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sexta-feira, 18 de abril de 2025

Programação do CNJ (Conselho Nacional da Juventude) na 47ª AGO da CGADB em São Paulo


 


Programa  do CNJ  (Conselho Nacional da Juventude) na 47ª AGO da CGADB em São Paulo


IMPACTAR 2025 é o  evento do CNJ - Conselho Nacional da Juventude da CGADB, que acontecerá no período de 18 a 21.04.2025, durante a 47ª AGO da CGADB em São Paulo, no plenário da FAESP (antigo templo da AD Belém), com excessão do encerramento que acontecerá no plenário principal no novo templo da Rua Doutor Fomm, 140.

O CNJ é formado pelos presidentes dos conselhos da juventude de todas as convenções regionais do Brasil credenciadas pela CGADB, e é presidido pelo Pr. José Wellington Costa Neto de São Paulo SP. Faz parte do CNJ a coordenadoria dos adolescentes, que tem a liderança do Pr. Joelson Lemos de Porto Alegre RS.

Tema: Cheios do Espírito Santo, para anunciar com ousadia a Palavra de Deus – At 4.31 



SAIBA AQUI A PROGRAMAÇÃO DO CNJ 


18/04/2025 – Sexta-feira – 18h 

Abertura Solene – 47ª AGO da CGADB 

Dirigente: Pr. Perci Fontoura 

Preletor: Pr. José Wellington Costa Junior – Presidente da CGADB


19/04/2025 – Sábado – 19h 

Culto – Celebração dos 85 anos da CGADB 

Dirigente: Pr. José Wellington Costa Junior 

Preletor: Pr. José Satírio dos Santos 

Participações especiais: 

Pr. José Wellington Bezerra da Costa


20/04/2025 – Domingo – 09hs 

Ceia em Família – "Juntos no Partir do Pão" 

Dirigente: Pr. José Wellington Costa Junior 

Preletor: Pr. José Wellington Bezerra da Costa 

Leitura Oficial: Pr. Álvaro Alen Sanches


20/04/2025 – Domingo – 14hs 

Participação dos Adolescentes 

Dirigente: Pr. José Wellington B. Costa Neto 

Louvores – 

Preletor – 47ª AGO DA CGADB Tema: Cheios do Espírito Santo, para anunciar com ousadia a Palavra de Deus – At 4.31


PROGRAMAÇÃO DO CNJ - (Conselho Nacional da Juventude) durante a 47ª AGO da CGADB em São Paulo 


21/04/2025 – Segunda-feira – 09hs 

Dirigente: Pr. José Wellington B. Costa Neto 

Louvores – Grupo de Louvor - Belenzinho 

ATIVIDADES DIVERSAS


21/04/2025 – Segunda-feira – 15hs 

Dirigente: Pr. José Wellington B. Costa Neto 

Louvores – Grupo de Louvor - Belenzinho 

ATIVIDADES DIVERSAS


21/04/2025 – Segunda-feira – 18hs 

Culto Solene do IMPACTAR 

Dirigente: Pr. José Wellington B. Costa Neto 

Participação: Coral UMADEB – Ministério Belém  

Preletor - Pr. José Satírio dos Santos 

Encerramento da 47ª Ago da CGADB – Pr. José Wellington Costa Junior 

sexta-feira, 12 de julho de 2024

Culto de Abertura do IMPACTAR - Belo Horizonte, MG - AO VIVO



Sejam bem-vindos ao Impactar 2024 – BH, evento promovido pela Juventude AD Brasil e CGADB, com o apoio da CPAD. Com uma programação diversificada com workshops e momentos de adoração. Dias 12 e 13 de julho de 2024.

