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quarta-feira, 26 de abril de 2023

Jornalista da Globo bloqueia seguidor que contestou pauta LGBT com valores bíblicos



O jornalista Marcelo Cosme, que trabalha para a Globo News, fez uma publicação nas redes sociais defendendo a ideologia LGBT como uma forma de militância política. Ao receber um contraponto de um seguidor que enfatizou valores bíblicos, reagiu de forma intolerante anunciando o bloqueio do mesmo.


Marcelo Cosme é homossexual e vive em uma união civil com o médico Frankel Brandão. Na publicação feita no Instagram, o jornalista global afirmou que "ser bicha é um ato político", reproduzindo a frase do filósofo espanhol Paco Vidarte.

No restante da legenda, o jornalista repetiu um dos principais lemas da militância, dizendo que "o Brasil é o país que mais mata LGBT" e que emprestar "sua voz e sua cara" para o movimento seria uma forma de contribuir para o fim da violência e combater "o ódio".

Diante de todo esse discurso, um seguidor decidiu que faria um contraponto e terminou por suscitar a ira do jornalista militante: "Deus nos chamou para gerar frutos não para ser árvores infrutíferas", escreveu.

A reação de Marcelo Cosme foi imediata e intolerante: "Bloqueado!". A ideia de promover formas de combate ao "ódio" proposta ficou comprometida diante da falta de flexibilidade do ativista em conviver com o pensamento divergente no ambiente das redes sociais.

De acordo com informações do portal Pleno News, a decisão de bloquear o divergente e impedir o debate foi alvo de muitas críticas de outros seguidores do jornalista, que também recebeu manifestações de apoio por parte dos que concordam com sua visão de mundo.


Fonte: Pleno News

quinta-feira, 3 de março de 2022

Twitter suspende conta de deputada por criticar ‘homens que fingem ser mulheres’




"Os esportes femininos são para mulheres, não homens fingindo ser mulheres", disse a deputada.


Um membro republicano da Câmara dos Deputados dos EUA que está concorrendo ao Senado dos EUA este ano teve sua conta no Twitter suspensa porque expressou oposição a homens biológicos identificados como trans sendo autorizados a competir em esportes femininos.

A deputada Vicky Hartzler, do Missouri, foi suspensa na segunda-feira por postar um tweet dizendo: "Os esportes femininos são para mulheres, não homens fingindo ser mulheres".

Ela incluiu um anúncio criticando as políticas que permitem que homens biológicos transidentificados possam competir em esportes femininos, que estão em vigor nos níveis olímpico, universitário e em alguns níveis do ensino médio.

O gerente de campanha de Hartzler no Senado, Michael Hafner, postou uma captura de tela do aviso que Hartzler recebeu do Twitter explicando que o post violava as regras da plataforma sobre "conduta odiosa".

Hafner foi ao Twitter para chamar o site de mídia social de hipócrita, já que a conta no Twitter do presidente russo Vladimir Putin permanece ativa. Ele chamou as ações do Twitter de "o ápice da estupidez".

"Bom: psicopata assassino que invade a nação soberana causando morte e causando destruição", ele twittou na segunda-feira. "RUIM: [Membro do Comitê de Serviços Armados da Câmara e] congressista que diz que esportes femininos são para mulheres. INSANIDADE!"

De acordo com a política de "conduta odiosa" do Twitter, os usuários não podem "promover violência contra ou atacar diretamente ou ameaçar outras pessoas com base em raça, etnia, nacionalidade, casta, orientação sexual, gênero, identidade de gênero, afiliação religiosa, idade, deficiência, ou doença grave".

"Também não permitimos contas cujo objetivo principal seja incitar danos a outras pessoas com base nessas categorias", diz a política.

O Twitter argumenta que "pesquisas mostraram que alguns grupos de pessoas são desproporcionalmente alvos de abuso online". Esses grupos incluem "mulheres, pessoas de cor, lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, queer, intersexuais, indivíduos assexuais, comunidades marginalizadas e historicamente sub-representadas".

Embora o Twitter afirme proteger "uma gama diversificada de perspectivas", a plataforma está "comprometida em combater abusos motivados por ódio, preconceito ou intolerância, particularmente abusos que buscam silenciar as vozes daqueles que foram historicamente marginalizados".

