB) e a Faculdade das Assembleias de Deus (FAECAD) firmaram um acordo de cooperação durante o 2º Congresso Nacional de Escola Dominical, realizado nos dias 28 e 29 de agosto, em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. A parceria prevê a mobilidade de estudantes e professores entre as duas instituições e amplia a cooperação na área de educação cristã.

O acordo foi assinado pelo Dr. Timóteo Sánchez, reitor da UEB, e pelo Dr. Ronaldo Rodrigues de Souza, diretor executivo da CPAD. Como testemunhas, participaram o pastor João Martins, relator do Conselho Administrativo da CPAD e presidente da Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus de Mato Grosso do Sul (COMADEMS), e o irmão Thomas Souza, gerente da Editorial Patmos (EUA).

A exposição dos motivos e dos propósitos do acordo foi apresentada pelo pastor João Lucas Martins, relações-públicas da UEB no Brasil. Inicialmente, a parceria contemplará os cursos de Teologia e Administração.

Pelo segundo ano consecutivo, o 2º Congresso Nacional de Escola Dominical na Bolívia foi realizado na Universidade Evangélica Boliviana e contou com mais de 800 inscritos, entre pastores, professores e superintendentes de Escola Dominical.

O evento contou com a presença do diretor executivo da CPAD, irmão Ronaldo Rodrigues de Souza, Pr. Lucifrancis Tavares, segundo vice-presidente do Conselho Administrativo da CPAD, Pr. João Martins, relator do Conselho Administrativo da CPAD e presidente da Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus de Mato Grosso do Sul (COMADEMS). Também participaram os palestrantes Dr. Samuel Pagán, escritor, professor e conferencista; pastor Jamiel Lopes, psicólogo e conferencista e Yusmari Serrano, líder e especialista em educação cristã.

Na sexta-feira (28), a programação teve início às 18h, com o credenciamento, seguida da abertura às 19h. A primeira plenária geral foi ministrada pelo pastor Jamiel Lopes.

No sábado (29), as atividades começaram às 9h com a plenária de Yusmari Serrano, que abordou o tema “Ensinar com criatividade, impactar para a eternidade”. Ainda pela manhã, o pastor Jamiel Lopes ministrou a terceira plenária do congresso.

No período da tarde, após o intervalo de almoço, foram realizadas oficinas simultâneas. Às 16h30, o Dr. Samuel Pagán ministrou uma plenária sobre “O conhecimento e a interpretação bíblica como instrumento de educação”. Após a cerimônia de encerramento, foram entregues certificados aos participantes.

O evento foi promovido em parceria pela Editorial Patmos, Universidade Evangélica Boliviana e Sociedad Bíblica Bolivana. O congresso teve como objetivo fortalecer a visão e o compromisso daqueles que ensinam a Palavra de Deus, oferecendo ferramentas bíblicas e práticas para alcançar de maneira efetiva crianças, adolescentes, jovens e adultos na igreja local.

Segundo os organizadores, o evento proporcionou um espaço de reflexão, comunhão e formação, reunindo líderes de diferentes localidades com o propósito de fortalecer o serviço cristão e continuar contribuir para a formação das novas gerações.

Por Luciene Saviolli /  Com informações cedidas por Pr. João Lucas Martins (relações-públicas da UEB no Brasil)
Fotos cedidas por Patrícia Martins e Abdiel Sánchez 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

Bola de Neve: pastora Denise Seixas renuncia à presidência da igreja




Diante das tensões internas e da batalha judicial, Denise Seixas optou por renunciar à presidência interina da Bola de Neve, alinhando sua decisão com a diretoria e o conselho da igreja.


A pastora Denise Seixas, viúva do apóstolo Rina, anunciou sua renúncia ao cargo de presidente interina da Igreja Bola de Neve, na noite de terça-feira (12/2). Em um comunicado oficial, ela afirmou que a decisão foi tomada após um período de oração e diálogo com os conselheiros da instituição.

