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domingo, 16 de janeiro de 2022

Governo do Brasil lidera países em aliança internacional antiaborto


Com o fim do governo de Donald Trump nos EUA, o Brasil se tornou protagonista na luta global contra o aborto.

Os governos do Brasil e dos Estados Unidos passaram a liderar uma aliança internacional contra o aborto em 2020, na época encabeçada pela ministra Damares Alves e o ex-secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo.

Com o fim do governo de Donald Trump nos EUA, o Brasil se tornou protagonista na luta global contra o aborto.

Com mais de um ano de existência, a aliança nasceu em 2020 com a assinatura da Declaração Consensual de Genebra, um acordo internacional firmado em parceria entre Brasil, EUA, Egito, Hungria, Indonésia e Uganda.

O acordo tem como um de seus pilares garantir que “em nenhum caso o aborto seja promovido como um método de planejamento familiar”. O documento já soma 36 países como signatários. A Rússia acaba de aderir a declaração.

Ao noticiar a liderança do Brasil na luta contra o aborto nesta quinta-feira (13), o jornal Folha de S. Paulo apresentou uma análise na coluna de Sônia Corrêa e Gustavo Huppes:

Sem considerar compromissos internacionais firmados pelo Brasil e contradizendo a definição constitucional do direito à vida, o Consenso de Genebra tem sido usado pelo governo como instrumento de promoção da agenda ultraconservadora comandada pela ministra Damares Alves”, afirmou a publicação.

O texto ainda defende que “a agenda antigênico e antiaborto” da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos atua “na contramão da história diplomática brasileira de defesa da igualdade de gênero e dos direitos sexuais e reprodutivos”.

Brasil na luta contra o aborto

Nesta sexta-feira (14), Damares considerou a análise da Folha uma “distorção macabra”. 

No passado, o Brasil saía por aí financiando obras para governos ditadores e de esquerda. Agora a gente sai pelo mundo defendendo os bebês no ventre materno”, ela afirmou nas redes sociais.

Acusam o presidente Jair Bolsonaro de genocida, mas é o time dele que está salvando vidas, em todo o mundo, do mais terrível de todos os crimes, que é matar uma criança enquanto ela dorme por meio do aborto”, acrescentou a ministra.

Damares declarou ainda, em letras garrafais, que o Brasil de fato assumiu o protagonismo mundial contra o aborto.

Estamos lutando contra o aborto. Somos também o país que mais vacina no mundo. O governo Bolsonaro se preocupa com a vida humana em todos os seus estágios, em todas as instâncias”, disse ela, em apoio ao presidente. “Ser uma das líderes na defesa da vida intrauterina no mundo é uma honra. Esta é a missão da minha vida e faz muito tempo.”

Fonte: Guiame

quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Damares orienta pastores a denunciarem agressões contra mulheres

Essa não é a primeira vez que a ministra chama os pastores para combater um dos principais problemas nas famílias brasileiras

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), Damares Alves, esteve na cidade de Campo Grande (MS) nesta quarta-feira (24) para participar de um evento de apresentação dos programas para famílias.

Durante sua fala, Damares comunicou o lançamento de um aplicativo para encontrar crianças desaparecidas, entre outros programas positivos de sua Pasta. Além disso, também aconteceu a assinatura de um protocolo de intenções com o governo do estado para garantir capacitação profissional para cinco mil mulheres, no âmbito do projeto Qualifica Mulher, do MMFDH.

Aproveitando o momento, Damares falou sobre o combate à violência doméstica e chamou os pastores para participar desta luta.

Quando uma mulher chegar na tua igreja com um olho roxo, não só ore por ela. Ore também, mas depois que você orar, tu vai pegar na mão dessa mulher e vai para a delegacia denunciar. É o que a sociedade espera de todos nós”, declarou ela.

Desde que assumiu o Ministério da Mulher, Damares tem promovido ações de combate à violência doméstica, e aos pastores presentes ela pode falar também sobre políticas públicas que devem ser propostas regionalmente para enfrentar este problema.

Damares esteve na cidade para o lançamento do programa “Famílias Fortes”, realizado no Auditório do Aliançados Arena, o evento reuniu prefeitos, gestores municipais, vereadores, conselheiros, instituições assistenciais e outros segmentos.

Fonte: JM Notícia


segunda-feira, 29 de março de 2021

Damares Alves esclarece que áudios atribuídos a ela não são de sua autoria - ASSISTA AQUI

 


A ministra Damares esclarece que áudios que estão circulando na internet em seu nome não são de sua autoria.

Ao contrário do que foi passado na mensagem, a ministra defende o Estado Democrático e o respeito às instituições.

