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domingo, 26 de junho de 2022

André Valadão defende juíza que impediu aborto de criança estuprada


André Valadão também respondeu a outra pergunta: E se fosse sua filha?

O caso de uma menina de Santa Catarina, que foi estuprada aos 11 anos, trouxe de novo à tona a polêmica sobre o aborto. Isso porque a criança foi impedida de interromper a gestação.

A mãe da menina só descobriu a gravidez após 22 semanas (5 meses e meio). A criança foi então encaminhada a um hospital de Florianópolis para que um aborto fosse realizado, mas a equipe médica se recusou, já que as normas internas do hospital permitiam o ato até a 20ª semana. O caso foi parar na justiça.

A juíza responsável pelo caso, Joana Ribeiro Zimmer, concluiu que o aborto de um bebê com 22 semanas seria um homicídio e encaminhou a menina a um abrigo após um pedido da Vara da Infância. Agora ela está sendo duramente criticada por seu posicionamento.

Mas, segundo a juíza, a decisão foi uma medida protetiva para manter a criança longe do agressor e também evitar o aborto de uma gravidez em estágio avançado. Há suspeitas de que o estupro tenha ocorrido dentro da própria casa.

Entenda o caso

O estupro aconteceu no começo do ano, mas quando a mãe descobriu a gravidez já era tarde para a realização de um aborto dentro dos parâmetros da lei, já que o bebê estava em estágio avançado de desenvolvimento.

A mãe alega que realmente estava decidida pelo aborto como forma de proteção à filha, conforme o G1. “Diferente de proteger a filha, iria submetê-la a um homicídio”, disse Joana na decisão.

A juíza ainda explica que o aborto só não foi realizado “porque a menina estava institucionalizada [internada em um abrigo] pois, se estivesse com a mãe, teria sido realizado o procedimento sem a salvaguarda da vida do bebê”.

A magistrada ainda escreveu na decisão que a menina passou por três avaliações médicas recentes e que, em nenhuma delas, falou-se em risco para a saúde da menor.

Por outro lado, a advogada da menina, Daniela Felix, insiste em dizer que já havia uma decisão da Justiça que autorizava o aborto. Porém, como a criança foi encaminhada a um abrigo, isso impediu que a decisão fosse executada.

Na última decisão sobre o caso, nesta terça-feira (21), a Justiça determinou que a menina voltasse a morar com a mãe. A advogada de defesa da família não deu detalhes sobre qual será decisão em relação ao aborto. Vale lembrar que a menina agora está em sua 29ª semana de gestação (mais de 7 meses).


Juíza Joana Ribeiro Zimmer.

Defensores do aborto

A ex-coordenadora do setor de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Santo Antônio, em Blumenau, no Vale do Itajaí, a médica Daniela Lemos Mezzomo, explica que pelo Código Penal, em casos de estupro, risco de vida materna ou má formação fetal incompatível com a vida, não há limite de idade gestacional.

Vinte e duas semanas e dois dias não faria nenhuma diferença quanto a viabilidade, também, e nem deveria ter sido enviado para um juiz. A lei já autoriza. O hospital credenciado deve obrigatoriamente disponibilizar um médico para realizar o procedimento. Interpretam a lei como querem”, ela disse.

André Valadão

pastor André Valadão se manifestou em seu Instagram. Ao ser questionado pelos seus seguidores sobre a decisão da juíza, ele disse que “ela está certíssima”.

Não é porque a criança tem 11 anos que o bebê deixa de ser um ser humano”, disse.

Depois ele respondeu a outra pergunta: E se fosse sua filha? “Se fosse minha filha eu iria cuidar dela nas questões psicológicas e psiquiátricas e nós nunca iríamos abortar o bebê, em hipótese alguma”, reforçou.

Uma vida não deve ser assassinada! Não temos este direito. Bate coração, bate uma vida!”, escreveu ainda.

Por fim, um seguidor pergunta se o pastor André acha que o estuprador do caso em evidência merece pena de morte, punição que não é aplicada pela justiça brasileira.

Valadão responde: “Pena de morte é uma coisa muito séria, gente. Imagine uma pena sendo dada de forma errada a uma pessoa que é inocente. Ou seja, estaríamos matando alguém também”.

