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segunda-feira, 31 de julho de 2023

Chamadas para algo muito maior do que uma Barbie


Por que meninas e mulheres desejariam se ver representadas por uma boneca de plástico?


N

a semana passada, em um café, uma completa estranha se sentiu encorajada a me mostrar um artigo do jornal local. Era um artigo sobre bonecas Barbie voltadas para a carreira.

O Wall Street Journal (WSJ) relatava que uma pesquisa da época, feita no site da Mattel, pediu às pessoas que votassem em qual carreira deveria ter a próxima boneca Barbie [da coleção “Eu posso ser…”].

“A Mattel deu-lhes a opção de escolher entre as profissões de arquiteta, apresentadora de telejornal, engenheira da computação, ambientalista e cirurgiã”, relata o WSJ, que obteve mais de 600 mil votos durante um período de quatro semanas. “Garotas de todo o mundo votaram de forma esmagadora na versão apresentadora da Barbie […] Mas, no final da primeira semana, uma crescente onda de votos de adultos para a Barbie engenheira da computação superou a escolha popular. Engenheiras da computação que souberam da votação lançaram uma campanha viral na Internet, para obter votos e garantir que a Barbie se juntasse a elas. Ambas as bonecas foram produzidas e colocadas no site da Mattel.

A mulher gentil e excêntrica que brandia a página de jornal parecia muito mais entusiasmada com as novas aspirações de carreira da Barbie do que eu mesma; contudo, a história do WSJ sugere que muitas mulheres têm sentimentos fortes sobre o simbolismo da Barbie. O que há nessas bonecas que as mulheres tanto levam para o lado pessoal?

Talvez eu estivesse mais interessada se a carreira de Barbie refletisse mais de perto a minha. Em Ohio, uma sacerdotisa da igreja episcopal tomou recentemente esse assunto em suas próprias mãos, e criou uma versão sua da Barbie: a Reverenda da Alta Igreja. Embora ela não esteja à venda pela Mattel, esta Barbie lhe rendeu 6 mil amigos em sua página no Facebook e uma história contada pelo Religion News Service, na semana passada.

Meu primeiro pensamento, ao ler sobre a Reverenda Barbie, foi de hesitação quanto à ideia de encorajar meninas a “aspirarem” ao sacerdócio. Em vez de carreira, não é o sacerdócio um chamado?

Então, pensei também que qualquer carreira que seguirmos deve ser ordenada por Deus, independentemente do campo em que se encontre. “Eu posso ser…” soa inspirador na superfície, mas sua desvantagem é que somente as aspirações de Deus irão satisfazer os desejos do nosso coração.

Naquele dia, no café, o artigo gerou uma conversa sobre o polêmico tema da Barbie no papel de modelo a ser seguido. “Por um momento, cheguei a pensar que ela estava falando sobre a Mattel fazer uma Barbie Barista”, eu disse a outra barista que estava ali.

Ninguém acha que as meninas devem sonhar em ser baristas”, ela respondeu. Não discuti com ela, pois sabia que provavelmente estava certa. Mas isso é bobagem, porque, mesmo que não tenhamos um ícone na forma de uma boneca de plástico, é perfeitamente possível ter um impacto profundo nas pessoas ao seu redor, não importa o lugar que você esteja ou qual carreira tenha.

Há algo de atrativo em uma representação icônica de quem somos. Mas uma boneca de plástico só pode, evidentemente, representar as qualidades mais tangíveis: ela é definida pelo que faz (sua carreira) e por sua aparência (e muito já foi escrito sobre isso). Até mesmo a Reverenda Barbie é caracterizada apenas pelas ferramentas físicas de seu ofício: suas vestimentas e os itens de sua sacristia.

Ainda que não possa ser bem expressada em plástico, a vida cristã é definida em termos muito diferentes de “eu posso ser…”. Por exemplo: “Eu sou a justiça de Cristo” (1Coríntios 1.30). E “eu sou descendente de Abraão” (Gálatas 3.29). Nosso relacionamento com Deus não é um acessório de status. É bom saber que o padrão da Barbie é algo fabricado e que Jesus não espera que sejamos perfeitos para nos salvar.

Não podemos esperar que a Mattel represente a fé em plástico ou que encoraje as meninas a procurarem uma vocação que esteja além da carreira. No entanto, evidentemente, a Barbie continua a ter um impacto na cultura feminina e na imaginação infantil; portanto, eu me pergunto: De que maneira qualidades intangíveis, como fidelidade e sabedoria, conectam-se com os sonhos de meninas em serem mulheres adultas?

