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sexta-feira, 13 de maio de 2022

Compra do Twitter está temporariamente suspensa, diz Musk


Bilionário alega que faltam detalhes sobre estimativas de contas falsas na plataforma. Horas depois ele disse estar "comprometido com a aquisição"


O bilionário Elon Musk disse nesta sexta-feira (13) que sua oferta de US$ 44 bilhões para comprar Twitter está temporariamente suspensa. Duas horas depois, Musk disse "ainda estar comprometido com a aquisição".

Segundo Musk, o motivo para isso seria a falta de detalhes sobre o número de contas falsas ou de robôs na plataforma.

"O acordo está temporariamente suspenso devido à falta de detalhes que expliquem o cálculo de que as contas fake ou de spam representam de fato menos de 5% dos usuários", escreveu o bilionário em um tuíte.

As ações da empresa de mídia social caíram até 20% nas negociações de pré-mercado, que ocorrem antes da abertura da Bolsa de Nova York.

O Twitter havia estimado, no início deste mês, que contas falsas ou de spam representavam menos de 5% de seus usuários ativos diários e monetizáveis (ou seja, que rendiam renda à plataforma) durante o primeiro trimestre deste ano.

Ele também disse que enfrenta vários riscos até que o acordo seja fechado, incluindo se os anunciantes continuariam gastando no Twitter.

Musk, o homem mais rico do mundo e presidente-executivo da Tesla, havia dito que uma de suas prioridades seria remover os "bots de spam" da plataforma. O Twitter não respondeu ao pedido de comentário feito pela "Reuters".

Fonte: IG

quinta-feira, 3 de março de 2022

Twitter suspende conta de deputada por criticar ‘homens que fingem ser mulheres’




"Os esportes femininos são para mulheres, não homens fingindo ser mulheres", disse a deputada.


Um membro republicano da Câmara dos Deputados dos EUA que está concorrendo ao Senado dos EUA este ano teve sua conta no Twitter suspensa porque expressou oposição a homens biológicos identificados como trans sendo autorizados a competir em esportes femininos.

A deputada Vicky Hartzler, do Missouri, foi suspensa na segunda-feira por postar um tweet dizendo: "Os esportes femininos são para mulheres, não homens fingindo ser mulheres".

Ela incluiu um anúncio criticando as políticas que permitem que homens biológicos transidentificados possam competir em esportes femininos, que estão em vigor nos níveis olímpico, universitário e em alguns níveis do ensino médio.

O gerente de campanha de Hartzler no Senado, Michael Hafner, postou uma captura de tela do aviso que Hartzler recebeu do Twitter explicando que o post violava as regras da plataforma sobre "conduta odiosa".

Hafner foi ao Twitter para chamar o site de mídia social de hipócrita, já que a conta no Twitter do presidente russo Vladimir Putin permanece ativa. Ele chamou as ações do Twitter de "o ápice da estupidez".

"Bom: psicopata assassino que invade a nação soberana causando morte e causando destruição", ele twittou na segunda-feira. "RUIM: [Membro do Comitê de Serviços Armados da Câmara e] congressista que diz que esportes femininos são para mulheres. INSANIDADE!"

De acordo com a política de "conduta odiosa" do Twitter, os usuários não podem "promover violência contra ou atacar diretamente ou ameaçar outras pessoas com base em raça, etnia, nacionalidade, casta, orientação sexual, gênero, identidade de gênero, afiliação religiosa, idade, deficiência, ou doença grave".

"Também não permitimos contas cujo objetivo principal seja incitar danos a outras pessoas com base nessas categorias", diz a política.

O Twitter argumenta que "pesquisas mostraram que alguns grupos de pessoas são desproporcionalmente alvos de abuso online". Esses grupos incluem "mulheres, pessoas de cor, lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, queer, intersexuais, indivíduos assexuais, comunidades marginalizadas e historicamente sub-representadas".

Embora o Twitter afirme proteger "uma gama diversificada de perspectivas", a plataforma está "comprometida em combater abusos motivados por ódio, preconceito ou intolerância, particularmente abusos que buscam silenciar as vozes daqueles que foram historicamente marginalizados".

