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quinta-feira, 16 de março de 2023

Pastora Gerusa Gondim conta que se desviou na faculdade e é refutada por apologeta



A pastora Geruza Gondim, esposa do famoso pastor Ricardo Gondim, deu uma entrevista onde conta que deixou de crer na literalidade dos textos bíblico quando ingressou em uma faculdade.

"Eu era fundamentalista, eu acreditava na literalidade da Bíblia, eu ainda acreditava em 2003 nestes versículos literalmente (…) e foi ai (em 2023 quando entrou na especialização) eu me converti ao antiliteralismo".

O pastor e apologeta Martines gravou um vídeo analisando a fala da pastora e combatendo sua fala dentro de um estudo profundo sobre a religião e o ambiente acadêmico.

Para ele, Geruza foi para a batalha na universidade sem as armas necessárias, ou seja, sem conhecimento bíblico e preparo teológico abraçou o ceticismo e a teologia liberal.

Pensando ter crescido na fé e no amadurecimento bíblico, Geruza, na verdade, abandonou a fé genuína e caiu da graça.

Fonte: BG


Assista aqui:


sábado, 3 de abril de 2021

CENSURA: O monopólio das "big tech's" é que está decidindo o que se pode ou não falar - VEJA AQUI



Tem sido uma prática comum nos últimos tempos, a perseguição das chamadas "big tech's", contra os movimentos conservadores.

Aqueles que discriminam e ofendem os conservadores não sofrem qualquer sanção, mesmo com denúncia efetuada, já os conservadores estão sendo punidos no mundo inteiro, quando publicam qualquer conteúdo que contrarie o pensamento de relativistas e liberais, ou exerçam o seu direito da liberdade de expressão.

Já existe vários casos de mensagens em cultos, cujo teor contrariou pessoas, e por uma simples denúncia, retiram o post e ou vídeo, sem qualquer explicação, sob a alegação de que a publicação não está dentro dos padrões da comunidade.

Um caso típico dessa perseguição aconteceu no dia de ontem - 02.04.2021, quando uma live estava sendo transmitida pelo Facebook acompanhe abaixo:

Live da APEBE com Roberto Jefferson com 50.000 vizualizações é deletada pelo Facebook


A APEBE - Associação pró Evangélicos do Brasil e Exterior, realizou no dia de ontem - 02.04.2021, uma live com a participação, do Dr. Roberto Jefferson -  Presidente Nacional do PTB, e já contava com mais de 1.100 compartilhamentos e cerca de 50.000 vizualizações, quando ao termino foi deletada pela Rede Social Facebook.

O Dr. Pr. Geziel de Oliveira, presidente internacional da APEBE, assim se manifestou nas redes sociais:

"Inacreditável, nossa live de hoje com o Deputado Roberto Jefferson, que terminou com mais de 50 mil visualizações e mais de 1100 compartilhamentos foi retirada do ar sumária e imediatamente após a conclusão, sem nos dar chance nenhum de contestação. Agora me diga se não estamos sofrendo uma censura?

Você enviou Hoje às 12:30

Qualquer conteúdo conservador que esteja em crescente visibilidade nas redes sociais é imediatamente derrubado.
Você enviou Hoje às 12:30
Alegando que contrária os "padrões da comunidade" inacreditável esse nível de censura. Certamente foi por causa das verdades que o Roberto Jeferson falou contra o STF - Já estávamos com mais de 50 mil visualizações e 1100 compartilhamentos - Meus queridos amigos e irmãos, estamos vivendo uma terrível perseguição ao sistema, antes era de forma velada, mas agora a perseguição é declarada", afirmou o presidente da APEBE e âncora da live.
Você enviou Hoje às 12:31
O Facebook se limitou a publicar a mensagem abaixo:


Mais tarde, após recurso administrativo apresentado pela APEBE, a live foi liberada, porém, com a seguinte observação":


Qualquer denúncia efetuada contra um post, live ou até mensagens pregadas que contrariem os liberais, e ou defendam princípios conservadores, como família, aborto, casamento e outros, estão sofrendo sanções irreparáveis.

As "big tech's" a sociedade como "gado" para suas redes sociais e, agora eles decidem o que se pode ou não falar.

É necessário um movimento, liderado por quem tenha aporte financeiro para isso, e entenda ser importante agregar a todos democraticamente, sem censura.

