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quarta-feira, 6 de março de 2024

Médicos cristãos não poderão ser forçados a realizar cirurgias trans, nos EUA




Decisão distrital sobrepõe a mandatos da administração Biden



Nesta segunda-feira (4), o Tribunal do distrito de Dakota do Norte, nos EUA, decidiu que os profissionais de saúde cristãos podem se recusar a realizar cirurgias eletivas de desfiguração corporal em indivíduos que se identificam como trans.


A decisão sobrepõe a dois mandatos da Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego dos EUA e do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, que, conforme o Christian Post, “exigiria que os empregadores religiosos fornecessem seguros de saúde que cubram cirurgias trans que mutilam o corpo e forçariam os cirurgiões com objecções religiosas a realizar procedimentos como castração para homens e mastectomias duplas eletivas para mulheres ou enfrentariam acusações de discriminação com base na identidade de género”.


O julgamento sumário parcial foi concedido a favor da Aliança de Empregadores Cristãos, justificando que “se o CEA tivesse de cumprir estes mandatos, os seus membros teriam de violar as suas crenças religiosas sinceramente defendidas, o que é um exercício inadmissível ao abrigo da Primeira Emenda e [da Lei de Liberdade Religiosa]. Lei de Restauração].


A crença religiosa sincera da CEA é que o homem e a mulher são realidades imutáveis ​​definidas pelo sexo biológico e que a mudança de género é contrária aos valores cristãos”, enfatizou o tribunal, acrescentando que embora “proteger o direito dos pacientes transgênero ao acesso a cuidados de saúde cruciais e proteger os trabalhadores da discriminação sexual seja certamente um interesse imperioso, os Réus aqui nada mais fizeram do que identificar um interesse amplamente formulado numa tentativa de justificar a aplicabilidade geral dos mandatos do governo.

 

Com informações Christian Post via CPAD News

quarta-feira, 21 de junho de 2023

Professora cristã demitida por criticar ideologia de gênero tem vitória na justiça


 

Professora ganhou recurso no Reino Unido após ser demitida por criticar  ensino de ideologia de gênero em escola cristã.


A professora Katie Higgs foi demitida de escola da Igreja da Inglaterra, onde lecionava, em 2019, depois de postar no Facebook suas objeções ao plano da escola de ensinar a partir de um livro que promove o transgenerismo, disse o Christian Post. Katie Higgs também não estava sozinha em suas críticas.

Uma petição no Reino Unido reuniu mais de 115.000 assinaturas e foi debatida no Parlamento, de acordo com o jornal.

Um pedido inicial para anular a demissão foi negado, mas um juiz ordenou que o tribunal reavaliasse o caso após uma apelação, disse a BBC.

Higgs disse que ficou frustrada com os atrasos na decisão do caso.

"Desde o início, apesar das muitas tentativas da escola em sugerir o contrário, esso sempre foi a minha crença cristã, e eu fui discriminada por expressá-las em meus horários de aula", disse Higgs após o anúncio do apelo, informou a BBC.

Em sua postagem no Facebook, Higgs disse que a escola estava tentando fazer uma lavagem cerebral nas crianças para que aceitassem a ideologia gay e transgênero como sendo predominante.

"Nesse modelo de ensino, as crianças aprenderão que todos os relacionamentos são igualmente válidos e 'normais', de modo que o casamento entre pessoas do mesmo sexo é exatamente o mesmo que o casamento tradicional, e que o gênero é uma questão de escolha, não de biologia, de modo que cabe a elas decidir qual sexo escolher, ou seja, o que eles querem ser", disse Higgs no Facebook, de acordo com a Fox News.

Seu post também pediu à família e aos amigos que assinassem a petição contra a educação sexual transgênero nas escolas primárias do Reino Unido, disse o Christian Post.

O atraso na decisão do caso, em parte, deveu-se a acusações de que vários dos membros do painel, que tomaram a decisão original apoiando a rescisão de Higgs, eram tendenciosos a favor da ideologia transgênero, disse a Christian Concern, uma organização legal cristã no Reino Unido.

Dois dos membros do painel foram removidos pelo presidente do tribunal após uma investigação sobre as alegações de preconceito em favor de "transgenerismo e educação sexual extrema", disse o departamento jurídico.

