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quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Cristã pode ser a primeira mulher a se tornar presidente da Hungria


Candidata a presidência na Hungria nomeada pela Forbes como a mulher mais poderosa da Hungria.

Katalin Novák, a ministra da Família da Hungria, de 44 anos, e mãe de três filhos, foi anunciada como candidata do partido Fidez para se tornar presidente da Hungria.

Se vencer, Novák se tornará a primeira mulher a ocupar a Presidência do país, e a mais jovem desde 1990.

Sua candidatura é apoiada pelo partido do primeiro-ministro Viktor Órban que tem uma grande maioria no parlamento húngaro (133 dos 199 assentos), que precisa eleger um novo presidente antes de maio de 2022. O Ministro da Família deixará seu cargo em alguns dias.

Katalin Novák é uma cristã reformada, e alguém que tem falado muito sobre uma “Hungria familiar”. Suas prioridades até agora incluíam ajudar a aumentar a taxa de natalidade no país e melhorar o apoio a crianças com necessidades adicionais.

Nossos concidadãos que vivem além da fronteira, famílias criando crianças com doenças, famílias de pais solteiros e comunidades Roma fazem parte do nosso futuro coletivo húngaro. Vou prestar atenção especial a todos eles”, disse ela segundo Evagelical Focus.

Nomeada pela revista Forbes como a mulher mais poderosa da Hungria, Novák compartilha frequentemente  imagens de sua família e a importância que o Natal e outros princípios cristãos têm para sua compreensão da cidadania e política.

Nos últimos anos, a Hungria tem entrado em conflito com a União Europeia, da qual é membro desde 2004, sobre uma série de políticas, incluindo educação sexual, refugiados e a presença de “valores cristãos” na vida pública.

Segundo o secretário-geral da Aliança Evangélica Húngara, Istvan Horvath, esses confrontos refletiram as “diferenças morais” entre diferentes regiões da Europa, e os húngaros em geral não querem adotar a abordagem liberal que agora é aceita nos países ocidentais.

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Hungria proíbe “promoção da homossexualidade” perto de igrejas e escolas

O Governo húngaro ordenou, no início de agosto, que lojas e livrarias vendam livros infantis que considere promotores da homossexualidade em “embrulhos fechados”. A nova medida também restringe a “promoção ou difusão” de produtos que “expressem a homossexualidade” ou caracterizem “desvio de identidade quanto ao sexo de nascimento” a um raio de 200 metros de igrejas, escolas e instituições de proteção à criança.

O decreto inclui também livros que sejam considerados promotores de transição de gênero e que contenham descrições “explícitas” de sexualidade.

O Governo de Viktor Orbán garante que a nova lei serve para proteger as crianças e deixar aos seus pais a responsabilidade de as educar acerca da sexualidade.

No mês passado, a Hungria multou uma rede de livrarias, a Lyra Köniv, por vender um livro infantil que retratava a vida de duas crianças com os pais do mesmo sexo, recorrendo a uma lei que proíbe práticas comerciais injustas.

A União Europeia já havia demonstrado insatisfação com as primeiras medidas da lei e abriu um processo, em julho, contra a Hungria por discriminação a pessoas LGBTQIA+. De acordo com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, a lei vai contra os regulamentos do bloco no que diz respeito à liberdade de expressão, bem como ao livre comércio e fornecimento de serviços.

A delegação húngara da Anistia Internacional afirmou que essa lei “cairá mais cedo ou mais tarde“.

Editores, televisores e professores receiam que a medida exclua livros e filmes que apresentarem personagens homossexuais.

Família como união entre ‘homem e mulher’

Em dezembro de 2020, a Hungria alterou a definição de família em sua Constituição, permitindo uma proibição efetiva da adoção por casais homossexuais.

A nova Constituição húngara define que a família é “baseada no casamento e na relação entre pais e filhos. A mãe é uma mulher, o pai um homem”. Também determina que os pais criem os filhos com um espírito conservador.

A Hungria defende o direito das crianças de se identificarem com seu gênero de nascimento e garante uma educação baseada na identidade constitucional de nossa nação e nos valores de nossa cultura cristã”, diz o documento.

Embora existam exceções no caso da adoção por homossexuais solteiros ou familiares, “a regra principal é que apenas casais podem adotar uma criança, ou seja, um homem e uma mulher casados”, escreveu a ministra da Justiça, Judit Varga.

