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segunda-feira, 4 de julho de 2022

POLÍTICA, RELIGIÃO E ECONOMIA - Uma análise das ameaças à Formação Familiar


O escritor Evandro Marinho, lança mais uma obra de sua autoria, intitulada,  POLÍTICA, RELIGIÃO E ECONOMIA - UMA ANÁLISE DAS AMEAÇAS À FORMAÇÃO FAMILIAR.

Evandro Marinho, o autor, é pastor, teólogo, psicólogo, professor, conferencista e pós-graduado em exegese bíblica.

A obra retrata os grandes pontos da inflexão da história (Revolução Francesa, Americana, Globalização, Globalismo, Capitalismo, O novo normal, etc), até alcançar a formação familiar, portanto, um livro pertinente e necessário para os dias atuais.

É uma obra que vale a pena ler, reler par entender o tripé Política, Religião e Economia. (SN)


PEDIDOS:

Contato ITAMAR RIBEIRO (71) 999740449 E.MAIL - bahianoticias@yahoo.com.br

Foto: Divulgação/SN

quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Comentarista sugere morte de judeus para melhorar economia


A declaração foi feita por José Carlos Bernardi, na Jovem Pan News

Comentarista da Jovem Pan News, José Carlos Bernardi foi acusado de antissemitismo em razão de um comentário feito por ele na edição desta terça-feira (16) do Jornal da Manhã. Na ocasião, ele sugeriu que a Alemanha cresceu economicamente devido ao holocausto dos judeus e disse, em tom irônico, que o Brasil se equipararia economicamente ao país europeu caso fizesse o mesmo.

A fala ocorreu durante um debate com Amanda Klein sobre a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um evento no Parlamento Europeu.– A Angela Merkel [chanceler da Alemanha] abriu o país para todo o mundo árabe. As alemãs estão sendo estupradas em praça pública. Este é o país que você defende – disse Bernardi a Amanda.

A jornalista, por sua vez, respondeu:

Quem dera o Brasil chegasse aos pés do desenvolvimento econômico da Alemanha.

Foi neste momento que Bernadi soltou a fala que posteriormente receberia duras críticas nas redes sociais.

É só assaltar todos os judeus que a gente consegue chegar lá. Se a gente matar um monte de judeus e se apropriar do poder econômico deles, o Brasil enriquece. Foi o que aconteceu com a Alemanha pós-guerra – declarou.

Após a repercussão da fala, o comentarista emitiu uma nota pedindo desculpas pela declaração, classificando o próprio comentário como “infeliz”.

Peço desculpas pelo comentário infeliz que fiz hoje no Jornal da Manhã, primeira edição, ao usar um triste fato histórico para comparar as economias brasileira e alemã. Fui mal-entendido. Não foi minha intenção ofender ninguém, nenhuma comunidade; é só ver o contexto do raciocínio. Mas, de qualquer forma, não quero que sobrem dúvidas sobre o meu respeito ao povo judeu e que, reitero, tudo não passa de um mal-entendido. Obrigado – assinalou.

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Se isolamento for baixo, Doria ameaça não reabrir economia

Governador de São Paulo disse que pode rever a flexibilização se o isolamento ficar abaixo de 50%

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou nesta quinta-feira (23) que, se índices de isolamento social não ficarem acima de 50%, isso possa afetar a reabertura econômica prevista para maio.
O tucano fez a declaração em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi, onde divulgou índice de isolamento de 48% na quarta-feira (22), abaixo do mínimo esperado de 50%.
Se nós não tivermos uma taxa superior a 50%, poderemos rever a decisão da etapa que sucede a quarentena que vai até 10 de maio – disse Doria.
E completou.
Não poderemos fazer flexibilização se não tivermos um índice mínimo de 50% de pessoas em casa. Ontem esse índice não foi atingido, mas nos quatro dias anteriores superamos os 50%, portanto, é perfeitamente possível – ressaltou.
Doria vem adotando um discurso mais brando, com uma exigência de isolamento menor do que a inicial, de 70%. Ele afirmou que, com base em avaliação de médicos, esse novo índice, de pelo menos 50%, seria o aceitável.
Na terça (21), feriado em homenagem a Tiradentes, o índice foi de 57%. Nas últimas semanas, o estado só tem conseguido alcançar índices perto de 60% nos feriados e finais de semana.
Doria também anunciou um decreto recomendando o uso de máscaras em locais públicos.
*Folhapress via Pleno News