Um dos membros do painel é um ex-secretário geral assistente do National Education Union (NEU), um sindicato de professores do Reino Unido, que assumiu uma posição firme sobre o assunto, opondo-se a Higgs.

"Muitos sindicatos expressam opiniões sobre questões atuais, mas a NEU teve um interesse particular na situação em questão. Difícil ver como o Sr. Morris, na condição de secretário-geral adjunto, pode ser dissociado dessas opiniões como um observador que deveria ser imparcial", disse o presidente do tribunal ao remover o chefe do sindicato.

Atualmente, o governo do Reino Unido está realizando uma revisão das políticas escolares sobre educação sexual, mesmo quando o tribunal pondera uma reversão do caso Higgs.

A Igreja da Inglaterra é a igreja oficial do Reino Unido e é considerada um órgão do governo.

"Estou satisfeita que os tribunais tenham anulado o julgamento anterior, mas estou muito frustrada com os atrasos no acatamento da justiça", disse Higgs em um comunicado, de acordo com a imprensa.

"Eu estava, e ainda estou, chocada com a ideologia sexual que estava sendo introduzida na escola primária da Igreja da Inglaterra, onde meu filho estuda. … Desde que perdi o emprego que tanto amava, tem surgido  muitas revelações perturbadoras a respeito da ideologia transgênero nas escolas e, crianças aprendendo uma educação sexual inadequada. Sinto-me plenamente justificada por poder compartilhar e expressar as preocupações que tive", acrescentou ela.

O caso agora deve retornar à instância primária, onde a argumentação dos advogados de Katie Higgs deverão ser novamente apresentados e apreciados pelos juízes. O processo já se arrasta há quase quatro anos, e deverá se estender por mais tempo.


Fonte: The Lion com tradução livre do Point Rhema

segunda-feira, 31 de outubro de 2022

Treinador de futebol demitido por orar será reintegrado, após decisão de tribunal


A Suprema Corte dos EUA decidiu a favor de Joe Kennedy recuperar seu antigo emprego.

Treinador de futebol do ensino médio em Washington, Joe Kennedy foi readmitido por uma decisão da Suprema Corte dos EUA, após sete anos de batalha judicial.

Desde 2015, Kennedy luta para revogar sua demissão feita após ser denunciado por fazer orações na quadra. Agora, a Suprema Corte americana decidiu a favor de Kennedy para que recupere seu antigo emprego até março de 2023, dizem documentos judiciais apresentados na terça-feira (25).

Kennedy foi afastado do cargo de treinador de futebol da Bremerton High School em 2015, por orar no meio-campo após os jogos.

Ele começou fazer orações sozinho no final de cada partida, mas, depois os alunos começaram a se juntar a ele. Segundo documentos judiciais, isso evoluiu para discursos motivacionais que incluíam temas religiosos.

O comportamento de Kennedy fez incomodou treinador adversário, que chamou a atenção do diretor e do distrito escolar, que pediu para Kennedy não fazer mais as orações. Após parar temporariamente, depois notificou a escola que retomaria a prática.

A situação atraiu a atenção da mídia e, quando Kennedy anunciou que voltaria a orar em campo, levantou preocupações de segurança. Quando ele orou depois do jogo, várias pessoas invadiram o campo em apoio.

O distrito escolar ofereceu deixar Kennedy orar em outros locais antes e depois dos jogos, ou que ele orasse na linha de 50 jardas depois que todos os outros tivessem saído do local, mas ele recusou, insistindo que continuaria sua prática regular. Depois de continuar as orações em mais dois jogos, o distrito escolar colocou Kennedy em licença.

Batalha judicial

O caso de Kennedy chegou à Suprema Corte dos EUA, que em junho deste ano decidiu a favor de que o treinador recuperasse seu antigo emprego. Em agosto, os juízes disseram que as orações pós-jogo de Kennedy em campo estavam protegidas pela Primeira Emenda. 

De acordo com os documentos judiciais apresentados na terça-feira, Kennedy deve ser reintegrado ao seu cargo anterior como assistente técnico do time de futebol da Bremerton High School até 15 de março de 2023.

O Distrito Escolar de Bremerton não pode retaliar Kennedy por "conduta que esteja em conformidade com os termos da a Ordem do Tribunal" nem interferir ou proibir Kennedy de oferecer oração, de acordo com a Suprema Corte.