Esperamos que com esse evento o Senhor Deus use este tempo e espaço para edificar jovens e adolescentes. Para os que já estão engajados, sintam-se ainda mais convictos do sentido de propósito, e os que não são, sejam atraídos para ativarem-se no Reino. 🏢 LOCAL: Expominas - Av. Amazonas, 6200 Gameleira, Belo Horizonte – MG, CEP 30510-000 - 📧 E-mail: contato@juventudeadbrasil.com.br

quarta-feira, 10 de julho de 2024

Encontro da Juventude Assembleiana começa nesta sexta (12)




Impactar 2024 será realizado em Belo Horizonte (MG) e reunirá jovens de todo o Brasil



Nos próximos dias 12 e 13 de julho, jovens de várias regiões do Brasil estarão reunidos na Expo Minas em Belo Horizonte (MG), quando será realizado o Encontro da Juventude Assembleiana – Impactar 2024. O evento contará com uma programação diversificada envolvendo palestras, workshops e momentos de adoração.


Na oportunidade, serão abordados os temas: “Saúde EmocionalMúsicos e RegentesLíderes de AdolescentesLíderes de Jovens e Jovens e Adolescentes.


Entre os palestrantes e preletores, estarão: pr. José Wellington Costa Junior – presidente da CGADB; pr. José Wellington Bezerra da Costa Neto – presidente do CNJ das Assembleias de Deus no Brasil; pr. Jaime Soares – presidente da AD Bonsucesso (Rio de Janeiro, RJ); pr. José Gonçalves – escritor, articulista, conferencista e comentarista das Lições Bíblicas de Adultos da CPAD; pr. Joary Carlesso – presidente da Comissão de Planos e Estratégias de Evangelismo e Discipulado da CGADB; ev. Paulo Henrique Costa – líder do Creio (AD Belém, Sede, São Paulo, SP); pr. Cláudio Dourado – coordenador Geral de Jovens e Adolescentes (AD Jundiaí, SP); pr. Lucas Ferraz – diretor do Departamento de Jovens (AD Belo Horizonte, MG) – psicólogo Clínico, e pr. Marcelo Ferreira – gerente Musical CNJ.


A programação musical contará com a participação do cantor Emerson Pedrosa (SP), da cantora Ana Clara (MG) e do Grupo Magnificat (MG).


As vagas são limitadas e quem quiser participar deverá se inscrever pelo site oficial do evento: (https://www.juventudeadbrasil.com.br/impactar/). A inscrição está no valor de R$ 30,00 e inclui além do acesso ao evento, um kit com pasta personalizada, bloco de anotações, crachá e caneta.


Local do evento: Expo Minas, Avenida Amazonas, nº 6.200, Gamaleira, Belo Horizonte (MG)


Da Redação do CPAD News/ Com informações Impactar (10.07.24)

sábado, 5 de agosto de 2023

Jurista diz que parceria entre SUS e religiões de matriz africana é inconstitucional


Após o Conselho Nacional de Saúde (CNS) discutir e aprovar uma série de itens para as ações e serviços públicos de saúde, entre eles um que propõe parceria entre o Sistema Único de Saúde (SUS) e terreiros de matriz africana, alguns juristas reagiram contra a inconstitucionalidade da Resolução 715/2023.

Em entrevista ao portal  Guiame, o jurista Rodrigo Pedroso diz ver problemas constitucionais quando o CNS, vinculado ao Ministério da Saúde, reconhece as "Unidades Territoriais Tradicionais de Matriz Africana (terreiros, terreiras, barracões, casas de religião, etc.) como equipamentos promotores de saúde e cura complementares do SUS".

"Eles estão criando um conceito e novas categorias, porque não existe um conceito legal de equipamento promotor de saúde e cura complementar do SUS", diz o jurista de confissão católica.

"O que eles querem dizer por esse conceito de equipamento promotor de saúde?", questiona Pedroso, lembrando que esse tipo de estabelecimento deve possuir, por exemplo, condições de instalação de algumas máquinas, inclusive, capazes de ajudar no atendimento ao doente.

Membro do centro de estudos de direito natural "José Pedro Galvão de Souza", Pedroso levanta alguns pontos questionáveis na resolução do CNS, a começar por privilegiar uma única religião.