Promoção da homossexualidade para menores

Em junho deste ano, o parlamento da Hungria aprovou uma lei que proíbe a ‘promoção da homossexualidade’ para menores de idade.

A medida faz parte de uma decisão do governo do primeiro-ministro Viktor Orbán, que afirma ter como objetivo ‘combater a pedofilia e proteger as crianças’.

A lei, proposta pelo partido Fidesz, do primeiro-ministro Viktor Orbán, quer proibir explicitamente “conteúdo que retrate a sexualidade por si mesma ou que promova ou exiba desvios da identidade do sexo de nascimento, redesignação de gênero ou homossexualidade”.

Referendo

No final de julho, anunciou a realização de um referendo nacional para avaliar o apoio a polêmica lei contra a homossexualidade, mas ainda não há uma data prevista para que isso aconteça.

No referendo haverá uma série de perguntas, tais como: se os húngaros aceitariam que a escola “debatesse sexualidade com os seus filhos sem o seu consentimento”, se apoiariam “a promoção do tratamento de redesignação sexual para menores” ou “a apresentação irrestrita a menores de conteúdos midiáticos de natureza sexual que afetem o seu desenvolvimento”.

Folha Gospel com informações de Lifesite News, Poder 360º e ZAP

sexta-feira, 20 de agosto de 2021

Hungria defende princípios bíblicos e ajuda cristãos perseguidos: ‘Somos uma nação cristã”



Adotada em 2011, a constituição do país de maioria cristã segue os ensinamentos bíblicos, protegendo a dignidade humana e a família.


A Hungria é um país de maioria cristã, onde os princípios bíblicos são prioridades do governo e ajudar os cristãos perseguidos é considerado um dever moral. 

"A Hungria é uma nação cristã", afirmou Tristan Azbej, ao CBN News. O político atua como Secretário de Estado para a Ajuda aos Cristãos Perseguidos e explicou como a nação valoriza os princípios do Reino. 

"Estamos tentando implementar os ensinamentos sociais da fé cristã e da Bíblia em nossas políticas e parte disso é a proteção da dignidade humana, da liberdade humana, mas também parte disso é a proteção da santidade da família e do casamento", disse.

"Hungary Helps": socorrendo cristãos perseguidos

A função do cargo político de Tristan é ajudar cristãos perseguidos pelo mundo através do programa “Hungary Helps” (“Hungria Ajuda”, em português). 

Os cristãos são o grupo religioso mais perseguido do mundo. Há 340 milhões de pessoas que são discriminadas, ameaçadas ou sofrem ataques genocidas por causa de sua fé em Cristo”, lembrou Tristan. 

Em quatro anos, a Hungria já auxiliou 250 mil crentes perseguidos, reconstruiu 67 igrejas no Líbano e a cidade cristã de Telskuf, no Iraque, depois que ela foi arrasada pelo Estado Islâmico.

Das 1.300 famílias cristãs que fugiram de Telskuf, mil já retornaram e agora chamam carinhosamente sua aldeia de "Filha da Hungria".

Em defesa dos valores cristãos

A Hungria tem defendido os princípios cristãos e combatido a ideologia de gênero em sua sociedade. Por causa disso, vem enfrentando objeções por parte da União Europeia (UE) e de ativistas LGBT. 

O poder executivo da União Europeia abriu uma ação judicial contra a lei, aprovada pelo Parlamento húngaro, que protege as crianças da exposição a conteúdo sexual impróprio, incluindo conteúdo homossexual, e preserva os direitos dos pais húngaros de manter o controle exclusivo sobre a educação sexual de seus filhos. Para a UE, a lei da Hungria discrimina a população LGBT. 

"Estamos vendo um lobby muito forte na União Europeia para empurrar a ideologia de gênero por meio das diretivas e da legislação da UE. E essa é uma iniciativa tão forte que, eventualmente, será obrigatória ser implementada nos estados membros da União Europeia, então temos esta medida para proteger todo o nosso sistema jurídico daquele lobby que é completamente estranho aos valores do povo húngaro", disse Tristan Azbej.

A constituição da Hungria, adotada em 2011, segue os ensinamentos bíblicos. "Confirmamos em nossa constituição que o casamento é entre um homem e uma mulher, e que a vida deve ser protegida desde a concepção”, explicou Tristan. 