Alicia Cohn é escritora freelancer e mora em Denver. Seu twitter é @aliciacohn.

Nota da edição em português: Este artigo foi escrito em 2010, mas traz reflexões importantes para nós, hoje.

Fonte:  Christianity Today

‘Disney sexualiza crianças há décadas’, denuncia ativista pró-infância nos EUA


Melissa Henson está encorajando os pais a procurarem opções alternativas de programação para seus filhos.


Um grupo de monitoramento da mídia está contestando a declaração do CEO da Disney, Bob Iger, de que a empresa não sexualiza crianças. Eles também estão encorajando os pais a procurarem opções alternativas de programação para seus filhos.

Em uma entrevista ao The Christian Post, Melissa Henson, vice-presidente do Parents Television and Media Council, citou a afirmação de Iger de que a Disney não sexualiza crianças como evidência de que ele "claramente não está prestando muita atenção" ao conteúdo que sua empresa produz.

Apesar de a Disney ter sido alvo de críticas de pais e consumidores nos últimos anos devido à programação considerada inadequada para crianças, Henson disse ao CP que o problema existe há bastante tempo.

“Há décadas, os programas do Disney Channel voltados para pré-adolescentes enfatizavam relacionamentos românticos, embora o público-alvo seja de [crianças de] 8, 9, 10 [e] 11 anos”, disse ela.

Henson lamentou os esforços para introduzir um "elemento namorado, namorada" em programas dirigidos a pré-adolescentes, observando que "não é necessariamente o mais lembrado" para crianças nessa faixa etária.

Ela explicou que o conteúdo produzido pela Disney vai além do Disney Channel e engloba outros canais de propriedade da empresa, incluindo o FX.

Henson identificou "A Teacher", uma minissérie do FX que ela resumiu como documentando uma "relação ilícita" entre um professor e um aluno do ensino médio, e "Little Demon", uma série transmitida no FXX, propriedade da Disney, que foi criticada pelo grupo de defesa One Million Moms como uma promoção de "demônios, bruxas e feitiçaria" apresentando "violência explícita e nudez", como exemplos mais recentes de programas que sexualizam crianças.

Ela apontou esses programas como parte de uma "longa lista de conteúdos" produzidos pela Disney que sexualizam crianças.

O lado da Disney

Em entrevista recente à emissora CNBC, Iger recusou que “a noção de que a Disney está de alguma forma sexualizando crianças francamente é absurda e imprecisa”.

O comentário do CEO da empresa de entretenimento veio em resposta ao apresentador David Faber pedindo a Iger para abordar a condenação do governador da Flórida, Ron DeSantis, ao que ele descreveu como “conteúdo sexualizado” produzido pela corporação.

Mais de um ano após a empresa que opera o parque temático Walt Disney World na Flórida se manifestar contra um projeto de lei de direitos dos pais na educação, que recebeu o apelido crítico de "Não diga lei gay", o governador DeSantis sugere que a Disney sexualiza crianças.

Essa medida, sancionada por DeSantis no início do ano passado, proíbe os funcionários da escola de discutirem assuntos relacionados à orientação sexual e identidade de gênero com alunos do jardim de infância até a terceira série.

Em um comunicado de repúdio ao projeto de lei, o então CEO da Disney, Bob Chapek, comprometeu-se a aumentar o suporte financeiro a "grupos de defesa para combater legislações semelhantes em outros estados".

Pouco tempo depois, os legisladores da Flórida aprovaram uma medida com o objetivo de abolir o Reedy Creek Improvement District, descrito como um "distrito especial independente" que abrange a área da Disney World, e que o deputado estadual republicano da Flórida, Spencer Roach, apelidou de o "governo próprio" da Disney.

No início deste ano, DeSantis nomeou o Central Florida Tourism Oversight Board para substituir o Reedy Creek Improvement District.

Chapek avaliou a disputa de sua empresa com o governador da Flórida e candidato presidencial republicano em sua entrevista à CNBC sobre sua defesa contra a legislação. “A última coisa que desejo para a empresa é que seja arrastada para qualquer guerra cultural”, comentou.

