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sábado, 16 de julho de 2022

Casal cristão dá o primeiro beijo no altar e incentiva: “Tudo cooperou para o bem”

Se manter fiel aos propósitos de Deus para a vida amorosa não é algo fácil na geração atual, considerando a grande banalização da sexualidade e do próprio significado espiritual do casamento. Porém, para o casal cristão Wagner de Souza, de 25 anos, e Kelly Queiroz, de 29 anos, essa realidade não os impediu de agir diferente.

Isso porque, os noivos, desde que assumiram o namoro na igreja onde congregam, em Campo Grande, resolveram não ter qualquer tipo de intimidade antes do casamento, nem mesmo o beijo.

Antes do relacionamento, Kelly nem chegou a imaginar algo do tipo com Wagner. Ela contou como ambos se conheceram. "Ele foi para a minha igreja, começou a frequentar e ficamos no mesmo círculo de amigos. Ele demonstrava interesse em mim, mas para mim era sem chance", contou.

Professora de arte e dança, Kelly se converteu a Cristo há seis anos. A sua nova vida lhe fez elaborar uma lista de requisitos para um novo relacionamento, incluindo a opção da pureza sexual até o casamento.

"Antes de conhecer Jesus tive outros relacionamentos e quando terminei o último decidi me guardar", disse ela, lembrando de quando a visão sobre Wagner começou a mudar, aos poucos. Era Deus começando a trabalhar na vida do casal cristão.

"Comecei a enxergar umas coisas, porque eu tenho uma lista de marido pelo qual eu orava: um homem de Deus que cuidasse de mim, gostasse de artes e que tivesse disposto a dar a vida por mim", disse ela.

"Quando comecei a enxergar isso não falei para ninguém. Só para minha líder e orei alguns meses sem ele saber", completou. A troca de interesses virou namoro em setembro de 2021, até que ambos se casaram no último dia 9 desse mês, segundo o Campo Grande News.

Agora casada, Kelly comentou sobre a decisão do casal de dar o primeiro beijo apenas no altar.

"É a parte mais trabalhosa, porque é um novo jeito, é a disponibilidade para o diferente e se adaptar. Não é difícil ficar sem beijar e tudo cooperou para o bem, porque estávamos no mesmo propósito", observou.

Fonte: Gospel+

terça-feira, 28 de junho de 2022

Namorar um não cristão possui “implicações espirituais”, diz autora ex-homossexual

A autora cristã Jackie Hill Perry, conhecida por seu livro “Garota gay, bom Deus”, onde relata como deixou o estilo de vida homossexual para se tornar seguidora de Jesus Cristo, fez uma série de alertas aos cristãos que desejam ter um relacionamento amoroso, e que por isso acabam se expondo a certos riscos.

Perry, no caso, falou sobre o jugo desigual, que é quando alguém se relaciona com outra que não compartilha da mesma fé. Para os cristãos, então, esse tipo de relacionamento possui “implicações espirituais”, segundo a autora.

No início da minha fé cristã, eu sentia que, porque eu tinha acabado de sair da homossexualidade, eu deveria ficar com um cara para me tornar mais heterossexual”, disse Parry, explicando que  muitas vezes a busca por alguém é fruto da impaciência e, portanto, atitudes precipitadas.

Ela também apontou o fator emocional como agente influenciador. “Há também a parte da solidão”, contou ela. “Eu estava sempre conversando com alguém, eu sempre tinha alguém para enviar mensagens. Era desconfortável para mim vir a Jesus e apenas ficar sem ninguém para conversar.

O pecado sexual

Outro aspecto apontado por Parry como um pecado que traz implicações espirituais é o sexo antes do casamento, também conhecido como fornicação. A autora explica que é muito difícil resistir a essa prática com alguém que não possui o mesmo compromisso com a Palavra de Deus.

Se abster do pecado sexual nem mesmo faz sentido para alguém que não teve sua mente renovada. E eu não tenho tempo para convencê-lo sobre porquê Jesus é Senhor do seu corpo”, disse ela.

Casada com Preston Perry, o marido da autora também contou um pouco da sua experiência. “É perigoso quando você entra em um relacionamento em jugo desigual, porque isso vai criar um conjunto diferente de problemas. Porque quando for hora de orar, quando for hora de jejuar sobre algo sério, você vai querer estar com alguém que conhece Jesus”, disse ele.

Um pensamento comum por parte de quem se relaciona com um não crente é o da possível conversão. Acreditando poder levar a pessoa para Cristo, o cristão termina se arriscando a ser vítima do processo inverso.

É perigoso acreditar que Deus virá e os salvará. E se Ele não fizer isso no seu tempo, e se Ele não fizer nada, então você está preso a alguém que pode segurá-lo espiritualmente”, disse Preston no podcast do casal.