O treinador cristão também tem direito a honorários advocatícios e custas, mas o distrito disse que esses honorários serão decididos pelo Tribunal Distrital dos EUA após um "processo rigoroso".

"Neste momento, o Distrito Escolar não recebeu nenhuma documentação para qualquer quantia de honorários advocatícios", disse o distrito na terça-feira em um comunicado.

"A extensão da cobertura de seguro para um possível julgamento de honorários advocatícios é assunto de discussões contínuas entre o Distrito Escolar e suas seguradoras."

Kennedy e o distrito apresentarão uma proposta conjunta em 8 de novembro, detalhando a redação proposta de ambos os lados sobre as questões disputadas e o alívio concedido a Kennedy.

Fonte: Guiame

terça-feira, 25 de outubro de 2022

Confeiteira cristã que se recusou a fazer bolo para casamento gay vence na Justiça


Depois de cinco longos anos, Cathy Miller venceu a causa, mas o advogado lamentou que o Estado tenha questionado sua fé.


A cristã Cathy Miller, proprietária da Tastries Bakery — uma confeitaria que fica em Bakersfield, na Califórnia — esteve envolvida numa ação legal quando se recusou a fazer um bolo de casamento para um casal de lésbicas.

Na ocasião, ela recomendou às duas mulheres que procurassem outra confeitaria e esclareceu sobre seus valores cristãos, afirmando que para ela o casamento deveria acontecer somente entre um homem e uma mulher.

Eileen e Mireya, no entanto, se sentiram "discriminadas" por causa de sua orientação sexual, e abriram um processo contra Cathy, em 2017, dizendo que ela estava "violando a Lei de Direitos Civis de Unruh".

Em defesa da fé

Depois de "longos cinco anos", um juiz do tribunal decidiu que "Cathy teve como única motivação agir de forma consistente com suas sinceras crenças cristãs sobre o que a Bíblia ensina sobre o casamento", escreveu o juiz do condado de Kern, Eric Bradshaw, no veredicto.

"Espero que em nossa comunidade possamos crescer juntos para entender que não devemos pressionar nenhuma agenda contra mais ninguém" disse Cathy.

Ainda de acordo com o juiz, conforme o Christian Post: "A motivação de Cathy não foi irracional ou arbitrária, nem enfatizou diferenças irrelevantes ou perpetuou estereótipos", ele acrescentou.

Assediada por advogados da oposição

Através das redes sociais da confeitaria, Cathy agradeceu a todos os que oraram e a apoiaram durante esse período difícil. A Thomas More Society, que ajudou a confeiteira no processo, se referiu ao final do caso como "uma vitória da Primeira Emenda".

"Há uma certa ironia nisso, que uma lei destinada a proteger os indivíduos da discriminação religiosa foi usada para discriminar Cathy por suas crenças religiosas", disse Paul Jonna, conselheiro especial do escritório de advocacia.

"Cathy acredita na Bíblia", observou Jonna, dizendo que a profissional foi "assediada por advogados da oposição por sua adesão aos seus ensinamentos".

'O Estado questionou suas crenças'

Em fevereiro, o procurador do Estado Gregory Mann perguntou a Cathy: "Você tenta seguir tudo o que a Bíblia diz?". E ela respondeu: "Eu faço o meu melhor. Sou uma pecadora, mas faço o meu melhor".

O procurador então a provocou: "Você segue as práticas alimentares do Antigo Testamento em termos de não comer porcos ou frutos do mar?".

Jonna criticou a atitude do procurador, dizendo que o Estado questionou a sinceridade da fé de Cathy: "O fato de terem questionado suas crenças é tão perturbador quanto discutir sobre seu status como artista".

Por outro lado, as duas lésbicas apontaram a decisão do juiz como "decepcionante" e retrucaram: "Antecipamos que nosso apelo terá um resultado diferente".

Ditadura LGBT

Quando Eileen Del Rio, uma das reclamantes, escreveu sobre o incidente no Facebook em 2017, gerou uma enxurrada de críticas contra Cathy, tanto que ela teve que fechar temporariamente o site e a página da Tastries Bakery.

A Justiça chegou a pedir ao tribunal para emitir uma ordem de restrição contra a confeiteira e seu comércio, na tentativa de forçá-la a fazer bolos para casamentos gays, caso contrário não poderia mais continuar trabalhando.