domingo, 2 de dezembro de 2018

Haddad admite que Brasil deverá crescer com gestão de Bolsonaro e critica Moro

Petista participou de um evento em Nova Iorque, nos Estados Unidos

Fernando Haddad esteve nesta sexta-feira (30) em Nova Iorque, nos Estados Unidos, para participar de um evento no The People’s Forum (O Fórum do Povo), que tem o intuito de reunir militantes de esquerda.
Nele, o petista comentou sobre a política econômica de Bolsonaro e afirmou que o país deve crescer nos próximos quatro anos, segundo o jornal O Antagonista.
Temos que nos prevenir: ele vai adotar o neoliberalismo radical. Em primeiro lugar, gera um fluxo de caixa muito importante e dá fôlego, com a venda de ativos estatais, o que ocorreu com o primeiro mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso com venda de estatais, o que bancou a sobrevalorização do câmbio por quatro anos. Vamos ter crescimento em quatro anos porque estamos há quatro anos sem crescer e isso vai dar um respiro para o governo – declarou o ex-prefeito de São Paulo.
Na ocasião, Haddad também criticou a escolha de Moro para o Ministério da Justiça. Segundo ele, "não é comum uma pessoa deixar de ser juiz para ser ministro do atual governo".
Fonte: Pleno News

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Ministro brasileiro pede orações da Igreja pela recuperação econômica

Henrique de Campos Meirelles faz uma curta declaração onde manifesta a intenção de “tirar o Brasil da maior recessão, da maior crise econômica da história”

líder do Ministério da Fazenda, equivalente ao Ministério da Economia português, gravou um vídeo – de acordo com a Globo, dirigido à igreja Assembleia de Deus no Rio de Janeiro – onde pede orações pela retoma da economia.
"Para isso, eu preciso contar com a oração de vocês", alerta o governante. Indicando que ele e os seus ouvintes trabalham "dentro dos princípios da ética, da integridade e do trabalho duro", Meirelles acrescenta que também partilham "valores", "os valores da lei de Deus e dos homens".
Henrique de Campos Meirelles faz uma curta declaração onde manifesta a intenção de "tirar o Brasil da maior recessão, da maior crise econômica da história" e estabelece a "meta" conjunta do governo: que "o país volte a ter emprego para todos".
O vídeo termina com um separador a apelar à ajuda ao Brasil e outro a declarar outubro como "o mês da oração pela economia".
Recorde-se que Henrique Meirelles acompanha o presidente do Brasil, Michel Temer, numa viagem a Nova Iorque, onde este último abrirá, na terça-feira, os discursos da Assembleia Geral da ONU.
O ministro da Fazenda terá mais destaque na quarta-feira onde participará, juntamente com Temer, num seminário sobre oportunidades de negócios no Brasil.
(Notícias ao Minuto) via Gospel Geral

