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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Supervisora do ENEM obrigar aluna tirar pulseira cristã sob alegação: "A prova é laica"

A mãe de uma aluna que prestou prova para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) utilizou a sua rede social para fazer uma grave denúncia que indignou muitos dos seus seguidores, após revelar que a filha sofreu discriminação religiosa durante o certame.

Hoje fomos buscar nossa filha após o 2° dia do ENEM, à R. Doutor Álvaro Alvim, 90 – Vila Mariana. Ao entrar no carro ela nos informou que a supervisora da sala pediu que ela retirasse a pulseira de prata em formato de terço e o escapulário pra fazer a prova”, escreveu a mãe identificada como Cristina Mariotti.

Segundo a mãe da aluna, a supervisora fez uso de um argumento completamente absurdo e descontextualizado para discriminar a religiosidade da aluna, alegando que a mesma estria infringindo a laicidade do Estado por utilizar o adereço religioso comum entre os católicos durante a prova.

Segundo afirmação da supervisora, A PROVA É LAICA!!!!!! Mesmo questionando o porquê desta atitude e uma vez que, no domingo passado não houve nenhuma solicitação, minha filha acabou cedendo e tirou”, revelou Mariotte. “Alguém pode me explicar????

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Os próprios seguidores de Mariotte rebateram a declaração da supervisora, destacando que o conceito de Estado laico não se aplica à esfera pessoal, motivo pelo qual, por exemplo, o presidente da República pode participar de cerimônias religiosas e professar a sua fé livremente.

O uso do escapulário se dá a nível pessoal, como qq outra indumentária, como um crucifixo no pescoço por exemplo. O constrangimento à candidata fica evidente. O fato deveria ter sido registrado em ata”, comentou um internauta.

Outros cobraram uma posição da coordenação do ENEM em São Paulo e apontaram o crime de discriminação religiosa cometido pela supervisora em sala de aula. Isso porque, apesar de não ser permitido o uso de adereços durante a prova, a fim de evitar que sejam confundidos com possíveis dispositivos de escuta, a supervisora teria deixado claro que a motivação da sua ordem foi religiosa ao dizer que “A prova é laica”.

Até o fechamento dessa matéria não obtivemos atualizações do caso. Para conferir a publicação, clique aqui.

Fonte: Gospel+

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Grupos de jovens ofereceram orações, abraços e lanches para estudantes no ENEM 2019

O primeiro dia de provas do ENEM 2019 ocorreu no último domingo, 03 de novembro, e mais uma vez, grupos de jovens voluntários evangélicos atuaram para oferecer orações, abraços e até lanche para os estudantes. E, claro, houve quem tentasse lucrar com a fé das pessoas nessa circunstância.
Em Fortaleza (CE), cinco voluntários foram à Universidade Estadual do Ceará (UECE), para oferecer abraços e orações aos estudantes que foram designados para realizar a prova naquele local.
Segundo Liliana Lima, de 22 anos, uma das integrantes do grupo, a ação é uma forma de acolher, tranquilizar e motivar cada um dos estudantes que aceitassem a iniciativa. "Geralmente quando as pessoas veem os cartazes, elas vêm até a gente e já nos abraçam. É algo meio instantâneo. Pedem oração. É surpreendente, porque a gente não espera essa reação, geralmente as pessoas são mais arredias", explicou a jovem voluntária, que há três anos atua dessa forma.
Marcos Vinicius, 23 anos, contou à reportagem do G1 que foi motivado por irmãos na fé veteranos nesse tipo de ação: "Muitas pessoas não têm o apoio de ninguém, e eu entendi que alguém orou por mim para que eu estivesse aqui hoje. A gente sabe que orar é um gesto de carinho para quem está precisando", comentou, referindo-se ao fato de muitos estudantes não contarem com apoio familiar.
A mesma inciativa foi registrada em Macapá (AP), com dez voluntários que ofereceram orações para os estudantes que chegavam no Colégio Amapaense. "Esse é um momento decisivo na vida de muita gente. Alguns jovens começaram a nos pedir oração na igreja, e a gente percebeu que é uma necessidade de muitos deles. Então viemos para as escolas, no dia da prova, para que eles possam se sentir acolhidos, dando essa palavra amiga, uma oração que alivia a tensão do dia", resumiu a empresária Silvia Letícia Martins, de 28 anos.
Esse grupo, que se mobiliza pelo segundo ano, doou 140 kits a estudantes que foram abordados, com água mineral, caneta preta de material transparente e chocolate.
Comércio
No centro de Manaus (AM), os estudantes que se dirigiram para realizar a prova em uma faculdade particular da capital amazonense se depararam com a venda de itens com apelo religioso: a caneta ungida da irmã Marina.
Recusando-se a conversar com os jornalistas, Marina oferecia suas canetas aos alunos alegando que elas haviam sido imersas em óleo de uma igreja e também tinham "recebido uma oração", e por isso atrairiam "sorte" para quem comprasse.
De acordo com informações do jornal Extra, ao preço de R$ 1,00, Marina vendeu quase a totalidade do material que levou: tinha apenas 11 ao final do ENEM 2019, de um lote com 300 unidades.
Já em Cuiabá (MT), os jovens Eduardo Henrique de Moraes Costa, Ronaldo Aparecido Francelino Gonçalves e Mariana Lemos Fernandes ofereceram aos alunos que foram fazer o ENEM 2019 um combo de oração, “canetas abençoadas” e sanduíche natural por R$ 10,00.
Evangélicos, os três amigos ficaram em frente ao portão da Escola Estadual Presidente Médici, e ofereciam, também, aos alunos que precisassem apenas da caneta para a prova do ENEM 2019 uma unidade por R$ 2,00. "Essa caneta aqui é abençoada, hein? Se comprar vai tirar nota 1000 nela", disse um dos jovens vendedores, de acordo com a TV Centro América.
Fonte: Gospel+

