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domingo, 5 de janeiro de 2025

Porque virei pós tribulacionista? (Pr. Juliano Fraga)


Os habitantes do Céu

A besta, o grande líder político-militar do fim dos tempos, abrirá sua boca em blasfêmias: "E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu".  (Apoc. 13:6). Quem são os habitantes do Céu? São os contrastados com os habitantes da Terra (Apoc. 12:12; 13:8,14). Os habitantes da Terra são os humanos não salvos, portanto os habitantes do Céu são os humanos salvos. O verbo "habitar" é a mesma palavra grega para a "encarnação" de Jesus Cristo (João 1:14). Uma palavra idêntica é usada para o corpo físico dos crentes, que é a palavra "tabernáculo" (2 Coríntios 5:1, 4). O verbo "habitar" ou a palavra "tabernáculo" nunca é usada referindo-se às atividades dos corpos do anjos.

No texto crítico grego, a frase “os que habitam no Céu” está em oposição ao "Seu tabernáculo" (tendo sido omitida a preposição "em") Isto sugere que os que habitam no Céu, como o tabernáculo de Deus, formam um grupo específico, com ninguém a ser acrescentado. E se é assim, a descrição melhor se adapta à igreja arrebatada, visto como mais pessoas serão salvas, na segunda metade do período de sete anos.

Pr Juliano Fraga
Porque virei pós-tribulacionistas

segunda-feira, 4 de julho de 2022

POLÍTICA, RELIGIÃO E ECONOMIA - Uma análise das ameaças à Formação Familiar


O escritor Evandro Marinho, lança mais uma obra de sua autoria, intitulada,  POLÍTICA, RELIGIÃO E ECONOMIA - UMA ANÁLISE DAS AMEAÇAS À FORMAÇÃO FAMILIAR.

Evandro Marinho, o autor, é pastor, teólogo, psicólogo, professor, conferencista e pós-graduado em exegese bíblica.

A obra retrata os grandes pontos da inflexão da história (Revolução Francesa, Americana, Globalização, Globalismo, Capitalismo, O novo normal, etc), até alcançar a formação familiar, portanto, um livro pertinente e necessário para os dias atuais.

É uma obra que vale a pena ler, reler par entender o tripé Política, Religião e Economia. (SN)


PEDIDOS:

Contato ITAMAR RIBEIRO (71) 999740449 E.MAIL - bahianoticias@yahoo.com.br

Foto: Divulgação/SN

sábado, 16 de abril de 2022

André Valadão rebate críticas à igreja da Lagoinha no metaverso; pastores analisam


Ele garante que a atuação da igreja no metaverso não substitui o papel dos templos físicos

primeiro culto evangélico no metaverso promovido por uma igreja brasileira, além de adesão e apoio, também foi alvo de críticas. Alguns cristãos não receberam bem a novidade, alegando que se trata de uma "rendição ao sistema".

À frente da Lagoinha Orlando Church, o pastor André Valadão foi o responsável por trazer a novidade para o meio cristão no Brasil. Em seu espaço aberto a perguntas de internautas nas redes sociais, o líder religioso aproveitou para esclarecer a iniciativa.

"Absurdo esse metaverso. Mostra que você e a sua igreja se entregou (sic) ao sistema! Triste…", disparou um internauta.

"O sistema que me entreguei é poder levar a palavra onde eu estiver, da maneira que eu conseguir. E essa é uma outra forma de pregar a palavra. Abre o seu olho", respondeu o pastor.

André Valadão garante que a atuação da igreja no metaverso não substitui o papel dos templos físicos.

"Assim como o alimento é insubstituível, o relacionamento humano nunca será substituído", explicou ao portal Guiame.

André Valadão disse que a igreja precisa estar presente onde as pessoas estão. "Atrás de um avatar é um ser humano e precisamos chegar em todos", explicou.

Mas o que exatamente é o metaverso e como a igreja deve lidar com o futuro da internet?

O metaverso nada mais é do que um "mundo digital", que combina elementos da realidade virtual, realidade aumentada e internet. Ao entrar no universo virtual, cada pessoa escolhe um avatar para viver uma vida semelhante à real: se relacionar com pessoas, fazer compras, ir a shows, viajar ao redor do mundo e até mesmo ir à igreja.

Em julho de 2021, durante uma conferência virtual com grupos religiosos, a diretora de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, falou sobre a expectativa do envolvimento das igrejas na tecnologia.