"Minha consciência não permite que eu participe de certas atividades contrárias às minhas crenças bíblicas. Oro para que todos possamos chegar a um entendimento e que haja condições de nos darmos bem", explicou Cathy na época.

Fonte: Guia-me via Folha Gospel

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Médico que orava por pacientes tem vitória em tribunal


Andrea Williams, executiva-chefe do Christian Legal Center, comemorou a vitória do cristão no tribunal.

O doutor Richard Scott, de 62 anos, cristão residente na Inglaterra, foi investigado e punido durante 3 anos por orar por seus pacientes. Na segunda-feira (26), ele ganhou uma ação contra o Serviço Nacional de Saúde.

Segundo informações, durante os anos de 2019 a 2021, Scott foi ameaçado de ser tirado da lista de profissionais do Serviço Nacional de Saúde, caso ele não obedecesse às regras de um curso de ”limites profissionais”, a fim de mudar sua maneira de tratar a fé com seus pacientes.

Vale ressaltar, que o curso que Scott foi obrigado a participar, é feita para profissionais que cometeram assédio sexual.

Diante dessa situação, Richard contestou sua participação no curso, e por esse motivo foi submetido a avaliação psicológica.

Apesar do Conselho Médico Geral, ter entendido na ocasião, que o médico não tinha quebrado nenhuma regra e que "a discussão de fé nas consultas não é proibida", o Serviço Nacional de Saúde abriu um processo contra Scott.

No entanto, nessa segunda-feira (26), os advogados concordaram que o Dr. Richard pode orar pelos pacientes, seguindo as devidas orientações do Conselho Médico Geral.

Segundo Richard Scott, ele sempre orou pelos pacientes seguindo as regras profissionais, e as reclamações sobre isso foram feitas por grupos anônimos.

Atuando na medicina há 35 anos, Scott considera esse processo um "caça às bruxas implacável".

"Infelizmente, tenho visto uma profunda intolerância de algumas partes do NHS em relação às crenças cristãs e uma completa falta de compreensão do que é a oração e como ela impacta positivamente a vida das pessoas", disse.

"O preço para mim e minha família nos últimos anos foi imenso e espero que o assunto esteja finalmente encerrado. Espero que este resultado seja como um encorajamento para outros profissionais cristãos de que é mais do que 'ok' compartilhar sua fé e que vale a pena lutar pela liberdade," concluiu.

Andrea Williams, executiva-chefe do Christian Legal Center, comemorou a vitória do cristão no tribunal.

"Estamos muito satisfeitos que Richard Scott tenha sido novamente justificado e que a justiça tenha prevalecido", declarou.

"Não há evidência de que a prática do Dr. Scott de orar com seus pacientes tenha interferido de alguma forma na entrega de um excelente tratamento – na verdade, muito pelo contrário. Ele viu muitos pacientes se livrarem do vício em bebidas e drogas e se tornarem membros ativos da sociedade por meio de seus cuidados espirituais," ressaltou.

Fonte: Gospel Prime

sábado, 11 de junho de 2022

Pronunciamento Oficial do Presidente da CGADB, Pr. José Wellington Júnior

 



Pronunciamento Oficial do Senhor Presidente da Convenção Geral dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus no Brasil, Pastor José Wellington Costa Júnior.

Em virtude da sentença expedida pelo TSE - Tribunal Superior Eleitoral na data de quinta-feira 09/06/2022, julgando IMPROCEDENTE a ação impetrada pelo PT contra nosso Presidente, em virtude da participação do Presidente da República Jair Messias Bolsonaro na 45ª Assembleia Geral Ordinária da CGADB realizada de 18 a 21 de abril de 2022 em Cuiabá/MT.

“Estamos fazendo uma Grande Obra; não vamos parar” Neemias 6:3

Pr. José Wellington Costa Júnior
Presidente

ASSISTA AQUI

sexta-feira, 29 de abril de 2022

Pastor que perdeu emprego por criticar evento LGBTQ vence ação: 'Defendo a verdade'


O Tribunal do Trabalho decidiu a favor de um pastor que perdeu o emprego como zelador de escola por expressar sua fé bíblica.

Uma crítica feita pelo Twitter que dizia que os eventos do orgulho LGBTQ são prejudiciais e não devem ser frequentados por cristãos e crianças levou o pastor Keith Waters à perda de emprego.