Por fim, Perry e o seu esposo concluem aconselhando os irmãos em cristo a terem a certeza de que Deus já preparou a pessoa certa para cada um, não havendo motivo para impaciência e atitudes precipitadas.

Deus tem alguém que Ele projetou de forma única que será perfeito para você. Mas na nossa falta de paciência, queremos namorar alguém que marque todos os requisitos, exceto seguir Jesus”, concluem.

Fonte: Gospel+

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Produtor de 25 anos desmente boatos sobre namoro com Flordelis: “Apenas amizade”

Alvo de uma investigação que apura os responsáveis pelo assassinato do seu ex-marido, o pastor Anderson do Carmo, onde é ré por suspeita de participação no crime, a deputada federal Flordelis foi alvo de rumores de que estaria namorando um produtor musical de 25 anos chamado Allan Soares.

Ambos foram vistos juntos na festa de comemoração pelo último aniversário da deputada, que completou 60 anos.  “Os dois chegaram a posar juntos, abraçadinhos, na mesa do bolo”, disse o Extra, informando também que Allan esteve em um culto realizado no Ministério Cidade do Fogo, no domingo, em homenagem à parlamentar.

Em uma postagem feita por Allan no Instagram, em outubro do ano passado, o produtor se reportou à Flordelis como uma “amiga”. “Pra mim é sempre uma honra estar com essa linda amiga”, escreveu ele ao legendar uma foto ao lado da deputada.

Allan e Flordelis teriam se conhecido há cerca de 3 anos. O produtor chegou a postar uma foto em 2018 de uma visita feita a então candidata e seu marido, o pastor Anderson do Carmo, vivo na época, em Macaé, no Rio de Janeiro.

Desde que Flordelis passou a ser tratada como suspeita de ser a mandante do assassinato de Anderson, Allan se posicionou em defesa da parlamentar através da sua rede social. Em uma postagem, também de outubro do ano passado, ele publicou:

A tarde de hoje foi visitando a amiga em Niterói RJ. ‘Eu não tenho nojo de você. Não é por que foi atingido que bom soldado não és. Eu sei o seu valor, sei que o que enfrentou. Eu vou te ajudar a firmar os pés'”.

Flordelis tem negado qualquer participação na trama pelo assassinato do seu marido, o pastor Anderson do Carmo. Ela, contudo, admitiu que tomou conhecimento da existência de um plano para matá-lo.

Matar meu marido seria destruir minha própria vida. Depois de Deus e de minha mãe, ele era a pessoa mais importante da minha vida. Matá-lo foi quebrar minhas pernas, meus braços. Quem fez isso, quero que seja encontrado. Faço um apelo ao Ministério Público. Que encontre os culpados. Não mataram só meu marido. Parte de mim também morre”, disse ela em depoimento, conforme notícia do Gospel Mais.

Produtor desmente boato

Com a repercussão dos boatos sobre o possível namoro de Flordelis e Allan Soares, o colunista de fofocas Léo Dias, do portal Metrópoles, entrou em contato com o rapaz e ele desmentiu a informação, dizendo que a relação com a deputada é apenas de amizade.

Negativo. Nossa relação é apenas de amizade. Eu frequento a casa da Flor faz alguns anos. Eu sempre postei fotos com ela. Mas, é assim, como a mídia quer muito ter algo novo dela porque a Flordelis está praticamente inocentada, eles [a mídia] precisam de algo para falar”, disse Allan.

Se a Flordelis der um espirro, a mídia vai dizer que é Covid-19 e que ela está morrendo. A mídia quer motivos para falar da pastora e, como não tem outros, pegaram a minha foto com ela. Alguém mal intencionado pegou a minha foto, que postei apenas nos status do WhatsApp, e espalhou por aí”, disse ele.

Fonte: Gospel+

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Juntos podemos mudar a cultura sexual de uma nação, diz pastor do ‘Eu Escolhi Esperar’


Apesar de ter sua eficiência questionada, pastor Nelson Jr. se mostrou a favor da abstinência sexual como prevenção à DST e gravidez precoce.


No último domingo (2), o Fantástico (rede Globo) veiculou uma matéria, questionando a eficácia da campanha do governo Bolsonaro de retardamento da iniciação sexual de adolescentes, para prevenir as DST e a gravidez precoce. Com o slogan "Adolescência primeiro, gravidez depois" e a hashtag #tudotemseutempo para ser usada nas redes sociais, a campanha deve ser lançada pelo ministério da Mulher, da Família e dos Direitos humanos (comandado pela ministra Damares Alves) nesta segunda-feira (3).