Oremos!

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Grupo de pastores e ativistas lançam bancada evangélica socialista - COMENTO A NOTÍCIA


Um grupo de lideranças evangélicas com viés socialista lançou no começo de julho a Bancada Evangélica Popular (BEP), um movimento político que quer desassociar os evangélicos da imagem de conservadores.

"Nosso setor evangélico tem participado de forma negativa na política, com lideranças e um projeto de poder que não combinam com os valores do evangelho. Ferem a laicidade do Estado, cultivam a cultura do ódio e prejudicam a luta por justiça social", disse o grupo em uma publicação em 14 de julho.

Entre os fundadores da Bancada Evangélica Popular – todos do estado de São Paulo – estão pastores e ativistas evangélicos ligados a movimentos de esquerda, como a Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, o Coletivo Inadequados e o Evangélicas Pela Igualdade de Gênero. Eles fazem parte de igrejas protestantes como a Comunidade Cristã na Zona Leste (CCZL), a Igreja Metodista da Luz e a Igreja da Garagem.

O plano da BEP é intervir diretamente na política, entrando em partidos e elegendo nomes de sua escolha. "É nosso propósito ocupar as câmaras e assembleias com uma bancada evangélica popular, que lute e defenda os direitos de nosso povo", anuncia o grupo. "À luz da palavra de Deus, queremos promover políticas públicas concretas que cessem com a desigualdade social e promovam justiça, paz e dignidade para todas e todos."

Viés socialista é proclamado às claras

Embora em alguns momentos a Bancada Evangélica Popular se apresente como mera alternativa ao que denomina "cultura do ódio" dos políticos evangélicos que hoje exercem mandatos no Brasil, o movimento não deixa de proclamar às claras seu viés socialista. Em vários momentos, apresenta visões bem próximas às do marxismo clássico, como o rechaço aberto ao capitalismo.

O pastor Ariovaldo Ramos, que no ano passado publicou uma carta em apoio ao ex-presidente Lula, é um dos idealizadores da BEP. Em transmissão ao vivo no Facebook para lançar o movimento, em 5 de julho, Ramos disse que "a fé cristã sempre foi socialista" e que é inevitável que a Bancada Evangélica Popular atue somente com partidos que tenham o socialismo como bandeira. "Nós temos um projeto socialista, que é o projeto cristão", disse o pastor.

Entre as bandeiras da BEP, Ramos mencionou a luta pelo meio ambiente, pela igualdade de gênero, pela "igualdade entre todos os seres humanos", o antirracismo e o fim do capitalismo "como um sistema feroz, selvagem, que premia a acumulação e que estabelece a exclusão de seres humanos".

Samuel Oliveira, ativista e membro da Comunidade Cristã na Zona Leste (CCZL), tem sido o principal porta-voz do movimento. Em um vídeo recente do movimento Jornalistas Livres, ele afirmou que a BEP se pretende como um contraponto ao "[...] setor mais conservador, e totalmente entregue, vendido e comprado pelo sistema financeiro, pelo capital e por toda uma elite, uma classe dominante, que usa da sua suposta identidade evangélica para poder conduzir as massas do nosso povo evangélico".

Progressismo nos costumes também faz parte do ideário da Bancada Evangélica Popular

"Paz e bem a todos, todas e todos" (sic), diz a BEP na legenda de apresentação do vídeo de lançamento da iniciativa. A adesão à ideologia de gênero é frequente nos conteúdos publicados pelo movimento.

A simpatia por bandeiras caras aos movimentos progressistas contemporâneos, como a ideologia de gênero e as causas LGBT, também fica clara nas falas dos membros e nos comunicados publicados pela BEP. "A igreja evangélica passa uma mensagem muito ruim desde alguns anos para o país, dando a impressão de que nós somos um povo reacionário, pró-capitalista e repleto de fobias. Isso não é verdade", afirmou o pastor Ariovaldo.

No manifesto publicado em seu site, a BEP diz que quer cuidar "de todos os oprimidos e oprimidas por esse sistema que tem ceifado as vidas dos pobres, e principalmente das mulheres, dos negros, dos LGBTs, dos estrangeiros, dos indígenas, e de todos aqueles e aquelas por quem nosso Cristo, pela graça maravilhosa, entregou sua vida na cruz".