Segundo a juíza trabalhista King, o zelador escolar de 55 anos foi discriminado ao ser expulso de seu trabalho como zelador de meio período na escola primária da Ilha de Ely em 2019. Waters também passou a receber ameaças de morte.

O tribunal do trabalho decidiu a favor da liberdade do pastor Waters de expressar suas crenças bíblicas sobre identidade humana e moralidade sexual nas mídias sociais.

A decisão conclui ainda que os pastores que trabalham ao lado de seus ministérios da igreja são livres para expressar sua fé bíblica online sem medo de perder seus empregos.

O caso do pastor, que é apoiado pelo Christian Legal Center, mostra a interferência de seu empregador em suas liberdades. Foi o que demonstrou o advogado de Walters, Michael Phillips, ao argumentar que a escola da Ilha de Ely havia interferido nos direitos do pastor à liberdade de religião, pensamento e expressão e que o tuíte que levou à sua renúncia forçada foi devido à manifestação de suas crenças cristãs.

Liberdade de expressão

O caso julgado nesta semana decidiu que o pastor Waters havia sido discriminado pela escola: 

O fato de o reclamante ter feito o tuíte fora do trabalho em sua conta pessoal como parte de seu papel como ministro é altamente relevante. Uma coisa é ter regras que se apliquem durante o trabalho e outra é estender essas regras à vida privada fora do trabalho”.

A juíza acrescentou que: “Restringir a liberdade de expressão do reclamante fora do trabalho, que é uma parte importante de seu papel como ministro cristão e, portanto, parte da liberdade de praticar sua religião”.

Está claro para nós que os ministros cristãos evangélicos terão pontos de vista não necessariamente compartilhados por todos na sociedade, mas isso é parte de seu dever como ministro cristão de pregar essas crenças”, continua.

Crenças cristãs protegidas e 'dignas de respeito'

A juíza King fez outros pontos importantes sobre se as crenças cristãs do pastor Waters são protegidas pela Lei da Igualdade de 2010. Por exemplo, suas crenças são “dignas de respeito em uma sociedade democrática conforme descrito como parte do seminal Grainger PLC v Nicholson (2010) do que se qualifica como uma 'crença filosófica' a ser protegida pela Lei da Igualdade”.

Discutimos as crenças do reclamante e ficamos convencidos de que o reclamante genuinamente mantinha essas crenças e que elas formavam uma parte considerável de como ele vivia sua vida como ministro cristão de sua Igreja. Para o reclamante, eles eram convincentes, sérios e da maior importância”, declarou a magistrada.

Ela disse ainda: “Crenças que são ofensivas, chocantes ou mesmo perturbadoras para os outros ainda podem ser protegidas.

Aliviado

Diante da decisão exarada pelo Tribunal do Trabalho a seu favor, o pastor Waters disse: “Estou aliviado e satisfeito com o resultado. Esta é uma vitória, não apenas para mim, mas para os líderes evangélicos cristãos em todo o país”.

Oro para que esta decisão ajude a proteger os pastores no futuro que precisam trabalhar meio período em outros empregos para compensar sua renda. Esta é uma vitória importante para nossa liberdade de falar a verdade do Evangelho sem medo de perder nossos empregos”.

Tomei uma ação legal, não porque queria processar a escola, mas porque o que acontece comigo vai ao cerne do que significa ser livre para pregar o Evangelho no Reino Unido. Eu acreditava que os problemas que meu caso levantava eram muito maiores do que qualquer coisa que estava acontecendo comigo e que era a coisa certa a fazer”, esclareceu.

Apesar de saber que isso era a coisa certa a fazer, todo esse episódio me deixou em uma turbulência emocional e teve um impacto duradouro em mim e minha família. Em 37 anos de trabalho, nunca fui tratado de forma tão cruel e hostil”, revelou o pastor. “A liberdade de renunciar ao seu trabalho ou ser silenciado de falar como um pastor cristão não é liberdade de forma alguma”.

Eu ainda mantenho o que disse, e sempre defenderei a verdade. Acredito que a segurança das crianças é primordial e que todos, mas especialmente os pastores cristãos, devem ser capazes de expressar preocupações e 'levantar bandeiras vermelhas' onde as crianças podem estar em risco”, afirmou.

