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quarta-feira, 26 de março de 2025

9º CONFERENCIA MISSIONARIA da Igreja da Coréia do Sul realizada em São Paulo



Pr. Young Hoon Lee da Igreja do Evangelho Pleno na Coréia do Sul foi o preletor da 9º CONFERENCIA MISSIONARIA realizada em São Paulo - Brasil



A Assembleia Geral da América Central e do Sul da  Fundação da Missão Mundial do Evangelho Pleno, com sede em Seul na Coréia do Sul, realizou em 26.03.2025, a 9º CONFERENCIA MISSIONARIA no Templo Sede da Assembleia de Deus Ministério do Belem em São Paulo - Brasil.

O culto teve a direção do Pr. José Wellington Bezerra da Costa, Pastor Presidente da Igreja hospedeira, auxiliado pelo Pr. José Wellington Costa Júnior - Vice Presidente e também presidente da CGADB - Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, além da presença de toda a Mesa Diretora da instituição.

No louvor musical participaram, o Coral e Orquestra além do Coral das Mulheres da AD Belém.

A mensagem oficial esteve a cardo do pastor Young Hoon Lee - Pastor Sênior da Igreja do Evangelho Pleno na Coreia do Sul, que se fez estar acompanhado por uma grande caravana de obreiros coreanos.

A mensagem avivalista baseada no livro de Atos, inspirou a Igreja a viver na dependência total do Espírito Santo, em comunhão e na crença da continuidade dos dons espirituais.


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domingo, 27 de junho de 2021

Igrejas Batistas contestam lei que proíbe pregação do casamento bíblico na Coreia do Sul


O Conselho das Igrejas Batistas do Sul da Coreia na América aprovou uma resolução se opondo à lei antidiscriminação da Coreia do Sul, que proíbe a pregação do casamento bíblico no país, neste mês, durante a reunião anual da denominação, no Tennessee.

Na reunião do Conselho, formado por 973 igrejas, os líderes concordaram em enviar um comunicado ao governo da Coreia do Sul, apresentando sua discordância com o projeto de lei. Desde o ano passado, a diretoria dos batistas coreanos nos Estados Unidos discutia e orava sobre a resolução.

Foi importante agir rapidamente. Concordamos no verão passado em enviar uma carta a todas as igrejas [coreanas] na América para pedir-lhes que orassem sobre isso e assinassem uma petição para seus senadores, porque isso poderia limitar o que um pastor poderia pregar sobre uma visão bíblica do casamento”, explicou o Diretor Executivo do Conselho Coreano, James Kang, à Baptist Press.

Lei antidiscriminação

Em junho de 2020, o governo sul-coreano propôs, novamente, a lei antidiscriminação, criminalizando a discriminação contra pessoas ou grupos com base em sua orientação sexual, raça, identidade de gênero, idade, deficiência, nacionalidade, opiniões políticas e religião.

O projeto de lei também estipula que os infratores serão condenados a pagar 30 milhões de won (25.281,00 de dólares), o que não é uma multa ou penalidade, mas será gasto na implementação de “correções”.

A lei, que ainda não foi aprovada, tem sido contestada pelas igrejas cristãs no país há 20 anos, que a homossexualidade viola a crença religiosa.

No ano passado, durante uma reunião de oração em Seul, as Igrejas Cristãs Unidas da Coréia (UCCK), se opôs à aprovação da legislação.

Durante a reunião de oração em todo o país, nos posicionaremos contra o movimento em direção à legislação e às organizações que criticam nossa comunidade eclesial — que assumiu a liderança para proteger os fracos e melhorar os direitos humanos e a igualdade na Península Coreana nos últimos 130 anos. Continuaremos a fazer esforços para retirar e purificar a legislação anti-discriminação que tem algumas intenções ocultas e é anti-social e antiética”, afirmou o grupo em comunicado.

