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quarta-feira, 23 de novembro de 2022

Alerta aos pais! Série da Netflix mostra pacto com demônios

Desenho tem classificação indicativa de 12 anos

Estreou na Netflix uma série em desenho animado que mostra uma adolescente que fez pacto com demônios atraindo-os para o mundo dos vivos.

Com o título de Wendell & Wild, a história de terror é baseada no livro de Clay McLeod Chapman, mostrando a vida de Kat, uma menina órfã que se sente culpada pela morte dos pais e que chegou a ser presa.

Quando deixa a prisão, aos 13 anos, Kat precisa se matricular em uma escola católica. Fã de bandas punks, a jovem é a diferente da turma e essa diferença fica ainda maior quando ela descobre que tem poder de trazer demônios para a Terra.

Para ter seus pais de volta, a adolescente faz um pacto com os irmãos Wendell e Wild, dois demônios que têm interesse em construir um parque de diversões na cidade onde a menina mora.

A história vai mostrar também que o padre da cidade é corrupto e envolvido com os empresários locais.

Com classificação indicativa para maiores de 12 anos, o desenho é repleto de representações cômicas de demônios e de possessão demoníaca. Personagens transgêneros também aparecem na série.

Fonte: Pleno News

segunda-feira, 30 de maio de 2022

Disney+ lança série no Brasil com adolescente de 16 anos lésbica; atriz defende

A Disney+, um dos braços de comunicação da gigante do entretenimento Disney, lançou a sua primeira série no Brasil na última quarta-feira (25), chamada “Tudo Igual…SQN”. A produção traz um conteúdo voltado para o público jovem, incluindo uma personagem adolescente lésbica de 16 anos.

A série baseada no livro “A Porta ao Lado”, de Lily Trigo, é protagonizada pelas atrizes Miá Mello e Gabriela Saraivah, que interpretam mãe e filha. A personagem Carol é a filha, que mantém uma relação de amizade com três grandes amigas, sendo “Pri” uma delas.

Pri, interpretada por Guilhermina Libanio, é uma adolescente de 16 anos que faz o papel de uma homossexual (lésbica). Tendo 24 anos na vida real, a jovem atriz que já fez duas novelas na Rede Globo defendeu a necessidade de incluir personagens LGBTs em conteúdos dessa natureza.

Precisamos ter pessoas LGBTQIA+ no audiovisual porque elas existem. Temos que contar as histórias dessas pessoas, que querem da vida as mesmas coisas que a gente quer”, disse ela, segundo o NaTelinha. “Quando excluímos, não representamos, estamos perdendo uma parte muito preciosa da sociedade, pessoas e histórias incríveis.

A atriz reconhece que a ênfase de conteúdos no público jovem tem por objetivo engajar e atrair para o objetivo proposto, que é transmitir uma mensagem de acordo com os valores de quem produz o material. A Disney, por sua vez, tem deixado claro que a sua intenção é promover a pauta LGBT+ cada vez mais.

"A audiência jovem absorve muito bem essa troca por ter suas questões representadas na tela. Além disso, quando você faz um projeto jovem, você também volta para quem você era quando tinha aquela idade. Eu tenho 24 anos, e a Pri tem 16″, disse Libanio.

A nova série de Disney+ no Brasil não surpreende em matéria de conteúdo, pois reflete o posicionamento da empresa que vem sendo propalado nos últimos anos, em prol do ativismo LGBT.

Desenhos, filmes e outros materiais, incluindo uma linha de roupa LGBT voltada para crianças se tornaram ferramentas de promoção das pautas identitárias, o que tem preocupado lideranças religiosas em todo mundo.

Fonte: Gospel+

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Netflix: série animada insulta cristianismo e minimiza pornografia infantil

A nova e última temporada de F is for Family, uma série animada da Netflix, traz diálogos carregados de insultos e provocações ao cristianismo, ao mesmo tempo em que minimiza a exposição de crianças a temas sexuais.

O desenho animado criado por Bill Burr e Michael Price pode ser classificado como uma comédia obscena, em que os personagens passam grande parte do tempo insultando a fé criança.

De acordo com informações do portal Faith Wire, "as crianças do programa também são submetidas a uma grande dose de sexualização de revirar o estômago".

No episódio “Screw Ups”, o sexto da nova temporada, um dos personagens, Sue, leva sua filha Maureen ao padre Pat para abordar sua “perigosa obsessão com fantasmas e ocultismo”. O encontro desemboca num diálogo sobre a comunhão e sua representação como o corpo e sangue de Jesus Cristo.

A menina diz que todo o assunto é confuso, e um coroinha, Jimmy, faz a provocação: “Não deveria fazer sentido. É religião”.