Por enquanto, mesmo com a participação de pastores conhecidos em alguns meios evangélicos, a BEP ainda engatinha em apoio popular: sua página no Facebook, espaço virtual onde o movimento foi lançado, tinha cerca de 500 curtidas até a publicação da reportagem.

Fonte: Gazeta do Povo


MEU COMENTÁRIO

A notícia está reverberada na íntegra, até porque tem tudo a ver com a comunidade da nação brasileira.

Como eles mesmos dizem, a intenção é contrapor o pensamento conservador evangélico, baseado nas sagradas escrituras, bem como na cultura judaico-cristã.

É um grupo ainda minoritário, mas que procura um "lugar ao sol" para galgar o crescimento necessário, no sentido de impor no meio cristão, seu pensamento socialista e liberalista, a partir de uma interpretação própria e conveniente da Bíblia Sagrada.

É lógico que eles sabem que são minoria ainda inexpressiva, mas a atitude tira qualquer inibição e começa minar as bases do cristianismo, com uma nova leitura e roupagem, no afã de nos dividir, a partir principalmente da juventude.

Portanto é necessário que evangélicos de maneira geral, não somente intercedam, que é o principal, mas também se mobilizem no sentido de que cada dia mais possa dar razão e consolidação.

Até então, "evangélicos" que pensavam de forma escandalosa e diferente, não se arvoravam em tentar "reinventar a roda", apenas diziam que "não eram mais evangélicos" mas agora, orientados pela esquerda já o fazem sem qualquer pudor.

É o fim dos tempos.

Oremos!

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Bispo católico prega biblicamente contra o liberalismo moral na igreja


Durante missa o Bispo foi incisivo ao alertar os fiéis, afirmando que a igreja católica está vivendo momentos difíceis, e que é preciso mudar muita coisa.
O padre afirmou “relação entre pessoas do mesmo sexo para muitos católicos é normal, trocaram a verdade pela mentira”.

Em toda a missa o padre fez várias afirmações dizendo que muitos católicos tem se calado diante de situações importante da sociedade, e se envergonhado da verdade.
O bispo faz duras revelações para o público católico, alertando para os perigos da permissividade.

O vídeo na internet contém um título preconceituoso: "Padre pregando contra a idolatria católica", afinal nada fala a respeito de idolatria, mas de liberalismo e relativismo moral.

Essa mesma palavra também serve para muitos evangélicos, infelizmente. Muito embora eu seja pastor, não vou discordar da palavra do bispo, só porque ele é católico.

Oremos e vigiemos.

ASSISTA AQUI

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

A França na prática legalizou a pedofilia




Idade limite para consentimento sexual no França era de 15 anos, mas parlamento francês retirou limite, devendo agora a justiça analisar cada caso

A França é o primeiro país do Ocidente a, na prática, legalizar a pedofilia.

A idade legal de maioridade sexual na França era até então de 15 anos, conforme estabelecia os artigos 227-25 e 227-22-1 do Código Penal francês, que previa pena de cinco anos de prisão e multa de 75 mil euros para quem infringisse essa norma.

Entretanto, um novo projeto de lei apresentado pelo governo francês ano passado e aprovado em 2 de agosto anulou, na prática, qualquer idade mínima para o consentimento sexual.


Em todo o Ocidente, essa idade limite varia de 14 a 18 anos conforme o país. A França abriu um precedente que está sendo visto por militantes como justificativa para forçar o mesmo sobre outros países da Europa.
Em novembro do ano passado, a ministra da Justiça francesa, Nicole Belloubet, já havia dito sobre a proposta em discussão que, para ela, a idade de 13 anos poderia ser considerada "um limite razoável".

Disse ela: "Treze é um limite concebível para a próxima legislação, mas com a ressalva de que os juízes deveriam ser capazes de decidir se alguém tem idade suficiente para dar consentimento em situações particulares", segundo matéria do site Breitbart.