"Nossa esperança é que um dia as pessoas também façam cultos nos espaços de realidade virtual ou usem a realidade aumentada como uma ferramenta de educação, para ensinar a seus filhos a história de sua fé", disse Sandberg.

"Uma maneira de alcançar pessoas"

Nos Estados Unidos, a Life.Church, liderada pelo pastor Craig Groeschel (que desenvolveu o aplicativo da Bíblia YouVersion), tem sido uma líder em inovação entre as igrejas americanas.

Já em 2007, a Life.Church estudava como seria a igreja na realidade virtual. Não foi surpresa quando, em dezembro do ano passado, a igreja adicionou um campus no metaverso.

"Esta não é a primeira vez que realizamos cultos no metaverso. Em 2007, realizamos cultos no Second Life, que era um ambiente virtual 3D semelhante ao que você vê hoje no metaverso", disse o pastor e líder de inovação da Life.Church, Bobby Gruenewald, ao site The Christian Post.

Gruenewald disse que se deparou com críticas, mas sustenta que a presença de igrejas no metaverso é válida. "Existem benefícios únicos para a igreja nos espaços digitais. É uma maneira de alcançar pessoas que talvez nunca ponham os pés em uma igreja física", disse ele.


André Valadão defende o mesmo e lista alguns cuidados que a igreja deve ter para se manter bíblica, mesmo no metaverso: "Pregar a Palavra, apontar para Jesus e buscar usar todas as ferramentas que temos em nossa geração para falar de Jesus".

Valadão também acredita que os cristãos devem "evitar julgar e criticar algo que sequer conhecem, para não passar vergonha como a Igreja já passou, falando de instrumentos como bateria, guitarra, televisão e por aí vai."

Gruenewald também faz uma relação a questionamentos feitos no passado. "Quando o telefone foi inventado, havia a preocupação de que ninguém ia mais se reunir ou sair de casa. Esses argumentos existem há décadas, mas não se sustentam. Se o isolamento dos últimos dois anos nos ensinou alguma coisa, é que temos um desejo inerente do ser humano de estarmos juntos", avaliou.

O pastor da Life.Church acredita ainda que, no ambiente online, muitas pessoas se sentem mais à vontade para expor suas vulnerabilidades. "A fachada física de um avatar dá às pessoas uma sensação de anonimato, que as ajuda a se sentirem mais à vontade para baixar a guarda. Elas vão falar sobre suas lutas contra a depressão, dificuldades em seu casamento e outros detalhes íntimos de sua vida, que as pessoas geralmente não falam tão facilmente em um ambiente físico."

Mas nem todo líder cristão está animado com a participação da Igreja na evolução da tecnologia online.

Oportunidades e ameaças

No site The Gospel Coalition, o pastor Patrick Miller, que supervisiona ministérios digitais na igreja The Crossing, fez uma crítica à inserção da igreja no metaverso. Ele escreveu um artigo com Ian Harber, o diretor de comunicação de uma ONG no Texas.

Para eles, o metaverso pode apresentar oportunidades, mas também ameaças. A primeira delas é uma possível crise de identidade.

"Se você já acha que a sociedade luta com questões de identidade agora, se prepare", disseram. "As pessoas podem começar a confundir sua identidade dada por Deus com a identidade auto-criada no metaverso. O debate sobre o transumanismo está à nossa porta."

Os críticos também alertam sobre o risco de as pessoas tirarem os seus olhos da Criação de Deus.

"Jesus chama seus seguidores para cuidar dos doentes, visitar os solitários, fortalecer os oprimidos e cuidar do meio ambiente. Sabemos que um mundo virtual criado por empresas de capital aberto nunca será mais real ou importante do que o mundo que Deus criou e chamou de 'muito bom'".



Por fim, ambos os líderes temem que o metaverso se transforme em uma "torre de Babel" do futuro. "Nossa torre de Babel futurista está nos atraindo com promessas de infinitude", afirmam.

"Teremos a oportunidade de experimentar vislumbres do poder que só Deus tem. A prontidão da informação vai nos dar um vislumbre de ser onisciente. A capacidade de criar mundos e identidades vai nos dar um vislumbre de ser onipotente. A conquista das fronteiras geográficas vai nos permitir estar onde quisermos a qualquer momento, nos aproximando da onipresença", eles argumentam.