ASSISTE AQUI

quarta-feira, 3 de junho de 2020

A pandemia mostrou que não precisamos de grandes eventos para ser Igreja, diz Damares Alves


Durante uma live com a equipe do Portal Guiame, a ministra Damares Alves falou, entre outros temas, sobre os desafios da Família e da Igreja durante esta pandemia.


Qual está sendo o papel da Igreja durante esta pandemia do coronavírus? Falando em um âmbito nacional, as ações de denominações e instituições cristãs têm sido de suma importância. Foi o que afirmou a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, durante uma live com a equipe do Portal Guiame, realizada na última terça-feira (2).

Além de falar sobre os desafios das famílias durante a quarentena, o combate à violência doméstica e também ao suicídio neste período, a ministra comentou os protestos contra o racismo nos EUA e o quanto a Igreja tem mostrado seu valor nestes momentos difíceis em níveis internacionais.

Segundo a ministra, que também é pastora, advogada e tem realizado trabalhos relevantes na área dos Direitos Humanos há décadas, a Igreja está está se reinventando durante esta pandemia, pois continua em ação, mesmo com as portas de seus templos fechadas.

"Ah se não fosse a Igreja agora na pandemia! Mesmo a Igreja fechada, a Igreja está em movimento. A pandemia veio para mostrar que a Igreja não precisa de grandes celebrações para ser Igreja", afirmou ela.

"Eu estou morrendo de saudade de comer cachorro quente na cantina da igreja. Saudade de ir ao chá de bebê das irmãs, nos aniversários dos meninos, até das noites de festa do pijama das crianças. Mas a Igreja está viva, está adorando, talvez como nunca. A Igreja está 24 horas por dia em adoração", acrescentou.

Se em algum momento as igrejas temeram algum "esfriamento da fé" em razão do fechamento dos templos e de outras ações de isolamento social, Damares lembrou o quanto os cristãos têm usado as redes sociais para compartilhar o Evangelho durante esta pandemia e também de promover ações sociais.

"Nunca vi a Igreja orando tanto, confesso. A gente ia para a igreja uma vez na semana, levantava as mãos, orava meia horinha e ia para casa. Agora você abre o celular e é oração para tudo que é lado, é live para tudo que é lado, é oração o dia inteiro. A Igreja está adorando, A Igreja encontrou uma forma extraordinária de adorar, de servir e de doar, de ofertar", destacou.

"A comida está chegando a lugares que o Estado ainda não chegou, porque a Igreja levou. Pessoas estão sendo acolhidas nas ruas pela Igreja, idosos estão sendo cuidados pela Igreja. Mesmo com a Igreja tendo as portas fechadas para grandes celebrações, o papel social da Igreja não foi interrompido em um único minuto", relatou.

"A Igreja se reinventou no tempo de pandemia e eu vou dizer para vocês, eu não sei o que vai ser pós-pandemia, mas há pastores que vão ter que se reinventar, porque o povo, os adoradores se reinventaram e almas estão chegando a Jesus em tempos de pandemia, sem precisar que o templo esteja aberto", acrescentou.

"Essa pandemia veio mostrar o que há de mais feio no ser humano, mas também o que há de mais lindo".

Fonte: Guiame

Clique abaixo para conferir a live completa:


sexta-feira, 29 de maio de 2020

Damares Alves diz que “a Igreja será vista de outra forma” por ajuda durante pandemia


Segundo ministra, sociedade verá instituição religiosa de outra forma depois do fim da Covid-19.


A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, foi uma das convidadas do terceiro encontro da 1ª Jornada Virtual de Estudos em Direito e Religião.

O webinário, promovido pelo Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR), discute semanalmente comportamento humano observado diante da Covid-19. O tema do evento desta vez foi "A vocação social da Igreja Cristã em tempos de pandemia".

Damares afirmou que o cenário no país seria ainda mais crítico se não fosse pela atuação da Igreja junto ao Estado durante a crise do novo coronavírus. "Como ministra, lidero ações voltadas aos vulneráveis. Depois da pandemia, a sociedade vai nos olhar como Igreja de outra forma", diz ela, também pastora.

Segundo a ministra, deputados federais e senadores que defendem a taxação de impostos a entidades evangélicas e católicas na dentro da reforma tributária "irão repensar algumas práticas no Congresso Nacional".

"Essa pandemia veio para derrubar a ideia de que Estado, mesmo laico, e Igreja não podem trabalhar juntos", reiterou.