Fonte: Guia-me com informações de Christianity Daily - via Folha Gospel

sábado, 21 de março de 2020

Seita responde por 73% de casos de coronavírus da Coreia do Sul

Fundador da igreja Shincheonji, Lee Man-hee nega acusações e tenta proteger seus seguidores, que o veem como 'anjo enviado por Jesus'



A Coreia do Sul tem mais de 5.200 casos de coronavírus, a maior concentração fora da China, e o número de mortos no país chega a 32 nesta quarta-feira, 4. 

Enquanto luta para conter a epidemia, o governo responsabilizou o líder religioso Lee Man-hee e sua igreja Shincheonji por contribuir para a disseminação do surto ao se recusar a fornecer uma lista completa de seus membros.

Lee fundou sua Igreja de Jesus de Shincheonji ("novo céu e nova terra", em português), em 1984. Em seus sermões, ele prometia "o fim do mundo dominado pelo crime e da corrupção e uma nova era".

De acordo com o jornal americano The New York Times, durante a última semana, centenas de membros da igreja cristã permaneceram incomunicáveis, dificultando os testes conduzidos por autoridades de saúde. Acredita-se que eles tenham se infectado e, depois, viajado pelo país sem serem detectados. A polícia usou o GPS de smartphones e dados de cartão de crédito para rastrear os membros da seita.

Com pelo menos 73% dos casos conectados à instituição, segundo a emissora britânica BBC, as principais cidades da Coreia do Sul, incluindo a capital, Seul, pediram aos promotores de Justiça que investigassem Lee por possíveis acusações criminais, incluindo "assassinatos por negligência dolosa".

Na segunda-feira 2, Lee afirmou sentir remorso por tantos pacientes estarem ligados à sua igreja, mas negou que suas ações contribuíram para a epidemia. Completou que a Shincheonji cooperou com o governo da melhor maneira possível.


Lee afirma ser a segunda vinda de Jesus Cristo e se identifica como “o pastor prometido”,
figura bíblica que leva consigo 144.000 pessoas ao céu

"Ofereço minha palavra de um profundo pedido de desculpas ao povo", disse Lee em coletiva de imprensa, ajoelhando-se e curvando-se no chão. Foi um contraste em relação à mensagem da semana passada, quando ele atribuiu a epidemia ao "mal que ficou com ciúmes do rápido crescimento de Shincheonji".

Corona-culto
Lee afirma ser a segunda vinda de Jesus Cristo e se identifica como "o pastor prometido", figura bíblica que leva consigo 144.000 pessoas ao céu. A Shincheonji é uma das seitas religiosas que mais crescem na Coreia do Sul, com mais de 245.000 seguidores.

Críticos da igreja a deslegitimam como uma comunidade cristã séria. Segundo seu fundador, existe muita discriminação contra o grupo, e a ação de autoridades da saúde contra a Shincheonji e seus membros é parte de uma "caça às bruxas".


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Jogadora de golfe grita “glória a Deus” para a multidão após vencer campeonato na França


Ko Jin Young foi a vencedora do Campeonato Evian, um dos mais importantes torneios de golfe.


Quando a jogadora de golfe sul-coreana Ko Jin-young conquistou seu primeiro grande título na ANA Inspiration na Califórnia em abril, ela prometeu que faria o próximo discurso de vitória em inglês e não em sua língua nativa.

A oportunidade chegou mais cedo do que o esperado, com sua vitória no Campeonato Evian na França, no final de julho.

Ao vencer, Ko Jin Young gritou "Glória a Deus" para a multidão que tinha suportado a chuva torrencial que atrasou o jogo por duas horas, mas que não impediu sua grande vitória na competição.

Em seu discurso como campeã, a jogadora fez questão de expressar como os valores coreanos comuns de família e fé têm sido fundamentais para o seu sucesso no golfe.

Ela acredita que sua fé cristã a ajudou a ficar focada em conseguir vencer a líder americana, Jennifer Kupcho, e sua colega sul-coreana Kim Hyo-joo.