Qualquer um que compareça a um evento 'Orgulho' corre o risco de ser exposto a obscenidades. Isso é evidentemente prejudicial para as crianças e em uma sociedade livre, responsável e verdadeiramente amorosa, devemos ser livres para dizer isso e levantar preocupação sem medo”.

Liberdade cristã

Andrea Williams, executiva-chefe do Christian Legal Center, disse que “Estamos felizes que Keith finalmente recebeu justiça neste caso crucial para a liberdade cristã”. 

Por amar Jesus, falar a verdade bíblica e cuidar do bem-estar das crianças, Keith se tornou persona non grata – suas palavras e intenções distorcidas, seu caráter assassinado”, disse.

Nossas escolas e igrejas precisam de mais pessoas voltadas para a comunidade como ele, não menos. Por enviar um tuíte, que levantou preocupação genuína com as crianças, ele foi difamado, ameaçado e expulso de seu emprego”, relembrou.

Apesar de uma abundância de estudos psicológicos concluindo que crianças expostas a conteúdo sexualmente explícito em tenra idade são mais propensas a desenvolver distúrbios e vícios, há muitos artigos online que incentivam os pais a levar seus filhos para as paradas do orgulho gay”, declarou Andrea.

Por que um pastor cristão não pode falar sobre questões tão preocupantes sem ser ameaçado e perder o emprego?”, indaga Andrea. “O que aconteceu com Keith Waters é o mais recente de uma longa linha de casos em que pessoas honestas, gentis e normais são submetidas a assédio e intimidação por expressarem visões cristãs moderadas e convencionais sobre ética sexual”.

Entendendo o caso

Em 2016, o pastor Waters teve um corte salarial de 60% de seu cargo como gerente de propriedades em uma das maiores faculdades da Universidade de Cambridge, para trabalhar meio período como zelador na Escola Primária da Ilha de Ely para poder pastorear sua Igreja Evangélica local, Ely Igreja Novas Conexões.

O trabalho foi assumido com o acordo de que, se houvesse um conflito com seu trabalho como pastor, suas atividades pastorais teriam prioridade.

Desde o início, ele disse que “seria inequívoco ao declarar publicamente a doutrina cristã sobre várias questões, algumas das quais podem ser impopulares”.

Em 1º de junho de 2019, no início do mês do orgulho LGBTQ, o pastor Waters tuitou:

Um lembrete de que os cristãos não devem apoiar ou participar de eventos LGBTQ 'Pride Month' realizados em junho. Eles promovem uma cultura e incentivam atividades que são contrárias à fé e à moral cristã. Eles são especialmente prejudiciais para as crianças”.

O pastor Waters diz que sua intenção era abordar e alertar os cristãos sobre eventos de orgulho LGBTQ em todo o Reino Unido, pois geralmente envolvem nudez, pessoas em roupas sadomasoquistas e exibições de natureza abertamente sexual.

Ele acredita que os eventos de orgulho LGBTQ são diametralmente opostos às crenças cristãs sobre ética sexual e, portanto, são prejudiciais, especialmente para crianças pequenas que costumam frequentar ou são incentivadas a participar.

O Tribunal considerou que o pastor Waters foi discriminado. O valor da indenização que ele recebe será determinado em uma audiência posterior.

Fonte: Guiame

domingo, 16 de janeiro de 2022

Neta de Billy Graham recebe alta hospitalar após 2 ataques cardíacos

Os médicos acreditavam que Rachel-Ruth tinha síndrome do coração partido, mas foi diagnosticado Dissecção Espontânea da Artéria Coronária.

A neta do falecido evangelista Billy Graham recebeu alta do hospital nesta sexta-feira, 14, depois que um problema cardíaco grave a levou a ter dois ataques cardíacos.

Rachel-Ruth, filha de Anne Graham Lotz, foi hospitalizada no sábado depois de sofrer dois ataques cardíacos consecutivos, segundo sua mãe.

Em uma atualização postada no Facebook nesta sexta-feira, Graham Lotz disse que sua filha recebeu o OK para ir para casa.

"Esta foto foi tirada hoje ao nascer do sol – o dia em que Rachel-Ruth está programada para ir para casa!" disse a mãe aliviada.

A foto mostrava Rachel-Ruth observando o nascer do sol da janela ao lado de sua cama de hospital.