Repatriação
Como exemplo, Damares falou sobre a repatriação de brasileiros que não conseguiam voltar do exterior em virtude das dificuldades motivadas pela Covid-19. "Nossos aviões não podiam buscá-los porque aeroportos estavam fechados. Eles teriam que dormir na rua. Não podiam ficar nem em hotéis. Contatamos filiais das igrejas nos países, que abrigaram nossos brasileiros. Trouxemos 21 mil pessoas", lembrou.

A ministra citou, ainda, que instituições religiosas socorreram pessoas que moram no interior do Brasil e não têm agências bancárias em suas cidades a fim de receberem o auxílio emergência de R$ 600 destinados pelo governo federal. "Embarcações de igrejas cristãs serviram como bancos em locais que o acesso é por rio em que municípios maiores fecharam suas entradas", contou.

Segundo a ministra, o Brasil deverá rever as políticas públicas na área social pós-pandemia. "Nem o cadastro dos mais de 2,5 mil abrigos de idosos do país o governo federal tinha", revelou.

Ela garante que "denominações religiosas que não serão reveladas" fornecem alimentos e equipamentos a lares de idosos e abrigos de crianças "em silêncio". Damares defendeu a liberdade religiosa e a manutenção da igreja como serviço essencial durante a pandemia.

O quarto e último webinário será em 2 de junho.

Fonte: Guiame

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Brasil enfrenta “epidemia de suicídio”, alerta ministra Damares

Ministra Damares disse que líderes religiosos e outros grupos serão treinados pela sua pasta para ajudarem a combater esse mal

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, afirmou que o Brasil "está diante do caos da epidemia de suicídio". Para ela, o país pode ficar impressionado quando tiver números atualizados sobre o problema. "É possível que a gente se assuste. Que a gente esteja entre os cinco primeiros no mundo em suicídio e automutilação", afirmou.
Damares Alves, que também é pastora, ressaltou que há um fenômeno dessas ocorrências entre crianças. "Nós temos registro de crianças de seis anos no Brasil que se suicidaram. A menina mais jovem que conversou comigo, que estava se automutilando e querendo se matar, tinha sete anos", revelou. Os casos também são cada vez mais comuns entre os jovens. 
A preocupação de Damares é muito válida e o Governo deve sim intervir em buscar ajudar de alguma maneira a combater esses índices, pois o suicídio tem se alastrado no país. Não são poucos os casos também de líderes religiosos que tiraram a própria vida nos últimos anos, fato que assusta.
Em entrevista à jornalista Roseann Kennedy, no programa Impressões, que vai ao ar nesta terça-feira (6) às 23h, na TV Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), a ministra fez um apelo: "Todos eles que estão se  autoflagelando e tentando o suicídio falam que estão com dor na alma. E a gente não pode subestimar isso. Não subestime e, por favor, não recrimine. Não use essa frase 'é frescura, quer aparecer'. Não é! Essa geração está em profundo sofrimento. Nós vamos ter que entender, saber o que está causando esse sofrimento. Essa geração não sabe lidar com conflitos". 
Damares disse ainda que acredita que enfrentar esse tema é um desafio da humanidade e que o Brasil já amarga números absurdos.
A ministra lembrou que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o país já é o oitavo no mundo, mas que o relatório é de um período em que havia subnotificação. Com a nova legislação, sancionada este ano no país, será obrigatório informar suicídio, tentativa e o resultado de investigação criminal que comprove que a pessoa optou pela própria morte. A automutilação também terá de ser registrada.
Damares afirmou o ministério focou nas orientações estabelecidas pela OMS para falar sobre o assunto, para não haver risco de efeito contágio.
"Vamos ter que fazer uma revisão de valores, ir para a escola, conversar com os pais, trazer todo mundo para esse debate. Temos que ter muito cuidado e delicadeza para falar. Obedecer protocolos. Nós precisamos começar a falar com os líderes religiosos que a oração é importante, a fé nesse processo é importante, mas a gente também está diante de uma questão de saúde mental", alertou. 
Segundo a ministra, já há uma parceria com a Associação Brasileira de Psiquiatria para os profissionais de saúde fazerem tutoriais para o ministério e a pasta treinar jornalistas, blogueiros, professores, conselheiros tutelares e líderes religiosos.
Fonte: JM Notícia

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Ministra mexicana renuncia por ter causado atraso em voo comercial

Josefa González reconheceu em sua carta de renúncia, que ninguém deveria ter privilégios