Desmentindo o CEO da Disney

A entrevista de Iger com a CNBC ocorreu três meses depois que a Parents Television and Media Council liderou uma petição com mais de 10.000 assinaturas pedindo ao conselho de diretores da Disney que suspendesse a produção de conteúdo sexualmente explícito da empresa.

Simplesmente não é verdade o que Bob Iger disse”, proclamou vice-presidente do Parents Television and Media Council.

O Parents Television and Media Council, uma “organização de pesquisa e educação sem fins lucrativos e apartidária que defende o entretenimento responsável” que busca “proteger crianças e famílias de sexo explícito, violência e palavrões na mídia”.

O grupo repetidamente tem levantado preocupações sobre a programação da Disney nos últimos anos.

Depois de dizer ao CP que eles “não receberam uma resposta” do conselho da Disney, Henson disse, “parte de mim se pergunta se esta declaração de Bob Iger foi uma tentativa de abordar as preocupações que levantamos naquela petição”.

Quando perguntada se a petição pode ter afetado a programação da empresa, Henson sugeriu que “pode ser muito cedo para dizer”.

Henson disse que seu conselho aos pais que assinam o Disney Plus ou outros serviços de streaming de propriedade da Disney é: “Se você tiver dúvidas sobre o conteúdo, abandone essa assinatura”.

Ela encorajou os pais a “redirecionar seus dólares de entretenimento” para outras empresas que ela promoveu como “boas alternativas”, incluindo Dove e Great American Family.

Fonte: Guiame

sábado, 16 de julho de 2022

Famílias reagem ao ativismo LGBT+ da Disney e deixam executivos “em pânico”

A expressão "quem lacra, não lucra", se tornou um dito popular nas redes sociais, em referência à iniciativa de empresas que passaram a aderir às pautas do ativismo LGBT. A Disney, por exemplo, parece experimentar agora os efeitos dessa realidade, após ser alvo de boicote por parte das famílias americanas.

Conforme o GospelMais já havia antecipado, uma executiva de produção da Disney chamada Karey Burke teve um vídeo divulgado nas redes socais, onde aparece afirmando que a meta da gigante do entretenimento infantil é ter pelo menos 50% de todos os seus personagens vinculados ao mundo LGBT.

Como resultado, famílias americanas lideradas por figuras conservadoras resolveram reagir, criando um abaixo-assinado de boicote à Disney, o que vem se repercutindo em outras partes do mundo.

"A Disney, hoje, é refém de ativistas LGBT empenhados em corromper nossos filhos através da doutrinação homossexual", diz um trecho do abaixo-assinado, que cita como um dos exemplos uma cena do filme infantil "Lightyear", onde há um beijo lésbico.

"Os executivos da Disney estão em pânico e é por isso que precisamos da sua ajuda para avançar AGORA contra a empresa", incentiva o abaixo-assinado, que convoca os americanos para o boicote e pode ser assinado aqui.

"Imagine o poder que teremos se enviarmos uma promessa maciça ao CEO da Disney, comprometendo-nos a não ver nenhum filme ou espetáculo da Disney ou comprar qualquer produto que promova a ideologia do género", ressalta o texto.

Karey Burke, por sua vez, revelou que é mãe de duas crianças queer, segundo ela, sendo uma "transgênero e uma criança pansexual". Pelo cargo que ocupa na Disney, a preocupação das famílias americanas conservadores não é por menos.

O objetivo do abaixo-assinado é atingir meio milhão de assinaturas, a fim de que o documento seja entregue ao CEO da Disney, Robert Chapek. A expectativa é que a iniciativa sirva para demonstrar a insatisfação com o ativismo na empresa.

Fonte: Gospel+

terça-feira, 28 de junho de 2022

Disney anuncia lançamento de 1º romance adolescente abertamente gay

O anúncio foi feito no Instagram oficial da Walt Disney Animation Studios

O filme de animação “Strange World” (Mundo Estranho) com lançamento previsto para novembro, será o primeiro filme da Disney a apresentar um romance abertamente gay entre adolescentes produzido pela empresa.

O anúncio foi feito no Instagram oficial da Walt Disney Animation Studios, com a apresentação do cartaz de divulgação.

Acabo de ver pela primeira vez #StrangeWorld da #Disney no festival #Annecy2022. Apresenta o primeiro romance adolescente abertamente gay em um filme da Disney! #RepresentationMatters”, escreveu o desenhista de Strange World, Matthieu Saghezchi em sua conta no Twitter.