A probabilidade de haver erros em condenar pessoas a pena de morte é grande. (Não é o caso comprovado do estuprador) mas mesmo assim, NADA CONTRA A PRISÃO PERPÉTUA, pois em caso de erro, terá a ‘vida inteira’ para provar o contrário…”, escreveu na legenda da terceira publicação.

Outras opiniões

Os abortistas estão realmente preocupados com a trágica situação da menina grávida aos 11 anos ou vislumbraram apenas mais uma oportunidade de disseminar a defesa do assassinato intrauterino?”, questionou também a deputada estadual de Santa Catarina, Ana Campagnolo.

Segundo a deputada, tanto o parto quanto o aborto são traumáticos para uma criança de 11 anos que já sofreu também com o trauma do estupro. “Um aborto não elimina o parto. Um aborto não é mágica que faz o bebê sumir”, considerou.

Após o aborto, ela continuou explicando, que o bebê deverá ser retirado morto de dentro da menina. “Todos precisam saber que após um aborto, seja legal ou não, a menina passaria em um processo para expulsar do seu corpo um bebê que foi propositalmente esmagado, envenenado ou estripado”, detalhou.

As pessoas realmente sabem como é feito o aborto? Por que preferir o trauma do parto de um bebê morto ao parto de um bebê vivo? Por que escolher a morte e não a vida depois que tantas coisas ruins já aconteceram?”, lançou as perguntas.

Juíza se retira do caso

Após a repercussão do caso, Joana Ribeiro Zimmer disse que não se manifestará sobre a audiência realizada e que as informações “foram vazadas de forma criminosa”.

Ela explicou que o caso tramita em segredo de justiça e que busca garantir a devida proteção integral à criança. Em seguida, informou que está deixando o caso, pois foi transferida para a comarca de Brusque, no Vale do Itajaí, conforme informações do G1.

Ela disse ainda que aceitou a promoção e o convite que havia sido feito antes da repercussão do caso. O órgão especial do Tribunal da Justiça disse, na última quarta-feira (15), que “a juíza recebeu a promoção por merecimento”.

Com o julgamento do STF pelo não reconhecimento do direito ao esquecimento, qualquer manifestação sobre o assunto à imprensa poderá impactar ainda mais e para sempre a vida de uma criança. Por essa razão, seria de extrema importância que esse caso continue a ser tratado pela instância adequada, ou seja, pela Justiça, com toda a responsabilidade e ética que a situação requer e com a devida proteção a todos os seus direitos e garantias constitucionais”, a juíza escreveu em nota.

Folha Gospel com informações de Guia-me, G1 e TV Jornal

quarta-feira, 22 de junho de 2022

“O aborto não elimina o parto”: Líderes comentam caso de menina grávida após estupro



“As pessoas realmente sabem como é feito o aborto? Por que preferir o trauma do parto de um bebê morto ao parto de um bebê vivo?”, questionou uma deputada de SC.


O caso de uma menina de Santa Catarina, que foi estuprada aos 11 anos, trouxe de novo à tona a polêmica sobre o aborto. Isso porque a criança foi impedida de interromper a gestação.

A mãe da menina só descobriu a gravidez após 22 semanas (5 meses e meio). A criança foi então encaminhada a um hospital de Florianópolis para que um aborto fosse realizado, mas a equipe médica se recusou, já que as normas internas do hospital permitiam o ato até a 20ª semana. O caso foi parar na justiça.

A juíza responsável pelo caso, Joana Ribeiro Zimmer, concluiu que o aborto de um bebê com 22 semanas seria um homicídio e encaminhou a menina a um abrigo após um pedido da Vara da Infância. Agora ela está sendo duramente criticada por seu posicionamento. 

Mas, segundo a juíza, a decisão foi uma medida protetiva para manter a criança longe do agressor e também evitar o aborto de uma gravidez em estágio avançado. Há suspeitas de que o estupro tenha ocorrido dentro da própria casa.

Entenda o caso

O estupro aconteceu no começo do ano, mas quando a mãe descobriu a gravidez já era tarde para a realização de um aborto dentro dos parâmetros da lei, já que o bebê estava em estágio avançado de desenvolvimento. 