Durante o mesmo episódio, o coroinha e o padre zombam da Trindade, descrevendo-a com linguagem explícita e associando-a a uma orgia compulsiva.

Sexualização infantil

No episódio do Dia de Ação de Graças, chamado “Thank You So Much” (“muito obrigado”, em tradução do inglês), o desenho mostra famílias alinhadas na calçada enquanto um desfile de Natal acontece.

Um dos carros alegóricos faz referência a um burro, que projeta uma sombra obscena no rosto das crianças enquanto o mestre de cerimônias chama a atenção para o tamanho da genitália do animal.

Em outro episódio da nova temporada, “The Searchers”, os personagens Bill e Philip convidam seus amigos para assistir a um vídeo pornográfico que conseguiram em uma caixa de evidências na delegacia de Polícia.

Porém, o arquivo do vídeo tinha sido trocado por outro com um desenho animado, enquanto a pornografia acaba sendo exibida por engano para um grupo de crianças que fazem comentários obscenos sobre o conteúdo.

O Parents Television Council (PTC), uma entidade de monitoramento dos casos de sexualização infantil em programas de televisão e streaming, recentemente pediu uma investigação sobre outra série igualmente explícita, Big Mouth (também da Netflix) por considerar de que a animação infringe leis de pornografia infantil dos Estados Unidos (EUA).

Tim Winter, presidente do PTC, afirmou na ocasião que estava empolgado com “a chance de ir a um tribunal com a Netflix como ré e os criadores deste programa para produzi-lo e distribuí-lo como corréus”.

Mas quando você olha para a maioria das definições contemporâneas do que é pornografia – material sexualmente orientado com a intenção de agradar e excitar – acho que [a série animada Big Mouth] chega a isso. O fato de serem crianças envolvidas em conteúdo pornográfico, eu acho, torna-o pornografia infantil”, protestou Winter.

Fonte: Gospel+

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Nova série de quadrinhos mostra Robin como bissexual

O personagem Robin, mais conhecido como o companheiro de longa data do Batman, agora é um personagem bissexual, como visto na última edição de “Batman: Urban Legends”.

A edição nº 6, que saiu na terça-feira (10), apresenta o personagem Tim Drake, a terceira interação de Robin no Universo DC Comics, enquanto ele visitava seu amigo, Bernard Dowd, para jantar.

Conforme relatado pelo CBN News, o usuário do Twitter Markus.S postou várias imagens do diálogo entre os dois jovens.

Antes da visita, Bernard diz a Robin para dizer a Tim que ele gostaria que eles tivessem terminado o encontro após o jantar, sem perceber que Drake é o próprio Garoto Maravilha.

Mais tarde, Tim faz uma visita à casa de Bernard, na qual seu amigo o convida para sair.

Estou muito feliz que você tenha chegado em casa bem. Tenho pensado muito sobre aquela noite, e eu – eu não sei o que isso significou para mim”, disse Tim, referindo-se ao passeio anterior. “Ainda não. Mas eu gostaria de descobrir.

Eu estava esperando que você fizesse. Tim Drake … você quer sair comigo?”, Bernard pergunta.

Sim … Sim, acho que quero isso”, responde Tim.

Meghan Fitzmartin, que escreveu a edição, explicou que seu objetivo ao escrever a série era “mostrar o quanto Deus ama você”.

Você é incrivelmente amado, importante e visto”, ela tuitou. “Sempre grato por ter a confiança de Tim Drake e sua história e honrado em trabalhar com os talentosos @BelenOrtega_ e @loquesunalex.

Enquanto alguns fãs elogiaram Fitzmartin pela mudança de personagem, outros a criticaram por tentar impor uma “agenda política”.

É tão bom, não é? Forçar sua agenda política em um personagem que você não criou nem contribuiu para nada de bom ou mesmo relevante apenas para espantar os fãs”, escreveu o usuário InkedJao.

Robin de Tim Drake é adicionado à lista crescente de personagens LGBTQ da DC Comics, incluindo a Mulher-Gato de Kate Kane, Harley Quinn, Poison Ivy, Renee Montoya, o Lanterna Verde de Alan Scott e outros personagens secundários.

A Marvel Comics também fez o mesmo recentemente, após revelar seu primeiro personagem gay, Capitão América, durante o mês do Orgulho, em junho.

Enquanto isso, o personagem Loki foi rotulado como “fluido de gênero” na recente série Disney +, Loki.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Headlines via Folha Gospel

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Pr. Lucinho critica série Greenleaf: “É uma demonização dos homens e mulheres de Deus”


Pastor gravou um vídeo intitulado “O que achei da série Greenleaf”, onde critica a narrativa feita pela série focada em uma família evangélica.