O Twitter enviou um comunicado à Fox News afirmando que a conta de Hartzler pode ser restabelecida 12 horas após ela excluir o tweet em questão.

"O proprietário da conta precisará excluir o Tweet violador e passar 12 horas no modo somente leitura antes de recuperar o acesso total à sua conta", afirmou o Twitter.

"De acordo com essa política, proibimos direcionar outras pessoas com insultos repetidos, tropos ou outro conteúdo que pretenda desumanizar, degradar ou reforçar estereótipos negativos ou prejudiciais sobre uma categoria protegida. Isso inclui erros de gênero direcionados ou nomes mortos de indivíduos transgêneros".

Hartzler não tem planos de deletar o tweet, disse sua campanha à Associated Press na terça-feira.

A campanha classificou a suspensão como "vergonhosa, totalmente ridícula e um abuso horrível de censura por parte de grandes gigantes da tecnologia para reprimir a liberdade de expressão".

Em outubro passado, o congressista republicano Jim Banks, de Indiana, teve sua conta no Twitter temporariamente bloqueada depois de ligar para a secretária assistente de saúde dos EUA, Rachel Levine, que nasceu homem, mas atualmente se identifica como mulher.

Em resposta à punição, Banks postou um comunicado em sua conta no Instagram denunciando as ações do Twitter, dizendo que o site de mídia social estava censurando "uma verdade básica".

"Meu tweet foi uma declaração de fato. A Big Tech não precisa concordar comigo, mas não deveria poder me cancelar. Se eles me silenciarem, eles vão silenciar você" , afirmou.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

sábado, 24 de abril de 2021

Justiça manda youtuber excluir vídeo apoiando casamento tradicional

A youtuber colombiana Kika Nieto recebeu uma ordem judicial para excluir um vídeo em que ela apoia o casamento tradicional entre homem e mulher.

A influencer digital, que possui mais de sete milhões de inscritos em seu canal, entrou com um pedido ao Tribunal Constitucional da Colômbia para a anulação da ordem.

No vídeo de pergunta e resposta, publicado há três anos, Kika diz que em sua opinião o casamento é apenas entre homem e mulher, mas que respeita outras perspectivas. “Deus criou o homem e a mulher para que pudessem estar um com o outro. Não considero que homens ou mulheres estarem com o mesmo sexo seja bom, mas tolero isso”, afirmou.

Depois de receber a denúncia de uma ativista, o Tribunal Nacional exigiu que a youtuber retirasse o vídeo do ar.

“Todos devem ser livres para compartilhar suas crenças em público. Quero ser autêntica com meus seguidores sem ser censurada ou temer sanções criminais apenas por postar um vídeo. Não quero que os outros tenham medo de expressar suas crenças. Ao falar abertamente, espero inspirar mais tolerância em relação a diferentes opiniões”, afirmou Kika Nieto em comunicado compartilhado pela Aliança Internacional em Defesa pela Liberdade (ADF), nesta segunda-feira (19).

A ADF está apoiando o caso de Kika Nieto e ela é representada legalmente pela Nueva Democracia, uma organização colombiana que defende a liberdade de expressão e outros direitos fundamentais.

“Todos devem ser livres para expressar suas crenças e convicções de fé sem medo de censura. O direito de Nieto de expressar livremente suas opiniões e compartilhá-las publicamente é protegido pela Constituição colombiana”, disse o diretor da Nueva Democracia na América Latina e Caribe.

Caso o Tribunal Constitucional aceite o caso para uma análise mais profunda, a decisão judicial acontecerá no próximo mês.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post via Folha Gospel

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Igreja evangélica é invadida e destruída durante culto, no interior do Mato Grosso


Seis homens invadiram e quebraram a igreja Evangélica Assembleia de Deus Pentecostal “Caminho Reto”, em Juína

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus Pentecostal Caminho Reto, no município de Juína (800 km de Cuiabá, capital do Mato Grosso), teve seu culto invadido na noite de terça-feira (07) por seis homens que quebraram toda a igreja.

Segundo relatos do pastor e de alguns fiéis, feitos ao Juína News, após invadirem a igreja os homens provocaram o maior “quebra, quebra” nas paredes, lâmpadas e outros objetos.