O Twitter enviou um comunicado à Fox News afirmando que a conta de Hartzler pode ser restabelecida 12 horas após ela excluir o tweet em questão.

"O proprietário da conta precisará excluir o Tweet violador e passar 12 horas no modo somente leitura antes de recuperar o acesso total à sua conta", afirmou o Twitter.

"De acordo com essa política, proibimos direcionar outras pessoas com insultos repetidos, tropos ou outro conteúdo que pretenda desumanizar, degradar ou reforçar estereótipos negativos ou prejudiciais sobre uma categoria protegida. Isso inclui erros de gênero direcionados ou nomes mortos de indivíduos transgêneros".

Hartzler não tem planos de deletar o tweet, disse sua campanha à Associated Press na terça-feira.

A campanha classificou a suspensão como "vergonhosa, totalmente ridícula e um abuso horrível de censura por parte de grandes gigantes da tecnologia para reprimir a liberdade de expressão".

Em outubro passado, o congressista republicano Jim Banks, de Indiana, teve sua conta no Twitter temporariamente bloqueada depois de ligar para a secretária assistente de saúde dos EUA, Rachel Levine, que nasceu homem, mas atualmente se identifica como mulher.

Em resposta à punição, Banks postou um comunicado em sua conta no Instagram denunciando as ações do Twitter, dizendo que o site de mídia social estava censurando "uma verdade básica".

"Meu tweet foi uma declaração de fato. A Big Tech não precisa concordar comigo, mas não deveria poder me cancelar. Se eles me silenciarem, eles vão silenciar você" , afirmou.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

Twitter manda Pr. Silas Malafaia apagar posts sobre vacina infantil e suspende conta por 12h

Ao todo foram 11 postagens que Malafaia excluiu além de ter seu perfil no Twitter suspenso por 12 horas.

O Twitter mandou o pastor Silas Malafaia, líder e fundador da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, excluir postagens que chamavam a vacinação de crianças contra a covid-19 de "infanticídio". A rede social informou ao pastor Malafaia que caso os tuítes não fossem retirados, sua conta seria deletada.

Ao todo foram 11 postagens que Malafaia excluiu além de ter seu perfil no Twitter suspenso por 12 horas.

Em nota, o Twitter informou que constatou que "o conteúdo da mídia compartilhada e replicada em alguns tweets violou nossa política de informações enganosas sobre a Covid, por isso foi solicitada a remoção de mais de um tweet".

A empresa afirmou também que pode "obrigar que os clientes excluam os tuítes que violem a política da plataforma sobre informações enganosas acerca da covid-19 e que sejam gravemente nocivas". Há a possibilidade de recorrer contra a decisão.

A postagem de Malafaia alegava não haver motivo para vacinar crianças contra a covid. "Vacinar crianças é um verdadeiro infanticídio. Os números provam que não há necessidade de fazer isso", escreveu o pastor, contrariando diversos estudos científicos, a Organização Mundial de Saúde (OMS), o próprio Ministério da Saúde e a Anvisa.

Em dezembro de 2021, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou a aplicação do imunizante da Pfizer para a faixa etária entre 5 e 11 anos. A agência concluiu, após análise de estudos, que o produto é seguro também para esse público.

Uma campanha contra as postagens foi feita desde segunda-feira, 10, e o termo #DerrubaMalafaia apareceu entre os assuntos mais comentados na rede social. As suas postagens levavam a um vídeo em seu perfil no YouTube no qual criticava a vacinação infantil. O vídeo continua no ar.

O termo #DerrubaMalafaia começou a ganhar tração por volta das 21h desta segunda-feira. À meia-noite, já era o assunto mais comentado da rede, com mais de 16 mil menções.

Na tarde de ontem, Facebook e Instagram também tiraram do ar sua principal publicação sobre o tema. O grupo Meta disse que suas políticas "não permitem conteúdos alegando que as vacinas matam ou causam danos graves às pessoas".


Twitter de Silas Malafaia contra a vacinação de crianças

Defesa de Malafaia

O pastor se disse revoltado com a postura do Twitter. Para ele, o correto seria primeiro ele apresentar sua defesa e depois, caso a rede social assim entendesse, ser forçado a deletar os comentários. "O Twitter é o julgamento mais injusto, ele pune para depois você se defender. É o que todas as redes sociais fazem", criticou.