Recentemente, o país também alterou as definições paternas em sua legislação para confirmar que mãe é uma mulher e pai, um homem. “Parece estranho que isso seja necessário ser colocado em uma constituição”, observou Azbej.

Fonte: Guiame

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Hungria define família como união entre ‘homem e mulher’ e limita adoção por casais gays


A definição de família na Constituição da Hungria passou a ser considerada uma união entre homem e mulher, refletindo os valores conservadores do governo.

Hungria alterou a definição de família em sua Constituição na terça-feira (15), permitindo uma proibição efetiva da adoção por casais homossexuais, em mais uma vitória para os conservadores que estão no governo.

O primeiro-ministro Viktor Orban tem trabalhado para estabelecer valores conservadores na Hungria, desde que conquistou seu terceiro mandato consecutivo nas eleições de 2018, pelo partido de direita Fidesz.

A nova Constituição húngara define que a família é “baseada no casamento e na relação entre pais e filhos. A mãe é uma mulher, o pai um homem”. Também determina que os pais criem os filhos com um espírito conservador.

A Hungria defende o direito das crianças de se identificarem com seu gênero de nascimento e garante uma educação baseada na identidade constitucional de nossa nação e nos valores de nossa cultura cristã”, diz o documento.

A Hungria nunca permitiu o casamento gay, mas ainda reconhece as uniões civis entre homossexuais. A adoção por casais de gays e lésbicas era possível até agora, se um dos parceiros se declarasse como solteiro.

Embora existam exceções no caso da adoção por homossexuais solteiros ou familiares, “a regra principal é que apenas casais podem adotar uma criança, ou seja, um homem e uma mulher casados”, escreveu a ministra da Justiça, Judit Varga.

A legislação aprovada na terça-feira vem depois da aprovação de uma nova lei no início deste ano, que proíbe mudanças de gênero em documentos pessoais e batalhas ideológicas sobre livros infantis que mostram a diversidade como algo positivo.

De acordo com a nova lei, os solteiros na Hungria devem ter seus pedidos de adoção aprovados pela ministra da Família, Katalin Novak, conhecida por defender valores conservadores.

Governo conservador

A lei foi recebida com críticas pela comunidade internacional. A Anistia Internacional disse que esta terça-feira foi um “dia negro para a comunidade LGBTI”. 

Orban também foi criticado pelo Tribunal de Justiça Europeu, a mais alta corte da União Europeia, por implementar políticas que minaram “as fibras democráticas liberais da constituição da Hungria” em menos de 10 anos.

O projeto de lei torna a Hungria “o primeiro país da União Europeia" a incluir uma definição de unidade familiar em sua Constituição. A lei foi projetada para dar “às novas gerações a chance de aprender sobre a identidade húngara e proteger sua soberania, bem como o papel nacional do cristianismo”, de acordo com o documento.

domingo, 3 de novembro de 2019

Primeiro-ministro da Hungria publica foto orando com o Ev. Nick Vujicic

O primeiro-ministro da Hungria, que é o chefe de governo do país, postou uma foto onde ele está ajoelhado orando com o evangelista Nick Vujicic.
Vujicic voltou recentemente a Budapeste para uma série de palestras. Suas conversas são muito populares entre os húngaros. Realizado na arena local, Vujicic falou com 12.000 pessoas, de acordo com o Hungary Today .
Vujicic também postou a imagem do primeiro-ministro Viktor Orban e de si mesmo orando juntos em 26 de outubro. Orban fez uma visita ao motivador cristão na casa onde ele estava hospedado.
"Obrigado, Sr. Primeiro Ministro @orbanviktor, por se encontrar comigo hoje e orar juntos pela Hungria! Obrigado por sua recepção e estou impressionado com sua coragem e fé em Deus. Estou empolgado em ver o que Deus tem planejado para a Hungria! Ansioso para pregar hoje à noite diante de 12.000 pessoas em Budapeste, além da audiência on-line! Deus te abençoe e Deus abençoe a Hungria!", disse Vujicic no seu instagram.
Orban também postou um vídeo em sua página no Facebook de sua visita a Vujicic. (vídeo abaixo)
Em entrevista à CBN News no ano passado, o ministro das Relações Exteriores da Hungria Péter Szijjártó disse que o povo da Hungria queria manter sua herança como nação cristã. 
"Queremos manter a Hungria como um país húngaro; queremos manter a Hungria como um país cristão, de acordo com as raízes e a herança", disse ele.
Szijjártó também falou sobre como a definição tradicional de família e casamento é importante para os húngaros.
"Somos uma nação muito orientada para a família", explicou. "Você sabe, mesmo na Constituição, falamos muito claramente que o casamento é uma instituição entre um homem e uma mulher. Recebemos ataques enormes sobre isso, dizendo que somos retrógrados, que não entendemos os desenvolvimentos modernos, mas nós cumprimos a definição tradicional de família e a definição tradicional de casamento". 
O primeiro-ministro Orban disse que a Hungria precisa de um governo dedicado aos valores cristãos, chamando-o de "última esperança da Europa".
Nos últimos anos, Orban alertou fortemente contra a imigração islâmica na Europa, chamando-a de ameaça à cultura cristã européia.
"Nunca permitiremos que a Hungria se torne um país alvo de imigrantes", disse ele à TV húngara, segundo a BBC News. "Queremos manter a Hungria como Hungria."
ASSISTA AQUI