O pastor contou que embora tenha os documentos da doação do terreno, como também a documentação da igreja, um dos rapazes que depredou a igreja, que o pastor afirma ser um empresário local, alegava ser o dono do terreno há 20 anos, porém não mostrou nenhum documento que comprovasse sua posse.

A igreja simples e de madeira foi construída com recursos da comunidade evangélica que faz parte da congregação. No momento da destruição, um pedaço de madeira quase atingiu uma das mulheres que se encontrava dentro da igreja, produzindo medo, humilhação e tristeza.

Culto de ensinamento bíblico

A ação violenta fez com que o pastor temesse pela vida dos demais fiéis, o que o fez cancelar o culto de ensinamento bíblico que estava sendo realizado. Ele conta que foi a forma que encontrou para garantir e resguardar a integridade física das pessoas, que também estavam no local para orar e louvar a Deus.

A polícia militar foi acionada e compareceu ao local, registrando os fatos e orientando o pastor a procurar a delegacia de polícia e registrar um boletim de ocorrências.

Ainda de acordo com relatos do pastor Carlos Augusto, antes de começar a pregação o empresário chegou com uma marreta e um pé de cabra e disse que, devido o pastor não ter dinheiro, ele quebraria tudo.

Horas antes, o rapaz havia dito que queimaria o prédio da igreja e em seguida iria passar uma máquina para limpar o terreno. À noite ele foi até a igreja com alguns homens e quebrou tudo.

Emocionado o pastor disse que ficou surpreso, pois não esperava uma reação como aquela, de um ser humano, uma vez que considera todos como irmãos.

‘Cenas de horror’

O membro da igreja José Fagundes De Oliveira, que mora próximo, falou que quando percebeu a invasão foi até o local e presenciou as “cenas de horror”, onde além dos homens que ajudavam o suspeito a quebrar toda a igreja, havia mais pessoas fora dando cobertura.

Segundo relatos, os invasores também demoliram a cantina que servia de recreação para as crianças da comunidade.

José Fagundes relatou que “os homens chegaram ao local em várias motocicletas e fizeram uma destruição total”.

Esposa do pastor, Neusa Silva também conversou com a reportagem, e disse que "estava triste e abalada pois nunca esperava uma situação desta em um templo religioso. No momento dos acontecimentos, ela estava com várias crianças na igreja, que foram retiradas do local, chorando".

Fonte: Guiame

ASSISTA AQUI

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Maior site pró-vida é banido de plataforma de vídeos permanentemente


O LifeSiteNews relatou o ocorrido na quarta-feira (10), revelando que perderam o acesso a mais de 300 mil seguidores de seu canal.

O site LifeSiteNews foi banido de uma plataforma de compartilhamento de vídeo e teve todos os seus vídeos pró-vida removidos. O portal relatou o ocorrido na quarta-feira (10) em seu site, revelando que eles perderam o acesso a mais de 300.000 seguidores de seu canal.

"O YouTube removeu completamente o canal LifeSiteNews. Este não é um banimento temporário; cada um de nossos vídeos foi embora completamente", escreveu a equipe do site. "Felizmente, temos backups de todos os nossos vídeos, mas isso significa que centenas de milhares de pessoas perderam o acesso ao nosso conteúdo revelador."

O breve artigo também direciona os seguidores ao Rumble, uma plataforma conservadora, para assistir aos vídeos da LifeSite lá.

Em janeiro, o site anunciou ter sido banido por duas semanas do YouTube, depois que publicaram vídeos sobre vacinas, que de acordo com a rede social violava as "diretrizes da comunidade" do YouTube.

“A partir desta manhã, LifeSiteNews recebeu um segundo golpe do YouTube, enquanto a Big Tech continua sua repressão às vozes conservadoras e cristãs”, disse o portal pró-vida.

"Desinformação médica"

Em novembro passado, o YouTube suspendeu o canal LifeSiteNews por uma semana depois que alegações de "desinformação médica" foram feitas contra um vídeo com comentários de um médico, de acordo com o The Blaze.

Mais tarde naquele mesmo mês, o YouTube suspendeu o site por causa de um vídeo intitulado "Tradições católicas do Natal para incutir fé em seus filhos". O vídeo também foi marcado com um selo de "desinformação médica" antes que o YouTube removesse o vídeo.