Desde a morte de Rinaldo Luiz de Seixas, conhecido como Apóstolo Rina, em 17 de novembro de 2023, Denise Seixas vinha enfrentando disputas internas pelo comando da igreja. Após o falecimento do fundador, o conselho da Bola de Neve nomeou Gilberto Custódio de Aguiar como vice-presidente interino em 18 de novembro, o que levou a um impasse jurídico sobre a sucessão.

A 12ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) reconheceu Denise Seixas como presidente interina e vice-presidente da igreja em 9 de janeiro, invalidando a nomeação de Aguiar. A decisão determinou que a estrutura diretiva da instituição permanecesse como estava antes da morte de Ap. Rina.

No entanto, a situação ficou ainda mais complexa devido a um acordo de divórcio assinado três meses antes da morte de Rina. O documento revelava um acordo em que Denise havia aceitado deixar o cargo de vice-presidente da igreja em agosto de 2024.

Diante das tensões internas e da batalha judicial, Denise Seixas optou por renunciar à presidência interina da Bola de Neve, alinhando sua decisão com a diretoria e o conselho da igreja.

A nota oficial destaca que sua escolha respeita "o legado e as direções estabelecidas pelo Ap. Rina e pela Pra. Denise, ao Conselho, sempre com o objetivo de buscar o melhor para a Igreja" e disse que "com a certeza de que Jesus Cristo é soberano, Dono e conduz sua Igreja, seguimos confiando que Ele guiará este novo tempo".


Fonte: Metrópoles via Folha Gospel

segunda-feira, 25 de março de 2024

Ministro pede apoio da bancada evangélica ao governo Lula após acordo sobre PEC das igrejas




“Aqui não tem pauta de costumes”, declarou o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, em aceno aos evangélicos.


O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, pediu na quarta-feira, 20, que a Frente Parlamentar Evangélica, mais conhecida como bancada evangélica, apoie a agenda do governo Lula no Congresso. O articulador político do Palácio do Planalto se reuniu com integrantes da bancada religiosa um dia após anunciar um acordo para a votação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que amplia a imunidade tributária das igrejas.

Padilha disse a líderes da bancada evangélica que o Executivo quer apoio na pauta econômica e nos projetos sociais e de transição energética, mas não em temas de costumes. A reunião ocorreu na sala da liderança do PSD na Câmara, um dos partidos que fazem parte da base aliada. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem enfrentado um aumento de rejeição entre a população evangélica, que é muito mais identificada com a oposição, principalmente na figura do ex-presidente Jair Bolsonaro.

"Foi a continuidade de um diálogo que já começamos desde o ano passado. Mais de uma vez eu me reuni com a Frente Evangélica. É uma frente importante porque reúne parlamentares de vários partidos, tem uma extensão grande dentro da Câmara e do Senado", disse Padilha, ao sair da reunião.

"Foi para deixar claro que a pauta do presidente Lula, cara ao governo, tem um eixo muito importante que é o equilíbrio econômico, para consolidarmos o esforço de recuperação da saúde das contas públicas. Esse esforço tem tido impacto muito positivo na recuperação econômica do País", emendou, em um momento no qual o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tenta aprovar novas medidas de aumento de arrecadação para tentar cumprir a meta de zerar o déficit fiscal este ano.

O presidente da bancada evangélica, deputado Eli Borges (PL-TO), disse que o ministro foi à Câmara apresentar a visão do governo sobre o País e que a bancada também defendeu suas bandeiras.

"Não estamos, em nenhum momento, dispostos a abrir mão destas pautas. Por exemplo, lutamos contra o aborto e defendemos a vida; lutamos contra a descriminalização de drogas; lutamos a favor liberdade; lutamos muito contra a doutrinação ideológica nas escolas", disse Borges, a jornalistas.

"Aqui não tem pauta de costumes", declarou Padilha, em aceno aos evangélicos. O presidente da Frente Parlamentar, contudo, reclamou de decretos e portarias do governo que causaram polêmica. Uma delas, publicada e depois revogada pelo Ministério da Saúde, tratava de orientações sobre o aborto legal.

Também participaram da reunião o coordenador da bancada evangélica no Senado, Carlos Viana (PL-MG), e o ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, que é evangélico. Além disso, estiveram presentes o líder do PSD na Câmara, Antonio Brito (BA), e a deputada Benedita da Silva (PT-RJ), também evangélica.