O corte de privilégios de políticos e funcionários públicos, bandeira do presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, provocou uma importante baixa em sua equipe de governo com a renúncia da ministra do Meio Ambiente e Recursos Naturais.
Josefa González Blanco foi forçada a entregar o cargo em meio a duras críticas após ter feito uma empresa aérea atrasar a decolagem de um voo comercial que ela estava prestes a perder.
Em sua carta de renúncia, ela admitiu que errou ao provocar atraso aos outros passageiros a bordo. "Não há justificativa. A verdadeira transformação do México exige alinhamento total com os valores de igualdade e justiça", disse a ministra.
"Ninguém deveria ter privilégios, ou os benefícios de um. Mesmo no cumprimento de seus deveres, não se pode estar acima do bem-estar da maioria", acrescentou.
O presidente López Obrador afirmou que González Blanco "contou muito honestamente o que havia ocorrido" a ele e "colocou sua renúncia à disposição". "E eu aceitei", declarou.
A ministra faria uma viagem a trabalho da Cidade do México para Mexicali, na fronteira com os Estados Unidos, na última sexta-feira (24/05), quando se atrasou por motivos que não foram esclarecidos.
Situação lamentável
O presidente mexicano contou que, por conta do atraso, González Blanco pediu a um executivo da companhia aérea Aeroméxico – de quem a ministra seria amiga – para manter a aeronave em solo até que ela conseguisse chegar ao aeroporto na capital mexicana.
"Eles tiveram que esperar por ela", contou López Obrador no último sábado, ao descrever o que chamou de "uma situação muito lamentável".
Um passageiro que documentou o atraso no Twitter afirmou que o voo 198 da Aeroméxico estava prestes a decolar quando o piloto anunciou que a aeronave teria que retornar ao terminal para buscar um passageiro atrasado após "ordem presidencial".
O incidente gerou um atraso de 38 minutos. Quando González Blanco embarcou no avião, o passageiro tirou uma foto da ministra e a compartilhou nas redes sociais num post crítico ao que acabara de ocorrer.
Após sua saída do cargo, González Blanco deixou claro que o presidente mexicano não teve qualquer relação com o incidente. "Eu sou a única pessoa a se culpar. O presidente nunca interveio", escreveu ela no Twitter.
López Obrador tomou posse no México em dezembro passado prometendo liderar uma transformação histórica na sociedade mexicana e governar para o povo.
Ponto importante dessa promessa foi a restrição dos privilégios de políticos e funcionários públicos mexicanos, o que inclui obrigá-los a voar em voos comerciais em vez de em jatos particulares ou helicópteros.
"Não podemos ter um governo rico e um povo pobre", disse ele, que colocou o avião presidencial à venda na véspera de sua posse.
O presidente também se recusou a viver na antiga residência governamental, já transformada em um centro cultural aberto ao público, e segue na mesma casa em que vivia antes da eleição.
No sábado, ele disse que aceitou a renúncia da ministra do Meio Ambiente porque tal comportamento é incompatível com seu desejo de transformar o México.
"Não podemos falhar em nada. Quando cometemos um erro assim, temos que assumi-lo e renunciar", afirmou. "Embora possa parecer uma medida drástica, enérgica, não temos o direito de errar em nada."
Fonte: CPADNews

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Ministra Damares Alves sofre novas ameaças de morte

A pastora Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, recebeu uma nova ameaça de morte. Ao todo, desde que foi indicada para a função – ainda durante o processo de transição de governo – ela já foi ameaçada 145 vezes.
O autor da nova ameaça de morte contra Damares Alves é o grupo terrorista denominado Sociedade Secreta Silvestre, que também usa o nome em inglês "Secret Wilderness Society". A carta com promessa de atentado contra a vida da ministra foi publicada no site Maldición Eco-Extremista.
Segundo o portal Agora Paraná, a publicação descreve Damares Alves como uma dos principais alvos dos terroristas no Brasil. A ação do grupo já conhecida das autoridades, já que os terroristas reivindicaram a autoria dos ataques ao Ibama do dia 28 de abril, quando dois carros foram incendiados após a explosão de uma bomba em uma das sedes do instituto, na Floresta Nacional de Brasília.