A mãe alega que realmente estava decidida pelo aborto como forma de proteção à filha, conforme o G1. “Diferente de proteger a filha, iria submetê-la a um homicídio”, disse Joana na decisão.

juíza ainda explica que o aborto só não foi realizado “porque a menina estava institucionalizada [internada em um abrigo] pois, se estivesse com a mãe, teria sido realizado o procedimento sem a salvaguarda da vida do bebê”.

A magistrada ainda escreveu na decisão que a menina passou por três avaliações médicas recentes e que, em nenhuma delas, falou-se em risco para a saúde da menor. 

Por outro lado, a advogada da menina, Daniela Felix, insiste em dizer que já havia uma decisão da Justiça que autorizava o aborto. Porém, como a criança foi encaminhada a um abrigo, isso impediu que a decisão fosse executada. 

Na última decisão sobre o caso, nesta terça-feira (21), a Justiça determinou que a menina voltasse a morar com a mãe. A advogada de defesa da família não deu detalhes sobre qual será decisão em relação ao aborto. Vale lembrar que a menina agora está em sua 29ª semana de gestação (mais de 7 meses). 

Juíza Joana Ribeiro Zimmer. (Foto: Agência Alesc/Lar Legal Tijucas)

Defensores do aborto

A ex-coordenadora do setor de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Santo Antônio, em Blumenau, no Vale do Itajaí, a médica Daniela Lemos Mezzomo, explica que pelo Código Penal, em casos de estupro, risco de vida materna ou má formação fetal incompatível com a vida, não há limite de idade gestacional.

Vinte e duas semanas e dois dias não faria nenhuma diferença quanto a viabilidade, também, e nem deveria ter sido enviado para um juiz. A lei já autoriza. O hospital credenciado deve obrigatoriamente disponibilizar um médico para realizar o procedimento. Interpretam a lei como querem”, ela disse.

Opinião de pastores e pessoas pró-vida

O pastor André Valadão se manifestou em seu Instagram. Ao ser questionado pelos seus seguidores sobre a decisão da juíza, ele disse que “ela está certíssima”. 

Não é porque a criança tem 11 anos que o bebê deixa de ser um ser humano”, disse. 

Depois ele respondeu a outra pergunta: E se fosse sua filha? “Se fosse minha filha eu iria cuidar dela nas questões psicológicas e psiquiátricas e nós nunca iríamos abortar o bebê, em hipótese alguma”, reforçou.

Uma vida não deve ser assassinada! Não temos este direito. Bate coração, bate uma vida!”, escreveu ainda. 

Os abortistas estão realmente preocupados com a trágica situação da menina grávida aos 11 anos ou vislumbraram apenas mais uma oportunidade de disseminar a defesa do assassinato intrauterino?”, questionou também a deputada estadual de Santa Catarina, Ana Campagnolo.

Segundo a deputada, tanto o parto quanto o aborto são traumáticos para uma criança de 11 anos que já sofreu também com o trauma do estupro. “Um aborto não elimina o parto. Um aborto não é mágica que faz o bebê sumir”, considerou.

Após o aborto, ela continuou explicando, que o bebê deverá ser retirado morto de dentro da menina. “Todos precisam saber que após um aborto, seja legal ou não, a menina passaria em um processo para expulsar do seu corpo um bebê que foi propositalmente esmagado, envenenado ou estripado”, detalhou. 

As pessoas realmente sabem como é feito o aborto? Por que preferir o trauma do parto de um bebê morto ao parto de um bebê vivo? Por que escolher a morte e não a vida depois que tantas coisas ruins já aconteceram?”, lançou as perguntas. 

Juíza se retira do caso

Após a repercussão do caso, Joana Ribeiro Zimmer disse que não se manifestará sobre a audiência realizada e que as informações “foram vazadas de forma criminosa”. 

Ela explicou que o caso tramita em segredo de justiça e que busca garantir a devida proteção integral à criança. Em seguida, informou que está deixando o caso, pois foi transferida para a comarca de Brusque, no Vale do Itajaí, conforme informações do G1. 