Padilha disse que os parlamentares apresentaram dúvidas, mas não discordâncias com relação ao texto de acordo sobre a PEC das Igrejas. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e líderes partidários da Casa decidiram votar a proposta na semana que vem no plenário. Para ser aprovada, precisa do apoio de três quintos da Câmara, ou seja, 308 deputados, em cada um de dois turnos de votação.

O relator da matéria, o deputado Dr. Fernando Máximo (União Brasil-RO), e o autor do texto, o deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), acertaram nesta terça-feira, 19, com o Ministério da Fazenda um “meio-termo” para a PEC.

Segundo o relator, foram feitas duas principais mudanças para atender às demandas da equipe econômica. Uma delas foi a retirada da possibilidade de os templos religiosos terem benefícios tributários na aquisição de bens ou serviços necessários à geração de renda.

A outra foi a determinação de que apenas as empresas contempladas na PEC possam pedir "cashback" de imposto, impedindo que outras companhias usem CNPJ das beneficiadas para conseguir vantagens na recompensa de impostos pagos.

"Eles pediram para trocar (esse trecho) para dar mais segurança para a Receita (…). Empresa que está vendendo material de construção para orfanato, que o orfanato consiga pegar 'cashback' quando for reformar, mas que outras empresas, de má-fé, não possam se utilizar disso utilizando CNPJ (da empresa beneficiada). O orfanato que vai ter de pedir para a Receita o 'cashback' do imposto", explicou Máximo, ao sair da Fazenda.

A PEC, já aprovada em comissão especial na Câmara, permite que a isenção dos templos religiosos, hoje garantida nas tributações diretas, passe a valer também para as tributações indiretas, como na compra de cimento para obras nas igrejas. Neste caso, seriam abrangidos o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN).

O relator voltou a dizer que o impacto fiscal da proposta nas contas da União, por meio da redução no IPI, seria atualmente de algo em torno de R$ 1 bilhão.

Máximo alega que esse impacto será zerado devido à aprovação da reforma tributária. Isso porque, segundo ele, o IPI será extinto e o imposto seletivo que será criado – para sobretaxar produtos que fazem mal à saúde, como cigarros e bebidas alcoólicas – não atingirá igrejas. "O impacto é tão pequeno e o benefício é tão grande que a receita aprovou, o governo aprovou", disse o deputado.

No Senado, o tema também já está sendo discutido. Hoje, o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), recebeu os ministros do governo Fernando Haddad (Fazenda) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais), além de líderes no Congresso, para tratar do tema. Depois do encontro, Padilha anunciou um acordo para a proposta avançar.

Fonte: Estadão via Folha Gospel

quarta-feira, 24 de novembro de 2021

Florista cristã paga US$ 5.000 por se recusar a fazer arranjo para casamento gay

O caso da florista Barronelle Stutzman, de Richland, em Washington, ficou conhecido após a comerciante ter se recusado a fazer um arranjo de flores para o casamento de pessoas do mesmo sexo, alegando questões de consciência religiosa.

Na quinta-feira passada, Stutzman anunciou um acordo fechado com Robert Ingersoll, um dos homens, dizendo que pagou US$ 5.000 a ele.

Ela disse que Jesus "caminhou comigo a cada passo do caminho" em sua jornada legal e também desejou "o melhor" a Ingersoll, que havia sido seu cliente na Arlene’s Flowers por quase uma década.

Ingersoll e seu marido, Curt Freed, dizem que planejam doar o pagamento do acordo para uma filial local da PFLAG, além de quantia idêntica de forma pessoal.

O acordo permite que a florista "preserve sua consciência" ao não forçá-la a agir contra suas crenças religiosas batistas do sul, de acordo com um comunicado à imprensa de seus advogados da Alliance Defending Freedom (ADF), que chegaram a um acordo com a American Civil Liberties Union.

Também evita que Stutzman tenha "que pagar honorários advocatícios potencialmente ruinosos", afirma o comunicado.