Cristãos são os alvos

O grupo terrorista diz, em um trecho do texto publicado, que o "alvo de ataques são os cristãos" por conta da oposição conceitual a seus valores. "Não nos importamos com quantos teríamos matado e se estávamos alvejando um grupo específico, cristãos religiosos do mesmo grupo de Damares, os evangélicos. Nós olhamos para este grupo e tivemos nossas razões. Neste momento deixamos clara nossa posição ameaçadora e nossas intenções homicidas também contra Damares Alves. Que fique claro que elas ainda existem, e estão cada vez mais perigosas".
A carta evidencia que há intolerância religiosa na motivação do grupo terrorista, já que os extremistas fazem menção de terem relação com uma bomba encontrada próximo ao Santuário Menino Jesus, em Brazlândia, Distrito Federal, na véspera do Natal.
Antes relegado à periferia da internet, o grupo vem ganhando destaque desde que a revista Veja deu manchete na última sexta-feira, 17 de maio, às ameaças dos terroristas, que têm como característica o desdém das autoridades brasileiras em suas publicações.
Em um trecho do texto publicado os terroristas afirmam: "A Polícia Federal, com ajuda da ABIN [Agência Brasileira de Inteligência] e outros órgãos, realizou um grande operativo, mas deteve pessoas aleatórias, não a nós. Seguimos nos desenvolvendo e atacando".
No réveillon agentes da Polícia Federal cumpriram sete ordens judiciais de busca e apreensão no DF, em Goiás e em São Paulo. Em um dos endereços foi encontrado um manual de como fazer bombas. Na ocasião, três pessoas foram presas, incluindo uma que teria tripla nacionalidade.

Ameaças

Além da ameaça direta à pastora e ministra Damares Alves, o grupo também fez ameaças ao presidente Jair Bolsonaro e ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que reforçou sua segurança depois das ameaças.
Embora o alvo principal das ameaças seja a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos que se propôs desde o início a combater a pedofilia, o crime organizado de exploração sexual, violência doméstica e todos os tipos de abusadores.
Em seu primeiro discurso como ministra, Damares deixou claro qual seria o foco de sua atuação à frente da pasta: "Abusadores, pedófilos, acabou a farra, Bolsonaro é presidente do Brasil!".
"De lá para cá o cerco tem sido apertado. O ministro Sérgio Moro já realizou uma operação nacional com vários mandados de busca e apreensão e mandados de prisão. No primeiro trimestre deste ano, o número de homicídios diminuiu 26% no Brasil. Este governo tem trabalhado incansavelmente no combate à corrupção", destacou o portal Agora Paraná.
Damares Alves, vista como uma das figuras mais populares do governo por sua história de superação e constantes ataques da grande mídia e militantes de esquerda, "representa a maior parte dos eleitores de Bolsonaro", na visão do portal. "Ela traz em sua história uma vida de luta pelas bandeiras da família e pelos valores conservadores. Por isso, acabou se tornando o principal alvo destas sociedades secretas que querem atingir o governo", acrescenta a matéria.
No texto publicado em inglês no portal Maldición Eco-extremista, o título diz "Damares andando no vale da morte". Os terroristas sugerem o modus operandi do ataque à ministra: "Já pensou um culto em sua igreja voando pelos ares como no Sri Lanka? Ou um evento seu? E uma toxina mortal em alguma alimentação sua? Uma bala na sua cabeça enquanto se desloca a trabalho?".
As medidas de segurança tomadas pela equipe que cuida da proteção a Damares Alves incluem a mudança de endereço e restrição de refeições que não possam ter sua procedência conferida.
O grupo que fez ameaças à ministra foi bastante específico na carta sobre a intenção de atentar contra sua vida. No entanto, a pastora respondeu de forma simples e objetiva: "Não temerei mal algum".
A assessoria da ministra enfatizou que todas as medidas de segurança necessárias foram tomadas, e informou que Damares Alves acredita "que ainda que andasse pelo vale da Sombra da Morte, não temeria mal algum pois o Senhor está comigo", e acrescentou o trecho final da citação bíblica na nota: "Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos. Este texto está no Salmo 23. E esta mesa, sem dúvida, é um novo Brasil".
Fonte: Gospel+

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Advogados não conseguiram afastar a ministra Damares Alves por liminar