Segundo o jurista, que exerceu funções na alta administração federal, há uma violação da laicidade do Estado, quando a Resolução 715/2023 cita apenas as religiões de matriz africana em sua proposta de equipamento colaborativo com o SUS.

"Aqui nós vemos apenas as religiões de matriz africana, como eles dizem, sendo contempladas", avalia, declarando que "isso é preocupante porque privilegia um segmento e determinado entendimento religioso, em face dos outros".

Print Resolução Nº 715 de 20 de julho de 2023 do Conselho Nacional de Saúde. (Ministério da Saúde)

Proposta divisionista

Pedroso destaca que outra questão é sobre a designação dada a esse grupo, como "povos tradicionais de matriz africana", uma vez que os distingue dos demais brasileiros.

"A Constituição brasileira quando usa a palavra povo, se refere, antes de mais nada, ao povo brasileiro, que é o titular da soberania nacional", explica.

"Eu vejo aqui um discurso meio divisionista, como se o Brasil abrigasse diversos povos, e me parece uma tentativa de separar brasileiros entre si", argumenta Pedroso.

"Isso é muito complicado, até quando a gente fala de um SUS que é um sistema único de saúde, [significa que] tem que abranger universalmente todos os brasileiros", afirma.

"Não se pode estabelecer categorias de povos diferentes dentro do mesmo país, até porque, essa é uma estratégia muito perigosa. Existem países que passaram por guerras civis justamente porque as pessoas não se consideravam o mesmo povo".

Laicidade do Estado

Outro ponto levantado por Pedroso diz respeito à laicidade do Estado, prevista no artigo 19, inciso primeiro da Constituição Federal.

"Esse artigo proíbe que o Estado mantenha relações de dependência, aliança ou subvencione financeiramente qualquer culto religioso", diz.

"Não obstante, o mesmo artigo traga a ressalva de colaboração quando há interesse público, por meio das instituições ou de organizações religiosas, a questão é que isso deve ser feito sem discriminação", diz.

"Esse princípio visa exatamente impedir o privilegiamento ou a discriminação de uma confissão religiosa em face das outras", explica.

"A Constituição pressupõe que haja igualdade de tratamento do Estado para com todos os segmentos e confissões religiosas, o que não nos parece haver aqui nesta proposta da Resolução 715".

'Medicina convencional'

Pedroso evidencia outro ponto que é a "confusão entre tratamento de saúde e tratamento médico com as crenças próprias de uma religião", pois, em sua opinião, "nem todas as crenças populares têm fundamento científico, e isso me preocupa, principalmente a questão das crianças e dos incapazes".

Para ele, esse tipo de abordagem dentro do terreno religioso abriria uma brecha para a "violação de direitos, que são inalienáveis, como o direito à saúde", caso uma criança ou incapaz possa ser impedido de "ter acesso ao benefício da medicina convencional".

Pedroso questiona: "Até que ponto é legítimo, é legal, é constitucional, abandonar, por exemplo, crianças que estão sob o poder dos pais ou de outros incapazes [de buscar] os tratamentos conhecidos da medicina convencional, por serem substituídos por outros, baseados em crenças comunitárias?"

Para ler a íntegra da Resolução 715/2023 do Conselho Nacional de Saúde, clique aqui.

Fonte: Guia-me via Folha Gospel

quinta-feira, 4 de maio de 2023

CGADB - Reportagem Última Plenária e Encerramento do Encontro da Juventude - 01/5/23



No dia 01º de maio foi realizado o encerramento do Encontro da Juventude Assembleiana, simultaneamente aos encontros das esposas e a última plenária da 46ª Assembleia Geral Ordinária da CGADB, em Novo Hamburgo (RS).