No final das contas, a idade mínima foi retirada, provocando reações de entidades de proteção a menores.
Segundo matéria do jornal "Le Figaro" de 3 de agosto sobre o assunto, a decisão foi "uma decepção para a maioria das associações de assistência infantil, que exigia que qualquer relação sexual com uma criança fosse considerada estupro, sem que a vítima tenha que provar 'violência, ameaça, coação ou surpresa'".
Segundo o jornal francês, "vários grupos, incluindo o Conselho Francês de Associações pelos Direitos da Criança, emitiram uma declaração para expressar sua 'indignação' pelo abandono 'do que deveria ser a medida principal do projeto de lei'. A presidente da Memória Traumática e Vitimologia, Muriel Salmona, evocou 'uma traição' do governo francês".
O jornal ainda lembra que esse projeto foi apresentado pelo governo francês ao parlamento "na sequência de duas decisões judiciais" tomadas "em setembro e novembro de 2017", quando "dois homens, com idades entre 28 e 30 anos, escaparam da acusação de estupro após terem sexo com meninas de 11 anos de idade".

No começo, se discutia baixar o limite de 15 para 13 ou até 12 anos, mas o texto final acabou não estabelecendo o limite, "deixando, portanto, ao juiz grande parte da interpretação".

Como frisam as instituições de defesa de menores na França, trata-se de "uma medida inútil", até por causa "da dificuldade de os policiais ou magistrados questionarem uma criança sobre seu consentimento". Na verdade, em tais casos, a ideia de consentimento nem deveria ser discutida.

Fonte: CPAD News

terça-feira, 3 de abril de 2018

Líder anglicano questiona a ressurreição de Cristo, revelando como as igrejas estão afetada pelo liberalismo teológico

Mais de dois mil anos se passaram, centenas de estudiosos, críticos dos mais diversos e de todas às áreas do conhecimento humano tentaram por séculos apresentar provas de que a ressurreição de Jesus Cristo não aconteceu. A maior prova de todas, inquestionável do ponto de vista lógico, seria o corpo do Messias no túmulo onde foi posto. Todavia, o túmulo está vazio!
Quem sabe, o relato histórico de testemunhas que teriam visto os discípulos de Cristo armando um complô para resgatar do túmulo e fazer desaparecer o corpo do seu Mestre servisse como indício contrário à ressurreição. Entretanto, também não há relato algum nesse sentido. Pelo contrário, os registros históricos, de fontes bíblicas e extrabíblicas apontam, todos eles, que Jesus de Nazaré, de fato, ressuscitou.
Até hoje, nem mesmo os ateus mais ferrenhos, dispondo de aparatos tecnológicos e outras fontes de pesquisa histórica recentes, não são capazes de afirmar com 100% de convicção que Jesus Cristo não ressuscitou. Um dos nomes mais notáveis que tentou enveredar por esse caminho foi Lee Strobel, cujo filme "Em Defesa de Cristo", inspirado no livro "Em Defesa da Graça", conta a história do ex-ateu que tentou comprovar que a ressurreição não aconteceu. Ao se deparar com as evidências contrárias à sua tese, Strobel então se converteu e hoje é considerado um dos grandes nomes da apologética cristã.
O mesmo pode ser dito de Josh McDowell, autor das obras "Evidências que Exigem um Veredito", livros onde o autor expõe de forma exaustiva inúmeras evidências comprobatórias da ressurreição de Jesus Cristo, sendo seu trabalho uma referência não apenas para a teologia cristã, como para os céticos que desejam se confrontar com a Verdade acerca dos evangelhos.
Os autores citados acima são apenas dois, das centenas de exemplos de pesquisadores e renomados cientistas das mais diversas áreas que, tanto no passado, como atualmente, confirmam os relatos bíblicos da ressurreição sem pestanejar, não só pela perspectiva da fé, mas também da ciência. Sim, Jesus Cristo está vivo!