Um porta-voz do Google, a empresa dona do YouTube, disse ao The Blaze que o canal LifeSiteNews foi fechado por repetidas violações da política de desinformação Covid-19 da empresa. Qualquer conteúdo que promova métodos de prevenção que difira das informações fornecidas pelas autoridades de saúde locais ou pela OMS é proibido.

"Qualquer canal que violar nossa política de desinformação Covid-19 receberá um aviso, que restringe temporariamente o envio ou transmissão ao vivo. Os canais que receberem três avisos no mesmo período de 90 dias serão removidos permanentemente do YouTube", disse o porta-voz.

Em uma declaração à CBN News, a diretora de marketing da LifeSite, Rebekah Roberts, disse: "A verdade é que já estávamos prevendo isso há algum tempo. O YouTube e outros titãs da tecnologia simplesmente não estão interessados ​​em permitir que alguém discorde de seu liberal aprovado pelo estado, ideologia totalitária. Felizmente, já tomamos medidas preventivas para garantir que a verdade continue a chegar aos ouvidos daqueles que mais precisam dela nestes tempos ditatoriais. Estamos ativos em várias outras plataformas, como Gab, Telegram e Rumble e incentive outros a se juntarem a nós lá."

Fonte: Guiame

domingo, 24 de maio de 2020

Pai muçulmano queima filha por se tornar cristã em Uganda


Uma jovem de 25 anos foi queimada pelo próprio pai, depois que ele descobriu sua conversão ao cristianismo.


Rehema Kyomuhendo, 25 anos, estava no leste de Uganda quando ouviu falar sobre Cristo pela primeira vez, por meio de uma estação de rádio. Na ocasião, ela acompanhava seu pai, um sheik muçulmano, em uma viagem de negócios distrito de Mbale.

Eles estavam hospedados na casa de sua tia na vila de Nawuyo, em 4 de maio, quando às 22 horas Rehema telefonou para uma amiga de seu pai, que ela sabia ser cristã.

"Ela me explicou sobre Cristo e o caminho da salvação e eu aceitei Jesus como meu Senhor e Salvador", disse Rehema ao site Morning Star News. "Como ela estava compartilhando Cristo comigo, eu fiquei muito feliz e meu pai ouviu minha alegria e acordou. Ele saiu furiosamente do quarto e começou a me bater com socos, tapas e pontapés".

Seu pai, o sheik Hussein Byaruhanga Husain, do distrito de Mbarara, acordou a gritos sua irmã de 45 anos que estava dormindo em outro quarto, dizendo que sua filha havia se convertido ao cristianismo e que iria matá-la.

Ele então arrebentou um galão, colocou fogo no combustível restante e começou a queimar sua própria filha. Rehema gritou por socorro e sua tia tentou protegê-la.

"Ela levou Rehema para fora da sala junto com um vizinho cristão que chegou", disse uma fonte próxima a jovem. "O vizinho arranjou um táxi que a levou a um hospital e ela recebeu tratamento imediato".

Rehema deve continuar internada no Hospital de Mbale por mais de um mês com queimaduras graves no estômago, na região das costelas, perto do pescoço e em parte das costas, disse a fonte.

"Por favor, ore pela Rehema, para que ela tenha uma recuperação rápida no hospital", pediu.

Rehema e o vizinho não denunciaram o ataque à polícia por temer que seu pai tentasse matá-la, disse ele.

Os casos de perseguição aos cristãos são frequentes no país africano, apesar da Constituição de Uganda prever a liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a fé e se converter a outra religião.