domingo, 4 de setembro de 2016

Igrejas evangélicas são afetadas pela crise econômica no Brasil

A Teologia da Prosperidade está em xeque

Por Jarbas Aragão
Estima-se que o Brasil tenha cerca de 50 milhões de evangélicos. O mercado gospel que supre as demandas desse público está dando indícios de viver uma crise financeira que reflete o momento pelo qual passa o país, que vê chegar a 12 milhões o número de desempregados.
Mesmo com a saída de Dilma, cujas políticas equivocadas geraram o mau momento econômico, os problemas devem persistir. Especialistas já apontaram que será necessário quase uma década para reparar os estragos deixados pela administração dela.
O demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, especialista em religiões, explica que a renda per capita do Brasil caiu, em média, 10%. “A perda de poder aquisitivo das classes C e D com certeza afetou as igrejas, sobretudo aquelas muito comerciais. As menos voltadas para a arrecadação podem até ter recebido mais fiéis, em busca de alívio para suas dificuldades”, analisa.
Isso coloca em xeque a Teologia da Prosperidade, adotada por um número crescente de igrejas no país. Ela prega que quanto mais o fiel ofertar a Deus, mais bênçãos receberá. O paradoxo está no fato de que, mesmo anunciando isso há décadas, ministérios conhecidos por defendê-la experimentam um declínio nas arrecadações de dízimos e ofertas.
A revista Veja fez um levantamento e constatou que, no último ano e meio, a queda de receita chega a 40% em alguns segmentos de produtos e serviços voltados para os evangélicos. O processo de declínio se acelerou em meados de 2015.
Um dos primeiros a se manifestar sobre o assunto, no ano passado, foi o pastor Silas Malafaia, líder do Ministério Vitória em Cristo: “Tive que demitir cem pessoas, quase 10% do total que emprego. Também pisei no freio na inauguração de novos templos”.
Sua denominação pretendia inaugurar em 2016 mais quinze igrejas pelo Brasil. Por causa da diminuição de arrecadação, apenas oito ficarão prontas. O templo de 20 milhões de reais para 6 000 pessoas em São Paulo, principal desafio do momento, corre risco de atrasar. “Meu desejo era inaugurá-lo em quatorze meses. Agora vai depender da economia e entrada de recursos”, resume.
O missionário R.R. Soares, da Igreja Internacional da Graça de Deus, também está construindo um templo milionário em São Paulo. O reflexo da crise atingiu sua Faculdade do Povo, fundada em 2009 por uma associação ligada à Graça. Ela oferecia cursos na área de comunicação para 430 alunos, mas acabou fechando as portas.
Destoam desse cenário as igrejas de estados onde a base da economia é o agronegócio. Segundo o bispo Robson Rodovalho, fundador da Sara Nossa Terra, Goiás, Mato Grosso do Sul e interior de Minas Gerais, as coisas não mudaram tanto. “Já onde a economia depende da indústria, como São Paulo, tudo despencou. Em Pernambuco, a operação Lava-Jato causou grande estrago”, explica.
Um dos motivos para isso foram os milhares de desempregados da refinaria Abreu e Lima, obra paralisada por causa das investigações sobre propinas.
A Sara admite que precisou dispensar 250 funcionários (15% do efetivo com carteira assinada) e cortar despesas. Dos 1 400 templos da Sara Nossa Terra, 400 funcionam em sede própria. Os demais negociaram a redução do valor dos aluguéis em cerca de 20%.

Livros e discos

O mercado de música gospel, que parecia se manter firme enquanto todo o setor fonográfico brasileiro acumula prejuízos com discos e CDs físicos desde os anos 90, agora dá sinais de ter perdido a força. Nos últimos dezoito meses, o segmento que já movimentou 1,5 bilhão de reais por ano, sucumbiu à crise.
“As vendas caíram 50% este ano e tive que reduzir pela metade o meu pessoal”, lamenta Arolde de Oliveira fundador da MK Music, maior gravadora gospel do país. Ele conhece bem as causas da crise, pois é deputado federal pelo DEM do Rio de Janeiro. Oliveira acrescenta que a diminuição dos patrocínios afetou diretamente os shows de música que reúnem milhares de pessoas. Por exemplo, o Louvorzão, realizado tradicionalmente no Rio, foi cancelado em abril.
O bispo Rodovalho, que também é cantor conta que precisou mudar sua agenda. “Também aumentei o número de shows. Estou fazendo até três por fim de semana, para tentar compensar os prejuízos.”
A editora Central Gospel, do ministério Vitória em Cristo precisou demitir 40% do seu quadro de funcionários, num processo de “readequação”. Malafaia desabafa: “É lamentável. As pessoas não estão consumindo. Estão ficando desempregadas e, como outras empresas, sentimos a crise. O sol se levanta e a chuva cai para o justo e o injusto. Veio para todos”.
A Thomas Nelson, a maior editora de livros evangélicos do país, vinha experimentando um aumento anual médio nas vendas de 30% até 2015. Mas este ano despencou, devendo terminar 2016 com apenas 5% de crescimento. “Felizmente, temos um público cativo”, comemora o publisher Omar Souza.