"Eu vi uma foto da Bíblia [tirada] na igreja na Coreia, que meus amigos me enviaram esta manhã. Na Coreia, é domingo também, depois que eu vi aquela foto chorei um pouco e senti a glória de Deus aqui", disse ela.

Sua vitória significa que a jogadora tirou a compatriota Park Sung-hyun do ranking número 1 do mundo.

Quando perguntada sobre o que ela faz para relaxar fora do golfe, Ko se referiu à religião. "Minha felicidade vem de Deus, então isso é uma grande honra dele para mim", respondeu.

Em sua conta no Instagram, a jogadora sul-coreana também mostra sua fé em Deus, além de fotografias de seu cachorro de estimação, de selfies com grandes jogadores do golfe, incluindo, mais recentemente, o americano Phil Mickelson.

Assim como sua fé, Ko se emocionou por ter compartilhado a experiência de se tornar a primeira mulher a vencer várias especializações em uma temporada desde outra coreana, Inbee Park, em 2012, com Kim e Park no último agrupamento do dia. "É uma grande honra receber minha segunda grande vitória do ano. Realmente mal posso acreditar", disse a campeã.

Como recompensa, além do troféu, Ko recebeu um cheque de 500 mil libras e um reluzente relógio Rolex.

Fonte: Guiame

domingo, 14 de outubro de 2018

“Deus tem que governar esse país”, diz pastor sul-coreano sobre futuro do Brasil

A sociedade brasileira e as estruturas de governo do país só experimentarão verdadeira mudança se as entregarmos a Deus. Esse foi o recado do pastor sul-coreano Min Chul Lim, que foi o preletor da abertura da 14ª edição da ExpoCristã no dia 27 de setembro, em São Paulo.
Lim fala com a experiência de quem conhece a transformação vivenciada pela Coreia do Sul no pós-guerra com a nação vizinha, a Coreia do Norte. "O Brasil não tem problemas singulares. Não é só o Brasil que está corrompido e passando por dificuldades. A Coreia do Sul, país onde eu vivo, também está corrompida", disse ele a centenas de pastores e líderes presentes no evento de abertura.
"Por mais que a política possa se corromper, por mais que existam diversos problemas, se Deus governar esse país, eu creio que o Brasil será uma nação muito feliz", acrescentou Lim, de acordo com informações do portal Guia-me.
"O que nós precisamos não é de política, não é de economia. Nós não estamos passando fome, não estamos em épocas em que há sede. A Bíblia diz que chegaria um momento em que a Palavra de Deus estaria escassa. Eu creio que estamos passando essa época", acrescentou Lim, destacando que "o Brasil não poderá ser transformado por nenhum presidente: Deus tem que governar esse país".
A transformação do Brasil passa por uma real compreensão do que a Palavra de Deus nos ensina, concluiu o pastor: "Eu creio que há esperança para o Brasil, porque as mãos de vocês carregam uma Bíblia. Se vocês lerem e aceitarem as palavras de Deus, eu tenho certeza que essas palavras conduzirão o Brasil".
Fonte: Gospel+

domingo, 23 de setembro de 2018

Coreia do Norte mantém cerca de 300 mil cristãos sob forte perseguição


Apesar das recentes reuniões entre líderes das Coreias do Sul e do Norte, a situação dos cristãos na ditadura comunista ainda é alarmante.


Na última terça-feira (18), ocorreu a terceira cúpula inter-coreana, dando continuidade a um momento histórico para as duas nações vizinhas, com o líder da Coreia do Sul, Moon Jae-in, sendo o primeiro presidente a cruzar a fronteira com a Coreia do Norte desde 2007.

Os líderes das duas Coreias estão se reunindo novamente cinco meses depois do primeiro encontro em abril, quando Kim Jong-un se tornou o primeiro líder norte-coreano a cruzar a fronteira com a Coreia do Sul desde o fim da guerra da Coreia, em 1953.