Foi indeferido o pedido liminar de uma ação popular ajuizada na última terça-feira (12), por dois advogados de Campo Grande (MS) na Justiça Federal, os quais pediam o afastamento imediato da Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves.
No último dia 14, o Juiz da 4ª Vara Federal de Campo Grande, Bruno Cezar da Cunha Teixeira, indeferiu o pedido liminar indicando que concretamente não havia provas da alegada violação da moralidade administrativa.
Em apertada síntese, os autores populares ajuizaram esta ação popular pedindo o afastamento imediato da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, sob o argumento que a ministra praticou diversos "atos incompatíveis com a moralidade administrativa, a ética e o decoro exigidos para o cargo", que foram revelados pela imprensa e ofendem o artigo 37 da Constituição Federal.
Os motivos para justificar o controle judicial do ato administrativo que nomeou a Ministra Damares Alves foram:
  • Ter supostamente declarado ser "mestre em educação e em direito constitucional e direito da família" em palestra, sem possuir formalmente tais títulos;
  • Ter supostamente adotado a indígena Kajutiti Lulu Kamayurá sem permissão da família, segundo reportagem da revista Época;
  • Ter supostamente proferido declarações "mendazes" a respeito de assuntos diversos, que segundo os autores populares, Damares "vem demonstrando fazer da mentira uma forma de adquirir autoridade perante seus ouvintes";
Para justificar o pedido de afastamento da ministra, os autores populares citam como "precedente" as ações populares que atacaram o ato que nomeou indevidamente como Ministra do Trabalho, Cristiane Brasil.
Entretanto, conforme petição intercorrente que protocolei nos autos dessa Ação Popular absurda, eles desconsideram o fato de que naquele caso, Cristiane foi condenada pela Justiça do Trabalho por não pagar um antigo funcionário que era seu motorista e trabalhava 15 horas por dia.
Foi por isso que, após sua nomeação pelo Presidente Michel Temer, o Movimento dos Advogados Trabalhistas Independentes impetrou diversas ações na Justiça Federal em que pediu a suspensão liminar da sua nomeação em atenção à moralidade administrativa.
Em outras palavras, nota-se que naquele caso havia prova evidente da lesividade à moralidade administrativa, a qual não se verifica de plano na ação destes advogados contra a ministra Damares.
Sabemos que nos últimos três anos, o Brasil enfrentou sucessivas controvérsias sobre a nomeação de Ministros de Estado. Por exemplo, em março de 2016, quando da nomeação do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva para a Casa Civil pela então Presidente Dilma, foram impetrados os Mandados de Segurança no 34.070 e no 34.071 no STF.
Ao decidir cautelar e monocraticamente os processos, o Ministro Relator Gilmar Mendes suspendeu a eficácia do ato de nomeação, sendo que após fazer considerações sobre desvio de poder e ofensa à moralidade, afirmou que o objetivo perseguido era deslocar para o Supremo o foro das ações em trâmite na Justiça Federal de Curitiba que tinham como réu o ex-Presidente Lula, o que impediria a sua prisão na chamada Operação “Lava Jato” e implicaria obstrução das medidas judiciais cabíveis.
No caso Lula, os áudios das intercepções telefônicas realizadas com autorização judicial, elas revelavam de plano o desvio de poder e a ofensa à moralidade, razão pela qual foi acertada a decisão que impediu a nomeação de Lula como Ministro da Casa Civil.
Ou seja, isso significa que é possível sim que o cidadão recorra ao judiciário para afastar ministrados do estado nomeados indevidamente, contudo, percebemos que este não é o caso da ministra Damares.
Sobre a acusação dela ter declarado ser "mestre em educação e em direito constitucional e direito da família" em palestra, sem possuir formalmente tais títulos, Damares já afirmou publicamente que seu título tem relação com o dom ministerial de mestre, um dos dons dados pelo Espírito Santo à igreja, o qual encontra-se disposto nas escrituras em Romanos 12:6-8; 1Coríntios 12:28; Efésios 4:1-12.
Damares disse que "diferentemente do mestre secular, que precisa ir a uma universidade para fazer mestrado, nas igrejas cristãs é chamado mestre todo aquele que é dedicado ao ensino bíblico" (Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/01/sem-diploma-damares-ja-se-apresentou-como-mestre-em-educacao-e-direito.shtml>. Acessado em 13/02/2019.
Nota-se portanto que sua fala foi tirada do contexto, visto que o vídeo utilizado como "prova da mentira", ao se identificar como mestre, isso ela fez dentro de uma palestra realizada numa igreja em Mato Grosso do Sul em 2013, com o tema "O Cristão Diante de Novos Desafios"; Logo, parece que faltou aos seus interlocutores da imprensa, bem como aos autores desta ação popular, o conhecimento básico de que o próprio Jesus era chamado de mestre, sem que não há notícias de que o mesmo tenha frequentado alguma escola rabínica na época, para que pudesse ostentar esse título.