O Pr. Lucinho Barreto fez um vídeo em que critica a série Greenleaf, que chega em sua quinta e última temporada na Netflix. Ele começa explicando que a história gira em torno de uma família, cujo patriarca, bispo James Greenleaf, é o líder da Igreja Calvary.

Lucinho diz que "o resumo da trama é muito simples: todas as pessoas, todos os personagens, todos os filhos do pastor, todo mundo da igreja, os funcionários de alto cargo, o próprio pastor e a esposa, os genros cometeram adultério e todos também roubaram".

O líder do Ministério Loucos por Jesus diz que em nenhuma temporada aparece alguém que não pratique esses atos. Ele ressalva que a única "pessoa boa" na trama, uma das filhas do casal Greenleaf, foi a Faith, que morreu, por isso não aparece em escândalos.

"É uma demonização dos homens e mulheres de Deus e é uma obra muito sutil para mostrar que igreja nada mais é do que um lugar para arrancar o dinheiro das pessoas", diz.

Lucinho diz que antes de assistir uma série como esta, "temos que entender a mente da Netflix e do Prime, eles são progressistas, eles são anti-conservadores".

Ele diz que uma série que falasse mal de negros, que praticasse gordofobia, que menosprezasse motoboys seria considerada um "absurdo", mas o mesmo não acontece com Greenleaf, que "coloca pastores, homens e mulheres de Deus, como lixo da humanidade".

Lucinho diz que em qualquer "filme de bandido, os bandidos são menos bandidos que os personagens da série", que foca a história em jogadas políticas, dinheiro e tramas por poder. O pastor diz que "toda vez que surge o nome de Jesus é só para explicar seus erros [dos personagens], para poder enganar outra pessoa".

Líder de Jovens da Igreja Batista da Lagoinha, Lucinho diz que a "série é uma esculhambação com homens e mulheres de Deus". Ele diz que conta nos dedos pastores que se encaixam no perfil de riqueza dos Greenleaf.

Lucinho dá o exemplo de sua cidade, Belo Horizonte, que tem 3 milhões de habitantes e em torno de quatro mil templos evangélicos, perfazendo uma média de 15 mil pastores. "Sabe quantos pastores com dinheiro que eu conheço? Uns 10", diz, explicando que são pessoas cujo padrão não chega nem perto do bispo James Greenleaf.
"Satanás fez um trabalho magnífico de plantar na cabeça das pessoas, inclusive dos crentes, que igreja é 'pequenas igrejas grandes negócios' e usa uma série como essa para descredenciar servo de Deus e para colocar a igreja de Deus no chão".

Lucinho diz que as pessoas assistem uma série como essa e ficam indignadas, mas é preciso lembrar "isso aí nada mais é do que parte da agenda progressista, socialista, esquerdista de colocar todos os conservadores no lixo".

Destruir o exército de Deus
Lucinho lembra que a produtora de Greenleaf é a multimilionária Oprah Winfrey, ex-apresentadora de televisão. "Ela inclusive se diz cristã, mas na série não apresenta um cristão bom", lembra o pastor.

"Na verdade, a série nada mais é do que um fantástico e extraordinário planejamento de Satanás para destruir o exército de Cristo, descredibilizando os seus generais", afirma.

O pastor fala sobre as dúvidas que surgem nas pessoas quanto à igreja, imaginando que ela pode ser uma "arapuca" ou que os homens e mulheres de Deus são "um bando de adúlteros e ladrões". Isso acaba trazendo "desculpas para você justificar sua frieza na fé e abandonar a igreja".

Ele diz que na série todo mundo é um demônio, não salva um. "Homens e mulheres de Deus têm seus erros. Eu não entrei em nenhuma igreja até hoje que não tivesse algum erro ou algum defeito", declara. Lucinho diz que mesmo na "igreja de Jesus", que só tinham 12 pessoas, existia ladrões, como Judas, e infiéis, como Pedro, que negou o mestre.

Lucinho diz que a série também passa uma mensagem de que "igreja grande é do diabo, se ela é pequenininha, aí pode ser que tenha alguma coisa de Deus. É mais uma mentira que eles pregam".

"A gente vai assistindo, consumindo, e deixando [essas informações] entrar. Você pode assistir, mas entenda isso: eles estão pregando uma coisa, mas nós não podemos aceitar essa mentira", finaliza.