Nick Vujicic
Sem nenhuma explicação ou aviso médico, Nick Vujicic nasceu sem braços e pernas na Austrália em 1982. Por causa de sua condição, muitas pessoas desistiram dele, mas ele está constantemente viajando pelo mundo e dando palestras falando sobre sua fé cristã. Ele se abriu sobre sua depressão e sua tentativa de suicídio aos 10 anos por causa de bullying na escola. Desde sua primeira palestra aos 19 anos, Vujicic, pai de quatro filhos, viaja pelo mundo, compartilhando sua história com milhões, enchendo estádios e motivando pessoas. Segundo analistas, sua vida e carreira podem ser exemplos para muitos, e seus pensamentos encorajadores dão força a milhões todos os dias.
Folha Gospel com informações de CBN News

domingo, 28 de outubro de 2018

Hungria e outros países europeus decidem não financiar mais a ideologia de gênero


O governo da Hungria deixou de financiar e credenciar universidades para seus programas de mestrado e doutorado em estudos de gênero, porque esta disciplina "é uma ideologia e não uma ciência".
Assim afirmou recentemente o vice-primeiro-ministro do país, Zsolt Semjén, o qual disse que os estudos de gênero de pós-graduação "não são um negócio (ensiná-los) nas universidades", porque são "uma ideologia, não uma ciência" e a exigência do mercado para os graduados em estudos de gênero era "quase nenhuma".
"Ninguém quer contratar um especialista em gênero", disse Semjen.
De acordo com a mídia húngara 444.hu, o primeiro ministro Viktor Orbán emitiu um decreto na sexta-feira, 12 de outubro, eliminando os estudos da lista de programas de pós-graduação aprovados.
Os estudantes que já estão matriculados poderão continuar, mas não aceitarão novos alunos, confirmou o governo.
A medida afeta as universidades Eötövs Lóránd, com sede em Budapeste, e a Universidade de Europa Central, fundada pelo multimilionário financista George Soros.
Este último expressou em 16 de outubro "sua forte oposição à eliminação dos estudos de gênero da lista de programas de mestrados credenciados na Hungria".
Entretanto, o chefe de gabinete do primeiro-ministro Orbán, Gergely Gulyas, disse em agosto que "o governo húngaro tem a opinião clara de que as pessoas nascem homens ou mulheres".
"Conduzam suas vidas como acharem melhor, mas o Estado húngaro não quer gastar fundos públicos em educação relacionados a este tema", acrescentou.
Em março de 2017, o secretário de Estado da Educação, Bence Rétvári, assegurou que os "estudos de gênero, como o marxismo-leninismo, poderiam ser mais considerados como uma ideologia do que uma ciência, por isso é questionável se alcança o nível para o ensino universitário".
Recentemente, a Bulgária e a Polônia também se posicionaram contra a ideologia de gênero. Os três países em questão estavam sendo pressionados pela União Europeia para aceitar o "modismo".
Na ocasião, os juízes denunciaram o quanto esse tipo de ideologia era prejudicial, principalmente para o público feminino. "Se a sociedade já não diferencia o homem da mulher, a luta contra a violência às mulheres se torna impossível"

Com informações ACI
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