A cena mostra o filho sendo muito tímido na frente do garoto que ele gosta, e seu pai entra e diz: ‘Prazer em conhecê-lo! Meu filho fala de você o tempo todo’ e envergonha ainda mais o filho. Muito lindo”, descreve.

A investida na Disney em produções com teor na ideologia de gênero só aumenta. Porém, o que antes aparecia de forma velada, agora está aberto.

A empresa de entretenimento, com foco no público infantil e na família, teve vários personagens que foram assumidos como gays – embora sua sexualidade nunca tenha sido reconhecida – em projetos anteriores.

Um exemplo é o personagem LeFou do live-action “A Bela e a Fera”, que foi anunciado como gay, junto com o ciclope animado Officer Spector de Onward, mas nem a sexualidade do personagem foi reconhecida abertamente, nem desempenhou um papel importante no desenvolvimento da trama, explica a Metro Weekly.

Na semana passada, a Disney lançou Lightyear, um spin-off de Toy Story, com a exibição de um beijo lésbico. O filme, proibido em 14 países de maioria muçulmana e na China, teve bilheteria abaixo do esperado tanto.

‘Prejudicial às crianças’

Em entrevista à ACI Prensa, Pilar Escobar Varela, mestre em Ciências da Família pela Universidade de Málaga, na Espanha, disse que “familiarizar e normalizar crianças em idade tão precoce com relacionamentos homossexuais coloca em altíssimo risco o desenvolvimento saudável, tranquilo e normal de sua própria sexualidade”.

Como mãe e especialista em questões familiares, acredito que a sociedade, incluindo pais, educadores, legisladores e também a indústria do entretenimento, são chamados a dar às crianças o melhor, e isso inclui altos ideais que as motivem e inspirem a se desenvolverem plena e saudavelmente”.

O lugar por excelência onde o ser humano se desenvolve plenamente e aprende a amar é uma casa composta por um homem e uma mulher onde os filhos se enriquecem com a complementaridade dos pais e reforçam a sua identidade sexual”, declarou Pilar.

Para a peruana Giuliana Calambrogio, mãe de oito filhos e mestre em Matrimônio e Família pela Universidade de Navarra, “a inocência das crianças deve ser protegida”.

Em entrevista ao ACI Prensa, disse que não se deveria colocar as crianças “em situações em que terão um conflito entre o que é natural e aquelas situações que, embora aconteçam, não fazem parte do comum”.

Uma criança entre 4 e 6 anos está na idade do pensamento imaginário, acredita em unicórnios, fadas, Papai Noel. Por isso, alguns aproveitam essa idade para introduzir a ideia de gênero, de homossexualidade, e tentam normatizar isso”, disse.

Fonte: Guia-me com informações de ACI Digital via Folha Gospel

segunda-feira, 30 de maio de 2022

Disney+ lança série no Brasil com adolescente de 16 anos lésbica; atriz defende

A Disney+, um dos braços de comunicação da gigante do entretenimento Disney, lançou a sua primeira série no Brasil na última quarta-feira (25), chamada “Tudo Igual…SQN”. A produção traz um conteúdo voltado para o público jovem, incluindo uma personagem adolescente lésbica de 16 anos.

A série baseada no livro “A Porta ao Lado”, de Lily Trigo, é protagonizada pelas atrizes Miá Mello e Gabriela Saraivah, que interpretam mãe e filha. A personagem Carol é a filha, que mantém uma relação de amizade com três grandes amigas, sendo “Pri” uma delas.

Pri, interpretada por Guilhermina Libanio, é uma adolescente de 16 anos que faz o papel de uma homossexual (lésbica). Tendo 24 anos na vida real, a jovem atriz que já fez duas novelas na Rede Globo defendeu a necessidade de incluir personagens LGBTs em conteúdos dessa natureza.

Precisamos ter pessoas LGBTQIA+ no audiovisual porque elas existem. Temos que contar as histórias dessas pessoas, que querem da vida as mesmas coisas que a gente quer”, disse ela, segundo o NaTelinha. “Quando excluímos, não representamos, estamos perdendo uma parte muito preciosa da sociedade, pessoas e histórias incríveis.

A atriz reconhece que a ênfase de conteúdos no público jovem tem por objetivo engajar e atrair para o objetivo proposto, que é transmitir uma mensagem de acordo com os valores de quem produz o material. A Disney, por sua vez, tem deixado claro que a sua intenção é promover a pauta LGBT+ cada vez mais.