Fonte: Pleno.News e Guia-me via Folha Gospel

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Crise na Rússia - Uma análise à Luz das profecias bíblicas com o Pr. Abraão de Almeida



O Canal Chi Alpha Brasil no Youtube, através do Programa Papo Universitário XA, realizou uma live sobre o assunto do momento que envolve a guerra imposta pela Rússia contra a Ucrânia, com a participação do Pr. Abraão de Almeida, um dos mais respeitados especialistas em escatologia, que fez uma análise histórica do tema, à Luz das profecias bíblicas.


ASSISTA AQUI

quarta-feira, 13 de maio de 2020

MATIZES DO REBANHO OVINO - Ovelhas, cordeiros ou carneiros?



MATIZES DO REBANHO OVINO por Prof. Tavares

Num rebanho ovino há ovelhas (os animais fêmeos) e carneiros (os animais machos adultos).

Quando pequenos, os futuros carneiros são dóceis e chamam-se cordeiros.

Ambos, carneiros e ovelhas, são tratados e conduzidos pelo pastor. A Bíblia trata a Igreja como rebanho de "ovelhas" e, às vezes, como de cordeiros (metáfora); mas não alude a carneiros, embora eles façam parte do rebanho. Qual a razão disso?

O próprio Senhor Jesus se declarou "manso e humilde de coração", ou seja, declarou-se, tal qual uma ovelha ou um cordeiro: dócil (Is 53.7).

Por sua vez, o carneiro não é dócil; é agressivo, dá mais trabalho no rebanho, está sempre disposto à luta, ao desafio, ao embate.

Se, na Igreja, (rebanho do Bom Pastor) há ovelhas e cordeiros, há também "carneiros". Como há!

Medite nisso e verifique a sua classificação no rebanho do Mestre! E que os cordeiros não sejam influenciados pelas atitudes dos carneiros.


Por. Prof. Izaldil Tavares de Castro

Fonte: Blog do Professor Tavares


QUEM É IZALDIL TAVARES DE CASTRO

Pai de Carlos Alberto, Luís Roberto, Eneida Cristina e Camila. Casado com Silvana Cristina de Souza Tavares de Castro. Mora em São Paulo. Consagrado ao Santo Ministério da Palavra, na Igreja Assembleia de Deus Bereana, em São Paulo, no ano de 2013. Atualmente, pastor auxiliar, na Igreja Assembleia de Deus Russa (sede em São Paulo). Foi membro atuante em "Os Gideões Internacionais" e na ADHONEP - Associação dos Homens de Negócio do Evangelho Pleno. É, pela graça de Deus, pregador do Evangelho de Cristo. É pós-graduado em Ciência da Religião, palestrante, professor, autor e coordenador de material didático para a área de vestibulares e de concursos públicos; atua na área de aulas particulares para acompanhamento de vestibulandos e concursandos aos cargos públicos e escritor com vários livros e artigos publicados. Trabalha como crítico literário e teológico de obras cristãs; revisor de textos e ghost writer.

CONHEÇA O BLOG DO PROFESSOR TAVARES AQUI

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

ESSA GENTE INCÔMODA - Preconceito da Revista Veja e o comentário de Asaph Borba


Por J.R. Guzzo - VEJA 4/10/2017

Quem é contra a liberdade de religião no Brasil? Mais gente do que você pensa, com toda a certeza, embora quase ninguém vá dizer isso em público, é claro — provavelmente não dirá nem mesmo no anonimato de uma pesquisa de opinião. Mas é preciso ser realmente muito bobo, ou muito hipócrita, para achar que está tudo em ordem com a liberdade religiosa no Brasil quando as nossas classes mais altas, que também se consideram as mais civilizadas, sentem tanto desprezo, irritação e antipatia pela religião que mais cresce no país.

Trata-se da "fé evangélica", como se chama, para simplificar, a vasta constelação de igrejas, seitas e cultos de origem protestante que nas estatísticas já reúnem um terço da população brasileira — e na vida real podem estar além disso.

Esse povo, em grande parte do "tipo moreno", ou "brasileiro", vem sendo visto com horror crescente pela gente bem do Brasil. Sabe-se quem são: os mais ricos, mais instruídos, mais viajados, mais capacitados a discutir política, cultura e temas nacionais. São geralmente descritos como esclarecidos, liberais, intelectuais, modernos, politizados, sofisticados e portadores de diversas outras virtudes. Toda a esquerda nacional, por definição, está aí dentro. Também estão todos os que são de direita ou de centro — desde que não se misturem com o povo brasileiro.