Segundo a CNBC, os dois estão se unindo para discutir o fortalecimento dos laços entre os dois países e a desnuclearização. Em abril, Kim Jong-un chamou a primeira cúpula de "ponto de partida" e prometeu uma "nova história" no relacionamento entre as Coreias.

A cúpula de três dias acontece após o recente anúncio do presidente Trump de um novo encontro com Kim Jong-un, depois que o líder norte-coreano enviou uma carta, em busca de uma reunião.

Expectativas
Essas reuniões não influenciam apenas no cenário político internacional, mas também gera expectativas à grande multidão de cristãos que vive sob repressão na Coreia do Norte. Atualmente, há cerca de 300 mil cristãos forçados a praticarem sua fé em segredo.

Estes encontros estão gerando uma série de questionamentos a eles, como:

"qual a influência que estes encontros podem ter sobre os avanços em direção à liberdade religiosa na Coreia do Norte?";

"O que as negociações de desnuclearização e paz farão para acelerar a libertação de mais de 50 mil cristãos que sofrem em campos de trabalho forçado porque acreditam em Jesus?";

"Será que veremos mais liberdade intelectual e religiosa no Norte em resposta a essas discussões em curso com o Sul e depois com os EUA?"

O que se viu até agora é que não há respostas imediatas a estes questionamentos. Muitos esperavam que as notícias dos primeiros encontros entre a Coreia do Sul e os EUA fossem anunciadas no início deste ano. Ainda é possível que essas visitas sejam o começo de décadas de orações respondidas para aliviar parte da pressão sobre os crentes perseguidos no Norte.

Fé e cautela
No entanto, o CEO da Portas Abertas nos EUA, David Curry, lembra que é preciso cautela com tantas expectativas.

"O mundo deve lembrar que nada mudou ainda para os estimados 300.000 cristãos norte-coreanos que precisam viver sua fé em segredo ou enfrentar a prisão e a morte. A missão Portas Abertas adverte que o homem sorridente nas fotos [Kim Jong-un] é o mesmo homem que ordenou inúmeros assassinatos e prisões em um lugar que a nossa Lista de Observação Mundial sobre perseguição religiosa classificou por 17 anos como o país mais perigoso do mundo para se viver como cristão", explicou.

"Continuo esperançoso de que o verdadeiro progresso será alcançado, não apenas em relação à desnuclearização — o que é bom para o mundo inteiro — mas também longe de um estado totalitário sob o qual muitos cristãos norte-coreanos sofreram por décadas, incluindo mais de 50.000, que ainda estão em campos de trabalho forçado. Deixemos que estes passos nos conduzam a um caminho de mudança duradoura para aqueles que sofreram o suficiente", acrescentou.

Com a longa história de perseguição ao cristianismo dentro do país, uma mudança concreta ainda parece um sonho distante. Nas duas cúpulas anteriores com a Coreia do Sul e desde as conversas de junho entre Trump e Kim em Cingapura até agora, nada de peso substancial foi mencionado sobre abrir o país a novas ideias, mudar o sistema político ou permitir que o pensamento livre cruze a fronteira.

"As discussões sobre a desnuclearização e a paz são bons pontos de partida, mas o futuro dos cristãos norte-coreanos é um assunto urgente", destaca um comunicado da missão Portas Abertas nos EUA.

Poder da oração
"Essas conversas entre as Coreias e os EUA devem levar-nos a uma crescente sensibilização para como nossos irmãos e irmãs em Cristo, que se esforçam para seguir a Jesus atrás da fronteira e encorajar orações persistentes e intensas por sua liberdade intelectual e religiosa que está em jogo", destacou o comunicado da Portas Abertas.