"A audiência jovem absorve muito bem essa troca por ter suas questões representadas na tela. Além disso, quando você faz um projeto jovem, você também volta para quem você era quando tinha aquela idade. Eu tenho 24 anos, e a Pri tem 16″, disse Libanio.

A nova série de Disney+ no Brasil não surpreende em matéria de conteúdo, pois reflete o posicionamento da empresa que vem sendo propalado nos últimos anos, em prol do ativismo LGBT.

Desenhos, filmes e outros materiais, incluindo uma linha de roupa LGBT voltada para crianças se tornaram ferramentas de promoção das pautas identitárias, o que tem preocupado lideranças religiosas em todo mundo.

Fonte: Gospel+

terça-feira, 5 de abril de 2022

Jornalista conservador expõe planos da Disney de empurrar a agenda gay para crianças


Um dos coordenadores da empresa diz que as crianças estão “recebendo todas essas informações da mídia sobre o que é normal”


O jornalista Christopher F. Rufo, do City Journal, revelou em seu Twitter uma série de vídeos expondo uma reunião de diretores da Disney falando abertamente de como a empresa de entretenimento tem empurrado a agenda gay para crianças.

A presidente corporativa da Disney, Karey Burke, por exemplo, aparece dizendo que ainda para este ano o plano da empresa é elevar para 50% o número de personagens LGBTQ+ nos desenhos. Burke, inclusive, se apresenta como mãe de crianças queers, sendo uma trans e a outra pansexual.

Em outros vídeo, a produtora de animação da Disney, Latoya Raveneau, diz que "não teve medo de ter dois personagens se beijando ao fundo". Ela revela ainda que "sempre que podia, acrescentava o tema homossexual" e que nada a impedia de fazer isso.

Outra diretora da Disney que também trabalha para a promoção da homossexualidade é Vivian Ware, diretora de diversidade e inclusão da empresa, que aparece em um vídeo dizendo aos funcionários do parque que não usem mais as saudações “senhores e senhoras”.

Um dos vídeos mais chocantes expostos pelo jornalista conservador é a fala de Allen March, coordenador de produção da Disney, reconhecendo o papel da mídia, incluindo a Disney, de formar a opinião das crianças e assim transformar a mente da próxima geração. "Todo esse conteúdo vai para as crianças, que não sabem nada disso", disse ele.

March disse que as crianças estão "recebendo todas essas informações da mídia sobre o que é normal", acrescentando que "há muito poder nisso e só precisa ser reconhecido".

Os vídeos e os comentários do jornalista estão em inglês e podem ser acessados aqui.

Fonte: JM Notícia

terça-feira, 2 de novembro de 2021

Rússia proíbe desenho LGBT da Disney para o público infantil

A Roskomnadzor, agência reguladora de comunicação da Rússia, proibiu a Walt Disney Co. de distribuir conteúdo considerado prejudicial às crianças do país. A referência se aplica especificamente ao curta-metragem Out (Brasil: Segredos Mágicos)lançado no canal Disney+, nos Estados Unidos, no ano passado.

De acordo com a agência de notícia Reuters, a Roskomnadzor enviou uma carta a Disney, nesta sexta-feira (29), avisando que a lei russa proíbe a distribuição de informações que "negam valores familiares e promovem relacionamentos sexuais não tradicionais" para crianças.

Segredos Mágicos, dirigido por Steven Clay Hunter e produzido pela Pixar, é divulgado como a primeira animação da Disney com um protagonista LGBT e seria distribuído no país de Vladimir Putin neste ano.

Relacionamentos homossexuais são legais na Rússia. No entanto, uma lei de 2013 proíbe disseminar "propaganda de relacionamentos sexuais não tradicionais" entre jovens russos.