Na matéria, o programa chamou duas mães e suas respectivas filhas adolescentes para conversar. Uma das garotas afirmou que esperaria pelo casamento para ter relações sexuais, enquanto a outra disse que identificaria o momento em que "estivesse segura para perder a virgindade". Porém, as duas mães se mostraram contrárias à proposta de "abstinência sexual".

A tônica da matéria do Fantástico focou-se em destacar que os adolescentes brasileiros não aceitarão a campanha que propõe o retardamento da iniciação sexual.

Porém, o pastor e idealizador do conhecido movimento "Eu Escolhi Esperar", Nelson Jr. destaca uma outra visão sobre o assunto. Segundo ele, há pelo menos cinco milhões de adolescentes que estão dispostos a esperar pelo casamento para terem sua iniciação sexual.

Em entrevista exclusiva ao Guiame, Nelson Jr. falou sobre como iniciativas semelhantes à dele têm inspirado a campanha do governo Bolsonaro.

Portal Guiame: Já se falou sobre a possibilidade do "Eu Escolhi Esperar" vir a se tornar um programa do governo, porém você mesmo tem desmentido tal informação. Como o "Escolhi Esperar" irá contribuir com a atual campanha de retardamento da iniciação sexual de adolescentes?

Pastor Nelson Junior: Em dezembro, participei de uma audiência pública promovida pelo Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos e deixaram bem claro que o projeto do governo ainda não tinha nome. Em declarações recentes na imprensa, a ministra já explicou que os programas do governo estão em desenvolvimento envolvendo outros ministérios como a saúde e educação. Querem associar o nome do nosso movimento ao do governo em uma tentativa de enfraquecer o debate e desgastar a inciativa para alegarem que a motivação é religiosa e assim a sociedade não abraçar a ideia. Imagino que o nome do programa do ministério não será o "Eu Escolhi Esperar" e terá meu total apoio seja qual nome for.

Guiame: Há anos liderando iniciativas como o "Eu Escolhi Esperar", você viu milhares de adolescentes e jovens optando por um estilo de vida que vai na contramão da pós-modernidade (sobretudo com relação à sexualidade). Quais frutos desse movimento você conseguiu ver a curto prazo?

Pastor Nelson: A curto prazo, A primeira coisa que nós percebemos 10 anos atrás, quando iniciamos, foi que o 'Eu Escolhi Esperar' veio como um grande machado, quebrando muitos tabus. O Escolhi Esperar conseguiu conseguiu trazer à superfície um tema que era obscuro, não era tratado.Talvez por isso o Escolhi Esperar tenha se multiplicado tanto. .Havia uma demanda reprimida o tema não era tratado e a gente começou a falar abertamente, à luz da Bíblia, com equilíbrio, de forma saudável e sem rodeios. Sem vulgaridade, mas de uma forma bem clara, na linguagem do jovem.

A segunda coisa que nós percebemos a curto prazo foi o que nós chamamos de cultura do pertencimento. O que é isso? O que fez o 'Eu Escolhi Esperar' viralizar rapidamente nas redes sociais, logo após ter sido criado foi o fato das pessoas irem se identificando ao grupo e à mensagem. Então, [como resposta ao surgimento do ministério] as pessoas postavam coisas do tipo: 'Até que enfim encontrei um grupo que fala o que eu acredito'. Porque durante muito tempo houve o tabu que "quase ninguém se guarda", que "quase ninguém é virgem". A virgindade, a castidade, se preservar, principalmente até o casamento, ainda que não seja mais virgem, pareciam ser escolhas de um pequeno grupo. E o 'Eu Escolhi Esperar' é a resposta mais clara para a sociedade, para o poder público, para a Igreja, para especialistas. É a evidência de que existem milhões que fazem essa escolha.

Guiame: E a médio e longo prazo?

Pastor Nelson: A médio prazo, podemos perceber a evidência do que é um trabalho de conscientização. São quase 10 anos rodando todo o Brasil, com seminários; são aproximadamente 5 milhões de seguidores em todas as redes sociais - a soma total daria mais que isso, mas há pessoas que seguem em mais de uma rede social, então descontamos essas repetições - Milhões de visualizações no nosso canal no Youtube, milhares de livros vendidos e chegamos a ter três mil convites por ano para realizar conferências.

Então, percebemos a médio prazo, que o trabalho de conscientização proporcionou excelentes resultados. Isso nós vemos nos testemunhos, na quantidade de pessoas que já nos escreveram, contando suas histórias, suas realidades, como foram impactadas por essa realidade, encorajadas, fortalecidas, levantadas, impulsionadas, animadas pelo trabalho feito pelo Escolhi Esperar e também por outros movimentos semelhantes, que eu gostaria de honrar aqui.

