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terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Missão distribui mais de 1,5 milhão de Bíblias em países do Leste Europeu


A Eastern European Mission semeou a Palavra de Deus em 32 países e 23 idiomas.


Uma organização cristã entregou mais de 1,5 milhões de Bíblias em países do Leste Europeu, em 2021. O número é um recorde para a Eastern European Mission (EEM), que trabalha há 60 anos distribuindo exemplares das Escrituras na Europa Oriental.

A distribuição alcançou 32 países e 23 idiomas, totalizando 1.529.668 Bíblias e materiais bíblicos doados. Mesmo com as dificuldades da pandemia da Covid-19, a EEM registrou um aumento de 15% na entrega de Bíblias, em relação ao ano anterior.

"É fácil ficarmos impressionados com os números; no entanto, eles têm propósito e são inspiradores", disse Robert Burckle, presidente da Eastern European Mission.

"Por trás dessas estatísticas incríveis estão pessoas reais cujas vidas estão sendo mudadas para sempre pelas Boas Novas que estão tomando conta de seus corações e transformando suas vidas", lembrou.

A missão também doou 650 mil exemplares da Palavra de Deus a estudantes de escolas públicas da Croácia. A Eastern European Mission trabalha em parceria com os líderes nacionais de países, como a Ucrânia, Romênia e Croácia, para enviar Bíblias aos colégios.

Hoje, mais de 66% das escolas ucranianas receberam exemplares bíblicos da EEM e muitos professores usam as Escrituras durante o ano letivo. Os educadores já estão percebendo o impacto do ensino dos valores bíblicos no comportamento dos alunos.

"Gostaríamos de ver isso replicado em muitas outras nações das quais estamos recebendo inúmeras solicitações, que só podem ser atendidas por meio de maior apoio financeiro", relatou Burckle.

"Mas Deus tem sido fiel e sabemos que ele continuará sendo. Sua Palavra é transformadora e continuamos orando para que nossos esforços na Europa Oriental tenham um grande impacto no Reino para as próximas gerações".

A Eastern European Mission tem a missão de semear a Palavra de Deus nas línguas nativas dos países do Leste Europeu, distribuindo Bíblias em igrejas, escolas públicas, orfanatos, acampamentos de jovens, hospitais, prisões e instituições de reabilitação.

Fonte: Guia-me com informações de Charisma News via Folha Gospel


sábado, 3 de julho de 2021

Jovens empreendedores inauguram nova concessionária da CONSIGAZ em São Vicente

 

Com oração e a leitura da Palavra de Deus, constante da Bíblia Sagrada, foi inaugurada hoje - 03.07.2021, a mais nova concessionária da franquia CONSIGAZ, no Parque Continental, localizado na área continental de São Vicente - a Célula Mater da Nacionalidade.

A empresa é uma iniciativa dos jovens empreendedores Eliézer Santos e Thiago Queiroz, os quais com o apoio de seus familiares, aceitaram o desafio da CONSIGAZ e iniciaram o novo empreendimento.

Com seguras e modernas instalações, a distribuidora de gás está localizada à Avenida Central, número 20 no Parque Continental em São Vicente, atendendo pelo telefone (13)997575607

Pela fé cristã que professam, convidaram o Pr. Carlos Roberto Silva da AD Cubatão (SP) para a cerimônia de inauguração, que, além dos empreendedores foi acompanhada pelos familiares, amigos e funcionários, com oração e leitura da Bíblia Sagrada.

A procura dos moradores da localidade desde as primeiras horas do dia, demonstrou o quanto havia necessidade dessa prestação de serviços naquela localidade.

Parabéns aos administradores do novo empreendimento e que seja benção na vidas dos mesmos, de seus familiares, da população vicentina e adjacências.





sábado, 1 de fevereiro de 2020

Ex-muçulmanas se tornam missionárias e distribuem 20.000 Bíblias no Irã


Maryam e Marziyeh trabalharam clandestinamente e também iniciaram igrejas domésticas, antes de serem presas por oito meses.


A história das amigas Maryam Rostampour e Marziyeh Amirizadeh está contada em um livro sob o título "Captive in Iran" (Cativas no Irã), publicado em 2013. Nele, elas relatam as experiências que tiveram em sua jornada missionária, no Irã.

Ex-muçulmanas, elas revelaram em entrevista na Igreja HTB em Londres, Inglaterra, que as autoridades iranianas as proibiram de compartilhar sua fé cristã, mas em três anos conseguiram colocar, secretamente, 20.000 Bíblias nas mãos de seus compatriotas, além de iniciarem igrejas domésticas.

Quando descobertas, as duas missionárias foram presas por 259 dias na notória prisão de Evin, em Teerã, capital do Irã, um lugar onde os presos são rotineiramente torturados e as execuções são comuns.

Diante de interrogatórios cruéis, perseguição e sentença de morte, Maryam e Marziyeh transformaram as alas da prisão em igrejas, estendendo a mão para soldados, prostitutas e outros detidos políticos.