Fonte: Pleno News via Folha Gospel

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Disney lança primeiro filme LGBT para o público infantil

A Pixar revelou seu primeiro personagem gay a partir de seu novo curta-metragem "Out".
A empresa de animação digital norte-americana que pertence à Walt Disney Company, estreou "Out" na  Disney + no final de semana através da SparkShorts, que é uma série de curtas-metragens de animação independentes americanos, produzidos pela Pixar Animation Studios.
O novo filme conta a história de um rapaz alto, forte e barbudo, chamado Greg, que enfrenta o dilema de contar aos pais ou não que é gay. Ele troca de corpo com seu animal de estimação mágico e consegue ouvir o que sua família realmente pensa sobre seu interesse amoroso.
O personagem principal de Out não se sente à vontade com os pais e pretende se mudar para a cidade grande e morar com o namorado, Manuel.
Quando o pai e a mãe decidem ajudá-lo na mudança, Greg se desdobra para tentar esconder as evidências de sua orientação sexual, como um calendário de bombeiros sexy e um porta-retrato com o namorado, por exemplo. Até o cachorro dele tenta auxiliar o tutor a esconder as 'pistas'.
Em uma das cenas do curta, Greg e Manuel aparecem se beijando. Além da primeira produção com personagem principal LGBT+ da Pixar, chama atenção o fato de o curta ser exibido pelo serviço de streaming Disney+, considerado familiar. A proposta é um primeiro passo para a infiltração de personagens gays em filmes de animação.
A Disney + anunciou o filme no Twitter , chamando-o de "emocionante".
"Out" é o primeiro lançamento da Pixar e da Disney animado a ter um personagem principal gay. O filme, voltado para crianças, foi dirigido por Steven Clay Hunter ("Procurando Nemo", Wall-e", "Toy Story 2"). Max Sachar, o produtor do filme, é conhecido por seu trabalho em "Coco" e "Os Incríveis 2".
A Pixar também apresentou um personagem de apoio abertamente gay este ano no filme "Onward".
Disney e Pixar já tiveram a presença de personagens homossexuais secundários, como em Procurando Dory, ou em Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica, onde há uma citação de um namoro entre pessoas do mesmo sexo.
Muitos filmes de animação apresentaram personagens LGBTQ nos últimos anos. O filme de ação da Disney, "Guerra nas Estrelas: A Ascensão do Skywalker", contou com um beijo entre dois soldados do mesmo sexo e "A Bela e a Fera" representou LeFou como um homem gay.

Fonte: Folha Gospel
Veja o trailer:

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Grupos pró-família criticam cena de mães lésbicas em "Toy Story 4"


Animação da Disney mostra duas mulheres levando filho à escola e buscando no final do dia.


A representação silenciosa e passageira de mães lésbicas em uma cena de abertura de "Toy Story 4" está sendo elogiada pelos defensores do homossexualismo como um "pequeno momento de normalização".

O filme da Disney, que acaba de estrear como mais um na agenda LGBT da empresa de entretenimento, despertou preocupação entre alguns grupos pró-família que dizem se tratar de uma "maneira sutil de dessensibilizar as crianças" para a homossexualidade.

Segundo relatos, no início do filme de animação, como Bonnie, a nova proprietária de Woody, frequenta seu primeiro dia de jardim de infância, ao fundo — entre as outras crianças que chegam para a aula —está um menino que é deixado por duas mulheres.

As mulheres, que parecem ser as "mães" da criança, também abraçam o menino quando voltam mais tarde, no final do dia letivo.

Grupos familiares disseram que, embora a representação seja passageira e talvez nem seja notada por alguns, ela ainda é "desnecessária".

Cena 'surpreende' as famílias

A American Family Association (AFA) disse em um relatório que a cena "surpreende" as famílias.

"A cena é sutil a fim de dessensibilizar as crianças. Mas é óbvio que a criança tem duas mães, e elas são pais juntas", escreveu Monica Cole, diretora do One Million Moms (Um Milhão de Mães), parte da American Family Association (AFA), em um post sobre o assunto.

Cole disse que Toy Story 4 é o "último lugar onde os pais esperam que seus filhos sejam confrontados com conteúdo relacionado à orientação sexual". Ela diz ainda que o filme também contém uma referência passageira para não se esconder no armário.

"Esses momentos de 'piscar e você vai perder' foram incluídos estritamente para impulsionar uma agenda", opinou. "Questões dessa natureza estão sendo introduzidas cedo demais. É extremamente comum, mas desnecessário", afirmou. "Questões dessa natureza estão sendo introduzidas cedo demais e cedo demais”.

"A Disney decidiu, mais uma vez, ser politicamente correta em vez de oferecer entretenimento familiar. A Disney deve se divertir ao invés de empurrar uma agenda e expor as crianças a tópicos controversos", acrescentou.

A organização Focus on the Family também alertou os pais sobre a cena em sua revisão "plugada" do filme.