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Jovens evangelizaram com música na porta do Enem


Bem dispostos, os jovens cantavam ao som de dois violões e um cajon para receber os estudantes que chegavam à Unifor, em Fortaleza

No último dia 11.11, muitos alunos se levantaram bem cedo da cama para participar da segunda fase de provas do Enem.
Mas um grupo de jovens de Fortaleza decidiu acordar cedo, mesmo sem estarem inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio. Eles queriam levar uma palavra de apoio aos estudantes e também anunciar as boas novas em um dos locais de provas.
O grupo de jovens da Igreja Comunidade das Nações se posicionou à entrada da Universidade de Fortaleza (Unifor) para receber os participantes do Enem ao som de muitos louvores e com bastante animação.
Bem dispostos, os jovens cantavam ao som de dois violões e um cajon (percussão) para receber os estudantes que chegavam ao local de prova.
Ao som de músicas gospel, como as dos cantores Kleber Lucas e Renato Mimessi, os jovens evangélicos explicaram que o objetivo ali era bem claro.
"Viemos trazer uma palavra de ânimo, boas novas, de boa sorte, de bom desempenho para eles estão definindo o futuro deles aqui", declarou Wesley, um dos organizadores do grupo. "Viemos trazer uma palavra de alegria".
Fonte: CPAD News

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

ENEM: Ativismo gay e ideologia de gênero em exame geram revolta em estudantes


A prova do ENEM realizada nesta semana, assim como as anteriores, continua primando por uma doutrinação esquerdista e relativista, com um viés voltado ao homossexualismo, ideologia de gênero e o incentivo à leitura de autores comprometidos com tais práticas.

Veja o depoimento do estudante Nícolas Carvalho de Oliveira publicado em seu perfil na rede social Facebook:


Segundo as fotos publicadas ficou muito claro o viés político à esquerda, escolhido pelos elaboradores das questões, incluindo como fonte a revista Carta Capital e o site Pragmatismo Político.

LEIA O TEXTO DAS IMAGENS


Na imagem acima, uma das questões que mais gerou revolta usava um trecho da crônica “Vó, a senhora é lésbica?”, que descreve uma adolescente homossexual constatando que sua avó compartilha da mesma opção sexual.



Sôbre o assunto em questão, é bom que se diga que, não está em jogo ou discussão, a liberdade de cada cidadão, que decida ser o que quiser, aliás isso já está devidamente assegurado na constituição, mas a pergunta que não quer calar é porque essa "doutrinação" por parte do estado, justamente em nossas crianças, jovens e adolescentes?