Menos pregação evangélica na TV

A TV talvez seja a maior vitrine de como a crise atingiu as igrejas. A redução das doações se traduz em menos horas no ar. Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, vem perdendo espaço na telinha há anos.
Em meados de agosto encerrou o contrato de um canal que mantinha na NET por cerca de 3 milhões de reais por mês. “A audiência não estava valendo o custo”, sublinha o deputado estadual Milton Rangel (DEM), ligado a Santiago.
Silas Malafaia também cortou os programas que exibia na Rede TV! Rodovalho adiou a expansão da sua TV, a Rede Gênesis, para o litoral paulista. O único que não dá sinal visível de ter sido afetado é Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, que vem experimentando crescimento da rede Record, de sua propriedade.
Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Deputado evangélico propõe novas regras para dívidas imobiliárias em caso de desemprego


Roberto de Lucena quer evitar juros compostos nos financiamentos

Os efeitos da crise econômica já podem ser vistos, não apenas pelo aumento da taxa de desempregos, mas também do número de inadimplentes. Compreendendo os efeitos desses tempos difíceis que o país enfrenta, o deputado federal Roberto de Lucena propôs o estabelecimento de novas regras para a execução de dívidas de financiamentos de bens imóveis residenciais, caso o devedor esteja desempregado.
“Com a crise econômica que toma conta do país, o setor imobiliário é um dos que mais sofre. Em 2015, o número de pessoas que tentaram desfazer um contrato de compra de imóvel subiu 20% em relação a 2014”, destacou Lucena, ao comentar sobre o seu novo Projeto de Lei (PL) de n.º 5264/16.
“Muitos compradores perderam parte da renda e não conseguem mais arcar com os compromissos assumidos. Por isso, apresentei um projeto (PL 5264/16) para estabelecer novas regras para o devedor que ficou desempregado e tinha financiado a sua casa própria”.
A proposta do PL é que, caso a parcela da dívida seja igual ou inferior a um salário mínimo, não seja dívida executada pela instituição financeira credora, durante seis meses, desde a data da inadimplência. A regra também só valerá, caso o devedor comprove que está desempregado e, por isso tenha deixado de arcar com seus compromissos no financiamento.
Durante o período em que a dívida estiver congelada, a instituição não poderá incluir o nome do devedor no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e os juros por ela cobrados deverão ser os mais baixos, incidentes no mercado para financiamento imobiliário.
Lucena lembrou que os juros acabam tornando-se, muitas vezes, abusivos e impossibilitam o pagamento das parcelas.
“Os juros compostos são os grandes vilões dos financiamentos imobiliários. Essa cobrança de juros sobre juros, conhecida também como anatocismo e capitalização de juros, continua ocorrendo nos contratos de crédito imobiliário, apesar dos Tribunais Superiores já terem se manifestado por sua proibição”, disse.
O deputado ainda lembrou que o pagador pode reaver a quantia dos cobrados a mais no financiamento, mesmo após a dívida já ter sido quitada.
O Projeto de Lei apresentado por Roberto de Lucena está sujeito à apreciação do Plenário da Câmara Federal, em regime de tramitação ordinário, ou seja, passando pelas comissões temáticas da Casa.
Fonte: Gospel Prime
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