Reportagem: Luciene Saviolli


LOCAL: Complexo de Eventos da FENAC
Endereço: R. Araxá, 505 – Ideal, Novo Hamburgo – RS

ASSISTA AQUI

sexta-feira, 2 de setembro de 2022

CNJ prevê punição para juiz que contestar urnas nas redes sociais


Juízes que já postaram contra as urnas têm até dia 20 de setembro para apagar ou ajustar mensagem

Uma nova regra assinada nesta sexta-feira (2) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) prevê punição para juízes que se manifestarem em redes sociais contra as urnas eletrônicas e o sistema eleitoral brasileiro. O documento foi assinado pelo novo corregedor nacional de Justiça, ministro Luís Felipe Salomão.

De acordo com o CNJ, os juízes terão até o dia 20 de setembro para ajustarem suas redes sociais e registros de vínculos pessoais ou profissionais ao que está determinado na nova regra publicada nesta sexta-feira. O descumprimento da regra pode levar o responsável a responder um processo administrativo disciplinar aberto pela Corregedoria do CNJ.

A medida leva em conta “a notória escalada da intolerância ideológica e de atos violentos com motivação político-partidária noticiados na imprensa brasileira” e “que atos de violência com motivação político-partidária, além de acarretar danos à estabilidade social, ensejam riscos à normalidade democrática e constitucional”.

Por causa disso, a decisão veda “manifestações públicas, especialmente em redes sociais ou na mídia, ainda que em perfis pessoais próprios ou de terceiros, que contribuam para o descrédito do sistema eleitoral brasileiro ou que gerem infundada desconfiança social acerca da justiça, segurança e transparência das eleições”.

Fonte: Pleno News

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Juiz é investigado por ir a evento evangélico com Bolsonaro e Crivella


A participação do juiz Marcelo Bretas em evento evangélico está sendo apurada a pedido do Conselho Nacional de Justiça e do Ministério Público Federal.


O juiz federal Marcelo Bretas, que atua nos processos da Lava Jato no Rio de Janeiro, está sendo investigado, a pedido do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por sua participação em um evento evangélico ao lado do presidente Jair Bolsonaro e do prefeito do Rio, Marcelo Crivella.

O corregedor nacional do CNJ, ministro Humberto Martins, determinou na terça-feira (18) que a Corregedoria Regional da 2ª Região apure se Bretas, juiz titular da 7ª Vara Federal da Criminal do Rio de Janeiro, praticou “atos de caráter político-partidário” e de "autopromoção" ao participar do evento de comemoração de 40 anos da Igreja Internacional da Graça de Deus, na Enseada de Botafogo.

A reclamação foi apresentada ao CNJ pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), alegando que o juiz foi considerado a “principal autoridade fluminense”, mesmo o evento contando com diversas autoridades políticas, como ministros e deputados.

A OAB ainda alegou que o magistrado publicou em sua rede social “Instagram” "um vídeo de boas-vindas ao Presidente da República e de admiração a outras autoridades políticas".

Na tarde de terça-feira, o Ministério Público Federal (MPF) pediu ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) que a Corregedoria avalie a tomada de providências disciplinares contra o juiz.

No ofício ao desembargador corregedor do TRF2, a Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) encaminhou ainda um pedido para apurar um eventual ilícito eleitoral.

"No ofício ressaltamos o fato de que, embora de caráter religioso, o evento trouxe potencial impacto sobre as eleições que se aproximam, haja vista, dentre outros fatores, a presença de autoridades do mundo político, especialmente do Presidente da República", afirmaram a procuradora regional eleitoral Silvana Batini e a procuradora regional eleitoral substituta Neide Cardoso de Oliveira.

Resposta
Em nota publicada no Twitter, o juiz Marcelo Bretas esclareceu que foi convidado pelo presidente da República a acompanhá-lo em sua agenda oficial no Rio de Janeiro, envolvendo a inauguração da alça de ligação da ponte Rio-Niterói à Linha Vermelha e o evento evangélico.

Bretas esclareceu que "em nenhum momento cogitou-se tratar de eventos político-partidários, mas apenas de solenidades de caráter técnico/institucional (obra) e religioso (Culto)".

"Vale notar que a participação de autoridades do Poder Judiciário em eventos de igual natureza dos demais Poderes da República é muito comum, e expressa a harmonia entre esses Poderes de Estado, sem prejuízo da independência recíproca", disse o juiz.