As consequências do liberalismo teológico na igreja, reveladas por John Davies

Contrariando a certeza da ressurreição, John Davies, arcebispo da Igreja Anglicana do país de Gales, disse para a sua comunidade na ocasião da última Páscoa que não sabe se Jesus Cristo realmente ressuscitou. "Eu francamente não acho que nenhum de nós realmente saiba o que aconteceu", disse ele, segundo o Daily Mail, para ser logo em seguida acusado de “semear confusão” na igreja.
Para Davies, é "terrivelmente difícil" acreditar na ressurreição corpórea de Cristo. Ele apela para sua própria capacidade intelectual, como se Deus, sendo onipotente, não pudesse transcender a capacidade humana de compreensão diante do seu poder. Ao que parece, Davies prefere ouvir teólogos liberais e suas interpretações filosóficas do que os relatos da própria Bíblia.
Assim, ele afirma que a ressurreição disse respeito "sobre algo muito maior que um corpo morto voltando à vida. É a completa renovação do ser de Cristo", sugerindo uma interpretação comportamental e psicológica dos relatos bíblicos. Davies cita e repete o erro do falecido bispo David Jenkins, também da Igreja Anglicana, acusado de blasfêmia por questionar a natureza física da ressurreição quando a descreveu como "um truque de conjuração com ossos".
A afirmação de Davies serviu para demonstrar o quanto algumas igrejas que abraçaram a teologia liberal estão sofrendo as consequências dessa apostasia, como pelo esfriamento da fé, grande número de divórcios, adultério, vícios e relativismos radicais que desconsideram o ensino bíblico como fonte de autoridade revelada por Deus para a humanidade.
Segundo uma pesquisa feita pelo estudioso Ed Stetzer, as igrejas liberais devem desaparecer dentro de 25 anos em consequência do esfriamento da fé de seus membros. Um novo antropocentrismo velado, promovido por líderes que adotam da Bíblia o que desejam, descartando o que não aceitam pela "dureza de seus corações". Que acreditam em um Jesus histórico, mas destituído de divindade, enxergando-o, muitas vezes, como um personagem político e não como a encarnação de Deus.
"Ao longo das últimas décadas, as denominações protestantes tradicionais abandonaram doutrinas centrais que passaram a ser consideradas 'ofensivas' para a cultura. Ou seja, que Jesus literalmente morreu por nossos pecados e ressuscitou dos mortos, a Bíblia é autoridade e a necessidade de conversão pessoal", explicou Stetzer.
Fonte: Gospel+
MEU COMENTÁRIO:
Esse é o final do liberalismo teológico nas Igrejas. Não começa assim, mas com pequenas coisas aparentemente inofensivas à vida cristã e ao ministério pastoral, mas ao final esse é o resultado, a descrença total.
Vejamos o que diz a Palavra de Deus:
"Ora, se está sendo pregado que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como alguns de vocês estão dizendo que não existe ressurreição dos mortos? Se não há ressurreição dos mortos, então nem mesmo Cristo ressuscitou; e, se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm." - 1 Coríntios 15:12-14
Em outras palavras, o que esse arcebispo está pregando? Evangelho sem ressurreição não é evangelho. Se ele não tem fé para isso, portanto não tem fé para mais nada, nem para ser cristão, nem para pregar, nem para ser pastor, bispo, arcebispo ou qualquer coisa mais. No meu entender, do ponto de vista espiritual ele está pior do que os que ainda não deixaram o mundo.
Oremos por ele!

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Pastores evangélicos assinam manifesto em favor de Lula - VEJA AQUI


Ala de líderes religiosos liberais, tanto da Igreja evangélica, como da Católica, se manifestam a favor do ex presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva.

Se utilizando do texto bíblico: Antes corra o juízo como as águas, e a justiça como ribeiro perene” (AMÓS 5:24), eles iniciam o preâmbulo de um manifesto encaminhado ao EXMO. SR. DR. DESEMBARGADOR CARLOS EDUARDO THOMPSON FLORES LENZ  PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA QUARTA REGIÃO.

Não é difícil analisar pelas suas matizes religiosas, que a maior parte deles já é liberal "de carteirinha", nos principais temas que confrontam com a ortodoxia bíblica,  principalmente nas questões que envolvem a família tradicional,, sexo, etc...

Lula consegue a façanha de dividir a opinião da própria igreja, naquilo que lhe é intrinsicamente pertinente e praticamente indiscutível como regra geral.

O registro aqui é apenas para conhecimento e comprovação do que está acontecendo em nosso meio.