Aposentadoria

"Estou disposta a entregar a luta legal pela liberdade a outros. Aos 77 anos, é hora de me aposentar e passar meu negócio para outra pessoa", disse Stutzman.

"Desejo que o culminar de tudo o que passei resulte em um novo respeito, cultural e legalmente, pela liberdade de consciência em nosso país", disse Stutzman. "Desde o início, não pedi mais do que liberdade para agir de acordo com minhas crenças religiosas e convicções pessoais. Tratei com respeito aqueles que me perseguiram e com a certeza de que desejo para eles a mesma liberdade que peço para mim."

A Alliance Defending Freedom também defendeu colegas vendedores de casamento cristãos que citaram sua consciência ao recusar negócios para cerimônias do mesmo sexo. A equipe representou um padeiro cristão em sua vitória na Suprema Corte em 2018 e continua argumentando em nome de um web designer cristão, ambos desafiando a aplicação do Colorado de sua lei antidiscriminação.

O acordo de Stutzman deixa em vigor duas decisões unânimes da Suprema Corte do estado de Washington de que a Constituição não concede uma licença para discriminar pessoas LGBTQ, disse a ACLU de Washington.

"Assumimos este caso porque estávamos preocupados com o fato de que o mal que ser recusado causaria às pessoas LGBTQ", Freed e Ingersoll disseram na quinta-feira em um comunicado. "Estamos felizes que as decisões da Suprema Corte de Washington permanecerão em vigor para garantir que os casais do mesmo sexo sejam protegidos da discriminação e sejam atendidos por empresas como qualquer outra."

Processos

O procurador-geral de Washington, Bob Ferguson, processou separadamente, dizendo que a artista floral violou a Lei de Proteção ao Consumidor do estado ao se recusar a fornecer serviços com base na orientação sexual.

Em 2015, um juiz do Tribunal Superior do Condado de Benton decidiu que Stutzman deve pagar US$ 1 em honorários advocatícios e custas ao estado, junto com uma multa civil de US$ 1.000, por discriminar o casal. Esse julgamento ainda está de pé.

"Estamos satisfeitos em saber que Arlene’s Flowers e Barronelle Stutzman chegaram a um acordo com o casal que se recusaram a servir", disse Ferguson em um e-mail para o Tri-City Herald.

Os dois casos, por meio de recursos de Stutzman, foram encaminhados à Suprema Corte estadual e, em seguida, à Suprema Corte dos Estados Unidos.

A mais alta corte do país desocupou a decisão anterior do estado de Washington e a enviou de volta ao tribunal inferior em 2018 para outra revisão. A Suprema Corte de Washington em 2019 decidiu por unanimidade que os tribunais estaduais não agiram com animosidade em relação à religião quando determinaram que Stutzman infringiu as leis anti-discriminação do estado ao se recusar, por motivos religiosos, a fornecer flores de casamento.

Stutzman e a Alliance Defending Freedom – em sua segunda tentativa de levar o caso ao Supremo Tribunal dos Estados Unidos – entraram com uma petição para revisão em setembro de 2019.

A Suprema Corte em julho se recusou a aceitar o caso. Stutzman respondeu com uma petição para uma nova audiência, mas ela irá retirá-la como parte de seu acordo.

Fonte: Guia-me com informações de Christianity Today via Folha Gospel

segunda-feira, 5 de julho de 2021

Acordo entre Israel e Líbano pode favorecer construção do 3º Templo, diz publicação judaica



O ministro da defesa de Israel, Benny Gantz ofereceu ajuda ao vizinho do norte, em face da grave crise humanitária no Líbano.

Com citação do texto bíblico de Zacarias, uma publicação do Israel 365 News diz que uma ajuda ao Líbano anunciada por Israel é um potencial presságio para a construção do Terceiro Templo.

A citação feita diz: “E Tiro edificou para si fortalezas, e amontoou prata como o pó, e ouro fino como a lama das ruas. Eis que o Senhor a despojará e ferirá no mar a sua força, e ela será consumida pelo fogo.” (Zacarias 9:3,4)

Segundo Adam Eliyahu Berkowitz, autor do texto, o ministro da Defesa, Benny Gantz, ficou tão comovido com a aflição sofrida pelo vizinho de Israel ao norte que ofereceu os “serviços israelenses para ajudá-los em seus terríveis problemas econômicos”.