Outros perfis, outros líderes, algumas denominações específicas desenvolveram projetos e programas para o seu público. Nós temos o caso da Igreja Videira, por exemplo, que trabalhou muito com a corte; temos as igrejas da visão celular, as igrejas da visão MDA, a Renascer em Cristo, também foram igrejas que desenvolveram projetos que fortaleceram esse discurso, porque o fruto não é do Escolhi Esperar sozinho, o fruto é quando a gente tem um conjunto de ações juntas, pode mudar a cultura sexual de toda uma nação. Acredito que esse pode ser o resultado a longo prazo, que é poder realmente transformar a visão cultural em relação ao sexo, principalmente entre crianças e adolescentes. Você podendo alterar isso, a mentalidade sobre o sexo, trazendo ele na sua essência, com o propósito correto, a conscientização com relação ao tempo certo… essa perspectiva saudável produzirá os resultados que ficarão por gerações.

Talvez, esse seja o grande medo das pessoas, que por pura ideologia, interesses políticos e principalmente econômicos, querem fazer sangrar a iniciativa do governo, desgastando a ministra Damares. Eles sabem que projetos e iniciativas como esses (seja o Eu Escolhi Esperar ou qualquer outro de conscientização) significam uma ameaça à ideologia deles. E sabem que o Brasil é um país conservador e que a população abraçando isso, um grupo pequeno e privilegiado vai perder muito, ideologicamente falando e um outro grupo vai perder muito, economicamente falando. Se os adolescentes do Brasil esperarem, quantos preservativos deixarão de ser comprados?

Fonte: Guiame

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Pastor desmente namoro com funkeira: “Apenas orei por ela”

"De todas as calúnias que já fizeram contra mim, essa foi a melhor de todas", disse ele

O pastor Leonardo Sale fez uma live, nesta quarta-feira (9), desmentindo seu namoro com MC Pocahontas. Líder da Igreja Pentecostal Tempo de Milagres do Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, o religioso foi notícia em vários jornais e sites afirmando seu envolvimento com a funkeira.
De todas as calúnias que já fizeram contra mim, essa foi a melhor de todas. A moça é bonita demais. Eu conheci a MC Pocahontas há uma semana através da Luane Dias (ex-A Fazenda), que foi em nossos cultos enfrentando problemas com a depressão. Acabei orando pela Pocahontas e pela família dela e fizemos uma amizade – esclareceu.
Acostumado a receber famosos em seus cultos, como o cantor Latino, e figura presente em programas de rádio e TV, Sale afirmou estar solteiro e lamentou pelos evangélicos que o criticaram sem procurar saber a verdade. Mas ainda assim agradeceu a Deus pelas pessoas que continuam lotando as reuniões em sua igreja.
Eu sou um pastor e falo sempre a verdade. A Bíblia vai dizer que quando você ganha uma alma, você ganha uma pedra na coroa. Mas a Bíblia vai dizer que ai daquele que fizer um dos pequeninos errar. Se a MC Pocahontas visse como os evangélicos compartilharam isso, ela não ia querer saber de Deus.
Fonte: JM Notícia

domingo, 23 de setembro de 2018

Namoro entre evangélico e católico dá certo?



Os pastores Nelson Junior e Angela Neto, do movimento Eu Escolhi Esperar, esclarecem o tema.


Um evangélico namorar um católico pode ser considerado "jugo desigual"? Os pastores Nelson Junior e Angela Neto, do movimento Eu Escolhi Esperar, esclarecem o tema.

A verdade é que a maioria das igrejas evangélicas não recomendam esse tipo de romance, assim como a Igreja Católica — e os pastores do EEE explicam por quê.

Quando um casal está apaixonado, passa por cima de todas as diferenças. Mas com o passar do tempo, as divergências entre evangélicos e católicos podem começar a se tornar um peso.

"Casamento não é uma coisa muito fácil, e quando você inclui ingredientes que dificultam ainda mais, a frustração é certa", eles explicam.

Assista aqui:

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Namorar com quem não é crente dá certo?


Está interessado em alguém que não tem a mesma fé que você e quer saber a vontade de Deus?

O pastor Nelson Júnior, do movimento Eu Escolhi Esperar, dá uma resposta curta e objetiva: "não".

"Não existe namoro evangelístico. Namoro não é estratégia para ganhar pessoas para Jesus", ele explica.

"Isso é desculpa da sua alma para você quebrar um princípio da palavra de Deus".

Confira o vídeo completo:

ASSISTA AQUI

Para uma boa audição desligue o áudio do Stúdio Rhema no canto superior esquerdo do blog.

domingo, 17 de junho de 2018

8 mitos sobre sexo antes do casamento



Muitos conceitos que os jovens têm em relação ao sexo não passam de mitos. Confira alguns pensamentos do professor Sean McDowell.