"Nossas orações devem ser tão corajosas quanto pedir liberdade religiosa total e o rápido crescimento da igreja na Coreia do Norte. Podemos orar para que essas reuniões históricas entre líderes mundiais produzam oportunidades sem precedentes para evangelizar e promover o Reino", acrescentou o texto.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Mais de 100 mulheres grávidas tomam pílulas de aborto em protesto, na Coreia do Sul


Vestidas de preto, as mulheres exigiram que o governo legalizasse a morte de bebês não-nascidos

Em uma exibição mortal, 125 mulheres na Coreia do Sul engoliram drogas abortivas durante um protesto contra as leis pró-vida do país. O site Korea Bizwire relata que o evento aconteceu no dia 26 de agosto em frente ao Pavilhão de Bosingak em Seul.
Segundo o relatório, outras 30 mulheres tomaram vitaminas para que as autoridades não pudessem dizer quais delas engoliram as drogas ilegais que causam o aborto.
Vestidas de preto, elas exigiram que o governo legalizasse a morte de bebês. O grupo pró-aborto alegou que 125 mulheres abortam seus bebês pelo fato deles nascerem ilegalmente na Coreia do Sul, de acordo com o relatório.
"Trinta outras participantes do sexo feminino tomaram pílulas de vitamina, por não serem discerníveis das pílulas abortivas, como medida para proteger as mulheres que tomaram Mifegyne (antiprogesterona esteroidal sintética que causa o aborto), durante a manifestação". Essas pílulas são atualmente proibidas no país.
As mulheres afirmaram que "o aborto não é tabu ou pecado" e que a sociedade as pune ao vincular o aborto à promiscuidade e à solteirice. "O aborto é a cirurgia mais comumente realizada no mundo e as mulheres normais optam por abortar por várias razões", continuaram as ativistas.
Elas também pediram ao governo que tornassem legais os medicamentos para o aborto e que eles permaneçam facilmente disponíveis, de acordo com o relatório.
Drogas mortais
No entanto, as drogas são perigosas e podem ser mortais para a mãe e para o feto. Complicações de drogas abortivas incluem sangramento excessivo, infecção, aborto incompleto que requer cirurgia e morte da mulher.
Um relatório da Food and Drug Administration em 2017 descobriu que 22 mulheres morreram, mais de mil foram hospitalizadas e quase 600 sofreram uma perda de sangue severa que exigiu transfusões depois de tomar as drogas do aborto nos Estados Unidos.
As ativistas têm pressionado para revogar a proibição de abortos da Coreia do Sul há mais de 50 anos, em resposta ao aumento do número de mães solteiras em sua sociedade, segundo reportagens da UCA.
Em fevereiro, elas enviaram uma petição ao governo pedindo a legalização do aborto sob demanda. Atualmente, os abortos são ilegais, exceto em casos de estupro, incesto, distúrbios genéticos graves ou riscos à saúde da mãe.
Fonte: CPAD News

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Entendimento de paz entre as Coreias pode ser resposta de oração, diz Portas Abertas