Eles escolheram dar o passo radical - e perigoso - de compartilhar sua fé dentro dos próprios muros da fortaleza do governo que deveria silenciá-los.

Prisioneiras
Maryam fala sobre o tempo de prisão: "Um dia é como um ano. Alguns dias você não consegue respirar porque não sabe o que vai acontecer com você no dia seguinte."

"Quando as pessoas experimentam viver na prisão de Evin, nunca mais serão as mesmas. O estresse é demais", conta.

"Não podemos ser as mesmas pessoas. Não podemos ser tão felizes como antes. Não gostamos de atividades como pessoas normais, porque pensamos o tempo todo naqueles que ainda estão lá", diz.

Após a prisão em 2009, elas foram transferidas para uma cela de mulheres na prisão de Evin, onde foram forçadas a dormir no chão em uma sala com 30 a 40 outros presos.

Elas contam que havia apenas uma pequena janela sem vista e que a temperatura estava sufocante no verão e congelada no inverno. As luzes foram mantidas acesas a noite toda, enquanto uma televisão explodia incessantemente a propaganda do estado.

Eles dizem que foram negados tratamento médico por causa de sua fé e que foram vistas como "infiéis sujas".

"Eles nos trataram como animais", relata Marziyeh.

Confissões forçadas
Maryam e Marziyeh também passaram 40 dias em um prédio de interrogatórios, onde foram solicitados repetidamente a negar sua fé cristã, enquanto os interrogadores exigiram os nomes das pessoas que haviam frequentado sua "igreja doméstica" e pediram que assinassem confissões forçadas.

"Se você não nos der as informações de que precisamos, bateremos em você até você vomitar sangue", disseram eles.

Tais demandas por confissões são frequentemente relatadas por cristãos nas prisões iranianas, como nos casos de Mohammed Ali Torabi, 39, que foi libertado recentemente sob fiança, e Abdol-Ali Pourmand, que permanece na prisão em Ahvaz, capital do Khuzestan ocidental do Irã. província.

Vida em Cristo
Maryam e Marziyeh nasceram em famílias muçulmanas no Irã. Elas se conheceram enquanto estudavam teologia cristã na Turquia em 2005 e perceberam que haviam se tornado cristãs mais ou menos na mesma época, seis anos antes.

Elas decidiram unir forças, e retornaram ao Irã, onde começaram um programa de alcance missionário. Nos dois anos seguintes, elas distribuíram o Novo Testamento em Teerã e em outras cidades.

Eles começaram duas igrejas domésticas em seu apartamento, uma para jovens e outra para prostitutas.

Eles estenderam seu ministério com viagens missionárias à Índia, Coreia do Sul e Turquia.

Em 2009, Maryam e Marziyeh foram presas em Teerã por promover o cristianismo - um crime capital no Irã - e presas por oito meses. As acusações oficiais que receberam foram apostasia, atividade antigovernamental e blasfêmia pelas quais foram condenadas à execução por enforcamento.

Muitos em todo o mundo oraram por sua liberdade e, como resultado de lobby internacional, Maryam e Marziyeh foram libertadas em 2009 e liberadas de todas as acusações no ano seguinte.

Elas consideram uma honra ter experimentado um pouco do sofrimento de Cristo por estar preso em Seu nome. Após sua libertação, elas emigraram para os Estados Unidos.

Fonte: Guiame

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Organização missionária tem 126 milhões de pedidos de Bíblias e não consegue atender

Quem possui o privilégio de ter uma Bíblia em casa, ou de simplesmente achar um exemplar da Palavra de Deus em qualquer livraria, geralmente não faz ideia de que milhões de pessoas ainda não têm acesso às Escrituras sagradas, segundo informações de uma organização missionária que atua enviando Bíblias para diversas regiões do mundo.
A World Missionary Press (WMP) informou em um comunicado que não está conseguindo atender a demanda dos pedidos de Bíblias que chegam até ela, totalizados em cerca de 126 milhões.
Parte da dificuldade no envio das Bíblias, além dos recursos para a produção em si, é a localização das pessoas que estão "espiritualmente famintas", visto que quase a metade dos milhões de pedidos partem da África, onde o radicalismo muçulmano está presente em vários países.
"Há uma fome crescente pela Palavra de Deus", diz Helen Williams, representante da  WMP, que já atende 56 países e produz quase sete milhões de folhetos por mês, distribuídos gratuitamente.
"Tenho um e-mail na minha mesa de um homem na Zâmbia dizendo: 'Precisamos de alimento espiritual aqui. Tenho cinco igrejinhas no vale [com] 473 pessoas, há uma tremenda fome pela Palavra e preciso da sua ajuda", relata Helen.
A WMP reconhece que o radicalismo islâmico dificulta a distribuição das Bíblias, pois os ex-muçulmanos convertidos ao cristianismo são ameaçados de morte, discriminados e por isso não conseguem ter plena liberdade de acesso à Palavra de Deus.
"Os fiéis de origem muçulmana costumam ser excluídos de suas famílias e enfrentam ataques ou até a morte [quando se convertem ao cristianismo]", diz a organização, segundo informações da CHVN Rádio.
"Oramos por aqueles que o receberão [a Bíblia], que o trabalho do Espírito seja realizado e que as pessoas respondam ao que leem. [Ore] para que os crentes sejam fundamentados e tenham uma fé mais firme", pede Helen.
Fonte: Gospel+

sábado, 22 de junho de 2019

Portas Abertas comemora a entrega de milhões de bíblias na China ao longo de 38 anos