Ela disse ainda que aceitou a promoção e o convite que havia sido feito antes da repercussão do caso. O órgão especial do Tribunal da Justiça disse, na última quarta-feira (15), que “a juíza recebeu a promoção por merecimento”.

Com o julgamento do STF pelo não reconhecimento do direito ao esquecimento, qualquer manifestação sobre o assunto à imprensa poderá impactar ainda mais e para sempre a vida de uma criança. Por essa razão, seria de extrema importância que esse caso continue a ser tratado pela instância adequada, ou seja, pela Justiça, com toda a responsabilidade e ética que a situação requer e com a devida proteção a todos os seus direitos e garantias constitucionais”, a juíza escreveu em nota.

Fonte: Guiame

domingo, 19 de dezembro de 2021

Pastor é preso acusado de hipnotizar e abusar de mulheres


Um pastor de 59 anos foi preso nesta quinta-feira, 16, acusado de estupro de vulnerável de pelo menos 10 mulheres. Sérgio Amaral Brito é presidente de duas unidades da Igreja Assembleia de Deus, de Duque de Caxias e de Magé, ambas na Baixada Fluminense.

A Justiça determinou a prisão preventiva do líder religioso após uma investigação da Polícia Civil. Além de ser líder religioso, Sérgio Brito também atua como psicanalista, sexólogo e terapeuta de adultos, casais e adolescentes. Ele também participa, semanalmente, de um programa na Rádio Melodia, uma das principais estações evangélicas do país.

A delegacia de Piabetá (66ª DP) começou a investigar Sérgio no começo do mês após uma mulher procurar a distrital relatando ter sido vítima de estupro vulnerável do pastor.

Na delegacia, ela disse que frequentava a Assembleia de Deus de Jardim Primavera quando foi convencida por Sérgio a fazer algumas sessões de psicanálise em seu consultório, no centro de Piabetá. Durante a sessão, a vítima afirmou que, após ser submetida a hipnose, foi abusada sexualmente. Após o sexo sem consentimento, a vítima voltou para casa e contou para seus pais, que confrontaram o pastor. Sérgio teria pedido desculpas e teria dito que se arrependia do crime. A mulher contou ainda que Sérgio teria pedido oração.

Outras mulheres souberam da história e relataram terem sofrido o mesmo abuso do líder religioso. Uma mulher relatou que durante as consultas foi abusada sexualmente diversas vezes. A vítima destacou que em uma sessão percebeu que Sérgio estava nu abusando do seu corpo. A mulher destacou ainda que só tomou coragem em denunciar as violências sofridas quando soube que outra mulher o havia denunciado.

Segundo o delegado Ângelo Lages, Sérgio estava planejando fugir para Brasília. Com isso, a Vara Criminal da Comarca de Magé expediu o mandado de prisão preventiva. Na delegacia o pastor não quis prestar depoimento.

Fonte: Polêmica Paraíba via Folha Gospel

quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Mulher é estuprada em trem, e passageiros não fazem nada

Em vez de agirem para evitar o crime, pessoas optaram por filmar a prática criminosa

A reação popular diante da prática de um crime hediondo chamou a atenção das autoridades da Pensilvânia, nos Estados Unidos, na última semana. 

Mesmo ao presenciarem uma mulher sendo estuprada dentro de um trem na cidade da Filadélfia, na última quarta-feira (13), passageiros não fizeram nada para socorrê-la. Em vez disso, chegaram até a gravar a cena.

O assédio durou cerca de 40 minutos,, e nenhum dos presentes no transporte público ligou para o serviço de emergência, segundo o chefe de polícia da Autoridade de Transporte do Sudeste da Pensilvânia, Thomas Nestel, em entrevista coletiva concedida na segunda-feira (18) à imprensa americana.

A polícia informou que o homem e a mulher envolvidos na ocorrência entraram na mesma estação. Ele sentou ao lado dela, e a vítima o empurrou várias vezes até que, por fim, ele rasgou a roupa dela.

O socorro da vítima só foi feito após a ligação de um funcionário do trem para o serviço de urgência. Câmeras de segurança que filmaram o crime mostraram passageiros gravando a cena.