A última sexta-feira, 27 de abril, ficou marcada na história do século 21 como o dia em que as duas Coreias chegaram a um acordo para pôr fim à guerra de mais setenta anos entre os dois países, além de se comprometerem a acabar com as armas nucleares na península que forma seus territórios.
Entre diversos itens que fazem parte do esforço de entendimento dos dois países, alguns foram destacados pela entidade Missão Portas Abertas como possíveis influenciadores, a longo prazo, da situação da Igreja Perseguida na Coreia do Norte.
Para a Missão Portas Abertas é difícil prever o que pode acontecer de imediato, e se o acordo político vai resultar em maior liberdade religiosa e intelectual no país governado pelo regime comunista.
"Uma visita histórica como essa poderia, de fato, sinalizar uma mudança — mesmo que sutil — na posição linha-dura da Coreia do Norte. É possível que essa visita seja o começo das orações respondidas para aliviar parte da pressão sobre os cristãos perseguidos no norte", afirmou a organização.
Mesmo que ainda não se possa tirar conclusões mais assertivas sobre a situação, é possível que a longa história de perseguição aos cristãos na Coreia do Norte possa ter começado a mudar: "As discussões sobre a desnuclearização e a paz são excelentes pontos de partida, mas o futuro dos cristãos norte-coreanos ainda não está claro", destacou.
Há 17 anos consecutivos, a Coreia do Norte tem sido classificada pela Portas Abertas como a nação mais perigosa do mundo para os cristãos. "Não sabemos o que essas conversas de paz irão significar para o futuro da Igreja nesta região, mas isso deve nos estimular a lembrar do Corpo de Cristo sofredor na Coreia do Norte", pontuou.
A Coreia do Norte se tornou ao longo das últimas décadas um dos países mais fechados do mundo. A dinastia Kim, que rege o país desde 1948 – e foi responsável por liderar o país na guerra contra a Coreia do Sul entre 1950 e 1953 – governa com pulso firme e considera qualquer religião que não seja o culto aos descendentes do "eterno líder", Kim Il-sung, prejudicial ao Estado.
Como vivem isolados, os cristãos norte-coreanos ficam surpresos quando tomam conhecimento que há orações por eles de irmãos na fé de todas as partes do mundo. "Acabamos de descobrir que Deus mobilizou cristãos fora deste país para orar por nós e nos ajudar financeiramente. Estamos surpresos que Deus nos ame tanto", disse um cristão da Coreia do Norte, segundo a Portas Abertas.
O entendimento entre as duas Coreias é um avanço na luta por paz, mas as orações dos cristãos pela Igreja Perseguida no país do Norte não devem cessar.
Fonte: Gospel+

sábado, 28 de abril de 2018

Como o acordo entre as Coreias do Norte e Sul pode afetar os cristãos perseguidos?


Líderes dos países se comprometeram a assinar um acordo de paz e retirar todas as armas nucleares da península.


O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-um, e o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, se comprometeram nesta sexta-feira (27) a retirar todas as armas nucleares da península coreana e assinar um acordo de paz.

O conflito entre os dois países durou de 1950 a 1953, mas ambos os lados nunca tinham assinado um acordo de paz e estavam tecnicamente em guerra.

Foi a primeira vez que o líder da ditadura norte-coreana entrou na Coreia do Sul desde o fim do conflito.

Diante deste cenário, surgem algumas questões: O que isso significa para os 300 mil cristãos perseguidos na região? Será que é possível haver mais liberdade intelectual e religiosa na Coreia do Norte?

Segundo a Portas Abertas, é difícil prever as respostas dessas perguntas, mas há espaço para o otimismo. "Uma visita histórica como essa poderia, de fato, sinalizar uma mudança — mesmo que sutil — na posição linha-dura da Coreia do Norte. É possível que essa visita seja o começo das orações respondidas para aliviar parte da pressão sobre os cristãos perseguidos no norte", afirma a organização.

Embora seja cedo para tirar conclusões significativas e devido à longa história de perseguição aos cristãos dentro do país, a organização alerta que será difícil ver as coisas mudando rapidamente. "As discussões sobre a desnuclearização e a paz são excelentes pontos de partida, mas o futuro dos cristãos norte-coreanos ainda não está claro", avalia.

Há 17 anos consecutivos, a Coreia do Norte tem sido classificada pela Portas Abertas como a nação mais perigosa do mundo para os cristãos.

"Não sabemos o que essas conversas de paz irão significar para o futuro da igreja nesta região, mas isso deve nos estimular a lembrar do Corpo de Cristo sofredor na Coreia do Norte", avalia a organização.

Devido ao seu isolamento, os cristãos norte-coreanos ficam surpresos quando ouvem falar sobre o apoio e as orações de todo o mundo.

"Acabamos de descobrir que Deus mobilizou cristãos fora deste país para orar por nós e nos ajudar financeiramente. Estamos surpresos que Deus nos ame tanto", disse um cristão da Coreia do Norte.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 28 de março de 2018

Jesus é adorado no mundo inteiro - Maior Coral do Mundo na Coréia do Sul


Coral da Igreja Batista Yonsei na Coréia do Sul


ASSISTA AQUI

Para uma boa audição desligue o áudio do Stúdio Rhema no canto superior esquerdo do blog.

sábado, 19 de agosto de 2017

Balões com páginas da Bíblia são enviados a cristãos perseguidos da Coreia do Norte



Os balões estão sendo enviados ao país comunista pelos cristãos da Coreia do Sul.