Malafaia também atacou quem pediu a derrubada da sua conta na rede social. "São covardes, de democratas não têm nada, não suportam o contraditório. Dizem que nós somos fundamentalistas, mas eles que não suportam posição contrária", prosseguiu.

Ao Estadão, Malafaia negou que espalhe desinformação, argumentando que o vídeo removido continha dados para justificar suas declarações.

Ao GLOBO, Malafaia criticou o rito adotado pela rede. "Eles mandam remover os tuítes e mandam você se defender. O que é o processo legal? Você é acusado, você se defende, alguém julga quem está com a razão. Eles fazem o contrário. Tem pressão? (O Twitter) Tira a sua conta e aí manda você se defender. Por que vou me defender, se já suspenderam a minha conta e mandaram eu tirar os tuítes?", disse o pastor. "Falam em democracia, em liberdade de expressão, mas só vale a deles".

Malafaia também criticou a matéria do jornal O Globo. Para ele, o jornal mente quando diz que ele é contra a vacina para adultos.

"O JORNAL O GLOBO MENTE! Não sou contra a vacina para adultos. A prova é que me vacinei juntamente com todos os meus filhos. Só disse, na época, [que] não poderíamos vacinar na frente dos países do 1º mundo", declarou o religioso, no Twitter.

Em um post mais recente no Twiiter, Malafaia disse que "estamos vivendo uma moderna ditadura".

"A LIBERDADE DE EXPRESSÃO É UM FUNDAMENTO DA DEMOCRACIA! Por mais esdrúxulo que seja à manifestação do pensamento. ESTAMOS VIVENDO UMA MODERNA DITADURA! VERGONHA TOTAL!".

Com informações de Estadão, O Globo, Metrópoles e Twitter via Folha Gospel

sábado, 3 de julho de 2021

Jornalista incomodada esbraveja: "Parem de falar em Jesus"

Mariliz Pereira Jorge se mostrou incomodada com o nome de Jesus.

A jornalista Mariliz Pereira Jorge, colunista da Folha de São Paulo, esbravejou no Twitter contra as citações ao nome de Jesus, usando como argumento a laicidade do Estado.

“O Estado é laico. Parem de falar em Jesus”, escreveu ela com um palavrão no final.

A jornalista claramente se incomoda com a liberdade religiosa, já que tenta distorcer o termo “Estado laico” para defender que o nome de Jesus não seja mais citado.

Essa não é a primeira vez que um jornalista de veículo de esquerda se incomoda com posições religiosas. A jornalista Miriam Leitão, da Rede Globo, protagonizou um claro desconforto com a oração feita pelo presidente Jair Bolsonaro quando venceu às eleições de 2018.

Na ocasião, ela também falou em laicidade do Estado e usou a palavra “preocupação” para descrever seu incômodo com o fato de Bolsonaro ter sido abençoado na época.

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 11 de março de 2021

Governador do RJ rechaça Doria: “Cuide de SP porque do Rio cuido eu”

Após o governador de São Paulo disparar críticas contra o governador em exercício do Rio de Janeiro, Cláudio Castro decidiu responder à altura. Em suas redes sociais, Castro disse respeitar João Doria, mas recomendou que ele cuide de São Paulo, “porque do Rio cuido eu”.

Nesta quinta-feira (11), Doria criticou o governador em exercício do Rio de Janeiro por “flexibilizar” as medidas de restrição no estado.

Para Cláudio Castro, no entanto, o governador de São Paulo está “fora do tom”.

– Respeito o governador de SP. Reconheço sua liderança, mas acho que está fora do tom. Espero que sua atitude não seja reflexo do novo cenário eleitoral, e sim por conta do aumento de casos da Covid. Recomendo a ele um chá de camomila e que cuide de SP, porque, do Rio, cuido eu – escreveu Castro.