Posso dizer que as pessoas estavam segurando seus telefones na direção da mulher que estava sendo atacada. Qualquer um que estava naquele trem tem que se olhar no espelho e perguntar por que não interveio ou por que não fez algo – disse o superintendente da polícia de Upper Darby, Timothy Bernhardt, à CNN americana.

O homem que praticou o crime foi preso, e sua fiança foi fixada em 180 mil dólares, o equivalente a R$ 992 mil. A mulher vítima do estupro foi levada para o hospital.

Fonte: Gospel+

sábado, 25 de setembro de 2021

Polícia prende homem acusado de estuprar adolescente após culto

Um adolescente de 13 anos foi vítima de um estupro na volta para casa após sair de um culto na igreja. A Polícia prendeu um homem de 37 anos como suspeito pelo crime.

O caso foi registrado na cidade de São João da Varjota (PI), município localizado a 284 quilômetros de Teresina, capital do estado, no dia 11 de setembro.

O adolescente se dirigia à casa de sua família após participar de um culto e foi abordado pelo homem, que aparentava sinais de embriaguez, próximo a um ginásio da cidade.

De acordo com o relato do garoto, o homem o questionou se ele gostaria de fazer relações sexuais com ele, antes de obriga-lo. O caso foi descoberto porque o adolescente relatou aos pais o que havia acontecido, acrescentando que o mesmo abuso já havia acontecido anteriormente, ainda neste ano.

A vítima recusou e o suspeito a forçou, cometendo o ato. No dia seguinte, ele contou para os pais. O short do garoto, inclusive, estava sujo de sangue”, disse o delegado Juarez Paiva, responsável pela investigação do caso, segundo informações do G1.

Os pais do garoto procuraram o Conselho Tutelar e comunicaram o crime. O órgão, então, repassou a denúncia à Polícia Civil, que registrou o boletim de ocorrência. A vítima passou por exames de corpo de delito, que comprovaram o estupro.

Nós ouvimos testemunhas e, após o recolhimento de provas, solicitamos a prisão preventiva dele. O mandado foi cumprido nesta quinta-feira. Ele foi encontrado na residência onde vive com os pais e a irmã”, resumiu Paiva.

Após a detenção, o acusado foi encaminhado para a Penitenciária Regional de Oeiras. A Polícia verificou que, em sua ficha, o homem já foi processado anteriormente sob acusações de cometer o mesmo crime com outras vítimas.

A previsão do Código Penal para estupro de vulnerável – nos casos em que a vítima é menor de 14 anos de idade – é de cadeia, entre 8 e 15 anos.

O sexo com pessoas abaixo dessa idade é presumido como estupro pela lei, independentemente do consentimento da criança ou do adolescente para o ato sexual ou conduta libidinosa.

Fonte: Gospel+

sábado, 1 de junho de 2019

Mulher registra B.O. de estupro contra Neymar em São Paulo - Ele nega

Brasileira fez Boletim de Ocorrência após voltar de encontro com jogador em Paris; os dois teriam se conhecido por meio de rede social, segundo relato

Uma mulher registrou Boletim de Ocorrência na última sexta-feira (31), na 6ª delegacia de defesa da mulher, no bairro de Santo Amaro, em São Paulo, acusando o jogador Neymar de estupro. O crime teria ocorrido em Paris no dia 15 de maio.
No Boletim de Ocorrência, a mulher, que teve sua identidade preservada, afirma que foi a Paris a convite do jogador e com a passagem paga por ele. O objetivo era um encontro, marcado depois de eles terem trocado mensagens pelas redes sociais. Ao chegar à capital francesa, ela se hospedou no hotel Sofitel Paris, onde ele foi encontrá-la em torno das 20h.
Segundo seu relato, o jogador estava aparentemente embriagado. Eles conversaram, "trocaram carícias", mas, em determinado momento, "Neymar se tornou agressivo e, mediante violência, praticou relação sexual contra a vontade da vítima".
A mulher afirmou que não registrou Boletim de Ocorrência em Paris porque estava abalada emocionalmente e com medo de registrar o caso em outro país.
A veracidade do B.O. foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, que informou, por meio de nota, que o inquérito policial corre em sigilo.
O caso será investigado em São Paulo e a Polícia Civil paulista irá pedir apoio à polícia francesa para poder colher imagens de circuito de segurança do hotel e ouvir eventuais testemunhas.
O assessor de Neymar, Gallo, também será ouvido.
Neymar está com a seleção brasileira na Granja Comary, em Teresópolis, no Rio de Janeiro. A imprensa tentou contato com vários assessores do jogador e não obteve retorno.
Fonte: R7
Veja abaixo o Boletim de Ocorrência:


ASSISTA AQUI

sábado, 22 de dezembro de 2018

João de Deus: Acusado de estupro, médium diz que orientações foram “repassadas pelo espírito”

Em depoimento concedido no último dia 16, o médium João de Deus, acusado de ter cometido vários abusos sexuais, fez declarações polêmicas e consideradas contraditórias pelos investigadores que lidam com o caso.
Um dos trechos que chamou atenção foi a responsabilização dos "espíritos" sobre os procedimentos praticados na Casa de Dom Inácio de Loyola, local onde atendia o místico em Abadiânia, GO.
"No atendimento não é repassada receita, as orientações são repassadas pelo espírito, ou seja, não é de maneira escrita", diz uma parte das notas taquigráficas colhidas durante o depoimento e divulgadas pelo O Globo.
Questionado sobre o fornecimento de uma "receita" para a compra de medicamentos – o que tecnicamente não é permitido, uma vez que o mesmo não é médico – o médium tentou se explicar.
"[Ele] Esclarece que apenas atende e orienta. Informa ainda que alguns frequentadores já adquirem os produtos, mesmo sem o encaminhamento do espírito, pois são frequentadores do local há muitos anos e acreditam na eficiência do produto", continua a nota.
João de Deus também negou que solicitava atendimentos individualizados. Ele resolveu colocar a culpa em seus seguidores, dizendo que "são as pessoas que o procuram em busca de um atendimento individualizado, vez que são os frequentadores quem solicitam tal atendimento e não o interrogado", acrescenta a nota.
Preso preventivamente, João de Abadiânia, como também é conhecido, aguarda o desfecho das investigações que podem lhe condenar definitivamente. Até o momento já foram mais de 500 denúncias contra o médium, incluindo o depoimento de uma das suas filhas.
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Processo por acusação de estupro feita contra Marco Feliciano foi arquivado pela Justiça

A acusação feita pela jornalista Patrícia Lélis contra o pastor Marco Feliciano (PODE-SP) de estupro e agressão foi arquivada pela Justiça após um pedido do Ministério Público. O caso tramitava em segredo de Justiça e a decisão foi publicada na última quinta-feira, 13 de dezembro.
O processo por "crimes de estupro, lesões corporais, sequestro, cárcere privado, ameaça e corrupção de testemunha" foi arquivado pelo juiz da 4ª Vara Criminal de Brasília, Aimar Neres de Matos. O pedido de arquivamento feito pelo MP do Distrito Federal considerava que o correto seria encerrar o caso "por não vislumbrar elementos mínimos para a propositura de ação penal".
Um laudo encomendado pela Justiça concluiu que a jovem sofria com "isolamento social", cansaço e problemas de sono na época da denúncia, segundo informações do jornal O Globo.
Quando fez a denúncia, Patrícia Lélis terminou investigada e virou ré em São Paulo por tentar extorquir o então chefe de gabinete do deputado, Talma Bauer, e fazer denunciação caluniosa, por dizer que havia sido coagida a gravar vídeos desmentindo as acusações que havia feito inicialmente.
Em entrevista à Folha de S. Paulo, Patrícia Lélis declarou que sustenta as acusações feitas contra Feliciano: "Meu lado continua sendo o mesmo, não sou louca ou afins como eles dizem, como também não sou a primeira! Apenas fui a primeira a denunciar", afirmou, antes de repetir outra acusação, desta vez ao deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP): "[Ele] me ameaçou de morte, pelo menos isso o STF tem levado à frente".
"Devido às ameaças de morte que eu sempre recebi deles, não moro mais no Brasil", disse Lélis na entrevista via WhatsApp à jornalista Anna Virginia Balloussier, acrescentando que a pastora Damares Alves, futura ministra de Mulher, Família e Direitos Humanos, sabia do caso e lhe pediu silêncio.
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