Vale conferir o destaque do Jornal da Manhã da Rádio Jovem Pan:

ASSISTA AQUI


domingo, 6 de novembro de 2016

Intolerância religiosa é tema da redação do ENEM 2016

Candidatos precisarão escrever sobre tema social

Logo que os portões das escolas foram fechadas para o início do segundo dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) foi divulgado o tema da redação. Segundo o Ministério da Educação e Cultura (MEC), os candidatos devem escrever um texto de opinião sobre “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”.
Mantendo a tradição de abordar temas sociais, segundo o INEP, a redação deve ter, no máximo, 30 linhas. Ela precisa ser desenvolvida “a partir de uma situação-problema e de subsídios oferecidos sob a forma de textos motivadores”.
Nos últimos anos os temas foram polêmicos, com uma clara orientação ideológica “à esquerda”. Ano passado, a redação teve como título “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira”. Os alunos deveriam analisar a questão e apresentar uma possível solução. Em 2015, a questão do ENEM mais polêmica, tratava da afirmação “Ninguém nasce mulher: torna-se mulher”, baseada em um texto da feminista francesa Simone de Beauvoir.
Cerca de 8 milhões de candidatos estão realizando a prova neste domingo. Além da redação, responderão a perguntas objetivas sobre Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias. São 45 questões de múltipla escolha para cada prova.
Segundo os especialistas, a elaboração de uma redação do ENEM não deve se restringir às ideias apresentadas no enunciado da prova, devendo mostrar algum conhecimento do assunto. Além do quesito forma, onde se leva em consideração questões ortográficas e gramaticais, o candidato precisa ser capaz de elaboração uma “proposta ao problema abordado, respeitando os direitos humanos”.
Curiosamente, o mundo vive desde 2014 uma grande onda de perseguição religiosa sistemática contra cristãos e outras minorias no Oriente Médio. Com a ascensão do Estado Islâmico, um genocídio étnico e religioso vem sendo executado, enquanto a grande mídia ignora o tema.
Se nos primeiros meses os vídeos e imagens de execuções eram mostrados pela imprensa, depois de um tempo o assunto foi gradualmente saindo de pauta. Atualmente é tratado apenas como uma ‘guerra civil’.
O pensamento politicamente correto, que parece ser a norma na maior parte do mundo, trata qualquer denúncia contra os atos de muçulmanos como “islamofobia”. Em atentados terroristas claramente cometidos por motivação religiosa – atos de jihad islâmica – esse aspecto sempre é minimizado como ação de “extremistas” ou simplesmente ignorados. Na contramão, todo ato realizado por um indivíduo ou grupo cristão é classificado de “fundamentalismo religioso”.
Quando se fala sobre perseguição religiosa na imprensa brasileira, geralmente são casos isolados de ataques a seguidores de religiões afro. Quando alguns políticos começaram a tentar denunciar que também existe uma “cristofobia” que deveria ser combatida foram ridicularizados.
O deputado Sóstenes Cavalcante (DEM/RJ), que também é pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, usou as redes sociais para lançar um questionamento. “A Intolerância Religiosa, existe inclusive para nós que temos mandato e somos evangélicos!  Quero ver a redação daqueles que vilipendiaram os símbolos católicos na parada gay, os defensores do Estado Islâmico e as feministas da marcha das vadias, será o que eles vão escrever nessa redação?”
Já o pastor Gaspar de Souza, da Igreja Presbiteriana dos Guararapes, na região metropolitana de Recife, arriscou sugerir que o MEC esperava como resposta, “acusar os evangélicos de intolerantes”, e “exaltar as religiões afros como expressão cultural em detrimento da fé católica e evangélica no Brasil”. Para ele, “o Ministério da Educação Marxista incentivará a intolerância na redação. Nada diferente da surrada “jogar uns contra os outros”.

Patrulha ideológica

patrulhamento ideológico constante de segmentos da imprensa sobre líderes evangélicos e políticos que possuem cargos eclesiásticos também poderiam ser classificados de “perseguição religiosa”. Contudo, para o estudante brasileiro médio as únicas questões abordadas em sala de aula mostram os cristãos como os “agressores” nunca como os agredidos.
Toda forma de perseguição religiosa é criminosa. Ela deve ser denunciada e os responsáveis julgados segundo as leis vigentes. Infelizmente, esse é apenas mais um tema tratado com parcialidade no país.
Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

PROVA DO ENEM 2009 - SUSPENSÃO MOTIVADA POR FRAUDE

A prova do Enem que seria realizada neste final de semana, foi suspensa pelo Ministro da Educação Fernando Haddad, em virtude das denúncias que cópia da prova teria sido roubada.
Segundo informações veiculadas pela imprensa nesta manhã, e mesmo entrevista concedida pelo próprio Ministro, o jornal O ESTADO DE SÃO PAULO procurou o Ministério da Educação, com a informação de que lhe fora oferecida uma cópia da prova para compra.
Ao verificar que a cópia era verídica e coincidia com as questões originais, a prova foi suspensa e será instaurado inquérito para apuração.
Os alunos deverão continuar se preparando, pois será marcada nova data para a prova.
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