Coreia do Norte é o país número um quando se fala em perseguição contra cristãos no mundo. Quem professa a fé em Jesus na nação enfrenta perseguições extremas e é proibido de praticar sua crença.

Os cristãos da vizinha Coreia do Sul estão envolvidos em uma missão especial para levar as Escrituras aos protestantes norte-coreanos, e essa missão envolve balões especialmente projetados.

Os balões estão repletos de páginas da Bíblia e podem caber todo o livro de Marcos. Os sul-coreanos seguem para a fronteira da Coreia do Norte e do Sul, uma zona desmilitarizada. A ação é simples, os balões são cheios com gás hélio e são lançados. Se o tempo estiver favorável, eles flutuam pelo território norte-coreano.

Dente-de-leão

A iniciativa é conhecida como "Operação Dente-de-leão". "Começamos esse projeto em 1991, e assim como um dente-de-leão precisa do vento para espalhar suas sementes, precisamos do vento para espalhar a mensagem", explicou um cristão sul-coreano identificado como Peter que está envolvido no projeto.

"É quase impossível obter Bíblias na Coreia do Norte, então usar balões é uma das maneiras mais eficazes de compartilhar o Evangelho", continuou Peter.

"Ao enviar esses balões, deixamos nossos irmãos e irmãs norte-coreanos saberem que estamos orando por eles e as escrituras sobre os balões são para encorajá-los", acrescentou um outro crente.

Fonte: Guiame


terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Impeachment: como um cachorro revelou o caso de corrupção na Coreia do Sul



O escândalo político que culminou no impeachment da presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, parece ter começado com uma discussão sobre um cachorro. Nesta semana, Ko Young-tae, responsável por levar as irregularidades à imprensa, contou em depoimento que decidiu abrir o caso depois de uma briga com Choi Soon-sil, a amiga da presidente envolvida com tráfico de influências.
O desenvolver do episódio começou em 2012, logo após a eleição de Park, de acordo com o jornal The New York Times. Sem laços diretos no meio político, Ko, um ex-esgrimista de 40 anos, era dono de uma marca de roupas e sapatos na Coreia quando foi apresentado a Choi. Ao longo de anos, o homem lhe vendeu centenas de acessórios que custaram a ela milhares de dólares.
As peças de Ko fizeram sucesso na imprensa quando acabaram no guarda-roupa da presidente Park, como “presentes” de sua amiga de infância. Cada vez mais próximo de Choi, o empresário começou a notar sua estranha relação com Park, de acordo com a imprensa local. Segundo investigações posteriores do governo, Choi exercia extrema influência sobre a presidente, escrevia seus discursos e usava a amizade para fazer negócios que lhe favoreciam financeiramente.
O caso de corrupção poderia ter se mantido na esfera privada, mas estranhamentos entre Choi e Ko culminaram em uma vingança pessoal. Em 2014, o empresário se ofereceu para cuidar do cachorro da filha de Choi, mas foi xingado por ela quando deixou o animal sozinho. “Ela me tratava com um escravo, me ofendendo diversas vezes”, disse ele à Justiça.
Depois da briga acerca do animal, Ko decidiu reunir evidências para denunciar Choi por seu envolvimento ilegal no governo de Park. Vídeos gravados por ele e entregues a TV locais mostram funcionários federais recebendo ordens de Choi e tratando-a como soberana. Desde então, o ex-atleta virou um herói da oposição sul-coreana. Sohn Hye-won, deputado de oposição, chegou a comentar em audiência que Ko “abriu a caixa de Pandora” da corrupção no país, ao mostrar que a presidente favorecia uma amiga sem cargos políticos.
Fonte: Veja via Verdade Gospel
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