“Meu pai me estuprou, inúmeras vezes”, testemunha Joyce Meyer em novo relato

Um testemunho impactante da escritora e evangelista Joyce Meyer continua servindo para tocar milhares de vidas ao redor do mundo. Ela precisou superar o trauma do abuso sexual cometido pelo próprio pai, inúmeras vezes ao longo da sua juventude, e hoje conta como Deus lhe fez entender um propósito que parece estar além do entendimento humano.
"Meu pai me estuprou, inúmeras vezes, pelo menos 200 vezes. Não havia lugar onde eu me sentisse segura, crescendo", disse ela na primeira vez que revelou os abusos que sofreu durante toda a juventude. Na ocasião, Meyer explicou que a sua mãe não teve forças para lidar com a situação.
"Literalmente, o que ele fez foi me estuprar, toda semana, pelo menos uma vez por semana, até os 18 anos. Meu pai, o homem em quem eu deveria confiar, que deveria me manter seguro, foi aquele que me estuprou um mínimo de 200 vezes", detalhou ela.
Agora Meyer falou novamente sobre o assunto, porém, ressaltando como Deus aos poucos foi trabalhando em sua mente e coração, para lhe fazer compreender o que ocorreu por outra perspectiva.
"Onde estava Deus enquanto tudo aquilo acontecia? Vamos falar sobre isso por um minuto”, propôs Meyer abertamente em sua pregação. “Eu não posso explicar isso para você em minha mente … Eu sei que Deus não me tirou daquela situação, mas Ele me deu forças para passar por aquilo. Na verdade, Deus tinha um plano", disse ela.
Uma das pregadoras mais lidas no meio evangélico da atualidade, Meyer explicou que aos poucos entendeu que não deveria pensar mais que "não deveria ter vivido aquela situação". Ela deixou de questionar a existência do ocorrido, para aceitá-la como um propósito de Deus.
"Cerca de três anos atrás, eu disse isso: 'Mas é claro que eu gostaria de não ter sido abusada', e Deus me fez parar e refletir. Ele disse: 'Pare de dizer isso'. E então eu pensei sobre isso e, hoje sei que isso parece loucura, mas estou feliz que tenha acontecido. Você sabe por quê? Porque eu sou uma pessoa melhor agora, melhor do que eu jamais teria sido", disse ela.
"Eu não sei como tirar algum sentido disso, mas eu sei que Deus me redimiu. Ele tomou o que Satanás quis usar para o meu mal e resolveu isso para sempre", disse ela, segundo a CBN News, levando os ouvintes às lágrimas.

Perdão e recuperação

Joyce Meyer revelou em outra ocasião que o seu pai lhe pediu perdão pelos abusos. Antes disso, porém, ela havia cuidado dele e da sua mãe quando idosos. Após ela ter lhe perdoado, ele aceitou a Cristo e foi batizado posteriormente.
A evangelista disse que o fato de hoje pregar para multidões e ser ouvida faz parte desse plano. O seu testemunho, consequentemente, está agora fazendo sentido ao ser utilizado como instrumento para impactar milhares de vidas.
"Hoje eu sou mais forte. Eu conheço mais a Deus. Eu entendo a dor das pessoas. E eu acredito que isso me possibilitou alcançar você em sua dor e sua necessidade e dizer a você com toda a minha paixão, que Deus está vivo", disse ela.
"Você pode se recuperar? Você está olhando para alguém que se recuperou. Amém? Você está olhando para a prova viva, a evidência de que é possível se recuperar", disse ela. "Não há poço tão profundo que Ele não possa descer e te tirar de lá", conclui a autora.
Fonte: Gospel+

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Esposa de pastor é agredida e sofre tentativa de estupro durante culto doméstico