Fonte: Pleno News

domingo, 28 de junho de 2020

Após censura, conservadores boicotam Twitter e se reúnem em novo aplicativo de mídia social

Os principais legisladores e ativistas conservadores dos EUA estão se mudando para um novo aplicativo de mídia social – Parler – enquanto o Twitter continua a reprimir o discurso do segmento.
Somente nesta semana, Parler, que se autodenomina uma "rede social de liberdade de expressão", viu um aumento de 50% em novos usuários, de acordo com o Mediaite . O êxodo ocorre quando o Twitter, um site de propriedade progressiva, continua a sinalizar tweets do presidente Donald Trump, cuja conta é o primeiro resultado se alguém procurar "racista" no site.
O Twitter também suspendeu permanentemente as contas de um popular criador de memes conservador, bem como de um especialista amplamente conhecido da direita.
O senador Ted Cruz (R-Texas) postou um vídeo quinta-feira anunciando que ele se juntaria a Parler. No vídeo, o ex-candidato à presidência disse que a plataforma nascente "entende o que é a liberdade de expressão".
"Vamos falar; vamos falar livremente e terminar com a censura no Vale do Silício", disse o senador, observando sites como YouTube, Facebook e Twitter, "uma capacidade incomparável de moldar o que os americanos veem, ouvem e, finalmente, pensam".
O deputado Devin Nunes (Califórnia) também se juntou a Parler. Muitos líderes de pensamento conservadores também adicionaram o novo aplicativo a seus canais de mídia social, de acordo com o The Washington Examiner .
O escritor conservador Sean Davis escreveu que o fundador e CEO do Twitter, Jack Dorsey, "não tem tolerância" por Trump "anunciar que ele defenderá o estado de direito", referindo-se a um cargo presidencial suprimido pelo Twitter.
Em apenas alguns dias, Parler passou de cerca de um milhão de usuários para 1,5 milhão, de acordo com dados fornecidos ao Mediaite. Note-se, é claro, que esse número é incrivelmente pequeno em comparação aos 330 milhões de usuários atualmente no Twitter.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Jair Bolsonaro confirma a saída de militares israelenses do Brasil

Presidente brasileiro agradeceu, no Twitter, a ajuda das tropas

O presidente Jair Bolsonaro confirmou pelo Twitter que as tropas israelenses encerram nesta quinta-feira (31) a missão no Brasil. Desde domingo, quando desembarcaram no país, os militares estavam ajudando nas buscas pelos sobreviventes da tragédia em Brumadinho.
– As bravas tropas israelenses, cedidas pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, encerram hoje a missão no Brasil. Agradeço, em nome do povo brasileiro, ao Estado de Israel pelos serviços prestados em Brumadinho-MG em parceria com nossos Guerreiros das Forças Armadas e Bombeiros – declarou Bolsonaro.
O presidente permanece internado no Hospital Albert Einstein, onde se recupera da cirurgia para a retirada da bolsa de colostomia. A previsão é que ele fique na unidade de saúde até o fim da próxima semana.

Fonte: Pleno News

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Bolsonaro responde seguidor que pede por queda de avião

Presidente está na Suíça para participar do Fórum Econômico Mundial de Davos

O presidente Jair Bolsonaro embarcou para a Suíça, neste domingo (20), para participar do Fórum Econômico Mundial de Davos. Ao saber da viagem, um seguidor escreveu no Twitter que desejava a queda da aeronave.
– Esse avião do Bolsonaro poderia cair no Atlântico, hein? Com o Moro junto… Coisa linda.
O presidente não deixou passar em branco e respondeu ao usuário com muita educação.
– Tudo bem por aqui! Obrigado pela força! Um grande abraço!
FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL DE DAVOS

Bolsonaro já está em Davos e discursará no Fórum nesta terça-feira. Ele abordará questões como o livre-comércio, combate à corrupção e defesa da democracia. Os ministros da Economia, Paulo Guedes; de Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo; e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) acompanham o presidente.

Fonte: Pleno News

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Ateus se unem para impedir que senador cristão cite a Bíblia



Uma organização ateísta está exigindo que o senador norte-americano Marco Rubio pare de postar versículos bíblicos no Twitter.