Em seu Twitter, Gantz escreveu: “Como israelense, como judeu e como ser humano, meu coração dói ao ver as imagens de pessoas passando fome nas ruas do Líbano”.

Ele completa dizendo que “Israel ofereceu ajuda ao Líbano no passado e ainda hoje estamos prontos para agir e encorajar outros países a estender a mão para ajudar o Líbano para que mais uma vez floresça e saia de seu estado de crise.”

Paz com o Líbano como parte do Templo

Segundo o autor, um acordo de paz com o Líbano seria, talvez mais do que um acordo com qualquer outro país, o início de uma nova era que pode ser mais propícia à construção do Terceiro Templo em Jerusalém. Quando o filho de Davi, Salomão, começou a construir o primeiro Templo Judeu em Jerusalém, ele imediatamente recorreu ao governo do Líbano para desempenhar um papel essencial em sua construção.

Salomão enviou a seguinte mensagem ao rei Hirão de Tiro: “Como fizeste com Davi meu pai, mandando-lhe cedros, para edificar uma casa em que morasse, assim também faze comigo. Eis que estou para edificar uma casa ao nome do Senhor meu Deus, para lhe consagrar, para queimar perante ele incenso aromático, e para a apresentação contínua do pão da proposição, para os holocaustos da manhã e da tarde, nos sábados e nas luas novas, e nas festividades do Senhor nosso Deus; o que é obrigação perpétua de Israel.” (2 Crônicas 2:3, 4).

Os cedros, o símbolo nacional do Líbano até hoje, também foram usados ​​como um elemento importante na construção do Segundo Templo.

Os construtores, sob a liderança de Esdras, pagaram os cortadores e artesãos com dinheiro, e os sidônios e os tírios com comida, bebida e óleo para trazer madeira de cedro do Líbano por mar, para Jope, de acordo com a autorização concedida a eles pelo rei Ciro da Pérsia, mostra Esdras 3:7.

Crise humanitária no Líbano

De acordo com o Israel 365 News, após décadas de corrupção e má gestão do governo, a economia do Líbano está em uma espiral mortal desde 2019. Afligida pela hiperinflação, mais de 50% dos libaneses hoje vivem na pobreza. O Banco Mundial classificou a crise financeira do Líbano como provavelmente entre as 10 primeiras, possivelmente até as três principais, as crises mais graves do mundo desde meados do século XIX.

Antes considerado um centro mundial de comércio, apelidado de Paris no Mediterrâneo, o Líbano está atualmente sofrendo sua pior crise econômica em 30 anos, ainda pior do que durante sua guerra civil de 15 anos que terminou em 1990. A lira libanesa despencou para recordes de baixa, perdendo 90% de seu valor em dois anos.

Essa desvalorização tornou difícil para o governo fornecer combustível, eletricidade, suprimentos médicos e serviços básicos. Do jeito que está, o Líbano está sem um governo funcional desde que o gabinete do primeiro-ministro Hassan Diab renunciou após a explosão no porto de Beirute.

Os bancos emprestaram até 70% de seus ativos e muitos estão enfrentando insolvência e falência. Quarto país mais endividado do mundo, o Líbano deixou de pagar sua dívida internacional em março passado pela primeira vez em sua história.

Mas esta crise econômica está afetando a pessoa média com mais força. O Líbano importa cerca de 80% dos bens que consome, então a taxa de câmbio abismal significa que os bens básicos custam cinco vezes o que custavam há dois anos. A inflação no ano passado foi de 84% e deve atingir 77% este ano. A inflação dos alimentos atingiu mais de 400%. Com 40% de desemprego, muitos libaneses se encontram hoje sem condições de pagar suas necessidades básicas.

Líbano: um aliado natural e histórico

Israel se ofereceu para ajudar o Líbano no passado, principalmente após a explosão massiva no porto de Beirute em agosto de 2020. O presidente libanês Michel Aoun e sua filha, Claudine Aoun, expressaram publicamente abertura para tal relacionamento com Israel.