Extremistas hindus interromperam um culto doméstico e tentaram estuprar a dona da casa, esposa do pastor que lidera a congregação local, no estado de Tamil Nadu, na Índia. Seu marido não estava em casa no momento do ataque, e os demais membros também foram agredidos.
Pratibha Stephen, 38 anos, foi surpreendida em sua casa, enquanto estava reunida com outros cristãos em um culto doméstico. Um homem invadiu a reunião pela porta dos fundos do imóvel, interrompeu o louvor e agrediu um idoso que é membro da congregação. Ao ver a cena, Pratibha tentou impedir a agressão, mas também foi empurrada para longe.
A invasão foi a continuação de uma ameaça feita antes por um líder hindu da região. "Você não entende o que meu chefe Guruswamy disse a vocês? Você não tem vergonha? Quantas vezes você ouviu falar que não deve haver nenhuma reunião de oração cristã na área?", gritava o agressor, segundo informações do portal Morning Star News.
O homem que invadiu o culto doméstico foi identificado posteriormente como Ajith Kumar, membro do grupo extremista hindu Munnani. As testemunhas do ataque disseram que ele estava completamente descontrolado e espancou Pratibha.
"Eu repreendi-o para que ele não me tocasse e disse que ele deveria sair imediatamente. Ele continuou vomitando palavras abusivas, e em poucos minutos me tocou novamente. Ele puxou meu sari (traje das mulheres na Índia) para longe de mim. Eu resisti a ele com todas as minhas forças e gritei por ajuda", narrou ela.
Pratibha é casada com o pastor Paul Stephen, que no momento do incidente estava liderando um culto de adoração em Bhavani Sagar, aldeia localizada a cerca de 10 quilômetros de distância.

Estupro

Durante a invasão, um membro idoso da igreja e alguns outros tentaram empurrar Kumar para fora, mas ele resistiu e depois despiu a dona da casa, chutando-a no chão. "Eu estava no chão, chorando. Aquele homem tentou puxar minhas calças para baixo e me chutou repetidamente no estômago. Ele então pegou em mim, apertou meus seios e disse: 'Hoje vou ensinar uma lição para você e seu marido. Vocês conduzem culto cristão? Como sem vergonha! Vocês dois devem estar desfilando nus por isso'", relembrou.
O episódio parece ter sido premeditado por parte dos extremistas hindus, já que antes do culto, Pratibha ouviu batidas na porta de sua casa, com gritos e xingamentos. Sem abrir a porta, a esposa do pastor perguntou qual era o problema e não houve resposta. Provavelmente, os extremistas usaram essa abordagem para saber se o marido dela estava em casa, e descobriram que Pratibha estava só.
Horas depois, quando Kumar estava prestes a estuprá-la, quatro amigos do agressor vieram e o tiraram de cima dela, impedindo que o ataque fosse consumado. "Eu estava chorando de dor, os golpes no meu abdômen foram graves", disse ela.
No entanto, a situação estava longe de acabar. Quando o pastor Paul Stephen chegou em casa, os extremistas ainda permaneciam em frente à casa. Ele entrou, conversou com sua esposa e a encorajou a acionar a Polícia.
"Nós dois corremos pela porta da frente, sem saber que os cinco homens ainda estavam lá do lado de fora nos observando. Os cinco homens começaram a espancar meu marido e eu me senti fraca, então desmaiei. Meu irmão, Gyana Prashant, se debruçou sobre meu marido para protegê-lo dos golpes. Eles também deram um tapa no meu sogro idoso", concluiu Pratibha.
Quando souberam do caso, líderes do Sínodo das Igrejas Pentecostais correram para o hospital em Coimbatore, onde o pastor, a esposa e os familiares foram levados. O reverendo Raja Mani, do sínodo, disse que a equipe do hospital se recusou a dar tratamento médico adequado ao casal.
"O pastor Paul Stephen e a irmã Pratibha ficaram gravemente feridos, e a equipe do hospital do governo disse que só pode prestar assistência de primeiros socorros e os encaminhou para o Hospital Distrital de Coimbatore para tratamento. O hospital em Coimbatore não admitiu o casal nos dois primeiros dias e os tratava apenas como pacientes externos. Quando os pastores da área exigiram que os médicos e a equipe fornecessem o tratamento adequado, eles foram internados e ficaram lá por mais três dias", afirmou Mani.
Fonte: Gospel+
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