Clique no link abaixo e veja você mesmo:

Manifesto de religiosos e religiosas em favor de um juízo justo para o ex-presidente Lula

 

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Jesus não é o único caminho para Deus, afirma líder da Igreja da Suécia

Líder da Igreja Luterana acredita que Maomé não era um falso profeta

Bispa da diocese de Lund, na Suécia, em junho de 2014, Antje Jackelén assumiu o cargo de arcebispa primaz da Igreja Nacional da Suécia, de linha luterana. Foi sob sua liderança que a sua denominação atraiu a atenção do mundo todo ao publicar novas instruções para as liturgias do culto, dizendo que Deus não deveria ser chamado de “Senhor” nem de “pai”, para promover a inclusão.
Após a polêmica, a Igreja da Suécia tentou desmentir, dizendo que não houve proibição dos termos masculinos, apenas uma sugestão para que os fiéis pudessem ver também como "mãe".
Mas essa não é a única questão controversa dentro da Igreja sueca. Antje Jackelén é uma teóloga liberal. Ela acredita que existem vários caminhos para Deus, e que Jesus não é a única maneira de se chegar ao céu.
Desde que assumiu a função de arcebispa primaz ela usa como lema a frase "Gud är större” que significa, literalmente, "Deus é maior". Esse também é o título do livro escrito por ela em 2011. O problema é que essa expressão é a mesma usada por muçulmanos, quando dizem “Allahu akbar”. A ala conservadora da Igreja a acusa de “flertar com o Islã”. O jornal Östersunds-Posten publicou um editorial chamando-a de “sem noção” e observando que, em sueco, as estruturas de “Gud är större” não segue o fluxo natural da língua.
A opinião de Jackelén sobre o islamismo não é segredo. Ela acredita que os muçulmanos e os cristãos adoram ao mesmo Deus: “É claro que os muçulmanos e os cristãos oram ao mesmo Deus. Eu acredito que, no futuro, perceberemos que temos mais em comum com os fiéis de outras religiões do que gostamos de admitir”.
Em entrevista ao jornal Morgon Bladet, ela afirmou: "Não acho que Maomé seja um falso profeta. Uma vez que ele não faz parte da tradição profética da Bíblia, não se pode classificar suas profecias de acordo com a fé cristã… Maomé ainda inspira hoje milhões de pessoas na busca da justiça, da paz e de uma boa vida".
A arcebispa defende que “nós, cristãos, temos muito em comum com judeus e muçulmanos quando falamos sobre Deus como Pai e Criador do Céu e da Terra. É quando conversamos sobre Jesus que divergimos… Um muçulmano, por causa do Alcorão, tem um grande respeito por Jesus como um dos mais importantes profetas. Mas Jesus como o Filho de Deus e o Salvador do mundo, apenas cristãos acreditam”.
Para Jackelén isso não deveria nos separar dos seguidores de outras religiões, pois “Jesus nos ensina a conhecer os outros com respeito”.

Bíblia X Alcorão

O jornal a questionou sobre a declaração de Maomé que ele recebeu a visita do anjo Gabriel, que lhe ditou o Alcorão, e que essa seria uma revelação superior à  Bíblia, mas a líder da Igreja da Suécia preferiu não se manifestar sobre isso.
Além de ensinar a seus seguidores que deveriam matar os infiéis (judeus e cristãos), na Sura 4:157-158 está escrito “E por dizerem: Matamos o Messias, Jesus, filho de Maria, o mensageiro de Deus, embora não sendo, na realidade, certo que o mataram, nem o crucificaram, senão que isso lhes foi simulado. E aqueles que discordam, quanto a isso, estão na dúvida, porque não possuem conhecimento algum, abstraindo-se tão-somente em conjecturas; porém, o fato é que não o mataram. Outrossim, Deus fê-lo ascender até Ele, porque é Poderoso, Prudentíssimo.”
Ou seja, embora Jackelén tente dizer Maomé era profeta, o livro escrito por ele nega a crucificação e a ressureição de Jesus, dois pontos centrais da fé cristã.
As coisas ficaram ainda piores no ano passado, quando diversos pastores e pastoras da Igreja da Suécia iniciaram uma campanha que usava a hashtag, #Mittkors (“Minha cruz”). O objetivo era demonstrar solidariedade com os cristãos que morriam nas mãos do terror islâmico no Oriente Médio.
Conforme a denúncia do Gatestone Institute, Gunnar Sjögren, porta-voz da Igreja da Suécia e assessor de Jackelen, condenou publicamente esta campanha, dizendo que ela “não é cristã”, pois estimulava a “guerra religiosa”. O argumento é que “Há um risco de se fazer um distanciamento, dividindo o mundo em um “nós” e “eles”.  Pelas redes sociais, a própria Jackelén assegurou: “Não deveríamos proteger as pessoas porque elas são cristãs, mas porque nós somos cristãos”.
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Evangélica Thaila Ayala, diz que conservadores interpretam mau a bíblia