Como se sabe, mestre, muito antes de ser um título acadêmico, ele é um dom dado pelo Espírito Santo que permite que alguém transmita de forma eficaz as verdades da Bíblia para outras pessoas, sendo que considerado o conceito teológico da Graça Comum, percebe-se que até mesmo não-cristãos, receberam de Deus o denominado dom de mestre, o qual consiste na capacidade única de instruir claramente e comunicar conhecimento, o qual, independente da área de atuação, ele encontra seu perfeito propósito quando tal conhecimento é transmitido para manifestar a glória de Deus aos seres humanos.
Além disso, sobre mentir sobre o próprio currículo, situação muito mais grave ocorreu em 2004 e 2006, quando a então Ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, compareceu no programa no Programa Roda Viva da Tv Cultura. Nos dois o jornalista Paulo Markun lê o currículo falso de Dilma Rousseff, sendo que ela ouve sem mover um músculo.
Posteriormente descobriu-se que, na Plataforma Lattes do CNPq, que abriga currículos de professores universitários e pesquisadores de pós-graduação, o currículo de Dilma Rousseff registrava um mestrado e um doutorado em economia. Informações falsas, pois Dilma Rousseff não concluiu o mestrado, nem defendeu sua dissertação, não concluiu o doutorado, nem defendeu tese.
Sobre a acusação de que Damares supostamente adotou a indígena Kajutiti Lulu Kamayurá sem permissão da família, nota-se que tanto a ministra quanto Lulu — hoje com 20 anos — já desmentiram a informação, assegurando que a garota não foi levada à força da aldeia. “Foi amor à primeira vista. Ela se apaixonou por mim e depois eu por ela. O resto é tudo mentira”, disse a índia.
A reportagem da revista Época diz trazer depoimentos de índios da aldeia Kamayurá, no norte do Mato Grosso, de onde Lulu saiu ainda criança. Porém, a índia afirma que a publicação da revista com os depoimentos faz parte de uma ação com finalidades políticas.
Em entrevista para a UOL, Lulu explicou que se lembra de ter deixado a aldeia aos seis anos para fazer um tratamento dentário em Brasília, com autorização de seus pais biológicos. Ela partiu em uma viagem de barco até a cidade Canarana e embarcou em um ônibus para Brasília, onde ficou hospedada na casa da missionária Márcia Suzuki, que desenvolvia um trabalho voluntário na aldeia. Foi na casa de Márcia que a menina conheceu Damares.
Lulu contou ainda que Damares se "apaixonou" por ela e, após conseguir autorização de seus pais, a levou para casa. Como era muito nova, não conseguir apontar as datas com precisão por si só, durante a entrevista. Porém destacou que não foi algo repentino. A mudança para casa de Damares teria ocorrido três anos após sua chegada à capital federal. Além de Lulu, dois de seus irmãos também foram para Brasília e os pais os visitavam constantemente.
Além disso, sobre a acusação da ministra ter proferido declarações "mendazes" a respeito de assuntos diversos, dentre eles a masturbação de crianças na Holanda, que segundo os autores populares, Damares "vem demonstrando fazer da mentira uma forma de adquirir autoridade perante seus ouvintes", sobre isso nota-se que a denúncia da Damares sobre os bebês serem masturbados na Holanda, ela se baseou numa matéria do jornal O Estado de São Paulo, de 8 de julho de 2004, que noticia, na verdade, o processo de contratação da ONG para desenvolver um projeto para "ensinar os educadores municipais a lidar com temas como ereção e masturbação infantil, entre crianças de 0 a 5 anos".
Portanto, além disso não ser uma invenção da ministra, percebe-se que Damares estava em 2013 dentro de uma igreja emitindo sua opinião sobre o processo de contratação desta ONG na Holanda, logo, não é plausível que ela seja agora punida com afastamento do cargo.
Definitivamente ninguém é obrigado a concordar com as opiniões pessoais da ministra Damares, a qual considera esse processo de contração um absurdo, contudo, buscar tutela jurídica baseado tão somente em divergências ideológicas ou de visão de mundo, tal motivo não nos parece justo sob o ponto de vista do Estado Democrático de Direito, sendo abominável alguém querer transformar o judiciário numa espécie de patrulha política com a finalidade de afastar do cargo aqueles que divergimos politicamente.
Portanto, conforme me manifestei no caso concreto em defesa da ministra Damares, vejo que o ato que a nomeou como Ministra de Estado, ele é perfeito e livre de qualquer vício, não havendo portanto qualquer motivo que justifique seu afastamento, quer seja liminar, quer seja definitivo.
O processo nº 5000992-29.2019.4.03.6000 ainda permanece tramitando na 4a Vara Federal de Campo Grande, por isso, em que pese termos obtido essa primeira vitória, sempre que puder esteja em oração, pois a esquerda política no Brasil tentará de tudo para interromper aquilo que Deus iniciou no país.
OBS: Até a finalização deste artigo a maioria dos órgãos de imprensa nada noticiaram sobre o indeferimento do pedido liminar. 
Leia aqui na íntegra a petição interiormente que protocolei em defesa da ministra Damares: https://www.dropbox.com/s/sfhk9dstprtsdui/peticaoIntercorrente.pdf?dl=0
Leia aqui na íntegra a decisão que indeferiu o pedido de afastamento liminar da ministra Damares: https://www.dropbox.com/s/zizm6en1o2w73v3/indeferimento-liminar-damares-TRF3.pdf?dl=0
Belo Horizonte, 15/02/2019
Mariel Márley Marra
Fonte: Gospel+