Fonte: Guiame

domingo, 16 de junho de 2019

Menino é morto por não querer se vestir de menina

Caso aconteceu no México e vizinhos revelaram que a criança já apanhou com um martelo

Um crime semelhante ao que ocorreu a Rhuan Maycon aconteceu na cidade de Guanajuato, no México. Um menino de 7 anos, identificado como Karol Ramón, foi morto pela mãe e por sua parceira porque ele não queria se vestir como menina.
O caso aconteceu em março, mas só agora tomou conhecimento público, como noticiou o portal mexicano Televisa News. O casal de lésbicas maltratava o menor constantemente e lhe deram golpes no estômago e na cabeça após sua recusa.
A mãe levou a criança a um hospital comunitário, mas ele já chegou morto ao local. Na autópsia, os médicos encontraram vários sinais de maus tratos, como hematomas, cicatrizes de queimaduras de cigarro e de golpes com objetos pesados.
Vizinhos revelaram à polícia que o menino apanhava de cinto e chicote. Em determinado momento, as mulheres já bateram com um martelo e até atiraram uma cadeira contra a criança, que passava dias sem comer.
Um juiz determinou uma prisão preventiva de quatro meses contra a mãe. A companheira ainda está foragida.
Fonte: Pleno News

sábado, 15 de junho de 2019

Governado pela lei islâmica, Irã continuará executando homossexuais, diz ministro

A execução pública de homossexuais no Irã, país que vive uma teocracia baseada no islamismo, continuará ocorrendo, afirmou o ministro das Relações Exteriores do país.
Mohammad Javad Zarif reiterou a lei que determina a execução de homossexuais no país, e aproveitou para enfatizar sua oposição Israel e aos Estados Unidos após ser questionado pelo jornalista Paul Ronzheimer, da revista Bild.
De acordo com uma publicação de Ronzheimer no Twitter, a resposta de Zarif foi:
"Nossa sociedade tem princípios morais e de acordo com esses princípios. Esses são princípios morais relativos ao comportamento das pessoas em geral. E isso porque a lei é mantida e você obedece às leis".
Richard Grenell, embaixador dos EUA na Alemanha, declarou ao Jerusalem Post na última segunda-feira, 10 de junho, que o Irã age de forma bárbara:
"A Declaração de Direitos Humanos da ONU deixa claro que essas respostas do regime iraniano estão violando os princípios básicos da ONU. Os membros da ONU devem concordar com a Declaração para serem membros. Criminalizar a homossexualidade viola a Declaração, pura e simplesmente".
Volker Beck, um político do Partido Verde alemão e ativista LGBT, também criticou o governo iraniano:
"Zarif deixa claro o que o Irã defende: o desprezo pelos direitos humanos de homossexuais, mulheres e minorias religiosas".
Beck, que também é professor do Centro de Estudos em Ciências Religiosas (CERES) da Universidade de Ruhr, em Bochum, acrescentou que os apoiadores dos mulás sabem o que eles representam, e acrescentou que "o enforcamento e apedrejamento de homossexuais é considerado um princípio moral pelos islamistas em Teerã".
Recentemente, o regime clerical do Irã enforcou publicamente um homem com base em uma lei islâmica anti homossexuais. O homem não identificado foi enforcado na cidade de Kazeroon, no sudoeste do país, no dia 10 de janeiro.
De acordo com um boletim do WikiLeaks de 2008, o regime do Irã executou "entre quatro e seis mil gays e lésbicas" desde a Revolução Islâmica em 1979. Em 2016, o governo iraniano havia executado um adolescente gay – a primeira execução confirmada – de alguém condenado como jovem na República Islâmica.
Fonte: Gospel+

sábado, 8 de setembro de 2018

Intolerância: Pabllo Vittar rompe parceria após dono de marca de calçados declarar voto em Bolsonaro

A movimentação foi o início de uma enxurrada de questionamentos sobre a postura da marca.