O comércio mutuamente benéfico entre o Líbano e Israel só poderia beneficiar o país. O maior obstáculo é, claro, a influência do Hezbollah no governo, reforçada por suas centenas de milhares de foguetes prontos para disparar contra Israel. Os benefícios do comércio incluiriam permitir ao Líbano começar a explorar suas reservas offshore de gás e petróleo.

O Hezbollah, uma entidade importante na política do Líbano, sugeriu uma fonte diferente de ajuda. O líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, afirmou nas últimas semanas que a crise da gasolina no Líbano poderia ser resolvida dentro de alguns dias se o país simplesmente aceitasse os embarques de petróleo iraniano, que estão sob sanções da lei internacional.

Fonte: Guiame

sábado, 24 de outubro de 2020

Brasil assina declaração internacional contra o aborto e a favor da família

32 países assinaram a Declaração de Consenso de Genebra

Países conservadores assinaram a Declaração de Genebra, documento contra políticas que preveem o acesso ao aborto e fala a favor do papel da família como fundamento da sociedade.

O documento é copatrocinado pelo Brasil, Estados Unidos, Egito, Hungria, Uganda e Indonésia; outros 25 países subscreveram. A assinatura aconteceu nesta quinta (22) de forma online com representantes dos países citados.

O Brasil foi representando pelos ministros Damares Alves, da Pasta da Mulher, e Ernesto Araújo, das Relações Exteriores.

“Em nosso pronunciamento defendemos a vida, desde a concepção, e as políticas de defesa da família que têm sido implementadas”, escreveu Damares no Twitter.

Com o nome de Declaração de Consenso de Genebra, o documento visa a defender o direito das mulheres aos mais altos padrões de saúde, promover a contribuição essencial das mulheres para a saúde, reforçar o papel da família para uma sociedade próspera e bem sucedida e enfatizar a necessidade de se proteger o direito à vida.

No site do Itamaraty, o Governo se diz “orgulhoso” de fazer parte da Declaração que visa à promoção dos direitos humanos das mulheres e ao fortalecimento do papel da família, temas de grande importância para o Brasil.

Fonte: JM Notícia

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Israel e Emirados Árabes chegam a acordo de paz histórico

Mediado pelos EUA, pacto visa normalizar relações diplomáticas entre os países. Israel se compromete a suspender anexações de territórios. Emirados Árabes são primeiro Estado do Golfo a estabelecer laços com Tel Aviv.