Não é nenhum segredo que o senador norte-americano Marco Rubio (R-FL) tem usado sua conta pessoal do Twitter para compartilhar alguns versículos da Bíblia, mas agora um grupo ateu está exigindo que o representante republicano imediatamente deixe de compartilhar sua fé cristã na plataforma de mídia social.

A fundação ateísta 'Freedom From Religion' (FFRF) enviou na última terça-feira (22), uma carta ao escritório de Rubio, alertando o senador que ele estaria "cometendo violação constitucional por meio de sua conta no Twitter".

O grupo ativista também chegou a distorcer a passagem bíblica de Mateus 6:5-6, na tentativa de envergonhar o senador cristão.

"Se a lei e o seu juramento de defender a Constituição não são suficientes para convencê-lo a parar, talvez você considere o que está na passagem de Mateus 6:5-6, na qual Jesus condena a oração pública como hipocrisia no Sermão do Monte", diz parte da carta.

A carta ainda continua questionando a onisciência divina de Jesus, ironizando que "Ele não citou o Twitter" em seu ensinamento nesta passagem.

"Nenhuma das supostas palavras de Jesus menciona o Twitter - talvez ele não seja tão presciente - mas a condenação da piedade pública é razoavelmente clara", acrescentou o documento.

Apesar desses trechos irônicos, a carta como um todo tenta acusar Rubio de violar a Constituição dos Estados Unidos ao compartilhar mensagens bíblicas que expressam sua fé cristã, enquanto exerce seu seu papel oficial como representante no governo.

"Nós entendemos que você tem tuitado versos da Bíblia pelo perfil @MarcoRubio para quase três milhões de seguidores. Parece que você começou a tuitar a Bíblia em meados de maio e tem feito isso regularmente desde então", diz a carta. "Não estamos falando de um verso ou dois errantes da Bíblia, mas sim de mais de 60 versos da Bíblia em três meses. São versos suficientes para tuitar todo o Livro de Judas. Duas vezes".

Enquanto a FFRF disse que não tem nenhum problema com as pessoas que lêem ou falam sobre a Bíblia, o grupo questiona que um membro do governo esteja promovendo "um livro religioso em detrimento dos outros" ou promovendo "a religião em detrimento da não-religião".

Enquanto isso se desenrola, os ativistas ateístas argumentam que isso representa uma violação da Cláusula de Estabelecimento da Constituição.

"Os funcionários do governo não podem endossar o cristianismo", diz a carta, argumentando que as postagens da conta de Rubio seriam um "discurso do governo".

"Ao associar seu título de governante a uma página de mídia social, você intimamente entrelaça sua posição oficial com as mensagens que você publica plataforma, criando a aparência do endosso oficial", acrescentou o documento.

Apesar da carta e de tantas argumentações da organização ateísta, não parece que Rubio esteja com planos de recuar, já que ele continuou a postar versículos da Bíblia em sua conta do Twitter esta semana.

Como já informado anteriormente, Rubio tem sido bem ativo em sua página do Twitter este ano e em muitas publicações, de fato ele tem citado versos bíblicos e diante das reclamações de alguns jornalistas e outros usuários da plataforma de mídia social, o senador foi claro:

"Eu não sei se as pessoas se ofendem ou não. Sem problemas. Mas o Twitter é uma coisa voluntária. Se você não gosta, não leia. Ou cancele a sua inscrição do meu feed do Twitter".

Fonte: Guiame

MEU COMENTÁRIO:

A internet é uma área livre e as redes sociais nem se falar. O quer não se deve nem se pode fazer é a ofensa pessoal a quem quer que seja, e infelizmente é o que mais se faz na internet, por que então essa implicância que a publicação de textos bíblicos?

Parabéns ao senador americano Marco Rubio (R-FL) por aproveitar a sua popularidade e seguidores para reverberar a Palavra de Deus.

Se fosse no exercício das suas atividades parlamentares, na tribuna do senado, ou em serviço, o assunto seria discutível, mas nas redes sociais, trata-se de um constrangimento inadequado.

A resposta não poderia ser a melhor:

"Se você não gosta, não leia. Ou cancele a sua inscrição do meu feed do Twitter"

Parabéns senador, continue dando testemunho da sua fé em Jesus Cristo!


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