Atriz evangélica diz estar assustada com clima no Brasil

A atriz Thaila Ayala, que mora nos Estados Unidos, esteve no Rio esta semana para lançar o filme "Pica-Pau".
Ela disse que estranhou o clima de animosidade no pais. "Estou assustadíssima com o que estão fazendo com a cultura no Brasil. Arte é arte, pedofilia é pedofilia, religião é religião" afirmou.
Thaila, que é evangélica, também se queixa dos religiosos que vem criticando as exposições de arte consideradas imorais. "É preciso saber interpretar a Bíblia para os dias atuais, senão vamos viver num mundo extremista", afirmou, sem esclarecer qual seria a interpretação correta.
Com informações O Globo via Gospel Geral

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Igrejas evangélicas são alvo dos movimentos de esquerda, aponta especialista

Ideologia "de esquerda" perde sua influência na periferia


Uma pesquisa qualitativa da Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, foi divulgada recentemente mostrando uma mudança no perfil dos moradores da periferia.
De modo geral, essa faixa da população está mais conservadora e isso se reflete necessariamente na questão política, tendo parado de votar nos partidos de esquerda.
O sociólogo Gabriel Feltran, coordenador de Pesquisa do Centro de Estudos da Metrópole da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisador do Núcleo de Etnografias Urbanas do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento afirma que isso será um ponto focal nas próximas eleições.
Segundo ele, "a pesquisa é insumo para um debate importante sobre as mudanças nas periferias da cidade, nas formas de entender os governos e a política, os valores e o futuro".
Para o especialista, há uma mudança nas camadas mais pobres, influenciado pela questão religiosa. "É um voto que concebe o mundo a partir da proximidade, da relação pessoal, da confiança na ética do candidato, um voto próximo e moral. Que por isso sempre esteve muito próximo das igrejas, espaços altamente politizados. E sabemos que a expansão pentecostal é muito mais conservadora que progressista, ao contrário das comunidades de base católicas".
Feltran insiste que, nesse momento, os movimentos de esquerda estão revendo suas estratégias e admitem que perderam espaço junto a essa camada social.  "Não há espaço vazio em política. Outros grupos, como as polícias militares, os evangélicos (com suas ações midiáticas e de base), bem como o empreendedorismo do mercado de trabalho, têm estado bem mais perto. E estando perto, ganham eleição ali", avalia.
Ao ponderar sobre o crescimento dos evangélicos no país, sobretudo nas comunidade mais pobres, ele aponta que os valores liberais, no sentido político do termo, "encontrou, no pentecostalismo, um solo muito fértil de desenvolvimento". Isso é refletido, em parte, pela teologia da prosperidade que de muitas maneiras estimula o fiel a empreender, se tornar seu próprio patrão.
Questionado sobre a proximidade com os pobres, o sociólogo diz que os partidos e movimentos sociais estão perdendo espaço para os pastores.  "As igrejas evangélicas são também elas muito heterogêneas, não dá para generalizar. Seu liberalismo de base, a teologia meritocrática da prosperidade, é muito conservador; mas elas estão próximas e isso se reconhece".
Sendo assim, a estratégia das esquerdas é disputar com elas "os espaços políticos estratégicos", pois se não o fizerem irão perder ainda mais presença nas periferias.

Evangélicos de esquerda


De certa maneira isso já tem acontecido, com movimentos "de esquerda" se fortalecendo dentro de segmentos evangélicos no Brasil.
Contudo, essa parece ser uma tendência mundial. O pastor Sam Rohrer, da Associação de Pastores Americanos (APA), veio a público recentemente denunciar essa "esquerda religiosa", que está induzindo as pessoas ao erro.
Rohrer acredita que os ativistas religiosos que se dizem liberais e defendem o casamento homoafetivo, aborto e outras ideias que contrariam frontalmente o que a Bíblia diz, são "falsos profetas" e "falsos mestres". Não importa os títulos que eles detenham, insiste o representante da Associação, eles ficam "pinçando" versículos e usando de uma retórica mais calcada em Marx que em Jesus.
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Igrejas liberais estão morrendo, mas as conservadoras crescem