Israel e Emirados Árabes Unidos chegaram a um acordo para normalizar as relações diplomáticas, anunciou nesta quinta-feira (13/08) o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Os Emirados Árabes Unidos se tornam assim o primeiro Estado do Golfo Pérsico e a terceira nação árabe a estabelecer laços diplomáticos plenos com Israel.
"Este histórico passo diplomático avançará a paz no Oriente Médio e é um testemunho da ousada diplomacia e visão dos três líderes, bem como da coragem dos Emirados Árabes Unidos e de Israel para traçar um novo caminho que desbloqueará o grande potencial da região", diz a nota divulgada pelos três países.
Trump afirmou que o acordo alcançado, mediado pelos EUA, faz parte de um plano de paz para o Oriente Médio e chamou o pacto de um "enorme avanço" e "histórico". A jornalistas, o presidente americano sugeriu ainda que mais avanços diplomáticos entre Israel e seus países vizinhos estão a caminho. "Estão acontecendo coisas sobre as quais eu não posso falar", disse.
Segundo o Departamento de Estado americano, como parte do acordo Israel se comprometeu a suspender a anexação de territórios palestinos ocupados. Dessa maneira, o avanço diplomático interrompe os planos israelenses de anexação de grande parte da Cisjordânia ocupada.
Em vez disso, Tel Aviv deve concentrar os esforços em "expandir os laços com outros países no mundo árabe e muçulmano", diz a declaração conjunta assinada por Trump, pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e pelo príncipe herdeiro dos Emirados Árabes, xeque Mohammed bin Zayed Al Nahyan.
O príncipe herdeiro Mohammed afirmou que os países também concordaram em estabelecer cooperações, além de um roteiro para normalizar as relações bilaterais. "O acordo foi alcançado para encerrar qualquer anexação adicional de territórios palestinos", acrescentou.
Nas próximas semanas, delegações de Israel e dos Emirados Árabes vão se reunir para assinar acordos bilaterais sobre investimentos, turismo, voos diretos, segurança, estabelecimento de embaixadas, entre outros.
O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, disse que o acordo é "um passo significativo para a paz no Oriente Médio". "Os EUA esperam que esse passo corajoso seja o primeiro de uma série de pactos que encerrarão 72 anos de hostilidades na região", acrescentou.
Os Emirados Árabes destacaram também que o acordo foi feito para enfrentar a ameaça que futuras anexações de territórios por Israel representam para uma solução de dois Estados. O ministro do Exterior dos Emirados Árabes, Anwar Gargash, apelou a palestinos e israelenses que retornem à mesa de negociação.
Netanyahu também considerou o acordo "um dia histórico".
O acordo foi bem recebido pelo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, que, segundo seu porta-voz, "saúda qualquer iniciativa que possa promover a paz na região".
O presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi, comemorou o avanço diplomático. "Acompanhei com interesse e apreço a declaração dos Estados Unidos, Emirados Árabes e Israel para parar com a anexação israelense de territórios palestinos e que adota procedimentos para trazer a paz ao Oriente Médio", declarou.
Por sua vez, o Hamas, que governa a Faixa de Gaza, acusou os Emirados Árabes de esfaquear os palestinos pelas costas. "Esse anúncio é uma recompensa pelos crimes de ocupação israelense", afirmou um porta voz do movimento militante islâmico.
Entre as nações árabes, apenas o Egito e a Jordânia têm laços diplomáticos com Israel. A Mauritânia reconheceu Israel em 1999, mas depois cortou relações em 2009, devido à guerra de Israel em Gaza.
Fonte: CN/dpa/rtr/ap/afp/lusa via DW

quarta-feira, 29 de abril de 2020

Pastores e prefeito de Cuiabá assinam acordo para reabrir igrejas e combater a Covid-19

Um acordo firmado entre pastores e o prefeito de um município brasileiro vai permitir com que os seguidores de Jesus Cristo possam cultuar a Deus em suas denominações, desde que mantendo o compromisso de continuar a luta contra a disseminação da Covid-19.
O documento foi assinado por representantes das igrejas evangélicas do Estado de Mato Grosso junto ao prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, no último dia 24, e foi comunicado à imprensa no mesmo dia, reforçando o decreto nº 7.887, que já havia autorizado a reabertura das igrejas.
"Eu fico muito feliz em poder estar aqui com as lideranças das igrejas evangélicas do Estado de Mato Grosso, especialmente de Cuiabá. Assim como fizemos com o setor empresarial, estamos assinando o termo de compromisso de cooperação para a volta segura e gradativa das celebrações religiosas em Cuiabá", afirmou o prefeito na ocasião.
Pinheiro ressaltou que a liberação dos cultos coletivos não se confunde com o relaxamento das medidas de proteção contra a disseminação da Covid-19. Se trata de uma concessão que leva em consideração a responsabilidade individual de cada cidadão em assumir atitudes preventivas.
"Neste ato assinado junto ao COMEC (Conselho de Ministros Evangélicos de Cuiabá), estabelecemos uma série de medidas para garantir que os cultos evangélicos sejam realizados respeitando a saúde e a vida dos pastores e fiéis", disse ele, segundo informações de O Documento.
Na ocasião, Pinheiro também externou um pouco da sua fé, lembrando do quanto é importante a sociedade e as lideranças comunitárias, como os pastores das igrejas presentes no acordo, caminharem juntos na luta contra a pandemia da Covid-19.
"A responsabilidade de cumprir essas normas é de todos nós e juntos, com fé em Deus, vamos vencer esse inimigo comum que é a covid-19", ressaltou o prefeito de Cuiabá.
Fonte: Gospel+
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