"Deus ouviu e respondeu nossas orações! Junte-se a nós para louvá-Lo! Ele certamente tem sido uma ajuda sempre presente em tempos de dificuldade", testemunhou Graham Lotz.

Inicialmente, os médicos acreditavam que os ataques cardíacos de Rachel-Ruth vinham da síndrome do coração partido, uma condição "temporária" geralmente causada por "situações estressantes e emoções extremas". No entanto, seu diagnóstico oficial foi muito mais sério.

Graham Lotz acrescentou: "Enquanto o médico do pronto-socorro inicialmente pensou que Rachel-Ruth pudesse ter Síndrome do Coração Partido, o cardiologista diagnosticou DEAC: Dissecção Espontânea da Artéria Coronária, que é extremamente grave e resultou em seus dois ataques cardíacos".

"Como o nascer do sol, a Luz da presença, compaixão, sabedoria e paz de Deus estiveram presentes nesta escuridão", continuou ela.

A mãe preocupada terminou seu post acrescentando que sua "oração contínua agora é para que Rachel-Ruth recupere sua força, saúde e nunca mais tenha problemas relacionados ao coração".

"Obrigado por orar conosco. 'Cantarei a tua força, de manhã cantarei o teu amor; pois Tu és minha fortaleza, meu refúgio em tempos de angústia.' Salmo 59:16", Graham Lotz concluiu.

A dissecção coronariana espontânea é uma doença rara, pouco diagnosticada, e sua apresentação clínica varia de angina instável à morte súbita cardíaca. Afeta predominantemente mulheres jovens, sem os fatores de risco cardiovascular clássicos.


Fonte: Folha Gospel com informações de The Christian Post

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Youtuber que foi condenada a excluir vídeo apoiando casamento tradicional vence caso na Justiça

A Suprema Corte da Colômbia decidiu que a youtuber Erika Nieto não deveria ter sido intimada a excluir seu vídeo, no qual expressou suas crenças bíblicas sobre casamento. O anúncio da vitória da influencer, mais conhecida como "Kika", por sua liberdade de expressão, foi anunciada pela Aliança Internacional em Defesa pela Liberdade (ADF), que a defendeu no caso.

"Junto com Kika, estamos muito felizes que o tribunal anulou essa decisão de censura. Kika se manteve firme durante toda essa provação para defender a liberdade de todos de compartilhar suas crenças", disse Santiago Guevara, advogado da Nueva Democracia, uma ONG que, com o apoio da ADF International, representou Nieto.

O Tribunal Nacional da Colômbia havia ordenado que Kika excluísse um vídeo em que ela apoia o casamento tradicional. No vídeo de pergunta e resposta, publicado em 2018, a Youtuber diz que, em sua opinião, o casamento é apenas entre homem e mulher, mas que respeita outras perspectivas.

"Deus criou o homem e a mulher para que pudessem estar um com o outro. Não considero que homens ou mulheres estarem com o mesmo sexo seja bom, mas tolero isso. Tenho amigos que são gays, tenho amigos que são lésbicas e os amo de todo o coração. E se eu sei de uma coisa e estou completamente certo disso, é que Deus é amor. E ele me chama para amar as pessoas. Sem julgá-los", afirmou no vídeo.

Após a denúncia do ativista LGBT, José Francisco Montufar Rodríguez, que argumentou que o comentário sobre casamento era ofensivo e discriminatório, o Tribunal Nacional considerou o vídeo como "discurso de ódio" e ordenou sua remoção do YouTube. O processo judicial incluía um mandato de prisão contra ela.

A influencer digital, que possui mais de sete milhões de inscritos em seu canal, entrou com um pedido ao Tribunal Constitucional da Colômbia para a anulação da ordem em abril de 2020.

Liberdade de expressão

Kika defende que as pessoas tenham o direito de falar abertamente sobre assuntos pelos quais são apaixonadas, sem medo de perseguições. "Todos têm o direito de compartilhar livremente suas crenças em público", explicou ela antes da decisão do Supremo Tribunal.

"Ninguém deveria ter medo da censura ou de sanções criminais por expressar suas crenças profundas. Espero poder encorajar o debate e inspirar mais tolerância em relação a diferentes pontos de vista", concluiu a youtuber.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post via Folha Gospel

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