Na última sexta (31), o catarinense Victor Vicenzza, dono da marca de sapatos com o mesmo nome, decidiu seguir o candidato Jair Messias Bolsonaro no Instagram. Além disso, curtiu um post do candidato à presidência da república. A movimentação foi o início de uma enxurrada de questionamentos sobre a postura da marca. 
O motivo: entre suas principais modelos figura o cantor drag queen Pabllo Vittar que usou itens da coleção de Vicenzza em trabalhos de divulgação recentes.
Com a repercussão, Vicenzza lançou, neste sábado (1), um pronunciamento no qual declara total apoio ao candidato (veja o texto na íntegra no fim da reportagem). "Na minha opinião, não considero o Bolsonaro homofóbico. Por isso, não vejo conflito em ter a Pabllo Vittar como garoto-propaganda", disse em entrevista à VEJA SÃO PAULO. Ele conta que escolheu o candidato por "prezar pela honestidade". Também disse que seus melhores amigos são gays.-
Após a repercussão do caso, o artista anunciou por meio de pronunciamento nas redes sociais que não trabalharia mais com a marca de Vicenzza.
Ele, por outro lado, se diz chateado com a situação. "Você não espera que as pessoas que você apoiou virem seus inimigos do nada. Estou abalado", comentou. O empresário diz que tentou contato com o cantor por WhatsApp desde ontem, mas não obteve resposta.
Também diz ter sido bloqueado por ela no Instagram. "O mais doloroso é que nunca cobrei um par de sapatos", disse. As peças custam entre 250 e 500 reais. Ele conta que se conheceram após Pabllo ter comprado um de seus produtos. A partir dai, afirma ter enviado pares para o cantor.
Nos comentários, o empresário é acusado de apoiar a causa LGBTQ apenas para lucrar. "Somos apenas uma marca que oferece produtos para eles", disse.
A empresa costuma oferecer saltos em tamanhos grandes, justamente para atingir esse público. Nas peças publicitárias divulgadas na rede social da marca, há mensagens de empoderamento feminino e respeito à diversidade. Com a repercussão, ele diz que fará outros posts, dessa vez, a favor de seu candidato.

domingo, 20 de maio de 2018

Professora é forçada a trocar de roupa após usar camiseta com a frase “apenas ore”


A professora Chris Burrell foi advertida pela diretoria da escola por carregar uma mensagem de fé em sua peça de roupa.

A professora de uma escola pública do Alabama, nos Estados Unidos, teve que voltar para casa por usar uma camiseta com as palavras "apenas ore" na sala de aula.

Chris Burrell explicou que estava usando a camiseta na escola para apoiar a estudante Aubreigh Nicholas, de 11 anos. A peça é parte de uma campanha de arrecadação de fundos para a garota que foi diagnosticada com um tumor cerebral raro.

A Superintendente das Escolas Públicas do Condado de Mobile, Martha Peek, alegou que o diretor da escola estava apenas seguindo o protocolo. A política da escola impede que professores e alunos usem qualquer item que reflita suas crenças.

"Na parte que mostra a palavra 'orar', o diretor disse que você pode colocar um suéter ou algo assim, sabendo que há outras pessoas que se opõem a isso. Temos que estar cientes das crenças de todos e dos pensamentos em uma escola pública", disse Peek à emissora WALA-TV.

Em uma postagem no Facebook, a professora Chris escreveu:

"Eu não pensei duas vezes sobre isso. Eu não estava tentando promover uma religião, era apenas uma segunda-feira para eu me sentir bem".

A postagem foi compartilhada mais de 800 vezes antes de ser removida, e muitas pessoas fizeram comentários defendendo Chris.

Na época, o diretor não percebeu que a camiseta fazia parte do apoio ao Exército de Aubreigh. "Estamos a apoiando totalmente, acho que essa foi apenas uma conexão infeliz, mas ainda assim o diretor teria que exercer seu julgamento", disse Peek.

Nenhuma ação disciplinar foi tomada contra a professora, além do pedido do diretor para mudar trocar de roupa.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

A superação do racismo também é coisa de evangélicos


A onda de intolerância que inundou o Brasil nestes últimos tempos trouxe à tona, mais uma vez, uma de suas formas cruéis: o racismo. Ele sempre se fez presente no País na composição cultural da pirâmide social, no simbolismo da existência de "elevador social" e "elevador de serviço" nos edifícios, na abordagem de “suspeitos” por policiais e seguranças privados, nos números que refletem o quadro socioeconômico, na violência contra religiões de matriz africana, entre outras situações.

Estas práticas sociais foram historicamente camufladas sob a ideologia da "democracia racial". Com ela, comumente vem a frase ouvida e lida entre nós: "Não existe racismo no Brasil".

A noção de raça, construída para justificar a desigualdade e a exploração da África e da Ásia pelos europeus, foi demolida com o desenvolvimento do Projeto do Genoma Humano nos EUA no fim do século XX. Os resultados mostraram que as diferenças genéticas entre negro e um branco não existem. Nesse sentido, o conceito de raça pode ser aplicado a animais não racionais, mas não aos humanos. Entre homens e mulheres, só há uma raça, a humana.