1. O sexo é necessário para manter um relacionamento difícil
A verdade é que a maioria dos relacionamentos têm problemas e, quanto mais cedo se introduz o sexo no relacionamento, maior a probabilidade de falhar.

2. Os homens são seres sexuais e não se pode esperar que sigam as leis sexuais
Esse mito é falso e prejudicial. Os rapazes podem tomar decisões sexuais sábias se forem ensinados a fazer isso.

3. Você é inteiramente responsável por sua própria sexualidade; as decisões do parceiro não importam
Apesar da mentalidade individualista que domina o modo como os jovens pensam sobre a sexualidade, nossas escolhas são profundamente influenciadas pelas decisões sexuais da outra pessoa.

4. A pornografia não afetará seus relacionamentos
A verdade é que a pornografia tem um impacto negativo muito grande nos relacionamentos.

5. Os outros estão fazendo mais sexo do que você
A maioria dos jovens superestima o quanto o sexo está acontecendo ao seu redor. A maioria pensa que outras pessoas estão fazendo mais sexo do que realmente fazem. Como resultado, os jovens agem com base nessa falsa percepção.

6. Sexo é só sexo
O sexo é um assunto muito importante. Não há nada que os humanos façam que envolva mais suas mentes, emoções, memórias e corpos. As decisões sexuais permanecem conosco por toda a vida.

7. O casamento pode esperar
A maioria dos jovens quer se casar um dia, mas muitos querem esperar um pouco antes de tomar esse passo. A verdade é que os planos de vida nem sempre progridem quando se espera demais.

8. Morar juntos antes do casamento é um passo positivo
Cerca de 50% a 70% dos casais moram juntos, mas apenas 1 em cada 5 relacionamentos resultam em casamento. Os resultados são bastante pessimistas para quem prefere morar junto antes de casar.

Por: Sean McDowell
É professor de Apologética Cristã na Universidade Biola, na Califórnia. Ele é um autor de mais de 15 best-sellers e palestrante reconhecido internacionalmente.

Fonte: Guiame

sábado, 24 de março de 2018

O que a Bíblia diz sobre sexo antes do casamento?



No mundo que vivemos, onde o sexo antes do casamento e a promiscuidade não são mais desaprovados, não podemos deixar de nos perguntar o que a Bíblia diz sobre esse assunto controverso.

Como cristãos, fomos ensinados que o sexo antes do casamento é pecado, portanto proibido do ponto de vista moral e espiritual. E, no entanto, vemos outras pessoas terem completo desrespeito por isso. Apesar de vermos como o mundo lida com a imoralidade sexual, é hora de dar um passo atrás e retornar às nossas raízes - a palavra de Deus.

Apegue-se a estes versículos da Bíblia para mais clareza.

1 Coríntios 7: 2

"Mas por causa da tentação da imoralidade sexual, cada homem deve ter sua própria esposa e cada mulher seu próprio marido."

Nesse versículo, ficou claro que Paulo estava descrevendo qualquer atividade sexual fora do casamento como imoralidade sexual. É preciso ter sua própria esposa ou seu próprio marido para poder realizar o ato.

1 Tessalonicenses 4: 3-5

"Pois esta é a vontade de Deus, a sua santificação: que você se abstenha da imoralidade sexual; que cada um de vocês saiba como controlar seu próprio corpo em santidade e honra, não na paixão da luxúria como os gentios que não conhecem a Deus ..."

Agora que é evidente que o sexo antes do casamento é um ato sexualmente imoral, neste versículo, Paulo diz que você deve obter de qualquer imoralidade sexual, o que também significa abster-se de sexo antes do casamento. Ele prossegue dizendo que você deve exercitar o autocontrole, pois deve sempre honrar o templo de Deus e não ceder à luxúria.

Gálatas 5: 19-21

"Agora as obras da carne são evidentes: imoralidade sexual, impureza, sensualidade, idolatria, feitiçaria, inimizade, contenda, inveja, ataques de raiva, rivalidades, dissensões, divisões, inveja, embriaguez, orgias e coisas como essas. Eu te aviso, como te avisei antes, que aqueles que fazem tais coisas não herdarão o reino de Deus."

Além da instrução de que os cristãos devem abster-se da imoralidade sexual, há também uma advertência de que qualquer um que participe dessas coisas não poderá entrar no céu. Como você pode ver, mesmo naquela época, esses tipos de imoralidade sexual já estavam acontecendo. Isso mostra que o homem sempre foi tentado com luxúria e esse problema ainda existe hoje, se não pior.