"Por fim, esclareço que desde sempre professo a Fé Cristã Evangélica, e que fui muito bem recebido pelo Pastor R.R. Soares, responsável pelo evento, com quem orei e entoei louvores ao nosso Deus", finalizou Bretas.

Fonte: Guiame

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

CGADB dará formação teológica gratuita a jovens assembleianos

O propósito do projeto é oferecer a adolescentes e jovens de todo país, mediante processo seletivo, bolsas de curso básico em teologia

Os jovens assembleianos agora poderão ter sua formação teológica com mais facilidade após o Conselho Nacional da Juventude (CNJ),órgão da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), ter lançado no último sábado (28), o projeto "Teologizando". Iniciativa do CNJ e da Faculdade Evangélica de São Paulo (FAESP).
O Teologizando, informa a CGADB, tem como propósito oferecer a adolescentes e jovens de todo país, mediante processo seletivo, bolsas de curso básico em teologia na modalidade EAD; os candidatos ao processo seletivo devem, dentre outros requisitos serem membros de uma Igreja Assembleia de Deus ligada à CGADB. 

Lançamento

O culto de lançamento, realizado no templo-central da Assembleia de Deus em São Paulo foi aberto pelo pastor José Wellington Costa Júnior, presidente da CGADB e o cerimonial de lançamento ficou a cargo do pastor José Wellington Neto, presidente do CNJ. Os pastores Elias Torralbo, diretor-executivo da FAESP, que também foi o mensageiro da noite e o pastor Rogério dos Anjos, membro do CNJ apresentaram os detalhes do projeto.
Momento do culto de lançamento do “Teologizando”. Foto: CGADB

Inscrições

O período de inscrição será de 28 de setembro a 17 de novembro de 2019 somente pelo site www.faesp.org/teologizando; o curso terá 12 disciplinas com 10 vídeos aulas. A lista com o nome dos aprovados será publicada em 13 de dezembro de 2019. O Teologizando está configurado na modalidade de “cursos livres”, de acordo com a Lei no. 9394/96, o Decreto no. 5.154/04 e a Deliberação CEE 14/97 (Indicação CEE 14/97).
(Com CGADB/Tiago Bertulino) via JM Notícia

sábado, 18 de maio de 2019

Liderança assembleiana de jovens se reúne em Balneário Camboriú - SC


IV Fórum da Liderança assembleiana de jovens se realiza em Balneário Camboriú - SC


O Conselho Nacional de Juventude da CGADB realiza neste final de semana na cidade de Balneário Camboriú em Santa Catarina o 4° Fórum de Juventude da Assembleia de Deus, o primeiro sob organização e condução do CNJ.
A programação é realizada no Hotel Sibara e reúne mais de 300 líderes de Jovens, coordenadores, supervisores e presidentes de conselhos estaduais e regionais.
A abertura foi feita pelo Presidente do CNJ - Pr. Welington Neto, que saudou os participantes e anunciou com base nas informações dos inscritos que este já é o maior Fórum realizado.
A programação inclui painéis com temáticas divididas entre; Palavra, Oração, Evangelismo e Discipulado, Evangelismo Universitário. Em cada bloco, três painelistas tratam os temas propostos e posteriormente respondem as perguntas dos participantes.
O propósito é que se obtenha após o fórum, diretrizes para a juventude assembleiana, propostas que seguirão para apreciação da mesa diretora da convenção geral, e plataformas para os trabalhos regionais.
Importantes líderes e mestres participam da programação, destaque para a presença do Consetor Teológico da CPAD e 1° Secretário da CGADB - Pr. Elienai Cabral, além presidente da convenção - Pr. Wellington Junior, dentre outros notáveis.
O Fórum segue até a manhã de domingo e está sendo transmitido nas plataformas digitais;
Os perfis do CNJ são encontrados nas redes sociais como a #JuventudeADBrasil.
Por Jorn. Almir Júnior