No Brasil, esta constatação só fez consolidar progressos sociais em curso na superação do racismo. Da Lei Afonso Arinos (1390/51), que proibia a discriminação racial, à "Lei Caó", 7716/89, do deputado Carlos Alberto Caó Oliveira dos Santos, houve significativo avanço, alavancado pela Constituição Cidadã de 1988. Foram tipificados os crimes decorrentes de preconceito e discriminação de cor e estabelecida pena de prisão ao crime de racismo.

O que chama a atenção agora é que o racismo tem se revelado forte e mais visibilizado, em especial pelas mídias. O último caso evidente, o do jornalista William Waack, que pronunciou o dito popular "é coisa de preto" para condenar uma atitude alheia, é bem emblemático. Largamente criticado, suspenso das suas atividades na tela da tevê, recebeu ampla defesa pública com os argumentos "apenas brincou", "uma fala infeliz", "não teve a intenção de ofender".

Importa lembrar que qualquer ideologia se naturaliza pela linguagem e, mais, o que dizemos ou escrevemos é a externalização de nós mesmos. Não existe "fala sem intenção", piada ou brincadeira que não seja a expressão das noções e valores que são significados da nossa vida e da nossa visão de mundo. O que dizemos ou escrevemos é o espelho do que nós acreditamos e somos. Como bem diz Jesus de Nazaré, nos registros da Bíblia cristã: "Porque a boca fala do que está cheio o coração" (Mateus 12.34).

Estamos próximos do 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, data que exalta e recupera a resistência e a luta da população negra no Brasil. Uma oportunidade de reflexão sobre este tempo que demanda, cada vez mais, a superação de toda intolerância.

Nesse sentido, presto aqui minha homenagem aos evangélicos negros do Brasil, que têm baseado sua fé no Deus que fez os seres humanos, com cores distintas, à sua imagem e semelhança. São fiéis que empenham suas vidas na resistência contra o racismo e na luta por justiça e igualdade, inclusive dentro das próprias igrejas, e nos ensinam e inspiram.

Destaco na Igreja Metodista o pastor Antônio Olímpio de Sant’Ana, fundador da Comissão Ecumênica Nacional de Combate ao Racismo (CENACORA), nos anos 1980. A leiga Marilia Schuller, que serviu por 14 anos nos projetos de superação do racismo do Conselho Mundial de Igrejas, e segue em atuação. O pastor Melchias Silva, com o projeto Atitude Afro, e a busca de justiça para população negra dentro e fora das igrejas. O pastor Welinton Pereira da Silva e seu engajamento em processos de inclusão social. As leigas Diná da Silva Branchini, Keila Guimarães e Maria da Fé Vianna, em seus esforços por ações afirmativas. As pastoras Maria do Carmo Kaká Lima e Lídia Maria de Lima, empenhadas no fazer teológico sob o olhar da mulher negra.

Da tradição Batista recordo o pastor Marco Davi de Oliveira, liderança do Movimento Negro Evangélico, autor do livro "A religião mais negra do Brasil: Por que os negros fazem opção pelo pentecostalismo". Sua parceira e esposa Nilza Valéria Zacarias, jornalista que atua na Frente Evangélica pelo Estado de Direito, ao lado do pastor Ariovaldo Ramos, também disseminador da causa negra entre evangélicos. O jovem pastor Henrique Vieira, ativista na política institucional e nas mídias alternativas, com ações e apelos pela igualdade e a justiça. O teólogo Ronilso Pacheco, ativista social e autor do livro "Ocupar, Resistir, Subverter: igreja e teologia em tempos de violência, racismo e opressão" (Editora Novos Diálogos).

Entre presbiterianos, há nomes históricos, como o pastor Jovelino Ramos, perseguido pela ditadura e exilado em 1968, e o pastor Joaquim Beato, incansável propagador da busca por igualdade racial dentro das próprias igrejas. Entre os mais jovens está o pastor Eduardo Dutra, ativista do movimento negro evangélico.

Estes certamente representam outros tantos e a lista iria mais além. Vocês, leitores, podem completá-la. A paz e a justiça agradecem.

Publicado em CartaCapital via Notícias Cristãs

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