1 Coríntios 6: 18-20

"Fuja da imoralidade sexual. Todos os outros pecados que uma pessoa comete estão fora do corpo, mas a pessoa sexualmente imoral peca contra seu próprio corpo. Ou você não sabe que seu corpo é um templo do Espírito Santo dentro de você, que você tem de Deus? Você não é seu, pois você foi comprado por um preço. Então glorifique a Deus em seu corpo."

Se os versos anteriores ainda não colocassem algum sentido em você, este poderia. Este verso lembra a cada cristão que nossos corpos não são nossos, mas de Deus. Estamos meramente tomando emprestado, portanto, devemos fazer o melhor para honrá-lo. O Espírito Santo vive dentro de nós, por isso não devemos contaminá-lo. Jesus pagou um preço enorme pela nossa salvação, não vamos desperdiçar isso.

Sim, sexo antes do casamento é pecado. No entanto, isso não significa que você não tenha mais a chance de entrar no reino de Deus. Lembre-se, desde que você tenha fé em Deus, sempre haverá esperança. Deus está sempre perdoando, e Ele estará mais do que disposto a perdoá-lo se você se arrepender de seus pecados e se abster de imoralidade sexual.

Faça o seu melhor para resistir à tentação e Deus será gracioso e amoroso. Além disso, saiba que sua paciência dará frutos assim que conhecer seu marido / esposa.

Deus tem grandes planos para você e a espera valerá a pena!