Estudo mostra que crise teológica e moral resultou em fechamento de igrejas liberais

As igrejas protestantes mais antigas estão em apuros. Um relatório de 2015, feito pelo Centro de Pesquisa Pew, mostra que essas congregações, que no passado eram a maioria no cenário cristão, estão diminuindo rapidamente nos Estados Unidos. Perdendo quase um milhão de membros por ano.
Com menos fiéis, diminuíram as entradas e com isso elas entraram em declínio. Dezenas de templos estão sendo fechados anualmente.
Um número reduzido de líderes denominacionais e pastores têm feito vários esforços para reverter essa tendência e voltar a atrair pessoas à igreja. Quase 20 anos atrás o bispo anglicano John Shelby Spong publicou o livro “Por Que o Cristianismo Precisa Mudar ou Morrer.”
Spong, um teólogo liberal, ensinava que só cresceriam as igrejas que abandonassem a interpretação literal da Bíblia e se adaptassem às transformações sociais. Isso incluiria, por exemplo, a aceitar o divórcio, o aborto e o casamento gay como “normais”. Ironicamente, o livro era apresentado como um “antídoto” para o declínio das grandes denominações evangélicas.
Segundo o The Washigton Post, esse tipo de teologia defendido por Spong ainda é popular, em especial nas mais tradicionais, como a Igreja Metodista Unida, a Igreja Evangélica Luterana, a Igreja Presbiteriana dos EUA (PCUSA) e a Igreja Episcopal.
Após duas décadas, os números mostram que essa mentalidade liberal não apenas foi incapaz de resolver o problema de declínio na frequência, mas em alguns casos dividiu e enfraqueceu as denominações.
Na Igreja Unida do Canadá, um levantamento recente mostra que 20% dos pastores afirmaram não crer no Deus descrito na Bíblia. Vinte e nove por cento acredita em Deus, mas não o vê como “sobrenatural”. Pouco mais de 2% disseram ver Deus como uma “força” e 15,6% percebem Deus como uma “metáfora”.
Entre os presbiterianos, por exemplo, surgiu a Evangelical Covenant of Presbyterians, que reúne hoje cerca de 300 igrejas que se cansaram da agenda liberal da PCUSA.
Por outro lado, continuam com tendência de crescimento as igrejas pentecostais e as que não negam a Bíblia como Palavra de Deus.

A pesquisa

O estudo conduzido pela Pew, chamado “Teologia importa: Comparando os traços de crescimento e declínio em Igrejas Protestantes”, pode ser lido na íntegra aqui, em inglês. 
O diretor da pesquisa, David Haskell, observou que o estudo aponta como as igrejas que estão crescendo “se mantém firmes nas crenças tradicionais do cristianismo e são mais envolvidas em práticas como oração e leitura da Bíblia”.
Haskell observou ainda que a confiança sentida quando lhe é apresentado um conjunto de crenças coesas, acaba sendo atraente para não crentes.
O ensino de doutrinas centrais, consideradas verdades inalteráveis “faz com que os visitantes ganhem confiança. Essa confiança, aliada a uma mensagem edificante, reconfortante ou claramente positiva é uma combinação atraente”.
O estudo também encontrou uma correlação entre o crescimento das igrejas e as práticas dos seus pastores. Aqueles que declaram ler a Bíblia diariamente e consideram o evangelismo “importante” conseguem manter um crescimento mais sólido.
Por exemplo, 71% dos líderes das igrejas em crescimento liam a Bíblia diariamente, enquanto apenas 19% dos pastores das igrejas que perdem membros têm esse hábito.
Além disso, 100% dos pastores responsáveis pelas igrejas em ascensão dizem ser “muito importante encorajar os não cristãos a se tornarem cristãos”, em comparação com os 50% do clero das igrejas com declínio da membresia.
Outro aspecto da investigação foi como o louvor influenciava o crescimento. As congregações que optam por um estilo de adoração contemporâneo, com instrumentos musicais e cânticos, em média crescem mais que as igrejas que optam apenas pelo um estilo “tradicional”, com órgão e um coral.
O material confronta outros estudos semelhantes publicados nos últimos anos mostrando que para as pessoas que frequentam igrejas a teologia ensinada não era ‘relevante’.
Fonte: Gospel Prime
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