Pregar o Evangelho para todos os seres humanos é uma ordenança de Jesus Cristo, o que significa ser o deve de todo cristão. E para que isso seja possível, a distribuição de bíblias nas regiões remotas do mundo ou controladas por regimes autoritários, como na China, é um desavio encarado por organizações como a Portas Abertas.
Este mês a Portas Abertas, que auxilia os cristãos perseguidos em várias partes do mundo, está comemorando o 38° aniversário de um projeto iniciado em 1981 e até hoje mantido pela organização pró-liberdade cristã.
Se trata do Projeto Pearl, que foi realizado pela primeira vez quando a China, controlada pelo regime comunista, ainda estava se recuperando da Revolução Cultural de Mao Tsé Tung, entre 1966 e 1976).
A missão do projeto, segundo relatos da Portas Abertas, era conseguir levar a Palavra de Deus para dentro da China, tendo como objetivo anunciar o Evangelho aos chineses em um dos períodos mais violentos na história daquele país, quando os cristãos sofriam intensa perseguição religiosa.
"Em vez de apenas sobreviver, o cristianismo prosperou, como normalmente acontece sob a perseguição. E milhões de cristãos chineses precisavam de Bíbliasalgo que o Partido Comunista Chinês havia confiscado, queimado e proibido de serem impressas", disse a organização.
Visando romper a barreira da intolerância, a Portas Abertas financiou a operação Pearl, reunindo 20 cristãos voluntários vindos da Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Holanda, Filipinas, Reino Unido e Estados Unidos.
Eles colocaram 1 milhão de bíblias em uma balsa, embaladas em 232 pacotes à prova d’água, que foram transportados secretamente por um rebocador durante à noite. "Sua tripulação de 20 homens atravessaram um labirinto de navios da Marinha chinesa ancorados na escuridão perto da cidade portuária de Shantou, no sul da China", lembra a Portas Abertas.
Finalmente, o pequeno grupo de 20 cristãos voluntários que arriscaram suas vidas por amor a Cristo e ao próximo, conseguiram entregar às bíblias aos cristãos chineses que aguardavam ansiosamente pelo carregamento secreto.
Desde então a Portas Abertas realiza o mesmo projeto anualmente, levando aos chineses a esperança da Salvação através de Cristo.
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Justiça proíbe que prefeitura distribua exemplares da Bíblia a alunos - COMENTO A NOTÍCIA


Um projeto aprovado na Câmara Municipal de Nova Iguaçu previa a distribuição de exemplares da Bíblia Sagrada aos alunos das escolas da cidade, mas agora a Justiça decidiu, após ação do Ministério Público, que o projeto é inconstitucional.
O relator do caso, desembargador Luiz Zveiter, considerou que a distribuição de Bíblias "aponta para a doutrinação e o proselitismo religioso, em absoluta afronta às garantias fundamentais do estado democrático e o direto de liberdade religiosa".
O jornalista Ancelmo Góis comentou a decisão em sua coluna no jornal O Globo afirmando que "só falta instalar teocracia".
O caso se arrasta desde 2016, quando os vereadores aprovaram a lei 4.619/16, autorizando a prefeitura a estabelecer parcerias com entidades religiosas para a distribuição de exemplares da Bíblia nas escolas. A legislação, no entanto, foi vista pelo MP como inadequada, e uma ação foi movida.
"A Promotoria considerou a lei inconstitucional, já que viola o princípio do Estado laico e a liberdade de crença da população ao permitir a subvenção de segmento religioso específico (cristão) com recursos públicos, em detrimento das demais religiões. O documento destaca que a Lei pode gerar indevida e dolosa violação aos Direitos Humanos de minorias não praticantes da religião subvencionada pelo município", diz trecho da nota divulgada pelo MP em 2016.
Como a prefeitura não acatou a recomendação extrajudicial para que a parceria com as entidades fossem encerradas, o caso foi parar na Justiça.
Fonte: Gospel+
MEU COMENTÁRIO:
Sou cristão evangélico  e  também sou pastor, portanto totalmente interessado na distribuição de Bíblias, porém, faz-se necessário admitir que o modo proposto pela lei em pauta, fere brutalmente a constituição federal, em detrimento de outras religiões. Que se cumpra a lei maior em vigência no país.
Por outro lado, que os cristãos e as instituições cristãs promovam a distribuição das sagradas escrituras de maneira digna conforme permitido pela legislação vigente.
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