Por Azalea Pena
Tradução livre pelo Pr. Carlos Roberto Silva

sábado, 21 de outubro de 2017

Escolhi esperar: brasileiros decidem transar só depois do casamento


Um jovem casal finalmente fica sozinho em casa. Os dois se beijam. Minutos depois, a pegada fica mais forte e o clima esquenta. No calor do momento, a mão do rapaz insinua um movimento mais atrevido na perna da moça. Mas ela se esquiva rapidamente, interrompe tudo e cada um vai para um canto do sofá.
Essa é a rotina de casais ouvidos pela 'BBC Brasil' que disseram já ter perdido a virgindade, mas fizeram um voto de castidade com o novo parceiro e agora só farão sexo depois do casamento. O principal motivo, segundo eles, é seguir uma doutrina religiosa. Mas também há relatos de que a intenção é apenas tornar o momento mais especial.
A adesão ao movimento que prega a castidade é tão significativa que há sites, páginas em redes sociais e até livro com mais de 100 mil cópias vendidas dedicados ao assunto. Com 3,2 milhões de seguidores no Facebook, a página Eu Escolhi Esperar é uma referência para quem pretende fazer sexo só após o casamento. Seus administradores publicam relatos e frases de apoio à decisão, além de divulgar palestras e vender produtos com o símbolo da espera: uma mão em sinal de pare.
Carla e Felipe não são virgens, mas decidiram fazer sexo só depois do casamento
Carla e Felipe não são virgens, mas decidiram fazer sexo só depois do casamento
O casal Carla Cristina Allegretti Ramos, de 28 anos, e Felipe Godoi de Araújo, de 26, moradores de Campinas, no interior paulista, está junto há 5 anos e meio e só vai transar quando completarem mais um ano juntos. Os dois perderam a virgindade em relacionamentos anteriores, mas fizeram um voto de castidade até o casamento, marcado para setembro de 2018.
O casal conta que o fato de já ter tido experiências sexuais torna a castidade um desafio ainda maior. Ambos são evangélicos e se conheceram na igreja, mas a iniciativa de esperar foi de Felipe Araújo, que frequentava a igreja há mais tempo e começou a comentar o assunto logo no início do namoro.
"Com certeza é mais difícil para a gente, mas é uma escolha. Já pensamos em desistir, claro, mas a gente viu que não vale a pena. Temos uma vida inteira pela frente. Tememos a palavra de Deus e esse (sexo) não é o principal motivo de a gente estar junto. O que nos une é o amor e o carinho que temos um pelo outro", afirmou Araújo.
Já o relacionamento da estudante Renata Cristina de Castro Pereira, de 22 anos, e seu namorado, Douglas, tem uma virgindade unilateral.
Evangélica, ela nunca transou e diz que só vai fazer sexo depois do casamento. Seu namorado, entretanto, já não é mais virgem e não concordava com a decisão, mas passou a frequentar a igreja e não teve outra escolha a não ser esperar também se quisesse continuar namorando a garota.
"No começo, foi muito difícil porque ele veio de outros relacionamentos e não era evangélico. Nunca tinha pisado numa igreja. Ele insistia diversas vezes (para fazer sexo), mas depois me entendeu e concordou", conta Pereira.
Movimento Eu Escolhi Esperar possui 3,2 milhões de seguidores no Facebook
Movimento Eu Escolhi Esperar possui 3,2 milhões de seguidores no Facebook
A jovem terminou dois relacionamentos anteriores porque os parceiros não aceitavam a castidade dela. Pereira e seu atual namorado estão há dois anos e meio juntos e vão casar no dia 9 de dezembro deste ano.
Pereira diz que já recebeu muitas críticas por namorar sem fazer sexo, inclusive de amigos evangélicos. "Mesmo na igreja, é a minoria que escolhe esperar. Ninguém acredita em mim e pergunta o porquê disso. Eu só falo que é uma questão de Deus e levo as críticas na brincadeira".
Famosos que aderiram à castidade, como o jogador de futebol Kaká, a pastora Sarah Sheeva e o maior medalhista paralímpico brasileiro, o nadador Daniel Dias, são usados como exemplo para incentivar os seguidores do movimento. O multi-campeão paralímpico até tocou a música tema do Eu Escolhi Esperar e distribuiu lembrancinhas com o símbolo do movimento no seu casamento em 2012.
A empresária e ex-modelo Joana Prado, conhecida como Feiticeira e casada com o lutador de MMA Vitor Belfort, não se casou virgem, mas hoje também é uma das referências de apoio à causa. O jogador de futebol David Luiz precisou dar entrevistas para esclarecer que não era mais virgem depois de defender o Eu Escolhi Esperar nas redes sociais.
"As pessoas estão dizendo em todos os lugares se eu sou virgem ou não. Eu não sou virgem. Eu tive mais de uma namorada na minha vida”, disse o jogador em entrevista à 'BBC' na época.
Masturbação
Palestras do pastor Nelson Junior sobre movimento Eu Escolhi Esperar chegam a reunir milhares de pessoas
Palestras do pastor Nelson Junior sobre movimento Eu Escolhi Esperar chegam a reunir milhares de pessoas
Fazer voto de castidade até o casamento tem suas regras e há um limite bem definido até onde pode ir o casal sem quebrar a promessa. Casais e especialistas ouvidos pela ‘BBC Brasil’ disseram que qualquer modalidade de sexo é vetada, inclusive aquelas que não envolvem penetração, como o oral e o virtual. A masturbação também é proibida.
Com tantas restrições, escolher esperar não é uma tarefa nada simples, admitem os casais.
Com a intenção de ajudá-los, o pastor Nelson Junior, de 41 anos, lançou há dois anos o livro Eu escolhi esperar – inspirado no sucesso da página de mesmo nome nas redes sociais, criada também por ele. A publicação, que vendeu mais de 105 mil cópias desde seu lançamento, dá dicas de como os casais devem se comportar para evitar cair na tentação sexual.
"O melhor conselho que eu dou é evitar carícias, que são aqueles carinhos com intenções sexuais. Isso inclui evitar ficar sozinhos, namorar no escuro, beijos muito prolongados e ter conversas íntimas", diz ele.
Para o pastor – que diz ter se casado virgem – essas restrições não atrapalham o relacionamento.