Ministra Damares Alves destaca papel fundamental das igrejas em Brumadinho

A tragédia ocorrida em Brumadinho, com o rompimento de mais uma barragem da Vale em 25 de janeiro passado, continua causando sofrimento e comoção ao Brasil. Visando amenizar a dor das pessoas que perderam amigos e parentes, várias igrejas evangélicas tiveram a iniciativa de prestar auxílio às vítimas, oferecendo seus templos como espaços para a defesa civil do município, algo que não passou despercebido pelo governo.
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, por exemplo, esteve em Brumadinho recentemente para avaliar medidas do governo e cobrar responsabilidade da Vale pela tragédia. Na prefeitura do município, a ministra também destacou o papel das igrejas e pediu atenção para os templos religiosos, de todas às religiões.
"Estamos sendo duros com a Vale, que isso fique bem claro", disse Damares. "O governo federal está acompanhando de perto e esse ministério vai acompanhar os desdobramentos e as cobranças serão feitas".
Maria da Conceição Lima dos Santos, presidente do Conselho de Pastores Evangélicos de Brumadinho, explicou como tem sido a atuação das igrejas locais, não apenas no âmbito social, mas também espiritual, prestando suporte aos familiares das vítimas.
"O apoio das igrejas tem sido amplo, além de ações sociais com arrecadações de roupas, remédios e água, há um grande envolvimento de apoio espiritual, com visitas a casas e orações", disse ela.
Damares Alves também lembrou das comunidades indígenas atingidas pela tragédia, especificamente os pataxós. Ela, que possui histórico de defesa dos direitos humanos da população indígena, disse que essa população não será esquecida.
"Foi um momento de muita emoção o encontro com os membros das comunidades quilombolas e com o povo indígena pataxó, que foram alcançados com o rompimento da barragem", destacou Damares, segundo informações do UOL.
"Vamos acompanhar as iniciativas de acolhimento e reparação de danos aos povos tradicionais, vítimas da tragédia. Não houve vítimas fatais, porém, os indígenas estão sendo afetados, considerando que o rio foi contaminado e eles dependem dele para sobreviver", conclui a ministra.
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Advogados pedem à Justiça Federal afastamento imediato de Damares Alves


Uma ação popular está pedindo que Damares Alves seja afastada do cargo de ministra Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos.


Uma ação popular ajuizada na última terça-feira (12), por dois advogados de Campo Grande (MS) na Justiça Federal está pedindo o afastamento imediato da Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves. O caso está na 4ª Vara Federal de Campo Grande.

José Belga Trad e Fábio Martins Neri Brandão alegam no texto da ação que a ministra praticou vários "atos incompatíveis com a moralidade administrativa, a ética e o decoro exigidos para o cargo". Os advogados se baseiam em matérias publicadas pela imprensa recentemente, que supostamente ofenderiam o artigo 37 da Constituição Federal.

De acordo com a ação, Damares "vem demonstrando fazer da mentira uma forma de adquirir autoridade perante seus ouvintes, tornando-se, portanto, perigosa para o exercício do cargo de ministra da Família e Direitos Humanos, já que esse modo de agir de todo censurável pode vir a se tornar uma política de estado".

Para justificar a solicitação do afastamento imediato, os advogados citam como exemplo, uma reportagem da Revista Época, que acusa Damares Alves de ter "raptado" uma criança indígena. Porém a matéria já foi desmentida, não só pela própria indígena adotada (hoje com 21 anos), mas também pelos pais da moça.

Desmentido

Tanto os pais, como a própria Lulu desmentiram a reportagem da revista Época e relataram que a moça passou a morar com Damares em total acordo com a família.

"Foi amor à primeira vista. Ela se apaixonou por mim e depois eu por ela. O resto é tudo mentira", disse a jovem índia.

Já o pai da moça destacou que as acusações contra Damares surpreenderam e ele e sua mulher, porque Lulu foi levada da aldeia com autorização dos pais.

"Ficamos assustados com as mentiras espalhadas. Damares é nossa amiga. Nós autorizamos ela cuidar dela. Lulu vive com Damares com o nosso aval. Nunca fomos impedidos de ver nossa filha, ao contrário. Todos nós somos uma família", disse Piracumã Kamayurá.

Ele ainda disse que a revista Época não teve autorização para usar a imagem da vó de Lulu na capa de sua edição para exibir a reportagem sobre o suposto "rapto" da menina.

Fonte: Guiame
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