Fonte: Guiame

ASSISTA AQUI

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Netflix anuncia produção de série que mostra menino americano como reencarnação de Jesus

Uma série de TV que promete causar polêmica está sendo produzida pela Netflix: American Jesus. O roteiro fala de um menino que descobre ser a reencarnação de Jesus após operar milagres.
A série American Jesus nasceu de uma história em quadrinhos homônima de autoria do escocês Mark Millar, um dos principais quadrinistas da atualidade, com trabalhos para editoras como Marvel e DC Comics.
O portal Hollywood Reporter informou que a história em quadrinhos traz referências claras a Jesus, com episódios que mostram a transformação de água em vinha, restaurar a capacidade de andar a um aleijado e a ressuscitação de mortos. Ao todo, serão seis episódios mostrando o menino Jesus americano como o "líder de um mundo em conflito".
Originalmente, a história foi publicada em 2004 nos Estados Unidos pela editora MIllarworld, fundada pelo próprio Mark Millar para editar histórias autorais e alternativas, como KingsmanKick-Ass e Quebrando Tudo, entre outros, que se tornaram filmes produzidos por estúdios de Hollywood.
Em 2017, Millar vendeu a editora para a Netflix, que agora investe na produção de séries e filmes a partir de seu catálogo. "A Netflix faz 1.500 horas de material original por ano. Tem uma quantidade infinita de dinheiro, bem como uma quantidade infinita de tempo, e por isso pode contratar qualquer um. E vai correr riscos que um estúdio não correria", comentou o autor, em entrevista ao The Guardian.
Anos atrás, em 2008, Mark Millar expressou seu completo desapego em relação à sacralidade da Bíblia e seus relatos, ao afirmar que pensava em escrever "a Bíblia 2.0", que seria uma espécie de continuação das Escrituras. "A Bíblia sempre vendeu muitas cópias, então seria muito bom se houvesse uma sequência", afirmou, como se o livro cristão fosse um trabalho de ficção. A ideia do autor, porém, nunca foi adiante.
Fonte: Gospel+

sábado, 18 de março de 2017

Série televisiva escancara sexo, adultério e corrupção em templo evangélico


Uma das séries mais polêmicas do ano passado estreiou no Brasil em 03 de março, na Netflix.

A primeira temporada de Greenleaf chamou a atenção nos Estados Unidos ao expor escândalos de uma imponente igreja evangélica, com cenas de sexo e de lavagem de dinheiro dentro de um templo. O drama tem um elenco de respeito, com os vencedores do Emmy Keith David e Lynn Whitfield, e não poupa nenhum assunto controverso no meio evangélico, como pedofilia, adultério, homossexualidade e abuso de poder.

Greenleaf é uma das séries vitrines do canal da apresentadora Oprah Winfrey, um ícone da TV. A atração ganhou status de cult após ser lançada no Festival de Cinema de Tribeca, de 2016. Após a exibição dos dois primeiros episódios, ganhou elogios do público e da mídia especializada.

Com elenco predominantemente negro, como é comum nas produções da Oprah Winfrey Network, Greenleaf traz os bastidores de uma mega igreja na cidade de Memphis. A congregação chamada de Greenleaf World Ministries é encabeçada pelo bispo James Greenleaf (David) e tem como base doutrinária a Teologia da Prosperidade, que defende a riqueza na Terra como uma bênção de Deus.

Esse pensamento leva James a cometer deslizes e o coloca em situações complicadas quando surge uma ameaça de investigação nas contas da igreja (doações e dízimos), e ele se vê encurralado no meio de um jogo entre políticos e pastores. A trama remete a algo que o público vê frequentemente em noticiários, e Greenleaf mostra uma visão interna do maquinário.

Além dos problemas ministeriais, o bispo precisa lidar com desavenças familiares. O estopim das confusões ocorre após o funeral de uma de suas filhas, morta misteriosamente. A cerimônia contou com o retorno da filha do meio, Grace (Merle Dandridge), ex-pastora que estava distante da família havia 20 anos. A presença de Grace reacende mágoas e traz à tona os segredos obscuros dos seus parentes.


Qualidade na atuação

A primeira temporada de Greenleaf tem 13 episódios envolventes, com um show de atuação dos protagonistas. Keith David, por exemplo, convence como um religioso carismático e pai exemplar, escondendo atrás dessa imagem uma pessoa manipuladora.

Ao seu lado está Lynn Whitfield, que vive Lady Mae, a mulher do bispo Greenleaf. Ela guarda rancor de Grace, procura defender seus outros filhos acima de tudo e busca mais espaço na igreja do marido.

Até Oprah faz uma participação importante. Ela interpreta a irmã de Lady Mae, chamada Mavis McCready, uma confidente de Grace. Dona de uma casa de shows de blues, Mavis conhece todos os segredos da igreja e de seus integrantes. Por isso, acaba sendo um ponto chave da trama. Prestar atenção nas ações dela é a chave para compreender a história. 
A segunda temporada de Greenleaf foi anunciada antes mesmo do início da primeira. Estreia nos Estados Unidos no próximo dia 15. 

Publicado originalmente em Notícia da TV via Notícias Cristãs

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