Carla e Felipe seguem dicas semelhantes e dizem que nunca viajaram sozinhos. Eles só saem de Campinas acompanhados de amigos ou familiares. Na hora de dormir fora da casa, cada um fica em um quarto ou barraca – em caso de acampamentos ou alojamentos religiosos.
Para o Pr. Júnior, "o beijo é o maior afrodisíaco do mundo. Se o casal percebe que beijar desperta um desejo que os levará ao ato sexual, recomendo que não se beije. Como dizia minha vó: beijo na boca é igual forno elétrico. Você acende em cima e esquenta embaixo. O maior inimigo de quem escolhe esperar", afirma
Para o Pr. Júnior, “o beijo é o maior afrodisíaco do mundo. Se o casal percebe que beijar desperta um desejo que os levará ao ato sexual, recomendo que não se beije. Como dizia minha vó: beijo na boca é igual forno elétrico. Você acende em cima e esquenta embaixo. O maior inimigo de quem escolhe esperar”, afirma
"A gente não deixa de viajar, só não vai sozinho. Fazemos isso para evitar comentários porque eu zelo muito pela minha imagem na igreja. Sou líder de música e faço minha parte ao rejeitar algumas coisas e me privar. Já fiz isso diversas vezes, como recusar convites de churrascos de amigos", conta Felipe Araújo.
O músico diz que o casal evita até mesmo assistir a cenas de beijos em filmes e novelas para não sucumbir ao desejo sexual.
"A gente muda de canal, avança a cena. Às vezes, a iniciativa parte de mim ou dela, mas nunca brigamos por isso. Pessoas que não professam a mesma fé geralmente não concordam com isso, mas a gente acaba vendo que muitas delas são infelizes. Elas têm o sexo, mas não tem o companheirismo, alguém que te ama de verdade", afirmou.
Pode parecer contraditório, mas o pastor Nelson Junior aponta os beijos como os maiores inimigos dos casais que querem manter a promessa de fazer sexo só depois do casamento.
"O beijo é o maior afrodisíaco do mundo. Se o casal percebe que beijar desperta um desejo que os levará ao ato sexual, recomendo que não se beije. Como dizia minha vó: beijo na boca é igual forno elétrico. Você acende em cima e esquenta embaixo. O maior inimigo de quem escolhe esperar", afirma.
Mas Junior faz questão de dizer que o livro "não busca convencer ninguém a se guardar, apenas encorajar quem quer tomar essa decisão".
O pastor diz que, segundo os princípios religiosos, o sexo é mais importante que a cerimônia na igreja dentro do rito do casamento.
"A cerimônia religiosa e no cartório são simbólicas. O casamento ocorre através da conjunção carnal. E quando eu pratico isso com outras pessoas, estou banalizando o casamento. Essa prática sexual fora da aliança do casamento traz consequências sobre o indivíduo e sobre o futuro casamento dele, inclusive. Não é necessariamente um castigo, mas o resultado de ter se quebrado a vontade de Deus".
Por mais que o pastor siga a doutrina evangélica, ele conta que seu livro atinge um grande público católico e até mesmo ateu e que sua intenção foi criar uma obra neutra.
Renascimento religioso
A adoção de uma religião já na idade adulta é um dos principais fatores que levam pessoas a escolherem interromper a vida sexual.
Gizelia Borges é mãe de jovem de 19 anos, mas há cinco se tornou evangélica e deixou de fazer sexo
Gizelia Borges é mãe de jovem de 19 anos, mas há cinco se tornou evangélica e deixou de fazer sexo
O teólogo e professor da universidade Mackenzie Gerson Leite de Moraes explica que as pessoas que se convertem a uma religião sentem-se como se estivessem nascendo de novo religiosamente. Isso, segundo ele, faz com que os recém-convertidos sigam valores e hábitos geralmente mais conservadores quando comparados aos que já nasceram inseridos na religião.
"Isso acontece porque a experiência de conversão é impactante. Algumas vezes acontece justamente por causa de um casamento falido e essa pessoa quer tentar algo novo, que seja semelhante com a promessa de uma aliança de pureza com Deus", afirmou.
A professora Gizelia Angelica Borges, de 36 anos, já teve relacionamentos anteriores e é mãe de uma jovem de 19 anos. Há cinco anos, no entanto, ela se tornou evangélica e deixou de fazer sexo.
Sua próxima relação sexual será após seu o casamento em dezembro com o motorista Cláudio Lúcio Alves da Silva, de 44 anos, com quem namora há dois anos e nove meses. Ela conta que “precisa ser muito forte para aguentar” tanto tempo sem transar, mas revela um fator que ajuda na tarefa.
"Somos de Estados diferentes e nos vemos apenas uma vez por mês. Quando estamos juntos, as luzes ficam sempre acesas para a gente aguentar. A gente conversa muito sobre isso e eu fico me perguntando se ainda sei fazer as coisas", conta, aos risos.
O casal se conheceu em um grupo de WhatsApp com evangélicos que decidiram esperar, e o namoro começou antes mesmo do primeiro encontro pessoal. Borges conta que ler a Bíblia foi decisivo para decidir transar só depois do casamento com seu novo parceiro.
"Antes, eu desconhecia as escrituras e não sabia que eu estava errando. A partir do momento que eu sei sobre os pecados, eu peço perdão pelo meu passado e me renovo espiritualmente sem cometer novamente os mesmos tropeços", afirmou a professora.
Seu futuro marido, Cláudio Silva diz ser alvo frequente de piadas por escolher esperar o casamento para fazer sexo.
"O pessoal trata a gente como se fosse uma pessoa retardada, que não sabe o que está fazendo. Endeusam tanto o sexo que acham que você está perdendo algo sobrenatural. As pessoas exigem que você pratique algumas coisas para que você participe do grupo social delas e isso é um claro sinal que ela não te respeitam", afirma.
Para o teólogo Gerson de Moraes, o voto de castidade é incentivado hoje pela igreja para reforçar seu discurso conservador e atrair os jovens que discordam do liberalismo sexual.
"As mudanças sexuais que vivemos nas últimas décadas acabam sendo vistas como muito perigosas pela Igreja. Você tem hoje uma situação onde paradoxalmente há o sexo mais fácil, mas a igreja vê isso como algo que precisa ser preservado, ao lado da família e dos valores", conclui o teólogo.
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