CONTINUE LENDO NO BLOG DE ORIGEM DO AMIGO E PASTOR JUBER DONIZETE:

sábado, 17 de dezembro de 2016

Pr. Silas Malafaia é o novo alvo da "esquerda" no Brasil! - Por Leudo Costa do Cristalvox


Leudo Costa é jornalista, editor responsável pelo portal Cristalvox.com, registre-se a be da verdade que não é evangélico, nem conhece o pastor Silas Malafaia pessoalmente. Creio ser uma voz independente que merece ser pelo menos ouvida e analisada.

ASSISTA AQUI:



terça-feira, 28 de outubro de 2014

Reflexões sobre o resultado da Eleição Presidencial - 2014



DEUS ELEGEU DILMA?
Algumas pessoas estão a dizer que Dilma foi reeleita pela vontade de Deus. Afinal, nada acontece sem a Sua vontade, não é mesmo? A discussão teológica por trás dessa simples afirmação é complexa, envolvendo alguns séculos de debate da tradição cristã. Uma parte dessa tradição - na qual me incluo - afirma que a vontade de Deus se expressa de dois modos: vontade determinativa e vontade permissiva. Nesse último caso, ainda que Deus permita que algumas coisas aconteçam não significa que ele concorde com elas. Como escreveu Roger Olson: "Deus está no controle de tudo, sem ser o controlador de tudo". Do contrário, isso faria de Deus o co-autor de todos os crimes e barbáries da história humana. O que, é claro, não dá para aceitar. Desse modo, a permissão de Deus não retira a responsabilidade humana por seus atos e as conseqüências daí advindas. Deus permitiu que Judas Iscariotes entregasse Jesus para ser morto, porém, o traidor pagou as consequencias. Somente isso é suficiente para refutarmos a ideia de um Deus cuja vontade determinativa se expressas nas urnas. Portanto, a não ser que você conheça, de fato, o pensamento de Deus - o que eu acho improvável - pare de dizer que Deus elegeu Dilma. É mais sensato afirmar que Deus permitiu o resultado da eleição. Mas, além disso, diga que está consciente das consequências dessa permissão.

ELEIÇÃO E DESILUSÃO
Muitas pessoas ficaram desiludidas com o resultado da eleição presidencial. Ainda que isso expresse um sentimento momentâneo justificável - diante de um quadro político sinistro e tenebroso - não pode servir como fenômeno desencadeador de extrema desilusao. A política é um elemento importante da vida em sociedade, mas não o mais importante e muito menos o centro da vida. A política tem valor instrumental, e não ontológico. Significa dizer quer a política não é o propósito último da vida, e aquilo que nos serve de esperança. Falando de uma perspectiva bíblica e cristã, lembro que o sentido da vida está arraigado em Deus e nossa esperança se alicerça em Cristo. Deus está no controle de tudo. Então, permita-se entristecer por um pouco de tempo (caso o seu candidato não tenha sido eleito), mas não desiludir-se. Amanhã, quando o sol raiar novamente, encontre forças, levante a cabeça e continue a batalha. Essa não é uma mensagem de auto-estima. É um lembrete de encorajamento, de alguém que vê todas as coisas pelas lentes das Escrituras, que busca ajuda não em si mesmo, mas em Deus.
BRASILEIRO, ACIMA DE TUDO
Continuo sendo brasileiro ainda que o meu candidato não tenha sido eleito. Faz parte do jogo democrático aceitar a derrota eleitoral, ainda que não concorde com a forma como o jogo foi disputado. Respeito aqueles que votaram, por convicções pessoais e ideológicas, na candidata vencedora, independentemente da raça, cor, religião ou estado em que mora, ainda que discorde frontalmente da ideologia vencedora. Porém, não posso dizer o mesmo daqueles que votaram por interesse econômico ou em troca de favores. Esse tipo de voto expressa, a meu sentir, o que há de mais deplorável no processo eleitoral, pois também é uma forma de corrupção. Terminada a eleição, permanece a nossa responsabilidade de fiscalizar, denunciar e orar pela nação, e muito.
Por Valmir Nascimento
Valmir Nascimento jurista, teólogo e mestrando em teologia. Possui pós-graduação em Direito e antropologia da religião. Professor universitário de Direito religioso, Ética e Teologia. Editor da Revista acadêmica Enfoque Teológico (FEICS). Membro e Diretor de Assuntos Acadêmicos da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure). Analista Jurídico da Justiça Eleitoral. Articulista em periódicos nacionais. Escritor e palestrante. Presbítero da Assembleia de Deus em Cuiabá/MT.
Fonte: CPADNews
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