"A inclusão muito breve de um casal do mesmo sexo no pano de fundo de uma cena, que observamos nesta revisão atualizada, também é uma questão importante que as famílias vão querer considerar em relação a este filme", ​​afirmou a análise.

One Million Moms criou uma petição sobre o assunto, que recebeu mais de 12.000 assinaturas até o momento.

Agenda LGBT da Disney
O filme marca o mais recente esforço da Disney para impulsionar a normalização da homossexualidade nas crianças. Outros filmes da Disney que impulsionam a normalização da homossexualidade incluem:
O desenho animado da Disney, Doc McStuffins, apresentava uma família liderada por duas "mães" lésbicas em seu programa de 2017 sobre um aspirante a médico. É comercializado para pré-escolares.

O remake de Disney da Bela e a Fera, em 2017, contou com uma subtrama homossexual em que um dos personagens do filme foi remodelado para ser homossexual.

A Disney Channel introduziu em 2017 um personagem adolescente homossexual em "Andi Mack". O programa foi dirigido principalmente a uma audiência de televisão pré-adolescente.

No ano passado, o roteirista e codiretor do popular filme de animação "Frozen" da Disney deu o que o Huffington Post chamou de "lampejo de esperança" em relação à personagem principal Elsa saindo do armário como lésbica.

O próximo filme da Disney, Jungle Cruise, apresentará pela primeira vez um personagem abertamente homossexual.

Fonte: Guiame

sábado, 25 de novembro de 2017

Disney apresenta sua primeira “Princesa travesti” em série infantil com beijo gay

Ideologia de gênero em produções dos canais da Disney desagrada conservadores

O canal Disney XD apresentou a primeira "princesa travesti" na mesma série de animação que já gerou controvérsia por apresentar pessoas do mesmo sexo se beijando. Segundo o site especializado EW, o mais novo episódio de "Star vs. as Forças do Mal" mostra o personagem Marco Diaz assumindo a identidade de uma princesa chamada Turdina. Rapidamente, ativistas LGBT comemoraram a decisão da gigante do entretenimento.
"Marco está prestes a revelar a verdade aos outros alunos quando a diretora do Reformatório, Srta. Heinous, o desmascara, puxando a camisa dele para revelar os pelos em seu peito. Mas as outras princesas ficam ao lado de Marco", detalhou o EW.
"Isso não prova nada. As princesas podem ser peludas", grita uma das princesas. "O que importa se ela é um menino? Nada que ela disse estava errado", exclama outra.
Ouve-se o argumento e outra das princesas: "Turdina é um estado de espírito. Ele pode ser uma princesa se ele quiser!"
A editoria LGBT do influente site Huffington Post classificou a cena de "um momento bonito, que poderia ser extremamente influente para as crianças que estão absorvendo as ideias sobre o que significa ser um menino ou uma menina – ou qualquer outro gênero – e o que alguém pode ou não fazer dependendo de como ele se identifica".
No início do ano, essa mesma série da Disney XD apresentou uma cena com vários casais gays se beijando.
Grupos conservadores, como a Associação de Famílias da América (AFA), advertiram que a Disney apresentar personagens homossexuais para crianças é algo perigoso e pode ter "consequências graves e eternas".
"Não é certo a Disney querer assumir o papel dos pais e decidir quando exibir a nossas crianças esses 'estilos de vida alternativos'. Não estou dizendo que é errado que as crianças saibam que gays e lésbicas existem, mas são os pais que deveriam explicar isso a elas. A Disney não deveria impor esse assunto", disse Ed Vitagliano, vice-presidente executivo da AFA.
Outro canal do grupo, o Disney Channel recentemente apresentou o primeiro personagem gay adolescente na série infantil "Andi Mack". A nova temporada do programa vai mostrar a "trajetória de autodescoberta" do personagem Cyrus (Joshua Rush), um menino de 13 anos que possui “sentimentos românticos” por Jonah (Asher Angel).
A criadora do show, Terri Minsky, explicou que seu objetivo era fazer de Andi Mack um programa "apropriado para todos os públicos" e, ao mesmo tempo, enviar uma "mensagem poderosa sobre inclusão e respeito pela humanidade".
Após essa série de programas com ideologia de gênero, o evangelista Franklin Graham vem alertando os pais sobre os rumos da Disney e desaconselhando que deixem as crianças assistirem a estes programas.
Com informações Christian Post via Gospel Prime
Assista aqui:

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