Pr. Joelson Silva e sua esposa Irmã Sulamita
- Coordenadores de Juventude em SC

A COMADESPE foi representada pelo seu presidente do Conselho da Juventude, Ev. Almir Júnior, membro do CNJ da CGADB.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

IV Fórum Nacional de Líderes de Juventude das AD's no Brasil - SAIBA AQUI


A CGADB - Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, estará realizando através do CNJ - Conselho Nacional da Juventude, o IV FÓRUM NACIONAL DE LÍDERES DE JUVENTUDE DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL, sob o tema: PRESERVANDO VALORES, nos dias 18 e 19.05.2019, em Balneário de Camboriú (SC).


As inscrições para o IV Fórum Nacional de Líderes de Juventude já estão abertas!

Saiba mais visitando o site: CPAD EVENTOS

domingo, 1 de julho de 2018

CNJ proíbe cartórios de registrarem união estável poliafetiva

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu nesta terça-feira (26) impedir, por 8 votos a 6, que os cartórios de todo o país lavrem qualquer tipo de documento que declare a união estável entre mais de duas pessoas, relação conhecida como poliamor.
Prevaleceu o entendimento do relator do caso, o conselheiro João Otávio de Noronha, também ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e atual Corregedor Nacional de Justiça. Para ele, o sistema legal brasileiro, incluindo a Constituição, não permite a união estável entre mais de duas pessoas, motivo pelo qual os tabelionatos não podem lavrar escritura que declare esse tipo de relação.
"Não é falso moralismo, não é nada. Se as pessoas querem viver uma relação de poliamor, que vivam, é outra coisa. Mas a escritura pública está aqui para declarar a vontade jurídica das partes. Se a vontade é jurídica, (a união estável poliafetiva) reputa a vontade ilícita, a vontade não permitida pela lei", argumentou Noronha.
O tema causou polêmica no CNJ, sendo discutido por três sessões até se chegar a um resultado. Votaram junto com Noronha os conselheiros Márcio Schiefler, Maria Iracema Martins do Vale, Fernando Mattos, Valtércio Ronaldo de Oliveira, Valdetário Monteiro, André Luiz Godinho e Valdetário Andrade Monteiro.
Em sessão anterior, o conselheiro Aloysio Corrêa da Veiga, que é ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), divergiu. Ele votou no sentido de que os cartórios fossem permitidos a lavrar escritura ao menos declaratória da vontade dos integrantes da união poliafetiva, mesmo que o documento não tivesse nenhum efeito jurídico para fins de herança ou de direitos previdenciário, por exemplo.
"Ainda que não seja possível reconhecer união poliafetiva como união estável nem equipará-la à família, não se pode negar direito à escritura pública", disse Corrêa em seu voto. Ele foi acompanhado pelos conselheiros Daldice Almeida, Arnaldo Hossepian, Henrique de Almeida Ávila e pela presidente do CNJ, ministra Cármen Lúcia.
O conselheiro Luciano Frota foi além. Para ele, o CNJ deveria permitir aos cartórios que emitam escrituras dando à união poliafetiva os mesmos direitos da união estável entre duas pessoas, o que no Brasil equivale ao casamento.
A discussão sobre o chamado poliamor chegou ao CNJ por meio de um pedido de providência feito pela Associação de Direito de Família e das Sucessões (ADFAS) à Corregedoria Nacional de Justiça, vinculada ao órgão.
No pedido para que seja determinado que as corregedorias estaduais proibissem a lavratura, foram citados dois casos de formalização de união entre três pessoas, sendo um em Tupã (SP), em 2012, e outro em São Vicente (SP), em 2016. Também houve reconhecimento de união entre um "trisal" no Rio de Janeiro, em 2015. Tais escrituras agora perderam a validade.
Para a associação, a Constituição e as regras infraconstitucionais sobre a família estabelecem a monogamia como condição necessária para o reconhecimento da união estável.
Fonte: Agência Brasil via Verdade Gospel
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